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terça-feira, 23 de maio de 2017

O pau comeu, pancadaria no Senado, Lindbergh parte pra cima de Ferraço, veja aqui…

O pau comeu, pancadaria no Senado, Lindbergh parte pra cima de Ferraço, veja aqui…
23 de maio de 2017

 Apenas mais um show dentro do circo chamado Senado. 
Diante da derrota de todas as estratégias regimentais para barrar o avanço da reforma trabalhista, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) resolveu transformar o plenário da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em palco de baixaria para tentar evitar a leitura do parecer do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) nesta terça-feira. 

Aos berros e com o dedo em riste, o petista partiu para cima do relator quando ele ia iniciar a apresentação do relatório. 

O senador Fernando Bezerra (PSB-PE) teve de segurar Lindbergh

“Não vai ler, não vai ler”, gritava o parlamentar, fazendo movimentos frenéticos com os braços. Com os ânimos acalorados, os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Ataídes Oliveira (PSDB-TO) também entraram na confusão e quase chegaram às vias de fato.

NÃO ACEITARAM PERDER NO VOTO O RECURSO QUE PEDIA O ADIAMENTO DA LEITURA DO RELATÓRIO DA REFORMA TRABALHISTA

A bancada da chupeta dá o seu show na CAE do Senado.

Não aceitaram perder no voto o recurso que pedia o adiamento da leitura do relatório da reforma trabalhista.

TV Senado suspende a transmissão.

 

O pau comeu, pancadaria no Senado, Lindbergh parte pra cima de Ferraço, veja aqui…

Na sequência, o petista estendeu a cena para a tribuna da comissão.

 “Quem acaba aqui sou eu. Não pode ser no grito”, respondeu Tasso Jereissati (PSDB-CE)presidente do colegiado. 

Lindbergh, acompanhado de outros parlamentares da oposição, continuou com a confusão até a sessão ser suspensa por tempo
indeterminado. 

“Eu não vou ser agredido dessa maneira aqui”, lamentou Jereissati. Ricardo Ferraço classificou o episódio como primitivo.

“O que nós assistimos aqui foram gestos grotescos, toscos, de quem não está acostumado com o debate e, não tendo argumento, parte
para a violência”, disse o relator.

O pau comeu, pancadaria no Senado, Lindbergh parte pra cima de Ferraço, veja aqui…

Isso é apenas um pequeno show, o melhor mesmo é ver senador dando nota de inocente, malas de dinheiros entrando em restaurantes, dinheiros na cueca.

Isso tudo se chama BRASIL, o país da corrupção o País, paraíso dos políticos ladroes



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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

SEM PROVAS: Lindbergh está livre da Lava Jato; CONFIRA!

SEM PROVAS: Lindbergh está livre da Lava Jato; CONFIRA!
17 de fevereiro de 201
 

O ministro e relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, determinou, nesta sexta-feira (17), o arquivamento do inquérito aberto contra o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) na força-tarefa.

Em seu pedido, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, alegou que não há elementos suficientes para o prosseguimento da investigação, de acordo com publicação do G1.

O inquérito foi aberto em março de 2015 com o objetivo de apurar as informações fornecidas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa em delação premiada. Costa disse que, quando candidato ao Senado em 2010, Lindbergh teria solicitado R$ 2 milhões da cota do PP no esquema de corrupção na Petrobras.

O senador era investigado por crime de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro. Um relatório da Polícia Federal (PF) já havia recomendado o arquivamento do caso em novembro do ano passado.

O procurador argumentou em sua decisão que “não se vislumbra outras medidas que possam ser adotadas, neste momento, para o integral esclarecimento das hipóteses levantadas”. 

“Os resultados das diligências realizadas, conquanto não infirmem as mencionadas declarações, não foram capazes de reforçá-las, persistindo até mesmo dúvidas em relação a circunstâncias essenciais dos fatos aqui versados, tais como o local da primeira reunião entre o investigado e o ex-diretor da petrolífera e a suposta pessoa que teria repassado os dois milhões de reais.”

Fonte: http://clickpolitica.com.br/


quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Barraco no Senado Federal, Renan parte pra cima de Lindbergh e da “sopapo” em Gleisi Hoffmann

Barraco no Senado Federal, Renan parte pra cima de Lindbergh e da “sopapo” em Gleisi Hoffmann

The News Brazil: Renan e Lindbergh batem boca; petista o acusa de ter que ‘entregar a mercadoria’. Presidente do Senado envolve Caiado na discussão por declarações favoráveis ao seu afastamento.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), derrotou a oposição nesta quinta-feira e avançou na tramitação da PEC do teto dos gastos, incluindo na pauta para efeitos de debate e contagem de prazos a proposta que fixa limite para os gastos públicos. 

Na discussão, Renan e o líder da minoria, senador Lindbergh Farias (PT-RJ), bateram boca.

Inconformado com a postura de Renan, que em outras ocasiões era acusado de ser condescendente com as questões apresentadas pela minoria, Lindbergh disse que Renan estava agindo assim depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) favorável a ele.

Vossa Excelência tem que entregar a mercadoria agora! — gritava Lindbergh.

Renan respondeu envolvendo o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO).

— A mercadoria o senhor já entregou quando fez a aliança tácita com o Caiado — rebateu Renan, que ficou irritado pelo fato de Lindbergh e Caiado terem dado declarações favoráveis ao cumprimento da decisão de Marco Aurélio de afastá-lo do cargo, quando o restante apoiou sua decisão de não assinar a notificação.

O líder do DEM reagiu de pronto.


— Não faço acordo tácitos com quem nem falo. Vossa Excelência se limite a falar de quem está falando — respondeu Caiado.
Renan, pouco antes, desabafara;
— A oposição não costuma cansar nunca.

A sessão foi convocada apenas para contar esse prazo, numa vitória do Palácio do Planalto: contagem do prazo para que a PEC seja votada, em segundo turno e de forma definitiva, no próximo dia 13.

Renan não deu trégua ao PT e ao PCdoB. O presidente do Senado primeiro negou pedido da líder do PCdoB, senador Vanessa Grazziotin (AM), e depois colocou em votação um recurso da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que foi rejeitado por 48 votos a 12. 

Assim, que o PT foi derrotado, Renan encerrou a discussão da PEC, deixando claro que era apenas para contar prazo, e passou ao próximo item da pauta.


O líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), criticou a tentativa da oposição de não cumprir o acordo sobre o calendário de votações.

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— Todos sabemos que os acordos firmados entre as bancadas são essenciais para o funcionamento da Casa. Tenho por mim a prática de respeitar acordo — disse Aloysio Nunes.

Renan ainda brincou que tentou felicitar o senador Álvaro Dias (PV-PR) pelo seu aniversário, mas sem sucesso.

— O procurei bastante pela Mesa Diretora para cumprimentá-lo pelo aniversário — disse Renan.





segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Partidos apresentam hoje o pedido de impeachment de Temer

Partidos apresentam hoje o pedido de impeachment de Temer
Em entrevista ao Fantástico, Calero disse que Temer e seus ministros lhe propuseram uma "chicana" jurídica para favorecer Geddel
POLÍTICA CORRUPÇÃO HÁ 20 HORAS 28/11/2016  POR NOTÍCIAS AO MINUT
 

Devem ser apresentados nesta segunda-feira (28) os pedidos de impeachment contra o presidente Michel Temer, que, segundo seu ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, tentou pressioná-lo a cometer um ato de ilícito, para favorecer interesses pessoais do também ex-ministro Geddel Vieira Lima. 

Ontem, em entrevista ao Fantástico, Calero disse que Temer e seus ministros lhe propuseram uma "chicana" jurídica para favorecer Geddel.

Um dos pedidos, com apoio de movimentos sociais, como, CUT, MTST, UNE e Central dos Movimentos Populares, deve ser apresentado pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ). 

“Se Geddel saiu do cargo sob a acusação de tráfico de influência e advocacia administrativa, Temer também tem que sair. Os dois são alvos da mesma acusação”, disse Lindbergh em entrevista ao portal Brasil247. 

“A entrevista que o presidente deu foi um tiro no pé. Reforçou a gravidade das denúncias e a fragilidade do governo”, afirmou o senador.

Temer disse na entrevista ter "arbitrado conflitos", quando, na realidade, não havia conflito algum – apenas a pressão ilegítima de um ministro que praticava um ato de corrupção sobre um ministro honesto. “Queremos Diretas Já. Quem apoiou esse governo para resolver as crises política e econômica quebrou a cara. A crise não acabou”, disse Lindbergh.

Um outro pedido de impeachment também deve ser apresentado pelo deputado Ivan Valente (Psol-SP). 

"Temer constrangeu e ameaçou um funcionário subordinado, o que prova que estava arbitrando em favor de Geddel", disse ele.