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quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Nova Variante Do Coronavírus Se Espalha Pela Europa, Alertam Cientistas

SUED E PROSPERIDADE

29/10/2020

Nova Variante Do Coronavírus Se Espalha Pela Europa, Alertam Cientistas

Celeste Silveira 29 de outubro de 2020


De acordo com o jornal britânico Financial Times, nova cepa surgiu na Espanha e é responsável pela maioria dos novos casos de Covid-19 no continente.

Uma variante do coronavírus, que surgiu entre trabalhadores no nordeste da Espanha em junho, se espalhou rapidamente por grande parte da Europa desde o verão e é a responsável pela maioria dos novos casos de Covid-19 em vários países do continente, que vive uma segunda onda de infecção.

De acordo com o Financial Times, uma equipe internacional de cientistas que rastreia o vírus por meio de suas mutações genéticas descreveu a disseminação da variante, identificada pelo acrônimo 20A.EU1, em um artigo que será publicado nesta quinta-feira (29). 

A nova cepa, informa o jornal britânico, já é responsável por mais de 80% dos casos no Reino Unido.

O estudo, que ainda não foi publicado em periódico revisado por pares, sugere que pessoas que voltaram de férias na Espanha desempenharam um papel fundamental na transmissão do vírus pela Europa. Essa é uma possibilidade que levanta indagações sobre se a segunda onda que está varrendo o continente poderia ter sido reduzida com uma melhor triagem em aeroportos e outros centros de transporte.

— A partir da disseminação da 20A.EU1, parece claro que as medidas [de prevenção contra o coronavírus] em vigor muitas vezes não eram suficientes para interromper a transmissão das variantes introduzidas neste verão — afirmou Emma Hodcroft, geneticista da Universidade de Basileia (Suíça) e líder do estudo, ao Financial Times.

Cada variante do vírus tem sua própria assinatura genética, por isso ela pode ser rastreada até o local de origem. 
As equipes científicas na Suíça e na Espanha estão examinando o comportamento da nova cepa para determinar se ela pode ser mais letal ou infecciosa do que outras.
Cepa é diferente de outras versões do vírus

De acordo com o jornal britânico, Emma Hodcroft enfatizou que não há “nenhuma evidência de que a propagação [rápida] da variante se deva a uma mutação que aumente a transmissão ou impacte o resultado clínico” . Mas ressaltou que a 20A.EU1 era diferente de qualquer versão do Sars-Cov-2 que ela havia encontrado anteriormente.

— Não vi nenhuma variante com esse tipo de dinâmica desde que comecei a observar sequências genômicas de coronavírus na Europa — disse Hodcroft ao Financial Times.

Os cientistas estão trabalhando com laboratórios de virologia para descobrir se a 20A.EU1 carrega uma mutação específica na proteína spike (espícula, em inglês), que o vírus usa para entrar nas células humanas, capaz de alterar seu comportamento.

*Com informações de O Globo      

CONTINUA  

Rosa Weber Derruba Decisão De Ricardo Salles Que Tirava Proteção De Restingas E Manguezais

Celeste Silveira 29 de outubro de 2020 

Ação foi apresentada ao STF pela Rede Sustentabilidade.

A ministra Rosa Weber , do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu uma liminar derrubando a decisão do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que permitia a exploração de mangues e restingas do país.

A ação foi apresentada pela Rede Sustentabilidade, que argumentava que a medida de Salles era inconstitucional. Ela agora fica suspensa até o julgamento do mérito do assunto pelo plenário do tribunal.

“Era a boiada escancarada para destruir manguezais e restingas de todo o país, de forma irreversível. Hoje é um dia de vitória do meio-ambiente sobre a boiada de Salles”, afirma o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Ele faz referência a frase do ministro dita em reunião com o presidente Jair Bolsonaro em que afirmava ser preciso aproveitar a crise causada pelo coronavírus para baixar normas na área ambiental que passariam despercebidas.

Em setembro, Salles liderou a revogação, pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente,) de uma resolução anterior do próprio órgão que protegia o bioma alagado.

A decisão causou polêmica e críticas quase unânimes de especialistas, que viram um retrocesso de 500 anos na medida: o bioma alagado é a área protegida mais antiga do Brasil. As primeiras normas baixadas sobre ela datam de 1577.

A reação à medida foi imediata: no Congresso Nacional já tramitam pelo menos quatro projetos de lei para derrubar a decisão do Conama, alegando que ela fere direitos ambientais e apenas atende a interesses econômicos, visando beneficiar empreendimentos imobiliários

A resolução 500/2020 do Conama, agora suspensa, revogava também outras três resoluções anteriores: a 264/99, relacionada à proibição de utilização de fornos rotativos de produção de cimento para a queima de resíduos domiciliares brutos, de saúde e agrotóxicos; a 284/01, que padronizava empreendimentos de irrigação para fins de licenciamento ambiental; e a 302/02, que estabelecia padrões de proteção de áreas no entorno de reservatórios artificiais.

*Mônica Bergamo/Folha

Fonte: https://antropofagista.com.br/

domingo, 3 de junho de 2018

Ditadura militar recusou investigar casos de corrupção, revelam documentos


Ditadura militar recusou investigar casos de corrupção, revelam documentos

3 hours ago Denúncias 03/06/2018

 

Segundo registros do governo britânico, Brasil “abriu mão” de indenização por compra superfaturada de fragatas durante mandatos de Médici e Geisel

Depois do memorando secreto norte-americano, agora é a vez de documentos confidenciais do Reino Unido chamarem a atenção por conterem informações sobre a ditadura militar no Brasil.

 Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo deste sábado (2), registros secretos do governo britânico relatam que o governo brasileiro atuou para abafar uma investigação de corrupção na compra de navios de escolta construídos na Inglaterra durante os anos 1970.

Os papéis mostram que os governos dos generais Emílio Garrastazu Médici (1969-1974) e Ernesto Geisel (1974-1979) abafaram o caso de fraude milionária. 

Isso porque, de acordo com os registros, em 1978, o governo britânico queria investigar a denúncia de superfaturamento na compra de equipamentos para a construção dos navios vendidos ao Brasil. 

O Reino Unido ainda ofereceu o pagamento de uma indenização de 500 mil libras (algo que, hoje, equivale a 3 milhões de libras ou R$ 15 milhões) – o que foi rejeitado pela ditatura militar .

Tal ação gerou estranhamento em Londres. 
“Os brasileiros claramente desejaram manter o assunto de forma discreta. 

É evidente que não gostariam que mandássemos um time de investigadores e não iriam colaborar com um, se ele fosse. 

O embaixador concluiu que o risco de sérias dificuldades com autoridades brasileiras, o que poderia ser levantado por uma investigação, não deve ser assumido”, diz um trecho do documento secreto revelado pela Folha .

Superfaturamento de navios

O caso dos navios está em uma pasta de documentos diplomáticos chamada “Alleged fraud and corruption by Vosper Thornycraft (UK) with government of Brazil”. 

No total, há 139 páginas de registros históricos sobre o caso de corrupção no período a partir de 1977.

De acordo com esses papéis, houve um acordo firmado entre Brasil e Reino Unido para a compra de seis fragatas , sendo que quatro foram construídas nos estaleiros da empresa Vosper, no sul da Inglaterra, e duas, no Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ). 

Todos os navios continuam sendo utilizadas pela Marinha Brasileira.

A investigação realizada em Londres nos anos 70 revela que o estaleiro contratado para construir os navios pediu desconto aos fornecedores dos equipamentos, mas as notas fiscais saíam com o preço sem o desconto.

 Porque o governo britânico se tornou dono do estaleiro depois do contrato com o Brasil, houve o contato para que a apuração de corrupção fosse realizada e que o pagamento da indenização fosse feita – o que foi recusado.

Em determinado trecho dos papéis britânicos sobre o caso durante a ditadura militar , é revelado que o governo brasileiro preferia 
“que o assunto fosse ‘deixado de lado’ o mais rapidamente possível”. 

E que “o governo inglês fica sem entender por que o brasileiro não quis receber de volta o valor numa ordem de 500 mil libras”.




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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Números de sem-teto sobem no Reino Unido e queda da temperatura pode matar milhares

Números de sem-teto sobem no Reino Unido e queda da temperatura pode matar milhares
EUROPA 02:24 16.12.2017
 Homeless person in the UK

O número crescente de pessoas sem-teto nas ruas do Reino Unido preocupa as autoridades em Londres. O temor é que o inverno severo que atinge o país resulte em um aumento nas mortes.

Nos últimos dias, o Reino Unido foi afetado por fortes neves, chuvas e clima frio, com temperaturas abaixo de zero graus Celsius em todo o país. 

Na segunda-feira, meteorologistas registraram uma queda de temperatura para 13 graus Celsius abaixo de zero.

Ao mesmo tempo, os números do Departamento de Comunidades e Governo Local do Reino Unido informou que cerca de 80 mil famílias, incluindo mais de 120 mil crianças, ficaram sem abrigo em setembro.

 As estatísticas mostraram que este número aumentou rapidamente desde 2010, enquanto que o número de sem-teto entre julho a setembro aumentou em mais de 15 mil pessoas. 

De acordo com o setor de habitação, há mais de 300 mil pessoas sem-teto no país.

"Há mortes nas ruas todos os anos, mas faz muito tempo que passamos um inverno frio. Infelizmente, não existe uma maneira central de gravar quantas pessoas morrem ao dormir difíceis. 

Atualmente não há conjunto de dados nacionais para indicar quantas pessoas morrem quando os sem-abrigo e quantas pessoas morrem nas ruas, mas a cada ano há óbitos e o clima severo é um fator que contribui", disse à Sputnik Tasmin Maitland, chefe de inovação e boas práticas em caridade dos sem-teto.

Organizações de caridade como o Homeless Link tentam apoiar os desabrigados, e são auxiliados pelos esforços das autoridades locais. 

Ativistas reclamam que administração federal não abordou esses problemas.


"Estamos vendo algumas áreas que realizam atividades específicas para prover proteção contra o clima, mas é uma resposta local, portanto, ela varia de um lugar para outro e a quantidade de provisão realmente disponível", disse Maitland.

Ela acrescentou que as respostas locais não eram suficientes e sublinharam a necessidade de uma resposta estatutária.



OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Kim Jong-un lança BOMBA H, provoca terremoto de 6.3 e faz prédios tremerem na Rússia e China

Kim Jong-un lança BOMBA H, provoca terremoto de 6.3 e faz prédios tremerem na Rússia e China
03/09/2017
 Resultado de imagem para Kim Jong-un lança BOMBA H,
Imagem do Google

O presidente norte-americano Donald Trump descartou as tentativas de “apaziguar” a Coréia do Norte e advertiu que o ditador Kim Jong-un “só entende entende uma linguagem” … a da guerra
A detonação de uma bomba de hidrogênio de 100 quilotons no país – que é tão poderosa que poderia vaporizar uma cidade inteira – provocou um terremoto de 6.3 na escala Richter (que geralmente vai até 9 ptos ) na madrugada de hoje.

O epicentro do tremor foi detectado no nordeste da Coreia, em um local de testes chamado Punggye-ri […] a detonação foi tão forte que abalou edifícios na China e na Rússia.

O poder bruto da bomba (que tem um rendimento de 100 kilotons) foi cerca de 5 vezes maior do que a bomba que atingiu Nagasaki, durante os estágios finais da Segunda Guerra Mundial, em agosto 
de 1945.

A agência de notícias estatal da Coréia do Norte (KCNA) advertiu que a bomba“é uma arma termonuclear multifuncional com grande poder destrutivo que pode ser detonada mesmo em altitudes elevadas, possibilitando ataques do tipo EMP”.

A RESPOSTA DE TRUMP
Em uma série de mensagens postadas no twitter na manhã de hoje, o presidente escreveu:

“A Coréia do Norte realizou um grande teste nuclear. 

Suas palavras e ações continuam sendo muito hostis e perigosas para os Estados Unidos.”
“A Coréia do Norte é uma nação desonesta que se tornou uma grande ameaça e constrangimento para a China, que está tentando ajudar, mas com 
pouco sucesso. 

“A Coréia do Sul está achando que a conversa sobre apaziguamento com a Coréia do Norte não funcionará, eles só entendem uma coisa!”

O general Vincent K. Brooks, comandante da Força Combinada EUA/Coréia do Sul, concordou que o mundo tem que agir “o mais rápido possível”.

O secretário das Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson, condenou o teste de armas nucleares como “imprudente” e enfatizou que “todas as opções estão na mesa” para a tomada de uma ação militar.

Johnson advertiu:
“A distância entre a Coréia do Norte e Seul é muito pequena, eles poderiam basicamente vaporizar grandes partes da população sul-coreana mesmo com armas convencionais”.

Theresa May, primeira–ministra do Reino Unido, também destacou:

“Esta última ação da Coréia do Norte é imprudente e representa uma ameaça inaceitável para a comunidade internacional”. 

O presidente russo, Vladmir Putin, ainda não se declarou oficialmente.



Coreia do Norte - Teste com bomba de hidrogênio deixar o mundo em alerta
Coreia do Norte - Teste com bomba de hidrogênio deixar o mundo em alerta

domingo, 19 de março de 2017

Não há plano algum se os ETs visitarem, diz ex-funcionário do Ministério da Defesa do Reino Unido

Não há plano algum se os ETs visitarem, diz ex-funcionário do Ministério da Defesa do Reino Unido
17/03/2017
 

Com a descoberta dos sete novos exoplanetas orbitando ao redor de uma mesma estrela, está ficando cada vez mais provável que os alienígenas visitarão a Terra em algum momento.

Isto é, de acordo com Nick Pope, que era encarregado do Projeto OVNI do governo britânico entre 1991 e 1994.

Pope é um dos maiores especialistas de OVNIs, teorias da conspiração e do inexplicável no mundo. Como parte de uma longa carreira no Ministério da Defesa, ele despendeu quatro anos gerenciando o departamento de investigações de OVNIs daquele governo, preparando para uma possível invasão, ou visita amigável, de nossos vizinhos celestiais.

Então, depois de todo este tempo, qual é o plano do governo?

Veja o que ele disse ao jornal Metro.co.uk:

Não há plano algum.
Não há plano de contingência, pelo que me consta. A resposta do governo seria: “Consideramos isto como uma possibilidade incrivelmente pequena”.  Mas eu diria, por que não ter um plano se há pelo menos uma possibilidade pequena disso acontecer?
Embora isto possa ser algo alarmante para alguns, Pope disse que uma visita alienígena realmente não pareceria como o filme “Guerra dos Mundos”. 

Ao invés disso, ele acredita que seria mais parecido com o filme “A Chegada”, no qual cada país reúne equipes de cientistas, acadêmicos culturais e especialistas militares para tentarem se comunicar com as novas espécies. Isto se dá especialmente porque, dado o fato terem conseguido chegar até a Terra, eles sem dúvida estariam a milhares de anos à nossa frente tecnologicamente.

Mas isto, por sua vez, poderia levar a alguns conflitos internacionais, pelo menos a curto prazo. Pope disse:

Haveria uma disputa pela tecnologia alienígena, e armamentos. Alguns dos grandes países – e também, hoje em dia, corporações – estariam disputando para colocarem suas mãos na tecnologia alienígena.

O pais que obtivesse essa tecnologia seria o líder mundial para o futuro próximo.

Porém, ele diz que no futuro nós acabaríamos nos unindo devido a isto.

No final, isto poderia ter um efeito de unificação.

Uma chegada extraterrestre poderia nos convencer que há mais para nos unir, do que para nos separar.

Assim, enquanto os líderes mundiais estão movimentando suas equipes de topo, qual seria a melhor coisa para pessoas normais como nós fazermos?  Pope alerta:

Primeiro, e isso é um clichê, mas, não entre em pânico.  
Não comece a fugir para as colinas ou atirar nas naves alienígenas. Espere até que algumas das mentes mais aguçadas do planeta compreendam o que está acontecendo.

Ao mesmo tempo, nunca é demais obter um seguro. 

David King, da empresa Budget Seguros, disse ao Metro.co.uk, que eles estavam começando uma lista de espera para uma apólice que dá cobertura contra invasões alienígenas. Ele disse:

Por precaução, estamos abrindo uma lista de espera para clientes que queiram adquirir cobertura contra danos por alienígenas, caso a necessidade ocorrer.

E aquela parte (dita por Pope) sobre não atirar nas naves alienígenas é muito importante, ele disse, porque podemos um dia precisar sair de nosso planeta, e poderemos usar uma dica ou duas deles.

Um dia teremos que nos mudar, assim seria bom ter alguma ajuda dos extraterrestres. No momento estamos confinados à Terra, mas esperançosamente um dia teremos a tecnologia que nos levará às estrelas.

Assim, o nosso melhor planto é : relaxe, faça amizade com os alienígenas, roube sua tecnologia quando eles não estiverem olhando.

Parece um ótimo plano.

Eu particularmente não roubaria nada de ninguém. 

Se os alienígenas forem bons, eles nos darão o norte para progredirmos tecnológicamente por nós mesmo.

n3m3




segunda-feira, 13 de março de 2017

Parlamentar britânico: Moscou tornou desejo dos cidadãos da Crimeia realidade

Parlamentar britânico: Moscou tornou 
desejo dos cidadãos da Crimeia realidade
EUROPA       03:23 13.03.2017(atualizado 03:45 13.03.2017) 
 Comício-concerto “Somos juntos” em homenagem a reunificação da Crimeia com a Rússia decorre na praça Vasilevsky Spusk, junto ao Kremlin em Moscou
© Sputnik/ Vladimir Astapkovich

O deputado conservador do Parlamento do Reino Unido, Richard Balfe, declarou que a reintegração da Crimeia no território russo refletiu a vontade do povo desta península.

"Há quase dez anos, os habitantes da península já tinham dito que queriam ser parte da Rússia. Mais tarde, Moscou tornou este desejo realidade e recuperou a Crimeia", disse Balfe, em uma entrevista ao jornal Izvestia.

O deputado está seguro de que o Brexit não afetará a posição de Londres em relação à Crimeia e que nos próximos anos o Reino Unido seguirá a política da União Europeia. 

Balfe frisou que reconhecer a Crimeia seria uma "decisão muito amigável" mas os políticos têm que tomar em conta os interesses do seu país.

Em março de 2014 os EUA, a União Europeia e alguns de seus aliados impuseram sanções contra a Rússia por seu envolvimento na crise da Ucrânia e o que qualificam de "anexação ilegal" da península, apesar de que a reintegração desta no território russo foi decidida em referendo realizado em 16 de março de 2014.

A chancelaria russa declarou em repetidas ocasiões que respeita e aceita a decisão dos eleitores, que expressaram de forma democrática e em plena conformidade com o direito internacional e a Carta da ONU sua vontade de reunificar-se com a Rússia.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse que o tema de Crimeia está "definitivamente fechado".




quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Eles revelaram uma realidade chocante sobre os hospitais, mas ninguém fala a respeito

Eles revelaram uma realidade chocante sobre os hospitais, mas ninguém fala a respeito
De Lucas        12 de janeiro de 2017
 

 “O Hospital literalmente me tirou o coração do peito, o mastigou e depois cuspiu”.

O novo documentário da BBC2, O Hospital, deixou a audiência do mundo inteiro traumatizada com seu capítulo de estreia, e com toda razão: se concentrava na crise que vive a saúde pública no Reino Unido, mas o cenário é dolorosamente familiar em muitos países (incluindo o Brasil) onde são bem conhecidas as negligências provocadas pela falta de medicamentos, leitos e profissionais nos sistemas públicos de saúde.

Isto, com certeza, não é responsabilidade dos profissionais que se sacrificam durante seu trabalho nos hospitais, se não de como cada governo administra suas finanças.

Uma mulher de idade, Janice, vai ao hospital de ambulância, depois de sofrer a ruptura de um vaso sanguíneo. Ao mesmo tempo, um paciente com câncer chamado Simon está preparado para uma operação de urgência que removerá um tumor de seu esôfago que poderia custar-lhe a vida.

Mas na UTI só tem uma cama.

O documentário se concentra nestas terríveis decisões que ao final recaem sobre os médicos, os quais devem decidir a quem salvar e a quem deixar morrer.

Finalmente, informam a Simon que se Janice sobreviver à viagem na ambulância, ela ficará com a cama. Se morrer no caminho, Simon seria operado.

O pobre homem, de apenas 67 anos, quase começa a chorar e diz ante às câmeras que a única coisa que conseguia sentir nesse momento era culpa.

Lesley Powls, a encarregada de que os doutores e as macas estejam onde lhes corresponde em St. Mary’s, o hospital mostrado neste primeiro capítulo, disse que seu trabalho é como jogar Jenga.

“A torre nunca caiu e é meu trabalho evitar que isso ocorra. Mas a vida aqui as vezes se estremece”. – Lesley Powls

Neste caso, as peças começam a cair sobre Simon, cuja cirurgia se adia – e não pela primeira vez.

O final do capítulo revela que, apesar de que Simon tenha sido operado eventualmente, morreu seis meses depois por contrair uma desordem conhecida como “HLH”, Linfohistiocitose hemofagocítica. 

É extremamente raro e em quase todos os casos afeta a crianças, mas o sistema imunológico de Simon foi destruído pelo câncer e a espera pela qual teve que passar.

O Twitter se encheu de usuários irritados com a situação:






sábado, 3 de dezembro de 2016

Ministério da Defesa russo responde às acusações britânicas sobre ajuda humanitária

 Ministério da Defesa russo responde às acusações britânicas sobre ajuda humanitária 
© Sputnik/ Maksim Blinov
MUNDO 07:33 03.12.2016(atualizado 07:34 03.12.2016)
Os habitantes mais novos da Síria durante a entrega da ajuda humanitária

Se não há qualquer tipo de ajuda humanitária por parte do Reino Unido a Aleppo, então que Londres não impeça os outros de ajudarem, afirmou o representante oficial do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, em resposta às acusações britânicas de que Rússia estaria atrapalhando a entrega de ajuda humanitária na Síria.

Mais cedo, o jornal britânico Daily Mail divulgou um comunicado da porta-voz da premiê do Reino Unido, Theresa May, em relação à situação na Síria, onde se afirma que a Rússia supostamente estará "impedindo as entregas de ajuda humanitária para os habitantes da cidade cercada de Aleppo, sem acordar um cessar-fogo"

O representante do Ministério da Defesa da Rússia fez lembrar que, a partir de 28 de novembro, as tropas sírias liberaram quase metade de todos os quarteirões na parte oriental da cidade, que até então eram controlados por militantes.

Foram libertados mais de 90 mil civis. Além disso, cerca de 28 mil pessoas — metade das quais são menores — conseguiram fugir dos bairros orientais de Aleppo, invadidos por radicais, para as zonas seguras da cidade.
 Ministro das Relações Exteriores da Rússia Sergei Lavrov durante uma coletiva de imprensa após reunião com seu homólogo turco Mevlut Cavusoglu, 1 de dezembro de 2016
© SPUTNIK/ MAKSIM BLINOV
Lavrov: Rússia ajuda governo sírio a evitar bloqueio à saída de 
civis de Aleppo
Durante todo este período, os habitantes da zona oriental têm diariamente recebido ajuda humanitária, medicamentos e roupas para se protegerem do frio, tudo sendo enviado pelo centro de reconciliação entre as partes beligerantes, criado e apoiado pela Rússia.

"Ao longo de todos os anos da guerra na Síria, o Reino Unido não destinou nem um grama de farinha, nem um comprimido, nem um colchão para ajudar os civis. Por isso, se o governo britânico está verdadeiramente disposto a fornecer ajuda humanitária aos habitantes dos bairros orientais — há todas as condições para isso, a.minha pergunta é para onde é que ela [a ajuda humanitária] sumiu. Se não há nenhuma ajuda a Aleppo da parte britânica — não atrapalhem o trabalho dos outros", frisou Konashenkov. "Após declarações tão estranhas, surge-me uma questão: de quem era a opinião expressa pela porta-voz de Theresa May — dela própria ou da sua chefe? Parece que devido à russofobia o governo britânico perdeu uma percepção objetiva daquilo que se passa na Síria, inclusive em Aleppo", disse o major-general.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Reino Unido irá monitorar violações dos direitos humanos no Golfo Pérsico

Reino Unido irá monitorar violações dos direitos humanos no Golfo Pérsico 
© AP Photo/ Parliamentary Recording Unit
MUNDO 21:55 31.10.2016(atualizado 22:38 31.10.2016)
Parlamento do Reino Unido

O parlamento britânico anunciou nesta segunda-feira a formação de um grupo especial para tratar dos abusos aos direitos humanos cometidos no Golfo Pérsico, segundo afirmou a deputada Margaret Ferrier, do Partido Nacional Escocês.

"O novo grupo parlamentar irá tratar das crescentes preocupações em torno das violações dos direitos humanos nos Emirados Árabes e em outros países do Golfo", diz um comunicado publicado pela Campanha Internacional pela Liberdade nos Emirados Árabes Unidos (ICFUAE). 

O anúncio foi feito durante um seminário organizado pela Anistia Internacional com foco na prática adotada por alguns países da região de retirar a nacionalidade de ativistas políticos como punição. Os laços estreitos que o governo britânico mantém com esses Estados têm levantado uma série de preocupações éticas no Reino Unido ao longo dos últimos meses justamente por conta das inúmeras alegações de irregularidades cometidas por esses parceiros.

FONTE:  https://br.sputniknews.com/mundo/201610316691026-uk-direitos-humanos-golfo/

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Investigador de OVNIs / UFO é encontrado morto no sofá

 18/10/2016 | Por  http://ovnihoje.com/

Max Spiers, um ovniólogo / ufólogo, que frequentemente pesquisava as visitações extraterrestre, foi encontrado morto num sofá, na Polônia. Sua família acredita que ele foi morto para preveni-lo de ir além com suas investigações.  Ele estava agendado para falar sobre teorias das conspirações, bem como OVNIs, numa reunião.
Spiers havia deixado uma mensagem de texto perturbadora para sua mãe, Vanessa Bates, de 63 anos, somente há poucos dias antes de morrer.  Ele escreveu:
“Seu menino está em apuros. Se qualquer coisa acontecer a mim, investigue.”
Foi reportado que ele havia morrido de “causas naturais”, embora nenhum necrópsia foi feita.  Ainda, devido ao seu envolvimento com o fenômeno do OVNIs, é possível que ele tenha feito inimigos que se livraram deles.
max
Max Spiers, ovniólogo encontrado morto. (Foto: Facebook)

Embora era natural de Canterbury, Reino Unido, ele ficou nos EUA alguns anos. Spiers visitou sua mãe e então foi para a Polônia.

Vanessa disse:
“Ele estava construindo seu nome no mundo dos teóricos da conspiração e havia sido convidado para fazer uma palestra numa conferência na Polônia em julho.  Ele estava ficando com uma mulher que conheceu há pouco tempo e ela me disse que o encontrou morto no sofá.  Mas acho que Max estava investigando alguns lugares ‘sombrios’ e temo que alguém o queria morto.”
Ele estava investigando profundamente o misterioso e profundo mundo os avistamentos de OVNIs, bem como as conspirações por detrás deles.  Recentemente, até mesmo celebridades na política, nos negócios e no entretenimento também estavam sendo investigados.
Spiers, de 39 anos, era pai de dois meninos. Um número de seguidores parece esta convencido de que ele foi morto por agentes do governo.  Isto é o que aconteceu a muitos que procuravam aprofundadamente pela verdade em circunstâncias suspeitas, acreditam os seguidores.

Vanessa fez com que seu corpo fosse transladado para casa, uma semana após sua morte. Após, seu corpo foi enterrado num cemitério em sua cidade.
Mas mesmo agora, dois meses após sua morte, embora um exame pós-morte tenha sido feito por um patologista, Vanessa diz não estar segura sobre o resultado:
“Max era um homem em forma, com boa saúde e, todavia, aparentemente morreu de forma súbita num sofá. Tudo que tenho é uma certidão de óbito pelas autoridades polonesas, de que havia sido por causas naturais, mas nenhuma necrópsia foi feita para eles dizerem isso?  Eles também estão recusando a liberação de quaisquer documentos a mim, porque, absurdamente, eu não tenho a permissão em escrito por ele.”

Ela ainda disse:
“Aparentemente, ele não tinha sofrido nenhum ferimento físico óbvio, mas poderia ter sido envenenado vagarosamente, e é por isto que os resultados de testes toxicológicos de sua necrópsia são tão importantes. Ele tem um irmão, Josh, e irmã, Becky, que estão devastados, como também estão seus dois meninos. Todos nós queremos respostas para isto e continuaremos a lutar para chegar à verdade.”
No site do Projeto Camelot, alguém escreveu:
“As circunstâncias são todas suspeitas e eu encorajo a todos que incentivem a liberação de detalhes sobre o que realmente aconteceu, e peçam uma necrópsia.”
Outro investigador, Craig Hewlett, adicionou:
“Se não fosse verdade o que ele falava a respeito, então por que eles o matariam? Pessoas saudáveis simplesmente não ficam repentinamente doentes e morrem; elas são envenenadas.”
O escritório funerário North East Kent reportou que a morte estava em seus “primeiríssimos” estágios de investigação.
n3m3

Colaboração: Diana Artemis

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Escócia dá 1º passo rumo a novo plebiscito sobre independência: Entenda o que isso significa

Escócia dá 1º passo rumo a novo plebiscito sobre independência: Entenda o que isso significa
13 outubro 2016  BBC   Brasil
 Nicola Sturgeon
Premiê Nicola Sturgeon disse que fará 'o que for necessário' para
 proteger interesses da Escócia

A premiê escocesa, Nicola Sturgeon, anunciou a realização, na próxima semana, de uma consulta sobre planos de realizar um segundo plebiscito sobre a independência do país em relação ao Reino Unido.
Sturgeon disse em conferência do Partido Nacional Escocês (SNP, na sigla em inglês), do qual é líder, que haverá publicação de uma lei de plebiscito, primeiro passo necessário para a nova votação.
No primeiro plebiscito, em 18 de setembro de 2014, o "não" venceu com 55% dos votos.
Mas o que motiva essa nova iniciativa e qual é seu significado? E qual é a probabilidade de a votação ser refeita tão pouco tempo depois da primeira?
Por que a premiê escocesa quer um novo plebiscito?
Sua origem está diretamente ligada à decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia, conhecida como Brexit.
A Escócia rejeitou a medida por 62% a 38%, enquanto o "sim" venceu no Reino Unido como um todo, com 52% dos votos.
Em 24 de junho, o dia seguinte ao Brexit, Sturgeon disse que uma nova votação sobre a independência escocesa era "muito provável".
Ela defende que a Escócia tem o direito de escolher um caminho diferente se não for permitido ao país proteger seus interesses "dentro do Reino Unido".
 Apoiadores da independência escocesa marcham en Glasgow
No plesbiscito de 2014, o 'sim' pela independência perdeu, com 
45% dos votos

"Estou certa de que a Escócia terá a possibilidade de reconsiderar a questão da independência e fazê-lo antes de o Reino Unido sair da União Europeia - se isso for necessário para proteger os interesses de nosso país", afirmou Sturgeon.
"Então, posso confirmar hoje que uma Lei de Plebiscito de Independência será publicada para que seja feita uma consulta na próxima semana."
Sturgeon disse na mesma ocasião que os parlamentares do SNP serão contra o Brexit quando o assunto for votado pela Câmara dos Comuns no próximo ano e que eles trabalharão para convencer os membros de outros partidos a fazer o mesmo. "Não só pela Escócia, mas por todo o Reino Unido."
É uma posição unânime entre os líderes políticos da Escócia?
Sturgeon enfrenta a oposição de David Mundell, secretário de Estado escocês, que atua como representante do país na administração britânica e é o único integrante escocês do Partido Conservador, o mesmo da atual premiê britânica, Theresa May, no Parlamento do Reino Unido.
Mundell pediu que Sturgeon "comprometa seu governo a trabalhar construtivamente com o governo britânico para aproveitar as oportunidades que virão e não fazer a Escócia retroceder aos debates constitucionais divisivos do passado".
"Falar constantemente sobre um novo plebiscito de independência cria incerteza e prejudica a economia escocesa em um momento em que nosso crescimento é menor do que o do Reino Unido como um todo."
Quais são as chances do novo plebiscito ser realizado?
Uma consulta não significa que uma decisão sobre a realização da votação já esteja tomada nem que ela de fato será realizada, esclarece Brian Taylor, editor de política da BBC Escócia. "Não significa quase nada", diz Taylor.
Sturgeon não prometeu nem ameaçou que de fato levará à frente o plebiscito, destaca Sarah Smith, editora para Escócia da BBC News.
Ela ainda enfrenta alguns problemas. Pesquisas de opinião apontam que o apoio à independência quase não aumentou desde o plebiscito britânico que determinou a saída da União Europeia.
E as atuais circunstâncias econômicas, com a queda do preço do petróleo, são menos favoráveis do que há dois anos. "Sturgeon não vai se apressar para realizar uma votação que ela pode perder", afirma Smith.
Sturgeon reconheceu que, se houver uma nova votação, seria preciso trabalhar para convencer os cidadãos de que a independência seria benéfica, mas deixou claro que a opção ainda está sobre a mesa e que se está se preparando para isso caso acredite que o momento seja favorável.
"Não vejo um novo plebiscito ocorrendo em 2017, talvez em 2018", avalia Taylor. "Primeiro, os termos do Brexit precisam estar mais claros para que a independência tenha força como alternativa a isso."
Qual é a mensagem que o anúncio de Sturgeon envia para o governo britânico?
Houve na fala da premiê uma declaração muito mais significativa e que gerou poucos aplausos.
Sturgeon disse que seu governo fará propostas, que já estão sendo elaboradas, para manter o máximo possível de laços da Escócia com a União Europeia após o Brexit.
Isso ocorreria com a Escócia ainda parte do Reino Unido e não exigiria uma lei de plebiscito nem a independência. Mas demandaria conferir novos poderes ao Parlamento escocês - como a possibilidade de fechar acordos transnacionais.
"Em outras palavras, exigiria um Reino Unido mais flexível. Talvez conferindo à Escócia um status especial como o da Irlanda do Norte", diz Taylor.
 Theresa May
Anúncio de Stugeon foi interpretado como um alerta à premiê 
britânica, Theresa May

"Ela está desafiando (a premiê britânica) Theresa May a vislumbrar essa opção e a levá-la a sério, como parte das mudanças que ocorrerão com a saída da União Europeia."
Em resposta ao discurso de Sturgeon, a porta-voz de May disse que a premiê está "totalmente comprometida em se envolver com o povo escocês, entender seus interesses e garantir que, em meio à negociação da saída da União Europeia, sejam tomadas medidas em prol do Reino Unido".
Theresa May já havia feito uma declaração semelhante pouco depois da decisão favorável a deixar a União Europeia, quando prometeu "envolver totalmente" o governo escocês nas discussões de como se dará essa saída.
Nenhuma dessas discussões ocorreu até o momento, e Sturgeon teme não ser ouvida quando elas ocorrerem.
Seu discurso é um alerta sobre a possibilidade de recorrer ao novo plebiscito caso as preocupações da Escócia sejam ignoradas.

Afinal, não há recado mais claro do que dizer: "Se vocês pensam por um segundo que não estou sendo séria ao dizer que farei o que seja necessário para proteger os interesses da Escócia, pensem de novo".

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Premiê britânica recebe alertas de Japão e EUA sobre saída da UE

Premiê britânica recebe alertas de Japão e EUA sobre saída da UE
Cerca de metade do dinheiro japonês investido na União Europeia é destinado a solo britânico
MUNDO AMEAÇAS HÁ 21 HORAS  05/09/2016  POR FOLHAPRES
 
Jonathan Ernst/Reuters
A premiê britânica, Theresa May, teve um começo difícil em sua participação na cúpula do G20, em Hangzhou, na China.

O Japão publicou um documento de 15 páginas alertando o Reino Unido de que a sua decisão de deixar a União Europeia pode levar as instituições financeiras japonesas a deixar Londres e causa preocupações nas companhias do país.
O documento, escrito por uma força-tarefa do governo japonês como resposta à chamada Brexit, também alerta sobre a possibilidade do Reino Unido perder investimentos - cerca de metade do dinheiro japonês investido na União Europeia é destinado a solo britânico, em nome de companhias como Nissan, Honda, Mitsubishi, Nomura e Daiwa.
"Negócios japoneses que hoje têm sua sede europeia no Reino Unido podem decidir transferir suas funções para a Europa continental se as leis da UE deixarem de ser aplicáveis no Reino Unido após sua saída do bloco", diz o documento, publicado no site do Ministério de Relações Exteriores japonês.
O texto pede ainda que "o Reino Unido considere este fato de maneira séria e responda de maneira responsável para minimizar quaisquer efeitos negativos nesses negócios".

ALERTA AMERICANO
Outro alerta veio do presidente americano, Barack Obama. Após o primeiro encontro com May desde o plebiscito que definiu a saída britânica da UE, Obama ressaltou que o Reino Unido terá de esperar sua vez e não será prioridade na elaboração de um novo acordo econômico com a agora independente Londres.
Antes do país, estão acordos em negociação com países da região da Ásia-Pacífico e com a própria União Europeia.
O presidente amenizou a tensão, contudo, prometendo trabalhar próximo a May para evitar possíveis efeitos adversos na relação comercial entre os dois países.Em entrevista à BBC antes de chegar à China, May alertou que o país enfrentará tempos difíceis enquanto se prepara para deixar a União Europeia.
Ela disse ainda que não fingirá que a saída do bloco europeu será fácil, mas afirmou ter certeza de que o Reino Unido fará a transição de forma bem sucedida e vai encontrar oportunidades econômicas fora dos vizinhos europeus.

Segundo May, Londres definirá na próxima semana um plano para redesenhar sua relação com a União Europeia após a saída do bloco. Com informações da Folhapress.