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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Fachin manda soltar aliado de Geddel que tinha digitais nas malas de dinheiro


Fachin manda soltar aliado de Geddel que tinha digitais nas malas de dinheiro

04/02/2018
Do G1:

O ex-diretor-geral da Defesa Civil de Salvador, Gustavo Ferraz, foi solto da prisão domiciliar que cumpria na casa dele, na capital baiana, no sábado (3). 
A decisão de soltura foi do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, na sexta-feira (2).

 Ferraz cumpria prisão domiciliar desde o dia 23 de outubro do ano passado e passou a usar tornozeleira eletrônica no dia 16 de novembro de 2017, após o governo baiano adquirir os equipamentos.

Antes disso, ele chegou a ser preso em regime fechado, junto com o ex-ministro Geddel Vieira Lima, mas depois a prisão foi convertida em domiciliar.

 O advogado de Ferraz, Pedro Machado de Almeida Castro, informou que a decisão de soltura foi após pedido da defesa, com a justificativa de que ele não oferece risco e colaborou com as investigações.

 Também foram revogadas medidas cautelares como restrições de uso de telefone e internet.

 Com a soltura, ele passa a responder pelo processo em liberdade.

As digitais de Ferraz foram encontradas em notas de dinheiro, apreendidas em um apartamento em Salvador, ligado a Geddel. 

Na ocasião, a Polícia Federal encontrou R$ 51 milhões escondidos em malas e caixas. 
Segundo a PF, o dinheiro pertence ao ex-ministro e é oriundo de propina.

Ferraz foi preso suspeito de auxiliar Geddel a esconder o dinheiro. 

Ele foi demitido do cargo de ex-diretor-geral da Defesa Civil de Salvador logo após vir à tona que ele havia sido detido.
(…)

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terça-feira, 28 de novembro de 2017

PF atribui lavagem de dinheiro e associação criminosa a Geddel e Lúcio por bunker dos R$ 51 mi

PF atribui lavagem de dinheiro e associação criminosa a Geddel e Lúcio por bunker dos R$ 51 mi
Estadão Luiz Vassallo, Fábio Serapião e Beatriz Bulla
7 horas atrás 28/11/2017
Bunker dos R$ 51 milhões
 © Foto: PF Bunker dos R$ 51 milhões

A Polícia Federal atribuiu ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e ao deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB), os crimes de associação criminosa e lavagem de dinheiro, em relatório conclusivo sobre o bunker dos R$ 51 milhões, descoberto no âmbito da Operação Tesouro Perdido.




A PF ainda atribuiu os crimes a Marluce Quadros Vieira Lima, mãe dos irmãos peemedebistas, Job Ribeiro Brandão, homem de confiança da família e Gustavo Pedreira do Couto Ferraz, ex-diretor da Defesa Civil de Salvador apontado como operador de Geddel.


Segundo o delegado Marlon Oliveira Cajado dos Santos, que assina o documento, eles 'estiveram unidos em unidade de desígnios para a prática de crimes de lavagem de dinheiro, seja pelo ocultamento no apartamento de Marluce Quadros Vieira Lima, seja pelo ocultamento no apartamento da Rua Barão de Loreto, Graça, Salvador/BA, de recursos financeiros em espécie oriundos atividades ilícitas praticadas contra a Caixa Econômica Federal 

(corrupção de GEDDEL), apropriação indevida de recursos da Câmara dos Deputados por desvios de salários de Secretários Parlamentares (Peculato), Caixa 02 em Campanhas Eleitorais (Art. 350 do Côdigo Eleitoral), possível participação de Lúcio Vieira Lima em ilicitudes relacionadas a medidas legislativas e da participação de GEDDEL VIEIRA LIMA em Organização Criminosa' descrita no inquérito do Quadrilhão do PMDB na Câmara.

Bunker. A Operação Tesouro Perdido partiu de uma denúncia anônima por telefone no dia 14 de julho 
de 2017. 

O apartamento em Salvador aonde foram encontrados os R$ 51 milhões pertence ao empresário Silvio Antonio Cabral Silveira, que admitiu às autoridades que emprestou o imóvel ao irmão de Geddel, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB), a pretexto de guardar bens do pai do peemedebista, já falecido.

Na montanha de notas de R$ 100 e R$ 50 encontrada no apartamento, há marcas dos dedos do ex-ministro, de seu aliado Gustavo Pedreira Couto Ferraz, ex-diretor da Defesa Civil de Salvador, do assessor de Lúcio, Job Ribeiro Brandão, além de uma fatura com o pagamento da empregada do parlamentar.

No âmbito das investigações, Job resolveu colaborar com as investigações e tem feito tratativas para firmar delação premiada e seus depoimentos agravaram a situação dos peemedebistas perante a Justiça.

Ele disse que devolvia 80% de seu salário aos irmãos, além de contar e guardar dinheiro vivo em grandes quantidades para o ex-ministro e o deputado federal.

O homem de confiança dos peemedebistas foi preso no dia 16 de outubro, mesma data em que o gabinete de Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) foi alvo de busca 
e apreensão.

COM A PALAVRA, GEDDEL
A reportagem entrou em contato com a defesa do peemedebista. O espaço está aberto para manifestação.

COM A PALAVRA, LÚCIO
A reportagem entrou em contato com a assessoria do deputado. O espaço está aberto para manifestação.



sábado, 28 de outubro de 2017

Lula volta a se defender e diz que vai disputar as eleições sem impedimento

Lula volta a se defender e diz que vai disputar as eleições sem impedimento
Ex-presidente diz que é vítima de 'ódio' e perseguição das elites por favorecer as classes menos favorecidas
Postado em 28/10/2017 10:01 / atualizado em 28/10/2017 13:03
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva percorre 
Minas Gerais na Caravanas por Minas Gerais - Lula 
pelo Brasil(foto: Divulgação )

Em  discurso que durou mais de 30 minutos, em Montes Claros, no dia de seu aniversário no final desta sexta-feira,  o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a se defender das acusações que pesam contra ele no âmbito das investigações da  
Operação Lava-Jato. 

Afirmou  que é inocente e que  nunca  roubou", emendando que, assim, vai disputar  novamente a eleição presidencial em 2018 sem impedimento por causa das denúncias investigadas.

Lula lembrou que, aos 12 anos,  queria comer uma maçã e como não tinha dinheiro,  às vezes, sentia vontade de roubar a fruta. E não fez isso para não envergonhar sua mãe.  

"Não é (será) agora, aos 72 anos que vou roubar um centavo para envergonhar milhões e milhões de pessoas que a vida inteira confiaram em mim", disse Lula, que se encontrou em Montes Claros com o presidente da Coteminas, Josué Alencar, que corteja para ser seu candidato a vice.

"Sei que represento muito para este país. Sei o que nós fizemos para este país. 

Eu a Dilma (Rousseff) e o PT. O Brasil nunca foi tão respeitado", acrescentou o ex-presidente. 

Ele discursou tendo a companhia no palanque a ex-presidente Dilma Rousseff e outras lideranças nacionais  do PT, como a senadora Gleise Hofmann e o ex-ministro e ex-prefeito  de São Paulo Fernando Haddad, que também fizeram o uso da palavra. 


Ele disse que é vítima de "ódio" e perseguição das elites por favorecer as classes menos favorecidas e, sem citar nominalmente a Lava Jato, voltou a manda um recado para os investigadores da Operação.

  Lembrando que " não estou acima da lei e acima da justiça", destacou:  "Não são aqueles meninos que passaram alguns anos estudando para fazer concurso que vão julgar a história de um homem de 72 anos dedicados à luta do povo e da luta deste país" . 

Salientou  sua vida foi "revirada" e deram buscas em sua casa e "não encontraram nada e não ser vergonha de sobra".

O petista citou outros políticos investigados ou presos no âmbito da  ava Jato, dos quais foram localizados dinheiro em contas no exterior e em espécie, como o ex ministro Geddel Vieira Lima, o suposto dono de R$ 51 milhões em malas apreendidas em um apartamento em Salvador.

Em seguida, ele emendou, em tom de  desafio: 

"se eles (os investigadores da Lava Jato) estão acostumados lidar com políticos ladrões, se estão acostumados com políticos covardes, que eles denunciam e enfiam o rabo entre as pernas, pois bem, vão ter que enfrentar um cidadão que não é corrupto, que não tem medo deles. 

A única que quero e é que se faça justiça neste país.

 Por isso, quero disputar  ( a eleição de 2018) e disputando e vencendo, quero fazer uma revolução social neste pais", assegurou.

A concentração petista em Montes Claros foi realizada na Praça da Catedral, que ficou lotada. 

A Polícia Militar não informou o público. 

O evento foi organizado com o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Sindicato Único dos Trabalhadores da Educação, além de movimentos sociais. 

O ato público contou também com a participação de moradores de outros municípios do Norte de Minas citados na concentração pelo deputado estadual Paulo Guedes. 
Eles foram transportados em ônibus até Monte Claros, mas não foi divulgado como foram pagas as despesas.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva percorre Minas Gerais na Caravanas por Minas Gerais - Lula pelo Brasil. 

Na manhã deste sábado, ele faz uma parada em Bocaiúva, ainda no Norte de Minas, onde se encontra com o governador Fernando Pimentel. 

De Bocaiúva, Lula e seus correligionários seguem para Diamantina.

A viagem foi iniciada segunda-feira em Ipatinga, no Vale do Aço, e será encerrada na próxima segunda-feira, em Belo Horizonte . 

O ex-presidente petista passou por Teófilo Otoni  (Vale do Mucuri), Governador Valadares  (Leste do estado), por  municípios do Vale do Jequitinhonha, como Araçuaí,  e outras cidades do Norte de Minas como Salinas e Francisco Sá.



terça-feira, 17 de outubro de 2017

BOMBA! O MAIOR INIMIGO DO PT? Janot Articulou Golpe Contra Dilma Usando A PGR; SAIBA!

BOMBA! O MAIOR INIMIGO DO PT? Janot Articulou Golpe Contra Dilma Usando A PGR; SAIBA!
 

A delação de Lúcio Funaro, foi sem dúvida alguma, a mais contundente em relação as demais. 

Além de falar sobre as manobras em transações de vultuosas somas de recursos em propina no PMDB, através dos ex-deputados Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves, Geddel Vieira Lima, presos pela Polícia Federal tendo a coordenação do presidente Michel Temer, o doleiro foi além das expectativas, deixando o Brasil estarrecido.

Lúcio Funaro foi o único envolvido e ouvido, à denunciar o esquema sórdido do impeachment, que redundou com o afastamento da presidente Dilma Rousseff no ano passado, tendo a mesma atingido o apoio de mais 54 milhões de brasileiros e vencendo o pleito para o senador Aécio Neves.

O doleiro fez uma acusação da maior gravidade, afirmando ao MPF, que acompanhou passo à passo, toda a trama das propinas e do golpe contra a ex-presidente, afirmando inclusive, quem estaria encabeçando a arapuca para Dilma e o PT seriam: 

O presidente Michel Temer e “pasmem os senhores”, como também o então Procurador Geral da República, Rodrigo Janot. 

O mais intrigante, foi a afirmação de que o STF estaria sabendo de tudo, inclusive da compra de votos de parlamentares para que o intento fosse sacramentado.

Perguntar não ofende! 

1º- Como a população brasileira que tem o MPF e o Judiciário como defensores das leis e da garantia dos direitos dos cidadãos, pode digerir tamanha barbaridade?

2º- Como um Procurador Geral da República tem o desplante de se nivelar de maneira sorrateira como Rodrigo Janot, ao ponto de utilizar uma instituição respeitosa como a PGR, para montar estratégias de seu interesse ou para fazer o jogo de alguém, enganando a imensa população do país?

Será que foi por esse motivo que o ministro Gilmar Mendes do STF, chegou a dizer que o então procurador seria classificado como responsável pela pior gestão da PGR?

Quem sabe se não foi por isso que um dia a ministra Eliana Calmon, assegurou categoricamente que se nas investigações da Lava Jato, não constasse acusações envolvendo membros do judiciário e do MP, tudo não passaria de uma farsa?

A verdade é que as denúncias são graves e os golpistas tentam desqualificar as mesmas da maneira mais descarada possível, achando que o povo é bobo.

A população exige através das comunidades em redes sociais, nas ruas, praças e demais logradouros públicos, que a atual Procuradora Geral da República, determine a abertura de uma investigação do senhor Rodrigo Janot, denunciado em delação pelo doleiro Lúcio Funaro e agora do conhecimento de todos.

 Afinal de contas, ninguém está acima da lei, como diz a Carta Magna do país, ou uma frase sustentada pelo próprio procurador: 

“O pau que bate em Chico, bate em Francisco.”

Não estamos fazendo qualquer pré-julgamento da figura do procurador Janot, mas, exigimos que esse fato seja esclarecido à sociedade. 

E se comprovado, a PGR tem o dever moral de pedir a anulação do impeachment e a punição dos envolvidos nessa faceta medíocre e de uma irresponsabilidade da pior envergadura.

Se nada for feito com relação ao assunto, ficará comprovado que o golpe terá ramificações inesperadas de chegar ao ponto de condenar Lula, tornar o mesmo inelegível e de preferência na cadeia, bem como, acabar com Dilma, o Partido dos Trabalhadores e sabe-se lá o que mais.

“O povo está de olho, cansado de tanta injustiça e de não poder votar livremente. 

A condenação de Lula irá gerar, a maior crise política de todos os tempos, disso não tenha a menor dúvida”, disse um líder sindical.

Click Política
Matéria do Jornalista Gil Silva


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

FUNARO DESNUDOU O GOLPE! Geddel Está Mais Perto Da Delação E Pode Terminar De ‘Enterrar’ Temer; CONFIRA AQUI!

FUNARO DESNUDOU O GOLPE! Geddel Está Mais Perto Da Delação E Pode Terminar De ‘Enterrar’ Temer; CONFIRA AQUI!
 

Preso há pouco mais de um mês na Papuda, Geddel Vieira Lima, operador e homem de confiança de Michel Temer há mais de duas décadas, tem uma única saída para reduzir sua pena: contar o que sabe sobre o bunker de R$ 51 milhões estourado pela Polícia Federal em Salvador.

Geddel foi o pivô da maior apreensão de dinheiro sujo da história do Brasil e agora seu irmão Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), outro dos articuladores do golpe de 2016, também foi atingido por uma blitz da Polícia Federal (leia aqui).

É uma péssima notícia para o Palácio do Planalto, às vésperas da apreciação da denúncia em que Temer é acusado de corrupção, obstrução judicial e organização criminosa.

(Reuters) – A Polícia Federal realiza buscas na manhã desta segunda-feira no gabinete do deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) na Câmara como parte das investigações relativas à descoberta de 51 milhões de reais em espécie em um apartamento de Salvador atribuídos ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, irmão do parlamentar, segundo a TV Globo.

Além das buscas na Câmara, a PF também cumpre mandados no apartamento residencial do deputado em Brasília e em mais dois endereços ligados ao parlamentar em Salvador, acrescentou a Globo.

Procurada, a Polícia Federal não respondeu de imediato.

No mês passado, a Justiça Federal do Distrito Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal investigações relativas às operações que envolvem Geddel por suspeitas de que seu irmão, que possui foro privilegiado, possa estar envolvido no crime de lavagem de dinheiro.

De acordo com a Justiça Federal do DF, a operação que encontrou os 51 milhões de reais atribuídos a Geddel em um apartamento em Salvador esbarrou em indícios de que Lúcio também pode ter participado do crime de lavagem de dinheiro.


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Geddel é ameaçado por detentos e tenta 'fugir' de possível estupro na prisão

Geddel é ameaçado por detentos e tenta 'fugir' de possível estupro 
na prisão
O ex-ministro do governo de Michel Temer passa por situação inusitada dentro do Complexo Penitenciário da Papuda.
Especialista em Política
Revisado por Ismael Paulino Publicado: 14 setembro 2017

 Ex-ministro de Temer, Geddel Vieira Lima
Ex-ministro de Temer, Geddel Vieira Lima

Os advogados de defesa do ex-ministro do #Governo dopresidente da República [VIDEO] #Michel Temer,#Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), alegaram um grave risco de "estupro" dentro do Complexo Penitenciário da Papula, local onde o ex-ministro está preso desde a semana passada, em Brasília. 

O objetivo da defesa é tirar Geddel do regime fechado e tentar colocá-lo em prisão domiciliar. 

Uma matéria publicada pelo jornal "A Folha Brasil" dava conta do vazamento de várias mensagens enviadas através de familiares de detentos que indicavam que os políticos que estão presos poderiam ser "estuprados".

Ameaças aos políticos presos e familiares
Não há certeza se as ameaças são realmente verídicas, mas entre as que foram noticiadas pelo jornal é citado que os políticos presos deverão fazer 

"favores" para os outros internos do presídio, incluindo serviços domésticos e atos sexuais.

Na reportagem é enfatizado que um ex-deputado muito famoso já teria até mesmo "se casado" com um traficante da Papuda. 

Familiares desse ex-deputado, que não teve o nome disponibilizado pela reportagem, estariam tentando fazer de tudo para que as "humilhações" parassem e ele saísse dessa terrível situação.

A defesa de Geddel também sinalizou que familiares estão recebendo várias ameaças através das redes sociais e que peças do processo criminal, como fotos, estão circulando livremente na mídia. 

Os advogados do ex-ministro citaram na petição que quem se omitir, prejudicando Geddel, irá se responsabilizar caso aconteça algo, como por exemplo, Geddel ser estuprado por algum preso da penitenciária.

Juíza não acredita nas informações da reportagem
A juíza responsável pelo caso, Leila Cury, disse que não se pode basear em um noticiário de caráter especulativo e com notícias inverídicas.

A magistrada cita que a defesa de Geddel está se utilizando de meios, provavelmente "falsos", para conseguir uma prisão domiciliar ao ex-ministro.

Em resposta a petição, Leila Cury diz que familiares de presos que estão no bloco de Geddel nem chegaram a tê-lo visitado, negando qualquer contato com o ex-ministro [VIDEO] para fazer ameaças desses níveis. 

A respeito da reportagem, a juíza acredita ser falsa, pois há informações que não compactuam com a realidade. 
Dentre elas, a quantidade de refeições disponibilizadas aos presos.

Geddel Vieira Lima foi preso na última sexta-feira, 8 de setembro, acusado de esconder cerca de R$ 51 milhões. 
O dinheiro estava guardado dentro de malas em um apartamento de Salvador, Bahia.



segunda-feira, 3 de julho de 2017

TEMER VAI A LOUCURA: Delação de Funaro ‘com provas’ foi deciviva para a prisão de Geddel; SAIBA!

TEMER VAI A LOUCURA: Delação de Funaro ‘com provas’ foi deciviva para a prisão de Geddel; SAIBA!
3 de julho de 2017
 

A prisão de Geddel Vieira Lima é conseqüência dos recentes depoimentos do doleiro Lúcio Funaro, Joesley Batista e Francisco de Assis, diretor do grupo J&F. 

Sendo os dois últimos em colaboração premiada. 
É o que diz o MPF.

No pedido enviado à Justiça, os procuradores afirmaram que o político estava agindo para atrapalhar as investigações. 

O ex-ministro não queria, em hipótese alguma, que Eduardo Cunha e Funaro firmassem um acordo de colaboração com o Ministério Público.

Na petição, foram citadas mensagens enviadas recentemente por Geddel à esposa do doleiro. 

Nas mensagens, o ex-ministro, identificado pelo codinome “carainho”, sonda a mulher sobre a disposição do marido em se tornar um delator.

 Além de “monitorar” o comportamento de Funaro, ele teria atuado para que tanto ele quanto Cunha recebessem vantagens indevidas para não delatarem.

CLICK POLÍTICA com informações de Coluna Radar


Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.
AGRADEÇO A TODOS 


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Que país é este: Geddel solto e Boulos vai preso

Colunista do 247, Tereza Cruvinel é uma das mais respeitadas jornalistas políticas do País
18 de Janeiro de 2017
 

A prisão do líder do MTST, Guilherme Boulos, que passou dez horas detido nesta terça-feira, acusado de incitação à violência quando tentava mediar um conflito entre posseiros e policiais, foi uma inflexão na marcha autoritária em curso no país. 

A polícia que o prendeu é estadual mas o clima de estado policial é nacional e foi instaurado pelo golpe. A partir da derrubada de uma presidente eleita, espalhou-se pelo corpo social a percepção de que as fronteiras da legalidade e das garantias constitucionais estão liberadas.  

Já o ex-ministro Geddel Vieira Lima, apesar de provas e evidências acumuladas de envolvimento em delitos, não foi preso, embora muitos outros, por muito menos, tenho sido levados para o xadrez de Curitiba.

    Contra Boulos, a polícia do governador Geraldo Alckmin chegou a invocar canhestramente a aplicação da teoria do domínio do fato, a mesma que, com interpretação  distorcida, conforme reclamou seu próprio autor, permitiu a condenação de José Dirceu pelo STF. 

A teoria,  em sua original acepção, responsabiliza quem ocupa o topo de uma hierarquia, em determinadas condições, pelos feitos dos subordinados.  

Serve ao direito penal, aos juízes, não à autoridade policial em fase investigativa.  Mas quando tudo tornou-se permitido, quando vigora a exceção ,  todos os absurdos são admitidos.   

Contra Boulos alegou-se também que ele liderou protesto, no ano passado, em frente à residência paulista de Michel Temer. Acertar contas agora foi uma confirmação da natureza essencialmente política de sua prisão, conforme definição dele mesmo depois de liberado.  É o revanchismo contra os movimentos sociais

Ninguém se iluda: na medida em que os conflitos sociais se agudizarem, na conjuntura de devastação econômica criada pela política Meirelles-Temer,  a repressão vai se acentuar.

  Já contra o ex-ministro Geddel, acumulam-se evidências. Ele perdeu a posição de homem forte do governo Temer quando seu então colega de ministério Marcelo Calero demonstrou que usava o cargo em defesa de interesses pessoais. 

Outras suspeitas surgiram envolvendo o prédio irregular cuja legalização ele tentou forçar junto ao Iphan. Nada lhe aconteceu, nem sequer um inquérito foi aberto sobre a traficância de influência. 

Agora, a operação Cui Bono? o aponta como agente superior de um esquema criminoso que cobrava propinas para liberar recursos na Caixa Econômica Federal. 

Um esquema composto ainda por Eduardo Cunha, Lucio Funaro, Derziê SantAnna e Fabio Cleto, todos homens “batizados” pelo núcleo cleptocrático do PMDB, ligado a Michel Temer. Mas Geddel não foi preso após a diligência em sua casa. Por muito menos, a Lava Jato prendeu outros “agentes públicos”.

  O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, citado numa delação, foi retirado do hospital em que acompanhava sua mulher numa cirurgia. Foi liberado, numa evidência de que sua prisão não era necessária. Era apenas conveniente à Lava Jato e às forças políticas a que serviu no curso do golpe. 

O também ex-ministro Paulo Bernardo foi preso após citação e por delator e foi liberado por ordem do STF, na ausência de provas ou justificativas  para a prisão preventiva. 

Lula sofreu uma condução coercitiva embora sempre tenha se colocado à disposição das autoridades. 

Todas estas prisões foram cercadas por grande espetáculo midiático.  Mas estas e outras pessoas presas sem necessidade são do PT. Geddel é uma eminência do PMDB no poder.



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

ROUBO NA CAIXA FAVORECIA PMDB, CHEFIADO POR TEMER

ROUBO NA CAIXA FAVORECIA PMDB, CHEFIADO POR TEMER
 Lula Marques

Investigação da Polícia Federal aponta o partido comandado por Michel Temer como beneficiário da propina oriunda de um esquema na liberação de crédito da Caixa para empresários, no qual estão envolvidos Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Temer, e Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara e principal responsável pelo golpe; "Os valores indevidos eram recebidos (...), tendo como destinação o beneficiamento pessoal deles ou do PMDB", aponta o procurador Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, no relatório sobre a Operação "Cui Bono?" ("A quem beneficia?"), deflagrada nesta sexta-feira 13

13 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 19:16 

247 - Investigação realizada no âmbito da operação "Cui Bono?" ("A quem beneficia?"), deflagrada nesta sexta-feira 13 pela Polícia Federal, aponta que o PMDB, de cujo comando Michel Temer só se licenciou em abril deste ano, quando assumiu a presidência da República após o golpe contra Dilma Rousseff, era o destino das propinas obtidas em um esquema na Caixa Econômica Federal.

Segundo o Ministério Público Federal e a PF, Geddel Vieira Lima, ex-ministro e ex-braço direito de Temer, e Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara, cobravam propina de empresários para liberar crédito no banco. 

O esquema aconteceu, de acordo com relatório da PF, pelo menos entre 2011 e 2013. Na época, Geddel ocupava o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da instituição, e Cunha era deputado.

"Os diálogos não deixam dúvidas de que Geddel Vieira Lima e Eduardo Cunha buscavam contrapartidas indevidas junto às diversas empresas mencionadas ao longo da representação, visando à liberação de créditos que estavam sob a gestão da vice-presidência de Geddel", escreveu o procurador Anselmo Henrique Cordeiro Lopes.

"Os valores indevidos eram recebidos por meio das empresas de Lucio Bolonha Funaro e possivelmente por outros meios que precisam ser aprofundados, tendo como destinação o beneficiamento pessoal deles ou do PMDB", diz ainda o procurador.



terça-feira, 29 de novembro de 2016

LASCOU: Trechos do depoimento de Calero são confirmados e impeachment de Temer será

LASCOU: Trechos do depoimento de Calero são confirmados e impeachment de Temer será oficializado; VEJA!
 

As pessoas citadas pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero confirmaram os trechos do depoimento que ele prestou à Polícia Federal, no último dia 19. 

Calero denunciou a pressão sofrida pelo então ministro Geddel Vieira Lima, para rever uma decisão do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), para liberar a obra de um prédio em Salvador (BA).

Segundo a Folha de S. Paulo, além do presidente Michel Temer e de Geddel, Calero citou dez pessoas em seu depoimento. 

Carlos Henrique Sobral, chefe de gabinete de Geddel e ex-assessor especial do ex-presidente da Câmara e ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), admitiu por escrito, por meio de sua assessoria, que conversou ao telefone com o então ministro da Cultura sobre o assunto.

Calero disse à PF que Sobral lhe indagou “a respeito de prazos recursais” em torno da obra. 

Segundo a assessoria da Secretaria de Governo, pasta de Geddel, “a ligação foi feita unicamente para obter a informação sobre qual o prazo recursal”.



sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Demissão de Geddel repercute na imprensa internacional

Edição do dia 25/11/2016
25/11/2016 21h30 - Atualizado em 25/11/2016 21h32
Demissão de Geddel repercute na imprensa internacional
BBC diz que Temer é acusado de pressionar ministro para que participasse de práticas corruptas. Oposição tenta colocar presidente no centro da crise.
Vídeo do youtube

Geddel foi o sexto ministro a cair em pouco mais de seis meses de governo, e a saída dele não acaba com o problema criado pelas acusações do ex-ministro da Cultura. Marcelo Calero disse que o presidente Michel Temer e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, sabiam de tudo e que também o pressionaram para encontrar uma solução para o caso.

A rede britânica BBC diz que o presidente Temer é acusado de pressionar um ministro para que participasse de práticas corruptas. O francês Le Monde destaca que o escândalo pode enfraquecer o governo e levar a um inquérito contra Temer. 

O espanhol El País diz que um caso de tráfico de influência respinga no presidente. Os principais jornais americanos também trataram do assunto. 
O New York Times diz que Temer está no meio de um novo escândalo de corrupção. O argentino El Clarín diz que Temer é acusado de tráfico de influência.

No depoimento à Polícia Federal, o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero afirmou que no dia 16 de novembro compareceu a um jantar oferecido pelo presidente aos senadores no Palácio da Alvorada, e que após ser informado de toda a história, o presidente disse a Calero "para que ficasse tranquilo, pois, caso Geddel lhe procurasse, ele diria que não havia sido possível atender a seu interesse, por razões técnicas".

Mas Calero disse que que no dia seguinte foi convocado por Temer a comparecer ao Planalto, que o presidente disse a ele que a decisão do Iphan havia criado dificuldades operacionais em seu gabinete, já que o ministro Geddel encontrava-se bastante irritado. 

Segundo Calero, Temer pediu que ele construísse uma saída para que o processo fosse encaminhado à AGU.

Calero afirmou que, no fim da conversa, "o presidente disse que a política tinha dessas coisas, esse tipo de pressão". 

O ex-ministro da Cultura disse que ficou bastante desapontado por ter sido advertido sem que houvesse cometido qualquer tipo de irregularidade.

Na quinta-feira (24), o porta-voz da Presidência, Alexandre Parola, disse que o objetivo do presidente nas conversas foi arbitrar conflitos entre os ministros. Ele negou que o presidente tenha enquadrado ou pedido a Calero solução que não fosse técnica. 

O porta-voz afirmou que Temer se disse surpreso com boatos de que o ex-ministro Calero teria solicitado uma segunda audiência antes de se demitir somente com o intuito de gravar clandestinamente conversa com o presidente da República para posterior divulgação.

Marcelo Calero divulgou nesta sexta-feira (25) uma nota em que declara o seguinte: "A respeito de informações disseminadas, a partir do Palácio do Planalto, de que eu teria solicitado audiência com o presidente Michel Temer no intuito de gravar conversa no gabinete presidencial, esclareço que isso não ocorreu. 

Durante minha trajetória na carreira diplomática e política, nunca agi de má-fé ou de maneira ardilosa. No episódio que agora se torna público, cumpri minha obrigação como cidadão brasileiro que não compactua com o ilícito e que age respeitando e valorizando as instituições."

O texto dessa nota não permite concluir se Calero nega ter sido ele quem solicitou a audiência com Temer ou se nega ter solicitado a audiência com o intuito de gravar a conversa. Ou ainda se ele nega ter gravado a conversa com o presidente.

No depoimento à Polícia Federal, Marcelo Calero afirmou que também recebeu uma ligação do ministro da Casa Civil e que   Eliseu Padilha argumentou que, se a questão do prédio estava judicializada, não deveria haver decisão administrativa definitiva a respeito. 

E que Calero tentasse construir essa saída com a Advocacia-Geral da União.

Marcelo Calero disse, ainda, que recebeu uma ligação do secretário de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo Rocha, e que Gustavo comunicou a ele que havia ingressado com recurso da decisão administrativa no Ministério da Cultura e no Iphan, e que Calero deveria encaminhar os autos do processo para a AGU.

A advogada-geral da União, Grace Mendonça, disse que não chegou a receber o caso e, por isso, ainda não o analisou, mas que cabe à AGU, sim, resolver conflitos.

“Não há menor possibilidade de sair do âmbito da Advocacia-Geral da União um parecer desenhado ou moldado ao entendimento de quem quer que seja, ou de qualquer outro interesse. 

O único interesse que rege e norteia a atuação da AGU é efetivamente o interesse público”, disse Grace Mendonça.


Nesta sexta, o presidente chegou ao Planalto às dez da manhã. Três horas depois, almoçou no Palácio da Alvorada com líderes do PSDB, que estavam em Brasília para um encontro com prefeitos do partido recém-eleitos. À tarde, viajou para São Paulo.

Parlamentares de oposição iniciaram uma ofensiva para colocar o Temer no centro da crise política, enquanto governistas tentam tirar a pressão sobre Temer. 

Afirmam que a saída de ministros faz parte da rotina de qualquer governo e não pode afetar o enfrentamento da crise econômica.

O líder da Rede Sustentabilidade na Câmara, Alessandro Molon, disse que o escândalo complica a relação do governo com o Congresso: “A aprovação de medidas na Câmara certamente vai ser prejudicada com essa mudança no governo. 

Isso mostra a dificuldade do governo Temer de se organizar e, de alguma maneira, de organizar a agenda do país. 

Essa é a razão pela qual acredito que a crise vai se aprofundando passo a passo no governo Michel Temer.” 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, disse que o governo deve seguir trabalhando firme.

“O importante é não perder o rumo. Diante da circunstância brasileira, depois do impeachment, o que nós temos que fazer é atravessar o rio. Isso é uma ponte. 

Pode ser uma ponte frágil, uma pinguela, tudo bem, mas é o que tem. O Brasil precisa, com urgência, tomar medidas de reforma, pois a situação fiscal nossa é muito ruim, a situação econômica precisa ser reanimada, o povo está perdendo emprego”, afirmou Fernando Henrique.

A senadora Gleisi Hoffmann, do PT, disse que não há como abafar a crise.

“Isso é uma situação muito grave. Conflitos entre ministérios se dá quando você tem uma discussão de política pública, um entendimento sobre o encaminhamento dessa política pública. Mas não pode se dar em relação a interesses particulares. 

O Palácio do Planalto, a Casa Civil não pode cuidar de interesses imobiliários de ministros”, afirmou.

O líder do governo no Senado disse que as votações no Congresso vão ser mantidas.
“Uma vez que aquilo que o governo propôs e que está tramitando aqui no Senado é aquilo que corresponde às necessidades do país e que tem apoio não apenas no Senado, mas da população brasileira. É importante avançarmos no caminho de reformas, sob pena de não sairmos da crise em que estamos metidos”, disse Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

Em nota, o presidente do Senado, Renan Calheiros, do PMDB, que é do mesmo partido do presidente, disse que "as alegações do ex-ministro da Cultura não afetam Temer, que reúne todas as condições para levar adiante o processo de transição".