Mostrando postagens com marcador manifestações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador manifestações. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Jornalista diz por que atos pró-Bolsonaro não foram grandes: “Robô não protesta”


Jornalista diz por que atos pró-Bolsonaro não foram grandes: “Robô não protesta”

5 hours ago Vídeo 27/05/2019

Imagem do Google

O jornalista Reinaldo de Azevedo, fez uma análise do porque as manifestações pró-Bolsonaro não foram gigantes, como esperavam setores do bolsonarismo, para “atropelar congresso, supremo e outros” e termina dizendo o porque não houve a presença massiva que se esperava: 

“Robô não protesta”.

ASSISTA:

Reinaldo Azevedo: Robô não protesta!

Publicado em 26 de mai de 2019


Vamos ganhar uma renda extra pessoal?

A cabei de me juntar á bunited.
E achei que é interessante pra você também.
A bunited tem o poder de tornar nosso mundo sustentável. Não é só conversa, mas mudanças substanciais e reais.
E o melhor é que bunited paga para todos que trazem novos membros com sucesso. Muito inovador, não?
Clica ai pra você ver, eu amei isso!
Este é o meu ID de Membro bUnited: BDXD-6740.
É grátis, sem problemas e por uma boa causa.
Boa sorte. 

Doação para o Blog
Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE
Que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir
com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Lima
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

terça-feira, 13 de junho de 2017

“ACHAVA QUE VOCÊ SÓ MENTIA NA TELINHA, MIRIAM’’

“ACHAVA QUE VOCÊ SÓ MENTIA NA TELINHA, MIRIAM’’

 

Passageira do voo 6342 da Avianca, que saiu de Brasília para o Rio de Janeiro em 3 de junho, a professora universitária Lucia Capanema Alvares rebateu artigo da jornalista Miriam Leitão, do Globo, que disse ter sido agredida por militantes do PT; "Fui a última a entrar no avião, e quando o fiz encontrei um voo absolutamente normal. Não notei sua presença pois não havia nenhum tipo de manifestação voltada à sua pessoa", relata Lucia, que na semana passada publicou um texto sobre violação aos direitos no mesmo voo; segundo ela, Miriam Leitão divulgou sobre o episódio uma "nota recheada de inverdades"; confira um vídeo do voo

13 DE JUNHO DE 2017 ÀS 16:56 /

247 - A professora universitária Lucia Capanema Alvares, que estava no voo 6342 da Avianca, o mesmo que Miriam Leitão disse ter sido alvo de agressões verbais por militantes do PT, rebateu o artigo da jornalista publicado nesta terça-feira 13 em que ela relata o episódio.

“Achava que você só mentia na telinha, Miriam”, ironiza Lucia, que lembra: "Fui a última a entrar no avião, e quando o fiz encontrei um voo absolutamente normal. 

Não notei sua presença pois não havia nenhum tipo de manifestação voltada à sua pessoa".

O voo saiu de Brasília para o Rio de Janeiro no dia 3 de junho, último dia do Congresso do PT que acontecia na capital federal. 

Miriam Leitão havia ido a Brasília gravar para a Globonews. Em sua coluna no jornal O Globo, ela conta ter sido xingada, ameaçada e chamada de "terrorista" pelos petistas.

Na semana passada, Lucia Capanema publicou uma denúncia sobre esse mesmo voo, e apontou violação aos direitos dos passageiros por conta da entrada de um agente da Polícia Federal e a filmagem de um dos funcionários da companhia de aviação.

Segundo ela, Miriam Leitão divulgou sobre o episódio uma "nota recheada de inverdades". Confira abaixo um vídeo do voo e a íntegra do relato:


Míriam Leitão e o PT
Como nunca visitei seu blog achava que você só mentia na telinha, Miriam.

Fui a última a entrar no avião, e quando o fiz encontrei um voo absolutamente normal. Não notei sua presença pois não havia nenhum tipo de manifestação voltada à sua pessoa. 

O episódio narrado por mim na semana passada a respeito da entrada de um agente da Polícia Federal no voo 6342 da Avianca no dia 03 de junho foi confirmado em nota oficial pela própria companhia aérea. 

Você pode dizer na melhor das hipóteses que não viu o agente, mas não pode afirmar que "Se esteve lá, ficou na porta do avião e não andou pelo corredor". Andou, dirigiu-se ao passageiro da poltrona 21A e ameaçou-o.

Durante as duas horas de voo nada houve de forma a ameaçá-la, achincalhá-la ou mesmo citá-la nominalmente. 

Por duas ou três vezes entoou-se os já consagrados cânticos "o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo" e "a verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura"; cânticos estes que prescindem da sua presença ou de qualquer pessoa relacionada a empresa em que você trabalha, como se pode notar em todas as manifestações populares de vulto no país.

 Veja bem, estávamos a apenas seis fileiras de distância e eu só fui saber de sua presença na aeronave na segunda-feira seguinte, depois de ter escrito o relato publicado por várias fontes de informação da mídia alternativa.

De acordo com a companhia aérea o piloto requisitou a presença de um policial a bordo, "após a tripulação detectar um tumulto a bordo que poderia atentar à segurança operacional e à integridade dos passageiros". Compreenda-se: Para garantir a alegada integridade de uma "celebridade global". 

Ora, passa pela sua cabeça deturpada quantas pessoas públicas foram e são cotidianamente abordadas de forma negativa nos voos do nosso Brasil afora? Pode você imaginar quantos pobres, negros, nordestinos, foram ofendidos em voos e aeroportos por sua origem humilde? E quantas vezes você acredita terem chamado agentes da Polícia Federal? É sua posição de destaque na abjeta construção de um país cindido que a coloca como celebridade merecedora de tamanho desvelo.

E agora vem com esta nota recheada de inverdades fazer-se de vítima, buscando até mesmo um passado em que você teria sido presa, para assim fazer mais uma vez esse discurso do ódio e da violência? Permita-me dizer, quem cria esse discurso é a emissora a que você pertence, não só no noticiário distorcido como em sua teledramaturgia: Ensina-se não só a odiar o PT e os jovens pobres e negros que se manifestam nas ruas chamando-os de vândalos, mas também como envenenar o marido e sair ilesa, como jogar a sobrinha recém-nascida no lixo e outros horrores. 

Cotidianamente você adentra os lares brasileiros para destilar suas mentiras e seu ódio a governos populares que não lhe garantiram os privilégios que gozava no governo de seu amigo e benfeitor FHC.

 Cotidianamente você constrói o ódio dos brasileiros aos seus pares; porque os 60% mais pobres deste país não podem gostar e apreciar governos e partidos dos seus iguais. 

Você mente para que a população admire e vote somente na elite à qual você pertence. É você quem violenta não só a nossa inteligência, mas também o princípio do amor ao próximo, da igualdade entre os seres humanos. 

Não é surpresa que nesta nota de hoje você ridicularize os conhecimentos históricos de um passageiro, que certamente não teve da vida e do poder público as mesmas benesses que você.

Os petistas do nosso voo não são "profissionais do partido", são militantes e delegados. Você sim, na qualidade de profissional da oligarquia midiática brasileira, se aproveita do episódio para envolver e criminalizar nosso mais querido presidente. 

Deixem-no em paz e verão que ele, mais uma vez, fará história em favor das classes que vocês odeiam.

Lucia Capanema
passageira do voo Avianca 6342 de 03 de junho de 2017
.



Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.
AGRADEÇO A TODOS 


sexta-feira, 17 de março de 2017

MÍDIA ESCONDE FORA TEMER COMO ESCONDEU DIRETAS JÁ

MÍDIA ESCONDE FORA TEMER COMO ESCONDEU DIRETAS JÁ

 

Depois de esconder que 300 mil pessoas foram protestar na Praça da Sé por eleições diretas em 1984, a imprensa minimizou – ou escondeu completamente – as manifestações que levaram 1 milhão de pessoas às ruas ontem contra as reformas do governo e pelo Fora Temer; assim como apenas a Folha de S.Paulo noticiou as diretas na época, foi o único jornal nesta quinta-feira 16 a destacar o protesto que levou 250 mil à Avenida Paulista; jornal O Globo minimizou a paralisação que ocorreu em quase todos os Estados e envolveu categorias importantes, como transportes, bancários e professores; já o Estado de S.Paulo transformou a manifestação e greve dos brasileiros em um problema de trânsito

16 DE MARÇO DE 2017 ÀS 11:01 

247 – As capas dos principais jornais brasileiros nesta quinta-feira 16 escondendo ou minimizando as manifestações que levaram 1 milhão de brasileiros ontem às ruas contra as reformas do governo e pelo Fora Temer lembram um fato similar em 1984, quando a mídia escondeu que 300 mil pessoas foram à Praça da Sé pedir por Diretas Já.

Como ocorreu à época, quando apenas a Folha de S.Paulo noticiou o protesto, o jornal da família Frias foi o único também hoje a dar destaque principal na capa para a manifestação que levou 250 mil, segundo a CUT, à Avenida Paulista. A foto do protesto publicada no site, porém, mostrava um plano fechado na região do Masp, enquanto o ato tomava toda a Paulista (veja aqui a comparação da Midia Ninja).

O Globo, do Rio, minimizou os protestos que tomaram praticamente todos os Estados do País, em capitais e cidades do interior, e levaram à paralisação de diversas categorias importantes, como nos transportes, de professores e bancários, dando na capa uma notícia em espaço secundário, com foto de plano fechado, sob o título: "Milhares protestam contra reforma".

Já o Estado de S.Paulo decidiu ignorar a paralisação nacional e transformá-la num problema de trânsito: "Ato contra reformas trava SP e afeta capitais". A chamada na capa é acompanhada de uma foto de estação lotada de metrô, uma vez que o transporte público parou. Ônibus e professores foram as únicas greves noticiadas no Estadão. 

Na parte interna, o problema de trânsito se intensifica no lugar das manifestações: "Paralisação no transporte público trava São Paulo e aplicativo vira opção".

Segundo disse ontem o presidente da CUT, Vagner Freitas, em entrevista à TV 247 (veja aqui), houve adesão de greve na educação, em caráter nacional, transportes, bancários, químicos, metalúrgicos, além de setor público municipal em muitas cidades.

Segundo ele, aderiram também aos protestos centrais sindicais que não são ligadas à CUT, mas a partidos governistas, como o PSDB.



terça-feira, 6 de setembro de 2016

Orientação para que PM paulista seja 'truculenta' com manifestantes partiu de Brasília

Orientação para que PM paulista seja 'truculenta' com manifestantes partiu de Brasília
Ministro da justiça nomeado por Michel Temer atua nos bastidores para inflamar policiais militares
Publicado: 6 setembro 2016 WEB NEWS VIRAL  Especialista em Brasil
Polícia Militar avança contra manifestantes em São Paulo, no último domingo, 4 (Foto: Mídia Ninja)
Polícia Militar avança contra manifestantes em São Paulo, no
 último domingo, 4 (Foto: Mídia Ninja)

A orientação para que a #Polícia Militar de São Paulo aja com rigor contra os manifestantes que pedem novas eleições e a saída de Michel Temer da presidência da república partiu do ministro da justiça, Alexandre de Moraes. A informação foi revelada nesta terça-feira, 6, pelo jornal Folha de São Paulo. De acordo com o veículo, o ministro possui relação bastante íntima com o secretário de segurança pública de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, e usa esta proximidade para causar um aumento na tensão entre policiais e manifestantes. A Folha obteve a informação com um secretário do governo paulista, mas não revelou seu nome. A influência negativa do ministro sobre os rumos da secretaria de segurança é tanta que já causa um mal-estar no gabinete de Geraldo Alckmin. Aliados do governador acreditam que as ações de Alexandre nos bastidores estão prejudicando a imagem de Geraldo Alckimin e diminuindo sua popularidade.
Resultado de imagem para agressão policial brasil
Passado problemático
O ministro da justiça foi secretário de segurança pública de São Paulo entre os anos de 2014 e 2016. Sua passagem à frente da pasta foi marcada por controvérsias e denúncias de abuso policial. Foi em sua gestão que a polícia paulista utilizou pela primeira vez blindados israelenses para dissipar protestos. Um dos casos mais criticados foi o da ocupação das escolas por movimentos estudantis. As Geraldo Alckimin  de rua dos estudantes foram reprimidas com força excessiva da polícia, de acordo com alguns críticos, assim como a desocupação de algumas escolas. Além disso, no ano de 2015 cerca de 25% de todos os assassinatos cometidos em São Paulo foram feitos por policiais militares, de acordo com a TV Globo. 
Resultado de imagem para agressão policial
Repressão ao movimento "Fora Temer"

A revelação de que a ordem para atacar os manifestantes partiu de um ministro de Michel Temer acontece poucos dias depois do maior protesto "Fora Temer" ser realizado em São Paulo. A manifestação do último domingo, 4, reuniu cerca de 100 mil pessoas na avenida Paulista. O protesto era pacífico até chegar ao seu final, quando alguns baderneiros começaram a quebrar lixeiras e espalhar e queimar o lixo pelas ruas do centro da capital paulista. A PM utilizou bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar tanto os baderneiros quanto as pessoas que participaram da manifestação e estavam apenas voltando para casa. Além disso, 21 estudantes que estavam na concentração do ato foram presos antes mesmo da manifestação começar e sem terem cometido nenhum crime, de acordo com os organizadores do protesto. 

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A Globo e sua ridícula tentativa de esconder as manifestações contra Temer!

A Globo e sua ridícula tentativa de esconder as manifestações contra Temer!
13245439_369328089857741_526680878603847368_n
Foto: Jornalistas Livres

Globo repete 1984 ao esconder protestos pelo ‘Fora Temer’ no país
Ao esconder 40 mil belorizontinos recepcionando a presidente Dilma Rousseff (PT) e gritando ‘Fora Temer’, na sexta (20), a TV Globo repetiu 1984 quando, em plena ditadura militar, a emissora escondeu 300 mil pessoas na Praça da Sé, em São Paulo, no comício das ‘Diretas Já’ para presidente da República.
A Globo e os jornalões que compõem a velha mídia golpista também têm escondido outros eventos que pedem a saída do governo precário Michel Temer (PMDB). Ao logo dos últimos 10 dias, foram incontáveis protestos pela democracia e pelo ‘Fora Temer’.

A censura às manifestações populares e artísticas remonta há 32 anos, numa época que era proibido discordar do regime fardado. Agora, a liberdade de expressão segue ameaçada por uma ditadura civil jurídica-política-midiática.
Em Porto Alegre, ocorreram diversos protestos contra os retrocessos do interino Temer. A ilegitimidade do governo provisório também mobilizou Curitiba, São Paulo, Rio, Brasília, Macapá, Recife, Salvador, dentre outras capitais e cidades importantes do país. No entanto, a velha mídia na qualidade de sócia do golpe de Estado vem censurando essas manifestações plurais e suprapartidárias.
A pergunta ainda continua pertinente: até quando conseguirão censurar uma nação inteira que grita a plenos pulmões ‘Fora Temer’?

A censura de 32 anos atrás, na Sé, ao menos a TV Globo mentia que se tratava de comemoração dos 430 anos de São Paulo. Agora, em plena democracia, a emissora sequer registra as presenças da presidente eleita e de milhões nas ruas brasileiras.

Próximo à decisão do Senado, esquerda faz manifestação maior que direita em São Paulo

POLÍTICA
Próximo à decisão do Senado, esquerda faz manifestação maior que direita em São Paulo
Grupos favoráveis e contra o impeachment realizaram protestos na cidade neste domingo (31) Gisele Brito e Rafael Tatemoto  São Paulo (SP), 31 de Julho de 2016 às 20:00

Ato da esquerda no Largo da Batata reuniu 60 mil pessoas, segundo organizadores - Créditos: Gisele Brito
Ato da esquerda no Largo da Batata reuniu 60 mil pessoas, 
segundo organizadores / Gisele Brito
A cidade de São Paulo (SP) presenciou duas manifestações políticas neste domingo (31), semanas antes da data prevista para a decisão final do Senado sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. De um lado, grupos que defendem o afastamento da petista se reuniram na avenida Paulista. De outro, com maior número de participantes, os movimentos que compõe a Frente Povo Sem Medo iniciaram sua manifestação no Largo da Batata, zona oeste da capital paulista.
Enquanto a direita pedia a confirmação do impeachment de Dilma, a Povo Sem medo exigia a saída de Michel Temer (PMDB).
Esquerda
Segundo a Frente Povo Sem Medo, 60 mil pessoas estiveram presentes no protesto. A Polícia Militar não divulgou estimativas. O mote da mobilização foi o “Fora Temer” e “o povo deve decidir”, em referência à ideia de um plebiscito sobre a convocação de novas eleições. Ainda que a última proposta tenha sido evocada em muitos momentos, não era consenso entre os presentes no ato.
Mauro Gonçalves, pedreiro, falou que acha que “eleição não adianta”. Para ele, “tem que sair esses safados que estão aí, e entrar quem se preocupe com o povo”. Além dele, um grupo carregava uma faixa com a frase “Volta, Querida”, em referência à presidenta afastada.
Já Rosa Gusmões, professora, falou acredita que o melhor seriam novas eleições, porque o povo poderia decidir, e “o melhor não seria o Temer e o grupo dele”.
Na abertura do protesto, Guilherme Boulos, coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), declarou: “Vamos ter que reinventar os caminhos da esquerda, caminhando por aí. O único passo possível agora é com o povo, e esse passo só se consolida na rua”.
Os manifestantes pretendiam sair do Largo da Batata em direção ao escritório de Temer na região, mas foram impedidos por policiais fortemente armados. Então, a marcha foi direcionada para a praça Pan-americana, próxima à residência do presidente interino.
No final do ato, tentou-se queimar um boneco de papelão de Temer, como representação do que há de ruim no governo. “Ele é tão ruim, que nem queimar, queima”, brincou um manifestante. O boneco foi então pisoteado.
Direita
Na Paulista, os grupos pró-impeachment realizaram a menor manifestação de rua desde que o processo contra Dilma foi iniciado. Alguns manifestantes se reuniram em torno dos carros de som, deixando o percurso da avenida livre para passagem, utilizada também por pessoas que aproveitam a liberação da via para pedestres nos domingos. Em outras ocasiões, até mesmo as ruas laterais à Paulista estiveram ocupadas.
Entre os carros de som, destacavam-se o do Revoltados Online, do Vem Pra Rua e um que pedia o retorno dos militares ao governo, promovido pela União Nacional Democrática e a Liga Cristã Mundial, que também protestava contra a “islamização” do país.
“A ditadura foi boa porque foram 20 anos de sossego, sem bandido, sem ladrão, sem desemprego. A corrupção tinha um pouquinho, mas não igual ao que é hoje”, afirmou um dos manifestantes à reportagem.
Apesar do forte discurso contra a corrupção em geral, todas as falas, bem como faixas e cartazes, faziam referência apenas a políticos do Partido dos Trabalhadores, com exceção de alguns integrantes do Supremo Tribunal Federal e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). Estiveram presentes figuras representativas da “nova direita” brasileira, como Alexandre Frota, Eduardo Bolsonaro, Sara Winter e Marco Antônio Villa.
Nem os organizadores do evento nem a Polícia Militar informaram o número de participantes.


*Edição: Vivian Fernandes