O jornalista
Reinaldo de Azevedo, fez uma análise do porque as manifestações pró-Bolsonaro
não foram gigantes, como esperavam setores do bolsonarismo, para “atropelar
congresso, supremo e outros” e termina dizendo o porque não houve a presença
massiva que se esperava:
Passageira do voo 6342 da Avianca, que saiu de Brasília para
o Rio de Janeiro em 3 de junho, a professora universitária Lucia Capanema
Alvares rebateu artigo da jornalista Miriam Leitão, do Globo, que disse
ter sido agredida por militantes do PT; "Fui a última a entrar no avião, e
quando o fiz encontrei um voo absolutamente normal. Não notei sua presença pois
não havia nenhum tipo de manifestação voltada à sua pessoa", relata Lucia,
que na semana passada publicou um texto sobre violação aos direitos no mesmo
voo; segundo ela, Miriam Leitão divulgou sobre o episódio uma "nota
recheada de inverdades"; confira um vídeo do voo
13 DE JUNHO DE 2017 ÀS 16:56 /
247 - A professora universitária Lucia Capanema
Alvares, que estava no voo 6342 da Avianca, o mesmo que Miriam Leitão disse ter sido alvo de agressões verbais por
militantes do PT, rebateu o artigo da jornalista publicado nesta terça-feira 13
em que ela relata o episódio.
“Achava que você só mentia na telinha, Miriam”, ironiza
Lucia, que lembra: "Fui a última a entrar no avião, e quando o fiz
encontrei um voo absolutamente normal.
Não notei sua presença pois não havia
nenhum tipo de manifestação voltada à sua pessoa".
O voo saiu de Brasília para o Rio de Janeiro no dia 3 de
junho, último dia do Congresso do PT que acontecia na capital federal.
Miriam
Leitão havia ido a Brasília gravar para a Globonews. Em sua coluna no jornal O
Globo, ela conta ter sido xingada, ameaçada e chamada de "terrorista"
pelos petistas.
Na semana passada, Lucia Capanema publicou uma denúncia sobre esse mesmo voo, e apontou
violação aos direitos dos passageiros por conta da entrada de um agente da
Polícia Federal e a filmagem de um dos funcionários da companhia de aviação.
Segundo ela, Miriam Leitão divulgou sobre o episódio uma
"nota recheada de inverdades". Confira abaixo um vídeo do voo e a
íntegra do relato:
Míriam Leitão e o PT
Como nunca visitei seu blog achava que você só mentia na
telinha, Miriam.
Fui a última a entrar no avião, e quando o fiz encontrei um
voo absolutamente normal. Não notei sua presença pois não havia nenhum tipo de
manifestação voltada à sua pessoa.
O episódio narrado por mim na semana passada
a respeito da entrada de um agente da Polícia Federal no voo 6342 da Avianca no
dia 03 de junho foi confirmado em nota oficial pela própria companhia aérea.
Você pode dizer na melhor das hipóteses que não viu o agente, mas não pode
afirmar que "Se esteve lá, ficou na porta do avião e não andou pelo
corredor". Andou, dirigiu-se ao passageiro da poltrona 21A e ameaçou-o.
Durante as duas horas de voo nada houve de forma a
ameaçá-la, achincalhá-la ou mesmo citá-la nominalmente.
Por duas ou três vezes
entoou-se os já consagrados cânticos "o povo não é bobo, abaixo a Rede
Globo" e "a verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura";
cânticos estes que prescindem da sua presença ou de qualquer pessoa relacionada
a empresa em que você trabalha, como se pode notar em todas as manifestações populares
de vulto no país.
Veja bem, estávamos a apenas seis fileiras de distância e eu
só fui saber de sua presença na aeronave na segunda-feira seguinte, depois de
ter escrito o relato publicado por várias fontes de informação da mídia
alternativa.
De acordo com a companhia aérea o piloto requisitou a presença
de um policial a bordo, "após a tripulação detectar um tumulto a bordo que
poderia atentar à segurança operacional e à integridade dos passageiros".
Compreenda-se: Para garantir a alegada integridade de uma "celebridade
global".
Ora, passa pela sua cabeça deturpada quantas pessoas públicas
foram e são cotidianamente abordadas de forma negativa nos voos do nosso Brasil
afora? Pode você imaginar quantos pobres, negros, nordestinos, foram ofendidos
em voos e aeroportos por sua origem humilde? E quantas vezes você acredita
terem chamado agentes da Polícia Federal? É sua posição de destaque na abjeta
construção de um país cindido que a coloca como celebridade merecedora de
tamanho desvelo.
E agora vem com esta nota recheada de inverdades fazer-se de
vítima, buscando até mesmo um passado em que você teria sido presa, para assim
fazer mais uma vez esse discurso do ódio e da violência? Permita-me dizer, quem
cria esse discurso é a emissora a que você pertence, não só no noticiário
distorcido como em sua teledramaturgia: Ensina-se não só a odiar o PT e os
jovens pobres e negros que se manifestam nas ruas chamando-os de vândalos, mas
também como envenenar o marido e sair ilesa, como jogar a sobrinha
recém-nascida no lixo e outros horrores.
Cotidianamente você adentra os lares
brasileiros para destilar suas mentiras e seu ódio a governos populares que não
lhe garantiram os privilégios que gozava no governo de seu amigo e benfeitor
FHC.
Cotidianamente você constrói o ódio dos brasileiros aos seus pares; porque
os 60% mais pobres deste país não podem gostar e apreciar governos e partidos
dos seus iguais.
Você mente para que a população admire e vote somente na elite
à qual você pertence. É você quem violenta não só a nossa inteligência, mas
também o princípio do amor ao próximo, da igualdade entre os seres humanos.
Não
é surpresa que nesta nota de hoje você ridicularize os conhecimentos históricos
de um passageiro, que certamente não teve da vida e do poder público as mesmas
benesses que você.
Os petistas do nosso voo não são "profissionais do
partido", são militantes e delegados. Você sim, na qualidade de
profissional da oligarquia midiática brasileira, se aproveita do episódio para
envolver e criminalizar nosso mais querido presidente.
Deixem-no em paz e verão
que ele, mais uma vez, fará história em favor das classes que vocês odeiam.
Lucia Capanema
passageira do voo Avianca 6342 de 03 de junho de 2017.
Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver
postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo
bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias
de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest,
ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.
Depois de esconder que 300 mil pessoas foram protestar na
Praça da Sé por eleições diretas em 1984, a imprensa minimizou – ou escondeu
completamente – as manifestações que levaram 1 milhão de pessoas às ruas ontem
contra as reformas do governo e pelo Fora Temer; assim como apenas a Folha de
S.Paulo noticiou as diretas na época, foi o único jornal nesta quinta-feira 16
a destacar o protesto que levou 250 mil à Avenida Paulista; jornal O Globo
minimizou a paralisação que ocorreu em quase todos os Estados e envolveu
categorias importantes, como transportes, bancários e professores; já o Estado
de S.Paulo transformou a manifestação e greve dos brasileiros em um problema de
trânsito
16 DE MARÇO DE 2017 ÀS 11:01
247 – As capas dos principais jornais brasileiros nesta
quinta-feira 16 escondendo ou minimizando as manifestações que levaram 1 milhão
de brasileiros ontem às ruas contra as reformas do governo e pelo Fora Temer
lembram um fato similar em 1984, quando a mídia escondeu que 300 mil pessoas
foram à Praça da Sé pedir por Diretas Já.
Como ocorreu à época, quando apenas a Folha de S.Paulo
noticiou o protesto, o jornal da família Frias foi o único também hoje a dar
destaque principal na capa para a manifestação que levou 250 mil, segundo a
CUT, à Avenida Paulista. A foto do protesto publicada no site, porém, mostrava
um plano fechado na região do Masp, enquanto o ato tomava toda a Paulista (veja
aqui a comparação da Midia Ninja).
O Globo, do Rio, minimizou os protestos que tomaram
praticamente todos os Estados do País, em capitais e cidades do interior, e
levaram à paralisação de diversas categorias importantes, como nos transportes,
de professores e bancários, dando na capa uma notícia em espaço secundário, com
foto de plano fechado, sob o título: "Milhares protestam contra
reforma".
Já o Estado de S.Paulo decidiu ignorar a paralisação
nacional e transformá-la num problema de trânsito: "Ato contra reformas
trava SP e afeta capitais". A chamada na capa é acompanhada de uma foto de
estação lotada de metrô, uma vez que o transporte público parou. Ônibus e
professores foram as únicas greves noticiadas no Estadão.
Na parte interna, o
problema de trânsito se intensifica no lugar das manifestações:
"Paralisação no transporte público trava São Paulo e aplicativo vira
opção".
Segundo disse ontem o presidente da CUT, Vagner Freitas, em
entrevista à TV 247 (veja aqui), houve adesão de greve na educação, em caráter
nacional, transportes, bancários, químicos, metalúrgicos, além de setor público
municipal em muitas cidades.
Segundo ele, aderiram também aos protestos
centrais sindicais que não são ligadas à CUT, mas a partidos governistas, como
o PSDB.
Orientação para que PM paulista seja 'truculenta' com
manifestantes partiu de Brasília
Ministro da justiça nomeado por Michel Temer atua nos
bastidores para inflamar policiais militares
Publicado: 6 setembro 2016 WEB NEWS VIRAL Especialista em Brasil
Polícia Militar avança contra manifestantes em São Paulo, no
último domingo, 4 (Foto: Mídia Ninja)
A orientação para que a #Polícia Militar de São Paulo
aja com rigor contra os manifestantes que pedem novas eleições e a saída de Michel
Temer da presidência da república partiu do ministro da justiça, Alexandre de Moraes. A
informação foi revelada nesta terça-feira, 6, pelo jornal Folha de São Paulo.
De acordo com o veículo, o ministro possui relação bastante íntima com o
secretário de segurança pública de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho,
e usa esta proximidade para causar um aumento na tensão entre policiais e
manifestantes. A Folha obteve a informação com um secretário do governo
paulista, mas não revelou seu nome. A influência negativa do ministro sobre os
rumos da secretaria de segurança é tanta que já causa um mal-estar no gabinete
de Geraldo Alckmin. Aliados do governador acreditam que as ações de Alexandre
nos bastidores estão prejudicando a imagem de Geraldo Alckimin e diminuindo sua
popularidade.
Passado problemático
O ministro da justiça foi secretário de segurança pública de
São Paulo entre os anos de 2014 e 2016. Sua passagem à frente da pasta foi
marcada por controvérsias e denúncias de abuso policial. Foi em sua gestão que
a polícia paulista utilizou pela primeira vez blindados israelenses para dissipar
protestos. Um dos casos mais criticados foi o da ocupação das escolas por
movimentos estudantis. As Geraldo Alckimin de rua dos estudantes foram reprimidas
com força excessiva da polícia, de acordo com alguns críticos, assim como a
desocupação de algumas escolas. Além disso, no ano de 2015 cerca de 25% de
todos os assassinatos cometidos em São Paulo foram feitos por policiais
militares, de acordo com a TV Globo.
Repressão ao movimento "Fora Temer"
A revelação de que a ordem para atacar os manifestantes
partiu de um ministro de Michel Temer acontece poucos dias depois do maior
protesto "Fora Temer" ser realizado em São Paulo. A manifestação
do último domingo, 4, reuniu cerca de 100 mil pessoas na avenida Paulista. O
protesto era pacífico até chegar ao seu final, quando alguns baderneiros
começaram a quebrar lixeiras e espalhar e queimar o lixo pelas ruas do centro
da capital paulista. A PM utilizou bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e
balas de borracha para dispersar tanto os baderneiros quanto as pessoas que
participaram da manifestação e estavam apenas voltando para casa. Além disso,
21 estudantes que estavam na concentração do ato foram presos antes mesmo da
manifestação começar e sem terem cometido nenhum crime, de acordo com os
organizadores do protesto.
Ao esconder 40 mil belorizontinos recepcionando a presidente
Dilma Rousseff (PT) e gritando ‘Fora Temer’, na sexta (20), a TV Globo repetiu
1984 quando, em plena ditadura militar, a emissora escondeu 300 mil pessoas na
Praça da Sé, em São Paulo, no comício das ‘Diretas Já’ para presidente da
República.
A Globo e os jornalões que compõem a velha mídia golpista
também têm escondido outros eventos que pedem a saída do governo precário
Michel Temer (PMDB). Ao logo dos últimos 10 dias, foram incontáveis protestos
pela democracia e pelo ‘Fora Temer’.
A censura às manifestações populares e artísticas remonta há
32 anos, numa época que era proibido discordar do regime fardado. Agora, a
liberdade de expressão segue ameaçada por uma ditadura civil
jurídica-política-midiática.
Em Porto Alegre, ocorreram diversos protestos contra os
retrocessos do interino Temer. A ilegitimidade do governo provisório também
mobilizou Curitiba, São Paulo, Rio, Brasília, Macapá, Recife, Salvador, dentre
outras capitais e cidades importantes do país. No entanto, a velha mídia na
qualidade de sócia do golpe de Estado vem censurando essas manifestações
plurais e suprapartidárias.
A pergunta ainda continua pertinente: até quando conseguirão
censurar uma nação inteira que grita a plenos pulmões ‘Fora Temer’?
A censura de 32 anos atrás, na Sé, ao menos a TV Globo
mentia que se tratava de comemoração dos 430 anos de São Paulo. Agora, em plena
democracia, a emissora sequer registra as presenças da presidente eleita e de
milhões nas ruas brasileiras.
Próximo à decisão do Senado, esquerda faz manifestação maior
que direita em São Paulo
Grupos favoráveis e contra o impeachment realizaram
protestos na cidade neste domingo (31) Gisele Brito e Rafael TatemotoSão Paulo (SP), 31 de Julho de 2016 às
20:00
Ato da esquerda no Largo da Batata reuniu 60 mil pessoas,
segundo organizadores / Gisele Brito
A cidade de São Paulo (SP) presenciou duas manifestações
políticas neste domingo (31), semanas antes da data prevista para a decisão
final do Senado sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. De um lado,
grupos que defendem o afastamento da petista se reuniram na avenida Paulista.
De outro, com maior número de participantes, os movimentos que compõe a Frente
Povo Sem Medo iniciaram sua manifestação no Largo da Batata, zona oeste da
capital paulista.
Enquanto a direita pedia a confirmação do impeachment de
Dilma, a Povo Sem medo exigia a saída de Michel Temer (PMDB).
Esquerda
Segundo a Frente Povo Sem Medo, 60 mil pessoas estiveram
presentes no protesto. A Polícia Militar não divulgou estimativas. O mote da
mobilização foi o “Fora Temer” e “o povo deve decidir”, em referência à ideia
de um plebiscito sobre a convocação de novas eleições. Ainda que a última
proposta tenha sido evocada em muitos momentos, não era consenso entre os
presentes no ato.
Mauro Gonçalves, pedreiro, falou que acha que “eleição não
adianta”. Para ele, “tem que sair esses safados que estão aí, e entrar quem se
preocupe com o povo”. Além dele, um grupo carregava uma faixa com a frase
“Volta, Querida”, em referência à presidenta afastada.
Já Rosa Gusmões, professora, falou acredita que o melhor
seriam novas eleições, porque o povo poderia decidir, e “o melhor não seria o
Temer e o grupo dele”.
Na abertura do protesto, Guilherme Boulos, coordenador
nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), declarou: “Vamos ter
que reinventar os caminhos da esquerda, caminhando por aí. O único passo
possível agora é com o povo, e esse passo só se consolida na rua”.
Os manifestantes pretendiam sair do Largo da Batata em
direção ao escritório de Temer na região, mas foram impedidos por policiais
fortemente armados. Então, a marcha foi direcionada para a praça Pan-americana,
próxima à residência do presidente interino.
No final do ato, tentou-se queimar um boneco de papelão de
Temer, como representação do que há de ruim no governo. “Ele é tão ruim, que
nem queimar, queima”, brincou um manifestante. O boneco foi então pisoteado.
Direita
Na Paulista, os grupos pró-impeachment realizaram a menor
manifestação de rua desde que o processo contra Dilma foi iniciado. Alguns
manifestantes se reuniram em torno dos carros de som, deixando o percurso da
avenida livre para passagem, utilizada também por pessoas que aproveitam a
liberação da via para pedestres nos domingos. Em outras ocasiões, até mesmo as
ruas laterais à Paulista estiveram ocupadas.
Entre os carros de som, destacavam-se o do Revoltados
Online, do Vem Pra Rua e um que pedia o retorno dos militares ao governo,
promovido pela União Nacional Democrática e a Liga Cristã Mundial, que também
protestava contra a “islamização” do país.
“A ditadura foi boa porque foram 20 anos de sossego, sem
bandido, sem ladrão, sem desemprego. A corrupção tinha um pouquinho, mas não
igual ao que é hoje”, afirmou um dos manifestantes à reportagem.
Apesar do forte discurso contra a corrupção em geral, todas
as falas, bem como faixas e cartazes, faziam referência apenas a políticos do
Partido dos Trabalhadores, com exceção de alguns integrantes do Supremo
Tribunal Federal e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). Estiveram
presentes figuras representativas da “nova direita” brasileira, como Alexandre
Frota, Eduardo Bolsonaro, Sara Winter e Marco Antônio Villa.
Nem os organizadores do evento nem a Polícia Militar
informaram o número de participantes.