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domingo, 22 de setembro de 2019

ONU DISPENSA BOLSONARO E CONVIDA GOVERNADOR DO NORDESTE PARA DISCURSAR NA CÚPULA DO CLIMA; CONFIRA!


ONU DISPENSA BOLSONARO E CONVIDA GOVERNADOR DO NORDESTE PARA DISCURSAR NA CÚPULA DO CLIMA; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 22 de setembro de 2019

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Imagem do Google

O Nordeste brasileiro começa a despontar como alternativa para as relações diplomáticas do Brasil na área ambiental. 

Depois de rejeitar o discurso do presidente brasileiro na Cúpula do Clima, que acontece em Nova Iorque (EUA) a partir de segunda-feira (23), a Organização das Nações Unidas (ONU) convidou o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), para discursar representando o Nordeste.

Câmara teve o nome referendado por outros governadores nordestinos que compõem o Consórcio do Nordeste, que se reuniu na última segunda-feira (16) em Natal (RN).

De acordo com a assessoria do socialista, a ONU convidou o governador para discursar na Cúpula do Clima por conta de seu trabalho na área do meio ambiente, e citou como exemplo a recuperação e ampliação da reserva de caatinga e de Mata Atlântica, localizada na área próxima ao Horto de Dois Irmãos, entre outros projetos ambientais.

Pelo Twitter, Câmara, que embarca para Nova Iorque no domingo (22), comemorou. 

“Ao contrário do que, infelizmente, vemos no Brasil, aqui em Pernambuco apostamos na convergência para avançarmos conjuntamente.

 Que o futuro nos reserve muita cooperação e parceria”. 

O discurso do governador será na abertura do evento, segunda-feira (23), um dia antes do início da Assembleia Geral da ONU, também em Nova Iorque.

O Brasil não foi incluído na lista dos países que vão ter direito a fala durante a Cúpula de Ação Climática da ONU, que acontece em Nova York um dia antes da Assembleia, por não apresentar metas ambiciosas para a contenção do aquecimento global.

Segundo Luis Alfonso de Alba, enviado especial da secretaria-geral da ONU, a organização pediu que países enviassem um plano para aumentar a ambição internacional com os compromissos climáticos e, a partir deles, algumas nações seriam escolhidas para “inspirar”. 

“O Brasil não apresentou nenhum plano para aumentar o compromisso com o clima”, disse Alba ao blog Ambiência, da Folha de S. Paulo.

O país chegou a ser considerado uma das referências mundiais em diplomacia ambiental, tendo sido fundamental para a construção do Acordo de Paris, firmado em 2015.

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domingo, 29 de janeiro de 2017

Trump conversa com Putin e líderes mundiais sobre ameaças à segurança

Trump conversa com Putin e líderes mundiais sobre ameaças à segurança
Janeiro 29, 2017
 Presidente Donald Trump ao telefone com Vladimir Putin, Presidente russo
Presidente Donald Trump ao telefone com Vladimir Putin, 
Presidente russo

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discutiu a Síria e a luta contra o Estado Islâmico com o Presidente russo, Vladimir Putin, num dos vários telefonemas com líderes mundiais que tem promovido para imprimir o seu selo em assuntos internacionais.

O telefonema entre Trump e Putin é o primeiro desde que o empresário de Nova Iorque assumiu o cargo e acontece num momento em que as autoridades afirmam que ele considera aumentar as sanções contra Moscovo, apesar da oposição de democratas e republicanos em casa e de aliados europeus no exterior.

Nem a Casa Branca nem o Kremlin mencionaram uma discussão sobre as sanções em suas declarações sobre o telefonema que durou uma hora.

Presidente Vladimir Putin
"O telefonema positivo foi um início significativo para melhorar a relação, que precisa de reparos, entre os Estados Unidos e a Rússia ", disse a Casa Branca. 

"Tanto o Presidente Trump quanto o Presidente Putin esperam que, após o telefonema de hoje, ambos os lados possam agir rapidamente para enfrentar o terrorismo e outras questões importantes de interesse mútuo".

Em Dezembro, o antigo Presidente norte-americano Barack Obama sugeriu que Putin teria autorizado pessoalmente as invasões aos e-mails do Partido Democrata, que funcionários de inteligência dos EUA disseram ser parte de um esforço russo que visava ajudar Trump a derrotar a democrata Hillary Clinton nas eleições de 8 de Novembro.

A relação entre Trump e a Rússia está a ser vigiada de perto pela União Europeia, que se uniu aos Estados Unidos para punir Moscovo após a anexação da Crimeia, que integrava a Ucrânia.

Trump já falou com dois líderes da UE, a chanceler alemã Angela Merkel e o Presidente francês François Hollande, além do primeiro-ministro japonês Shinzo Abe e do primeiro-ministro australiano Malcolm Turnbull.

De acordo com os EUA e a Alemanha, o telefonema a Merkel, que tinha uma relação muito próxima com o antecessor de Trump, incluiu uma discussão sobre a Rússia, a crise da Ucrânia e a NATO.

Trump descreveu a NATO como obsoleta, um comentário que alarmou aliados norte-americanos de longa data. 

Um comunicado da Casa Branca afirma que ele e Merkel concordaram que a Otan deve ser capaz de enfrentar as "ameaças do século XXI".

Reuters





segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Escândalo do Banestado: mais de U$ 120 bilhões enviados ilegalmente para o exterior. Moro anulou a sentença e absolveu todo mundo

segunda-feira, 28 de novembro de 2016  Atualizado em 27/12/2016
Escândalo do Banestado: mais de U$ 120 bilhões enviados ilegalmente para o exterior. Moro anulou a sentença e absolveu todo mundo
 
Bilhões de dólares e uma conta chamada tucano

Por Armando Rodrigues Coelho Neto

Aconteceu na década de 90. US$ 124 bilhões saíram do Brasil através das chamadas contas CC5. Há quem diga que, na época, nem as reservas brasileiras em moeda americana chegavam a esse total. O banco usado para a roubalheira foi o Banestado e o ralo era Foz do Iguaçu/PR, cidade onde antes durante ou depois foi trabalhar o tal “Japonês da Federal”, que nada tem a ver com a história.

Também meio antes, durante ou depois – a essa altura pouco importa, aconteceu a CPI dos Precatórios, que desaguou numa tal Operação Macuco da Polícia Federal, que entrou em cena e descobriu que pelo menos US$ 30 bilhões daquela cifra foram remessas ilegais.

Durante as investigações, a Procuradoria da República ia junto aos órgãos oficiais, perguntava uma coisa, respondiam outra. Refazia o pedido e a resposta vinha incompleta. E aí, ela radicalizou: pediu a quebra de sigilo de todas as contas CC-5 do País. Sugiro ao leitor uma visita ao Google para entender melhor essas tais contas.

A PF descobriu que o dinheiro passava por Nova Iorque (EUA), uma roubalheira que apesar de gigante, seria apenas a ponta de um iceberg. Entre os suspeitos estavam empresas financiadoras de campanha, alto empresariado em geral e membros da alta cúpula do governo brasileiro da era Fernando Henrique Cardoso.

O rombo era tamanho que os promotores americanos, abismados com o volume de dinheiro que havia transitado por aquela cidade, quebraram sigilo bancário em Nova Iorque. 

A equipe da PF foi reconhecida e ganhou a simpatia até do enfadonho e burocrático Banco Central (EUA), além da FBI (Polícia federal americana).

O mecanismo descoberto era e é um traçado muito bem articulado, de forma que os verdadeiros nomes dos titulares não possam aparecer. Desse modo, num passe-repasse, plataformas financeiras e coisa e tal, os trabalhos para ocultação envolvem ou envolveriam até cinco camadas ocultadoras.

Com esse grau de sofisticação, investigar seria percorrer o complexo caminho inverso, mergulhar nas tais camadas, até que se chegar aos verdadeiros titulares do dinheiro.

Estava tudo tão bom e tão bem protegido, que a prática consolidou-se, e como a corrupção no País é endógena, além de “lubrificar economias” (a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE que o diga!) as ratuínas foram abrindo a guarda. Com impunidade garantida, alguns grandes nomes relaxaram e apareceram por descuido.

Haja descuido! Surgiu até um óbvio – “Tucano” e um aleatório “Serra”. Tão óbvio que deixou perplexo não só o delegado que coordenava o trabalho, mas também os procuradores. Mero ato falho e primário, em tempos de abertura de guarda, de “engavetadores gerais da República. Tempos de gente honrada e das panelas silenciosas, da dita “grande mídia” calada, dos arautos da moralidade hodierna.

Há uma entrevista no Youtube com o delegado federal José Castilho Neto, coordenador da Operação Macuco. Sem fulanizar ou partidarizar, ele reclama da oportunidade aberta e perdida, naquela época, para o enfrentamento da banda podre, seja da política, seja do empresariado. 

O Cônsul do Brasil, que trabalhava em Nova Iorque, teria dito para as autoridades americanas que a cabeça do delegado Castilho “estava a prêmio”. Só não disse quem seria o pagador, se os protegidos ou os protetores.

Castilho foi afastado. E o leitor a essa altura deve estar se perguntando: por que esse saudosismo tanto tempo depois?

Primeiramente para lembrar que a podridão de antes não inocenta ninguém. Mas serve pra provar a hipocrisia dos que hoje posam como arautos da moralidade. Mostra o cinismo dos paneleiros e demonstra com cristalina clareza a postura golpista da dita “grande imprensa”.

Em segundo lugar, para não ter que retornar aos tempos do Brasil Colônia ou da mordaça da ditadura militar, eu simplesmente gostaria de reafirmar que esse caso escabroso, narrado lá em cima, ocorreu na era do impoluto Fernando Henrique Cardoso. 

Sabe qual emissora de televisão de maior audiência? TV Globo. Sabem quem era o doleiro? Alberto Youssef. Sabem quem era o juiz? Sérgio Moro.

Conheça a verdade sobre o senador Perrella - PTB-MG (Helicoca).