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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Mais de 12 mil civis retornam a Aleppo

Mais de 12 mil civis retornam a Aleppo
04:07 30.01.2017(atualizado 05:38 30.01.2017) 
Crianças sírias passeiam pela parte velha da cidade de Aleppo, um mês após sua libertação.
 © AFP 2016/ Louai Beshara

O representante oficial do Ministério da Defesa russo, major-general Igor Konashenkov, declarou que mais de 12.000 civis já retornaram às suas casas na parte oriental da cidade síria de Aleppo, localizada no norte do país.

A parte oriental da cidade foi libertada de terroristas em dezembro e atualmente está sob controle das forças do governo sírio, fez lembrar o alto militar russo nesta segunda-feira (30).

"Mais de 12.000 civis retornaram às suas casas em Aleppo oriental. Todos eles recebem a assistência necessária," declarou Konashenkov.

Ainda de acordo com o representante do ministério, o Centro russo de Reconciliação participa ativamente no abastecimento das povoações nas províncias sírias de Aleppo, Damasco, Lataquia e Hama. Nos últimos dias estas povoações receberam mais de 50 toneladas de alimentação e outros bens de primeira necessidade.

Konashenkov destacou também que a ajuda humanitária já beneficiou mais de 60.000 sírios.




sábado, 3 de dezembro de 2016

Ministério da Defesa russo responde às acusações britânicas sobre ajuda humanitária

 Ministério da Defesa russo responde às acusações britânicas sobre ajuda humanitária 
© Sputnik/ Maksim Blinov
MUNDO 07:33 03.12.2016(atualizado 07:34 03.12.2016)
Os habitantes mais novos da Síria durante a entrega da ajuda humanitária

Se não há qualquer tipo de ajuda humanitária por parte do Reino Unido a Aleppo, então que Londres não impeça os outros de ajudarem, afirmou o representante oficial do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, em resposta às acusações britânicas de que Rússia estaria atrapalhando a entrega de ajuda humanitária na Síria.

Mais cedo, o jornal britânico Daily Mail divulgou um comunicado da porta-voz da premiê do Reino Unido, Theresa May, em relação à situação na Síria, onde se afirma que a Rússia supostamente estará "impedindo as entregas de ajuda humanitária para os habitantes da cidade cercada de Aleppo, sem acordar um cessar-fogo"

O representante do Ministério da Defesa da Rússia fez lembrar que, a partir de 28 de novembro, as tropas sírias liberaram quase metade de todos os quarteirões na parte oriental da cidade, que até então eram controlados por militantes.

Foram libertados mais de 90 mil civis. Além disso, cerca de 28 mil pessoas — metade das quais são menores — conseguiram fugir dos bairros orientais de Aleppo, invadidos por radicais, para as zonas seguras da cidade.
 Ministro das Relações Exteriores da Rússia Sergei Lavrov durante uma coletiva de imprensa após reunião com seu homólogo turco Mevlut Cavusoglu, 1 de dezembro de 2016
© SPUTNIK/ MAKSIM BLINOV
Lavrov: Rússia ajuda governo sírio a evitar bloqueio à saída de 
civis de Aleppo
Durante todo este período, os habitantes da zona oriental têm diariamente recebido ajuda humanitária, medicamentos e roupas para se protegerem do frio, tudo sendo enviado pelo centro de reconciliação entre as partes beligerantes, criado e apoiado pela Rússia.

"Ao longo de todos os anos da guerra na Síria, o Reino Unido não destinou nem um grama de farinha, nem um comprimido, nem um colchão para ajudar os civis. Por isso, se o governo britânico está verdadeiramente disposto a fornecer ajuda humanitária aos habitantes dos bairros orientais — há todas as condições para isso, a.minha pergunta é para onde é que ela [a ajuda humanitária] sumiu. Se não há nenhuma ajuda a Aleppo da parte britânica — não atrapalhem o trabalho dos outros", frisou Konashenkov. "Após declarações tão estranhas, surge-me uma questão: de quem era a opinião expressa pela porta-voz de Theresa May — dela própria ou da sua chefe? Parece que devido à russofobia o governo britânico perdeu uma percepção objetiva daquilo que se passa na Síria, inclusive em Aleppo", disse o major-general.