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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Economistas agora já admitem que reforma da previdência pode piorar ainda mais a crise


Economistas agora já admitem que reforma da previdência pode piorar ainda mais a crise

5 hours ago Economia 11/07/2019


Reforma da Previdência, apontada pelo governo Jair Bolsonaro como a salvação da economia brasileira, poderá ter um efeito recessivo se não for acompanhada de um aumento significativo do investimento privado, diz estudo da UFMG; estimativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) possa cair de 1% a 2% em até dez anos, dependendo da velocidade de resposta da iniciativa privada

247 – A reforma da Previdência, apontada pelo governo Jair Bolsonaro como a salvação da economia brasileira, poderá ter um efeito recessivo se não for acompanhada de um aumento significativo dos investimentos privados. 

A afirmação consta de uma nota técnica elaborada pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais (Cedeplar/UFMG). 

A estimativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) possa cair de 1% a 2% em um prazo de dez anos, dependendo da velocidade de resposta da iniciativa privada.

De acordo com o estudo, publicado pelo jornal Valor Econômico, a redução dos valores das aposentadorias e pensões, devido a economia de até R$ 800 bilhões esperada pelo governo, teriam um impacto direto sobre a renda das famílias, reduzindo o consumo e a atividade econômica. 

Ainda segundo o levantamento, elaborado pelo pesquisadores Edson Paulo Domingues, Débora Freire Cardoso, Luís Eduardo Afonso e Guilherme Cardoso, os cortes no Regime Geral de Previdência Social (RGPS) ampliam as desigualdades de renda e as reduções nas aposentadorias do setor público (RPPS) melhorariam as injustiças.

Para os pesquisadores, uma das razões sobre os efeitos negativos da reforma sobre a economia reside no fato de que não existe um consenso sobre como a confiança do mercado se aplicará aos investimentos. 

Associados a esta incerteza estão a lentidão na queda dos juros, reaquecimento da economia, redução do financiamentos por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além do limite dos investimentos públicos imposto pela regra do teto dos gastos.

“Só a reforma da Previdência, se o investimento não responder dessa forma tão otimista quanto alguns economistas estão prevendo, coloca de fato a possibilidade de um cenário recessivo”, afirmou diz Débora Freire. 

“Não estar atento aos impactos socioeconômicos da reforma implica ampliação das desigualdades, em um país onde não existe mais espaço pra isso”, completou.


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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Bolsonaro é recebido com laranjas no Congresso


Bolsonaro é recebido com laranjas no Congresso

5 hours ago Denúncias 20/02/2019

 

Jair Bolsonaro entrou mudo e saiu calado do Congresso Nacional, para onde foi na manhã desta quarta-feira (20) a fim de entregar o projeto de reforma da Previdência Social de seu governo; 
esperava-se uma solenidade, mas houve apenas uma passagem rápida, silenciosa e marcada pelo constrangimento; Bolsonaro fugiu de qualquer contato com a imprensa; parlamentares do PSOL recepcionaram Bolsonaro trajando aventais laranjas e com laranjas na mão, em referência ao escândalo do “laranjal” do PSL

247 – Jair Bolsonaro entrou mudo e saiu calado do Congresso Nacional, para onde foi na manhã desta quarta-feira (20) a fim de entregar o projeto de reforma da Previdência Social de seu governo. 

Esperava-se uma solenidade, mas houve apenas uma passagem rápida, silenciosa e marcada pelo constrangimento. 

Bolsonaro fugiu de qualquer contato com a imprensa.

 Parlamentares do PSOL recepcionaram Bolsonaro trajando aventais laranjas e com laranjas na mão, em referência ao escândalo do “laranjal” do PSL.

Bolsonaro chegou por volta de 9h30 ao Congresso Nacional, acompanhado do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. 

Ele entrou no Congresso rodeado por assessores e seguranças. 

Ele foi direto para um reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). 

Na reunião, de cerca de 20 minutos, com poucos parlamentares, entregou a proposta. 

É pela Câmara que o projeto começará a tramitar.

Parlamentares do PSOL fizeram um protesto durante a passagem de Bolsonaro pelo Congresso. 

Vestidos de aventais laranjas e com laranjas na mão, eles fizeram referência ao “laranjal” do PSL, partido do presidente.

 Denúncias de que o partido teve candidatos “laranjas” nas eleições iniciaram a crise que culminou nesta semana na demissão do ex-ministro Gustavo Bebianno. 

Marcelo Freixo (PSOL-RJ) disse que eles estavam “recepcionando o presidente hoje na Câmara de um jeito cordial, pois sabemos como ele gosta de laranjas! ”

Veja o vídeo:

Em entrega da reforma da Previdência, Psol faz protesto com laranjas
Poder360 Publicado em 20 de fev de 2019


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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Grande ato do 1º de Maio em Curitiba pela Liberdade de Lula


Grande ato do 1º de Maio em Curitiba pela Liberdade de Lula

1 day ago  30/04/2018 Denúncias


da Rede Brasil Atual


Principal ato do país terá Beth Carvalho, Ana Cañas, Maria Gadú e Renegado, e unirá CUT, Força Sindical, CTB, NCST, UGT, CSB e Intersindical em defesa dos direitos e pela liberdade de Lula

por Redação

São Paulo – Pela primeira vez desde a redemocratização do país, as sete maiores centrais sindicais brasileiras farão, este ano, um 1º de Maio unificado. 

O ato de Curitiba terá como mote “Em Defesa dos Direitos e por Lula Livre”. 

O que unificou CUT, Força Sindical, CTB, NCST, UGT, CSB e Intersindical foi a defesa da liberdade do ex-presidente Lula, mantido como preso político na sede da Superintendência da Polícia Federal de Curitiba há 20 dias, 

e a certeza de que eleição de Lula para presidente da República em outubro é a chance que a classe trabalhadora tem de conseguir resgatar direitos perdidos nos últimos anos.

Os sindicalistas estão também unificados em torno de uma pauta comum de interesse da classe trabalhadora, como uma política econômica de geração de empregos e renda, defesa da seguridade e da Previdência Social pública, o fim da lei do congelamento de gastos e a revogação da reforma Trabalhista. 

Os presidentes das sete centrais participam do ato, além de representantes de movimentos sociais como MST, MTST, UNE e Central de Movimentos Populares, entre outros integrados pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo.

Como tem ocorrido desde a instalação do acampamento Lula Livre na capital paraense, a manifestação de terça-feira, a partir das 14h na Praça Santos Andrade (Praça da Democracia), no centro histórico de Curitiba terá um forte ingrediente cultural, 

com apresentação de artistas conhecidos por ser posicionamento em defesa da democracia, como Beth Carvalho, Ana Cañas, Maria Gadu, o rapper Renegado e muitos artistas locais.


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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Projeto De Lei De Autoria Da Senadora Gleisi Hoffman Quer Diminuir Salário Dos 3 Poderes; SAIBA COMO APOIAR!

Projeto De Lei De Autoria Da Senadora Gleisi Hoffman Quer Diminuir Salário Dos 3 Poderes; SAIBA COMO APOIAR!
 

Se o sacrifício vale para uns, tem de valer para todos”. 

Com essa justificativa, a senadora Gleisi Hoffmann protocolou nesta semana, no Senado Federal, uma emenda à Medida Provisória nº 805/2017, que posterga ou cancela reajustes salariais dos servidores públicos da União. 

“Se a justificativa de tal medida é a crise, ela não é seletiva e atinge a todos. 

O alto escalão dos três poderes precisa dar o exemplo”, disse Gleisi.

De acordo com a emenda da senadora, que recebeu o nº 107, essa medida deve ser temporária e atingir, pelo tempo que for necessária, também deputados, senadores, o próprio Presidente da República, ministros de Estado, a Procuradora-Geral da República e ministros do Supremo Tribunal 
Federal (STF). 

“Já é injusto sacrificar os servidores públicos. 

É ainda mais injusto isentar desse sacrifício os detentores dos mais altos cargos da República”, completou.

Gleisi ainda defende que a partir de 1º de janeiro de 2009, os valores dos subsídios pagos aos membros do alto escalão voltem ao teto salarial praticado anteriormente, ou seja, antes do atual teto constitucional para os três Poderes. 

Com isso, dos atuais R$ 33,7 mil, esse teto cairá para R$ 29.462,25.

Somado à postergação ou ao cancelamento dos reajustes, os servidores públicos são penalizados pela MP 805/2017 de Michel Temer com o aumento na alíquota de contribuição para a Previdência Social. 

Por isso, a senadora propôs outra emenda à MP 805, de número 48, para impedir que os efeitos do aumento da alíquota da contribuição previdenciária alcancem aposentados e pensionistas.

Não é a primeira vez em que a senadora Gleisi Hoffmann apresenta propostas no sentido de economizar despesas públicas. 

É de sua autoria também o Decreto Legislativo que pôs fim ao 14º e do 15º salários de deputados federais e senadores, representando uma economia anual de 40 milhões aos cofres públicos. Gleisi ainda propôs a redução dos salários dos parlamentares; o corte de 10% nas verbas indenizatórias dos senadores; a redução na quantidade de trechos de passagens aéreas pagas pelo Senado. 

Essa medida prevê, ainda, que o reembolso seja exclusivo para custear a vinda à Brasília e o retorno aos estados de origem dos senadores, além de acabar com essa cota mensal de passagens aéreas aos senadores do Distrito Federal.

Gleisi é autora do projeto de proibição da posse de suplentes no período de recesso parlamentar; da extinção do caráter vitalício do plano de saúde dos senadores, titulares e suplentes; do corte de salários extra-teto; do fim do efeito cascata nas remunerações de todo servidor público dos três poderes e do projeto da extinção dos imóveis funcionais dos deputados federais e senadores.


sexta-feira, 24 de março de 2017

ECONOMIA BURRA DE TEMER E MEIRELLES QUEBRA A PREVIDÊNCIA

ECONOMIA BURRA DE TEMER E MEIRELLES QUEBRA A PREVIDÊNCIA

 

Um dia depois de aprovar a terceirização irrestrita, o governo federal descobre o óbvio: a arrecadação previdenciária vai despencar, porque os empregados virarão "patrões"; assim, não haverá contribuições patronais nem de trabalhadores, pois os terceirizados não terão interesse em contribuir para o INSS, num país que encaminha uma reforma previdenciária que tira a aposentadoria de milhões de pessoas; ou seja: com a terceirização o rombo fiscal será muito maior e a consequência inevitável será o aumento de impostos, que Henrique Meirelles e Michel Temer anunciam nos próximos dias; essa tendência, apontada ontem pelo 247, hoje é manchete do Valor; Brasil paga o preço da burrice e da cegueira ideológica

24 DE MARÇO DE 2017 ÀS 08:13 

247 – A burrice e a cegueira ideológica custarão muito caro ao Brasil.
Ontem, 247 publicou logo cedo um texto cristalino do jornalista Ronaldo Lenoir, sobre os impactos da terceirização ampla, geral e irrestrita:

De acordo com matéria assinada pelo jornalista Raphael Di Cunto no site do jornal Valor Econômico, o projeto de terceirização aprovado pela Câmara não tem dispositivos para impedir a chamada "pejotização", ou seja, a demissão de trabalhadores no regime CLT para contratação como pessoas jurídicas (PJ).

Isso pode detonar de vez a Previdência Social, como explica Laura Carvalho, economista e professora da FEA-USP:

"Sustentar a Previdência passa necessariamente por manter altos níveis de emprego e formalização. A prioridade parece não ser nenhuma das duas coisas.

Aprovaram agora o PL da terceirização: imaginem um mundo de trabalhadores contratados como Empreendedores Individuais, contribuindo apenas 5% sobre o salário mínimo para a Previdência. E o empregador, nada.

Em meio a todo esse debate, um PL que pode reduzir a base de arrecadação do sistema e elevar o tal rombo na Previdência no curto prazo. Interessante".

Hoje, um dia depois de aprovar a terceirização irrestrita, o governo federal descobre o óbvio: a arrecadação previdenciária vai despencar, porque os empregados virarão "patrões".

Assim, não haverá contribuições patronais nem de trabalhadores, pois os terceirizados não terão interesse em contribuir para o INSS, num país que encaminha uma reforma previdenciária que tira a aposentadoria de milhões de pessoas.

Essa tendência, apontada ontem pelo 247, hoje é manchete do Valor.

"O governo não tem uma estimativa de impacto do projeto de terceirização nas contas públicas, mas teme que a proposta aprovada tenha efeitos negativos na arrecadação federal, em especial na receita previdenciário", diz reportagem de Fábio Graner e Ribamar Oliveira (leia aqui).

De forma didática, Laura Carvalho também explica a lambança (leia aqui).



sábado, 25 de fevereiro de 2017

URGENTE: Cobap e Paim sacramentam abertura da CPI da Previdência

Publicado em 23 de fev de 2017 em Anasps Congresso
 Brasília- DF- Brasil- 17/02/2016- Reunião ordinária para apreciação do processo nº 01/15, referente à Representação nº 01/15, do PSOL e REDE, em desfavor do deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ).

Foto: Lucio Bernardo Jr./ Câmara dos Deputados

O que poucos acreditavam aconteceu. A Cobap, juntamente com o senador Paulo Paim (PT-RS), acaba de dar um duro golpe no Governo Federal, conseguindo o número necessário de assinaturas para instaurar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a real situação financeira da Previdência Social.

Esse fato é inédito. Pela primeira vez em 92 anos de existência, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) sofrerá uma severa investigação.
Serão apurados desvios de verbas, fraudes, sonegações e todos os tipos de irregularidades.

A ideia de criar uma CPI na Previdência Pública partiu do presidente da COBAP, Warley Martins, que buscou o apoio 
do senador Paim para oficializar um complicado processo investigativo, que será histórico. “Vamos provar de uma vez por todas que não existe déficit na Previdência. Não tem rombo, tem roubo. Muita gente vai parar na cadeia. Será pior que a operação lava-jato”, disse Warley.

Para a abertura desta CPI eram necessários que dois terços dos 81 senadores assinassem o pedido (ou seja, 27 membros). 

Graças ao trabalho e pressão da COBAP nas ruas e ao prestígio de Paulo Paim, até agora 29 parlamentares assinaram o documento, garantindo a instauração da investigação nos cofres do INSS durante as últimas décadas. 

Espera-se que outros senadores assinem, para que a CPI ganhe mais força e maior representatividade política.

O Senado terá até 120 dias para concluir a investigação na contabilidade do setor. 

Essa façanha pode “engessar” a maldita reforma da Previdência e também impedir sua aprovação no Congresso Nacional.

Fonte: Assessoria de Imprensa Cobap



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Celso de Mello dá 10 dias para Temer e Câmara explicarem reforma da Previdência

Celso de Mello dá 10 dias para Temer e Câmara explicarem reforma da Previdência
Ministro do STF quer que o governo explique por que não há estudo atuarial que comprove o alegado déficit da Previdência e porque a PEC não foi pré-aprovada pela Comissão Nacional de Previdência Social
postado em 17/02/2017 21:43 / atualizado em 17/02/2017 23:47
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São Paulo - O decano do Supremo Tribunal Federal, ministro Celso de Mello, deu 10 dias para que o presidente Michel Temer (PMDB), o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ), além dos presidentes da CCJ e da Comissão Especial da Casa que analisam a PEC da reforma da Previdência, expliquem por que não há estudo atuarial que comprove o alegado déficit da Previdência e porque a PEC não foi pré-aprovada pela Comissão Nacional de Previdência Social.

 ministro solicitou as explicações na tarde desta sexta-feira, 17, no âmbito do Mandado de Segurança impetrado nesta semana por 28 deputados de partidos da oposição (PT, PSOL, PTB e PMB) contrários à proposta do governo Temer que altera a idade e o tempo de contribuição para a aposentadoria. A ação tramita sob a responsabilidade dos advogados Rudi Cassel, Roberto de Carvalho Santos e Jean P. Ruzzarin.

O texto da reforma da Previdência foi enviado pelo governo ao Congresso no fim do ano passado e fixa idade mínima de 65 anos para aposentadoria, tanto para homens quanto para mulheres, além de outras mudanças. 

A Câmara instalou uma comissão especial para analisar a proposta na semana passada.

No Mandado de Segurança, os parlamentares da oposição querem uma liminar para suspender o andamento da proposta e pedem anulação de votação da admissibilidade da PEC na Comissão de Constituição e Justiça. 

Também querem que o presidente Michel Temer seja obrigado a promover debates no conselho nacional antes de enviar novamente a proposta.





segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

APOSENTADORIA - VOCE PRECISARÁ DELA

APOSENTADORIA - VOCE PRECISARÁ DELA

Recebi essa mensagem por e-mail e resolvi posta-la no blog, para que as pessoas vejam e compartilhem com seus amigos.
13/02/2017
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Assunto: Aposentadoria
 

*APOSENTADORIA - VOCE PRECISARÁ DELA*😔
> Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o povo. Meu nome é Wagner Martins Patrocínio, sou Advogado em Juiz de Fora/MG (32) 99120-9744.

> O Governo quer que o povo que trabalha pague a conta da previdência que eles quebraram. Querem aumentar a idade para 65 anos e não incluir os políticos e militares. Vamos propor uma Lei de Reforma do Congresso (emenda à Constituição) PEC de iniciativa popular: Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda Constitucional).
>
> Não queremos fugir desta realidade mas é necessário que todos se enquadrem, mesmo os políticos😌. É bem justo.
>
> *1.* Fica abolida qualquer sessão secreta e não pública para qualquer deliberação efetiva de qualquer uma das duas Casas do Congresso Nacional. Todas as sessões passam a ser abertas ao público e à imprensa escrita, radiofônica e televisiva.

> *2.* O congressista será assalariado somente durante o mandato. Não haverá aposentadoria por tempo de parlamentar, mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil.

> *3.* O Congresso (congressistas e funcionários) contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. Os senhores congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

> *4.* Os senhores Congressistas e assessores devem pagar por seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

> *5.* Aos Congressistas fica vetado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.

> *6.* O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.

> *7.* O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.

> *8.* Exercer um mandato no Congresso é uma honra, um privilégio e uma responsabilidade, não uma carreira. Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.

> *9.* Que o Ilustre cargo de Ministro do STF e outros tribunais deixem de ser mera indicação por conveniência política e passem a ser efetivados de forma objetiva, não só por largo saber jurídico e "conduta ilibada", mas sim, sobretudo, deverá ser conquistado por meio de concurso público.
>
> Eu ainda incluiria: que os políticos, também deveriam pagar impostos sobre seus vencimentos e bens!

> *Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem. 

A hora para esta PEC - Proposta de Emenda Constitucional - é AGORA. É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO*

> Se você concorda com o exposto, REPASSE. Caso contrário, basta apagar e dormir sossegado. Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO para que possamos ajudar a reformar o Brasil.
>
> *Não se acomode!!!*
>
> Não adianta apenas reclamar!!! Não custa repassar!!! Apoiado 👏
>
>
> Von meinem iPhone gesendet
Fonte: Mensagem encaminhada ----------
De: Jose Christo < josechristo@globo.com>
Data: 9 de fevereiro de 2017 09:24
Assunto: ENC: Aposentadoria
Para: joaelia-lima@hotmail.com


domingo, 11 de dezembro de 2016

Delação da Odebrecht deve provocar obstruções na reforma da Previdência

Delação da Odebrecht deve provocar obstruções na reforma da Previdência
Estadao Conteudo
Hoje em Dia - Belo Horizonte 11/12/2016 - 21h33 - Atualizado 21h58
 Júlio Delgado pretende impedir que a PEC passe rapidamente pela comissão
Júlio Delgado pretende impedir que a PEC passe rapidamente 
pela comissão

A delação do ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho, deve trazer resistências à aprovação da PEC da reforma da Previdência na Câmara, por atingir o governo Temer. 

A PEC será lida na sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) desta segunda-feira, e deputados governistas devem pedir vista (um tempo para análise) para, após duas sessões do plenário, haver a votação na quarta-feira. No entanto, a oposição e o PSB, da base do governo Temer, falam em obstruí-la.

O deputado Júlio Delgado (PSB-MG), um dos quatro integrantes do partido na CCJ, justifica que a delação agrava a crise política. 

"Temos clima para votar uma reforma que mexe tanto com as pessoas?", questiona. "Não adianta correr igual coelho, para depois a aposentadoria do cidadão ser a passo de tartaruga".

"Se, para debater, for preciso obstruir, nós vamos", reforça Tadeu Alencar (PSB-PE), líder do partido na Câmara.

O PR, partido do 'Centrão' e alinhado à base do governo, não está fechado quanto ao tema, mas o deputado Delegado Waldir (PR-GO) vê motivos para a CCJ não aprovar a matéria ainda nesta semana. 

"Eu penso que governo está abalado, treme com as delações trazidas pela Odebrecht, eu acho que deveríamos adiar esta discussão para o próximo ano, até que nós tenhamos mais estabilidade no governo", disse Waldir, um dos seis integrantes do PR na CCJ.

Com sete integrantes na CCJ, o PT vai entrar com um "kit obstrução", de acordo com o líder do partido, Afonso Florence (PT-BA). 

"Claro que o governo tem uma maioria muito expressiva, mas vamos buscar dificultar, porque a PEC retira muitos direitos. 

Há, entre nós, os que defendem que não devemos ficar no plenário se eles forem votar", disse.

Deputados e senadores do PT terão uma reunião no fim da tarde com o PCdoB e o PDT para traçar estratégia de fortalecimento da oposição ao governo. Rede e o PSOL serão convidados para a reunião.

O deputado Chico Alencar, do PSOL, engrossa a crítica. "A delação aponta que Governo e o Parlamento vêm implementando políticas, projetos de lei e iniciativas legislativas movidas a dinheiro e interesse privado", disse. 

"Quem elaborou matéria tão complexa para o relator Alceu Moreira, também do PMDB, apresentar seu relatório em tempo recorde? Essa correria é muito suspeita", questionou Alencar.

O relator Alceu Moreira (PMDB-RS), que chegou a se autointitular 'The Flash', pela rapidez com que entregou o relatório, diz que o responsável pelo ritmo da tramitação é o presidente da CCJ - Osmar Serraglio (PMDB-PR). "Só tenho de relatar a admissibilidade, e é algo jurídico e técnico", disse Moreira. (Breno Pires)





REFORMISTA DA PREVIDÊNCIA DIZ QUE MULHER É UM PROBLEMA PORQUE VIVE MAIS

REFORMISTA DA PREVIDÊNCIA DIZ QUE MULHER É UM PROBLEMA PORQUE                                   VIVE MAIS
 Antonio Cruz/ Agência Brasil

Questionado se o governo acredita que em 15 ou 20 anos as jornadas de trabalho de homens e mulheres serão iguais, uma vez que a reforma do governo propõe idade mínima para aposentadoria igual para os dois (65 anos), o principal formulador da proposta enviada ao Congresso, o economista Marcelo Caetano, diz que "a Previdência não vai resolver o problema de gênero no Brasil nem nenhuma outra forma de discriminação. 

A mulher se aposentar antes que o homem é apenas um paliativo. O custo da mulher para a Previdência Social é maior que o do homem porque ela vive por mais tempo"

11 DE DEZEMBRO DE 2016 ÀS 07:30 

247 - Principal formulador da proposta da reforma da Previdência enviada ao Congresso Nacional, o economista Marcelo Caetano, secretário da Previdência do Ministério da Fazenda, não acredita na necessidade de aposentar as mulheres mais cedo, uma vez que "a Previdência não vai resolver o problema de gênero no Brasil nem nenhuma outra forma de discriminação".

Questionado se o governo acredita que em 15 ou 20 anos as jornadas de trabalho de homens e mulheres serão iguais, uma vez que a reforma do governo de Michel Temer propõe idade mínima para aposentadoria igual para os dois (65 anos), - diferente de como funciona atualmente, quando as mulheres podem se aposentar cinco anos antes - Caetano respondeu:

"A mulher se aposentar antes que o homem é apenas um paliativo. O custo da mulher para a Previdência Social é maior que o do homem porque ela vive por mais tempo". 

Ele diz ainda que, "do ponto de vista previdenciário, uma idade igual para se aposentar já é um subsídio para a mulher, porque o benefício será pago por mais tempo".

Ele também minimiza o problema da desigualdade salarial no País: "Além disso, o diferencial salarial entre homens e mulheres ainda é alto, mas vem diminuindo e o menor intervalo está nas faixas etárias mais jovens. 

Existe uma tendência de redução dessas diferenças. A prática internacional de aposentadoria é igualar ou reduzir o diferencial de idade entre homens e mulheres".

As declarações foram feitas em entrevista a Raquel Landim, da Folha de S.Paulo. Confira aqui a íntegra.