Mostrando postagens com marcador Avenida Paulista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Avenida Paulista. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de julho de 2017

Desmoronou: Ato a favor de Moro e da Lava Jato teve apenas 90 pessoas na Paulista

Desmoronou: Ato a favor de Moro e da Lava Jato teve apenas 90 pessoas na Paulista

4 hours ago 30/07/2017
 

Revista Fórum – Com a presença do ex-casseta e planeta, Marcelo Madureira e dos juristas Hélio Bicudo, um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Roussef, e Modesto Carvalhosa, não mais do que meia centena de pessoas participaram de ato por ética na política, na avenida Paulista, na tarde deste domingo (30).

Com frases monótonas, confusas e repetitivas, o ato seguiu tarde adentro sem nenhuma empolgação. 

Os discursos seguiam como se nenhum dos participantes tivesse a menor responsabilidade no desastre do governo Temer que todos eles, sem exceção, se esforçaram, e muito, para colocar no poder.

“Não é possível aguentarmos mais o que está acontecendo com o nosso país”, disse Bicudo durante o ato.

O também jurista Modesto Carvalhosa aproveitou o ato para lançar sua candidatura indireta à presidência da República. O humorista Marcelo Madureira discursou em cima do carro de som.

“A classe política há de perceber que hoje existe um divórcio, um abismo, entre os anseios da sociedade brasileira e a classe política que fica escondida, enfurnada em Brasília, achando que comanda este país”, disse Madureira. 

“Eles ficam lá na madrugada, combinando esquemas e negociatas para se apropriar do dinheiro público e se perpetuarem no poder”, completa.

O grupo ficou na altura da Rua Ministro Rocha Azevedo. 

O protesto foi encerrado às 14h40. Aos domingos, a avenida a Paulista já é fechada para carros.




Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.

AGRADEÇO A TODOS

quarta-feira, 17 de maio de 2017

PAULISTA LOTADA CELEBRA O FIM DO GOLPE TEMER-AÉCIO

PAULISTA LOTADA CELEBRA O FIM DO GOLPE TEMER-AÉCIO

 Mídia NINJA

A Avenida Paulista já está lotada de manifestantes na noite desta quarta-feira 17, data em que o governo Michel Temer teve seu fim decretado com uma delação bomba do empresário Joesley Batista, que leva junto o senador Aécio Neves; nas ruas, os manifestantes pedem a saída de Temer e eleições diretas

17 DE MAIO DE 2017 ÀS 22:29

SP 247 – A Avenida Paulista já está lotada de manifestantes na noite desta quarta-feira 17, data em que o governo Michel Temer teve seu fim decretado.

Uma delação bomba feita pelo empresário Joesley Batista, da JBS, revela gravações de Temer apoiando a compra do silêncio de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na prisão.

O senador Aécio Neves, presidente do PSDB, principal articulador do golpe desde a derrota nas eleições de 2014, também foi atingido e morto politicamente com a delação.

Nas ruas, os manifestantes pedem a saída de Temer e eleições diretas para a escolha de seu substituto.


                                              VEJA O VÍDEO
A Globo não convoca, mas a Paulista está lotada!!

Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.

AGRADEÇO A TODOS



domingo, 26 de março de 2017

Manifestações do MBL fracassam – Fiasco deve ser desastroso para Lava Jato

Manifestações do MBL fracassam – Fiasco deve ser desastroso para Lava Jato
DOMINGO 26 MARÇO 2017
Escrito por Bajonas Teixeira, Postado em Bajonas Teixeira
 
(Foto: Reprodução/TV Globo) Por Bajonas Teixeira, colunista de
política do Cafezinho

A Avenida Paulista está congestionada de caminhões, são nada menos que seis trios elétricos gigantescos (o que mostra que os grupos estão muito bem financiados). Curiosamente, contudo, faltam manifestantes para preencher o vazio na frente do MASP, como revela a foto postada pela Globo agora há pouco. Como publicamos pela manhã aqui no Cafezinho, os números do Facebook apontavam um grande desastre para o MBL e o VEM PRA RUA nos protestos de hoje.  

As primeiras coberturas confirmaram essa análise.


A Folha de São Paulo fala em “baixa adesão” mas isso é puro eufemismo. Na verdade, se trata de uma completa deserção da classe média dos seus “movimentos” de direita. 

É a mesma conclusão que se tira dos dados expostos pela Globo na reportagem Cidades pelo país têm manifestações a favor da Lava Jato neste domingo. A arrogância da direita recebeu um duro golpe e, daqui para frente, terá que andar com a crista muito baixa.

E isso terá grandes consequências, é óbvio, para a Lava Jato. A começar pela retomada no Congresso da lei de abuso de autoridade. Dificilmente, embora venha desconversando, Eunício Oliveira (PMDB-CE) deixará de votar a lei no Senado, nesse momento de enfraquecimento da Lava Jato e de indiferença da classe média pelo combate à corrupção.

O que explica o desinteresse da classe média ao chamamento dos seus movimentos de direita? O motivo principal é o mais óbvio possível: a classe média, que tantas vezes correu iludida para as ruas, vestindo a camisa amarela da CBF e portando o patinho de borracha da FIESP, acordou do sonho dentro de um pesadelo. 

Parte significativa da classe média é formada por funcionários públicos e eles estão sob a ameaça de perdas de todo tipo: o congelamento dos salários para atender ao ajuste fiscal, o fim da aposentadoria, a perda de garantias trabalhistas. 

Outra parte significativa desse grupo, é a de profissionais liberais, pequenos empresários e negociantes, igualmente triturados pela crise. Enfim, são muitas pauladas na cabeça.

Em troca do combate fictício, ou, no máximo, pontual e seletivo, à corrupção, as massas da classe média descobrem que serão tratadas como cães danados. Ou seja, à pauladas.

Serviram de recheio, de massa de manobra, formaram as legiões de zumbis amarelos que gritavam vivas à PM e aos militares, e pediam o fim do governo Dilma. Mas, mal acabaram as tomadas abertas, em que era preciso uma multidão de figurantes (tão idiotas que até compraram a indumentária e bancavam o deslocamento para as locações), a deslumbrada classe média foi posta entre os alvos a serem liquidados.

Ela já pode se preparar para se tornar uma “nova classe média”. Aquela classe média que, no projeto de Lula, cabia aos pobres periféricos (mas para eles tornar-se  “nova classe média” era ascensão social), é o que Temer projeta para o futuro da classe média atual, ou seja, poderão comprar seu eletrodomésticos no Magazine Luiza e pagar o plano do smartphone. Não muito mais que isso.

Ela já deve ter começa a sentir uma imensa saudade dos anos de Lula e do PT em que foi, infelizmente, paparicada e tratada a pão de ló. Nesse período, toda a frota de veículos da classe média foi trocada, muitos compraram carros de luxo, a maioria viajou ao exterior, com os altos salários, em especial no funcionalismo público, a classe média investiu em imóveis e deu o pontapé inicial para os filhos prosperarem nos negócios.  Agora tudo ruiu.

Com o nítido recuo da classe média das ruas, quem mais perde cobertura é a Lava Jato. Apavorada diante da perspectiva de votação da lei contra o abuso de autoridade, não será surpresa se, já na próxima semana, comecemos a deparar uma avalanche insana de vazamentos contra os políticos à frente da mobilização em favor daquela lei.

Se a lei for aprovada, é provável que já no dia seguinte, Moro diga a nação que, como já havia anunciado mais de uma vez, está cansado e precisa de alguns anos de férias. Aproveitará o descanso para estudar nos Estados Unidos. Feito isso, então, passará a ocupação para outro. 

E esse pode bem ser o lúgubre fim da Lava Jato.




sexta-feira, 17 de março de 2017

MÍDIA ESCONDE FORA TEMER COMO ESCONDEU DIRETAS JÁ

MÍDIA ESCONDE FORA TEMER COMO ESCONDEU DIRETAS JÁ

 

Depois de esconder que 300 mil pessoas foram protestar na Praça da Sé por eleições diretas em 1984, a imprensa minimizou – ou escondeu completamente – as manifestações que levaram 1 milhão de pessoas às ruas ontem contra as reformas do governo e pelo Fora Temer; assim como apenas a Folha de S.Paulo noticiou as diretas na época, foi o único jornal nesta quinta-feira 16 a destacar o protesto que levou 250 mil à Avenida Paulista; jornal O Globo minimizou a paralisação que ocorreu em quase todos os Estados e envolveu categorias importantes, como transportes, bancários e professores; já o Estado de S.Paulo transformou a manifestação e greve dos brasileiros em um problema de trânsito

16 DE MARÇO DE 2017 ÀS 11:01 

247 – As capas dos principais jornais brasileiros nesta quinta-feira 16 escondendo ou minimizando as manifestações que levaram 1 milhão de brasileiros ontem às ruas contra as reformas do governo e pelo Fora Temer lembram um fato similar em 1984, quando a mídia escondeu que 300 mil pessoas foram à Praça da Sé pedir por Diretas Já.

Como ocorreu à época, quando apenas a Folha de S.Paulo noticiou o protesto, o jornal da família Frias foi o único também hoje a dar destaque principal na capa para a manifestação que levou 250 mil, segundo a CUT, à Avenida Paulista. A foto do protesto publicada no site, porém, mostrava um plano fechado na região do Masp, enquanto o ato tomava toda a Paulista (veja aqui a comparação da Midia Ninja).

O Globo, do Rio, minimizou os protestos que tomaram praticamente todos os Estados do País, em capitais e cidades do interior, e levaram à paralisação de diversas categorias importantes, como nos transportes, de professores e bancários, dando na capa uma notícia em espaço secundário, com foto de plano fechado, sob o título: "Milhares protestam contra reforma".

Já o Estado de S.Paulo decidiu ignorar a paralisação nacional e transformá-la num problema de trânsito: "Ato contra reformas trava SP e afeta capitais". A chamada na capa é acompanhada de uma foto de estação lotada de metrô, uma vez que o transporte público parou. Ônibus e professores foram as únicas greves noticiadas no Estadão. 

Na parte interna, o problema de trânsito se intensifica no lugar das manifestações: "Paralisação no transporte público trava São Paulo e aplicativo vira opção".

Segundo disse ontem o presidente da CUT, Vagner Freitas, em entrevista à TV 247 (veja aqui), houve adesão de greve na educação, em caráter nacional, transportes, bancários, químicos, metalúrgicos, além de setor público municipal em muitas cidades.

Segundo ele, aderiram também aos protestos centrais sindicais que não são ligadas à CUT, mas a partidos governistas, como o PSDB.



quinta-feira, 16 de março de 2017

RECADO PRA TEMER: ‘Ao invés de cortar direitos, faça a economia crescer’, diz Lula em ato na Avenida Paulista

RECADO PRA TEMER: ‘Ao invés de cortar direitos, faça a economia crescer’, diz Lula em ato na Avenida Paulista
15 de março de 2017
 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou no ato contra a reforma da Presidência do governo do presidente Michel Temer, na noite desta quarta-feira (15), na Avenida Paulista, em São Paulo. Para Lula, o governo tem que aquecer a economia ao invés de cortar os direitos dos trabalhadores.

Quando o ex-presidente subiu no carro de som, manifestantes começaram a gritar “Lula, guerreiro do povo brasileiro”.

O petista iniciou o discurso cumprimentando os professores e,na sequência, reafirmou que o golpe não foi contra o PT, mas, sim, contra o povo brasileiro.

Está ficando cada vez mais claro que o golpe dado nesse país não foi apenas contra a Dilma, contra os partidos de esquerda, foi para colocar um cidadão sem nenhuma legitimidade para acabar com as conquistas da classe trabalhadora ao longo de anos, com a reforma trabalhista e da Previdência.”

O ex-presidente disse ainda que o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff foi para colocar no “Congresso uma força política para enfiar goela abaixo do povo brasileiro uma reforma que vai impedir a aposentadoria de milhões”.

Lula disse que para “resolvemos o problema da previdência”, é necessário incluir “os pobres no orçamento”. “Quando nós geramos 22 milhões de emprego, todas as categorias tinham aumento acima da inflação a previdência conseguiu sua arrecadação”, afirmou em menção aos seus oito anos no governo.

Ao invés de fazer uma reforma para tirar direitos, faça a economia voltar a crescer, gere emprego…”

O petista também atacou as privatizações promovidas pelo governo. “É preciso parar com essa bobagem de cortar e vender as nossas estatais. Quem não sabe governar, só sabe vender”, disse ele.

Para Lula, o caminho é “governar para o povo mais pobre desse país (…) é preciso parar de cortar, é preciso parar de vender as nossas estatais”.

Quem pensa que o povo está contente, esse povo só vai parar quando elegerem um governo democraticamente eleito.”



terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Avenida Paulista ocupada em protesto a aprovação da PEC 55

Avenida Paulista ocupada em protesto a

               aprovação da PEC 55
14/12/2016
video Youtube

A PEC 55 TROUCE UM FUTURO NEGRO PARA O BRASIL

Com todo apelo do povo e de alguns políticos mesmo assim essa maldita pec 55 foi aprovada, como será o futuro do povo Brasileiro? Principalmente os mais pobres?

Já não temos uma boa saúde, boa educação, justiça só para os pobres para encher cada vez mais os presídios.

Ainda dizem que o Brasil é a pátria do evangelho, é o paraíso prometido estamos vendo que é o pais da corrupção, manda quem pode e obedece quem tem juízo.
                                   URGENTE! FIESP ATACADA!por manifestantes 
                                    contrários a PEC 55  Youtube

Esses malditos corruptos acabaram com a paz do nosso pais.
Espero que uma força divina proteja o nosso pais e que a paz volte a reinar.

Postado: Maria Joselia

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Brasil Jogado Na Sarjeta Do Mundo – A Aliança Entre A Ralé E O Judiciário No Brasil

Brasil Jogado Na Sarjeta Do Mundo – A Aliança Entre A Ralé E O Judiciário No Brasil
POSTADO POR: FÁTIMA MIRANDA - 16:12:00  06/12/2016
 
                    Foto: Wilson Dias)

Por Bajonas Teixeira, colunista de política do Cafezinho

A aliança do Judiciário com os movimentos antidemocráticos de classe média, como o MBL, conduziu o país à atual crise institucional profunda. Começando pelo impeachment, que derrubou o poder Executivo, hoje chegamos à briga entre os dois poderes restantes, Judiciário e Legislativo, um tentando esmagar o outro.

O afastamento de Renan Calheiros da presidência do Senado, pelas mãos de Marco Aurélio de Mello, apenas um dia após as manifestações, mostra a sintonia fina da cúpula do Judiciário brasileiro com os movimentos de protesto. 

Nos dias precedentes, procuradores convocaram a população para se mobilizar e, de outro lado, os movimentos da classe média convidaram membros da Lava Jato para irem às ruas.

A Folha revelou que o Vem Pra Rua convidou o juíz Sérgio Moro para as manifestações do domingo (04). Vejamos com quem o Judiciário se aliou.

Na cabeça da organização dos protestos no Brasil está o MBL. Um dos seus líderes, segundo a Folha, responde por mais de 60 processos referidos a crimes diversos. Outro costumeiro organizador de protestos, o líder do Revoltados Online, teve a página retirada do ar por conduta incompatível com as regras do Facebook. 

Por fim, o líder do Vem Pra Rua,  Rogério Chequer, apareceu em fevereiro de 2012, entre documentos revelados pelo Wikileaks, na lista de e-mails da empresa de “inteligência global” Statfor, mais conhecida como “the Shadow CIA”, isto é, a sombra da CIA.

Esse grupo social pode ser chamado de a ralé da classe média. É uma fatia da classe média inteiramente inescrupulosa e recoberta por diversas camadas de suspeita. Sua falta de escrúpulos brilha nos dados divulgados por ela, a organizadora, sobre os protestos em São Paulo. 

Como epicentro de toda a manifestação no país, os dados de São Paulo serviriam para dar a dimensão do seu sucesso. São números importantes também porque no estado se concentram as sedes e as lideranças nacionais dos citados movimentos.

Segundo os dados da Globo em seu Mapa das Manifestações no Brasil, a cidade de São Paulo teve apenas 15 mil manifestantes dispostos a ir até a Avenida Paulista, pela contagem da PM. É um número ridiculamente desprezível para uma cidade de mais de 11 milhões de habitantes.

Apesar do esvaziamento perceptível a olho nu, os organizadores não sentiram o menor constrangimento em inflar os números de participantes para 200 mil, isto é, mais de 13 vezes maior que os 15 mil contados pela PM.

E foi com figuras como essas – sem o menor apego à verdade, sem o menor senso crítico, inteiramente alheias ao imperativo informar com correção a opinião pública, inescrupulosas e suspeitas – que o Judiciário brasileiro firmou uma relação preferencial.

Na realidade, essa relação é uma aliança política.
A presidente do STF, em consonância com os protestos marcados para o dia 04, desencavou um dos processos que dormitavam nos recessos profundos do tribunal, contra o presidente do Senado e o tornou réu no 01 de dezembro. Mas nem esse incentivo suplementar aumentou o número de manifestantes. O que mostra que essa aliança opera no vazio social, sem lastro.

Apesar do fracasso dos protestos, um dia depois das débeis manifestações de domingo, num gesto avaliado por muitos com tresloucado, o ministro Marco Aurélio de Mello, por decisão monocrática, concedeu liminar afastando Renan Calheiros das funções de presidente do Senado.

A crise instaurada tem a cara da aliança com a ralé. As estruturas institucionais estão sendo tratadas como objeto de ações de chantagem, retaliação ou de promoção pessoal – não vamos esquecer que, desde que saiu em defesa de Lula em março, falando em “condução sob vara”, Marco Aurélio perdeu 90% do seu prestígio com a classe média e, principalmente, com a mídia, de onde foi exilado. De março até ontem, quando ousou um gesto que pode torná-lo o novo herói da ralé, permanecia enterrado em profundo ostracismo.

Os riscos decorrentes de ações tão grotescas não são medidos. A inteira desmoralização do país no exterior, não é posta na balança. Nenhuma consideração de ordem política, econômica, social, modera as ações dos representantes da justiça em seu nível mais alto. 

Entramos numa lógica de brigas de gangues e decomposição total. É o pior dos cenários possíveis em que o país é lançado na sarjeta aos olhos do mundo.

Para medir o grau da degradação ao nível de fim de feira tumultuada, basta lembrar que à poucos instantes um dos ministros do STF, Gilmar Mendes, que vinha ocupando aquela posição de “herói da ralé”, sendo inclusive atração principal do congresso do MBL ocorrido em 19 e 20 de novembro, deu declarações a um dos blog da Globo sugerindo o impeachment de Marco Aurélio ou o seu afastamento das funções por loucura.

É a degradação total que deixa claro os efeitos de uma aliança com a ralé. O que segue é o mergulho no abismo.



terça-feira, 30 de agosto de 2016

PAU QUEBRA NA PAULISTA NA REPRESSÃO AO FORA TEMER

PAU QUEBRA NA PAULISTA NA REPRESSÃO AO FORA TEMER
 Eduardo Figueiredo / Mídia NINJA:
Manifestação contra o golpe e contra o governo interino de Michel Temer na Avenida Paulista, região central da capital paulista, começou a crescer e a ser reprimida pela Polícia Militar, que joga bombas de gás lacrimogêneo contra os integrantes de movimentos sociais; outras cidades também têm grandes protestos contra o golpe e Temer no dia em que a presidente Dilma Rousseff foi ao Senado se defender e na véspera da votação final do impeachment; Brasília, em frente ao Congresso Nacional, e Rio de Janeiro, na Calendária, são palcos de atos

29 DE AGOSTO DE 2016 ÀS 19:39

SP 247 – A grande manifestação contra o golpe e contra o governo interino de Michel Temer que está sendo realizada na Avenida Paulista, região central da capital paulista, na noite desta segunda-feira 29 está sendo duramente reprimida pela Polícia Militar.
A caminhada começou na Praça do Ciclista, próxima à Rua da Consolação, e começou a crescer sentido Paraíso, com destino final no vão do Masp. A PM joga bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta contra os integrantes de movimentos sociais.
Outras cidades também têm grandes protestos contra o golpe e Temer no dia em que a presidente Dilma Rousseff se defende do Senado no processo de impeachment, na véspera da votação final do julgamento que pode afastá-la definitivamente.

Brasília, em frente ao Congresso Nacional, e Rio de Janeiro, na Calendária, são palcos de alguns desses atos contra o golpe. Confira abaixo o vídeo publicado pela Revista Fórum e leia mais na reportagem da Agência Brasil: