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sábado, 28 de novembro de 2020

Dallagnol, O Extremo Picareta, Diz Que A Extrema Direita Tem Medo Do Juiz Extremo Corrupto

SUED E PROSPERIDADE

28/11/2020

Dallagnol, O Extremo Picareta, Diz Que A Extrema Direita Tem Medo Do Juiz Extremo Corrupto

Celeste Silveira 28 de novembro de 2020 

Dallagnol é aquele que, depois de saracotear pelo país todo dizendo que, se não tiver prisão após condenação em 2ª instância, os advogados empurram com a barriga a acusação até a prescrição.

Detalhe: ele recebia, e muito bem, pelas palestras que ministrava para repetir tal bordão.

 No entanto, no primeiro julgamento de sua pilantragem tosca, utilizando o powerpoint, que mereceu um processo de Lula, ele adiou por 41 vezes seu julgamento no CNMP até a prescrição.

A coisa foi tão escandalosa que vários parceiros que o julgaram, disseram que o troço havia prescrito, mas que não deixa de ser uma enorme mancha na história do Ministério Público brasileiro.

Agora, o mesmo boçal, que ajudou a condenar e prender Lula sem provas, para que um genocida, que já matou mais de 170 mil brasileiros por Covid-19, assumisse a presidência, vem falar que extrema direita está com medo de Moro, como se este não fosse ainda pior e mais à direita que Bolsonaro.

Dallagnol se esquece que Moro é aquele fascista que pediu ao Congresso que policiais bandidos tivessem licença para matar?

Esse mesmo Roque Santeiro de Curitiba se esqueceu que colheu assinaturas dos incautos com as tais dez medidas contra a corrupção que, na verdade, são contra a constituição. 

Dez medidas fascistas regidas por uma escumalha chamada Lava jato com todo o tipo de bandidagem envolvendo os filhos de Januário, fato escancarado pela Vaza Jato.

Esse vigarista, que reza e faz jejum para os outros morrerem e ainda recebe solidariedade do juiz Bretas que vimos fazendo dancinha ao lado de Crivella e Bolsonaro, está falando que a extrema direita tem medo de Moro?

Esse sujeito deveria estar na cadeia, ele e Moro, porque num país em que a justiça não é servil ao Instituto Innovare da Globo, os dois estariam atrás das grades, e há muito tempo.

*Carlos Henrique machado Freitas

*Foto destaque: Intercept Brasil

CONTINUA

O Amor Vence O Ódio, Mais Uma Vez

Celeste Silveira 28 de novembro de 2020 

A feição dessa disputa eleitoral é outra completamente diferente da de 2018, que  foi a continuação do ódio que se silenciou na farsa do mensalão, expandiu-se em 2013, mostrou suas unhas em 2015 no golpe contra Dilma, liderado pelo PSDB, depois da quarta derrota consecutiva para o PT, e desembocou num apetite mais cru com a campanha imunda que elegeu Bolsonaro em 2018, tendo como protagonista, Moro, que a cada dia que passa, torna-se mais pálido politicamente, mas provoca engulho em quem hoje assiste à sua fala.

Assim, não é somente Moro, o criador de Bolsonaro, que derrete, mas o próprio que não consegue mostrar, em sua fisionomia e fala, que seu chão anda cada dia mais mole.

Essa gente não representa o povo que é, em síntese, um povo com talento para ser feliz, para ser festa e convocar o planeta para uma grande confraternização de povos, sobretudo no carnaval, a maior festa popular e, consequentemente, o maior evento cultural do planeta.

E isso é muito, ao contrário do que pensam algumas cabeças colonizadas.Na verdade, o ódio nunca se sobrepôs ao amor nesse período todo que narramos aqui. Foi preciso um sistema de justiça totalmente apodrecido e corrompido fazer o serviço mais sujo se omitindo diante do golpe contra Dilma sob a alegação fajuta de crime de responsabilidade fiscal. 

Uma presidenta que deixou o governo com nada menos que US$ 380 bilhões em reservas internacionais, mas que seu governo já estava marcado para morrer quando a escumalha institucional desse país resolveu derrubá-la em parceria, como sempre, com a velha e tirânica elite brasileira.

Já Lula, depois de condenado e preso sem provas, o povo, opondo-se ao juiz corrupto, Sergio Moro, mostrava nas pesquisas de 2018 que daria a vitória a Lula já no primeiro turno diante de um STF totalmente rendido que hora nenhuma se opôs à baderna política para, no final das contas, colocar no poder essa caricatura de um idiota americano chutado pelas urnas e se vendo cada vez mais isolado do mundo civilizado.

A festa das eleições municipais está bonita com a esquerda renovando o seu brilho, e a direita enterrando seus últimos ossos, mesmo que o centrão, o mais tradicional bloco liberal do país ainda se mantenha forte por seu poder financeiro, a sociedade cada dia mais se enxerga pelas lentes da esquerda.

Lógico que, nisso tudo, a campanha de Boulos e Erundina (Psol) é a que mais encanta. Um jovem, com 38 anos que sabe conduzir com leveza e paciência uma quebra de paradigma sobre os desvalidos produzidos por anos de hegemonia tucana em São Paulo, independente do resultado das urnas, já é um gol de letra, ao estilo Doutor Sócrates e sua elegância matadora.

Não se pode também deixar de enaltecer as belíssimas campanhas de Manuela D’Ávila (PcdoB) e Marília Arraes (PT), assim como as grandes viradas que o PT está promovendo em várias cidades Brasil afora.

Por isso, o sonho de um país mais justo se cristaliza, mesmo diante de um quadro em que se tem na presidência um verdadeiro monstro com uma psicopatia extremamente agressiva.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Fonte: https://antropofagista.com.br/

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

A Multa Da Petrobras Com Os Americanos Foi Sete Vezes Maior Do Que O Valor Que A Lava Jato Diz Ter Recuperado

SUED E PROSPERIDADE

02/11/2020

A Multa Da Petrobras Com Os Americanos Foi Sete Vezes Maior Do Que O Valor Que A Lava Jato Diz Ter Recuperado

Celeste Silveira 1 de novembro de 2020 

Quem se esquece dessa imagem em destaque em toda a mídia nacional em que Dallagnol entrega para a Petrobras o cheque da mixaria recuperada, enquanto, fora dos holofotes, a mesma Lava Jato produzia o maior rombo nos cofres da maior estatal brasileira?

Pois bem, sabe-se agora que a multa da Petrobras com os americanos foi sete vezes maior do que todo o valor que a Lava Jato diz ter recuperado.

A informação foi dada pelo Globo, de que, primeiro o nome de Lula e do próprio PT jamais foram citados pela Petrobras no documento enviado pela empresa à justiça americana.

Por esse motivo, toda a farsa da Lava jato cai por terra, afinal, Dallagnol, Moro e o restante do califado de Curitiba montaram até aquele powerpoint ridículo para dizer que Lula era o chefe do maior roubo da humanidade. 

com o aval dos holofotes e microfones da Globo, ao vivo e a cores.

Ora, quem deu essa informação foi uma das vozes dos Marinho, Ascânio Seleme, em seu artigo neste sábado (31) no Globo:

“Para não virar ré nos EUA, a Petrobras concordou em pagar US$ 4,8 bilhões em multas, o que corresponde a R$ 27,7 bilhões. 

valor é sete vezes maior do que as sentenças da Lava Jato devolveram aos cofres da estatal.”

Quando se junta essa informação com as da Vaza Jato que, desde 2015, aqueles R$ 2,5 bilhões para a tal fundação Dallagnol, como disse Gilmar Mendes, já haviam sido acordado, como mostrou o Intercept nas mensagens trocadas entre os procuradores da Força-tarefa, todos tinham consciência do gigantesco prejuízo que a Petrobras e, consequentemente o Brasil amargariam, em compensação, também sabiam, desde 2015, quanto os procuradores, usando o velho subterfúgio de uma fundação para lavar dinheiro renderia à camarilha curitibana.

Em outras palavras, quanto mais se mexe no submundo da Lava Jato e as peças vão se encaixando, mais fede e se vê que Lula foi condenado de forma criminosa por um bando que a cada dia se desmoraliza mais por uma série de crimes que cometeu em nome da justiça. 

-se também como o sistema de justiça no Brasil deixou livre, leve e frouxo correr na cara de todos um sistema porcamente montado para uso político contra o PT, ao mesmo tempo em que produziu um rombo gigantesco na Petrobras que, se a PGR não cortasse as asinhas dos espertos, comandados por Moro e Dallagnol, essa turma embolsaria R$ 2,5 bilhões sem dar satisfação a ninguém. E os ladrões ainda sairiam, como tentaram fazer durante cinco anos, como os grandes heróis nacionais, como diziam os tolos de plantão.

*Carlos Henrique Machado Freitas

CONTINUA

Moro E Temer, Dois Lacaios Golpistas Em Busca Do Poder

Celeste Silveira 2 de novembro de 2020 

Moro e Temer, dois dos piores conspiradores da história do país, protagonizaram o que existe de mais imundo na política do Brasil, a conspiração.

Moro e Temer se igualam e, por isso mesmo, o todo poderoso herói do folhetim da Globo chamado Lava Jato, jamais importunou Temer.

 Cada um com seu time, os dois buscavam, através da sabotagem, uma forma de chegarem ao poder pelo golpe, usando supostamente a constituição, de forma enviesada, para talhar os caminhos sujos que percorreram.

São muitos os personagens em busca desse poder, Temer, Moro, Cunha, Aécio, os generais mamadores e seu principal representante, o tenente expulso do exército por bandalha, Jair Messias Bolsonaro, o mesmo que, impunemente, já causou a morte de mais de 160 mil brasileiros por Covid-19, além do envolvimento com milicianos como Queiroz e cia.

Em síntese, esse filão de aspectos é que levou o país a esse estado de coisas, ao recorde de desemprego e, na outra ponta, ao recorde de lucros dos bancos, a volta ao mapa da fome e aos altos índices de mortalidade infantil em decorrência da miséria para que ratos dividissem o queijo e que ainda usassem seus passos como trampolim para os poderes mais altos da República.

Tudo feito com uma narrativa infame da mídia para abonar a sabotagem da democracia, da constituição e do direito do povo escolher seu representante.

O golpe em Dilma e a condenação e prisão de Lula nada mais foram do que uma trama urdida na confraria dos ratos.

A fala de Toffoli sobre Moro e Lava Jato, em videoconferência com a Universidade de Coimbra, em Portugal, ocorrida neste último fim de semana, somada a esse livro infame de Temer, revelam que tipo de pulhas golpistas são esses dois personagens do escória política do Brasil.

*Carlos Henrique Machado Freitas

*Foto destaque: Marcos Correa

Fonte: https://antropofagista.com.br/

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Queiroz Não Tem Foro E Liminar De Fux É Indefensável, Dizem Juristas; CONFIRA!


Queiroz Não Tem Foro E Liminar De Fux É Indefensável, Dizem Juristas; CONFIRA!

Por Portal Click Política Em 17 jan, 2019

 

Erick Julio (Agência PT de Notícias) – 

A liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, desta quinta-feira (17), que suspendeu as investigações criminais contra Fabrício Queiroz, ex-motorista do futuro senador Flávio Bolsonaro, é questionável juridicamente. 

Quem aponta é o jurista e professor de Direito Constitucional Pedro Serrano que lembrou que nem o futuro parlamentar do Senado Federal, nem o ex-assessor possuem foro privilegiado.

“A posição do ministro, sob ponto de vista jurídico, é indefensável. 

A fundamentação dele me parece equivocada porque o foro privilegiado só ocorre a partir da investidura no cargo, a partir do exercício do mandato”, disse Serrano ao explicar que o filho de Jair Bolsonaro (PSL) ainda não possui a prerrogativa do cargo de senador.

Reportagem do jornal Estadão revelou que, apesar de não ser formalmente investigado, Flávio Bolsonaro alegou, no pedido liminar que fez ao STF na quarta-feira (16), que vai ganhar o foro perante a Corte, já que vai assumir o mandato de senador no dia 1º de fevereiro.

 Para o Serrano, no entanto, a decisão de Fux contraria o entendimento do próprio STF, ao qual ele também foi favorável, que em maio de 2018 decidiu que o foro privilegiado ficou restrito a senadores e deputados federais.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, ocupa atualmente o cargo de deputado estadual no Rio de Janeiro. 

“O foro visa proteger o mandato e não a pessoa. 

Se o mandato [de senador] não se iniciou, a pessoa ainda não tem a proteção do foro privilegiado”, explica o jurista.

Ainda segundo Serrano, as investigações criminais contra Queiroz devem prosseguir, independentemente, de Flávio Bolsonaro ter foro privilegiado ou não. 

“A decisão de Fux também foi complicada porque o assessor deve ser investigado.

 Ele [ministro] tem que verificar o que fundamenta investigar os dois juntos, porque muitas vezes o STF manda investigar as pessoas que não tem foro de forma separada das que tem”, aponta.

Dois pesos, duas medidas

De acordo com Serrano, a liminar serve para fazer uma análise de como a Justiça tem se comportado nos últimos anos. 

Para ele, tanto o STF, quanto o Ministério Público têm comportamentos diferentes, dependendo de qual força política é investigada.


“Eu abro a notícia de hoje de que o ministro Fux tinha dado a liminar e vejo o Ministério Público dizendo que não sabia os fundamentos da cautelar e que não iria se manifestar sobre a decisão porque é sigilosa. 

É interessante olharmos esse caso e outros recentes.

 O ministro preocupado em salvaguardar os direitos do investigado. 

O MP preocupado com a garantia do sigilo, que são comportamentos corretos do plano constitucional. 

Mas é interessante como a Constituição Federal só está sendo aplicada para as pessoas ligadas ao governo, ou amiga do governo. 

Gente da família do presidente da República”.

Para o jurista, tanto o STF, como o MP tiveram comportamentos totalmente contrários no caso do ex-presidente Lula. 

“No caso dos adversários da direita, como no caso do Lula com PowerPoint do MP, não houve a preocupação com sigilo, com prisão cautelar para fins de confissão. 

Ou seja, o que nós notamos é que o sistema de justiça é incapaz de ser imparcial no plano da política e isso é muito grave para a democracia brasileira”, critica.


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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Moro quis evitar que documento que prova que a Caixa tem tripléx como garantia viesse a tona

Moro quis evitar que documento que prova que a Caixa tem tripléx como garantia viesse a tona
4 hours agora 21/06/2017
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O juiz quis evitar a todo custo que o documento que prova que o tripléx não era de Lula viesse 
a tona.

 


Fizemos pedidos na ação do tríplex para que fossem exibidos os contratos das debêntures, negados pelo juiz. Tivemos que procurar. Achamos.

Do  Cafezinho

O jornalista Paulo Moreira Leite, colunista do Brasil 247, dá entrevista aos Jornalistas Livres sobre a última reviravolta do caso triplex: a descoberta de documentos que provam que o apartamento pertence, na verdade, à Caixa Econômica Federal.

A defesa de Lula procurava há tempos essa documentação, e solicitou a Sergio Moro que determinasse a sua busca. Sergio Moro negou. 

O justiceiro da Globo não tinha interesse em encontrar documentos que provariam a inocência de Lula.

O zé do powerpoint também não se interessou em buscar esses documentos. 

Nem ele nem os delegados que faziam campanha pelo Aécio nas redes sociais.

A grande mídia também não demonstrou nenhum interesse em pôr seus jornalistas investigativos na caça aos documentos, e agora trata deles com visível constrangimento e mal estar, como se lamentasse que eles tenham aparecido.
****

Dois últimos textos publicados no site dos advogados de Lula:

20 de junho de 2017
Defesa divulga contratos e aditamentos anexados às alegações finais que provam que 100% dos direitos econômico-financeiros do triplex e demais imóveis do Solaris foram cedidos à Caixa Econômica Federal. Os documentos estão registrados em Cartórios de Salvador.

Clique para acessá-los:




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sábado, 18 de março de 2017

Advogado afirma que o procurador Deltan Dallagnol será processado por agressões ao ex-presidente Lula

By: Francisco Castro on 13:45  18/03/2017
 

O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Lula, rebateu a entrevista coletiva do procurador Deltan Dallagnol na sexta-feira 17, em que ele classificou Lula como "um general em crime de guerra", que "pratica crimes a partir de seu gabinete".

Leia, abaixo, a íntegra:

O procurador da República Deltan Dallagnol voltou hoje (17/03) a atentar contra a honra e a reputação do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ambiente absolutamente estranho àquele que envolve sua atuação funcional, reforçando o viés pessoal e privado de sua ação.

Agora, vale-se de nova expressão, ao comparar Lula a um “general em crime de guerra”, que “pratica crimes a partir de seu gabinete”. E faz a grotesca ilação de que o ex-Presidente teria comandado ações criminosas do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, apenas porque houve trocas de ministros na Casa Civil da Presidência da República.

A aparição de hoje na mídia segue a mesma linha do espalhafatoso e indigno PowerPoint apresentado em 14/09/2016, reforçando conduta incompatível com as garantias fundamentais asseguradas pela Constituição Federal e pelos Tratados Internacionais que o Brasil confirmou e se obrigou a cumprir, notadamente no que diz respeito à presunção de inocência. 

Os membros do Ministério Público têm o dever de zelar pela defesa da ordem jurídica (CF/88, art. 127), jamais afrontá-la.

Entendemos esse show midiático como esforço supremo para por em pé uma denúncia vazia. Após 24 audiências relativas à ação penal foco do PowerPoint, nas quais foram ouvidas 73 testemunhas, não se colheu qualquer prova contra Lula, pela simples razão de que nosso cliente não praticou qualquer ilegalidade, direta ou indiretamente. 

Não houve, nesses depoimentos, a indicação de qualquer fato que pudesse confirmar as absurdas acusações. 

Ao contrário, foram ouvidas as pessoas que comandaram o Ministério Público, a Polícia Federal, a CGU, a ABIN durante o governo Lula e todas afirmaram — sem exceção — que tiveram ampla autonomia para investigar e punir crimes e que jamais tiveram conhecimento de qualquer esquema de corrupção na Petrobras, muito menos de qualquer conduta ilícita envolvendo o ex-Presidente Lula.

Paulo Roberto Costa afirmou em juízo: “o presidente Lula era o representante maior aí do país, tivemos algumas reuniões em Brasília sempre acompanhado do presidente da Petrobras ou da diretoria toda, quando tinha algum projeto específico que ele mostrava interesse para desenvolvimento do estado e etc., eu fui algumas vezes lá em Brasília, inicialmente com o presidente José Eduardo Dutra, que já faleceu, e depois também tive algumas reuniões com a participação do José Sérgio Gabrielli junto com o presidente Lula, então eram assuntos da corporação que ele tinha interesse de ver em alguns estados, para desenvolvimento dos estados”. 

Afirmou, ainda: “jamais tive intimidade com o presidente da república, o presidente Lula (...) posso dizer que não existiu dele usar esse termo [Paulinho] em relação a mim, diretamente, e ele usou com terceiros aí eu não posso dizer, mas pessoalmente, primeiro que eu nunca tive nenhuma reunião eu só como presidente Lula, como falei sempre tive reuniões com a participação do presidente da Petrobras ou da diretoria da Petrobras, e eu não tinha intimidade com o presidente Lula (....)”

O depoimento de Costa, em juízo, desmente Dallagnol. 

E o lamentável  é  que  o  procurador  optou  por não comparecer às audiências e presenciar o  desmentido formal de suas convicções.

A  conduta  de  Dallagnol  afronta  até  mesmo  regras editadas pelo Conselho Nacional  do Ministério Público (CNMP), em especial, a Recomendação nº 39, de 08/2016, segundo  a  qual “as informações e o momento de divulgá-las deve ser responsavelmente avaliados

” (artigo 13). O mesmo ato normativo estabelece a necessidade de se “evitar que a manifestação do Ministério Público seja apresentada como decisão ou signifique condenação antecipada dos envolvidos” 

(artigo 14), o que é absolutamente incompatível com o comportamento do procurador.

Dallagnol age fora de suas atribuições constitucionais e legais para atacar Lula, reforçando, também, a absoluta incompatibilidade da atuação da AGU em sua defesa na ação em que o ex-Presidente cobra reparação por danos morais em virtude dos ilícitos praticados na exposição feita em ambiente privado, acompanhada do já referido PowerPoint.

A nova entrevista será levada aos procedimentos já em curso que objetivam o reconhecimento da suspeição do procurador e, ainda, o reconhecimento de sua responsabilidade civil pelos ilícitos praticados contra Lula. 

Também será levada ao conhecimento do Comitê de Direitos Humanos da ONU, para reforçar que Lula não está tendo no País direito a um julgamento justo e imparcial.

Cristiano Zanin Martins



quinta-feira, 16 de março de 2017

MORO SEM SAÍDA: Nunca vi pedido de propina por Lula, diz ministro do TCU; CONFIRA AQUI!

MORO SEM SAÍDA: Nunca vi pedido de propina por Lula, diz ministro do TCU; CONFIRA AQUI!
15 de março de 2017
 

O atual ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) José Múcio Monteiro Filho, que foi ministro e líder do governo do ex-presidente Lula, afirmou nesta quarta (15) que jamais soube do uso de recursos ilícitos para a manutenção ou ampliação da base do governo no Congresso.

“Em hipótese nenhuma; isso nunca aconteceu”, declarou o ex-congressista do PTB.Ele depôs como testemunha de defesa de Lula -na última audiência do processo a que o ex-presidente responde na Justiça Federal do Paraná, acusado de receber propina na compra e reforma de um tríplex no Guarujá (SP).

Lula foi apontado pelo Ministério Público Federal como “o comandante máximo” do esquema de corrupção na Petrobras, e como artífice de uma “propinocracia” para garantir a governabilidade.

Monteiro afirmou que a base de Lula “aumentava gradativamente” em função de sua elevada aprovação popular, e que seu trabalho como líder do governo era bastante semelhante ao que ocorria em outras gestões -ele também foi filiado ao PFL e PSDB.

O pernambucano, que ocupou o cargo de ministro das Relações Institucionais do governo Lula, foi indicado pelo ex-presidente para o TCU, em 2009.

Para a defesa de Lula, o depoimento de Múcio e de outras testemunhas torna “absolutamente improcedente a fantasia 
da ‘propinocracia’ que turbinou o PowerPoint” do Ministério Público Federal.

Além de Monteiro, também depuseram nesta quarta o ex-ministro Walfrido Mares Guia e o ex-diretor-geral da Polícia Federal Paulo Lacerda -ambos ocuparam os postos na gestão de Lula.

“Uma das condições que eu apresentei foi que a Polícia Federal tivesse independência em seu trabalho, e assim foi feito”, declarou Lacerda, para quem a PF passou por uma “reestruturação” durante o mandato de Lula.

Ele destacou o aumento do efetivo, a compra de equipamentos modernos e o início de grandes operações com contingente espalhado pelo país.

“Os fatos apontam uma manifesta incompatibilidade entre o presidente que investe e amplia o combate à corrupção no país e o ‘chefe de uma organização criminosa’ que o Ministério Público levianamente acusa ser Lula”, afirmou o advogado Cristiano Zanin Martins.

A partir de agora, a ação entra em fase final. 

Os réus serão interrogados entre o final de abril e o início de maio, e, na sequência, serão abertos os prazos para alegações finais -última fase antes da sentença. 

Com informações da Folhapress.



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Moro fez pergunta patética a FHC para tentar incrimar Lula, porém se deu mal, diz jornalista; CONFIRA!

Moro fez pergunta patética a FHC para tentar incrimar Lula, porém se deu mal, diz jornalista; CONFIRA!
9 de fevereiro de 2017
 

Fernando Henrique Cardoso depôs hoje ao juiz Sérgio Moro e, claro, disse que administrou o acervo presidencial da mesma forma que Lula, com recursos oferecidos por empresas como colaboração, até porque os ex-presidentes, que não recebem aposentadoria, não têm outra forma de fazê-lo.

Disse que, mesmo antes de deixar o mandato, teve reuniões com empresários, entre eles Emílio Odebrecht, para conseguir um espaço para o que seria, depois, o Instituto que leva seu nome.

Mais uma história do powerpoint de Deltan Dalagnol – a do armazenamento do acervo presidencial – vai “para o brejo”.

Então, o resumo da ópera, neste caso é que nenhum dos delatores – Nestor Cerveró, Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco – é capaz de dizer qualquer coisa sobre Lula ter se beneficiado dos negócios da Petrobras, nenhuma das testemunhas tem mais do que uma visita de Marisa Letícia para olhar o tal triplex, tudo o mais que se tem é fofoca de vizinhos e porteiros.

Além dos tais containers do acervo presidencial, cuja a guarda jamais poderia ser benefício pessoal.

O final do depoimento é patético: Sérgio Moro, por duas vezes, pergunta a Fernando Henrique se ele recebeu doação – a expressão é de Moro – “por fora”. Ora, será que alguém esperava que FHC fosse dizer: sim, doutor, recebi?



domingo, 18 de dezembro de 2016

A SOLIDARIEDADE DE JANOT COM QUEM É ACUSADO DE VIOLAR A HONRA DE LULA

A SOLIDARIEDADE DE JANOT COM QUEM É ACUSADO DE VIOLAR A HONRA                                DE LULA
POSTADO POR: FÁTIMA MIRANDA - 10:11:00  em 18/12/2016
 
Brasil 247

Há algumas semanas atrás, sugeri que a ministra Carmen Lúcia, na qualidade de presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça, não faria bem em se solidarizar com juiz federal de primeiro grau que ordenara um jabaculê no Senado. 

Afinal, a iniciativa era mui controversa e não cabia à ministra, que preside um órgão de controle externo do poder judiciário, bater boca com o presidente do Senado, que cumpria seu papel político ao demonstrar sua indignação com a invasão do espaço legislativo, ainda que chamara, o juiz de piso, de “juizeco”. Afinal, um “je suis juizeco” não pegava bem para a ministra.

Hoje anunciou-se declaração do senhor procurador-geral da república, em que critica de forma dura a propositura de ação por danos morais pelo Ex-Presidente Lula contra o procurador Dallagnol, de Curitiba, por este ter protagonizado espetáculo deprimente de entrevista coletiva em que exibira um “PowerPoint” simplório, para atribuir ao ex-chefe do executivo federal, a qualidade de “comandante do esquema Petrobrás”.

Tanto quanto Renan, Lula está no seu direito de indignar-se e o procurador-geral da república não anda bem em atacá-lo por isso. Inusitado é o chefe do parquet se solidarizar com quem é acusado de violar a honra e a reputação de Lula, pois também ele, o PGR, preside um órgão de controle externo, o do ministério público, que pode vir a ser chamado a dizer sobre os excessos do procurador integrante da chamada força tarefa da operação “Lava Jato”. Um “Je suis Dallagnol” é tão despropositado quanto um “Je suis juizeco”.

Não é de hoje que o tom do conflito entre instituições do estado tem subido muito acima do aceitável. Gritos de juiz em audiência, porque atribui a advogados do réu “abuso de direito de defesa”, quando da insistência em perguntas a testemunhas, são tão grotescos quanto querer sugerir “cerceamento da acusação”, porque o réu não aceita a pornográfica violação da presunção de sua inocência por um membro do ministério público e busque responsabilizá-lo na justiça.

O tom de hostilidade à defesa e a advogados foi inaugurado no famigerado processo do mensalão, com os estribilhos incensurados do então relator, ministro Joaquim Barbosa. Como o exemplo vem de cima, parece que, com essa atitude, abriu-se a temporada de caça aos causídicos defensores. 

E a ordem dos advogados permanece estranhamente em silêncio.

A investigação da “Lava Jato” tem sido um festival de abusos contra garantias processuais mais comezinhas, numa conivência entre o complexo policial-judicial e a mídia, com indisfarçável escopo de atingir a reputação de alguns bem escolhidos atores políticos. 

Quando interessa fazer barulho, investigados são presos ou conduzidos com ostensivo aparato repressivo, sendo mostrados publicamente algemados.

Que se dane a excelsa súmula vinculante Daniel Dantas, que veda o uso de algemas quando não há resistência do detido ou do conduzido! Nem se vê, por sinal, o STF, através de seus eloquentes ministros, exigir o cumprimento de dita súmula. Aliás, como é notório, a operação tem se excedido, também, nas próprias conduções coercitivas, sem que se desse razão para tanto.

Investigados são exibidos de forma constrangedora “de baraço e pregão pelas ruas da villa”, no melhor estilo das Ordenações Filipinas.

Triste é constatar que o senhor procurador-geral da república, ao invés de cumprir com seu papel de chefe da instituição a que incumbe a proteção dos direitos fundamentais, prefere se identificar com quem os fere e bater boca com quem não se conforma. 

Está claro, desde já, que se Lula for representar contra esses abusos ao chefe do ministério público federal, como é legitimo, vai encontrar oiças mocas, pois este já declarou: “Je suis Dallagnol”.

Este episódio mostra mais uma vez o quanto é urgente debater na sociedade e no legislativo a responsabilização de agentes públicos por abuso de autoridade, pois se nem o Congresso e nem um ex-presidente da república respeitam, o que se dirá do cidadão comum? Corporativismo e populismo são infelizmente duas pragas que corroem nossas instituições mais caras para a democracia, que, com isso, se tornam incapazes de defender quem delas mais precisa.

Jogam para uma plateia irada, sedenta para assistir um massacre de gladiadores na arena do Coliseu. E, com isso, nem tanto pelo pão, mas muito pelo circo, as instituições ganham a simpatia das massas, num projeto evidente de poder da respectiva corporação.

Cantem ao povo uma nova canção, senhores procuradores e, quem sabe, consigam reverter sua a desmoralização que não tardará: a democracia não precisa de heróicos salvadores da pátria, mas, sim, de magistrados equilibrados que façam justiça por via da apreciação dos fatos e sua subsunção à lei e não para atender o grito histriônico dos que querem um show de ataque aos direitos fundamentais.


Nelson Marchezan disse o que ninguém teve coragem de falar do judiciário


                                             VEJA O VÍDEO A BAIXO

Vídeo do Youtube