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sábado, 9 de fevereiro de 2019

Deputado se arrepende de apoio dado a Bolsonaro, por importação de leite


Deputado se arrepende de apoio dado a Bolsonaro, por importação de leite

1 min ago Vídeo 09/02/2019


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) criou sua própria guerra – a do ‘café sem leite’ — parodiando a Revolução de 1930 que eliminou a política do ‘café com leite’. 

Que o diga o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), arrependido do apoio dado ao capitão reformado do Exército.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar mineiro reclama da extinção de tarifas antidumping que o Brasil impunha sobre a importação de leite da União Europeia e da Nova Zelândia.

Para o tucano arrependido, a medida anunciada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, tira emprego dos produtores de leite brasileiros.

 “É um atentado contra a economia nacional”, denuncia.

O diabo é que os representantes do agronegócio apoiaram a eleição de Bolsonaro justamente pelas propostas liberais.

 Portanto, da perspectiva do laissez-faire, Guedes está certo e o deputado agroboy está equivocadíssimo.

Agora, do ponto de vista do fortalecimento do Estado e de políticas públicas, o governo Bolsonaro erra ao possibilitar a quebra de um setor produtivo em nome de um fetiche: 
a economia de mercado liberal.

“É visão rasteira de política econômica, vai prejudicar a cadeia leiteira no país, que é uma das mais importantes para a segurança alimentar e para sustentação da agricultura familiar. 

O leite gera renda para milhares de famílias, em especial nos 3 estados do Sul”, disse esta semana a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidenta nacional do PT.

O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), também se manifestou acerca do polêmico tema. 

“Uma decisão de Bolsonaro e Paulo Guedes vai quebrar milhões de pequenos e médios produtores de leite no Brasil”, afirmou o petista cujo estado, o Rio Grande do Sul, é um dos maiores produtores de leite do país.

Uma decisão de Bolsonaro e Paulo Guedes vai quebrar milhões de pequenos e médios produtores de leite no Brasil.

Mas os responsáveis são TODOS os que ajudaram a eleger esse governo entreguista e antipovo que vai atacar a economia brasileira para garantir o lucro de multinacionais

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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Israelenses são condenados por tráfico de MDMA na Nova Zelândia

Israelenses são condenados por tráfico de MDMA na Nova Zelândia
ÁSIA E OCEANIA  23:07 21.12.2017(atualizado 23:49 21.12.2017)
 Preço do ecstasy na Nova Zelândia é um dos maiores do mundo
© AP Photo/ Drug Enforcement Administration

Três cidadãos israelenses foram sentenciados a mais de oito anos de prisão por uma corte da Nova Zelândia pela tentativa de traficar um carregamento de MDMA no valor de 2,5 milhões de dólares 
para o país.

Victor Borisenko, Vladislav Pischako e Guy Shalom foram condenados por um crime cometido em janeiro de 2017, quando tentaram entrar no país com 8,7 quilos da droga, também conhecida como ecstasy, escondidos em suas malas. 

Eles foram descobertos durante um exame de raio-x da bagagem no aeroporto de Auckland, 
segundo relatou o NZ Herald

"Os sindicatos do crime devem pensar que podem fugir enviando carregadores de drogas durante o período de pico das viagens, porque a Alfândega está focada na liberação de passageiros", disse Peter Lewis, gerente de alfândega do aeroporto de Auckland.

De acordo com o Herald, o preço do ecstasy nas ruas da Nova Zelândia é um dos maiores do mundo, o que torna esse mercado extremamente atraente para os grandes cartéis. 




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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Cientistas identificam continente submerso no Pacífico: Zelândia

Edição do dia 18/02/2017
18/02/2017 21h39 - Atualizado em 18/02/2017 21h39
Cientistas identificam continente submerso no Pacífico: Zelândia
Montanhas mais altas do suposto continente formam a de Nova Zelândia. Segundo pesquisadores, Zelândia teria surgido há 200 milhões de anos.

Cientistas identificaram um novo continente que está quase completamente submerso. Foi batizado de Zelândia e fica no Oceano Pacífico, no hemisfério sul.

De acordo com os geólogos, as montanhas mais altas desse suposto continente formam o país que chamamos de Nova Zelândia.

Agora, os pesquisadores defendem que o novo continente - surgido há 200 milhões de anos e com um tamanho equivalente a dois terços da Austrália - seja reconhecido.

Ele seria o oitavo numa lista que mistura critérios geológicos e culturais e é composta por América do Norte, América do Sul, África, Europa, Ásia, Oceania e Antártida.



quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Israel ameaça Nova Zelândia: resolução da ONU é "declaração de guerra"

Israel ameaça Nova Zelândia: resolução da ONU é "declaração de guerra"
28 DE DEZEMBRO DE 201616:01
 

Primeiro-ministro de Israel entendeu proposta da Nova Zelândia como uma provocação. Israel reduziu as relações com os países do Conselho de Segurança

O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu terá avisado o ministro dos Negócios Estrangeiros da Nova Zelândia, Murray McCully, que a resolução da ONU que exige o fim "imediato" e "completo" da política de colonatos nos territórios palestinianos, só pode ser entendida como uma "declaração de guerra".

Segundo o Guardian, que cita jornais israelitas, o primeiro-ministro de Israel ligou para a Murray McCully antes de a resolução ter sido apresentada e aprovada por unanimidade no conselho de segurança, na passada sexta-feira. 

"Esta decisão é escandalosa. Estou a pedir-vos que que não a apoiem e não a aprovem", terá dito Netanyahu ao representante da Nova Zelândia, um dos países que apresentou a proposta.

"Se continuarem a promover esta resolução, do nosso ponto de vista será uma declaração de guerra. Vai romper as nossas relações e haverá consequências. Vamos chamar o nosso embaixador [da Nova Zelândia] para Jerusalém".

"Se continuarem a promover esta resolução será uma declaração de guerra. Haverá consequências."

A proposta votada no Conselho de Segurança foi apresentada pela Nova Zelândia e pelo Senegal, que se juntaram à iniciativa da Malásia e da Venezuela, dois países com os quais Israel não tem relações diplomáticas.

O ministro neozelandês recusou retirar a proposta. "Esta resolução segue as nossas políticas e nós vamos avançar", afirmou McCully.

Israel cumpriu a sua palavra e já chamou os seus embaixadores da Nova Zelândia e do Senegal.

Quanto aos restantes estados, o governo de Jerusalém reduziu as relações com os países que votaram a favor da resolução das Nações Unidas contra a colonização dos territórios palestinianos ocupados e anulou o seu programa de ajuda nos países da África ocidental.

Refutando informações de que as relações com estes países foram suspensas permanentemente, o porta-voz do ministério israelita dos Negócios Estrangeiros, Emmanuel Nahshon declarou esta terça-feira que Israel "reduziu temporariamente" visitas e trabalhos com as embaixadas.

"Até nova ordem, nós limitaremos os nossos contactos com as embaixadas em Israel e evitaremos deslocações de responsáveis israelitas a estes países e a vinda dos seus responsáveis aqui", afirmou o representante do ministério israelita, à agência de notícias France-Presse.

O responsável referia-se aos países que integram o Conselho de Segurança das Nações Unidas, que votaram na sexta-feira a resolução da ONU contra a colonização dos territórios palestinianos ocupados, considerando também que estes não têm "qualquer valor jurídico".

As Nações Unidas afirmam que os colonatos são ilegais, mas autoridades da ONU relataram um aumento na construção nos últimos meses. Estes colonatos nos territórios palestinianos são considerados como um grande obstáculo à paz entre Israel e Palestina, assim como na região.
No Conselho de Segurança da ONU têm assento permanente os Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido, e, como membros não permanentes, estão o Egito, Senegal, Angola, Japão, Ucrânia, Malásia, Uruguai, Venezuela, Nova Zelândia e Espanha.