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sábado, 8 de julho de 2017

BBC: TEMER VOLTA DO G20 SEM NENHUM ENCONTRO

BBC: TEMER VOLTA DO G20 SEM NENHUM ENCONTRO

 Bundesregierung/Knoth

A rede britânica BBC, uma dos mais respeitadas empresas de comunicação do mundo, deu a medida exata do fiasco de Michel Temer no G20; de acordo com o relato da jornalista Mariana Schereiber, Temer "encerrou neste sábado sua rápida passagem pela cúpula do G20 em Hamburgo, na Alemanha, sem ter participado de nenhum encontro bilateral com outros chefes de Estado (...) e retornou ao Brasil antes do encerramento, perdendo o último almoço com as demais autoridades"; Mariana lembra ainda que "Dilma Rousseff manteve agendas bilaterais nas cinco cúpulas do G20 das quais participou, ocasiões em que se reuniu com líderes de países como Alemanha, Índia, China, Rússia, Canadá, Espanha, Argentina, Itália, Turquia, entre outros"

8 DE JULHO DE 2017 ÀS 19:10

247 – A rede britânica BBC, uma dos mais respeitadas empresas de comunicação do mundo, deu a medida exata do fiasco de Michel Temer no encontro G-20, realizado em Hamburgo, na Alemanha.

De acordo com o relato da jornalista Mariana Schereiber, Temer "encerrou neste sábado sua rápida passagem pela cúpula do G20 em Hamburgo, na Alemanha, sem ter participado de nenhum encontro bilateral com outros chefes de Estado (...) e retornou ao Brasil antes do encerramento, perdendo o último almoço com as demais autoridades."

Temer voltou para tentar evitar sua queda, intensificando a compra de votos no parlamento para que a denúncia que recebeu por corrupção passiva seja rejeitada (saiba mais aqui).

Mariana lembra ainda que "Dilma Rousseff manteve agendas bilaterais nas cinco cúpulas do G20 das quais participou, ocasiões em que se reuniu com líderes de países como Alemanha, Índia, China, Rússia, Canadá, Espanha, Argentina, Itália, Turquia, 
entre outros."

Ela aponta ainda que o presidente argentino, Mauricio Macri, por exemplo, teve reuniões com o recém-eleito presidente francês, Emmanuel Macron, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong.

De acordo com o site de humor sensacionalista, Temer ganhou o apelido de "espanta-rodinha" no G-20.


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sexta-feira, 7 de julho de 2017

TRÊMULO: Temer comete gafe e diz no G20 que ‘desemprego’ volta ao Brasil

TRÊMULO: Temer comete gafe e diz no G20 que ‘desemprego’ volta ao Brasil
7 de julho de 2017
 

Em um vídeo publicado em sua conta oficial no Twitter após participar de uma reunião com chefes de Estado do G20, na Alemanha, o presidente Michel Temer (PMDB) cometeu um engano e disse que seu governo está “fazendo voltar o desemprego” no país. 

A frase foi dita quando o peemedebista falava sobre o conteúdo de sua mensagem no encontro.

— Cada país fez um relato daquilo que está fazendo no seu país, como eu pude fazer um relato daquilo que nós estamos fazendo no Brasil, gerando exatamente inflação baixa, reduzindo os juros, fazendo voltar o desemprego e combatendo a recessão — disse Temer.

Na semana passada, ao discursar em um evento no Palácio do Planalto, o presidente já havia cometido outra gafe. 

Ao se referir a empresários russos, disse ter se reunido com “soviéticos”.

A gafe já havia ocorrido na semana anterior, quando o Palácio do Planalto, ao publicar a agenda oficial do presidente em Moscou, informou que Temer partiria de “Brasília para a República Socialista Federativa Soviética da Rússia” — 

denominação usada durante o regime comunista, entre 1917 e 1991, para designar a Rússia na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).


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Temer é ignorado por Merkel e Putin no G20 e tem almoço cancelado com Merkel

sexta-feira, 7 de julho de 2017
Temer é ignorado por Merkel e Putin no G20 e tem almoço cancelado com Merkel
 

Michel Temer e Angela Merkel se cumprimentaram na solenidade de abertura do G20. Eles nunca tiveram um encontro bilateral. 

A chanceler alemã se encontrava anualmente com Dilma.

Segundo o Planalto, estava previsto que Temer almoçaria com Merkel antes da cúpula. O almoço foi cancelado.

Encontros bilaterais são comuns no G20. Temer não tem encontros programados em sua rápida passagem por Hamburgo.

Ele viaja com uma comitiva pequena de autoridades neste ano: dois ministros (Henrique Meirelles e Aloysio Nunes) e o deputado Beto Mansur.


Mansur contou à imprensa que veio no avião fazendo conta com Temer sobre os votos que o chefe terá contra a denúncia na CCJ da Câmara: “De 39 a 40 dos 66 deputados”, disse.

Como diria Goethe, é patético.



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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Após apoiar impeachment, Folha traz editorial e ‘bate’ em Temer, “Censor que blinda corrupto”; CONFIRA!

Após apoiar impeachment, Folha traz editorial e ‘bate’ em Temer, “Censor que blinda corrupto”; CONFIRA!
14 de fevereiro de 2017
 

O Michel Temer que emerge das páginas da Folha de S. Paulo nesta terça-feira 14 é um personagem sinistro, que o jornal da família Frias, apoiador do golpe de 2016, levou nove meses para descobrir.
Trata-se de um censor, de inclinações autoritárias, que usa o poder para blindar e proteger políticos corruptos.

A Folha bate em Temer no editorial, que condena a censura (leia aqui), na principal coluna política, a de Bernardo Mello Franco, que demonstra como ele oficializou a blindagem da turma da Lava Jato (leia aqui) e também no noticiário – numa das reportagens, o jornal revela que ele usou o subchefe da Casa Civil, em desvio de função, para censurar os jornais (leia aqui).

Para derrubar Dilma, o jornal se valeu de argumentos econômicos, mas nem aí há razões para justificar sua aposta temerária. O Brasil tem hoje a maior recessão do G20, produz um terço dos desempregados do mundo e terá o segundo maior rombo fiscal do planeta, atrás apenas da Venezuela.

É hora de os jornais também se desculparem pelo que fizeram com o País.



segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Obama afirma que virá morar no Brasil se Lula vencer eleição de 2018

Obama afirma que virá morar no Brasil se Lula vencer eleição de 2018
Publicado em 02/01/2017 às 11h51.
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quinta-feira em Londres que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o "político mais popular da Terra". 

Obama fez o comentário em uma roda de líderes mundiais, pouco antes do início da reunião do G20, em uma sala de conferência do Excel Center, em Londres. Um vídeo da BBC registra a cena em que os dois se cumprimentam. Obama troca um aperto de mãos com o presidente brasileiro, olha para o primeiro-ministro da Austrália, Kevin Rudd, e diz, apontando para Lula: 

"Esse é o cara! Eu adoro esse cara!". Em seguida, enquanto Lula cumprimenta Rudd, Obama diz, novamente apontando para Lula : "Esse é o político mais popular da Terra". Rudd aproveita a deixa e diz : "O mais popular político de longo mandato". 

"É porque ele é boa pinta", acrescenta Obama. Se pudessem escolher qualquer lugar do mundo para morar, Obama diz que se Lula voltar ao governo ele viria moram no Brasil o Brasil está entre as 10 opções preferidas em uma situação hipotética: mudar-se sem enfrentar nenhuma dificuldade com vistos ou na mudança. 

De acordo com pesquisa feita pelo WIN, coletivo dos principais institutos de pesquisa do mundo, em 65 países, o Brasil está entre os 12 países mais cobiçados para se morar. Duas em cada três nações citaram o Brasil em algum grau. Foram entrevistadas mais de 66 mil pessoas em 2013. 

Peru, Argentina e Portugal são os que têm mais cidadãos que gostariam de trazer a vida para cá. Nos três países, mais de 6% dos entrevistados escolheram o Brasil. 

Somos a primeira opção para os argentinos. Por lado brasileiro, 53% das pessoas disseram que estão satisfeitos com o país e não se mudariam daqui, percentual acima da média dos demais países. 

Ha mais cidadãos que gostariam de morar no Brasil: 2% dos americanos morariam no Brasil se tivessem que escolher um país estrangeiro - Posição do Brasil entre as preferências: 7º - Países na frente do Brasil: Canadá, Austrália, Reino Unido, Suíça, Itália, França - Quantos neste país não se mudariam de lá: 46%




terça-feira, 6 de setembro de 2016

Premiê britânica recebe alertas de Japão e EUA sobre saída da UE

Premiê britânica recebe alertas de Japão e EUA sobre saída da UE
Cerca de metade do dinheiro japonês investido na União Europeia é destinado a solo britânico
MUNDO AMEAÇAS HÁ 21 HORAS  05/09/2016  POR FOLHAPRES
 
Jonathan Ernst/Reuters
A premiê britânica, Theresa May, teve um começo difícil em sua participação na cúpula do G20, em Hangzhou, na China.

O Japão publicou um documento de 15 páginas alertando o Reino Unido de que a sua decisão de deixar a União Europeia pode levar as instituições financeiras japonesas a deixar Londres e causa preocupações nas companhias do país.
O documento, escrito por uma força-tarefa do governo japonês como resposta à chamada Brexit, também alerta sobre a possibilidade do Reino Unido perder investimentos - cerca de metade do dinheiro japonês investido na União Europeia é destinado a solo britânico, em nome de companhias como Nissan, Honda, Mitsubishi, Nomura e Daiwa.
"Negócios japoneses que hoje têm sua sede europeia no Reino Unido podem decidir transferir suas funções para a Europa continental se as leis da UE deixarem de ser aplicáveis no Reino Unido após sua saída do bloco", diz o documento, publicado no site do Ministério de Relações Exteriores japonês.
O texto pede ainda que "o Reino Unido considere este fato de maneira séria e responda de maneira responsável para minimizar quaisquer efeitos negativos nesses negócios".

ALERTA AMERICANO
Outro alerta veio do presidente americano, Barack Obama. Após o primeiro encontro com May desde o plebiscito que definiu a saída britânica da UE, Obama ressaltou que o Reino Unido terá de esperar sua vez e não será prioridade na elaboração de um novo acordo econômico com a agora independente Londres.
Antes do país, estão acordos em negociação com países da região da Ásia-Pacífico e com a própria União Europeia.
O presidente amenizou a tensão, contudo, prometendo trabalhar próximo a May para evitar possíveis efeitos adversos na relação comercial entre os dois países.Em entrevista à BBC antes de chegar à China, May alertou que o país enfrentará tempos difíceis enquanto se prepara para deixar a União Europeia.
Ela disse ainda que não fingirá que a saída do bloco europeu será fácil, mas afirmou ter certeza de que o Reino Unido fará a transição de forma bem sucedida e vai encontrar oportunidades econômicas fora dos vizinhos europeus.

Segundo May, Londres definirá na próxima semana um plano para redesenhar sua relação com a União Europeia após a saída do bloco. Com informações da Folhapress. 

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Anúncio oficial do G20 omite nome e cargo de Temer © REUTERS/ Damir Sagolj

Anúncio oficial do G20 omite nome e cargo de Temer © REUTERS/ Damir Sagolj
MUNDO 17:40 05.09.2016(atualizado 18:23 05.09.2016) URL
 curta 191481202 A lista de presença
 Foto em grupo dos líderes do G20 na cerimônia da abertura da cúpula, Hangzhou, 4 de stembro de 2016
da reunião de cúpula do G20, ao citar a participação do país no encontro, divulgou somente 'líder brasileiro', omitindo o nome e cargo de Temer. A elaboração da lista foi feita três dias após a confirmação do impeachment. 

Temer foi o único líder que não teve seu nome e cargo mencionado na convocação para a cúpula do G20, que reuniu as 20 maiores economia.   Segue abaixo a carta de convocação da cúpula do G20, assinada pelo ministro das Relações exteriores chinês:
Lista de presença do G20
Lista de presença do G20

O encontro aconteceu na capital da província chinesa de Zhejiang nos dias 4 e 5 de setembro. 

Mostrar mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20160905/6242235/anuncio-g20-omite-temer.html

Temer pede 'compreensão' dos partidos da base após crítica de Aécio

04/09/2016 11h47 - Atualizado em 04/09/2016 17h17
Temer pede 'compreensão' dos partidos da base após crítica de Aécio
Presidente comentou declaração de Aécio de que é preciso 'DR' com PMDB.
Peemedebista afirmou que o que mais faz é discutir a relação com a base.
Do G1, em Brasília
 Presidente Michel Temer durante coletiva de imprensa (Foto: Beto Barata/PR)
Temer voltou a falar na China dos atos de vandalismo em protestos.
 (Foto: Beto Barata/PR)

Efetivado no comando do Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer cobrou neste domingo (4), durante entrevista coletiva na China, a "compreensão" dos partidos que integram sua base de apoio no Congresso Nacional e disse que o que mais faz, atualmente, é "discutir a relação com os governistas.
O peemedebista, que está em viagem à Ásia para encontro de cúpula dos países do G20, fez o comentário ao ser questionado por um jornalista sobre declaração do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), de que Temer deve ter uma "DR" com o PMDB por conta do racha no partido na polêmica votação que permitiu que a ex-presidente Dilma Rousseff venha a ocupar cargos públicos.
Na ocasião, 10 senadores peemedebistas deram votos que ajudaram Dilma a manter os direitos políticos, apesar de ter sido condenada no julgamento do processo de impeachment por crimes de responsabilidade. Oito parlamentares do PMDB votaram para manter a elegibilidade da petista e outros dois se abstiveram, o que beneficiou a ex-presidente, na medida em que eram necessários, no mínimo, 54 votos para inabilitá-la para funções públicas.
Em entrevista ao jornal "O Globo" publicada neste domingo, além de criticar a postura de parte dos senadores do PMDB na votação final do julgamento de impeachment, Aécio disse que, sem o apoio do PSDB, não existirá governo Temer até 2018.
"Com essa base sólida é que vamos conseguir aprovar questões aparentemente difíceis, mas que produzirão efeitos muito benéficos no futuro. Mais do que base sólida, [precisamos] da compreensão dos partidos que nos apoiam. Até o presente momento, não tenho dúvida dessa compreensão. Não tenho preocupação. Conversar, haveremos de conversar sempre, não tenham dúvida", ressaltou o novo presidente.
Ao ser indagado sobre as cobranças do presidente do PSDB, Temer afirmou que vai "discutir o tempo todo" as queixas e as divisões na base aliada. Ele ressaltou que faz isso "permanentemente", na medida em que é necessário muito diálogo para manter a coesão de uma base com quase 20 partidos, voltando a fazer uma crítica indireta à proliferação de legendaas no sistema político brasileiro.
"O que eu mais faço é discutir a relação. Eu faço isso permanentemente. Também, com uma base com quase 20 partidos, se não fizer isso permanentemente não consegue fazer a base permanecer unida. Quando tiver dois ou três partidos fica mais fácil", disse Temer, ao responder à reclamação de Aécio.
"Com os amigos do PSDB, eu tenho conversado com muita frequência. Tivemos muitos jantares e encontros. Prezo muito o apoio do PSDB", complementou, tentando fazer um afago na sigla aliada.
Protestos
Temer voltou a falar neste domingo, em sua viagem à China, sobre atos de vandalismo registrados na onda de manifestações que tem se espalhado nos últimos dias por cidades brasileiras para protestar contra o impeachment de Dilma e contra o governo do peemedebista. Na entrevista coletiva, o novo presidente afirmou que, na opinião dele, "depredação é delito, não é manifestação".

Na véspera, em outra entrevista, o peemedebista tentou minimizar as manifestações contra sua gestão, atribuindo os protestos a"grupos pequenos e a depredadores". Na ocasião, ele também disse que os atos dos últimos dias não foram "democráticos".
Neste domingo, o novo chefe do Executivo federal afirmou que, para ele, o movimento de junho de 2013, no qual milhões de brasileiros saíram às ruas do país para reinvindicar, entre outros pontos, a melhoria dos serviços públicos, "naufragou" em razão dos "depredadores".
"Ontem [sábado], eu disse que uma coisa é a manifestação democrática, que é importantíssima. [...] O movimento de junho de 2013 naufragou por causa dos depredadores. Quando começaram a depredar, o movimento ficou paralisado", destacou Temer aos jornalistas na China, onde está nos últimos três dias para participar de encontro de cúpula dos países do G20.
"O povo brasileiro não é afeito à depredação, e nem a ordem jurídica permite a depredação. A depredação é delito, não é manifestação", complementou.

Papa Francisco
Em meio à entrevista, Michel Temer foi indagado sobre a declaração do papa Francisco, neste sábado, no qual o pontífice ressaltou sua preocupação com o atual momento vivido pelo Brasil e pediu proteção ao país e ao povo brasileiro em um momento que definiu como "triste". O papa fez o comentário ao inaugurar um monumento dedicado à Nossa Senhora Aparecida no Jardim do Vaticano – sede da Igreja Católica.

Temer disse que, na opinião dele, o pontífice demonstrou uma "preocupação" com o Brasilque todos têm no país. "Acho que a alegria se formará pouco a pouco", enfatizou.
O peemedebista também foi questionado sobre o fato de o papa ter dito, em meio ao evento de lançamento do monumento no Vaticano, que é incerta sua visita ao Brasil em 2017.
Ao discursar na inauguração, Francisco disse que estava contente de ter a imagem de Nossa Senhora Aparecida no Vaticano porque, em 2013, em sua visita ao Brasil, havia prometido que retornaria ao país durante a Jornada Mundial da Juventude, mas, agora, não sabe se será possível.
"Ele [papa Francisco] não tinha plano. Ele disse: 'eu tenho tanto desejo de voltar ao Brasil que, de repente, eu volte ao Brasil', minimizou o presidente.
Diante da insistência dos repórteres em relação a uma eventual ligação da desistência de o papa vir ao Brasil à troca de governo no país, Temer ironizou. "Acho que é melhor perguntar ao papa. Se eu for a Roma, eu o procuro."
Se depender de convite, eu faço o convite", ressaltou.
Veja a íntegra da entrevista coletiva de Michel Temer na China:
Temer compra sapato durante viagem à China (Foto: Reprodução/China Radio International)
Sapatos novos
O presidente da República aproveitou uma folga na agenda neste sábado e foi a um shopping na China para comprar sapatos novos. Na ocasião, segundo sites de notícias chineses, ele aproveitou para comprar um cachorro robô de brinquedo.

Na entrevista coletiva que deu na noite de domingo (horário da China), Temer explicou que teve de sair para comprar um par de sapato porque o calçado de "quebrou".

"O meu sapato quebrou. Cheguei aqui e tive que sair para comprar um sapato", contou.

Negociações entre EUA e Rússia para cessar-fogo na Síria fracassam

05/09/2016 04h22 - Atualizado em 05/09/2016 04h22
Negociações entre EUA e Rússia para cessar-fogo na Síria fracassam
Secretário de Estado dos EUA e chanceler russo se reuniram sem sucesso. É a 2ª vez em duas semanas que Kerry e Lavrov falham em chegar a acordo.

Das agências de notícias
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As negociações entre Estados Unidos e Rússia para conseguir um cessar-fogo que permita a entrada de mais ajuda humanitária na Síria fracassaram nesta segunda-feira (5) em Hangzhou, na China, onde se reúnem os líderes do G20, que reúne as principais economias do planeta.
Segundo um oficial sênior do Departamento de Estado dos EUA, reunião do secretário de Estado, John Kerry, com o ministro das Relações Exteriores russo, Sergey Lavrov, terminou sem um acordo e as diferenças entre os dois países permanecem.
Os presidentes Barack Obama e Vladimir Putin ainda devem se reunir em Hangzhou.
É a segunda vez em duas semanas que Kerry e Lavrov falharam em chegar a um acordo de cessar-fogo. O anterior ocorreu em Genebra, em 26 de agosto, quando Kerry disse que os EUA não aceitariam um acordo para vê-lo fracassar na sequência.
Em fevereiro, um acordo entre os dois chefes da diplomacia fracassou após poucas semanas, e Washington acusou as forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, de violar o acordo.
Os dois países voltarão a se encontrar em 18 de sembro, durante Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

Oficiais do Departamento de Estado dos EUA se recusaram a dizer quais pontos emperram o acordo. A Rússia tem insistido que não é possível um cessar-fogo a não ser que opositores a Assad apoiados por EUA e aliados do Oriente Médio sejam separados de militantes al-Qaeda.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Temer chega à China em sua 1ª viagem internacional como presidente

02/09/2016 00h07 - Atualizado em 02/09/2016 00h44
Temer chega à China em sua 1ª viagem internacional como presidente
Temer desembarcou em Xangai junto com Renan Calheiros e José Serra. Presidente participará do G20, entre os dias 4 e 5 de setembro.
Do G1, em São Paulo
 Beto Barata/Presidência
Um dia depois de ser empossado presidente da 
República, Michel Temer chegou à China no final 
da noite desta quinta-feira (sexta, 2, local) para seu
primeiro encontro internacional como presidente 
do Brasil.

Temer desembarcou em Xangai junto com o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o ministro de Relações Exteriores, José Serra.
Logo depois da chegada, eles participaram da cerimônia de encerramento de um seminário que reuniu empresários dos dois países.
O principal motivo da viagem de Temer à China é a reunião do G20, grupo que reúne as 20 principais economias do mundo, que vai acontecer entre os dias 4 e 5 de setembro.
Temer aproveitará para se reunir com empresários e com o presidente chinês Xi Jinping, conforme a agenda divulgada pela Secretaria de Imprensa da Presidência.
Inicialmente, a viagem do presidente seria somente a Hangzhou, onde ocorrerá a cúpula do G20. Mas pela agenda divulgada pela assessoria, ele terá ao longo dos próximos dias outros compromissos no país asiático.
Nesta sexta, por exemplo, estão previstos na agenda de Temer um encontro com o prefeito de Xangai, Yang Xiong, em um hotel na cidade. Em seguida, no mesmo hotel, o presidente e o prefeito participarão de uma cerimônia de assinatura de atos empresariais.
Após o ato, informou a assessoria, Temer participará da cerimônia de encerramento do Seminário Empresarial de Alto Nível Brasil-China, do qual participarão empresários dos dois países interessados em fechar acordos comerciais. Em seguida, o presidente embarcará em direção a Hangzhou.
Xi Jinping
Na cidade, antes mesmo de participar da cúpula do G20, ainda nesta sexta, o presidente se reunirá com o presidente da China, Xi Jinping. O encontro será na Casa de Hóspedes do Lago Oeste.

Para o sábado (3), estão previstos na agenda do presidente, em um hotel de Hangzhou, uma reunião com os ministros que compõem a delegação brasileira que participará do G20.
À tarde, um encontro com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o brasileiro Roberto Azevêdo.
G20
A Cúpula de Líderes do G20 terá início no domingo (4). Conforme a Secretaria de Imprensa da Presidência, o encontro terá como um dos temas “centrais” a “promoção do crescimento econômico inclusivo e inovador”.

Além disso, informou a assessoria de Temer, outro objetivo é “consolidar” o apoio do G20 à implementação da Agenda de Desenvolvimento 2030, da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual fazem parte as chamadas Metas de Desenvolvimento Sustentável.
“A expectativa é de que os chefes de Estado das principais economias do mundo expressem o compromisso político com medidas de curto prazo e reformas estruturais de médio prazo que facilitem a superação definitiva da crise de 2008”, informou a Presidência.
Segundo o Palácio do Planalto, na cúpula, Temer discutirá com os presidentes dos países, entre outros assuntos, “novos caminhos para o crescimento, governança global econômica e financeira, comércio e investimentos internacionais, bem como outros temas que impactam a economia mundial.”
Pela agenda, Temer chegará às 9h50 (horário local) à Casa de Hóspedes do Lago Oeste, onde receberá os cumprimentos oficiais e posará para uma foto oficial ao lado dos líderes dos países que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), com os quais se reunirá às 10h10.
No período da tarde, Temer se dirigirá ao Centro de Exposições de Hangzhou, onde posará para a foto oficial dos líderes do G20, e assitirá, às 15h30, à cerimônia de abertura da cúpula. Em seguida, o presidente participará da Primeira Sessão de Trabalho.
À noite, o presidente da China, Xi Jinping, oferecerá aos líderes do G20 um jantar de boas-bindas, em um hotel em Hangzhou.
Já na segunda (5), está prevista uma entrevista de Temer à imprensa pela manhã, antes de retornar à cúpula do G20 para a segunda, terceira, quarta e quinta Sessões de Trabalho. Em meio ao encontro, o presidente também dedicará parte da agenda a encontros com os primeiros-ministros da Espanha, Mariano Rajoy, da Itália, Matteo Renzi.
A cerimônia de encerramento da cúpula está previsto para o fim da tarde e Temer deve retornar a Brasília na sequência. Pela previsão do Planalto, o presidente da República desembarcará na capital na terça (6), às 14h. Na quarta (7), Dia da Independência, Temer assistirá ao desfile militar na Esplanada dos Ministérios.