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sábado, 17 de junho de 2017

URGENTE: PT e PSDB já entram em dialogo por eleições diretas no Brasil e Temer ‘pira’; CONFIRA AQUI!

URGENTE: PT e PSDB já entram em dialogo por eleições diretas no Brasil e Temer ‘pira’; CONFIRA AQUI!
17 de junho de 2017
 

O líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (PT-SP), anunciou a decisão de procurar os deputados descontentes do PSDB para uma conversa sobre a antecipação das eleições presidenciais de 2018, segundo aponta reportagem de Ricardo Galhardo e Pedro Venceslau, no Estado de S. Paulo.

“Vamos tentar falar com eles (tucanos) para um acordo sobre eleições diretas. 

Nosso objetivo é tirar o Temer”, afirmou Zarattini.
Esse diálogo teve seu sinal verde dado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que defendeu a renúncia imediata de Michel Temer e a convocação de eleições diretas.

Na quarta-feira, 15, FHC pediu “um gesto de grandeza por parte de quem legalmente detém o poder pedindo antecipação de eleições gerais ou o poder se erode de tal forma que as ruas pedirão a ruptura da regra vigente exigindo antecipação do voto”.

O diálogo, no entanto, foi negado por tucanos ligados ao governador paulista Geraldo Alckmin, que pretende manter o apoio a Temer. 

“Se acontecer uma situação de ingovernabilidade, a antecipação da eleição direta é uma hipótese. Mas conversa com o PT é especulação”, afirmou o presidente do Instituto Teotônio Vilela, José Aníbal.

A mais recente pesquisa Datafolha aponta que 85% dos brasileiros querem a saída de Temer e a realização de eleições diretas.


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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Lula diz que já provou inocência e pede fim da 'palhaçada'

Lula diz que já provou inocência e pede fim da 'palhaçada'
Ex-presidente discursou nesta quinta (1º) na abertura do congresso do PT que elegerá novo comando no sábado (3). Durante evento, plateia chamou Dirceu e Vaccari de 'guerreiros do povo brasileiro'.
Por Fernanda Calgaro, G1, Brasília
01/06/2017 23h44  Atualizado há 2 horas
 O ex-presidente Lula e a ex-presidente Dilma nesta quinta (1º), durante o congresso do PT (Foto: Lula Marques/Agência PT)
O ex-presidente Lula e a ex-presidente Dilma nesta 
quinta (1º), durante o congresso do PT (Foto: Lula 
Marques/Agência PT)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (1º), ao discursar na abertura do 6º Congresso Nacional do PT, em Brasília, que já provou a inocência e pediu o fim da "palhaçada" das acusações contra ele.

Lula é réu no âmbito das operações Lava Jato e Zelotes

O Ministério Público Federal o acusa, por exemplo, de ter sido beneficiado com o esquema de corrupção que atuou na corrupção o que o ex-pesidente sempre negou.

"Eu não quero que vocês se preocupem com meu problema pessoal. Esse, eu quero decidir com o representante do Ministério Público, da Lava Jato. 

Quero decidir com eles. Eu já provei minha inocência, agora vou exigir que eles provem minha culpa, porque cada mentira contada será desmontada", disse o ex-presidente.

"Eu e Dilma temos até conta no exterior. Eu nem sabia que ela tinha e ela não sabe que eu tenho. 

Um canalha diz que fez uma conta para mim e uma para a Dilma, mas que está no nome dele. 

E ele mexe com a grana. Então, é o seguinte: chegou o momento de parar com a palhaçada nesse país. 

Esse país não comporta mais viver nessa situação de achincalhamento e o Partido dos Trabalhadores tem de dar uma resposta clara para a sociedade", acrescentou Lula.

No congresso do PT, que irá até sábado (3), o partido elegerá o novo presidente nacional da sigla. Até a noite desta quinta, havia três candidatos: os senadores Gleisi Hoffmann (PR) e Lindbergh Farias (RJ), além de um nome ligado ao movimento negro, José de Oliveira.

Além disso, será debatido no congresso do PT um documento em que o partido critica a Operação Lava Jato, que ajudou a instalar uma "justiça de exceção" com o "objetivo de destruir o PT" e o ex-presidente Lula.

 O ex-presidente Lula e a ex-presidente Dilma, durante congresso do PT, em Brasília (Foto: Lula Marques/Agência PT)
O ex-presidente Lula e a ex-presidente Dilma, durante 
congresso do PT, em Brasília (Foto: Lula Marques/
Agência PT)

Entre os presentes ao ato estavam a ex-presidente Dilma Rousseff, os governadores Wellington Dias (PI) e Fernando Pimentel (MG), os ex-ministros Jaques Wagner e Edinho Silva, deputados e senadores.

A ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu em fevereiro deste ano, foi homenageada no evento.

Durante o evento, a plateia entoou gritos de "Fora, Temer!" e "Diretas Já!".

2018

Em um determinado momento do discurso, Lula disse que 2018 está "logo aí". "Se a esquerda for para a disputa com discurso preparado, a gente vai voltar a governar esse país", afirmou.

Em seguida, fez um apelo aos integrantes do congresso do PT para que deixem as disputas internas de lado e pensem na elaboração de um programa "factível" e que possa ser executado.

Lula ponderou, ainda, que, nas autocríticas, os delegados não devem focar somente no que o partido deixou de fazer, mas no que foi feito. 

"O que a gente tem que avaliar não é o que deixou de fazer, porque a gente deixou de fazer muita coisa, mas nunca ninguém fez tanto como nós", afirmou.

Por fim, Lula ainda fez críticas ao presidente Michel Temer, afirmando não ser possível imaginar que o Brasil conseguirá resolver os problemas com um presidente "ilegítimo", que tudo o que faz é "cortar investimento".

Dirceu e Vaccari 'guerreiros'

Durante o discurso, a líder do PT no Senado, Gleisi Hoffmann (PR), fez uma saudação ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e entoou, assim como a plateia, o grito de "Dirceu guerreiro do povo brasileiro!".

Um dos nomes mais fortes no primeiro mandato de Lula como presidente, José Dirceu foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão e preso. 

No âmbito da Lava Jato, o ex-ministro também foi preso por suspeita de envolvimento no esquema que atuou na Petrobras - ele foi solto no mês passado.

Em seguida, o atual presidente do PT, Rui Falcão, também chamou Dirceu de "guerreiro do povo brasileiro", assim como o ex-tesoureiro da legenda João Vaccari Neto.

Preso na Lava Jato em abril de 2015, Vaccari foi absolvido em abril deste ano no caso que envolve um apartamento em Guarujá (SP) que, segundo a Lava Jato, pertence a Lula, o que o presidente nega.

 A ex-presidente Dilma, durante discurso no congresso do PT (Foto: Lula Marques/Agência PT)
A ex-presidente Dilma, durante discurso no congresso 
do PT (Foto: Lula Marques/Agência PT)

Dilma
Também presente ao evento, a ex-presidente Dilma fez um discurso de cerca de meia hora. 

À plateia, ela defendeu que haja eleições diretas no país. 
"Não haverá pactuação no nosso país sem eleições diretas. 

Não porque tenhamos o melhor candidato, porque perder eleição não é vergonha. Vergonha é ganhar no tapetão, sem voto", afirmou.

E acrescentou: "Estamos vendo o aumento de medidas de exceção. Daí, precisamos das diretas já por uma questão de sobrevivência do país, enquanto país sério e institucional".


Dilma também fez referência a uma eventual candidatura de Lula e disse esperar que ele não seja inviabilizado.

"Nós sabemos que todo cidadão tem direito de ser candidato. 

O que nós queremos é que não inviabilizem o nosso presidente Lula em qualquer processo eleitoral. Não estou dizendo que é algo garantido uma vitória, mas que tem que ser garantido o direto de qualquer cidadão competir", disse.

Como fazia na Presidência, Dilma voltou a dizer que sofre perseguição política. 

Ela afirmou também que é cobrada a apresentar o que chamou de "prova diabólica". Segundo ela, significa provar que não tinha conhecimento do que acontecia, em uma referência à Operação Lava Jato.

"Há, sistematicamente, uma tentativa de nos criminalizar. 

E tem várias formas de nos criminalizar. Uma delas é [dizer]: 'Eles sabiam'. Isso é a prova diabólica porque, para provar que não sabia, tem que saber aquilo que não sabia. Como você prova o que não sabe? A prova diabólica era muito usada na Inquisição", disse.

Documento

O documento que servirá de base para o 6º Congresso Nacional do PT afirma haver uma "verdadeira caçada política" a Lula para impedi-lo de se candidatar nas próximas eleições.

A legenda acrescenta, ainda, que Lula é o único com condição de revogar as mudanças adotadas pelo governo Michel Temer, chamado de "golpista" e "usurpador".

Ainda sobre Temer, o documento faz duras críticas às políticas econômicas, como o teto para os gastos públicos, e às reformas trabalhista e da Previdência Social.

O documento faz, também, uma observação sobre o congresso ocorrer em meio à maior crise política do governo Temer, em razão das delações da JBS.

Eleições diretas e autocrítica

Em outro trecho do documento, o partido defende a realização de eleições diretas e afirma que, em caso de eleição indireta, não irá votar no Colégio Eleitoral.

Pelas regras atuais, se Temer deixar a Presidência, por estar nos últimos dois anos do mandato, a escolha do sucessor será feita somente pelos deputados e senadores.

O documento apresenta, por fim, um balanço dos governos petistas e faz uma autocrítica, ressalvando que houve "erros" e "insuficiências".

"Ao realizar o balanço deste período, não podemos deixar de enfatizar nossos êxitos. 

Não porque não tenhamos cometido erros, tampouco porque tenhamos sido exitosos em tudo. Aliás, se fosse assim, o golpe não teria ocorrido e viveríamos no socialismo", afirma o texto.



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quarta-feira, 17 de maio de 2017

PAULISTA LOTADA CELEBRA O FIM DO GOLPE TEMER-AÉCIO

PAULISTA LOTADA CELEBRA O FIM DO GOLPE TEMER-AÉCIO

 Mídia NINJA

A Avenida Paulista já está lotada de manifestantes na noite desta quarta-feira 17, data em que o governo Michel Temer teve seu fim decretado com uma delação bomba do empresário Joesley Batista, que leva junto o senador Aécio Neves; nas ruas, os manifestantes pedem a saída de Temer e eleições diretas

17 DE MAIO DE 2017 ÀS 22:29

SP 247 – A Avenida Paulista já está lotada de manifestantes na noite desta quarta-feira 17, data em que o governo Michel Temer teve seu fim decretado.

Uma delação bomba feita pelo empresário Joesley Batista, da JBS, revela gravações de Temer apoiando a compra do silêncio de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na prisão.

O senador Aécio Neves, presidente do PSDB, principal articulador do golpe desde a derrota nas eleições de 2014, também foi atingido e morto politicamente com a delação.

Nas ruas, os manifestantes pedem a saída de Temer e eleições diretas para a escolha de seu substituto.


                                              VEJA O VÍDEO
A Globo não convoca, mas a Paulista está lotada!!

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domingo, 15 de janeiro de 2017

69% dos brasileiros apoiam fechamento do Congresso e novas eleições gerais, mostra pesquisa

69% dos brasileiros apoiam fechamento do Congresso e novas eleições gerais, mostra pesquisa
 

69% dos brasileiros apoiam fechamento do Congresso e novas eleições gerais, mostra pesquisa

Estudo realizado pelo instituto Paraná Pesquisas ao portal Poder360 mostra que 90,8% não querem que Congresso escolha sucessor de Michel Temer em caso de cassação

SÃO PAULO – Caso o presidente Michel Temer perca ou renuncie ao seu mandato a partir de 2017, 90,8% dos brasileiros prefeririam escolher seu sucessor através de eleições diretas, conforme aponta pesquisa realizada pelo instituto Paraná Pesquisas ao portal Poder360.

A preferência dos eleitores vai de encontro com a determinação constitucional que aponta para eleições indiretas (isto é, a escolha seria feita por deputados e senadores) caso mais da metade do mandato tenha passado. 

Apenas 6% dos entrevistados concorda com tal procedimento. Para que o desejo da maioria seja atendido, seria necessário que o peemedebista renunciasse ou perdesse o mandato ainda neste ano.


O levantamento também perguntou se os eleitores seriam favoráveis ao fechamento do Congresso Nacional e a convocação de novas eleições para Deputados e Senadores nesse momento: 68,6% apoiam a medida, ao passo que 26,1% são contrários e 5,3% não sabem ou não responderam. 

O atual ordenamento constitucional, no entanto, não prevê tal saída, o que faria com que a maioria tivesse que contar com a boa vontade dos próprios parlamentares em promover as devidas alterações — cenário improvável.

O instituto também mostrou que 35,1% dos entrevistados são hoje a favor de “uma intervenção militar provisória”, ao passo que 59,2% são contrários. 

Para acessar o levantamento completo, realizado ao portal Poder360, clique aqui. O estudo foi realizado entre os dias 6 e 8 de dezembro, com 2.016 entrevistas em 152 municípios em 25 unidades da Federação. 

A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%.



segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Delação da Odebrecht faz senadores pedirem eleição direta para presidente

NO SENADO
Delação da Odebrecht faz senadores pedirem eleição direta para presidente
Grupo de parlamentares defende que novas eleições sejam prioridade de discussão na semana, diante do aumento da crise política e de novas denúncias a serem feitas nos próximos dias

Por Hylda Cavalcanti, da RBA publicado 12/12/2016 19:03, 
última modificação 12/12/2016 19:27
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Paim: "O país inteiro está estarrecido com as denúncias"

Brasília – Como reflexo do aumento da crise política e das repercussões da delação premiada feita pelo ex-executivo Cláudio Melo Filho na Lava Jato, divulgada no final de semana – segundo a qual mais de 70 políticos receberam propina da empresa, inclusive o presidente da República Michel Temer –, vários senadores aproveitaram para pedir, hoje (12), no plenário, a antecipação das eleições para a Presidência no país.

Um dos primeiros a tocar no assunto foi o senador Paulo Paim (PT-RS), que já defende o tema desde o início do ano

O senador lembrou que propôs, ao lado de colegas, em abril passado, uma emenda constitucional que previa para outubro a eleição do chefe do Poder Executivo, mas que terminou não seguindo com tramitação adiante. 

Segundo ele, “o país inteiro está estarrecido com as denúncias feitas pelo ex-diretor da Odebrecht, principalmente as que fazem referência ao atual presidente”.

Também a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) disse que o momento é de “agravamento da crise política institucional”. E, por isso, exigirá a concentração de esforços de todos os setores, de forma a levar o Brasil a sair da crise. “Temos uma crise nos poderes e entre os poderes”, afirmou. 

A parlamentar ressaltou que vê como única solução a realização de eleições diretas e acrescentou que esta precisa ser a discussão mais importante a ser tratada na Casa, a partir de amanhã (13).

Roberto Requião (PMDB-PR) afirmou não acreditar mais que reste outra saída ao Senado “senão cancelar a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que congela os gastos públicos e o projeto de lei do Senado (PLS) 204, que trata da securitização das dívidas de estados e municípios”. 

Segundo ele, a tramitação das duas matérias deve ser trocada pela discussão sobre novas eleições presidenciais.

Requião ainda disse que a convocação de eleições gerais pode ser uma boa ideia a ser tratada também, para que, neste caso, as reformas que o país precisa sejam votadas “por representantes sintonizados com os interesses dos brasileiros e não com os dos banqueiros e empreiteiros”. 

“Não podemos ser indiferentes às denúncias que atingem a Presidência da República, boa parte dos ministérios, lideranças partidárias e nomes expressivos, influentes, deste Senado e da Câmara dos Deputados”, destacou.

O assunto ficou de ser tratado por líderes partidários de partidos da oposição durante a apreciação da PEC 55 amanhã, caso a pauta de votações da semana seja mantida – o que ainda está sendo avaliado.