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sexta-feira, 28 de junho de 2019

VEJA publica primeira matéria em parceria com The Intercept e complica Moro


VEJA publica primeira matéria em parceria com The Intercept e complica Moro

2 hours ago Vaza Jato 28/06/2019


Apesar de não anunciar a parceria oficialmente, a revista Veja publica, em sua edição que chega às bancas nesta sexta-feira (28),
matéria baseada nos vazamentos do The Intercept das conversas entre o então juiz federal e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o procurador federal Deltan Dallagnol, que pode complicar ainda mais a dupla.

Nela, a revista conseguiu encontrar as duas testemunhas que teriam, segundo a conversa do juiz e do procurador e que não se confirmou, informações relevantes sobre negócios envolvendo a família do ex-presidente Lula

Além de publicar a identidade das testemunhas, coisa que ninguém havia feito até o momento, a revista ainda conseguiu a confissão de uma delas de que foi, de fato, procurada pelo Ministério Público, conforme as instruções que Moro teria dado a Dallagnol nas conversas vazadas envolvendo a família do ex-presidente Lula.

       
A principal testemunha encontrada é o técnico em contabilidade Nilton Aparecido Alves, de 57 anos.

 Abordado pela reportagem de VEJA na tarde de quarta-feira, ele foi evasivo, assim como teria feito quando procurado por Dallagnol, conforme os diálogos vazados. 

“Não sei por que meu nome está nessa história.

 Alguém deve ter falado alguma coisa errada”, disse. 
Indagado sobre se teria informações referentes aos filhos de Lula e se havia prestado depoimento aos procuradores da Lava-Jato com relação ao tema, ele encerrou a conversa dizendo que não iria declarar mais nada.

O segundo personagem da história, também localizado por Veja, é o empresário Mário César Neves, dono de um posto de gasolina também em Campo Grande. 

Ele confirmou que, na época, em dezembro de 2015, um representante do Ministério Público Federal entrara em contato para pedir-lhe informações sobre o técnico em contabilidade Nilton Aparecido. 

“O pessoal do Ministério Público me ligou, não sei mais o nome da pessoa, mas ela queria saber quem era o Nilton, que serviços ele prestava e como poderia encontrá-lo”, contou.

Questionado sobre se ouvira do técnico em contabilidade algo referente a negócios do filho do ex-presidente, o empresário negou, assim como também teria feito com Dallagnol.

 Disse que desconhecia o assunto. 

Ele, porém, confirma que repassou ao Ministério Público o endereço e o telefone de Nilton. 

“Eu soube que o Nilton foi chamado para prestar depoimento logo depois dessa ligação para mim”, diz Mário. 

O empresário acrescenta que soube disso por meio de funcionários do escritório de Nilton, que trabalha para ele há mais de quinze anos.

A revista completa que, “se for verdade, a situação de Moro complica-se ainda mais do ponto de vista jurídico. 

A comprovação de que o Ministério Público, de fato, não apenas ouvia, mas seguia suas orientações, reforça a tese de que, quando magistrado, Moro abandonou a posição de imparcialidade para instruir um dos lados da ação, algo considerado ilegal pelo Código de Processo Penal”.

A Veja reforça ainda a sua matéria afirmando que, “de todas as mensagens trocadas entre Moro e Dallagnol, a mais comprometedora até o momento é esta, que mostra o atual ministro da Justiça passando ao procurador a dica de duas testemunhas que teriam informações relevantes sobre negócios envolvendo a família do ex-presidente Lula

Ao final, a revista afirma que “encaminhou oito perguntas à força-tarefa em Curitiba. 

Perguntou se os procuradores intimaram e ouviram formalmente o técnico em contabilidade Nilton Aparecido Alves ou o empresário Mário César Neves, que argumentos utilizaram para procurar as duas testemunhas e quem foi o responsável pela tomada dos depoimentos. 

Até o fechamento desta edição, não houve resposta. 

O contato não foi por Telegram”, encerra.
(…)


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sábado, 26 de janeiro de 2019

URGENTE! Novo Relatório Do Coaf Mostra Que Flávio Bolsonaro Teve Movimentação Bancária Incompatível Com A Sua Renda


URGENTE! Novo Relatório Do Coaf Mostra Que Flávio Bolsonaro Teve Movimentação Bancária Incompatível Com A Sua Renda

Por Portal Click Política Em 25 jan, 2019

 

Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), obtido pela revista Veja, aponta transações bancárias do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) que estariam acima da sua capacidade financeira.

Segundo o documento, o senador eleito e filho do presidente teria movimentado mais de R$ 632 mil entre agosto de 2017 e janeiro de 2018.

A revista ainda rebate a afirmação, que Flávio sustentou numa entrevista à TV Record, de que ele teve rendimentos maiores como empresário do que como deputado.

A Veja ainda afirma que o rendimento com a loja declarado pelo deputado, de R$ 20 mil por mês, está acima da média de outras franquias da mesma marca.

O Estadão.



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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

LEVARAM CHUMBO! Convidado, Lula Diz ‘Não’ A Veja E Frustra Revista Que Buscava ‘Armação’ Em Evento Com A Participação De Moro

LEVARAM CHUMBO! Convidado, Lula Diz ‘Não’ A Veja E Frustra Revista Que Buscava ‘Armação’ Em Evento Com A Participação De Moro
Por Redação Click Política Última Atualização 27 nov, 201


O ex-presidente Lula (PT) se recusou a participar de evento organizado pela a Revista Veja nesta segunda-feira (27). 
A declaração foi dada pelo próprio veículo de comunicação.

Segundo informações, Lula não participa de eventos realizados pela a referida revista, haja vista de sua linha editorial, totalmente voltada para o ódio contra o petista e sua família.

Para aliados, Lula agiu corretamente, haja vista que possivelmente, preparavam uma armação para ele.

No evento, estavam presentes figuras absolutamente intragáveis. 

exemplo do juiz Sergio Moro e do Ministro da fazenda, Henrique Meirelles.


CLICK POLÍTICA


terça-feira, 13 de junho de 2017

COLHEU O QUE PLANTOU? Miriam Leitão reclama de agressão, mas foi a primeira a tripudiar da memória de Dona Marisa

COLHEU O QUE PLANTOU? Miriam Leitão reclama de agressão, mas foi a primeira a tripudiar da memória de Dona Marisa
13 de junho de 2017
 

RESPEITEM DONA MARISA: Revista Veja faz o papel de Miriam Leitão e da Globo e realiza a maior canalhice contra família de Lula; CONFIRA!

A revista Veja conseguiu provar, nesta sexta-feira, que o fundo do poço pode ser sempre mais fundo.

Com a capa “A segunda morte de Marisa”, a revista da família Civita acusa o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de assassinar a memória da ex-primeira-dama Marisa Letícia, ao “culpá-la” pelo tal triplex do Guarujá (SP).

Ocorre que a versão de Lula em seu depoimento à Polícia Federal na condução coercitiva de 4 de março de 2016, quando ela ainda estava viva, foi exatamente idêntico ao da última quarta-feira.

Lula disse que Marisa tinha uma cota do imóvel, mas que a opção de compra não foi exercida – ou seja, como não houve crime algum, ele jamais a culpou de nada

No entanto, como ficou evidente a ausência de provas materiais – o que até a direita esclarecida reconhece (leia artigo de Reinaldo Azevedo) – a nova narrativa do jornalismo de guerra é a de que Lula culpou a ex-mulher falecida (saiba mais aqui)

Na realidade, quem ajudou a provocar o AVC de Marisa, com sua perseguição a Lula, foi Veja, a mesma revista que agora assassina sua reputação.

Abaixo, a nota da defesa:

D. Marisa Letícia jamais cometeu qualquer ilegalidade ao longo da vida e sempre mereceu o respeito de todos. 

Apesar disso, uma denúncia descabida da Força Tarefa, acolhida pelo Juízo da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, imputou a ela fatos inexistentes, no caso do triplex do Guarujá.

Todos os atos de D. Marisa foram absolutamente legais e nunca poderiam justificar nem a denúncia nem a ação penal contra ela. São fatos de pleno conhecimento dos procuradores, pois constam dos autos do processo desde o início. No depoimento desta quarta (10), Lula simplesmente reafirmou a verdade.

Causa assim estranheza que o depoimento do ex-Presidente ao Juízo de Curitiba, no que tange a sua esposa, tenha recebido os comentários da Força Tarefa que a imprensa explorou hoje. 

O testemunho de Lula, ontem, não diverge do que ele e nós, seus advogados, já vínhamos afirmando há mais de um ano.

O que causa, sim, espanto é que até hoje o juiz se recusa a inocentar sumariamente d. Marisa Letícia, como determina expressamente a lei em caso de falecimento. 

Mais uma prova do lawfare que se pratica contra o ex-Presidente Lula e que não respeita sequer a memória de sua esposa.

Cristiano Zanin Martins


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sábado, 27 de maio de 2017

UM ANO DEPOIS: Veja denuncia Sérgio Moro, condena divulgação das conversas de Lula e Marisa e advogado comenta editorial

UM ANO DEPOIS: Veja denuncia Sérgio Moro, condena divulgação das conversas de Lula e Marisa e advogado comenta editorial
27 de maio de 2017
 

Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que o editorial publicado pela revista Veja desta semana denunciando “estado policial” causado pela Lava Jato chegou “com um ano de atraso”.

Somente agora a publicação da editora Abril, uma das mais ferrenhas apoiadoras do golpe, se manifestou sobre a gravação envolvendo Lula e a presidente deposta Dilma Rousseff.

Segundo o editorial da revista, foram ilegais as divulgações dos grampos, repassados pelo juiz Sergio Moro ao Jornal Nacional, da Globo.

A Veja também condenou a publicidade dada a conversas entre a ex-primeira-dama Marisa Letícia e seus filhos – que a própria revista divulgou, diga-se de passagem.

“Antes tarde do que nunca. 

As violações precisaram atingir Reinaldo Azevedo para serem reconhecidas como incompatíveis com o Estado de Direito”, disse Zanin.

Click Política com informações do brasil247




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terça-feira, 23 de maio de 2017

Reinaldo Azevedo é Pego em Grampo com Andrea Neves , e pede demissão da VEJA!!!

Reinaldo Azevedo é Pego em Grampo com Andrea Neves , e pede demissão da VEJA!!!
Publicado em 23 de mai de 2017

 Canal: Reação Brasil



O começo do fim de Reinaldo Azevedo?

                                                      Canal: Folha Livre



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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Após nova denúncia na Veja, Aécio demonstra medo de ir para a prisão! Assista e opine…

Após nova denúncia na Veja, Aécio demonstra medo de ir para a prisão! Assista e opine…
Publicado em 9 de abril de 2017

 O senador Aécio Neves (PSDB) é alvo de nova acusação sobre recebimento de propina. Desta vez, segundo a revista Veja desta semana, o ‘mineirinho’ estaria seriamente envolvido em escândalo que envolve a construção da Cidade Administrativa, nova sede do governo mineiro e que custou R$ 2 bilhões. Semana passada, a mesma Veja já tinha também denunciado o tucano. (Leia aqui).

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Foto: Internet

Tantos escândalos poderão levar o ‘tarja preta’ a ter o mesmo fim de Eduardo Cunha? Não se sabe. Mas até o fechamento desta postagem, a última publicação (dia 7) do tucano em sua página oficial no Facebook era sobre melhorias no sistema prisional do país.

No vídeo acima, ele destaca as ações que teria feito para dar um tratamento mais digno e correto aos presos em Minas Gerais. Em artigos recentes publicados na Folha de S.Paulo, Aécio também já havia esboçado essa mesma preocupação.

Por que será que o ‘mineirinho’ está tão humano e progressista assim? Assista o vídeo no topo da matéria e deixe um comentário.

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Aécio apreensivo / Foto: Agência Brasil



sábado, 1 de abril de 2017

MENTIRA: Defesa nega notícia sobre “plano” de prisão e Lula detona Revista Veja; CONFIRA!

MENTIRA: Defesa nega notícia sobre “plano” de prisão e Lula detona Revista Veja; CONFIRA!
1 de abril de 2017
 

Lula da Silva negou neste sábado, 1º, a mais nova denúncia contra Lula feita pela revista Veja, segundo a qual ele teria um “plano para o dia da prisão”.

O advogado Cristiano Zanin Martins classificou a reportagem como “mentirosa”. 

“Os 102 depoimentos já colhidos na Justiça até o momento evidenciam a inocência de Lula, como vem sendo exposto pela sua defesa em petições e manifestações diversas, tornadas públicas. 

Veja é um dos veículos de imprensa mais alinhados ao ‘lawfare’ praticado contra o ex-Presidente”, disse Zanin em nota.

Segundo a Veja, o “plano de contingência” do PT para a eventual prisão de Lula teria início em um grupo de WhatsApp batizado de “Tamoios”. 

“O nome é uma referência à aliança formada por povos indígenas brasileiros no século XVI. 

O grupo Tamoios de WhatsApp reúne cerca de quarenta pessoas, incluindo o presidente do PT, Rui Falcão, senadores do partido e os presidentes da CUT e do MST. 

Seu objetivo: dar uma demonstração de força do PT e conferir a Lula a aura de ‘injustiçado’.



SÓ AGORA? Aécio chama Veja de covarde e diz que revista persegue homens honestos como ele; SAIBA!

SÓ AGORA? Aécio chama Veja de covarde e diz que revista persegue homens honestos como ele; SAIBA!
1 de abril de 2017
 

Apontado pelo ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado, como aquele que seria “o primeiro a ser comido”, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) se deu conta, neste fim de semana, de que é a bola da vez.

O presidente nacional do PSDB foi capa da revista Veja, acusado receber propinas da Odebrecht numa conta no exterior.


Para tentar rebater as acusações, Aécio chamou a revista de covarde e disse ter a “indignação dos homens de bem”.

No entanto, dos 83 pedidos de inquéritos da “lista de Janot”, nada menos que seis referem-se a ele.


Aécio é acusado pela Odebrecht de receber propinas na Cidade Administrativa de Minas Gerais e em obras de usinas hidrelétricas. 

Outros delatores também o acusam de esquemas em Furnas.



domingo, 21 de agosto de 2016

Ex-presidente da OAS delata ministro do STF Dias Toffoli

Ex-presidente da OAS delata ministro do STF Dias Toffoli
VEJA.com   Sidclei Sobral1 dia atrás  22/08/2016

Era um encontro de trabalho como muitos que acontecem em Brasília. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, e o empreiteiro José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, então presidente da construtora OAS, já se conheciam, mas não eram amigos nem tinham intimidade. No meio da conversa, o ministro falou sobre um tema que lhe causava dor de cabeça. Sua casa, localizada num bairro nobre de Brasília, apresentava infiltrações e problemas na estrutura de alvenaria. De temperamento afável e voluntarioso, o empreiteiro não hesitou. Dias depois, mandou uma equipe de engenheiros da OAS até a residência de Toffoli para fazer uma vistoria. Os técnicos constataram as avarias, relataram a Léo Pinheiro que havia falhas na impermeabilização da cobertura e sugeriram a solução. É um serviço complicado e, em geral, de custo salgado. O empreiteiro indicou uma empresa especializada para executar o trabalho. Terminada a obra, os engenheiros da OAS fizeram uma nova vistoria para se certificarem de que tudo estava de acordo. Estava. O ministro não teria mais problemas com as infiltrações — mas só com as infiltrações.

A história descrita está relatada em um dos capítulos da proposta de delação do empreiteiro Léo Pinheiro, apresentada recentemente à Procuradoria-Ge­ral da República e à qual VEJA teve acesso. Condenado a dezesseis anos e quatro meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa no escândalo do petrolão, Léo Pinheiro decidiu confessar seus crimes para não passar o resto dos seus dias na cadeia. Para ganhar uma redução de pena, o executivo está disposto a sacrificar a fidelidade de longa data a alguns figurões da República com os quais conviveu de perto na última década. As histórias que se dispõe a contar, segundo os investigadores, só são comparáveis às do empreiteiro Marcelo Odebrecht em poder destrutivo. No anexo a que VEJA teve acesso, pela primeira vez uma delação no âmbito da Lava-Jato chega a um ministro do Supremo Tribunal Federal.
 DIAS-TOFFOLI-2016
 image/jpeg DIAS-TOFFOLI-2016

No documento, VEJA constatou que Léo Pinheiro, como é próprio nas propostas de delação, não fornece detalhes sobre o encontro entre ele e Dias Toffoli. Onde? Quando? Como? Por quê? Essas são perguntas a que o candidato a delator responde apenas numa segunda etapa, caso a colaboração seja aceita. Nessa primeira fase, ele apresenta apenas um cardápio de eventos que podem ajudar os investigadores a solucionar crimes, rastrear dinheiro, localizar contas secretas ou identificar personagens novos. É nesse contexto que se insere o capítulo que trata da obra na casa do ministro do STF.


Tal como está, a narrativa de Léo Pinheiro deixa uma dúvida central: existe algum problema em um ministro do STF pedir um favor despretensioso a um empreiteiro da OAS? Há um impedimento moral, pois esse tipo de pedido abre brecha para situações altamente indesejadas, mas qual é o crime? Léo Pinheiro conta que a empresa de im­per­mea­bi­li­za­ção que indicou para o serviço é de Brasília e diz mais: que a correção da tal impermeabilização foi integralmente custeada pelo ministro Tof­fo­li. Então, onde está o crime? A questão é que ninguém se propõe a fazer uma delação para contar frivolidades. Portanto, se Léo Pinheiro, depois de meses e meses de negociação, propôs um anexo em que menciona uma obra na casa do ministro Toffoli, isso é um sinal de que algo subterrâneo está para vir à luz no momento em que a delação for homologada e os detalhes começarem a aparecer.