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quarta-feira, 28 de abril de 2021

“Bolsonaro na cadeia” explode nas redes, internautas pedem cadeia. Confira:

SUED E PROSPERIDADE

28/04/2021

“Bolsonaro na cadeia” explode nas redes, internautas pedem cadeia. Confira:

28/04/2021

Nessa quarta-feira (28), a internet foi sacudida por internautas que pediram cadeia para Jair Bolsonaro, um dia após a instauração da CPI da Pandemia, foram diversas interações espontâneas chegando ao Trend Topic (Assuntos mais comentados) do Twitter.

Um dia após a instalação da CPI da Covid-19, internautas inundaram as redes sociais, pedindo cadeia para Jair Bolsonaro, nessa quarta-feira (28).

O termo chegou aos assuntos mais comentados do Twitter nesta quarta-feira (28).

São mais de 5 mil mensagens pedindo a prisão do presidente genocida. Confira a repercussão:


CONTINUA

Guedes reclama do aumento da expectativa de vida do brasileiro

27/04/2021

Quando você pensa que o governo Bolsonaro poderia não emitir uma opinião desumana, idiota e até eugenista/genocida, eis que o o Ministro da Economia, Paulo Guedes agora reclama do aumento da expectativa de vida dos brasileiros e diz que os “cofres públicos não vão aguentar”.

O Ministro da Economia, Paulo Guedes, flagrado espalhando fake news que os chineses inventaram o coronavírus, agora ataca novamente, reclamando do aumento da expectativa de vida dos brasileiros.

De acordo com Guedes, nesta terça-feira (27)ele afirmou  que não foi a pandemia que tirou a capacidade de atendimento do setor público, mas sim “o avanço na medicina ” e “o direito à vida”.

 O neoliberal banqueiro vai ainda mais longe e reclama do aumento de vida dos brasileiros:

“Todo mundo quer viver 100 anos, 120, 130 “, disse. Segundo ele, “não há capacidade de investimento para que o Estado consiga acompanhar” a busca por atendimento médico crescente.

Desde 1940, a expectativa de vida do brasieliro médio só vinha aumentando, ano após ano. Dos anos 40 para 2019, houve um acréscimo de de 31,1 anos de vida para alguém que nascesse no Brasil, e o número passou de 45,5 anos para 76,6.

Em 2020, com a pandemia e as mais de 2 mil mortes diárias , o tempo estimado de vida após o nascer foi de 75,4 anos em 2020, um ano a menos que no período anterior.

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

sábado, 12 de dezembro de 2020

Pressionado Pelo STF, Negacionismo De Bolsonaro Fez Um Rabisco Às Pressas Do Plano De Vacinação

SUED E PROSPERIDADE

13/12/2020

Pressionado Pelo STF, Negacionismo De Bolsonaro Fez Um Rabisco Às Pressas Do Plano De Vacinação

Celeste Silveira 12 de dezembro de 2020 

Bolsonaro não quer saber de entrar num furdunço com o STF. Ele já sente que sua musculatura não tem tonicidade para tanto.

 Diante de uma avalanche de críticas, o negacionismo de Bolsonaro teve que enfiar a viola no saco, porque junto com a tragédia sanitária que ocorre no Brasil, a FDA (Anvisa americana) que aprovou o uso emergencial da vacina Pfizer contra a Covid-19, e a vacinação nos EUA começará ser feita em massa na próxima semana.

Junte tudo isso, incluindo a mídia que apoiou Bolsonaro e que, hoje, o chama de patife, para que um plano emergencial de vacinação no Brasil, exigido pelo STF, fosse colocado na mesa.

No tal plano de vacinação de Bolsonaro há detalhamento sobre os procedimentos da campanha, o que eles não têm, é a vacina, somente a promessa de que terão. 

E quando falamos “eles”, estamos falando de Bolsonaro, o verdadeiro ministro da Saúde e seu porta-voz, o general Pazuello, aquele mesmo que disse que, Bolsonaro manda e ele obedece.

Seja como for, a sorte dos brasileiros foi lançada.

 Bolsonaro, cada vez mais tomado por preocupação com as denúncias de uso das instituições do Estado na defesa dos crimes do clã, não consegue dar conta de tudo e, com isso, a pressão política sobre sua cadeira atinge limites inéditos que militante bolsonarista nenhum, dentro do governo, tem como ajudar a defendê-lo, pois a deterioração política do país já é gritante e o Brasil, além de enfrentar uma pandemia, patina, derrapa e cai numa poça econômica criada pelo neoliberalismo pandêmico de Paulo Guedes.

Pazuello fala em gastar R$ 20 bilhões com a vacinação, um troco miúdo diante de quase R$ 2 trilhões de reservas deixadas por Lula e Dilma, o mesmo PT que a mídia se associou a Bolsonaro e a Moro para que o partido não voltasse a governar o país.

A mídia, por sua vez, cada vez mais alimenta o governo Bolsonaro a conta-gotas, deixando-o cada dia mais enfraquecido sem querer derrubá-lo, porque falta peça de reposição no almoxarifado do lixo reciclado da direita.

A questão central é que Bolsonaro jura já ter fechado contrato com 300 milhões de doses da vacina, com um pequeno, mas gigantesco detalhe, não apresentou data para a entrega da encomenda.

Diante de mais de 180 mil vítimas de Bolsonaro, a molecagem em distribuir o “kit Covid” contendo cloroquina como carro chefe, parece, como tudo indica, chegou ao fim, não por sua vontade, mas apesar dela.

A conferir

*Carlos Henrique Machado Freitas

Fonte: https://antropofagista.com.br/

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terça-feira, 29 de setembro de 2020

Justiça Do Rio Impede Bolsonaro E Salles De Passarem A Boiada

SUED E PROSPERIDADE

29/09/2020

Justiça Do Rio Impede Bolsonaro E Salles De Passarem A Boiada

 Celeste Silveira 29 de setembro de 2020 

A juíza federal Maria Amélia Almeida Senos de Carvalho, da 23ª Vara Federal do Rio de Janeiro, concedeu nesta terça-feira (29) uma liminar em tutela de urgência que derruba as decisões do Conselho Nacional de Meio Ambiente que revogaram regras de proteção ambiental para restingas e manguezais.

“Tendo em vista o evidente risco de danos irrecuperáveis ao meio ambiente, DEFIRO ANTECIPAÇÃO DOS FEITOS DA TUTELA para suspender os efeitos da revogação apreciada na 135ª Reunião Ordinária do CONAMA”, diz a juíza na decisão.

O advogado Leonardo Marinho é um dos autores da ação popular que foi acatada pela magistrada. O pedido foi apresentado por ele junto a outros três colegas, Rodrigo da Silva Roma, Renata Miranda Porto e Juliana Cruz Teixeira da Silva.

“Em razão da decisão do Conselho Nacional do Meio Ambiente, presido pelo ministro Ricardo Salles, que revogava as resoluções 302 e 303 – resoluções estas que definem padrões mínimos para manguezais, restingas e outros ecossistemas sensíveis – eu tive a ideia de fazer essa ação popular. 

Passei a madrugada fazendo isso, dei entrada na ação e a juíza acabou determinando a suspensão dos efeitos da revogação”, declarou à Fórum.

“A revogação dessas resoluções, por tratarem de parâmetros mínimos de proteção ao meio ambiente, possibilitava construções, invasões, desmatamento dessas áreas sensíveis. 

A decisão é de âmbito nacional, cabe recurso, mas é uma grande vitória para a causa ambiental”, completou.

Confira aqui a liminar obtida pelos advogados

 *Com informações da Forum

                       CONTINUA

Ex-Sócio De Paulo Guedes Fala Do Fracasso Da Economia E Afirma, “Acabou O Combustível Do Posto Ipiranga”

Celeste Silveira 29 de setembro de 2020

Empresário e fundador do banco Pactual em 1983, ao lado do atual ministro da Economia, Paulo Guedes, Luiz Cezar Fernandes disse à TV 247 que Jair Bolsonaro, mediante o esgotamento do ‘combustível’ do ministro, chamado de ‘posto Ipiranga’, passa adotar uma estratégia populista com o apoio do Centrão para financiar seus projetos. 

Ele disse também que o governo tem sérios problemas com a dívida interna brasileira e que o calote deve acontecer.

Fernandes explica que o primeiro passo para a implementação de uma agenda populista é conquistar apoio popular e, para isso, não se pode “combater inicialmente o inimigo mais forte”. 

“Para que ele implemente o populismo ele precisa de apoio popular, então o que o governo está fazendo é tentar buscar apoio onde ninguém possa identificar e apontar o dedo, então ele vai e procura o Centrão, que todo mundo sabe que existe mas ninguém sabe quem é, e aí o seguinte passo é como conseguir pegar segmentos da sociedade que não criem muita resistência e que tenha um certo apoio popular”.

Para o empresário, a iniciativa de tentar financiar o Renda Cidadã com verba de precatórios e do Fundeb é um gesto claro de tentar mobilizar recursos em áreas com baixa resistência para viabilizar um programa social que trará grande retorno de uma camada ampla da sociedade.

 “Quando o governo fala ‘vou meter a mão no precatório’, quem são os líderes que vão brigar por precatório? Qual a sociedade organizada que vai falar disso? É muito pulverizado, é um foco que não tem resistência. 

O Fundeb é a mesma coisa, vai ter lá um deputado que vai reclamar, uma Tabata, mas quem é Tabata dentro do contexto político? É muito pouco. 

Então ele começa a buscar recursos nessas áreas de menor resistência”.

Luiz Cezar Fernandes alertou, porém, que este tipo de ação que toma Bolsonaro é o início apenas de uma política populista, que poderá se agravar ao longo do tempo, chegando até uma atitude como a do ex-presidente Fernando Collor, que confiscou a poupança dos brasileiros. 

“Como todo populismo, isso não basta. Esse degrau é um dos primeiros. 

Isso vai avançando até chegar no limite, como já aconteceu várias vezes na Argentina e no nosso caso com o confisco do Collor, o que me surpreende, porque o Paulo Guedes e nós fomos muito resistentes ao Plano Collor e principalmente ao confisco cambial. 

Agora, como acabou a gasolina do posto Ipiranga, o Centrão está vindo com essas ideias populistas”.

Dívida interna

Para Luiz Cezar Fernandes, o governo Jair Bolsonaro já encontra problemas para rolar a dívida interna brasileira e tenta arrumar possibilidades para sanar a questão. 

“Nosso problema é a dívida interna, nós não temos problema com a dívida externa. 

A pressão do mercado internacional é muito menor, nós não somos devedores brutais do mercado internacional, então nosso problema é o mercado interno. De alguma maneira o capital vai ser punido nos próximos anos”.

O mercado se iludiu com Guedes

Ainda na linha do populismo pretendido por Bolsonaro, Fernandes afirma que o mercado, que apoiou a chegada do bolsonarismo ao Palácio do Planalto, se iludiu com o governo e com Guedes.

 O mercado financeiro, segundo o empresário, acreditou que Guedes poderia fazer sua vontade no ministério da Economia, mas não contava com o desconforto de Bolsonaro diante do “super ministro” Guedes e, agora, o processo de fritura já está em andamento. 

“Acho que o mercado comprou a ideia de que o Paulo Guedes, tendo essa visão macroeconômica muito forte, saberia mexer claramente as pecinhas. 

Mas ele, como nós, acho que comprou a ideia de que ele poderia ser realmente o posto Ipiranga. 

Só que o presidente, que quer uma estratégia populista, tinha que eliminar aquilo que deu popularidade a ele e criar substitutos.

 Então ele vai eliminando alguns ministros, o Moro, o Mandetta, e agora eu preciso criar um espaço para desfazer a força que tinha o posto Ipiranga. 

Então não estou fornecendo mais combustível, estou tirando o combustível e daqui a pouco alguém já esqueceu do posto Ipiranga.

 O Moro, o Mandetta, todos eles achavam que o propósito do presidente era consertar, enquanto o propósito é ser populista”, esclareceu.

Classe média é o marisco

De acordo com o empresário, a classe média é quem pagará a conta pela agenda populista de Bolsonaro. 

Com o mercado sempre se moldando e se adequando ao cenário momentâneo e as camadas mais populares nos olhos do governo, por conta dos interesses populistas, a classe média é quem deve ser deixada de lado, de acordo com Luiz Cezar Fernandes. 

“A classe média sempre foi e sempre será o marisco da brincadeira. 

Ela é o marisco da brincadeira, fica entre o rochedo e o mar. 

Quem foi para a rua desde 2013 não sabia por que estava indo à rua. Se você pegar 90 pessoas que estavam ali, cada uma tinha uma razão diferente para ir, não existia um movimento coeso. 

Qual era o objetivo? Então esses movimentos que nós vimos foram todos muito dispersos, então você não conseguia unir, e o Bolsonaro sabe disso, ele não tinha o mote para unir a sociedade, e ele está agora criando isso”.

*Com informações do 247

Fonte: https://antropofagista.com.br/

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

MP vai denunciar Flávio Bolsotonaro por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e peculato

SUED E PROSPERIDADE

28/09/2020

MP vai denunciar Flávio Bolsonaro por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e peculato

28/09/2020

O senador Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz foram denunciados por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. 

Flávio é apontado como líder de organização criminosa

247 – O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou, segundo O Globo, nesta segunda-feira (28) ao Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) o senador Flávio Bolsonaro e seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

Cientista político prevê futura prisão de Flávio Bolsonaro e o Senado permitindo cassação. ASSISTA AQUI sua

 Flávio é apontado como líder de organização criminosa que praticava rachadinha na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). 

Por sua vez, Queiroz é indicado como operador do esquema. 

Vale ressaltar que Flávio Bolsonaro já ocupou o cargo de deputado estadual no Rio. Os crimes teriam ocorrido nesse período.

Flávio e Queiroz são denunciados por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Promotores afirmam, com base nos dados das quebras de sigilo bancário e fiscal, que o senador utilizou ao menos R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo do esquema das rachadinhas. 

senador teria usado ainda três métodos para lavar o dinheiro.

O esquema de rachadinha na Alerj já era investigado há mais de dois anos.

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                                                 CONTINUA

Governo Bolsonaro prepara a nova proposta de CPMF, prepare o bolso

28/09/2020


Logo após semanas de negociação , o governo Bolsonaro deverá apresentar a nova proposta de CPMF junto a proposta de reforma tributária. 
Negada anteriormente por Bolsonaro, a nova CPMF de Guedes/Bolsonaro está pronta para ser aprovada.

Bolsonaro negou durante a campanha eleitoral que iria recriar a CPMF, porém a prática é o critério da verdade.

O governo está enviando nessa segunda-feira (28) uma proposta de nova CPMF, de acordo com informações da Jovem Pan.


A medida irá taxar todas as transações financeiras em 0,2%, além disso o governo pretende desonerar a folha de pagamento.

No entanto, anteriormente o governo também visava aprovar um trecho da reforma trabalhista que fará os bancos pagarem menos impostos e as Igrejas serem desoneradas.

O novo líder do governo, o senador Eduardo Gomes (MDB/TO) confirmou que o governo vai apresentar a proposta da nova CPMF, desmentindo o que Bolsonaro tanto negou anteriormente.

Quem movimentar, por exemplo, R$ 1.000, pagará R$ 2. Gomes destacou que não haverá aumento de carga tributária porque o novo tributo seria acompanhado da redução de impostos que incidem em salários de todos os setores da economia.

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

MP de Bolsonaro prevê 13º menor a quem teve contrato suspenso na pandemia

SUED E PROSPERIDADE

17/09/2020

MP de Bolsonaro prevê 13º menor a quem teve contrato suspenso na pandemia

17/09/2020

Originalmente publicado por BRASIL DE FATO

Calculado a partir dos meses trabalhados ao longo de um ano, o 13º salário no final de 2020 poderá sofrer redução. Isso porque a Medida Provisória (MP) do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) permitiu, no contexto da pandemia da covid-19, que os empregadores suspendessem temporariamente o contrato de trabalhadores e trabalhadoras.

Quem não tiver trabalhado ao menos 15 dias no mês vai sentir no bolso a redução do 13º e ainda poderá ter a desagradável surpresa de não ver depositadas as parcelas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do INSS (previdência social). Bolsonaro também desobrigou as empresas a pagarem esses dois direitos trabalhistas na pandemia.

Para o professor do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ) e coordenador do Núcleo de Estudos Trabalho e Sociedade (NETS-UFRJ), Marco Aurélio Santana, a MP 936, transformada na Lei 14.020, foi criada para atender mais aos empresários.

“As políticas do governo frente à pandemia visavam proteger as empresas e, mesmo nesse caso, deixaram parte desse setor, principalmente as pequenas, em dificuldades. 

O programa de proteção de emprego e renda praticamente obrigou os trabalhadores aceitarem as medidas. ‘É isso ou desemprego’”, afirma o pesquisador da UFRJ.

Desmobilização

A mesma lei que suspendeu contratos durante a pandemia, vai reduzir o 13º

Para Marco Santana, mesmo sabendo das perdas futuras para os trabalhadores, o governo federal nada fez para atenuar o problema. “Eram essas as únicas medidas que se poderia tomar para proteger emprego e renda no setor formal?”, questionou o professor da UFRJ.

Ele acrescenta que Bolsonaro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e a cúpula do Congresso Nacional surfaram oportunamente na onda que tirou o debate de algumas esferas públicas.

“Essa discussão tem áreas sensíveis, já que os servidores continuaram ganhando sem cortes, ao menos até aqui. E a mídia, o presidente da Câmara [deputado Rodrigo Maia, DEM] e o ministro da Economia têm usado isso, defendendo cortes também. 

As possibilidades de resistência acabam ficando restritas”, avalia Santana.

Com 12,7 milhões de pessoas desempregadas no Brasil, segundo dados recentes do Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e em um contexto de aumento da informalidade promovido pela reforma trabalhista após o golpe de 2016 e de políticas regressivas do governo atual, a piora da realidade se tornou visível, argumenta Santana.

“Não é de hoje que as condições de vida e trabalho da classe trabalhadora passam longe das preocupações de governos e legisladores. 

A pandemia apenas agravou um quadro grave já pré-existente e serviu de espaço para que muitas medidas estejam sendo impostas”, afirma o professor de sociologia do trabalho.
 Direito

Estabelecido por lei em 1962 e garantido pelo artigo 7º da Constituição de 1988, o décimo terceiro salário cobre trabalhadores urbanos, rurais e domésticos com carteira assinada, no regime CLT. 

Para parcela da classe trabalhadora, o 13º tem sido tradicionalmente uma importante ajuda no período de final de ano.

CONTINUA

Alimentos disparam e Bolsonaro ironiza: “Aumentou o ovo também”

16/09/2020

Ao ser questionado sobre a alta no preços dos alimentos e itens da cesta básica, Bolsonaro ironizou: “Aumentou o ovo também, né? ”, tudo isso enquanto a renda dos brasileiros encolhe em meio a pandemia.

Apesar dos alimentos como o arroz e outros itens da cesta básica, estarem disparada, o presidente prefere fazer piada.

Bolsonaro resolveu comentar em tom sarcástico a alta dos alimentos nessa quarta-feira (16).   

De acordo com ele, mesmo que os preços estejam altos, ele não vai interferir  e nem fazer nada para diminuir os valores.

“Aumentou o preço do ovo também, né?, questionou um apoiador, rindo. “É lei da oferta e da procura. 

É igual o arroz, a partir do final de dezembro começa uma colheita grande de arroz, daí normaliza o preço. Eu não posso é começar a interferir no mercado. Se interferir, o material some da prateleira, daí fica pior”, completou..

Enquanto isso, os brasileiros mais pobres, sentem no bolso, a alta dos alimentos.

De acordo com o IPEA ( Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o auxílio-emergencial foi a única renda para 4,4 milhões de famílias em julho

Porém a redução pela metade no valor do auxílio deverá ter forte impacto para os mais pobres.

De acordo com a economista Maria Andreia Parente, do IPEA, a alta dos alimentos vai afetar mais os pobres, porque segundo levantamento da economista, o que os pobres compram ficou mais caro, porém o que os ricos  mais consomem ficou mais barato.

Bolsonaro em vez de resolver o problema da alta dos alimentos, prefere fazer piada

 

Concentrada em ítens básicos da alimentação, como arroz, feijão, carne, ovos, leite e farinha de trigo, a inflação acumulada no primeiro semestre do ano é de 1,15% em domicílios com renda familiar de até R$ 1.650,50, segundo levantamento feito pela economista, divulgado na edição desta segunda-feira (14) do jornal O Globo.

Entre as famílias com rendimento acima de R$ 16.509,66, o custo de vida ficou estável no período, com leve variação de 0,03%.

Bolsonaro contudo prefere fazer piada… e há pobre que esteja passando dificuldade que o apoia….

CONFIRA:

 Bolsonaro fala sobre ser Presidente, Lei Animais, Argentina, Guedes, Viagens, Empregos e mais

Bolsonaro fala sobre ser Presidente, Lei Animais, Argentina, Guedes, Viagens, Empregos e mais

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Paulo Guedes Vai Mandar Ao Congresso Lei Que Acaba Com Estabilidade De Servidores Públicos


Paulo Guedes Vai Mandar Ao Congresso Lei Que Acaba Com Estabilidade De Servidores Públicos
Celeste Silveira 30 de dezembro de 2019

 

A medida está no pacote da reforma administrativa e se somará às mudanças que serão feitas para tornar mais rígido o processo de avaliação desses quadros.

A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, planeja enviar ao Congresso, no início de 2020, um projeto de lei para instituir e regulamentar o processo de desligamento de servidores estáveis por mau desempenho.

A medida está no pacote da reforma administrativa e se somará às mudanças que serão feitas para tornar mais rígido o processo de avaliação desses quadros. 

A ideia, segundo integrantes do ministério, é que só um órgão colegiado, formado por mais de uma pessoa, possa chancelar as demissões, o que para eles evitaria acusações de perseguição política.

O PL não é novidade. Apesar de já tramitar no Senado um projeto de lei que determina a exoneração por rendimento ruim, membros do time de Paulo Guedes querem encampar a própria proposta.

Uma das ideias é mudar a própria Constituição para deixar explícito que o mau desempenho pode ser motivo para a saída dos quadros. 

Por esse modelo, só os novos funcionários seriam atingidos pela mudança.

Outra opção exigiria apenas a regulamentação de artigo da Constituição que prevê a demissão do servidor por processo administrativo. 

Se não alterar a Carta, a regra atingirá servidores em atividade.

 *Com informações da Forum/Folha

CONTINUA

Viagem de Bolsonaro à Ásia e Oriente Médio custou mais de R$ 1 milhão

14 hours ago Economia 30/12/2019

Marco Feliciano, Helio Lopes e Bolsonaro durante Visita ao estádio de futebol Al Janoub, no Catar (Foto: Valdenio Vieira/PR)

Bolsonaro viajou com Hélio Negão e o deputado Marco Feliciano para a Ásia e Oriente Médio, os gastos com a viagem correspondem a 19,93% dos gastos de R$ 5.061.092,72 das 52 viagens nacionais e 9 internacionais da comitiva até o dia 7 de outubro. 

Os dados foram obtidos pelo site Poder 360 através da Lei de informação, os gastos totalizam R$ 1.008.658,70 aos cofres públicos.

Os gastos da viagem de Bolsonaro á Ásia e Oriente Médio, custaram caro aos cofres públicos, segundo dados obtidos pelo site Poder 360, mais de 1 milhão de reais segundo as informações obtidas via LAI (Lei de Acesso à Informação).

Segundo um trecho da reportagem do Poder 360: ” Do total, R$ 931.301,77 foram gastos com as passagens áreas e R$ 77.356,93 com o seguro-viagem internacional. 

Os dados são da Secretaria Geral da Presidência.”

Na comitiva que contavam com seis Ministros, Bolsonaro também levou o deputado pastor Marco Feliciano e o deputado federal Hélio Negão (PSL-RJ) que também são amigos do presidente.  
Viajaram com Bolsonaro, um total de 34 pessoas.

O deputado federal Marco Feliciano, foi expulso do seu partido por suspeitas de propina e corrupção.

O site Poder 360 também informou que até o dia 7 de outubro de 2019, a presidência gastou cerca de 5 milhões de reais em viagens oficiais. 

Entre uma das viagens, uma viagem nacional chama atenção para São Paulo capital, no dia 23 janeiro que custou R$ 396.501,30. Na mesma data indicada, no entanto, o presidente esteve em Davos.

Viagens internacionais anteriores de Bolsonaro custavam uma média de 200 mil reais, algumas das viagens feitas pela presidência e seus valores:

Suíça (15.jan.2019): R$ 278.412,43

Washington (11.mar.2019): R$ 85.412,00
Chile (17.mar.2019): R$ 20.531,77
Israel (23.mar.2019): R$ 186.810,34
Dallas (11.mai.2019): R$ 131.921,51
Buenos Aires (30.mai.2016): R$ 25.003,43
Japão (16.jun.2019): R$ 331.396,25
Santa Fé (12.jul.2019): R$ 15.579,33
Nova Iorque (23.set.2019): R$ 200.122,09




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