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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Mônica Veloso ex amante do Senador Renan Calheiros pode levá-lo a PRISÃO E PERDA DE MANDATO

Mônica Veloso ex amante do Senador Renan Calheiros pode levá-lo a PRISÃO E PERDA DE MANDATO
 

Já ficaram para trás os tempos difíceis em que o romance extra conjugal entre o então todo poderoso presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e a jornalista Mônica Veloso movimentou as varas de família em Brasília e quase provocou a perda de seu mandato. 
Aos 44 anos, em plena forma e com o cofre cheio pela gorda pensão paga pelo senador, o cachê da revista “Playboy” e o saldo de emprego nos Diários Associados até pouco tempo atrás, a agora celebridade da sociedade belo-horizontina ainda provoca estragos por onde passa

E Renan, que viveu um inferno familiar, mas sobreviveu a sete ações para perda de mandato durante o “Renangate”, já prepara o terno para nova posse na presidência do Senado.

Em um relacionamento com o empresário mineiro Paulo Henrique Vieira, Mônica foi o pivô do escândalo político-sexual em 2007, e ainda colhe os louros da fama conseguida com o caso. Ao contrário de Renan, ela não tem do que reclamar. 

Depois de posar para a “Playboy” — segundo ela, o maior desafio de sua vida —, frequentar o castelo de Caras em Nova York, e ser estrela de um programa semanal na TV dos Diários Associados em BH, Mônica teria pedido demissão há seis meses, segundo seu empregador, porque não ficou satisfeita com a redução do salário.


Mônica também faturou com o lançamento de sua biografia: “O poder que seduz”. No livro, relata que viveu com Renan uma “paixão louca”, tiveram uma filha, mas foram atropelados pela política.

— Quando contei sobre a gravidez, ele entrou em pânico. Dizia ser impossível. Afinal, argumentou, não éramos mais crianças. Fiquei muito triste com a sua reação. Pela primeira vez, percebi que o amor era lindo, mas a política, para ele, era tudo — conta Mônica.

No livro ela relata que faziam planos para construir uma família, e seu sonho era ter uma filha.

— Como qualquer casal apaixonado, tínhamos nossos códigos, nossos momentos e nossas músicas. (…) Nossa música marcante foi a do filme “Lisbela e o Prisioneiro”. 

Misturávamos as nossas vozes com a do Caetano e cantávamos, baixinho, olhando no fundo dos olhos do outro: “Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer. 
Você só me ensinou a te querer, e te querendo eu vou tentando me encontrar…” — diz.

Mônica e Renan, como um casal, frequentavam os salões do poder sem a preocupação que o caso um dia transformasse a vida dos dois no turbilhão de denúncias de corrupção.

— Música, perfume e um certo torpor. Champanhe na mão, conversávamos e sorríamos após o jantar (na casa do senador Ney Suassuna). 
Havíamos brindado por mais um ano, o intenso ano de 2002. (…) Cercado por jornalistas, o senador Eduardo Suplicy falava, empolgado, sobre o programa Renda Mínima e a indicação de Henrique Meirelles para a presidência do Banco Central. 

Mais um pouco, o próprio Meirelles chegou. (…) O vento agitando as cortinas, o barulho de cristais e porcelanas como rumores longínquos vindos da sala. Era como se fôssemos as únicas pessoas no mundo — relembra Mônica no livro.


Mas o inferno começou quando a revista “Veja” divulgou que um lobista da Mendes Júnior, Cláudio Gontijo, pagava o aluguel de R$ 4.400 mensais de um apartamento onde morava a jornalista com as duas filhas. 

O lobista, segundo a denúncia, também pagava R$ 12 mil mensais de pensão para a filha de Renan. Com o estouro do caso, para não ser cassado, Renan renunciou à presidência do Senado.

Mônica vive hoje uma relação estável com o empresário Paulo Henrique Vieira e produz um programa de TV, em Belo Horizonte, onde mora.

— Renan paga pensão mas não tem relação com a filha ou com a Mônica. Ficou um mal-estar familiar grande depois do escândalo. Mônica agora produz um programa de TV e ganha uma fortuna — diz um interlocutor de Renan.

Mônica apresentou até o ano passado o programa de TV “Vrum”, da TV dos Diários Associados, também veiculado por outras emissoras. O “Vrum” é sobre automóveis, e Mônica falava sobre carros antigos e novos, ensinava a trocar pneus e dava dicas de manutenção.

— A Mônica produzia um programa semanal de 40 minutos e tinha um salário de estrela de TV. Ganhava umas 60 pratas. Mas começou a gerar uma situação delicada no jornal com os outros profissionais. Tivemos que renegociar e reduzir para R$ 30 mil, eu acho. Há uns seis meses ela pediu demissão — conta um dos diretores dos Diários Associados.

AO SER CONVIDADA PARA O CASTELO DE CARAS, EM NOVA YORK, DISSE SOBRE O CASO RENAN: “O FURACÃO ME FORTIFICOU. HOJE NÃO TENHO MEDO DE MAIS NADA”.




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Ministro do STF abre inquérito contra Renan, Sarney e Jucá; SAIBA!

Ministro do STF abre inquérito contra Renan, Sarney e Jucá; SAIBA!
9 de fevereiro de 201
 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, novo relator da operação Lava Jato após a morte de Teori Zavascki, autorizou nesta quinta-feira (8) a abertura de um inquérito para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-senador José Sarney (PMDB-AP) e o ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado.

O inquérito é um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que os acusa de formação de quadrilha para tentativa de obstrução da operação Lava Jato.

O procurador-geral da República, ao pedir abertura de inquérito ao STF, entendeu que o “pacto” e o “grande acordo para botar o Michel” – a “saída Michel” – sugeridos por Jucá em uma gravação divulgada em maio do ano passado, representa uma tentativa de barrar as investigações da operação – ou seja, “estancar a sangria”, como o próprio Jucá definiu.

Janot, ao pedir a investigação, também argumenta que os quatro fizeram articulações para construir ampla base política no Congresso para aprovar leis que prejudicassem as investigações, além de tentarem cooptar ministros do Supremo para anistiar envolvidos em esquemas de corrupção.

Essa é a primeira abertura de inquérito de Fachin desde que assumiu a relatoria da Lava Jato no Supremo.



quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Em último discurso como presidente do Senado, Renan critica Ministério Público

Em último discurso como presidente do Senado, Renan critica Ministério Público
4/12/2016 23h41 Brasília
Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasil
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Na última sessão deliberativa do ano e também a última conduzida por ele na Presidência do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), discursou aos colegas para informar sobre a decisão do ministro Teori Zavaski, do Supremo Tribunal Federal, de devolver a denúncia apresentada contra ele pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

“Eu queria, no momento em que me despeço dos senadores, dizer que estou há nove anos sob devassa intensa e sob investigação. 

Há nove anos que os meus sigilos foram todos entregues à Procuradoria-Geral da República, à Receita Federal, à Polícia Federal”, disse. 

“Eu não temo absolutamente nada. A minha vida foi e continua sendo devassada. Eu não tenho nenhum problema na minha vida pública e nem na minha vida pessoal”, disse.

Renan voltou a criticar a atuação do Ministério Público que, segundo ele, vem agindo politicamente contra o Congresso Nacional. “Contra o Congresso Nacional pediram tudo, absolutamente tudo, quiseram tudo. 

Desde a invasão do Congresso, passando pela prisão da Polícia Legislativa, até o pedido de prisão do presidente do Congresso Nacional porque estaria obstruindo a Operação Lava Jato”, pontuou Renan.

Na opinião do presidente, tal atuação tem sido motivada pelo fato de os senadores terem rejeitado nomes indicados para comporem o Conselho Nacional do Ministério Público. 

“Como todos sabem, este Senado Federal, por motivos diferentes, rejeitou três nomes de ilustres membros do Ministério Público na Operação Lava Jato: Nicolau Dino, Vladimir Aras e Wellington Saraiva. Então, cada decisão que eles pedem contra senador, cada constrangimento, cada busca e apreensão que fazem com a cobertura da imprensa, isso precisa ser melhor observado. 

Porque, de fato em fato, de abuso em abuso como este, eles estão construindo uma névoa no país que não fará bem à nossa democracia”.

Renan também voltou a dizer que o MP tem perdido a condição de fiscal da lei por não manter a isenção. Mais cedo, ele retirou de pauta e remeteu à Comissão de Constituição e Justiça do Senado o projeto de lei que trata do abuso de autoridade, porque o plenário estava disposto a aprovar um requerimento para a retirada da urgência do projeto. 

A matéria era defendida por Renan, que acusa o Ministério Público de agir com excessos e vinha sendo motivo de embates com membros do Judiciário.

Edição: Fábio Massalli




quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Barraco no Senado Federal, Renan parte pra cima de Lindbergh e da “sopapo” em Gleisi Hoffmann

Barraco no Senado Federal, Renan parte pra cima de Lindbergh e da “sopapo” em Gleisi Hoffmann

The News Brazil: Renan e Lindbergh batem boca; petista o acusa de ter que ‘entregar a mercadoria’. Presidente do Senado envolve Caiado na discussão por declarações favoráveis ao seu afastamento.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), derrotou a oposição nesta quinta-feira e avançou na tramitação da PEC do teto dos gastos, incluindo na pauta para efeitos de debate e contagem de prazos a proposta que fixa limite para os gastos públicos. 

Na discussão, Renan e o líder da minoria, senador Lindbergh Farias (PT-RJ), bateram boca.

Inconformado com a postura de Renan, que em outras ocasiões era acusado de ser condescendente com as questões apresentadas pela minoria, Lindbergh disse que Renan estava agindo assim depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) favorável a ele.

Vossa Excelência tem que entregar a mercadoria agora! — gritava Lindbergh.

Renan respondeu envolvendo o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO).

— A mercadoria o senhor já entregou quando fez a aliança tácita com o Caiado — rebateu Renan, que ficou irritado pelo fato de Lindbergh e Caiado terem dado declarações favoráveis ao cumprimento da decisão de Marco Aurélio de afastá-lo do cargo, quando o restante apoiou sua decisão de não assinar a notificação.

O líder do DEM reagiu de pronto.


— Não faço acordo tácitos com quem nem falo. Vossa Excelência se limite a falar de quem está falando — respondeu Caiado.
Renan, pouco antes, desabafara;
— A oposição não costuma cansar nunca.

A sessão foi convocada apenas para contar esse prazo, numa vitória do Palácio do Planalto: contagem do prazo para que a PEC seja votada, em segundo turno e de forma definitiva, no próximo dia 13.

Renan não deu trégua ao PT e ao PCdoB. O presidente do Senado primeiro negou pedido da líder do PCdoB, senador Vanessa Grazziotin (AM), e depois colocou em votação um recurso da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que foi rejeitado por 48 votos a 12. 

Assim, que o PT foi derrotado, Renan encerrou a discussão da PEC, deixando claro que era apenas para contar prazo, e passou ao próximo item da pauta.


O líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), criticou a tentativa da oposição de não cumprir o acordo sobre o calendário de votações.

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— Todos sabemos que os acordos firmados entre as bancadas são essenciais para o funcionamento da Casa. Tenho por mim a prática de respeitar acordo — disse Aloysio Nunes.

Renan ainda brincou que tentou felicitar o senador Álvaro Dias (PV-PR) pelo seu aniversário, mas sem sucesso.

— O procurei bastante pela Mesa Diretora para cumprimentá-lo pelo aniversário — disse Renan.





sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Duas semanas que abalaram Curitiba – Sérgio Moro vira réu em Genebra e risco de prisão de Lula é página virada

Duas semanas que abalaram Curitiba – Sérgio Moro vira réu em Genebra e risco de prisão de Lula é página virada
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(Foto: Pedro de Oliveira)
Por Bajonas Teixeira, colunista de política do Cafezinho

Posto sob os holofotes da corte da ONU em Genebra, Sérgio Moro já nem em sonhos se atreverá a prender Lula. Mas, nas últimas duas semanas, começando no dia 13 de outubro, tudo parecia apontar para a prisão do ex-presidente. Videntes até previam o dia e a hora. Desde o início dessa semana, contudo, a situação começou a se reverter com a crise institucional aberta por Renan Calheiros contra a Lava Jato. E anteontem, no dia 26, deu uma virada completa com o anúncio da decisão da ONU.

Os réus, agora em âmbito internacional, passaram a ser o juiz Sérgio Moro e o Judiciário brasileiro. O juiz, se condenado, ganha o estatus de criminoso internacional contra os direitos humanos. Embora internacional, o título soará um pouco diferente do recebido da revista Time nos EUA, que o declarou uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Não querendo passar da fama fabricada made in USA diretamente ao vexame, Sérgio Moro ficará cada vez mais prudente.

Desde o dia 13 de outubro, pelo menos, quando ele virou réu pela terceira vez (caso Taiguara), a prisão de Lula parecia iminente. Boatos foram espalhados, até prevendo que a prisão ocorreria no dia 15, uma segunda-feira. Nada aconteceu. No dia 19, com a prisão de Cunha, parecia mais próxima que nunca a detenção de Lula. Até cela VIP, segundo algumas fontes, já tinha sido reservada (talvez até decorada com bandeiras e flâmulas do Corinthians) na vizinhança de Cunha.

Por todos os meios, a mídia jogou lenha na fogueira para força a decisão de Moro de efetuar a prisão. Nada. Ele talvez tenha entendido que, como disse o físico Rogério Cezar de Cerqueira Leite, ao prender Lula seu estrelado findaria com o PSDB e o DEM enterrando a Lava Jato no dia seguinte. Nos últimos dias, a mídia fez novo esforço concentrado para emplacar a assinatura de Moro em uma ordem de prisão contra Lula. Engendrou-se algumas denúncias imbecis: “Amigo” seria o codinome de Lula em planilha da Odebrecht; haveria uma outra cobertura, vizinha do apartamento de Lula, etc. Desde a segunda (24), contudo, a situação começou a ser revertida.

Na segunda-feira, abriu-se uma crise institucional entre o Legislativo e o Judiciário: o presidente do Senado, Renan Calheiros, reagiu com violência verbal contra a operação Métis e a prisão de policiais do Senado, descarregando sua fúria contra a Lava Jato e o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, que chamou de “chefete de polícia”.Senadores subiram a tribuna para discursar contra a violação do Senado e o atentado ao estado de direito. Entre os atos de exceção da Lava Jato, Renan citou a condução coercitiva de Lula, em 04 de março. A presidente do STF, Carmem Lúcia, tomou as dores dos juízes mas foi cobrada por não ter aberto processo no CNJ para investigar o juiz que autorizou a invasão do Senado.

Mostrando as unhas e os métodos violentos, a presidente do STF, marcou na quarta-feira dia 16 a data de julgamento de uma das ações contra Renan no Supremo.

Já a Polícia Federal, pressionada por Alexandre de Moraes – obedecendo certamente ordens de Temer, que precisa de Renan para aprovar a PEC no Senado – libertou todos os policiais presos, sem dar explicações. O último a ser solto foi o diretor, Pedro Ricardo Araújo Carvalho, no dia 25. Para completar, o ministro responsável pela Lava Jato no STF, Teori Zavascki, no dia 26, suspendeu a operação Métis e transferiu o processo para o STF, uma clara vitória de Renan.

Teori também recusou (no dia 26), em decisão inédita, a delação do ex-deputado Pedro Corrêa, (PP-PE), um dos pilares para a Denúncia-Show apresentada pela força tarefa da Lava Jato contra Lula no dia 14 de setembro. E que Sérgio Moro aceitou em 20 de setembro, quando tornou Lula réu pela segunda vez.

Em paralelo a isso tudo, a mídia dá sinais de cansaço. Um ceticismo desencorajado tomou conta dela. Elio Gaspari afirma, no dia 26,  que não estranharia se ficasse provado, pela Lava Jato, que Lula assassinou Kennedy em 1963.

Para piorar o que já estava péssimo, vem a decisão da ONU de aceitar as alegações de Lula contra Sérgio Moro e os Procuradores da Lava Jato.

Se os EUA esforçaram-se para dar a Moro uma imagem internacional, pondo-o na lista dos mais influentes do mundo, adubando nele o delírio de poder e de legitimidade, que já havia sido plantada pela mídia oligárquica nacional, a decisão da ONU põe em risco todo esse prestígio. A coragem de Moro veio de sua sagração como cavaleiro com a armadura de cristal líquido nas telas da mídia. Posto, porém. sob os holofotes da corte da ONU em Genebra, despido dos trajes da sua dissimulação, e de seus atos violadores de direitos humanos, é muito pouco provável que ainda esboce qualquer iniciativa.

Este juiz, expulso do seu ninho de dissimulação, ficará como um pardal depenado tremendo ao relento. Muito dificilmente terá ousadia, ou insanidade suficiente, para levar adiante a missão que foi confiada às suas mãos vingadoras, aduladas com prêmios e homenagens. Se não prendeu Lula antes da decisão da ONU, agora mesmo é que não vai correr o risco.

Sobre a imagem de Moro, esculpida pela mídia, começa a pairar uma sombra apavorante, que ameaça tirá-lo da posição de “um dos homens mais influentes do mundo” para realoca-lo como condenado internacionalmente por violação de direitos humanos.

Essas duas semanas parecem ter enterrado o processo iniciado em 04 de março com a condução coercitiva de Lula para depor sob vara. Um novo ciclo se abre, e quem agora estará na berlinda é o juiz Sérgio Moro, os Procuradores da Lava Jato, e os Ministros do STF.