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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

BOMBA: COLUNISTA DA VEJA DENUNCIA “AJUDA FINANCEIRA” DA FIESP PARA BOLSONARO ATRAVÉS DE SKAF; CONFIRA!


BOMBA: COLUNISTA DA VEJA DENUNCIA “AJUDA FINANCEIRA” DA FIESP PARA BOLSONARO ATRAVÉS DE SKAF; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 15 de novembro de 2019

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Imagem do Google

Revista Veja desta sexta-feira (15) revela que o advogado Admar Gonzaga, ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atua gratuitamente – pro bono – para Jair Bolsonaro enquanto recebe por contrato feito com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Admar Gonzaga seria um dos articuladores entre Bolsonaro e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que, segundo a revista, atua 
“ativamente” na estruturação da Aliança pelo Brasil, novo partido lançado pelo presidente, que anunciou sua saída esta semana do PSL.

Skaf colocou a estrutura da Fiesp para viabilizar o partido para que possa disputar o governo de São Paulo em 2022 – ou a prefeitura, no ano que vem – com Bolsonaro no palanque.

Em recente visita à China, Bolsonaro teve a companhia de Skaf que, em nenhum momento, criticou medidas de abertura econômica com o país comunista, que deve afetar diretamente as indústrias brasileiras.

Click Política

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BAIXARIA: APÓS POSSÍVEL VETO DE BOLSONARO NA ESCOLHA DO SEU VICE, “PRÍNCIPE” AFIRMA QUE NÃO É GAY; CONFIRA!


Escrito por Portal Click Política 15 de novembro de 2019

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Imagem do Google

Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-RJ), conhecido como “Príncipe”, enviou áudio a um grupo de ativistas onde afirma que não é gay e “nem sei onde é que faz suruba gay”. 

Ele responde à coluna de Mônica Bergamo a revelação feita pelo deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) sobre os motivos que levaram o presidente Jair Bolsonaro a vetá-lo como vice.

De acordo com Frota, Bolsonaro não o escolheu por ter um vídeo onde ele participava de uma “suruba gay”.

“Eu não sou gay afirma Orleans e Bragança no áudio, rindo. Segundo ele, “talvez isso até me ganhe vários pontos aí com a comunidade LGBT”. Mas não seria verdadeiro.

Segundo o “Príncipe”, Bolsonaro explicou que não o convidou porque recebeu dossiês de Gustavo Bebianno, então coordenador de sua campanha presidencial, que o desabonariam.

“Ele [Bolsonaro] falou alguma coisa que o Bebianno armou para cima de mim, montou um monte de dossiê lá contra mim. 

E que ele, baseado nisso, tomou a decisão. Falou ‘não, é Mourão [que será candidato a vice]’. 

Mas deveria ter sido eu porque em função desses dossiês que ele tomou a decisão”, afirma Orleans e Bragança. 

“Ele não falou assim ‘ah, o Mourão é uma porcaria’”, diz o deputado.

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domingo, 26 de março de 2017

Manifestações do MBL fracassam – Fiasco deve ser desastroso para Lava Jato

Manifestações do MBL fracassam – Fiasco deve ser desastroso para Lava Jato
DOMINGO 26 MARÇO 2017
Escrito por Bajonas Teixeira, Postado em Bajonas Teixeira
 
(Foto: Reprodução/TV Globo) Por Bajonas Teixeira, colunista de
política do Cafezinho

A Avenida Paulista está congestionada de caminhões, são nada menos que seis trios elétricos gigantescos (o que mostra que os grupos estão muito bem financiados). Curiosamente, contudo, faltam manifestantes para preencher o vazio na frente do MASP, como revela a foto postada pela Globo agora há pouco. Como publicamos pela manhã aqui no Cafezinho, os números do Facebook apontavam um grande desastre para o MBL e o VEM PRA RUA nos protestos de hoje.  

As primeiras coberturas confirmaram essa análise.


A Folha de São Paulo fala em “baixa adesão” mas isso é puro eufemismo. Na verdade, se trata de uma completa deserção da classe média dos seus “movimentos” de direita. 

É a mesma conclusão que se tira dos dados expostos pela Globo na reportagem Cidades pelo país têm manifestações a favor da Lava Jato neste domingo. A arrogância da direita recebeu um duro golpe e, daqui para frente, terá que andar com a crista muito baixa.

E isso terá grandes consequências, é óbvio, para a Lava Jato. A começar pela retomada no Congresso da lei de abuso de autoridade. Dificilmente, embora venha desconversando, Eunício Oliveira (PMDB-CE) deixará de votar a lei no Senado, nesse momento de enfraquecimento da Lava Jato e de indiferença da classe média pelo combate à corrupção.

O que explica o desinteresse da classe média ao chamamento dos seus movimentos de direita? O motivo principal é o mais óbvio possível: a classe média, que tantas vezes correu iludida para as ruas, vestindo a camisa amarela da CBF e portando o patinho de borracha da FIESP, acordou do sonho dentro de um pesadelo. 

Parte significativa da classe média é formada por funcionários públicos e eles estão sob a ameaça de perdas de todo tipo: o congelamento dos salários para atender ao ajuste fiscal, o fim da aposentadoria, a perda de garantias trabalhistas. 

Outra parte significativa desse grupo, é a de profissionais liberais, pequenos empresários e negociantes, igualmente triturados pela crise. Enfim, são muitas pauladas na cabeça.

Em troca do combate fictício, ou, no máximo, pontual e seletivo, à corrupção, as massas da classe média descobrem que serão tratadas como cães danados. Ou seja, à pauladas.

Serviram de recheio, de massa de manobra, formaram as legiões de zumbis amarelos que gritavam vivas à PM e aos militares, e pediam o fim do governo Dilma. Mas, mal acabaram as tomadas abertas, em que era preciso uma multidão de figurantes (tão idiotas que até compraram a indumentária e bancavam o deslocamento para as locações), a deslumbrada classe média foi posta entre os alvos a serem liquidados.

Ela já pode se preparar para se tornar uma “nova classe média”. Aquela classe média que, no projeto de Lula, cabia aos pobres periféricos (mas para eles tornar-se  “nova classe média” era ascensão social), é o que Temer projeta para o futuro da classe média atual, ou seja, poderão comprar seu eletrodomésticos no Magazine Luiza e pagar o plano do smartphone. Não muito mais que isso.

Ela já deve ter começa a sentir uma imensa saudade dos anos de Lula e do PT em que foi, infelizmente, paparicada e tratada a pão de ló. Nesse período, toda a frota de veículos da classe média foi trocada, muitos compraram carros de luxo, a maioria viajou ao exterior, com os altos salários, em especial no funcionalismo público, a classe média investiu em imóveis e deu o pontapé inicial para os filhos prosperarem nos negócios.  Agora tudo ruiu.

Com o nítido recuo da classe média das ruas, quem mais perde cobertura é a Lava Jato. Apavorada diante da perspectiva de votação da lei contra o abuso de autoridade, não será surpresa se, já na próxima semana, comecemos a deparar uma avalanche insana de vazamentos contra os políticos à frente da mobilização em favor daquela lei.

Se a lei for aprovada, é provável que já no dia seguinte, Moro diga a nação que, como já havia anunciado mais de uma vez, está cansado e precisa de alguns anos de férias. Aproveitará o descanso para estudar nos Estados Unidos. Feito isso, então, passará a ocupação para outro. 

E esse pode bem ser o lúgubre fim da Lava Jato.




sábado, 14 de janeiro de 2017

Temer e a Fiesp prometeram o paraíso, mas barão do aço agora chora nos jornais

Temer e a Fiesp prometeram o paraíso, mas barão do aço agora chora nos                                  jornais
12 de janeiro de 2017 às 23h35
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Falências crescem e golpista pede penico!


A elite empresarial, que orquestrou e financiou o “golpe dos corruptos”, garantiu aos patos que bastaria depor a presidenta Dilma para que a economia voltasse a crescer.

Um famoso escravocrata, dono das Lojas Riachuelo, chegou a afirmar que a recuperação seria “instantânea” – poucos meses depois, a sua empresa reconheceu um prejuízo recorde nos negócios.

A mídia amplificou a falácia e os “midiotas” acreditaram piamente.
Agora, porém, até os mais tapados já fofocam envergonhados que foram usados como massa de manobra.

Nesta semana, mais um indicador econômico confirmou a mentira da cloaca burguesa.
O número de empresas que pediram falência em 2016 cresceu 12,2%.

A maior quebradeira ocorreu no setor de serviços: 39%. Mas o crescimento mais significativo se deu na indústria, responsável por 37% dos pedidos de falência – alta de 14,2% na comparação com 2015. Apesar da desgraceira, o Judas Michel Temer garante que tudo vai melhorar neste ano.

Para difundir esta bravata, ele derrama milhões em publicidade e a mídia mercenária cumpre seu papel venal.

A Folha golpista, por exemplo, jurou nesta terça-feira (10) que “o quadro atual é grave, mas os primeiros sinais positivos começaram a surgir no fim de 2016… A estimativa é que o número de pedidos pare de crescer em 2017, fato que já seria considerado positivo”. Você acredita nesta bravata?

Outro dado assustador foi divulgado pela consultoria Serasa Experian, que apontou que o movimento dos consumidores nas lojas de todo o país caiu 6,6% em 2017 em relação a 2016.

Foi o pior resultado do varejo desde o início do levantamento, realizado há 16 anos. Com esta façanha, o Judas Michel Temer superou até o detestado FHC. Em 2002, último ano do trágico reinado tucano, a queda no comércio foi de 4,9%.

Ainda segundo a Serasa, a maior retração no ano passado se deu no segmento de veículos, motos e peças, com queda de 13% nas vendas. 

Já o setor do escravocrata da Riachuelo, do comércio de vestuários, tecidos e calçados, teve queda de 12,6% no ano passado.

A lamúria do “barão do aço”
Diante deste cenário, até alguns entusiastas do golpe dos corruptos já pedem penico. 

Nesta semana, o “barão do aço” Benjamin Steinbruch, vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo – a asquerosa Fiesp, que distribuiu patinhos amarelos para os midiotas que foram às ruas esbravejar pelo “Fora Dilma” – publicou um artigo choroso clamando por socorro às empresas.

De forma indireta, ele até alfinetou o Judas Michel Temer.

“A crise econômica atual não deixa espaço para amadorismo”. Para ele, o Brasil já está em recessão e vive um “processo acelerado de industrialização, com o fechamento de empresas e a redução de produção”.

E o golpista apresenta a fatura para o usurpador:
“Infelizmente, a indústria terminou 2016 muito mal. Houve um crescimento discreto de 0,2% em novembro sobre outubro, mas a queda de produção no ano atingiu 7,1%. Esse número, somado à queda de 8,3% de 2015, indica uma retração da ordem de 15% em dois anos. 

A indústria brasileira precisa de socorro, sem preconceitos: apoio à acumulação de capital, acesso a crédito com juros civilizados, programas de compras governamentais, políticas macroeconômicas e fiscais estimuladoras de crescimento, taxas de câmbio que deem competitividade à produção e escolha de setores com prioridades e sob controle de desempenho”.

Mas a Fiesp não prometeu que o país iria virar um paraíso?



sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

BOMBA: Deltan fraudou assinaturas no projeto das 10 medidas anticorrupção? VEJA!

BOMBA: Deltan fraudou assinaturas no projeto das 10 medidas anticorrupção?                                VEJA!
16 de dezembro de 2016
 

O presidente da Câmara Rodrigo Botafogo Maia (DEM-RJ) acredita que o procurador da República Deltan Dallagnol, da Lava Jato, fez “cabritagem” na coleta de 2 milhões de assinaturas para validar o projeto de iniciativa das 10 medidas anticorrupção.

Botafogo — apelido de Maia revelado em delação da Odebrecht — quer acionar os TREs para checar a veracidade das assinaturas, bem como os números de títulos de eleitor daqueles que subscreveram a iniciativa popular.

A bronca de Maia, o Botafogo, é com a liminar do ministro Luiz Fiat Fux que mandou o Senado devolver o pacote anticorrupção à Câmara. 

O magistrado não gostou de os deputados modificarem o texto da iniciativa popular. 

No entanto, a lei da ficha limpa, aprovada em 2010, também sofrera alterações no Congresso Nacional.

O presidente da Câmara ouviu o ministro Gilmar Mendes, do STF, que na audiência pública no Senado sobre o abuso de autoridade desqualificou as assinaturas coletadas por Deltan afirmando que assinaturas de iniciativas populares podem ser facilmente coletadas com a ajudado sindicato dos camelôs das grandes cidades.

Em 2007, a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) recorreu aos camelôs para obter 1 milhão de assinaturas pelo fim da CMPF, ou seja, contra o financiamento da SUS (o dinheiro do imposto do cheque bancava a saúde pública).

Pelas histórias que chegaram ao Blog do Esmael, se houver uma recontagem, possivelmente o projeto retornará ao procurador para que retome dentro da legalidade a coleta de boas subscrições.

A campanha pelas 10 medidas anticorrupção foi concebida pela agência de propaganda OpusMúltipla, de Curitiba, segundo denúncia do senador Roberto Requião (PMDB-PR).