Mostrando postagens com marcador FMI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FMI. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de maio de 2017

PATRULHA FASCISTA AGORA ATACA AMIGO DE LULA

PATRULHA FASCISTA AGORA ATACA AMIGO DE LULA

 

A patrulha fascista voltou a atacar nesta quarta-feira. Como aperitivo ao depoimento de Lula ao magistrado de Curitiba, os correspondentes da mídia raivosa se preocuparam com o meio de transporte usado pelo ex-presidente. E quase foram ao orgasmo ao descobrir que o jatinho pertence a empresa do ex-ministro Walfrido dos Mares Guia. As pesquisas eleitorais recentes, mostrando uma candidatura sólida e viável, aumentaram a urgência de inviabilizar o ex-presidente. E nada como atacar seus amigos e apoiadores

10 DE MAIO DE 2017 ÀS 17:41 

247 – A patrulha fascista voltou a atacar nesta quarta-feira. Como aperitivo ao depoimento de Lula ao magistrado de Curitiba, os correspondentes da mídia raivosa se preocuparam com o meio de transporte usado pelo ex-presidente. 

E quase foram ao orgasmo ao descobrir que o jatinho pertence a empresa do ex-ministro Walfrido dos Mares Guia. Como assim? Alguém em sã consciência pode ajudar esse petralha?

Na falta de assunto, já que o depoimento de Lula foi mantido em sigilo, correram atrás de Mares Guia como tubarões ávidos por sangue. A pauta mudou. 

Desconhecendo o que já escreveram no passado, quando Mares Guia foi eleito por “Veja” o homem que revolucionou a educação pública brasileira, com direito a páginas amarelas assinada por Marcos Sá Correia, foram buscar pelo em ovo. 

Esqueceram tudo o que os colunistas de O Globo já escreveram, a começar pelo saudoso Márcio Moreira Alves. Nem lembraram que ele foi o melhor ministro do Turismo do Brasil, conforme o “trade turístico” e lideranças como o prefeito João Dória.

Jovens jornalistas querendo garantir emprego e veteranos cumpridores da pauta patronal, todos foram buscar enfoque negativo a respeito do dono do avião. 

O objetivo final, naturalmente, é atingir Lula. O pacto de mídia que destituiu Dilma, quer agora inviabilizar a candidatura do ex-presidente. Eles estão desesperados.

O ex-ministro, naturalmente, não foi ouvido nas “reportagens”. Que se danem os manuais de redação. Se fosse, provavelmente diria que cede o avião porque gosta do ex-presidente, porque é amigo dele e porque o Brasil melhorou com Lula. 

Que a pobreza diminuiu, que o emprego cresceu, que as reservas cambiais atingiram o maior nível da história e que o Brasil ficou livre do FMI. Em última instância, que o país passou a ser respeitado internacionalmente.

Nada disso importa. 
A narrativa construída pelos grandes grupos de comunicação prevê atacar tudo e todos que se aproximam de Lula. 

As pesquisas eleitorais recentes, mostrando uma candidatura é sólida e viável, aumentaram a urgência de inviabilizar o ex-presidente. 

E nada como atacar seus amigos e apoiadores. O alvo, ao fim e ao cabo, tem nome e sobrenome: Luiz Inácio Lula da Silva.




segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

NEM O FMI APOSTA NA DUPLA TEMER-MEIRELLES

NEM O FMI APOSTA NA DUPLA TEMER-                          MEIRELLES
 

Fundo Monetário Internacional rebaixa as projeções da economia brasileira em 2016 e 2017, colocando o País na lanterna global; FMI agora estima queda de 3,8% em 2016 e estagnação de 0,2% neste ano; para 2018, o FMI projeta um crescimento pífio de 1,5%; depressão provocada pelo golpe e pela inépcia de Michel Temer e Henrique Meirelles fará com que o Brasil produza um em cada três desempregados do mundo em 2017

16 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 12:25 

247 - Em relatório divulgado nesta segunda-feira, 16, o Fundo Monetário Internacional jogou a toalha sobre a possibilidade de qualquer recuperação da economia brasileira sob o comando de Michel Temer e Henrique Meirelles. 

O FMI rebaixou ainda mais a previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no ano passado, de 3,3% para 3,5%.

Além disso, reduziu a projeção de alta em 2017, de 0,5% para 0,2%. Para 2018, o FMI projeta um crescimento de 1,5%. O número consolidado do PIB de 2016 será anunciado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em março.

Para o FMI, os países da América Latina e Caribe devem "encolher" 0,7% em 2016 – uma piora de 0,1 ponto percentual em relação à última previsão. Em 2017, a previsão de alta de 1,6% foi reduzida para 1,2%. 

"Na América Latina, o declínio do crescimento reflete, em grande medida, as expectativas da recuperação de curto prazo na Argentina e no Brasil, depois de um crescimento mais fraco do que o esperado no segundo semestre de 2016 e à maior resistência à incerteza no México e à deterioração contínua na Venezuela", disse o organismo financeiro em nota.

O órgão prevê que o mundo vai crescer 3,1% neste ano, a mesma de outubro. Para 2017, a estimativa ficou igual: avanço de 3,4%. Para 2018, o FMI acredita que a economia deverá avançar mais do que nos anos anteriores: 3,6%.



quinta-feira, 27 de outubro de 2016

'OTAN é uma ameaça para todo o mundo como foi a Alemanha de Hitler'

'OTAN é uma ameaça para todo o mundo como foi a Alemanha de Hitler' 
© AFP 2016/ SVEN HOPPE / DPA
EUROPA 13:33 27.10.2016(atualizado 13:34 27.10.2016)  
Demonstrantes participam do protesto contra a OTAN perante o local da realização da Conferência de Segurança de Munique, Alemanha (foto de arquivo)
Ivan Pernar foi o primeiro deputado croata a conseguir expressar críticas em relação à OTAN, referindo-se à Aliança e ao governo dos EUA como aliados dos islamistas. O seu discurso chamou a atenção de muitos.
Pernar é um jovem deputado da coalizão Zivi Zid, integrante do parlamento da Croácia. O seu recente discurso foi acompanhado com risos e réplicas desaprovadoras dos outros membros do parlamento. Criticou não somente a Aliança, mas também a União Europeia, afirmando que a entrada da Croácia na união não assegurou o acesso aos novos mercados, pelo contrário, intensificou a perda dos já existentes.
Bandeira de OTAN
© AFP 2016/ GEORGES GOBET
OTAN enviará navios e aviação ao Mediterrâneo

A Sputnik Sérvia falou com o deputado e descobriu o porquê da insatisfação do político com a política da OTAN e do Ocidente em geral.

"Obrigado por não censurar informações verdadeiras e por permitir que pessoas com opiniões diferentes da maioria expressem sua posição. Na mídia croata, esse é um tema proibido", disse Pernar sobre a Sputnik e sobre a mídia croata. 

O deputado afirmou que as declarações sobre a melhoria da vida dentro da União Europeia são somente histórias e que a OTAN, organização responsável pela garantia da paz e estabilidade, na verdade, garante coisas opostas.

"Ao invés de proteger a liberdade nacional e a soberania dos países, a Aliança os viola e os mina. Ao invés de garantir a democracia <…> a OTAN apoia a queda dos governos legítimos com ajuda de bombardeamentos. A OTAN representa uma ameaça para todo o mundo como um dia representou a Alemanha de Hitler. 

Se a Rússia não existisse, ninguém seria contra e os Estados Unidos poderiam bombardear e sentenciar a devastação e eliminação de qualquer país que se opusesse a servi-los", disse.

Segundo ele, Putin foi contra o bombardeio na Líbia e realização da operação no Iraque.

"É preciso compreender que Putin expressa opinião não somente da Rússia, expressa a opinião das pessoas silenciosas do planeta que estão fartas da tirania e da ditadura da FMI, Banco Mundial, governo norte-americano e da OTAN, assim como da ala militar da FMI e dos EUA. Quem não quer ficar de joelhos perante os novos donos do mundo são reconhecidos como 'indesejáveis'", disse.
Soldado polonês durante os exercícios da OTAN na Polônia, 2016
© AP PHOTO/ ALIK KEPLICZ
Historiador suíço: 'OTAN não é uma aliança defensiva'



Além disso, Pernar contou que os seus colegas no parlamento lhe aconselharam a ficar calado, pois não se sabe o que pode acontecer caso o discurso seja ouvido pelo embaixador norte-americano. O deputado tem esperanças de que a União Europeia acorde, desintegre-se e volte a sua soberania, realizando uma política centrada nos interesses próprios. Na opinião do deputado, a OTAN traz somente prejuízo para todos.

"Os EUA fazem-se de tolos, primeiro provocam o caos e depois falam 'resolvam tudo vocês mesmos'. É impossível imaginar tal posição da Rússia. A operação russa na Síria baseia-se nos princípios do direito internacional, o país foi convidado pelo governo legítimo sírio, enquanto os EUA realizam uma intervenção que não possui razões legítimas, e, é por isso que os EUA não reconhecem o Tribunal Criminal em Haia. É proibido processar presidentes e generais norte-americanos por crimes, os EUA não são penalizados e ninguém mais pode ou ousa fazê-lo".

FONTE:  https://br.sputniknews.com/europa/201610276654572-otan-ameaca-hitler/

terça-feira, 26 de julho de 2016

Brasil pode recorrer ao FMI novamente sob o comando de Temer, diz Forbes

25/7/2016 12:44
Brasil pode recorrer ao FMI novamente sob o comando de Temer, diz Forbes
Brasil voltando a ser dependente dos EUA, colônia bananeira
Infomoney

SÃO PAULO - Um assunto-tabu no Brasil, a possibilidade de recorrer ao FMI (Fundo Monetário Internacional) volta e meia ganha destaque no noticiário internacional. Desta vez, o colunista Kenneth Rapoza, da revista "Forbes", fez um artigo sobre o tema, citando ainda a aversão que os brasileiros têm do órgão. 

Aliás, afirma, por conta dessa aversão, o PT foi alçado ao poder, uma vez que boa parte da população estava cansada de ouvir o mesmo discurso de como o governo teria de pagar credores estrangeiros e não tinha dinheiro para desenvolver uma economia pobre.

Com isso, Lula ascendeu à presidência e, durante o seu governo, o Brasil acabou virando credor do FMI em 2009. Antes isso, o Brasil pagou a última dívida de US$ 15,5 bilhões em 2005 para o Fundo. 

"Para a população, o governo Lula deu ao Brasil sua soberania econômica de volta. Eles odiavam o FMI e se viram contra o PSDB por causa disso. Lula rapidamente se tornou o presidente mais popular nas Américas, se não do mundo. Ele cumpriu sua promessa. O mundo ficou agradavelmente surpreso", avalia a "Forbes". 

Porém, 11 anos depois da última ida ao fundo, o Brasil pode voltar a recorrer a ele, uma vez que uma reversão de fortunas está acontecendo, com as surpresas para o país sendo consistentemente negativas. Segundo Rapoza, outubro de 2002 no Brasil, com Lula eleito, foi equivalente a novembro de 2008, com a eleição de Barack Obama nos EUA, em meio a uma sinalização de mudança. 

Mudança para pior
Atualmente, o cenário aponta também para uma mudança, mas para pior. Em entrevista à "Forbes", a ex-economista do FMI e agora gestora de ativos Alicia Garcia-Herrero afirmou que o FMI é necessário "mais do que nunca" para o Brasil.

"O governo interino fez progressos com novas metas fiscais, mas não é nem transparente nem crível e será impossível de implementar, nas circunstâncias atuais, com um governo interino com um baixo grau de aceitação por parte da população", diz ela, em referência ao governo interino de Michel Temer, que substituiu Dilma Rousseff. A presidente afastada está sofrendo um processo de impeachment. 

Rapoza ressalta os números deteriorados da economia brasileira, com deficit primário do Brasil subindo para 2,5% do PIB em maio, ou 10% do PIB em termos nominais. A nova meta para o deficit deste ano é de 2,6% do PIB.

Aumento de impostos
Além disso, a matéria destaca que, devido a restrições constitucionais, a despesa é muito rígida no Brasil e, portanto, não é fácil de cortar. A "Forbes" destaca a fala do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, de que o "plano A é controle de despesas, B é privatização, e C, aumento de imposto". Ou seja, o plano C está em linha com os planos de ajuste fiscal do FMI.

Para Garcia-Herrero, deve-se aumentar os impostos e "um programa do FMI parece ser o ponto de entrada certo para tais medidas desagradáveis uma vez que ele poderia ser usado como bode expiatório pelo governo. Basicamente, culpando o fundo para aumentar impostos."

No caso de Dilma voltar, a avaliação da "Forbes" é que a melhor opção seria a convocação de novas eleições. Se ela ficar, um impasse político é provável.

"E isso faz com que um pacote de resgate do FMI se torne ainda mais relevante. A economia estagna. Não vem dinheiro novo para o governo. O peso da dívida piora. E alguém vai ter que limpar essa bagunça".

Escândalo de corrupção
"Onze anos atrás, o Brasil estava num caminho totalmente novo (...). Lula era tido como confiável (...) Agora, claro, o escândalo da Petrobras mudou isso", afirma o colunista, destacando que a crise na estatal poderia conduzir o país aos velhos tempos em que uma instituição financeira diria onde governo poderia gastar seu dinheiro.

Para Rapoza, o Brasil precisaria voltar aos idos de 2002, e isso poderia até ocorrer com Lula voltando ao poder. Porém, assim como durante a sua presidência o Brasil saiu do FMI, o escândalo da Petrobras pode tirar o petista da disputa.

Por outro lado, um possível crescimento do Brasil no próximo ano pode ser uma tábua de salvação. Já para Garcia-Herrero, "Um default soberano [calote] é sempre uma possibilidade."

Vale destacar que, apesar do tom negativo adotado pela "Forbes", há muitas discussões sobre como seria um novo plano do FMI para o Brasil.

Em entrevista no início do ano para o "InfoMoney", a pesquisadora do Instituto Peterson de Economia Monica de Bolle fez uma defesa da ida do Brasil ao FMI, destacando ser preciso que os estigmas contra o fundo sejam deixados de lado e que o FMI mudou a sua forma de atuação. 

MAIS



Fonte: Infomoney

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Classe média dos Estados Unidos cai a níveis de 30 anos atrás

Classe média dos Estados Unidos cai a níveis de 30 anos atrás
Antonio Maqueda3 horas atrás
A diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde.
 PAUL J. RICHARDS A diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde.

O Fundo Monetário Internacional continua com seu trabalho de Grilo Falante dos assuntos econômicos. E agora é a vez dos Estados Unidos e da França. Sobre a economia norte-americana, o Fundo alerta sobre “perniciosas tendências seculares na distribuição da renda”: a classe média caiu a níveis de três décadas atrás e a pobreza aumentou. Sobre a França, a instituição lembra que o país possui índices altos de desemprego de longa duração, apresenta baixas perspectivas de crescimento e uma dívida sobre o PIB que continua aumentando.
Não é de estranhar que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, admitisse em sua passagem pela Espanha que a desigualdade alimenta o populismo. Em seu relatório sobre a economia norte-americana, o FMI enumera um panorama desolador nesse aspecto: a pobreza continua aumentando, a classe média encolheu a níveis da década de oitenta, a distribuição da renda e da riqueza se encontra altamente polarizada, e a porcentagem de rendimentos do fator trabalho é 5% mais baixa do que há quinze anos. “Todos os avanços conseguidos para reduzir a pobreza desde os anos 90 se diluíram”, afirma.
Como se não bastasse, um em cada sete americanos vive em condições de pobreza e 40% dos pobres está trabalhando. “Se não forem interrompidas, essas forças continuarão derrubando o crescimento atual e potencial, diminuindo os ganhos em padrão de vida e aumentando a pobreza”, conclui o documento elaborado pelos homens de preto.
Diante da evidência, os diretores do Fundo pedem que os EUA adotem medidas para expandir os créditos fiscais destinados a moradias sociais, elevar o salário mínimo, estender os pagamentos por cuidar de familiares, investir em educação e reformar o imposto Social.
E não é só isso. O FMI alerta também de perigos no horizonte como um dólar em alta e a aversão ao risco dos investidores. Mas também sobre a possibilidade de que a economia norte-americana experimente um crescimento potencial mais baixo do que o esperado em um contexto de produtividade escassa e maior envelhecimento demográfico: “Se for verdade, isso significaria que a economia norte-americana logo pode sofrer limitações em seu crescimento que podem causar pressões inflacionistas com efeitos globais negativos”, frisa o Fundo. De modo que é preciso elevar o gasto em infraestrutura, investir mais em formação e educação de conhecimentos técnicos, reformar o sistema de saúde e de aposentadorias e aprovar uma reforma da imigração baseada nas capacidades. Em semelhante cenário, o Fundo pede ao Federal Reserve (Fed) que seja precavido e mantenha a todo o momento uma comunicação clara sobre o procedimento do aumento das taxas de juros.
Em relação à França, o órgão liderado por Christine Lagarde vê de forma positiva a reforma trabalhista francesa, que flexibiliza as relações de trabalho, ainda que seja aplicada em versão suave. Mas pede muito mais. Algo que se entende à luz das perspectivas de crescimentos retraídos que o FMI prevê para a economia francesa.
Por um lado, considera que é preciso adotar várias outras medidas para facilitar a criação de emprego. E por outro, critica que os esforços estruturais para baixar o déficit sejam próximos a zero: “Esforços mais ambiciosos para manter o gasto governamental plano em termos reais ajudariam a alcançar os objetivos fiscais a médio prazo e rebaixar de forma duradoura a dívida pública”.
AS RAZÕES DA DESIGUALDADE

A partir da década de 70, os rendimentos reais dos lares norte-americanos de classe média deixaram de subir, enquanto os das classes mais ricas tiveram uma aceleração a partir dos anos 90, explica o FMI. E essa tendência trouxe índices de consumo menores nos últimos 15 anos. De acordo com os especialistas do órgão, as razões são diversas e numerosas: a polarização do mercado de trabalho entre formados e não formados, a mudança de local de empresas responsáveis por muitas vagas de emprego, a concorrência salarial do exterior e uma queda progressiva do sistema fiscal, entre muitas outras.