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quinta-feira, 19 de abril de 2018

Instituto De Cultura Árabe Repudia Discurso De Ódio De Ana Amélia


Instituto De Cultura Árabe Repudia Discurso De Ódio De Ana Amélia



Em nota, a Diretoria do Instituto da Cultura Árabe 
“repudia veementemente a declaração da senadora Ana Amélia (PP-RS)” em crítica a um depoimento da senadora Gleisi Hoffmann sobre o ex-presidente Lula à rede de televisão Al Jazeera, quando relacionou a emissora a grupos terroristas.

“Relacionar uma emissora de TV do mundo árabe a grupos terroristas, além de demonstração de desconhecimento em relação aos países árabes, é prática explícita de preconceito racial e islamofobia”, critica o texto.

 Leia a íntegra da nota:

Nota de repúdio às declarações da senadora Ana Amélia sobre os árabes

O Instituto da Cultura Árabe repudia veementemente a declaração da senadora Ana Amélia (PP-RS) em sessão do Senado transmitida pela TV que, ao criticar um depoimento da senadora Gleisi Hoffmann sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à rede de televisão Al Jazeera, relacionou a emissora a grupos terroristas.

A Al Jazeera é um dos grupos de comunicação mais respeitados do planeta. 

Além de praticar um jornalismo que serve de referência, entrevista e promove reportagens com líderes, artistas, intelectuais e ativistas que se identificam com a luta em defesa dos direitos humanos, respeitando a diversidade de opiniões.

Relacionar uma emissora de TV do mundo árabe a grupos terroristas, além de demonstração de desconhecimento em relação aos países árabes, é prática explícita de preconceito racial e islamofobia. 

A Constituição brasileira é clara quanto aos delitos de racismo e discriminação e quaisquer formas de sistemas religiosos e profissões de fé.

 Partindo de uma senadora da República, constitui-se em um constrangimento ainda maior para nossa a sociedade.

O Brasil historicamente é destino de imigrantes de diversas partes do mundo, entre eles, os árabes. 

Os imigrantes sempre viram no país um local acolhedor para recomeçarem suas vidas.

 Seu legado está presente em todas as áreas do conhecimento e na construção do próprio país.

Temos certeza de que a sociedade brasileira em geral não aceita e não compactua com atos dessa natureza, que incitam crimes de ódio, abrindo-se as portas à barbárie.

O ICArabe, organização autônoma, laica, de caráter científico e cultural, trabalha desde sua concepção para desconstruir esses estereótipos, via promoção e divulgação da rica cultura árabe. 

Valorizamos o caminho da harmonia entre as comunidades e entre os povos e o respeito às diferenças. 

Acreditamos que a integração entre as culturas e o diálogo são essenciais, assim como o respeito aos direitos humanos de todas as pessoas, brasileiras ou não.

O incentivo a práticas preconceituosas, de qualquer natureza, e a difusão do discurso do ódio constituem atos hediondos e instrumentos de fragmentação e de segregação de um povo conhecido em todo mundo por sua união e amabilidade nas relações com todas as etnias de sua constituição.

Diretoria do Instituto da Cultura Árabe


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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Sob pressão, Estado Islâmico perde sua última grande cidade

Sob pressão, Estado Islâmico perde sua última grande cidade
VEJA.com Julia Braun7 horas atrás 03/11/2017
 Retomada de Deir Ezzor, na Síria: Fumaça é vista entre prédios durante ofensiva do Exército sírio para a retomada do território de Deir Ezzor – 02/11/2017
© AFP Fumaça é vista entre prédios durante ofensiva 
do Exército sírio para a retomada do território de Deir 
Ezzor – 02/11/2017

O grupo Estado Islâmico (EI) perdeu todas as grandes cidades sob seu controle no Iraque e na Síria após a reconquista de Deir Ezzor pelo Exército sírio na quinta-feira. Além disso, nesta sexta, as forças iraquianas recuperaram o controle de Al-Qaim, área desértica na fronteira entre os dois países.

Deir Ezzor, localizada na margem oeste do rio Eufrates, é a maior e mais importante cidade do leste da Síria e o centro da produção petrolífera da nação. A cidade “era a sede dos principais líderes da organização. 

Ao perder o seu controle, perderam a capacidade de dirigir operações terroristas conduzidas por seus homens”, comemorou o comando do Exército sírio em um comunicado.

Nesta sexta-feira, as forças iraquianas anunciaram suas próprias conquistas. 

Os terroristas também foram expulsos de um importante posto de fronteira, Husseiba, que liga o oeste do Iraque ao leste da Síria. Pouco depois, em um comunicado, o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, anunciou a “libertação de Al-Qaim em um tempo recorde”. A operação começou esta manhã e terminou no final da tarde.

‘Fase final’

“Deir Ezzor representa a fase final na eliminação total” do EI, afirmou o Exército sírio. O grupo extremista conquistou Deir Ezzor e sua província rica em petróleo em 2014, aproveitando o caos gerado pela guerra na Síria, desencadeada em 2011 pela repressão do regime aos protestos pró-democracia.

Alguns bairros da cidade ficaram totalmente destruídos após a ocupação dos terroristas: edifícios desabaram e algumas fachadas explodiram. 

As trincheiras escavadas pelos jihadistas ainda são visíveis. 
Nesta sexta, as unidades de Engenharia do exército sírio atuavam para neutralizar as minas e outros artefatos explosivos espalhados pelo EI na cidade, de acordo com a imprensa estatal.

Nos últimos meses, o EI sofreu uma série de derrotas na Síria e no Iraque. No decorrer das batalhas, os extremistas foram expulsos de todas as grandes cidades que conquistaram: pelas forças iraquianas em Mossul em julho e por uma coalizão curdo-árabe apoiada por Washington em Raqa em outubro.

O grupo que proclamou em 2014 um “califado” nas vastas regiões sob controle entre os dois países, tem visto seu território encolher rapidamente. 

Os jihadistas estão agora restritos a uma área desértica na fronteira entre o leste da Síria e o oeste do Iraque, ao longo do Vale do Eufrates. 

Eles também ainda controlam 35% da província de Deir Ezzor, onde fica a capital de mesmo nome recuperada nesta quinta.

Ajuda russa

O Exército da Rússia colabora para a retomada da província de Deir Ezzor. Um submarino e seis aviões bombardeiros Tu-22M3 de longa distância realizaram um grande ataque com mísseis e bombas contra o Estado Islâmico nesta sexta. 

Esconderijos e estoques dos terroristas na cidade de Abu Kemal foram destruídos.

Só o submarino lançou seis mísseis de cruzeiro, afirmou o porta-voz do Ministério da Defesa russo, General Igor Konashenkov. A operação foi realizada para auxiliar o avanço das tropas do Kremlin 
na região.

 Tu-22M3 bombers &  submarine hit ISIS objects near 

Nos últimos três dias, os Tu-22M3 realizaram dezoito ataques contra os terroristas do EI no leste da Síria, de acordo com Konashenkov. 

Além disso, seus submarinos realizaram nove lançamentos do Mar Mediterrâneo.

Depois dos ataques, todos os bombardeiros retornaram para a Rússia. 

Os submarinos continuam a realizar operações na área, ao lado de outros navios, de acordo com Konashenkov.


sexta-feira, 10 de março de 2017

Acuada por escândalos de espionagem, CIA acusa WikiLeaks de 'ajudar os inimigos' dos EUA

Acuada por escândalos de espionagem,  CIA acusa WikiLeaks de 'ajudar os 
inimigos' dos EUA
19:57 08.03.2017(atualizado 20:00 08.03.2017) 
 CIA

A Agência Central de Inteligência (CIA) dos EUA acusou o WikiLeaks nesta quarta-feira (8) de pôr em perigo os cidadãos do país, ajudar seus inimigos e dificultar a luta de Washington contra as ameaças terroristas, após as revelações escandalosas feitas pelo site sobre as ferramentas de espionagem da agência.

Segundo a AFP, um porta-voz da CIA não quis confirmar a autenticidade dos materiais publicados um dia antes pelo WikiLeaks.

No entanto, "tais divulgações não só comprometem o pessoal e as operações dos EUA, mas também equipam os adversários com ferramentas e informações para nos prejudicar", disse a porta-voz da CIA, Heather Horniak.

Para acessar os arquivos do WikiLeaks sobre a CIA (em inglês), clique aqui.




segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Tulsi Gabbard diz a verdade sobre a Síria e é esmagada pela mídia

Tulsi Gabbard diz a verdade sobre a Síria e é esmagada pela mídia
18:45 29.01.2017(atualizado 04:46 30.01.2017) 
 US Representative Tulsi Gabbard speaks during Day 2 of the Democratic National Convention at the Wells Fargo Center in Philadelphia, Pennsylvania, July 26, 2016
© AFP 2016/ Timothy A. CLARY

Os principais meios de comunicação dos EUA, especialistas e autoridades vêm tentando de todas as formas manchar a reputação da congressista Tulsi Gabbard, que viajou para a Síria no início deste mês. 
Gabbard criticou em rede nacional, a política de financiamento dos EUA em armar terroristas afiliados à Al Qaeda.

Conhecida apoiadora de Bernie Sanders e ex-vice-presidente do Comitê Nacional Democrata (posição que renunciou em fevereiro do ano passado), Gabbard viajou em uma missão de investigação à Síria no início deste ano. Lá, a congressista se encontrou com o presidente Bashar Assad.

Veterana de guerra com duas incursões ao Iraque no currículo, Gabbard defendeu na quinta-feira, a decisão de se encontrar com o presidente sírio. "Se professarmos verdadeiramente o cuidado com o povo sírio, sobre o seu sofrimento, então temos de ser capazes de encontrar-se com qualquer um que precisamos se houver a possibilidade de que possamos alcançar a paz", disse ela durante entrevista à CNN.

Durante a entrevista, o âncora Jake Tapper afirmou que Assad é responsável pela violência no país e acusou Gabbard de "dar maior credibilidade ao presidente sírio", o congressista respondeu, enfatizando que "o que você pensa sobre o presidente Assad, o fato é que ele é o Presidente da Síria. Para que qualquer acordo de paz, para que haja qualquer possibilidade de um acordo de paz viável, tem que haver uma conversa com ele.

Gabbard sublinhou que este precisa ser o procedimento da diplomacia americana até os sírios determinem o destino de Assad, "o que acontece com o seu governo e seu futuro".

O que se seguiu foi um debate entre Gabbard e Tapper, que chamou Assad de "açougueiro" e disse que não havia democracia na Síria. Gabbard, que documentou suas conversas com os sírios comuns durante a viagem, disse que ouviu algo muito diferente do que a narrativa da mídia está apresentando.

— Vou contar-lhe o que ouvi do povo sírio que conheci andando pelas ruas de Aleppo, em Damasco — disse a congressista. "Eles expressaram contentamento e alegria ao verem um americano andando pelas ruas, mas [perguntaram]: por que os Estados Unidos, seus aliados e outros países estão fornecendo apoio e armas a grupos terroristas como al-Nusra (al- Qaeda), Ahrar al-Sham, ISIS que estão estuprando, sequestrando, torturando e matando o povo sírio?"

Eles me perguntaram: Por que os Estados Unidos e seus aliados estão apoiando esses grupos terroristas que estão destruindo a Síria, quando foi a Al-Qaeda a atacar os Estados Unidos no  11 de setembro e não a Síria. Eu não tinha uma resposta para eles", Gabbard sublinhou.

Com Tapper insistindo que os Estados Unidos só prestaram assistência aos chamados rebeldes moderados, Gabbard respondeu, dizendo que "em toda parte, cada pessoa com quem falei, fiz essa pergunta, e sem hesitação disseram que não havia rebeldes moderados".

"Independentemente do nome desses grupos, a força de combate mais forte no terreno na Síria é al-Nusra (al-Qaeda) e o Daesh — isso é um fato", enfatizou Gabbard. "Há vários outros grupos diferentes, todos eles essencialmente estão lutando ao lado, com ou sob o comando do grupo mais forte no terreno que está tentando derrubar Assad".

Desde que retornou de sua viagem e da entrevista da CNN, Gabbard foi abertamente atacada por jornalistas nas principais mídias, pelos colegas membros do Congresso e por especialistas de todos os tipos. O congressista Adam Kinzinger, por exemplo, criticou-a por fazer a viagem, e disse que esperava que ela não tenha se encontrado com o "açougueiro Assad".

Fact-finding mission? Fact: 50,000+ dead children in @TulsiGabbard, I hope you didn't meet with their butcher, https://twitter.com/ForeignPolicy/status/821745140440199168 
Daily Kos chamou Gabbard de "um fantoche para o ditador da Síria", enquanto o Daily Beast manchetou um artigo com os dizeres "Tulsi Gabbard corteja fascistas na Síria". O ex-assessor de segurança nacional da Câmara dos Deputados, Evan McMullin, difamou-a dizendo que "ela desfruta do apoio da rede de propaganda de Putin na América, @RT_America", simplesmente porque o canal russo RT publicou uma matéria sobre sua viagem. O Washington Post, por sua vez, criticou Gabbard por "minar" as "deliberações políticas mais amplas de Washington sobre como abordar a Síria".

O especialista em Oriente Médio, Charles Lister, criticou o projeto de lei assinado por Gabbard, que classificaria como terroristas vários grupos rebeldes apoiados pelos EUA.

.@TulsiGabbard’s trip to  was arranged by “AACCESS" & its head Bassam Khawam, a socialist &  supporter:https://twitter.com/KenanRahmani/status/824494687599759361 
I wonder if @TulsiGabbard knows that the 2 “CIA-backed” groups her proposed legislation labels as “terrorists” are fighting AQ as we speak?
Gostaria de saber se @TulsiGabbard sabe que os 2 grupos "apoiados pela CIA", que seu projeto de lei propõe classificar como "terroristas" estão lutando contra Al-Quaeda enquanto falamos?

O tweet provocou uma divertida resposta do comediante e comentarista político norte-americano Jimmy Dore, cuja resposta recebeu três vezes mais retweets.

I wonder if Charles Lister knows that AQ is fighting back with weapons U.S. provided them?  https://twitter.com/charles_lister/status/824646521291493376 

Eu me pergunto se Charles Lister sabe que a Al-Qaeda está lutando com armas que os EUA forneceram? #Quanto Mais Você Sabe 

Na sexta-feira, Gabbard disse ao comentarista de Fox News, Tucker Carlson, que acredita que o presidente Assad "está procurando o que nosso novo presidente, Donald Trump, veria como um interesse compartilhado com a Síria. O interesse compartilhado que ele viu foi o compromisso de derrotar o Daesh — este compromisso de derrotar esta ameaça terrorista que existe não só para o povo da Síria, mas para o Oriente Médio e para o mundo".


Perguntado sobre a viagem de Gabbard, e a reação histérica da mídia, o renomado especialista russo no Oriente Médio, Semyon Bagdasarov, disse à Radio Sputnik que acreditava que ela fez a viagem de forma independente e que a política dos EUA na região não deve mudar, No futuro próximo. 

Damasco, observou Bagdasarov, não deve esperar mudanças fundamentais na posição de Washington, "com a possível exceção de alguns esforços conjuntos dos EUA e da Rússia na luta contra o Daesh" no país.

"Os EUA não se resignaram [ao que está acontecendo]", disse o analista. "Outro dia, de acordo com fontes próximas à Federação [Curda] da Síria do Norte, os EUA abriram outra base norte-americana, composta por 800 funcionários, equipamentos, etc., em Al-Hasakah. 

A CIA está empenhada em executar suas tarefas Sim, o governo dos EUA está mudando, mas a tendência permanece — ninguém vai desistir na Síria ".





Mais de 12 mil civis retornam a Aleppo

Mais de 12 mil civis retornam a Aleppo
04:07 30.01.2017(atualizado 05:38 30.01.2017) 
Crianças sírias passeiam pela parte velha da cidade de Aleppo, um mês após sua libertação.
 © AFP 2016/ Louai Beshara

O representante oficial do Ministério da Defesa russo, major-general Igor Konashenkov, declarou que mais de 12.000 civis já retornaram às suas casas na parte oriental da cidade síria de Aleppo, localizada no norte do país.

A parte oriental da cidade foi libertada de terroristas em dezembro e atualmente está sob controle das forças do governo sírio, fez lembrar o alto militar russo nesta segunda-feira (30).

"Mais de 12.000 civis retornaram às suas casas em Aleppo oriental. Todos eles recebem a assistência necessária," declarou Konashenkov.

Ainda de acordo com o representante do ministério, o Centro russo de Reconciliação participa ativamente no abastecimento das povoações nas províncias sírias de Aleppo, Damasco, Lataquia e Hama. Nos últimos dias estas povoações receberam mais de 50 toneladas de alimentação e outros bens de primeira necessidade.

Konashenkov destacou também que a ajuda humanitária já beneficiou mais de 60.000 sírios.




sábado, 28 de janeiro de 2017

Congressista Retorna da Síria com 'Proof' Obama financiou ISIS

Congressista Retorna da Síria com 'Proof' Obama financiou ISIS
Publicado em 26 de janeiro de 2017 por Baxter Dmitry em Notícias , US
 A congressista Tulsi Gabbard disse à CNN que tem provas de que o governo Obama está financiando o ISIS ea Al-Qaeda.

A congressista Tulsi Gabbard disse à CNN que tem provas de que o governo Obama está financiando o ISIS e a Al-Qaeda.

Havaí Representante Gabbard foi para a Síria em uma missão secreta de investigação de fatos através de mentiras e propaganda e descobrir o que realmente está acontecendo no chão.

Imediatamente em seu retorno a CNN reservou-a para uma entrevista "exclusiva" - e Gabbard lhes disse exatamente o que eles não queriam ouvir: ela tem provas de que a administração Obama estava financiando o ISIS ea Al-Qaeda.

Explicando a Jake Tapper que ela conheceu pessoas de todas as esferas da vida em Aleppo e Damasco, Gabbard disse que sírios " expressa a felicidade e alegria ao ver um americano caminhar suas ruas." 

Mas eles também queriam saber "por que é que os Estados Unidos , Seus aliados e outros países, estão dando apoio, estão fornecendo armas, a grupos terroristas como Al-Nusra, Al-Qaeda, ISIS, que estão no chão, estuprando, sequestrando, torturando e matando o povo sírio? 

"Eles me perguntaram por que os Estados Unidos estão apoiando esses grupos terroristas que estão destruindo a Síria - quando foi a Al-Qaeda que atacou os Estados Unidos em 11 de setembro, e não a Síria.

"Eu não tinha uma resposta para isso. "

Isso era mais do que Jake Tapper, que era hostil desde o início da entrevista, poderia lidar.

Seu rosto asneira, ele atacou, dizendo: " É evidente que o governo dos Estados Unidos nega fornecer qualquer tipo de ajuda para os grupos terroristas que você está falando, eles dizem que fornecer ajuda para os grupos rebeldes. "

Se isso era para o golpe de nocaute de Tapper, Gabbard viu que ele estava a uma milha de distância.

Sem perder uma batida, ela calmamente desconstruído seus pontos de discussão ideológica, e selvagemente errado.

" A realidade é, Jake - e eu estou feliz que você comprou até que ponto - todos os lugares que eu fui, cada pessoa com quem falei, eu fiz esta pergunta a eles. E sem hesitação, eles disseram 'não há rebeldes moderados, que são esses rebeldes moderadas que as pessoas continuam falando?'

"Independentemente do nome desses grupos, a força de combate mais forte no terreno na Síria é Al-Nusra ou Al-Qaeda e ISIS. Isso é um fato. Há uma série de outros grupos diferentes, todos eles estão lutando ao lado, com ou sob o comando do grupo mais forte no terreno que está tentando derrubar Assad ".


O bravo Tulsi Gabbard desconstruiu completamente a falsa narrativa vendida pela Irmandade Muçulmana, a administração Obama, John McCain, Adam Kinzinger e Evan McMullin - todos os quais apoiaram as várias facções terroristas dentro da Síria - e estabelece o recorde:

Não há " rebeldes moderados " na Síria. "Rebeldes moderados" é um mito de propaganda da era Obama. A oposição a Assad é liderada por ISIS e Al-Qaeda - e eles estão estuprando, seqüestrando e assassinando mulheres, homens e crianças sírios - e qualquer grupo menor rebelde lutando contra Assad está lutando em coalizão com ISIS e Al-Qaeda.

Estes são os grupos que a administração Obama estava financiando e apoiando.

Tradução : Google



quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

'Vitória total está próxima': Iraque anuncia retomada da parte leste de Mossul

'Vitória total está próxima': Iraque anuncia retomada da parte leste de Mossul
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 00:28 19.01.2017
(atualizado 01:00 19.01.2017)
Forças governamentais do Iraque em Mossul
© AP Photo/ Hussein Malla

O primeiro-ministro iraquiano Haider al-Abadi afirmou que a vitória total na cidade está próxima.


As forças armadas iraquianas libertaram toda a parte oriental da cidade de Mossul das mãos dos terroristas do Daesh (autodenominado Estado Islâmico), de acordo com um comunicado do Estado-Maior do país emitido nesta quarta-feira (18) e citado pela Reuters.

O tenente-general Talib Shaghati confirmou que os serviços antiterroristas que lideraram a ofensiva de três meses contra o Daesh na cidade ao norte do Iraque tomaram o controle sobre a margem oriental do rio Tigre. 

"Hoje celebramos a liberação da margem leste de Mossul", disse Shaghati, indicando que recuperar a parte ocidental da cidade, que no momento permanece sob controle dos jihadistas, será uma tarefa mais fácil. 

Por sua parte, Abadi disse que "a promessa de libertação final e da vitória total em Mossul está mais perto de ser cumprida".

Fonte : https://br.sputniknews.com/




segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Atentados terroristas abalam pelo menos três países africanos

Atentados terroristas abalam pelo menos três países africanos
HuffPost Brasil 18 horas atrás 11/12/2016
 
© Anadolu Agency via Getty Images

Egito, Somália e Nigéria sofrem, neste domingo (11), com ataques terroristas que mataram mais de uma centena de pessoas durante os últimos dois dias.No Egito, uma explosão dentro da catedral copta do Cairo matou ao menos 25 pessoas, a maior parte mulheres, e feriu 49, de acordo com a televisão estatal. 

Pelo menos seis crianças estão entre os mortos.Ninguém assumiu imediatamente a responsabilidade, contudo, alguns apoiadores do grupo militante Estado Islâmico comemoraram o ataque em mídias sociais.Um dispositivo contendo cerca de 12 quilos do explosivo TNT foi detonado do lado das mulheres da catedral, afirmaram as fontes de segurança.“Assim que o padre nos chamou para nos prepararmos para as preces, a explosão ocorreu”, disse à Reuters Emad Shoukry, que estava dentro da catedral quando a explosão aconteceu.
 somalia
 © Fornecido por Abril Comunicações S.A. somalia

Na Somália, uma bomba detonada por um motorista suicida de um caminhão atingiu a entrada do maior porto do país neste domingo, matando ao menos 29 pessoas. A autoria foi assumida por militantes islamistas do grupo al Shabaab.Os combatentes afirmaram que estavam tentando perturbar as prolongadas eleições parlamentares – parte dos esforços para reconstruir a nação dividida após décadas de guerra. 

A votação de três meses deve se encerrar em 29 de dezembro.Tiros foram ouvidos após a explosão no porto de Mogadíscio, disse o trabalhador Mohamed Hussein à Reuters. Outros dois disseram que o trabalho foi interrompido no local e funcionários foram enviados para casa.O porta-voz das operações militares do al Shabaab, Sheikh Abdiasis Abu Musab, disse à Reuters que a explosão tinha como alvo funcionários da polícia estacionados perto do porto.
 nigeria
© Fornecido por Abril Comunicações S.A. nigeria

Na Nigéria, um ataque terrorista perpetrado neste final de semana deixou mortos e feridos, inclusive crianças.Duas mulheres suicidas se explodiram em um mercado na cidade de Madagali, no Nordeste da Nigéria. Os ataques coordenados tem características daqueles perpetrados pelo grupo terrorista Boko Haram, que tem travado uma batalha para criar um Estado com leis islâmicas no nordeste do país. 
O grupo terrorista tem realizado com frequência ataques suicidas com bombas em áreas cheias de pessoas.
 turkey
© Fornecido por Abril Comunicações S.A. turkey

A Turquia decretou este domingo (11) dia de luto nacional, após o duplo atentado no centro de Istambul. O último balanço de vítimas, publicado nesta manhã pelo Ministério do Interior turco, elevou para 38 o número de mortos. Mais de 160 pessoas ficaram feridas na dupla explosão na noite de sábado (10), nas proximidades do estádio do clube de futebol turco Besiktas.

Autoridades suspeitam que o Partido dos Trabalhadores do Curdistão PKK tenham organizado o ataque.

As explosões visaram as forças policiais, que são maioria entre as vítimas. De acordo com balanço publicado esta manhã, entre os 38 mortos, 30 eram policiais e sete civis. A identidade da última vítima ainda não foi confirmada.O primeiro carro-bomba atingiu um ônibus da polícia nos arredores do estádio da equipe de futebol do Besiktas, depois do fim da partida contra o Bursaspor.

A segunda explosão, provocada por um homem-bomba, aconteceu menos de um minuto depois em um parque dessa região turística de Istambul, localizada entre a emblemática Praça Taksim e o antigo palácio imperial de Dolmabahçe.A Turquia, que integra a coalizão internacional que combate o grupo Estado Islâmico, iniciou em agosto uma ofensiva no norte da Síria, que faz fronteira com o país, para pressionar os jihadistas em direção ao sul. As forças curdas também estão envolvidas no conflito sírio.

RELEMBRE ATENTADOS RECENTES QUE 
CHOCARAM O MUNDO
No dia 7 de janeiro de 2015, Paris viveu um dia de terror. Conhecida por seu conteúdo satírico, a revista Charlie Hebdo foi palco de um ataque terrorista, reivindicado pelo Estado Islâmico. Além da redação da Charlie Hebdo, onde 12 pessoas morreram e 11 ficaram feridas, um mercado judeu também foi alvo dos terroristas na capital francesa. No total, 17 pessoas perdem a vida no ataque de janeiro: 12 dentro da Charlie Hebdo, quatro no mercado e uma policial. Rapidamente, uma onda de solidariedade se espalhou pela França e pelo mundo (inclusive no Brasil), por meio da hashtag #JeSuisCharlie.Na época, o presidente da França, François Hollande, anunciou uma série de duras medidas para combater o terrorismo, e a revista Charlie Hebdo voltou a circular, com uma tiragem na casa dos milhões e uma procura sem precedentes.
1/10 SLIDES © Getty Images

FRANÇA: CHARLIE HEBDO

No dia 7 de janeiro de 2015, Paris viveu um dia de terror. Conhecida por seu conteúdo satírico, a revista Charlie Hebdo foi palco de um ataque terrorista, reivindicado pelo Estado Islâmico. Além da redação da Charlie Hebdo, onde 12 pessoas morreram e 11 ficaram feridas, um mercado judeu também foi alvo dos terroristas na capital francesa. No total, 17 pessoas perdem a vida no ataque de janeiro: 12 dentro da Charlie Hebdo, quatro no mercado e uma policial. Rapidamente, uma onda de solidariedade se espalhou pela França e pelo mundo (inclusive no Brasil), por meio da hashtag #JeSuisCharlie.Na época, o presidente da França, François Hollande, anunciou uma série de duras medidas para combater o terrorismo, e a revista Charlie Hebdo voltou a circular, com uma tiragem na casa dos milhões e uma procura sem precedentes.