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segunda-feira, 12 de julho de 2021

Mensagens vazadas citam Michelle Bolsonaro em esquema de vacinas

SUED E PROSPERIDADE

12/07/2021

Mensagens vazadas citam Michelle Bolsonaro em esquema de vacinas

12/07/2021

Novas mensagens que foram vazadas do cabo da Polícia Militar, Luiz Paulo Dominghetti, mostram tentativa da Davati Medical Supply de negociar milhões doses com membros do governo Bolsonaro, além de citar Michelle Bolsonaro.

A nova surpresa que abala Brasília, é a citação direta da primeira-dama Michelle Bolsonaro, em mensagens do celular de Luiz Paulo Dominghetti, que acertava compra de milhões de doses de vacinas com o governo, obtendo propina de US$ 1 por dose.

De acordo com informações do colunista da Veja, Robson Bonin, a primeira-dama foi citada diretamente.

A mensagem em questão teria ocorrido no dia 3 de março. O policial militar conversou com um interlocutor identificado como Rafael sobre a tentativa do grupo de chegar a Bolsonaro.

“Michele (sic) está no circuito agora. Junto ao reverendo. Misericórdia”, escreveu o PM, referindo-se também ao reverendo Amilton de Paula, que entrou na mira da CPI da Covid por receber um aval do então diretor de Imunização do Ministério da Saúde, Laurício Monteiro Cruz, para negociar em nome do governo a compra dos imunizantes.

O interlocutor se mostra incrédulo diante do nome da primeira-dama. “Quem é? Michele Bolsonaro?”

E Dominguetti retorna: “Esposa sim”.

Caso se confirmem, a teia de corrupção pode ser maior e envolver mais atores do que se pensava.

Tanto é, que foi Flávio Bolsonaro quem levou o dono da Precisa (que teria atuado em esquema de corrupção com vacinas da Covaxin) para próximo do BNDES e do Ministério da Saúde.

Depois dos R$ 89 mil em cheques de Queiroz, agora as mensagens que a citam em suposto esquema de propinas com vacinas.

CONTINUE

VÍDEO: Trump diz que se pesquisa for ”ruim” deve-se dizer que ela é falsa

11/07/2021

O modelo de inspiração de Bolsonaro, por ele mesmo, ensinando as táticas de comunicação da mentira como método. Bolsonaro que nunca escondeu sua admiração pelo ex-presidente americano deve aplicar o mesmo método.

De onde Bolsonaro se inspira para lançar seus impropérios e mentiras recorrentes?

Ao que tudo indica a inspiração vem mesmo do seu grande ídolo, Donald Trump e da nova direita ou melhor extrema-direita norte-americana.

A revelação de Trump que se uma pesquisa diz que ele vai mal, seria “falsa” e que toda pesquisa que indica que ele está bem é “a mais precisa”, indica o método de ação de Bannon e da extrema-direita e sua propaganda.

Método similar é adotado por Bolsonaro aqui. 

Já que o mesmo perde para Lula, ele tenta descredibilizar tanto as urnas, quanto as pesquisas, assim como o TSE….

Mesmo que as urnas o elejam a 30 anos junto á sua família…

ASSISTA:

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Acabou para Trump: Colégio eleitoral confirma Biden presidente dos EUA

SUED E PROSPERIDADE

15/12/2020

Acabou para Trump: Colégio eleitoral confirma Biden presidente dos EUA

14/12/2020

Após ter diversos recursos rejeitados em tribunais, agora o colégio eleitoral dos estados selaram o destino de Donald Trump, a derrota e saída da presidência dos EUA, com a confirmação da vitória de Joe Biden e Kamala Harris, como presidente e vice-presidente dos EUA. Um forte abalo para Jair Bolsonaro, “orfão de Trump” .

Os membros do colégio eleitoral dos Estados Unidos, selaram o destino de Trump, dando vitória hoje (14) a Joe Biden.

Trump tentou inúmeros recursos para impedir a derrota, de recontagens a recursos em tribunais, que foram  rejeitados em massa, como no caso do tribunal da Geórgia.

Os delegados dos colégios eleitorais, enviaram os seus votos oficialmente à Washington nessa segunda-feira(14) e confirmaram a grande vitória de Biden, tanto no voto popular como também nos colégios eleitorais.

Para ser eleito, o candidato deve obter maioria absoluta, ou seja, pelo menos 270 votos.

Biden conquistou 302 votos, enquanto Trump conquistou 232 votos dos colégios eleitorais.

Bolsonaro teve a audácia de afirmar que usaria “pólvora contra Biden”, o novo presidente dos EUA.

Isso por que Biden prometeu anteriormente duras sanções econômicas contra o Brasil, caso a política ambiental do governo Bolsonaro, continue a desmatar a Floresta Amazônica.

CONTINUA

VÍDEO: “Gripezinha”, “Fantasia”, “Neurose” as mentiras de Bolsonaro sobre a pandemia

14/12/2020

Vídeo reúne as maiores mentiras e declarações absurdas de Jair Bolsonaro sobre a pandemia, de afirmar que o coronavírus era apenas uma “fantasia” á uma “gripezinha”, minimizando a pandemia e ora dizendo que devíamos seguir o ritmo da vida normal, mesmo que custassem vidas.

Um vídeo postado por internautas nessa segunda-feira (14), reúne as declarações mais absurdas e mentirosas de Jair Bolsonaro sobre a pandemia do coronavírus.

Bolsonaro já chamou o vírus de gripezinha em rede nacional de televisão.

Desde o início da pandemia, Bolsonaro já chamou a doença de “gripezinha”, “fantasia”, “neurose”, “histeria” e por aí vai.

Além disso, a economia também sofreu forte retração e não adianta culpar o “fica em casa” pela disparada dos alimentos, até porque o agronegócio nunca parou.

Veja o vídeo:


Fonte: https://falandoverdades.com.br/

sábado, 14 de novembro de 2020

URGENTE: Em Nota, Militares Fazem Linha De Impedimento E Abandonam Bolsonaro Sozinho Na Área

SUED E PROSPERIDADE

14/11/2020

URGENTE: Em Nota, Militares Fazem Linha De Impedimento E Abandonam Bolsonaro Sozinho Na Área

Celeste Silveira 14 de novembro de 2020 

Um dia depois das manifestações do comandante do Exército, Edson Pujol, de que os militares não estão a serviço de governos e de partidos, mas do Estado e do país, hoje há mais um recado a Bolsonaro.

Desta vez, uma nota em defesa da missão constitucional dos militares, com a mesma mensagem: não há como misturar as atividades dos quartéis com as do governo.

O documento foi emitido pelo Ministério da Defesa, com a assinatura de todos os chefes militares. O texto reafirma que as Forças Armadas são apartidárias.

A nota é assinada pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo, e pelos comandantes da Marinha (Ilques Barbosa Júnior), Exército (Edson Leal Pujol) e Aeronáutica (Antonio Carlos Moretti Bermudez).

Há um alerta em especial: o de que os militares confiam que Bolsonaro pensa de acordo com as Forças Armadas. Ou seja, se não pensa, agora terá de pensar.

Bolsonaro será obrigado a admitir que a base militar que ele pretendia ter, de forma incondicional, é imaginária.

Os militares estão saltando fora de compromissos com o bolsonarismo, antes do desastre total. Bolsonaro vai ter de se agarrar ao Centrão e a Olavo de Carvalho.

Esta é a íntegra da nota:

“A respeito de recentes publicações e especulações envolvendo o Governo e as Forças Armadas, o Ministro de Estado da Defesa e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica esclarecem que:

A característica fundamental das Forças Armadas como instituições de Estado, permanentes e necessariamente apartadas da política partidária, conforme ressaltado recentemente por chefes militares, durante seminários programados, é prevista em texto constitucional e em nada destoa do entendimento do Governo e do Presidente da República;

O Presidente da República, como Comandante Supremo, tem demonstrado, por meio de decisões, declarações e presença junto às tropas, apreço pelas Forças Armadas, ao que tem sido correspondido;

O único representante político das Forças Armadas, como integrante do Governo, é o Ministro da Defesa;

Os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, quando se manifestam, sempre falam em termos institucionais, sobre as atividades e as necessidades de preparo e emprego das suas Forças, que estão voltadas exclusivamente para as missões definidas pela Constituição Federal e Leis Complementares;

As Forças Armadas direcionam todos os seus esforços exclusivamente para o cumprimento de suas missões, estando presentes em todo o País.

 Atualmente, atuam no combate ao novo coronavírus (Operação Covid-19), inclusive com apoio às comunidades indígenas; no combate aos crimes ambientais, ao desmatamento e às queimadas na Amazônia (Operação Verde Brasil 2); no acolhimento e interiorização de refugiados da crise na Venezuela (Operação Acolhida); no combate aos crimes transnacionais (Operação Ágata); no apoio às eleições 2020 (logística e garantia da votação e apuração); no apoio à população do Amapá, em função da recente crise gerada por falta de energia elétrica; em ações humanitárias e sociais, como a Operação Carro-Pipa (que leva água a milhões de pessoas atingidas pela seca), o atendimento médico hospitalar às populações ribeirinhas e o transporte de órgãos para transplantes; além de inúmeras outras atividades, destacando, ainda, a essencial e diuturna proteção das fronteiras marítima, terrestre e aérea, que asseguram nossa Soberania e Desenvolvimento Nacional.

Por fim, um País forte requer instituições sólidas e transparentes. 

Tratar com franqueza os assuntos da Defesa, além de proporcionar o fortalecimento das instituições, contribui para o propósito de alçarmos o Brasil a níveis adequados de desenvolvimento e segurança”.

*Com informações do DCM

CONTINUA

Bolsonaro, Descontrolado, Teme A Ruína De Seu Governo

Celeste Silveira 14 de novembro de 2020

Bolsonaro sabe que os próximos cinco ou seis meses serão decisivos. Eles poderão trazer o êxito que lhe permitirá conservar a popularidade para concorrer à reeleição, ou a ruína completa de seu governo. 

adversidades recentes têm aumentado sua irritação, levando-o a rasgar, como fez ontem, a fantasia que vinha usando desde a prisão de Queiroz, a de um Bolsonaro mais contido, propenso ao diálogo e afável com o Congresso, onde montou uma base de apoio com o Centrão e tornou-se um praticante notável da velha política.

Os desatinos de terça-feira, segundo fontes que circulam entre o governo e o Congresso, decorreram destas aflições com uma conjunção de problemas que o deixam irado, à beira de um ataque de nervos. 

E quando fica exasperado, Bolsonaro costuma entregar-se mais à realidade paralela em que vivem pessoas como ele e Trump, como estamos vendo. Num só dia ele celebrou a morte de uma pessoa que participava dos testes da Coronavac, causando a interrupção dos procedimentos pela Anvisa. 

Anvisa que por sinal precipitou-se, arriscando sua credibilidade, e ficou agora suspeita de ter se entregado a Bolsonaro para atuar politicamente na guerra das vacinas. Viu-se em seguida que a morte do participante nada teve a ver com a vacina. Quarenta horas depois a Anvisa recuou e Bolsonaro não se desculpou.

E à tarde, mais impropérios que nunca foram vistos na boca de um presidente. Ele falou em pólvora contra os Estados Unidos, chamou os brasileiros de maricas e os jornalistas de urubuzada. 

Exortou os maricas a enfrentar a pandemia de perto aberto, pois todos vão morrer um dia.

 Vamos sim, mas ninguém quer antecipar seu dia. Nessa fala, homofobia e misoginia (maricas são mulheres, e por serem imprestáveis, viram xingamento de homens fracos) e pregação necrófila: enfrentem o corona e morram se for preciso.

A derrota de seu guru Donald Trump foi, é claro, um infortúnio dos grandes para Bolsonaro, que ainda não assimilou nem reconheceu a vitória de Biden. E nem sabe o que fará sem Trump. 

Some-se a preocupação com a situação do filho Flávio, denunciado pelo MP do Rio por peculato (corrupção), lavagem de dinheiro e comando de organização criminosa. 

Na própria terça, o STF enviou à PGR, para manifestação, pedido de investigação sobre o emprego de recursos e órgãos do Estado, por Bolsonaro, para a defesa do filho.

O que houve? Numa reunião no Palácio, presente o advogado do filho, Bolsonaro acionou a ABIN e a Receita Federal em busca de elementos que pudessem anular a validade do relatório emitido pelo COAF, apontando movimentação financeira atípica por Flávio.

 Deste relatório partiram as investigações do MP do Rio. Mas o ponto mais grave nessa história não é o uso do Estado para fins particulares. 

Ao buscar a nulidade de uma prova judicial, isso pode caracterizar o crime de obstrução de justiça, por parte de Bolsonaro. 

Isso é grave, embora não faltem crimes que justifiquem um impeachment ou a abertura de processo por crime comum, via STF.

E embora tenha se gabado tanto de não entender de economia, quando apresentava Paulo Guedes como o dono da bola nesta área para agradar o mercado, Bolsonaro agora sabe que o país “caminha a passos largos para o precipício”, para usar palavras do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que não pode ser chamado de alarmista.

A dívida pública vai se tornando explosiva, aproximando-se dos 100% do PIB, e o deficit passará dos R$ 900 bilhões no final do ano. 

O desemprego campeia e a inflação está aí, tendo o próprio Guedes afirmado que, se a questão da dívida não for equacionada, poderemos voltar a conviver com a hiperinflação.

 Guedes declarou-se também frustrado por não ter conseguido, em dois anos, vender nenhuma estatal. Ministro que começa a falar em frustração costuma estar preparando a saída.

 Guedes não entregou nada do que prometeu à elite econômica e ao mercado, e sabe que o que nos espera em 2021. Bolsonaro não sabe o que fazer: manter Guedes e sua política fracassada ou correr o risco de trocar de ministro.

Para completar, ele tem sido um péssimo cabo eleitoral, ao contrário do que se esperava. 

Os candidatos que apoia não estão se saindo bem nas pesquisas. 

A eleição de domingo pode mostrar um Bolsonaro perdedor. 

isso também pode lhe dar nos nervos.

*Tereza Cruvinel/247

Fonte: https://antropofagista.com.br/

terça-feira, 10 de novembro de 2020

URGENTE: Vídeo:Bolsonaro Declara Guerra Aos Estados Unidos

SUED E PROSPERIDADE

10/11/2020

URGENTE: Vídeo:Bolsonaro Declara Guerra Aos Estados Unidos

Celeste Silveira 10 de novembro de 2020 

Inflamado com uma plateia ávida por seus rompantes psicopatas, Bolsonaro prometeu reagir com pólvora uma possível retaliação dos EUA, promovida pelo presidente eleito, Joe Biden, dizendo que diplomacia não resolve, tem que ser na pólvora (inventada pelos chineses).

Bolsonaro deveria aproveitar que, com a derrota de Trump, ficou com a brocha na mão, e mandar seu exército usá-la para pintar meio-fio ao invés de ficar arrotando idiotices e chamando os brasileiros de maricas, além de virar piada nas redes sociais para defender os interesses do clã.

A declaração de Bolsonaro foi feita uma semana depois que seu “ídolo”, Trump, perdeu a disputa à reeleição nos Estados Unidos para Biden. Trump, no entanto, não aceitou a derrota e alega que houve fraude.

Biden comentou sobre o Brasil em um dos debates presidenciais e disse em entrevista à revista Americas Quarterly que pretende “reunir o mundo” para decidir sobre “consequências econômicas significativas” caso o governo de Bolsonaro não se responsabilize pela proteção da floresta.

A pergunta que não quer calar, por que Bolsonaro ainda não foi interditado?

*Da redação

“Quando acabar saliva, tem que ter pólvora”, diz Bolsonaro sobre Amazônia

“Quando acabar saliva, tem que ter pólvora”, diz Bolsonaro sobre Amazônia

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Todos Os Golpistas Que Ajudaram A Eleger Bolsonaro, Agora Se Dizem Moderados

Celeste Silveira 10 de novembro de 2020

Estamos descobrindo agora, com a autofagia que ocorre na direita, que todos os golpistas que trabalharam ou votaram para derrubar Dilma, desrespeitando os mais de 54 milhões de brasileiros que votaram nela, e que, em seguida, apoiaram a eleição de Bolsonaro e a prisão sem provas de Lula, são “moderados”. Que descoberta fantástica!

Quem colocou Bolsonaro no poder não é extremista, somente ele é o fascista, somente ele votou para derrubar Dilma, fechou acordo com o moderado Moro pela pasta da Justiça em troca da cabeça de Lula.

 O mesmo Moro que serviu de capanga do clã Bolsonaro na Justiça e Segurança Pública, que, através da PF, pressionou o porteiro do condomínio de Bolsonaro para mudar a versão sobre o dia da morte de Marielle e que só saiu do governo porque, na disputa pela manutenção de seu comandado de confiança, perdeu, senão estaria até hoje no ministério.

Independente de ter participado do governo fascista de Bolsonaro, depois de ajudá-lo a sentar na cadeira da presidência, Moro, junto com Dallagnol e outros fascistas da Lava Jato, tentaram enfiar goela adentro da população as tais dez medidas contra a corrupção que, na verdade, eram contra a constituição. 

E, não satisfeito como ministro, queria porque queria que a polícia tivesse permissão para matar qualquer um em nome do “excludente de ilicitude”.

Por isso Rodrigo Maia o classificou como extrema direita. 

O interessante é que Rodrigo Maia, além de ser o bibelô dos banqueiros e parceiro de Paulo Guedes na privataria bolsonarista, foi um dos que votaram pelo golpe contra Dilma.

Então, o que se vê é um festival de cinismo, o que está longe de ser algo original nessa direita brasileira que, percebendo que não voltaria ao poder para atender aos interesses do grande capital, deveria arrancar Dilma da presidência, prender Lula e colocar no poder, primeiro Temer e, depois, Bolsonaro. E essa gente se autodenomina direita moderada.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Fonte: https://antropofagista.com.br/

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

URGENTE: Site ensina a pedir na Justiça os mil dólares de auxílio que Bolsonaro citou na ONU

SUED E PROSPERIDADE

05/11/2020

Site ensina a pedir na Justiça os mil dólares de auxílio que Bolsonaro citou na ONU

05/11/2020

O presidente disse que concedeu “auxílio emergencial em parcelas que somam aproximadamente mil dólares”

Matéria original do BRASIL DE FATO 

Um coletivo de cidadãos anônimos criou uma plataforma com orientações aos beneficiários do auxílio emergencial que se sentiram lesados pela declaração do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de que o valor ofertado no Brasil seria de US$ 1 mil. A ideia é que as pessoas cobrem judicialmente para receber o montante declarado pro Bolsonaro.

Na abertura da 75ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, no dia 22 de setembro, o presidente afirmou que concedeu “auxílio emergencial em parcelas que somam aproximadamente mil dólares para 65 milhões de pessoas”.

O valor equivale a aproximadamente R$ 5,5 mil, enquanto o limite do auxílio emergencial, somadas cinco parcelas de R$ 600 e quatro de R$ 300, é de R$ 4,3 mil. Isso significa que o total ainda fica R$ 1,3 mil abaixo do estimado por Bolsonaro.

Por meio do site www.processebolsonarovocemesmo.com.br, o coletivo explica como qualquer beneficiário do auxílio pode reivindicar os R$ 1,3 mil que faltam para chegar no valor declarado por Bolsonaro. Lá estão os documentos necessários e os links para os juizados de cada estado e a tramitação da ação.

Indignação civil

 Um dos idealizadores do projeto, que prefere não ser identificado, afirma que o projeto nasceu da indignação diante da declaração do presidente. O grupo é formado, inclusive, por pessoas que apoiaram Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2018.

“O presidente tem responsabilidade perante o povo, está na Constituição. E ele também tem responsabilidade pelos seus atos. Então, na medida em que ele vai até a ONU e diz para os outros países, o mundo inteiro, que estamos recebendo mil dólares de auxílio emergencial, a gente acha que é o caso de pedir a diferença. O presidente fez uma propaganda enganosa”, afirma.

Ele acredita que o projeto irá incentivar as pessoas “a questionarem o presidente quando ele mente”. “Esse caso foi muito emblemático, e as pessoas precisam saber que elas podem cobrar o presidente da República por ele mentir.”

Dois dias depois da declaração, Bolsonaro justificou, em suas redes sociais, que se tratava de uma aproximação. “Eu disse no meu discurso da ONU que o total do auxílio emergencial era próximo de US$ 1000, na verdade, dá US$ 960, mas foi o suficiente para baterem em mim”, comentou. “Dos 65 milhões que receberam de R$ 600 tínhamos ali 12 milhões de senhoras com filhos, essas receberam o dobro, o que eleva a média.”

Leia a matéria completa no Brasil de Fato

CONTINUA

BBC explica porque Trump pode ir para cadeia se perder a eleição

05/11/2020


De acordo com matéria da BBC BRASIL, a derrota de Donald Trump não é só uma questão política, mas também há possibilidades que o mesmo venha a ser preso.
 
Entenda abaixo as razões e o motivo da preocupação.

Via BBC BRASIL

Para Donald Trump, uma derrota na eleição desta terça-feira (3/11) não frustraria apenas sua carreira política. Há muito mais em jogo.

Se tiver de deixar a Casa Branca em 20 de janeiro de 2021, o atual presidente perderá a imunidade contra processos criminais conferida pelo cargo, se deparando com uma situação financeira complexa e várias investigações sobre seus negócios e atos passados.

“Acredito que há a possibilidade de Trump ser acusado de crimes”, resume Bennett Gershman, professor de direito constitucional da University Pace e que atuou por uma década como promotor no Estado de Nova York.

“As acusações que o presidente poderia enfrentar são relacionadas à lavagem de dinheiro e a fraudes bancárias, fiscais e eleitorais”, entre outras, diz Gershman à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Como se isso não bastasse, Trump enfrenta uma situação financeira delicada, incluindo, segundo a imprensa americana, grandes dívidas pessoais e dificuldades com seu conglomerado empresarial.

O jornal The New York Times publicou que, nos próximos quatro anos, Trump terá de pagar mais de US$ 300 milhões em empréstimos isto em um momento que alguns de seus investimentos pessoais não estão na melhor forma.

E se Trump for derrotado na eleição, seus credores podem ser menos flexíveis ao exigir o pagamento desses compromissos.

O presidente, por sua vez, diz ter sido vítima de inúmeras conspirações produzidas por seus inimigos, que teriam criado acusações falsas de crimes cometidos antes e durante seu mandato.

Ele nega categoricamente qualquer irregularidade e costuma destacar também o sucesso em ter escapado de investigações realizadas pelo Departamento de Justiça e do julgamento de impeachment no Congresso este ano.

As investigações, entretanto, esbarraram na imunidade presidencial em processos criminais. O Departamento de Justiça afirmou repetidamente que um presidente não pode ser processado criminalmente enquanto estiver no cargo.

No entanto, essas investigações podem ser a base para novas ações judiciais contra Trump, dizem especialistas à BBC News Mundo.

“Já sabemos que ele pode enfrentar acusações de fraude eleitoral, uma vez que um procurador do sul de Manhattan já imputou [tacitamente a Trump] como cúmplice de Michael Cohen”, disse Gershman.

O especialista se refere à investigação federal contra o ex-advogado pessoal de Trump, Cohen, que em 2018 se declarou culpado de irregularidades eleitorais na campanha de 2016 envolvendo pagamentos feitos à atriz Stormy Daniels, que afirmou ter tido um caso extraconjugal com o presidente.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA EM BBC BRASIL

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Em Depoimento Ao MP, Ex-Assessora De Flávio Bolsonaro Confessa Rachadinha E Entrega De Valores Para Queiroz

SUED E PROSPERIDADE

04/11/2020

Em Depoimento Ao MP, Ex-Assessora De Flávio Bolsonaro Confessa Rachadinha E Entrega De Valores Para Queiroz

Celeste Silveira 4 de novembro de 2020


Luiza Souza apresentou extratos bancários e disse ter sido orientada a devolver a maior parte do que recebia como salário; essa é a primeira vez que um ex-assessor admite o esquema ilegal no gabinete do parlamentar.

Um dos episódios finais antes de o Ministério Público do Rio denunciar o senador Flávio Bolsonaro por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa foi o depoimento de Luiza Sousa Paes, ex-assessora do antigo gabinete do “01” na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

 Nos detalhes do depoimento, feito em setembro e obtido pelo GLOBO, ela admitiu que nunca atuou como funcionária do filho do presidente Jair Bolsonaro e também era obrigada a devolver mais de 90% do salário. 

Além disso, Luiza apresentou extratos bancários para comprovar que, entre 2011 e 2017, entregou por meio de depósitos e transferências cerca de R$ 160 mil para Fabrício Queiroz, ex-chefe da segurança de Flávio e apontado como operador do esquema de desvios de salários.

 É a primeira vez que um ex-assessor admite o esquema ilegal no gabinete do parlamentar.

Luiza Sousa Paes foi nomeada entre os assessores de Flávio em 12 de agosto de 2011 e lá ficou até 11 de abril de 2012. Depois, foi nomeada em outros setores da Assembleia: na TV Alerj e no Departamento de Planos e Orçamento. 

Mesmo assim, durante todo esse período, Luiza relatou ao MP que teve que devolver a maior parte do que recebia como salário. 

O primeiro contracheque dela no período em que trabalhou no gabinete de Flávio tinha um valor bruto de R$ 4.966,45. Já o último, na TV Alerj, de R$ 5.264,44.

Em depoimento, ela disse que ficava apenas com R$ 700. Além disso, também tinha como obrigação devolver valores relativos a 13º, férias, vale-alimentação e até o valor recebido pela Receita Federal como restituição do imposto de renda. 

O valor do vale-alimentação, cerca de R$ 80 diariamente, era depositado diretamente nas contas dos funcionários da Alerj sem registro ou desconto no contracheque.

Luiza relatou ainda que conheceu outras pessoas que viviam situação semelhante a dela: nomeadas sem trabalhar. Citou as duas filhas mais velhas de Fabrício Queiroz, Nathália e Evelyn, e Sheila Vasconcellos, amiga da família do policial. 

Os dados financeiros das três, obtidos na investigação, já identificavam que elas tinham devolvido para Queiroz R$ 878,4 mil.

Saques na boca do caixa

A investigação sobre Luiza no caso começou a partir do relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), entregue pelo órgão ao Ministério Público Federal em 2018 e depois repassado ao MP-RJ. 

No documento, ela foi citada como uma dos oito assessores que fizeram transferências para Queiroz ao longo de 2016. Naquela ocasião, foi verificado apenas um valor de R$ 7.684,00 repassado.

Mas ela entregou mais dinheiro ao longo dos anos. 

A ex-assessora contou aos promotores como se dava o mecanismo. Ela diz que abriu uma conta na agência da Alerj e foi orientada a fazer todos os meses o saque do salário na boca do caixa, já que no caixa eletrônico há um limite para a retirada. 

Logo após pegar o dinheiro, ela já solicitava um depósito para a conta de Fabrício Queiroz – às vezes ela identificava o depositante, em outras não. O MP já tinha verificado um total de R$ 155 mil de depósitos dela para Queiroz a partir das quebras de sigilo bancário.

No depoimento ao MP, ela contou que se viu envolvida no esquema aos 19 anos, quando estava terminando a faculdade de Estatística. O pai dela, Fausto, era amigo de Fabrício Queiroz. As famílias chegaram a ser vizinhas de rua durante algum período em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio. 

Originalmente, segundo Luiza, quem queria um emprego era o pai dela. 

Luiza pediu posteriormente um estágio e Queiroz disse que iria ajudar.

*Com informações de O Globo

CONTINUA

Até A Jovem Clã Se Viu Obrigada A Demitir Constantino

Celeste Silveira 4 de novembro de 2020 

Depois de se transformar numa sucursal da Secom do governo Bolsonaro e ser considerada o “Rio das Pedras” do clã Bolsonaro na mídia, com um time de fazer inveja à cúpula do nazismo onde figuras como Augusto Nunes, Guilherme Fiuza, Ana Paula do Vôlei e outras figuraças do conservadorismo de aluguel, a Jovem Pan teve que ceder à pressão das redes sociais e cancelar Rodrigo Constantino que, agora, chora suas pitangas em novas lives e posts em seu twitter, justo no dia em que Trump, de quem Constantino lambe botas por osmose dos Bolsonaro, está para ser apeado da Casa Branca.

O fato é que tudo isso junto e misturado mostra que, como bem disse Boulos, a casa da família de milicianos está caindo.

Tudo isso acontece no mesmo dia em que Bolsonaro foi tratorado pelo Congresso, em que os senadores aprovaram nesta quarta-feira (4), por 64 votos a 2, a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro à prorrogação, até 2021, da desoneração da folha de pagamentos de empresas de 17 setores da economia.

E mais, Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz foram denunciados nesta quarta-feira pelo MP-RJ por organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e apropriação indébita.

Grande dia!

*Carlos Henrique Machado Freitas

Fonte: https://antropofagista.com.br/

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Washington Post fala em grande traição de Trump contra Bolsonaro


Washington Post fala em grande traição de Trump contra Bolsonaro

5 hours ago 03/12/2019

 
Não adiantou o I Love You para o Trump e entregar a Base de Alcântara 

No caso da taxação do alumínio e aço brasileiro,  o jornal norte-americano classificou o ato como uma “chicotada política’‘ e que as relações com o presidente americano, que está concorrendo reeleição nos EUA, tem seus limites. 

A análise é do The Washington Post.

Não adiantou o I Love You para o Trump, nem liberar a entrada de trigo norte-americano no Brasil, nem comprar briga dos americanos contra Cuba, a favor de Israel na ONU, as relações com Trump, mostram que o presidente americano vai privilegiar os americanos em primeiro lugar a seus aliados 
“subalternos” como o Brasil, que entregou tanto e recebeu pouco ou quase nada em troca, como analisou  Jamil Chade no UOL.

A reportagem do Washington Post, assinados por David Nakamura e Anne Gearan, o jornal chama o ato de taxar o alumínio e aço brasileiro, como uma “grande traição” e que o “tipo de chicotada que outros líderes mundiais” também sentiram”, apontando o caso do Ministro sul-coreano e japonês.

“Para Bolsonaro, um líder de extrema direita que modelou sua campanha depois da de Trump e procurou agressivamente se agraciar com a Casa Branca, as tarifas representaram uma verificação embaraçosa da realidade em sua estratégia de apostar na política externa de seu governo em grande parte na boa química pessoal com um presidente que anseia por validação – mas que vê virtualmente todos os relacionamentos como transacionais e, potencialmente, descartáveis”, diz ainda o jornal norte-americano.

Ouvido pela reportagem, Fernando Cutz, especialista que atuou no Conselho de Segurança dos Estados Unidos, diz que Trump vê os relacionamentos com líderes de outros países como descartáveis.

“Eu não acho que o Brasil não havia entendido isso, mas talvez eles entendam agora. 

Acho que foi uma surpresa grande para o sistema político do Brasil e seu povo. 

Eles realmente vêem Bolsonaro como um amigo próximo do presidente. 

E isso revela uma traição muito forte”, diz.

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Bolsonaro espera Trump por uma hora e ganha só um aperto de mão


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Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
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Poupança
Brasil
Obrigado