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domingo, 29 de abril de 2018

Depoimentos Sobre Ação De Terreno Para Instituto Lula Não Tem Ligação Com A Petrobrás E Moro Deve Ser “Derrubado”, Admite Folha


Depoimentos Sobre Ação De Terreno Para Instituto Lula Não Tem Ligação Com A Petrobrás E Moro Deve Ser “Derrubado”, Admite Folha



Samuel Pinto, da Redação do Portal CLICK POLÍTICA

Segundo matéria do Jornal Folha de São Paulo, assinada pelo o jornalista Felipe Bächtold, os depoimentos da ação contra Lula não ligam o suposto terreno para Instituto Lula a recursos oriundos da Petrobrás, e por conta disso, 
deve sair das mãos do juiz Sérgio Moro após decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal.

Moro que decidiu manter os processos apesar da decisão do STF, pode sofrer uma rebordosa nos próximos dias, haja vista da inviabilidade de sua decisão, que pela a Constituição Federal, não pode se sobrepor a decisões de instâncias superiores.

Para manter a ação com Moro, a Lava Jato alega que o dinheiro fazia parte do “caixa geral de propinas da Odebrecht para o PT”.

O problema é que os procuradores não tem provas. Apenas convicção.


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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Procurador diz que Cláudia Cruz foi absolvida por causa do ‘coração generoso’ de Moro

Procurador diz que Cláudia Cruz foi absolvida por causa do ‘coração generoso’ de Moro
26/05/2017 13:40
 Procurador Carlos Fernando dos Santos Lima
Procurador Carlos Fernando dos Santos Lima

O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima afirmou nesta sexta-feira (26) que parte dos valores desviados no esquema investigado na 41ª fase da Operação Lava Jato abasteceram contas do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) e de sua mulher, Cláudia Cruz. 

Segundo o procurador, Cláudia tinha como saber a origem dos recursos.

A mulher de Cunha foi inocentada pelo juiz Sérgio Moro nesta quinta-feira (25), mas o Ministério Público Federal (MPF) pretende recorrer da decisão. 

Para Santos Lima, a absolvição de Cláudia se deve ao “coração generoso” de Moro.

O valores depositados para Cunha foram para contas no exterior que já eram conhecidas, afirmou o procurador, ao detalhar a 41ª fase da Lava Jato, deflagrada nesta sexta. 

Esta etapa da operação apura desvios em operações da Petrobras em Benin, na África. Ao todo, sete pessoas teriam recebido propina do esquema.

Santos Lima afirmou que parte dos valores eram para o operador João Henriques e parte para Cunha. 

De acordo com ele, a investigação ainda precisa ser aprofundada. 

Ele reafirmou que um dos pontos fortes da Lava Jato é a cooperação internacional e que o MPF trabalha para recuperar o produto de roClaudia Cruz, mulher do então presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, ao lado dele durante cerimônia no Congresso em novembro de 2015.

41ª fase da Lava Jato

A ação, batizada de Poço Seco, investiga complexas operações financeiras realizadas a partir da aquisição pela Petrobras de direitos de exploração de petróleo em Benin, com o objetivo de disponibilizar recursos para o pagamento de vantagens indevidas a um ex-gerente da área de negócios internacionais da empresa.

O Campo de Petróleo de Benin foi comprado em 2011, e de acordo com uma auditoria da Petrobras, trouxe um prejuízo de mais de US$ 77 milhões para a estatal porque o campo estava seco.

A Polícia Federal (PF) seguiu o caminho do dinheiro pago pela Petrobras, que foi de US$ 34 milhões para a empresa Companie Beninoise des Hydrocarbures SARL (CBH). 

Essa companhia pertence ao empresário português Idalecio Oliveira e foi responsável pela venda de um campo seco de petróleo em Benin para a Petrobras.

São alvos da operação o ex-gerente da Petrobras Pedro Augusto Cortes Xavier Bastos e o ex-banqueiro José Augusto Ferreira dos Santos. Eles são suspeitos de terem recebido mais de US$ 5,5 milhões (cerca de R$ 18 milhões) em propinas da CBH.

No mesmo dia em que a Petrobras fez o pagamento, a CBH transferiu US$ 31 milhões para outro grupo empresarial controlado pelo próprio Idalécio. 

Dois dias depois, com um contrato simulado, US$ 10 milhões foram transferidos para uma offshore de João Augusto Henriques, que está preso desde setembro de 2015, e é apontado como operador do PMDB. 

Ele foi condenado a uma pena de sete anos.

De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, os US$ 10 milhões se referem à propina e correspondem a 1/3 do total do negócio.

O dinheiro do campo de Benin seguiu para várias contas. Quase US$ 5 milhões foram para uma conta na Suíça que pertence ao ex-gerente Pedro Augusto Cortes Xavier Bastos.

O ex-gerente da estatal foi preso preventivamente, ou seja, por tempo indeterminado. O mandado de prisão contra Pedro Augusto Cortes Xavier Bastos foi cumprido no Rio de Janeiro e ele será levado para a carceragem da PF em Curitiba.

Pedro Augusto Cortes Xavier Bastos foi demitido por justa causa da Petrobras. Uma comissão interna da estatal concluiu que ele omitiu informações sobre o negócio que acabou provocando o prejuízo para a empresa, e pressionou a equipe técnica para agilizar análises, o que prejudicou o estudo.

Há ainda um mandado de prisão temporária contra José Augusto Ferreira dos Santos. Contudo, o ex-banqueiro não foi localizado nesta manhã. Conforme o delegado federal Igor Romário de Paula, a defesa do investigado informou que ele vai se apresentar à PF.

Outras cinco pessoas também tiveram as contas abastecidas pelo esquema, entre 2011 e 2014, segundo o MPF. Ao total, contas na Suíça e nos Estados Unidos receberam mais de US$ 7 milhões. Os fatos podem configurar os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Ao todo, foram expedidos 13 mandados judiciais, sendo oito de busca e apreensão, um de prisão preventiva, um de prisão temporária e três mandados de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento. 

A operação cumpriu mandados em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

Operador do esquema

De acordo com a denúncia do Ministério Público que desencadeou a 41ª fase, os pagamentos de propina feitos para efetivar a venda em Benin foram intermediados pelo lobista João Augusto Rezende Henriques, operador do PMDB no esquema da Petrobras.

João Augusto está preso desde setembro de 2015 na operação Lava Jato e foi condenado a sete anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, em decorrência dos mesmos fatos, em outro processo. 

Nele, foram condenados também o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha e o ex-diretor da Petrobras Jorge Luiz Zelada.

Fonte: G1


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domingo, 19 de março de 2017

BRASIL COM LULA: Ato que reuniu mais de 70 mil pessoas na PB comprova que Moro deve ter ‘responsabilidade’ e agir como juiz e não como militante

BRASIL COM LULA: Ato que reuniu mais de 70 mil pessoas na PB comprova que Moro deve ter ‘responsabilidade’ e agir como juiz e não como militante
19 de março de 2017
 

O ato de apoio ao ex-presidente Lula (PT) no estado da Paraíba, que reuniu cerca de 70 mil pessoas, mostrou que o juiz Sérgio Moro tem que ter muita responsabilidade nas suas decisões em torno da Lava Jato.

O ato na Paraíba e a liderança de Lula em todas as pesquisas de intenção de voto, comprova que a população brasileira não aceitará condenações sem provas por parte do magistrado de Curitiba, que ao longo da Lava Jato, tem mostrado uma afinidade muito grande com o PSDB e com o Senador Aécio Neves.

Sérgio Moro ouvirá o ex-presidente nos primeiros dias de Maio, em interrogatório que ocorrerá no Paraná. Até o presente, nenhuma prova concreta contra Lula foi apresentada.

O próprio Ministério Público Federal na pessoa de Deltan Dallagnol, admitiu ter apenas ‘convicção’ em suas acusações contra o líder do Partido dos Trabalhadores.

Moro já mostrou parcialidade contra o ex-presidente, sendo denunciado inclusive na ONU, onde um processo foi instaurado e até líderes mundiais já anunciaram que vão depor contra o juiz brasileiro, que estaria ferindo os direitos humanos, extrapolando as suas funções no âmbito da Lava Jato.

A mobilização na Paraíba é a prova inconteste de que ‘mexer com Lula, é mexer com muita gente’.

É aguardar pra ver os próximos capítulos.

CLICK POLÍTICA



Dilma na Inauguração da Transposição das Águas do Rio São Francisco

Publicado em 19 de mar de 2017
Dilma e Lula visitam a transposição do São Francisco para a inauguração popular na cidade de Monteiro, ao lado do governador Ricardo Coutinho (PB)

"Eu queria alertar vocês de uma coisa que vai acontecer, o fato da água estar aqui não significa que o problema está resolvido. Por que tá cheio de gente morrendo de seca na beira do rio São Francisco.

Então, os governadores tem que continuar pressionando o governo federal para construir a adutora, tratar e fazer a água chegar na torneira de vocês.

Não pode um fazendeiro pegar sozinho uma bomba e puxar a água toda pra irrigar a fazenda dele. Tá cheio de ribeirinho, indígena e quilombola que tem direito a essa água também." - Lula, durante sua fala no ato de inauguração popular da transposição do rio São Francisco.

A presidenta Dilma Rousseff e o governador Ricardo Coutinho estiveram no palanque e elogiaram a coragem que Lula teve ao tirar esse projeto do papel. 

"É verdade que D. Pedro II disse que daria a última joia da coroa para quem conseguisse fazer a transposição. Não deu a última, nem a primeira, porque nunca saiu", disse Lula. "Nunca saiu por quê? Porque tem estados doadores e receptores. 

Tinha presidente que vinha aqui no Cariri e dizia que ia fazer. Só que o mesmo presidente ia na Bahia, onde o então governador ACM era contra, e ele então dizia que também era contra".

O município de Monteiro, no Cariri, completamente lotado para a celebração popular de chegada das águas do rio São Francisco na Paraíba. O sertão virando mar! O evento conta com a presença dos ex-presidentes Lula e Dilma, do PT, responsáveis pela obra.

"Todos nós temos um encontro marcado com a democracia, esse encontro é em outubro de 2018. Eles sabem que se conversarmos com o povo, nós ganharemos essa eleição." - DIlma, durante seu discurso, agora, no sertão paraibano.


Fonte: CANAL K

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Moro fez pergunta patética a FHC para tentar incrimar Lula, porém se deu mal, diz jornalista; CONFIRA!

Moro fez pergunta patética a FHC para tentar incrimar Lula, porém se deu mal, diz jornalista; CONFIRA!
9 de fevereiro de 2017
 

Fernando Henrique Cardoso depôs hoje ao juiz Sérgio Moro e, claro, disse que administrou o acervo presidencial da mesma forma que Lula, com recursos oferecidos por empresas como colaboração, até porque os ex-presidentes, que não recebem aposentadoria, não têm outra forma de fazê-lo.

Disse que, mesmo antes de deixar o mandato, teve reuniões com empresários, entre eles Emílio Odebrecht, para conseguir um espaço para o que seria, depois, o Instituto que leva seu nome.

Mais uma história do powerpoint de Deltan Dalagnol – a do armazenamento do acervo presidencial – vai “para o brejo”.

Então, o resumo da ópera, neste caso é que nenhum dos delatores – Nestor Cerveró, Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco – é capaz de dizer qualquer coisa sobre Lula ter se beneficiado dos negócios da Petrobras, nenhuma das testemunhas tem mais do que uma visita de Marisa Letícia para olhar o tal triplex, tudo o mais que se tem é fofoca de vizinhos e porteiros.

Além dos tais containers do acervo presidencial, cuja a guarda jamais poderia ser benefício pessoal.

O final do depoimento é patético: Sérgio Moro, por duas vezes, pergunta a Fernando Henrique se ele recebeu doação – a expressão é de Moro – “por fora”. Ora, será que alguém esperava que FHC fosse dizer: sim, doutor, recebi?



quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

ALERTA: Isolado no presídio, Cunha dá sinais de abatimento, depressão e desiste de lançar livro sobre o impeachment de Dilma

ALERTA: Isolado no presídio, Cunha dá sinais de abatimento, depressão e desiste de lançar livro sobre o impeachment de Dilma
5 de janeiro de 2017
 

Durante o tempo em que permaneceu na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) passou a exercer voz de comando e organizar os afazeres do dia no local, segundo investigadores.

Desde que foi transferido para Pinhais, no entanto, há três semanas, o peemedebista vem dando sinais de abatimento por estar num regime mais restrito, sozinho numa cela e privado do contato com os demais presos, inclusive no banho de sol. 

Na carceragem da PF, Cunha tinha mais liberdade de circulação e não se sentia tão isolado.

Enquanto esteve em Curitiba, conviveu com Olívio Rodrigues e Luiz Eduardo Soares, dois delatores que atuaram no Setor de Operações Estruturadas, o departamento da propina da Odebrecht. Ambos foram soltos no mesmo dia em que Cunha foi transferido para o Complexo Médico-Penal de São José dos Pinhais.

A defesa do peemedebista foi contrária à mudança. Reclamou que implicaria contato mais restrito com os advogados e, em recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que a transferência para o presídio tinha o objetivo de pressioná-lo a fazer um acordo de delação premiada.

Incomodado com o andamento de seus processos, Cunha decidiu se dedicar exclusivamente a estudar sua defesa e orientar os advogados.

O peemedebista abandonou, por tempo indeterminado, a ideia de escrever um livro, que, segundo ele, contaria os bastidores do impeachment da petista Dilma Rousseff e seria seu “presente de Natal” aos inimigos políticos.

Envolvido com os detalhes da defesa, Cunha chegou a comentar com interlocutores que embora discorde das decisões do juiz Sérgio Moro e do modo como o magistrado atua no processo, enxerga nele um profissional bem preparado. 

Segundo relatos, o peemedebista percebeu que o juiz que comanda a Lava Jato lê todas as longas petições e disse que Moro se diferencia dos demais magistrados pela “inteligência”.

Sobre a disputa entre sua defesa e os acusadores, Cunha tem dito que alcançou vitórias, em especial, ao ver tanto as testemunhas de acusação como as de defesa negarem sua responsabilidade na nomeação de Jorge Zelada para a diretoria de Internacional da Petrobras.

Conforme relato do deputado cassado a interlocutores, isso exclui o ato de ofício necessário para imputação do crime de corrupção. Com informações do Estadão Conteúdo.