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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

MENTIROSO? EMBAIXADA DA ALEMANHA DESMENTE MINISTRO SOBRE FUNDO AMAZÔNIA E AFIRMA QUE TODAS ESSAS INFORMAÇÕES FORAM CRIADAS POR SALLES; CONFIRA!


MENTIROSO? EMBAIXADA DA ALEMANHA DESMENTE MINISTRO SOBRE FUNDO AMAZÔNIA E AFIRMA QUE TODAS ESSAS INFORMAÇÕES FORAM CRIADAS POR SALLES; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 6 de dezembro de 2019

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Ministro do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro, foi sumariamente desmentido pela Embaixada da Alemanha, nesta sexta-feira (6). 
Salles havia afirmado que o governo alemão tinha concordado com os termos da minuta elaborada pelo ministério a respeito do novo formato do Fundo Amazônia, de acordo com informações de O Globo.

“A Embaixada da Alemanha recebe com espanto as declarações sobre o Fundo Amazônia veiculadas nestes últimos dias. 

A Embaixada recebeu no início desta semana uma proposta formal do BNDES para reformular o Fundo Amazônia, autorizada, segundo o BNDES, pelo ministro Salles. 

Esta proposta está em avaliação e a Alemanha não comentou o assunto até o momento com o lado brasileiro. 

A avaliação será realizada em estreita cooperação com a Noruega”, diz a nota.

O Fundo Amazônia recebe recursos dos governos da Noruega (mais de 90%) e da Alemanha. 

Logo que assumiu o ministério, Salles alegou que havia irregularidades na gestão e desmontou seu funcionamento.

O ministro do Meio Ambiente concedeu entrevista ao Valor esta semana, em Madri, e declarou que a nova minuta de reestruturação do Fundo estava pronta e tinha sido encaminhada aos países doadores. 

Salles afirmou que os alemães haviam “topado” e que faltavam só os noruegueses.

Click Política

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DISCORDOU DO PAI? EDUARDO DIZ QUE MUDANÇA DA EMBAIXADA DO BRASIL PARA JERUSALÉM É UMA REALIDADE; CONFIRA!


Escrito por Portal Click Política 6 de dezembro de 2019

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“Temos que ser muito responsáveis com esse procedimento. 
Eu costumo dizer que, se nós temos uma só bala, não podemos perder o alvo. 
Ano que vem, talvez vejamos toda a embaixada mudar para Jerusalém”, declarou Eduardo, em visita a Israel.

Ao ser perguntado se a embaixada, de fato, será transferida em 2020, disse que não podia confirmar, “mas eu realmente espero que isso aconteça”.

Jair Bolsonaro, que durante a campanha defendeu a mudança da embaixada para Jerusalém, assim como fez o governo dos Estados Unidos, voltou atrás depois de eleito, em função da reação de diversos setores, principalmente do agronegócio brasileiro, que tem os países árabes como principais clientes.

Ainda durante a entrevista, o filho do presidente foi questionado em relação às declarações homofóbicas do pai.

“Não me importo. Se você diz que só é preciso amor para ser uma família, você vai dizer que eu e meu cachorro, eu amo meu cachorro, somos uma família. Entende? 

Você abre a porta para muitas coisas”, respondeu.

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terça-feira, 2 de abril de 2019

AGINDO NAS SOMBRAS! GLEISI FAZ DENÚNCIA GRAVE CONTRA RODRIGO MAIA


AGINDO NAS SOMBRAS! GLEISI FAZ DENÚNCIA GRAVE CONTRA RODRIGO MAIA

Escrito por Portal Click Política 2 de abril de 2019


FARRA COM DINHEIRO PÚBLICO: PLANALTO PAGOU VIAGEM DE PARLAMENTARES DO PSL A ISRAEL


Escrito por Portal Click Política 2 de abril de 2019

Por George Marques e Vinicius Lousada

Parlamentares do PSL, incluindo o filho do presidente Flávio Bolsonaro, senador pelo Rio de Janeiro, foram a Israel com os custos da viagem bancados pelo Palácio do Planalto. 

Também integram a comitiva a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) e a senadora Soraya Thronicke (PSL-MS), além de ministros do Governo.

Enquanto viajam às custas do dinheiro público, os congressistas se comportam como se fizessem turismo. 

Junto a vídeo publicado em sua conta do Twitter, a deputada Bia Kicis escreveu: 
“Muito feliz por voltar a Jerusalém para AGRADECER a eleição de @jairbolsonaro Presidente”.

A parlamentar também fez questão de registrar fotos em pontos como o Muro das Lamentações e o Museu do Holocausto, além do registro de brasileiros fazendo “festa” para o presidente no hotel onde está hospedado.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, não disfarçou o deslumbramento ao cumprimentar o primeiro-ministro israelense Benjamim Netanyahu.




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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Aliado e amigo de Bolsonaro, Netanyahu de Israel será indiciado por corrupção


Aliado e amigo de Bolsonaro, Netanyahu de Israel será indiciado por corrupção

3 hours ago Denúncias 28/02/2019


Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que tem o presidente Jair Bolsonaro como um de seus admiradores, deverá ser indiciado em três casos de corrupção, noticiou a TV israelense nesta quinta-feira, citando o Ministério da Justiça;
decisão divulgada, antes da eleição de 9 de abril em Israel, aprofunda a incerteza sobre as perspectivas de sua candidatura; o partido de direita de Netanyahu, Likud, descreveu as acusações como “perseguição política” e afirma que ele não deverá renunciar ao cargo

Reuters 
– O procurador-geral de Israel pretende indiciar o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em três casos de corrupção, noticiou a TV israelense nesta quinta-feira, citando o Ministério da Justiça.

A decisão divulgada, antes da eleição de 9 de abril em Israel, aprofunda a incerteza sobre as perspectivas de Netanyahu em uma corrida acirrada.

O efetivo indiciamento, que inclui acusações de suborno, fraude e quebra de confiança, dependerá do resultado de uma audiência. 

Na audiência —provavelmente após a eleição—, Netanyahu pode tentar persuadir o procurador-geral a não indiciá-lo.

Netanyahu, que está buscando um quarto mandato consecutivo, nega qualquer irregularidade. 

Nas investigações, que se arrastam há um bom tempo, ele é suspeito de aceitar indevidamente presentes de empresários ricos e distribuir favores em supostas propostas de cobertura favorável por um jornal e um site.

O partido de direita de Netanyahu, Likud, descreveu as acusações relatadas como “perseguição política”. 

O partido disse que o primeiro-ministro, que prometeu não renunciar devido às acusações, deveria fazer um pronunciamento às 15h (horário de Brasília).


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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

'Obrigado, presidente Trump', diz Netanyahu sobre veto dos EUA na ONU

'Obrigado, presidente Trump', diz Netanyahu sobre veto dos EUA na ONU
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 17:11 18.12.2017
 U.S. President Donald Trump (L) and Israel's Prime Minister Benjamin Netanyahu speak to reporters before their meeting at the King David Hotel in Jerusalem May 22, 2017
©REUTERS/ Jonathan Ernst

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu agradeceu Washington pelo seu veto que barrou a resolução contrária ao reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

"Obrigado, embaixadora Haley", escreveu o premiê no Twitter. "A verdade derrotou as mentiras. Obrigado, presidente Trump. Obrigado, Nikki Haley".

Nesta segunda-feira (18), a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, vetou a resolução que estabelecia que os países deveriam interromper o estabelecimento de missões diplomáticas em Jerusalém. 

O texto, apresentado pelo Egito, um dos membros rotativos do Conselho de Segurança, também afirmava que a cidade deveria ter seu status estabelecido por meio de negociações.

A comunidade internacional não reconhece Jerusalém como capital do Estado israelense.

Já os palestinos afirmaram que o veto é "inaceitável".

O porta-voz do presidente da Palestina, Mahmud Abbas, disse à AFP que os Estados Unidos estão isolados já que foram o único país contrário à resolução.




OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Conselho de Segurança da ONU marca votação sobre Jerusalém como capital de Israel

Conselho de Segurança da ONU marca votação sobre Jerusalém como capital de Israel
MUNDO  19:22 17.12.2017
 Bandeira israelense com a Cidade Velha de Jerusalém em fundo, 6 de dezembro de 2017
© AP Photo/ Oded Balilty

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) irá votar na segunda-feira (18) um projeto de resolução para rejeitar a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

A informação foi confirmada à Reuters por diplomatas

O Egito decidiu levar o tema ao plenário após apresentar a resolução. 

É provável que os Estados Unidos, como membro permanente do Conselho de Segurança, usem sua capacidade de veto.

No início do mês, Trump quebrou o consenso internacional e declarou Jerusalém como capital de Israel e anunciou a intenção de transferir a embaixada estadunidense de Tel Aviv 
para a cidade. 

A decisão provocou forte condenação internacional e ondas de protestos e violência no Oriente Médio.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, irá visitar Jerusalém na quarta-feira, mas não deve ter agenda com líderes da Palestina.

Israel tomou o controle da parte oriental de Jerusalém na Guerra de Seis Dias, em 1967, e declara que a cidade é sua capital indivisa. 

Já os palestinos vêem o leste de Jerusalém como a capital do seu futuro estado.

A comunidade internacional não reconhece Jerusalém como capital de Israel.







OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.

sábado, 16 de dezembro de 2017

Igreja Ortodoxa Russa: Jerusalém deve continuar sendo centro espiritual de três religiões

Igreja Ortodoxa Russa: Jerusalém deve continuar sendo centro espiritual de três religiões
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 22:28 16.12.2017
 Cúpula da Mesquita Al-Aqsa na Cidade Velha, vista de uma porta em forma da Estrela de Davi, Jerusalém

Jerusalém deve continuar sendo um centro espiritual de três religiões principais, afirmou no sábado o Departamento de Relações Exteriores da Igreja do Patriarcado de Moscou.

O metropolita Hilarion de Volokolamsk, presidente do Departamento do Patriarcado de Moscou para Relações Externas da Igreja, disse no sábado que Jerusalém deve continuar a ser um centro espiritual de três grandes religiões — cristianismo, islamismo e judaísmo.

"Não devemos esquecer que Jerusalém é uma cidade santa para as três religiões do mundo: 

não só para o judaísmo, mas também para o cristianismo e o Islã. Hoje, em Jerusalém, cristãos, muçulmanos e judeus vivem juntos em paz, cada grupo [sectário] tem seus próprios lugares, imobilidade e sítios sagrados. 

E é muito importante que Jerusalém permaneça como tal centro espiritual e religioso, no qual representantes de três religiões monoteístas poderiam viver juntos em paz e concordar ", disse Hilarion à emissora Rossiya 24.

O clérigo também criticou a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, desde o ponto de vista de que o passo poderia desestabilizar significativamente 
a situação.

No dia 6 de dezembro, Trump anunciou sua decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e ordenou ao Departamento de Estado dos EUA que mudasse a embaixada de Tel Aviv

A decisão causou críticas de muitos países ao redor do mundo, em especial no Oriente Médio, provocando protestos em massa em vários países, inclusive no próprio Israel.

Israel conquistou a Jerusalém Oriental, controlada pela Jordânia, durante a Guerra dos Seis Dias de 1967. Em 1980, o Parlamento israelense aprovou a Lei de Jerusalém proclamando a capital em toda a cidade.

 A comunidade internacional não reconhece a anexação e acredita que o status de Jerusalém deve ser acordado com os palestinos, que reivindicam sua parte oriental como a capital do seu futuro estado.




OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Síria adverte Israel das consequências do ataque de mísseis ao aeroporto em Damasco

Síria adverte Israel das consequências do ataque de mísseis ao aeroporto em                                Damasco
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 01:24 13.01.2017
O comando do exército sírio advertiu Israel das consequências do ataque de mísseis do aeroporto militar nos arredores de Damasco, informou a agência Reuters.
Situação em Damasco, Síria
© Sputnik/ Ilia Pitalev

Os militares sírios declararam que Israel lançou uma série de mísseis, que explodiram nos arredores da base aérea militar no bairro de al-Mezza, localizada a oito quilômetros de Damasco, provocando um incêndio.

Segundo o exército da Síria, os mísseis foram lançados minutos depois da meia noite, da região do lago do Mar da Galileia, no norte de Israel.  

O comunicado do exército sírio afirma que o ataque israelense acabou favorecendo os grupos terroristas, contra os quais o governo da Síria empreende combates desde 2011.

Fonte: https://br.sputniknews.com/


sábado, 7 de janeiro de 2017

Imprensa: Netanyahu usou as relações com John Kerry para beneficiar um amigo

Imprensa: Netanyahu usou as relações com John Kerry para beneficiar um                                amigo
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 17:14 07.01.2017(atualizado 21:06 07.01.2017)
Primeiro-minsitro de Israel Benjamin Netanyahu durante o encontro com o presidente russo Vladimir Putin, Kremlin, Moscou, Rússia, 7 de junho de 2016
© Sputnik/ Klimentyev

O Canal 10 da televisão israelense revelou que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu usou repetidamente as suas relações com o secretário de Estado, John Kerry, para que fosse emitido um visto de residência nos Estados Unidos para Anon Milchan, um amigo próximo de premiê israelense.


Milchan, que possui somente o passaporte de Israel, figura no centro de uma investigação policial para determinar se os seus favores e presentes para Netanyahu ao longo dos ano teriam violado as leis de Israel e se constituem um crime.

Esta semana, Netanyahu foi interrogado por mais de cinco horas pela unidade policial anti-corrupção apenas para determinar o caráter de sua ligação com Milchan. 

De acordo com o Canal 10, quando Milchan precisou renovar seu visto nos Estados Unidos, verificou-se que ele estava envolvido em um empreendimento nuclear obscuro relacionado a Israel. 

Naquela época Milchan solicitou ajuda a Netanyahu, que intermediou o processo diretamente com Kerry. Durante 2014, Netanyahu pediu a Kerry três vezes para resolver o problema e, finalmente, as autoridades dos EUA concederam um visto de dez anos a Milchan. 

Segundo informação da imprensa hebraica, a polícia estimou que Milchan ofereceu a Netanyahu ao longo de muitos anos bebidas de luxo e charutos exclusivos no valor de mais de US$100.000. Aparentemente, a polícia está tentando determinar se existe uma relação direta entre os favores de Netanyahu a Milchan e os presentes.

Fonte: https://br.sputniknews.com/



quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Policiais de Israel preparam esquema de segurança para vinda do Messias

Policiais de Israel preparam esquema de segurança para vinda do Messias
4/01/2017 - 15:00
Chefe do departamento de polícia afirmou acreditar que poderá haver muito “tumulto”
Por Jarbas Aragão
 Policiais de Israel preparam esquema de segurança para vinda do Messias
Policiais de Israel se preparam para vinda do Messias

O comissário Roni Alsheikh, Chefe do Departamento de Polícia de Israel, anunciou semana passada que as forças policiais estão se preparando para a chegada do Messias. Para isso, precisaram montar um esquema de segurança.

“Nós, da polícia, estamos muito envolvidos em assegurar os mitzvot (mandamentos Bíblicos) entre o homem e seu próximo. Quando o Messias vier, todo mundo vai querer chegar perto dele e isso pode criar muito tumulto”, explicou o comissário ao site Breaking Israel News.

Ao descrever o papel importante da polícia quando ocorrer a vinda do Messias, Alsheikh, explicou: “não estamos apenas ocupados com a aplicação da lei, também estamos tentando adotar medidas preventivas para mostrar consideração para os nossos cidadãos.

A missão da polícia israelense é pautada pela exigência bíblica de “amar o seu próximo”. “Não há dúvida de que a felicidade e o serviço a Deus aproximará a todos [os cidadãos]”, asseverou.

Ele encerrou dizendo que “Em breve, se Deus quiser, precisaremos começar a preparar as operações de segurança necessárias pois o Messias terá chegado”.



terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Abster-se diante do barbarismo islâmico

Abster-se diante do barbarismo islâmico
Por Stephen Z. Nemo - 27 de dezembro de 2016
Os EUA se abstiveram na resolução 2334 da ONU, permitindo que a resolução anti-Israel fosse aprovada. A administração Obama se absteve em favor da barbárie islâmica contra Israel.
Conselho de Segurança dos EUA.

WASHINGTON , 27 de dezembro de 2016 - Na sexta-feira, o Conselho de Segurança das Nações Unidas votou 14-0 para passar uma resolução condenando Israel para a construção de assentamentos em "ocupado" territórios palestinos. 

Foi a primeira resolução sobre Israel e os palestinos adotada pelo Conselho de Segurança em oito anos.

Como membro permanente do CSNU, os Estados Unidos tinham o poder de vetar a resolução. Em vez disso, a embaixadora americana Samantha Power absteve-se.

A resolução condenou "todas as medidas israelenses" destinadas a alterar a composição demográfica, o caráter e o estatuto do território palestino ocupado desde 1967, incluindo Jerusalém Oriental ".

O embaixador dos EUA nas Nações Unidas, Samantha Power, se absteve durante a votação do Conselho de Segurança

Mudanças "que alteram a composição demográfica, o caráter e o status do Território Palestino", nas palavras da resolução, começaram muito antes de 1967. Eles começaram com o cerco de Jerusalém em 637 dC por Abu Ubaidah do califado islâmico de Rashidun.


A conquista islâmica do Oriente Médio hoje apagou os vestígios da civilização ocidental nessa parte do mundo. 

Calif Omar ordenou que a grande biblioteca de Alexandria fosse posta à tocha, dizendo que aqueles manuscritos de acordo com o Corão não eram "necessários", enquanto que aqueles em desacordo "não são desejados. Destrua-os, portanto.


Entregues às chamas da intolerância eram obras de matemático grego Arquimedes sobre a construção de calculadoras astronômicos (ver o mecanismo de Antikythera ) e por Aristarco de Samos no tocante a nosso sistema solar heliocêntrico.

Assim começou a apropriadamente chamado Dark Ages.


Tradução: Google



domingo, 25 de dezembro de 2016

Colonatos de Israel. Trump e Netanyahu contra o resto do mundo

Colonatos de Israel. Trump e Netanyahu contra o resto do mundo
24/12/2016, 11:19
Presidente israelita fez aliança com o presidente eleito para tentar impedir resolução histórica da ONU contra colonatos de Israel. Não resultou. Trump diz que as coisas vão mudar em janeiro
Netanyahu à saída de um encontro com Trump, quando este 
ainda era apenas candidato, a 25 de setembro AFP/Getty Images

“Them against the world”, é assim que a CNN define as reações do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, e do presidente israelita, Benjamin Netanyahu. 

São eles contra o resto do mundo. Depois de, na sexta-feira, o Conselho de Segurança da ONU ter votado uma resolução histórica a exigir que Israel “cesse imediatamente e completamente todas as atividades de construção de colonatos no território palestiniano ocupado, incluindo Jerusalém Oriental.”

Foi a abstenção dos EUA — que sempre vetaram resoluções contra o Estado israelita — que permitiu mais esta decisão histórica na reta final da administração Obama. Netanyahu ficou furioso, Trump irritado.

As manobras diplomáticas foram intensas nestes dias. Israel arregimentou o Presidente eleito, Donald Trump, tentou pressionar a administração cessante (de Obama), com um tweet e um post no Facebook a pedir um veto na véspera.

Trump ainda fez mais nos bastidores. Ligou ao presidente do Egito, Abdel Fattah el-Sissi — o autor e proponente do texto de resolução numa tentativa de adiar a resolução. 

A frente Trump-Netanyahu é uma novidade diplomática: nunca antes (pelo menos em público) um presidente antes de tomar posse se relacionou com um chefe de Estado de um outro país para fazer pressão na ONU. Sem êxito. Com a abstenção dos EUA, a votação foi clara: 14-0.

Trump reagiu em tweet e em força para mostrar o seu desagrado logo após a votação, dizendo: “Quanto à ONU, as coisas serão diferentes após 20 de janeiro“.

Entretanto, o Estado israelita vai acusando a administração Obama de estar a deixar para trás um aliado de longa data e trata Barack Obama como se já fizesse parte do passado. 

No comunicado de reação à resolução da ONU, o governo de Netanyahu, diz que “Israel espera trabalhar com o presidente eleito Trump e com todos os nossos amigos no Congresso, republicanos e democratas, para evitar os efeitos nocivos desta absurda resolução”.

Ao contrário do que tem feito Barack Obama, Donald Trump promete alinhar a política norte-americana com as ideias da direita do Likud, o partido de Netanyahu. Além desta mudança estrutural, há outras simbólicas: promete transferir a embaixada Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém. 

Esta transferência pode, no entender dos analistas, incendiar os palestinianos e fazer com que os EUA tenham dificuldades em mediar o conflito entre israelitas e palestinianos (que veem a cidade como capital do futuro Estado palestiniano).

A política de Trump, mais dura e pró-israelita, terá um grande apoio no Congresso, que esteve contra esta decisão de Obama nas Nações Unidas. Até o líder dos democratas no Senado, Chuck Schumer, questionou esta opção.

A relação entre Obama e Netanyahu tem sido conflituosa e atingiu o auge quando, em março de 2015, o presidente israelita discursou no Congresso norte-americano e criticou a diplomacia da Administração Obama, em particular o facto dos norte-americanos negociarem com o Irão um acordo nuclear.

Os EUA livram, historicamente, Israel de resoluções negativas das Nações Unidas, através do uso do direito de veto. A última vez tinha acontecido em 2011, mas têm sido dezenas ao longo dos últimos anos. Nos últimos meses, as Nações Unidas têm denunciado o aumento dos colonatos israelitas em zonas ilegais.






quarta-feira, 23 de novembro de 2016

EM NOME DOS DIREITOS HUMANOS, OBAMA FACILITA CARNIFICINA DO BOKO HARAM NA NIGÉRIA

Quinta-feira, 24 de novembro de 2016
EM NOME DOS DIREITOS HUMANOS, OBAMA FACILITA CARNIFICINA DO BOKO HARAM NA NIGÉRIA
 
Presidente e Departamento de Estado vetaram a venda de equipamentos bélicos que fortaleceriam Exército do país no combate à selvagem milícia islâmica.

Que o mandato de Barack Hussein Obama foi um verdadeiro desastre em termos geopolíticos, todo mundo já sabe. 

Que ele protegeu sistematicamente movimentos terroristas e fundamentalistas islâmicos, a exemplo do Isis na Síria, também já é de domínio público. 

Sendo assim, não chega a ser surpreendente que em seu mandato o Boko Haram, um dos mais carniceiros grupos islâmicos em atividade no Planeta, com atuação na Nigéria, tenha no Presidente americano e em seu Departamento de Estado babás ciosas do filhote.

É o que fica claro na edição de hoje da coluna do jornalista Claudio Humberto, do Diário do Poder. Humberto traz a informação de que por interferência direta do governo americano, a venda ao governo da Nigéria de ao menos 10 aviões A-29 Super Tucanos, produzidos em parceria pela Embraer e a empresa americana Sierra Nevada foi cancelada. 

A alegação das babás de terroristas encasteladas no staff de Obama é que o malvado goveno nigeriano "sistematicamente viola os Direitos Humanos".

O fato é que na luta contra o Boko Haram, os nigerianos não combatem exatamente humanos: estamos tratando de bestas-feras. O grupo islâmico escraviza sexualmente crianças menores de 10 anos. Realiza freqüentes seqüestros em massa com esta finalidade.

 Assassina sem dó nem piedade qualquer um que não se curve à sua bizarra interpretação da Sharia. 

Mas o governo de Obama está mesmo preocupado com os excessos de quem o combate.

Ainda segundo Claudio Humberto, esta não é a primeira vez em que os Estados Unidos entram no circuito para melar vendas militares ao governo nigeriano. 

Em 2015, os Obama Boys impediram a compra de helicópteros de combate pela Nigéria de Israel pela mesma razão: “desrespeito de direitos humanos”.

Consegue entender agora o porquê dos americanos quererem ver os Democratas pelas costas? Entendeu o motivo da esmagadora vitória de Donald Trump?