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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

OVNIs gostam da Terra? Nuvens brilhantes apareceram no céu de Donbass (FOTOS, VÍDEO)

OVNIs gostam da Terra? Nuvens brilhantes apareceram no céu de Donbass (FOTOS, VÍDEO)
MUNDO INSÓLITO    07:19 27.12.2017(atualizado 07:22 27.12.2017)
 Nuvem, imagem referencial
© Sputnik/ Leonid Savinov

As nuvens brilhantes incomuns tornaram-se uma surpresa para os residentes da região de Lugansk na manhã de terça-feira (26).

"Hoje de manhã algo sobrevoou e girou no céu, em seguida, surgiu essa nuvem", escreve uma testemunha do evento que capturou as imagens.
 


Оно же в Луганске, Волгограде и Миллерово

O mesmo aconteceu em Lugansk, Volgogrado e Millerovo #OVNI

No entanto, a autora das fotografias que também publicou o vídeo aponta que as imagens mostram apenas a segunda nuvem, pois ela não conseguiu capturar a primeira.

Como de costume, os usuários supuseram varias alternativas da origem deste fenômeno. 

Alguns acreditam que isso estava ligado com o lançamento do míssil balístico intercontinental Topol, enquanto outros duvidaram da primeira opção, destacando que isto é causado pelas ações dos OVNIs.

Além disso, há aqueles que acreditam que essa nuvem tem composição química e origem ucraniana.

Mais cedo, os moradores de Simferopol (Crimeia) informaram sobre um barulho que foi escutado por toda a cidade. 

Em seguida, a mídia começou a publicar mensagens sobre a queda de um meteorito.

 No entanto, os Serviços de Emergência declararam que o ruído poderia ter sido produzido por um avião que ultrapassou a barreira do som.




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segunda-feira, 13 de março de 2017

Parlamentar britânico: Moscou tornou desejo dos cidadãos da Crimeia realidade

Parlamentar britânico: Moscou tornou 
desejo dos cidadãos da Crimeia realidade
EUROPA       03:23 13.03.2017(atualizado 03:45 13.03.2017) 
 Comício-concerto “Somos juntos” em homenagem a reunificação da Crimeia com a Rússia decorre na praça Vasilevsky Spusk, junto ao Kremlin em Moscou
© Sputnik/ Vladimir Astapkovich

O deputado conservador do Parlamento do Reino Unido, Richard Balfe, declarou que a reintegração da Crimeia no território russo refletiu a vontade do povo desta península.

"Há quase dez anos, os habitantes da península já tinham dito que queriam ser parte da Rússia. Mais tarde, Moscou tornou este desejo realidade e recuperou a Crimeia", disse Balfe, em uma entrevista ao jornal Izvestia.

O deputado está seguro de que o Brexit não afetará a posição de Londres em relação à Crimeia e que nos próximos anos o Reino Unido seguirá a política da União Europeia. 

Balfe frisou que reconhecer a Crimeia seria uma "decisão muito amigável" mas os políticos têm que tomar em conta os interesses do seu país.

Em março de 2014 os EUA, a União Europeia e alguns de seus aliados impuseram sanções contra a Rússia por seu envolvimento na crise da Ucrânia e o que qualificam de "anexação ilegal" da península, apesar de que a reintegração desta no território russo foi decidida em referendo realizado em 16 de março de 2014.

A chancelaria russa declarou em repetidas ocasiões que respeita e aceita a decisão dos eleitores, que expressaram de forma democrática e em plena conformidade com o direito internacional e a Carta da ONU sua vontade de reunificar-se com a Rússia.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse que o tema de Crimeia está "definitivamente fechado".




segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Merkel e Poroshenko planejam 'mapa do caminho' para resolver crise ucraniana

Merkel e Poroshenko planejam 'mapa do caminho' para resolver crise                                    na Ucraniana
 © AFP 2016/ JOHN MACDOUGALL
MUNDO 20:57 21.11.2016URL 
Angela Merkel e Pyotr Poroshenko durante coletiva de imprensa em Berlim, em 24 de agosto de 2015
© AFP 2016/ JOHN MACDOUGALL

A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, discutiram nesta segunda-feira (21) um mapa do caminho para a resolução da crise ucraniana e o cumprimento dos Acordos de Minsk. 

A informação é do serviço de imprensa da chanceler alemã. As partes discutiram os planos para uma reunião entre os ministros das Relações Exteriores no formato do Quarteto da Normandia no final de novembro. 

 "Eu posso confirmar que houve uma conversa telefônica hoje entre a chanceler alemã e o presidente da Ucrânia. A conversa foi sobre a implementação dos acordos de Minsk e a preparação de um 'mapa do caminho'", disse um representante do serviço de imprensa à RIA Novosti.  
A cidade da paz. Kiev.
© SPUTNIK/ STRINGER

Kiev chama de 'facada nas costas' a votação de Minsk contra resolução sobre Crimeia
Em abril de 2014, as autoridades de Kiev lançaram uma operação militar contra forças do leste da Ucrânia em Donbass. Em fevereiro de 2015, as partes chegaram a um acordo de cessar-fogo com os acordos de Minsk após negociações com líderes do formado do Quarteto da Normandia, formado por Rússia, França, Alemanha e Ucrânia. 

Os Acordos de Minsk preveem uma maior autonomia local do leste ucraniano, incluindo um status especial para as autoproclamadas Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk. Além disso, o documento estipula a implementação de um pleno cessar-fogo, a retirada de armamento da linha de contato e troca de prisioneiros. 

Fonte: https://br.sputniknews.com/




quarta-feira, 16 de novembro de 2016

RÚSSIA DEIXA DE INTEGRAR TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL

RÚSSIA DEIXA DE INTEGRAR TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL
 REUTERS/Aleksey Nikolskyi/RIA
Presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou nesta quarta-feira, 16, um decreto que revoga a assinatura do país ao Estatuto de Roma, a base legal que criou o Tribunal Penal Internacional (TPI), que tem sede em Haia, na Holanda; Putin ordenou que fosse aceita a "proposta do Ministério de Justiça, pactuada com o Ministério das Relações Exteriores, a Corte Suprema, a Procuradoria-Geral e o Comitê de Instrução para informar o secretário-geral da ONU sobre a decisão da Rússia de não fazer parte do Estatuto de Roma do TPI"; resolução veio um dia depois de o TPI publicar um relatório que reconhece a anexação da Crimea pela Rússia como um conflito militar entre o país e a Ucrânia e a classifica como uma ocupação

16 DE NOVEMBRO DE 2016 ÀS 16:04 

Do Opera Mundi - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou nesta quarta-feira (16/11) um decreto que revoga a assinatura do país do Estatuto de Roma, a base legal que criou o Tribunal Penal Internacional (TPI), que tem sede em Haia, na Holanda.

Putin ordenou que fosse aceita a "proposta do Ministério de Justiça, pactuada com o Ministério das Relações Exteriores, a Corte Suprema, a Procuradoria-Geral e o Comitê de Instrução para informar o secretário-geral da ONU sobre a decisão da Rússia de não fazer parte do Estatuto de Roma do TPI".

A resolução entra em vigor nesta quarta-feira (16/11), um dia depois de o TPI publicar um relatório que reconhece a anexação da Crimea pela Rússia como um conflito militar entre o país e a Ucrânia e a classifica como uma ocupação.

"A Federação Russa empregou membros de suas Forças Armadas para tomar o controle de partes do território da Ucrânia sem o consentimento do governo [ucraniano]", diz o relatório preliminar de Fatou Bensouda, promotora do TPI. A Rússia sustenta que a Crimeia se uniu voluntariamente ao país após um referendo, que não teria sido organizado de maneira válida, segundo observadores internacionais. O governo russo também reconheceu, depois de a princípio negar, a participação de suas tropas na anexação.

Justificando a retirada da assinatura do Estatuto de Roma, o Kremlin destacou que, em 14 anos de operação, o TPI só ditou quatro sentenças e gastou mais de US$ 1 bilhão. "Infelizmente, o tribunal não justificou as esperanças colocadas sobre ele e não se transformou em um órgão de justiça internacional independente e de prestígio", completou o governo russo.

Em janeiro deste ano, a porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da Rússia, María Zakharova, criticou a parcialidade do TPI quando o tribunal autorizou investigar os possíveis crimes de guerra ocorridos durante o confronto entre Rússia e Geórgia em agosto de 2008 na região separatista de Ossétia do Sul.

"O ataque do regime do (presidente georgiano) Mikhail Saakashvili contra a pacífica Tskinvali, capital de Ossétia do Sul e o assassinato de membros das forças de paz russas se transformaram em acusações do TPI contra as milícias e os militares russos", afirmou nesta quarta-feira a chancelaria em nota. Já o Kremlin afirmou que "as ações e as acusações contra os responsáveis georgianos foram deixadas nas mãos da Justiça georgiana, fora do âmbito da promotoria do TPI". "Essa decisão fala por si própria. Nessas condições, dificilmente se pode falar de confiança no TPI", concluiu o governo.

A Rússia assinou o Estatuto de Roma em 2000, mas nunca o ratificou, como fizeram outros 123 países. O país já estava fora da jurisdição do TPI, o que significa que a retirada da assinatura tem um efeito mais simbólico do que prático. 

"Este é um gesto simbólico de rejeição", declarou Tanya Lokshina, da organização Human Rights Watch (HRW), ao jornal britânico The Guardian. "Na prática não faz muita diferença, mas é uma declaração de direção, de que a Rússia não tem nenhuma intençãode ratificar o tratado no futuro ou de cooperar com o tribunal".

Entre os países que não ratificaram o Estatuto de Roma e estão fora da jurisdição do TPI estão Israel, Índia, China e Estados Unidos - os dois últimos são membros do Conselho de Segurança da ONU, assim como a Rússia. África do Sul, Burundi e Gâmbia manifestaram nos últimos meses sua intenção de se retirar da corte, que até hoje só concluiu processos sobre crimes de guerra ocorridos no continente africano.

Também na terça-feira (15/11), o TPI publicou um relatório em que afirma que as Forças Armadas dos EUA teriam cometido crimes de guerra no Afeganistão entre 2003 e 2014. O Departamento de Estado norte-americano rejeitou a investigação, dizendo que ela não foi "solicitada" nem é "apropriada".

Com a decisão de revogar a assinatura do documento, nenhum cidadão russo poderá ser julgado em Haia por crimes de guerra ou genocídio, a menos que haja uma resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre o assunto, no qual a Rússia tem direito a veto.
Em comunicado, o TPI diz "respeitar a soberania de cada Estado". "O apoio da comunidade internacional é necessário para o TPI concretizar seu mandato independente e imparcial para ajudar a acabar com a impunidade para perpetradores de genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra, promover a justiça às vítimas de tais crimes e contribuir para a prevenção de atrocidades no futuro."


domingo, 16 de outubro de 2016

General americano: Rússia sempre pega EUA de surpresa

General americano: Rússia sempre pega EUA de surpresa
AMÉRICAS 12:44 15.10.2016(atualizado 12:53 15.10.2016)
Comandante do Exército dos EUA na Europa general Ben Hodges declarou que os militares e líderes políticos americanos têm avaliado sempre de modo errado as intenções da Rússia na arena internacional.
Comandante do Exército dos EUA na Europa general Ben Hodges (arquivo)
Segundo ele, os EUA eram "demasiado optimistas" em relação à Rússia.
"Acho que éramos demasiado optimistas. Talvez avaliássemos erroneamente algumas coisas, mas é que nossa atenção esteve focada no Iraque e no Afeganistão nos últimos 15 anos. Descuramos.", disse ele em uma entrevista ao Sunday Times.

Do ponto de vista do general, houve um momento em que os EUA deram um passo precipitado, retirando da Europa dezenas de milhares de soldados e muito armamento. Hodges disse que foi pego de surpresa "com todos os passos militares dados pela Rússia". Ele considera como esses passos "as invasões da Geórgia, do leste da Ucrânia e da Crimeia" e a operação na Síria.
Soldados norte-americanos em centro da OTAN no Leste Europeu
AFP 2016/ PETRAS MALUKAS
'Que pese na consciência deles', diz Lavrov sobre
 'iminência de guerra' entre Rússia e EUA


Como "invasão na Geórgia" Hodges entende o conflito na Ossétia do Sul em 2008, agravado depois de a capital da Ossétia do Sul, Tskhinval, ter sofrido grandes ataques georgianos. Depois disso, a Rússia lançou uma operação para impor a paz e enviou para a Ossétia do Sul tropas adicionais.

Quanto à "invasão no leste da Ucrânia," Moscou tem repetidamente negado todas as acusações de que forças russas supostamente tenham participado do conflito em Donbass e apoiado as milícias locais.
Militares do exército sírio na rodovia entre cidades de Homs e Raqqa
SPUTNIK/ DMITRI VINOGRADOV
Incerteza no futuro dos EUA pode prejudicar 
regulação na Síria
A Crimeia, por sua vez, se tornou uma parte da Rússia após o golpe na Ucrânia e como resultado de um referendo, em que a grande maioria dos moradores votou a favor da reunificação da península com a Federação da Rússia.



Hodges também disse que não exclui a possibilidade de invasão pela Rússia de um dos Países Bálticos. Anteriormente Hodges já tinha feito declarações semelhantes. No início do verão, em uma entrevista ao jornal Die Zeit, ele disse que a Rússia poderia conquistar os Países Bálticos em 36-60 horas.

FONTE:  https://br.sputniknews.com/americas/201610156560623-russia-pega-de-surpresa-eua/