Para ele,
caso haja conflito, os jovens brasileiros serão “bucha de canhão”.
Requião
defendeu que os venezuelanos resolvam internamente sua crise política e afirmou
que Trump finge ter motivações humanitárias, mas quer o petróleo do país
O ex-senador
e ex-governador Roberto Requião, uma das lideranças do MDB no Paraná, publicou
neste sábado (23)
um vídeo em que acusou o presidente Jair Bolsonaro de querer
lançar o Brasil em um conflito armado com a Venezuela para abafar os casos de
corrupção envolvendo seu governo.
“A crise
forjada pelo governo Bolsonaro com a Venezuela revela a suprema audácia em
operações diversionistas de um governo precocemente apodrecido, para encobrir
falcatruas internas do seus integrantes”, afirmou Requião no vídeo, publicado
em seu site.
Para ele, caso haja conflito, os jovens brasileiros serão “bucha
de canhão” de “uma guerra sem sentido, a fim de que se esqueça as falcatruas do
clã Bolsonaro”.
Requião
defendeu que os venezuelanos resolvam internamente sua crise política.
“O
Brasil não tem nada a ver com a política interna da Venezuela.
Os venezuelanos
têm que resolver isso.
Essa história de ajuda humanitária é ridícula.
A
Venezuela tem mais de 30 milhões de habitantes e o Bolsonaro está simulando lá
o envio de 500 kits de saúde.
Estão tentando criar um conflito”, afirmou.
Ele
ressaltou, ainda, que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não tem
motivações humanitárias.
“O Trump já deixou claro que o que interessa a eles é
o domínio do petróleo na Venezuela, como já estabeleceram anteriormente o
domínio do pré-sal brasileiro.
O petróleo venezuelano está a três dias e meio
das costas americanas do Texas e o petróleo da Arabia Saudita está há 45 ou 50
dias.
Se fosse problema de democracia, os EUA estariam intervindo e se
manifestando na Arábia Saudita”, declarou.
Roberto
Requião (MDB) decidiu ironizar a generosidade de Sergio Moro em relação ao
caixa 2 de Ônix Lorenzoni.
O senador elaborou um texto nos moldes de um projeto
de lei que concede a juízes o poder de perdoar políticos que tenham se
arrependido e feito pedido público de desculpas por seus crimes ou acusações.
A proposta
também confere ao magistrado que assumir um cargo de ministro de Estado a
possibilidade de perdoar, de ofício, seus pares.
A iniciativa
do senador ocorre após Moro, numa coletiva de imprensa em Curitiba, na terça
(6), minimizar as acusações de caixa 2 contra o futuro chefe da Casa Civil.
Além de se
declarar admirador de Lorenzoni, Moro afirmou que o colega já admitiu o erro,
pediu desculpas e tomou as providências necessárias para compensar pelo crime
eleitoral.
A redação do
projeto batizado de “Lei Ônix Lorenzoni” defende que o benefício de Moro
deveria ser estendido a qualquer político que “demonstre arrependimento,
confesse a prática do crime e apresente pedido público de perdão”.
Na
justificativa, Requião sustenta que “uma vez que a Constituição Federal iguala
a todos, nos termos da lei, nada mais coerente do que criar uma lei que dê o
direito ao perdão judicial, a critério do juiz, a qualquer colega de Ônix
Lorenzoni.”
O texto
ainda sugere que Moro poderá, na condição de ministro, conceder perdão judicial
ao futuro titular da Fazenda, Paulo Guedes, cujos investimentos em fundos de
pensão sob investigação.
No passado,
Moro classificou o desvio de dinheiro público para abastecer campanhas
eleitorais como a pior das práticas irregulares, pois é uma violação contra a
democracia.
Leia,
abaixo, o texto na íntegra:
*
Esta Lei,
ridendo castigat mores, denominada Lei Ônix Lorenzoni, acrescenta dispositivo
do perdão judicial à Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, que define
organização criminosa e dá outras providências.
O CONGRESSO
NACIONAL DECRETA:
Art. 1o O
art. 1º da Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, passa a vigorar com a
seguinte redação:
“Art. 1º
Esta Lei define organização criminosa e dispõe sobre a investigação criminal,
os meios de obtenção da prova, infrações penais correlatas, o procedimento
criminal a ser aplicado e sobre o perdão judicial. (NR)
………………………………………………………………”
Art. 2o Acrescente-se
à Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, o seguinte art. 1º-A.
“Art. 1º-A.
A critério do juiz, poderá ser concedido perdão judicial em caso de crimes
eleitorais, contra a administração pública ou contra o sistema financeiro
nacional, desde que o réu atenda às seguintes condições:
I –
demonstre arrependimento;
II –
confesse a prática do crime; e
III –
apresente pedido público de perdão e de dispensa da pena.
Parágrafo
único. Caso seja nomeado para o cargo de ministro de estado, o juízo do feito
criminal determinará de ofício o perdão judicial, desde que cumpridas as
condições previstas no caput.”
Art. 3o Esta
Lei entra em vigor na data de sua publicação.
JUSTIFICATIVA
Desde 2014,
o juiz Sérgio Moro vem pregando sobre suas opiniões relativas ao elevado
potencial ofensivo do crime de caixa 2.
O direito e
as pessoas, todavia, são relativos.
O país
assistiu atônito, na data de 05/11/2018, ao juiz Sérgio Moro realizar mais uma
de suas inovadoras interpretações extensivas e heterodoxas do direito, ao defender
o Deputado Ônix Lorenzoni do crime de caixa 2.
Para o
festejado magistrado, seu futuro colega de ministério, ainda que réu confesso
do crime de caixa 2, não cometeu um crime tão ofensivo assim, ao ponto de
merecer qualquer punição.
Uma vez que
a Constituição Federal iguala a todos, nos termos da lei, nada mais coerente do
que criar uma lei que dê o direito ao perdão judicial, a critério do juiz, a
qualquer colega de Ônix Lorenzoni na prática de crime eleitoral ou contra a
administração pública ou contra o sistema financeiro nacional.
E por que
não dar a esse perdão o caráter de ato de ofício para os colegas de Ministério
do juiz Moro, não o limitando apenas ao Deputado Ônix Lorenozi?
Limitar a
Lorenzoni seria ato personalíssimo, que viola, portanto, o princípio
constitucional da impessoalidade que deve reger a administração pública.
Creio,
ainda, que as mesmas vantagens, privilégios e prerrogativas ao perdão devem ser
estendidas aos crimes contra a administração pública e contra o sistema
financeiro.
E por quê?
A razão é
simples: para poder estender o perdão a Paulo Guedes, futuro ministro da
fazenda.
Observe-se o
excerto noticiado em 06/11/2018 no site G1:
Segundo o
Ministério Público, fundos de pensão de estatais aplicaram em dois fundos de
investimento administrados por uma empresa de Paulo Guedes e perderam R$ 200
milhões.
A suspeita é
de que os investimentos dos fundos de pensão tenham sido aprovados sem uma
análise adequada e tenham gerado lucros excessivos a Paulo Guedes.
Chamou a
atenção dos investigadores que os quatro fundos de pensão que mais investiram
com Paulo Guedes na época, Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Funcef
(Caixa) e Postalis (Correios), são hoje alvos de operações de forças – tarefa,
como a Greenfield, com foco nesta modalidade de investimento – o Fundo de
Investimento em Participações (FIP).
Portanto,
com o presente projeto, pretendo dar isonomia com Ônix Lorenzoni a todos
aqueles que cometem crime eleitoral ou contra a administração pública ou contra
o sistema financeiro nacional, concedendo, a alguns, o direito ao perdão, a
critério do juiz.
Outros, não
precisarão passar pelo critério de qualquer juiz para receber ou o perdão ou a
pena:
para esses, os amici regis, ou amigos do Rei, a não haverá pena: bastará
a tinta da pena do rei.
Sala das
sessões, em
Senador
ROBERTO REQUIÃO
Vídeo de
Moro elogiando Onyx:
Moro diz que "admira muito Onyx Lorenzoni'' que
confessou caixa 2
Governadores
dos mais variados do estado da Federação Brasileira, solicitaram uma audiência
em “caráter de urgência” com a Presidente do STF, Cármen Lúcia.
Motivo.
Garantir que a Constituição Federal seja respeitada em sua plenitude.
Os governantes estão preocupados com os rumos que o país tem tomado, inclusive com
o palpite de militares em votações que cabem ao judiciário.
A presunção
de inocência é o ponto principal do dialogo que os chefes do executivo nos
estados querem debater com a Ministra, que vem sendo acusada de realizar a
gestão mais desastrosa da história do Supremo Tribunal Federal.
A decisão da
solicitação da audiência surgiu após almoço na casa do Senador Roberto Requião
(PMDB) no Paraná na tarde desta terça-feira (10).
Por Esmael Morais – A bancada do PT no Senado iniciou uma
sondagem sobre a possibilidade de uma “filiação democrática” do senador Roberto
Requião (PMDB-PR).
A primeira rodada dessa consulta ocorreu nesta quarta-feira
(13) à noite, em Brasília, na casa do peemedebista.
A “filiação democrática” ao PT teria como objetivo a
formação de uma chapa Lula presidente e Requião vice nas eleições 2018,
conforme noticiou nesta quinta (14) o portal Brasil 247.
O ex-presidente Lula teria se entusiasmado com a
possibilidade de ter Requião como parceiro de chapa, segundo o senador
Lindbergh Farias
(PT-RJ).
Por não ser petista de carteirinha, Requião seria acolhido
no PT num processo/movimento que representaria os anseios do velho ‘MDB de
Guerra’, nacionalista, em defesa da soberania nacional e com o projeto político
de revogar as medidas antipovo de Michel Temer.
A ideia consistiria ainda num movimento que arrastaria os
peemedebistas históricos de todo país para o projeto antineoliberal,
antifinancista e anticolonial representado por Temer e tucanos.
Uma ação extraordinariamente fabulosa, foi levantada pelo
senador do PMDB do Paraná, Roberto Requião, durante o lançamento paulista da
Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, que ocorreu na USP em
São Paulo, com a participação de parlamentares do PT e do PMDB, contrários ao
governo do presidente Michel Temer.
Requião em mais uma demonstração de que sabe das coisas,
além de ser um fiel escudeiro da candidatura de Lula para presidente da
República em 2018, defendeu e foi respaldado na composição de uma frente para
defender com unhas e dentes, o nome de Lula para o comando do país no pleito do
ano
que vem.
O senador Paranaense foi de um brilhantismo fora do comum,
quando alertou que Lula é um candidato maravilhoso, mas que deixou explícito
que o movimento
“Fora Temer”, não é uma questão para Lula se envolver
diretamente, pois Temer é apenas um peão de terceira categoria nessa história.
Lula precisa lutar com problemas mais sérios, como o capital financeiro e
alguns outros segmentos, que tentam à todo custo lhe tornar inelegível, para
atender as elites que querem continuar dominando esse país, mesmo contra a
vontade do povo.
Na verdade o que Roberto Requião tentou transmitir na sua
fala, foi uma alerta aos petistas, peemedebistas e lulistas de que o povo
precisa ficar na espreita 24 horas por dia, de olho nos poderosos que querem
surrupiar de uma vez por todas, o nosso patrimônio e como acontece em alguns
casos, continuar dominando parte do judiciário, MP e PF como forma de facilitar
as suas facetas e Lula necessariamente tem que ficar livre para efetivar as
suas composições políticas, independentemente de quem esteja do outro lado da
mesa nos entendimentos patrióticos.
Uma frente de vigilância por parte do comando da
pré-candidatura de Lula, de acordo com a questão levantada pelo senador
peemedebista, a coisa mudará de figura sem dúvida.
A realidade é que o lulismo precisa agora centrar forças no
ideal de registro da candidatura do líder maior do PT, para presidente da
República nas eleições do ano que vem custe o que custar.
Para isso, é
necessário cobrar por parte dos tribunais, o reconhecimento de que sua
inocência é cristalina e que seu nome merece ser respeitado, como todo e
qualquer cidadão honesto desse país.
Se isso não for correspondido, aí sim o povo tem como
resolver, no caso, indo para as ruas e se possível, procurar os juízes e
procuradores desse país, para um esclarecimento da injustiça com mais precisão,
pois a justiça tem que respeitar a presunção da inocência, no respeito às leis,
bem como a Constituição Federal e a democracia.
O brasileiro na sua grande maioria quer Lula candidato e não
é a vontade dos fascistas, que irá impedir os ideais populares, em mais um
golpe articulado por meia dúzia de falsos moralistas contra a soberania democrática
brasileira.
Pelo visto, a frase de ordem é a seguinte:
“Queremos Lula
candidato à Presidente da República em 2018, custe o que custar!”
Roberto Requião: 'A vaca foi para o brejo e levou a corda'
Em vídeo publicado nas redes sociais, senador defende
"Diretas Já" diante da denúncia de que Temer teria dado aval para
comprar o silêncio de Eduardo Cunha
"Vocês lembram o que eu disse no impeachment da Dilma:
canalhas, canalhas, canalhas.
E eu era a única oposição verdadeira ao governo
da Dilma no Congresso Nacional, mas li com toda clareza que pretendiam acabar
com o Brasil, entregar a Petrobras, vender nossas terras, massacrar os
trabalhadores, acabar com a aposentadoria, e isso eles estão fazendo até
hoje", disse Requião.
Para Requião, é hora de convocar eleições para a presidência
e também para o Congresso Nacional. "Agora só temos uma saída.
A vaca foi
para o brejo e levou a acorda.
A solução é eleição direta, diretas já em todos
níveis, para o Senado, para deputados, para presidente da República, depois de
uma grande discussão para que os brasileiros digam o que querem fazer com o
nosso país."
"Que o Congresso pare imediatamente com essa canalhice
de massacrar os trabalhadores, de acabar com a CLT, de destruir aposentadorias
e entregar o Brasil.
Esse Congresso não está representando o povo brasileiro,
parece que ele vive num outro país, numa outra dimensão.
“Canalha, canalha, canalha” a homenagem de Requião a Aécio fica para a história
Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver
postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo
bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias
de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e
Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de
vocês.
ELITE ORGULHOSA: Família Marinho sente raiva por ter sido
salva por Lula da ‘quebradeira’ e orienta jornalistas a partirem ‘pra baixaria’
contra ex-presidente
6 de maio de 2017
Excluindo os generais da ditadura militar, nenhum presidente
fez tão bem à Globo quanto Luiz Inácio Lula da Silva. Em seu primeiro governo,
Lula salvou o grupo da família Marinho, que enfrentava sérias dificuldades
financeiras decorrentes de sua dívida cambial contraída na era FHC.
No segundo,
Lula conquistou para o Brasil o direito de sediar a Copa de 2014 e os Jogos
Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, dois eventos em que a Globo ganhou rios
de dinheiro.
Deve ser por isso que os Marinho jamais perdoaram Lula.
E
são eles os principais responsáveis por uma guerra que já destruiu a economia
brasileira, quebrou várias empresas nacionais e feriu de morte a democracia,
com o golpe mandrake executado em 2016.
O plano original previa a extinção do
Partido dos Trabalhadores e a eventual prisão de Lula – dois objetivos ainda
não alcançados.
Mas a Globo não desiste. Neste fim de semana, a revista
Época, dos Marinho, inventa propinas de R$ 80 milhões de Lula. A lista inclui
as palestras que ele realizou (inclusive para a Globo), o triplex que ele não
comprou, a sede que o Instituto Lula não ganhou e outras bobagens.
Além disso, os principais colunistas do jornal O Globo,
Merval Pereira e Miriam Leitão, foram orientados a descascar a lenha em Lula.
Os dois tratam como verdade absoluta a delação de Renato Duque – que, depois de
três anos preso, esperou justamente a semana que antecede o depoimento de Lula
em Curitiba para tentar criminalizá-lo.
O esforço da Globo para destruir Lula foi resumido pelo
senador Roberto Requião numa palavra: canalhice (leia mais aqui). No entanto,
embora seja o maior monopólio de comunicação do mundo, a Globo não conseguiu
destruir Lula, que lidera todas as pesquisas sobre sucessão presidencial e
seria eleito mais uma vez, se as eleições fossem hoje.
e diz que Dallagnol tem
atitude de ‘ridícula molecagem’; CONFIRA!
19 de abril de 201
O senador Roberto Requião (PMDB-PR), relator do projeto de
lei contra o abuso de autoridade, rebateu um vídeo publicado nesta terça-feira
18 por três procuradores da República que fazem um discurso duro contra a
proposta.
Para Requião, o gesto foi uma “ridícula molecagem”. No vídeo, os
procuradores afirmam que o projeto é uma “vingança” dos políticos contra a Lava
Jato.
“Três meninos, promotores federais, sem noção nem
responsabilidade, falando inverdades sobre ‘abuso de poder’. Um dia crescem,
amadurecem…”, criticou. “Os três procuradores que na internet protestam contra
relatório do ‘abuso’ não se dispuseram a vir conversar comigo, confrontar
argumentos”, acrescentou.
“Gostaria de ver um jogral dos três meninos contra o fim da
aposentadoria, do petróleo, da soberania nacional, do esmagamento da CLT”,
disse ainda Requião.
“A lei de abuso de autoridade visa punir o abuso, não o
agente público sério é correto”, defendeu em seguida, sobre seu posicionamento
na Comissão de Constituição e Justiça. Um pedido de vista coletivo apresentado
nesta quarta-feira 19 adiou a votação do texto para a próxima semana.
“Fica tranquilo, Dalagnol, a lei não retrotrai para punir
abusos anteriores, só vai por ordem nos arbítrios posteriores a ela. Modus in
rebus!”, provocou o parlamentar, em referência a Deltan Dallagnol, coordenador
da força-tarefa da Lava Jato, que participa do vídeo.
“Valorizo a lava jato e o
trabalho do MP, mas o fundamentalismo prepotente dos meninos do Jogral não me
comovem. Disputam espaço com o Doria”, prosseguiu.
“Se manifeste contra essa lei, viralize esse vídeo, expresse
a sua indignação, faça a sua voz ser ouvida pelos políticos. Vamos lutar juntos
contra a impunidade e contra a corrupção”, apela Dallagnol na mensagem.
Lula, Ciro e Requião começam a ‘grande caminhada’ rumo a
2018
13 de março de 2017 por esmae
Neste fim de semana, a crônica política da velha mídia teve
uma verdadeira dor de barriga ao saber das articulações do ex-presidente Lula
(PT), visando 2018, que envolvem o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e o senador
Roberto Requião (PMDB-PR).
Neste fim de semana, a crônica política da velha mídia teve
uma verdadeira dor de barriga ao saber das articulações do ex-presidente Lula
(PT), visando 2018, que envolvem o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e o senador
Roberto Requião (PMDB-PR).
Fato é que nesta terça-feira (14), Lula se encontrará em
Brasília com Requião para discutir o início da ‘grande caminhada’ contra o
golpe de Estado, isto é, com o objetivo de restabelecer a democracia e retomar
a geração de empregos no país.
Na outra frente, o ex-presidente também busca aproximação
com Ciro. Eles irão juntos à Paraíba para uma inauguração informal da
transposição do São Francisco, obra que os golpistas tentaram em vão “roubar” a
paternidade de Lula e Dilma.
Nunca é demais lembrar aos navegantes que Lula liderada
todos os cenários e todas as pesquisas de intenção de voto para 2018, ou seja,
o “sapo barbudo” mostra-se imbatível na disputa pela Presidência da República.
O senador Roberto Requião (PMDB-PR) alertou pelo Twitter, nesta sexta-feira
(24), que o correligionário Michel Temer e integrantes de seu governo poderão
ter o mesmo destino do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) preso pela Lava Jato
desde outubro do ano passado.
“Recado do Cunha, ‘fui usado e depois me prenderam’.
‘Vocês
estão sendo usados, posteriormente serão presos para dar um ar serio ao
entreguismo’”, tuitou o senador paranaense Requião acredita que a artilharia pesada contra ministros e
amigos, ao tempo que a mídia o protege Temer, é parte da chantagem para que o
governo acelere a entrega do país.
Na tuitada, Requião afirma que Cunha mandou recado dizendo
que após as reformas “todos serão presos para dar ar sério ao entreguismo”.