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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

ACREDITE SE QUISER: Até A Globo Acusa Moro De Vazar Delação De Palocci Para Prejudicar Haddad


ACREDITE SE QUISER: Até A Globo Acusa Moro De Vazar Delação De Palocci Para Prejudicar Haddad

Por Portal Click Política Em 3 out, 2018


Acredite se quiser: 

a Globo, parceira da Lava Jato deste o início, fez, nesta quarta-feira, sua primeira crítica aberta ao juiz Sergio Moro. 

Em editorial, o jornal O Globo, da família Marinho, diz que Moro vazou a delação do ex-ministro Antônio Palocci com o objetivo de interferir nas eleições, ou seja, atuando como cabo eleitoral contra o PT e seu candidato Fernando Haddad.

“Moro divulgou parte de delação que o ex-ministro Antonio Palocci, homem forte de Lula, fizera ao Ministério Público, na qual garante que o ex-presidente sabia do grande esquema de corrupção montado na Petrobras. 

Pela simples razão de que ele mesmo avalizara nomeações de técnicos da estatal na diretoria da empresa, mas subordinando-os ao PT, PMDB e PP. Palocci terminaria fechando acordo de delação premiada com a Polícia Federal. 

Moro fez com que se recordasse o caso do grampo de Lula e Dilma, agora com evidências de tentativa de interferência no primeiro turno das eleições presidenciais, a ser realizado domingo que vem”, diz o texto.

“Resta de tudo isso uma chamada de atenção para que os poderes da República, em todas as instâncias, se vacinem para não serem contaminados por lutas pelo poder — legítimas, 
quando são travadas por meio do voto, com lisura; mas condenáveis, se ocorrerem em manobras obscuras dentro de segmentos da máquina do Estado que não podem perder o respeito da sociedade”, afirmam ainda os editorialistas.

Coincidência ou não, a delação de Palocci foi usada na propaganda política de Geraldo Alckmin e até Aécio Neves, flagrado nos grampos da JBS, posou de honesto e usou a delação de Palocci para atacar o PT.


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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Como o PCC montou um império em SP sob Geraldo Alckmin. Por Kiko Nogueira


Como o PCC montou um império em SP sob Geraldo Alckmin. Por Kiko Nogueira

Publicado por  Kiko Nogueira  2 de agosto de 2018

Alckmin em 2010 com o então candidato a deputado estadual Ney Santos, acusado de ligação com o PCC
 Alckmin em 2010 com o então candidato a deputado estadual Ney Santos, acusado de ligação com o PCC; prefeito eleito de Embu das Artes, ele estava foragido

O que o PCC ganhou no acordo com o governo paulista em 2006?
Na época, a facção realizou vários ataques, especialmente a postos da Polícia Militar, de maneira coordenada. Eles foram interrompidos após uma reunião no presídio de Presidente Bernardes, no interior do estado.

De acordo com o Estadão, a solução foi encaminhada pela advogada Iracema Vasciaveo, então presidente da ONG Nova Ordem, que defendia os direitos dos presos e representava o PCC.

Iracema esteve com Marcola, o líder. 
O substituto de Geraldo, Claudio Lembo, deu aval para o encontro, bem como os secretários da Segurança Pública e da Administração Penitenciária — Saulo de Castro Abreu Filho e Nagashi Furukawa, respectivamente.

A história foi revelada pelo delegado José Luiz Ramos Cavalcanti, que depunha  num processo contra advogadas supostamente ligadas ao 
crime organizado. “Eu apenas autorizei a viagem. 

O que aconteceu lá dentro, não tenho detalhes”, afirma Lembo.

O diabo está nos detalhes. Em tese, garantiu-se a rendição dos criminosos, desde que se assegurasse a integridade física deles. Os atentados cessaram, subitamente, e o poder do PCC só fez crescer.

 Geraldo sempre negou qualquer tipo de acordo, mas o fato é que a relação com o Primeiro Comando da Capital só se tornou mais confusa, para usar um eufemismo, com o passar do tempo.

O deputado Conte Lopes, ex-capitão da PM, declarou, certa vez, que “essa facção criminosa é cria do PSDB”. 
O PCC nasceu em 1993 na Cadeia Pública de Taubaté e sua relação com o governo paulista é recheada de episódios assombrosamente estranhos.

Em 2010, Alckmin pediu votos para um candidato a deputado estadual do PSC chamado Claudinei Alves dos Santos, conhecido como Ney Santos.

Pouco depois, Santos seria preso, acusado de adulteração de combustível, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e formação de quadrilha.

Era também investigado por envolvimento com o PCC. Em seu nome, um patrimônio de 50 milhões de reais, incluindo uma Ferrari e um Porsche.

Acabou eleito prefeito de Embu.

Ok. Alckmin provavelmente não sabia do passado, do presente e do futuro de Santos. 

Mas nem sua equipe?

Em 2012, um inquérito sobre o envolvimento de PMs com o PCC foi arquivado. Um ano depois, aconteceu outro episódio de ampla repercussão, em que o governador saiu-se como herói na luta contra os bandidos.

Ele teria sido ameaçado de morte, segundo um recado interceptado. 

“Os bandidos dizem que as coisas ficaram mais difíceis para eles, pois eu quero dizer que vai ficar muito mais difícil”, disse GA, triunfal, em Mirassol. 

“Nós não vamos nos intimidar. 

É nosso dever zelar pelo interesse público.”

Alckmin com suposto líder do PCC

tvamigospl Publicado em 20 de set de 2010



Não contavam com a astúcia do ex-secretário Antônio Ferreira Pinto, que revelou que a escuta dos membros do PCC circulava desde 2011.

“Esse fato não tinha credibilidade nenhuma. 

A informação é importante desde que você analise e veja se ela tem ou não consistência. Essas gravações não tinham. Tanto que o promotor passou ao largo delas”, falou.

“Aí vem o governo e diz: ‘Não vou me intimidar’. Ele está aproveitando para colher dividendos políticos”.

 De novo: Geraldo, muito possivelmente, não tinha ideia de que as tais ameaças tinham dois anos de idade e nunca foram levadas a sério.

No início de 2014, outro evento inacreditável. 
Um relatório vazado do Ministério Público dava conta de um esquema para tirar Marcola e outros três chefões da penitenciária de Presidente Venceslau.

O plano estaria sendo arquitetado há oito meses.

Os homens já tinham serrado as grades das janelas de suas celas, colocando-as de volta em seguida, devidamente pintadas. 

Eles sairiam dali para uma área do presídio sem cobertura de cabos de aço, de onde seriam içados por um helicóptero com adesivos da Polícia Militar.

O “vazamento” do documento criou situações surreais. Policiais ficaram de tocaia aguardando os meliantes. Jornalistas correram para lá. 

No Jornal Nacional, um repórter perguntava, sussurrando, a um franco atirador como funcionava a arma dele. Diante da falta de ação, era o jeito.

Claro que não aconteceu nada. Alckmin, no entanto, estava pronto para faturar. 

Na Jovem Pan, elogiou “o empenho da polícia de São Paulo, 24 horas, permanentemente, contra qualquer tipo de organização criminosa, tenha a sigla que tiver. São Paulo não retroage, não se intimida”. 

Para ele, “lamentavelmente, isso acabou vazando.”

O PCC, hoje, controla áreas inteiras da cidade, as cadeias, tem ligação com escolas de samba e mantém bases no Paraguai e na Bolívia. 

Um fenômeno. Graças à transferência de presos, São Paulo exportou membros da organização para todo o país.

Naquele ano de 2006, Geraldo deu uma entrevista a uma rede de televisão australiana. 
A jornalista quis saber sobre os “grupos de extermínio” e sobre as ações da facção. 

Irritado, o “Santo” da Odebrecht se levantou da cadeira e encerrou o papo abruptamente.

“Esse é um problema do governo estadual. 
Você deveria ir falar com eles. Tchau, tchau. Bye, bye”, diz.

 “Se eu soubesse que era sobre isso, não tinha entrevista. 
Não faz o menor sentido”, continua, numa indireta a seus assessores.

A entrevistadora ainda tentou, inutilmente, um apelo: “Alguém precisa falar sobre isso”.

Alckmin foge da responsabilidade


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 Publicado em 9 de out de 2006





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terça-feira, 17 de abril de 2018

MINEIRINHO NA LAMA! Alckimin, O Santo Da Odebrecht, “Cospe” Em Aécio, “A Lei É Para Todos”


MINEIRINHO NA LAMA! Alckimin, O Santo Da Odebrecht, “Cospe” Em Aécio, “A Lei É Para Todos”

Por Redação Click Política Última Atualização 17 abr, 2018


Da Folha:

O presidente nacional do PSDB, Geraldo Alckmin, lamentou nesta terça-feira (17) a situação de seu companheiro de partido Aécio Neves, que se tornou réu, mas ressaltou que a lei no país deve ser para todos.

Por unanimidade, os ministros da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) aceitaram nesta terça-feira (17) denúncia contra o senador tucano por corrupção passiva e obstrução judicial.

Na saída de evento em Brasília, o também pré-candidato presidencial afirmou ter visto o episódio com tristeza e observou que o senador mineiro ainda terá a oportunidade de se defender.

“Não existe justiça verde, amarela, azul ou vermelha. 

Só existe Justiça. Decisão judicial se respeita e a lei é para todos, sem distinção”, afirmou.

Apesar de ter lamentado, Alckmin negou que o episódio cause embaraço ao partido ou à sua candidatura. 

Segundo ele, cabe apenas a Aécio agora definir se será candidato nas eleições deste ano.

“Cabe a ele definir o que vai fazer e como fazer”, disse.


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quinta-feira, 11 de maio de 2017

FHC: “Dória fica fora do projeto político tucano para 2018” e prefeito não gosta

FHC: “Dória fica fora do projeto político tucano para 2018” e prefeito não gosta
11 de maio de 201
 

Cotado para disputar a vaga do PSDB na corrida presidencial de 2018, o prefeito João Doria ficou fora do programa nacional do partido, que será veiculado às 20h desta quinta-feira, 11, em emissoras de TV e rádio de todo o País. 

A cúpula nacional do PSDB optou por defender, no vídeo, a importância da prática política para a democracia, na contramão do discurso adotado por Doria, do “não político” e do “gestor”. 

Em função dessa escolha, não apenas o prefeito da capital, mas também o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan, não ganhou espaço.

No vídeo, lideranças jovens da legenda se revezam com falas sobre a criação de uma “nova política”. As declarações ocorrem após um grupo de cidadãos apresentar, dentro de uma dinâmica de debate, uma série de queixas ao sistema atual. 

Entre os problemas apontados pelos personagens, no programa, está o excesso de partidos, foro privilegiado e privilégios. “Se você falar da política do jeito que ela é hoje, nós teríamos que implodir toda a política e renascer”, afirma um deles.

De São Paulo, o programa incluiu os prefeitos de Lins, Edgar de Souza, e de Santo André, Paulo Serra, além da vereadora de Piracicaba, Nancy Thame. O debate traz também os prefeitos de Caruaru (PE), Raquel Lyra, e de Castro Alves (BA), Thiancle da Silva Araújo, e uma vereadora em Rondônia, Naiara Saraiva Silva, de Campo Novo.

Reconstruir a política’. “Ás vezes ouvir críticas como essas pode ser difícil, mas esse é o primeiro passo, na verdade o único passo para podermos melhorar de verdade a política. 

A partir de agora vamos promover encontros como esse por todo o País, para ouvir você e junto com você encontrar soluções para melhorar a política, mas principalmente para melhorar a sua vida. Esse é nosso grande desafio”, afirma o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), no vídeo.

“ O primeiro passo é preciso reconstruir a política brasileira e para reconstruir é preciso resgatar alguns valores e princípios”, defende o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. 

Além dos dois, também participa do programa o governador Geraldo Alckmin, que considera que a maior contribuição é “fazer o que as pessoas estão pedindo”.

O Estadão



Queridos amigos e leitores do blog, estou impossibilitada de compartilhar o blog no facebook pois o mesmo bloqueou as minhas postagens, não vi motivo para isso, penso que é uma punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês pode acessar o blog pelo Google, G+1 e twitter, ou no próprio blog, mas pode compartilhar as notícias para a página de vocês.

AGRADEÇO A TODOS

sexta-feira, 21 de abril de 2017

TWITTER PASSA A ALCKMIN DADOS DE USUÁRIOS QUE O CHAMARAM DE “LADRÃO DE MERENDA”

TWITTER PASSA A ALCKMIN DADOS DE USUÁRIOS QUE O CHAMARAM DE “LADRÃO DE MERENDA”

 Foto: Du Amorim/ A2img

O Twitter terá que fornecer os dados cadastrais de seis usuários ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB); decisão é da 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo que entendeu que esses usuários utilizaram expressões que, ao menos em tese, podem configurar dano moral; ao levar o caso para o colegiado, o relator votou por limitar a abrangência da decisão especificamente a seis usuários: Betelgeuse (@prof_fabio666), Alexandre de Moraes (@alemoraesduarte), Usuário CPTM e Metrô (@UsuarioCPTM), Paulo de Lima (@PAULAO777), Carlos M. Heraclio (@carlosmheraclio) e CaduLorena (@cadulorena); esta é a primeira decisão que cita os usuários

21 DE ABRIL DE 2017 ÀS 14:48

Do Conjur - O Twitter terá que fornecer os dados cadastrais de seis usuários ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). A decisão é da 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo que entendeu que esses usuários utilizaram expressões que, ao menos em tese, podem configurar dano moral.

O governador ingressou com a ação cautelar com objetivo de conseguir os dados para, em um segundo momento, ingressar com ação contra cada autor das publicações. 

Os seis perfis, segundo a ação, são os que possuem maior número de publicações ofensivas a Alckmin no Twitter.

Na ação, o governador alega que esses perfis listados têm, constantemente, extrapolado o direito de expressão e liberdade de pensamento.

O pedido chegou a ser aceito em primeira instância, mas o Twitter recorreu. Alegou que a decisão poderia acarretar quebra indevida de sigilo, uma vez que não foi indicado claramente as mensagens em que houve abuso por parte dos usuários. Monocraticamente, o desembargador Teixeira Leite suspendeu os efeitos da decisão por considerar presente o risco de dano grave, de difícil ou impossível reparação.

Agora, ao levar o caso para o colegiado, o relator votou por limitar a abrangência da decisão especificamente a seis usuários: Betelgeuse (@prof_fabio666), Alexandre de Moraes (@alemoraesduarte), Usuário CPTM e Metrô (@UsuarioCPTM), Paulo de Lima (@PAULAO777), Carlos M. Heraclio (@carlosmheraclio) e CaduLorena (@cadulorena). Esta é a primeira decisão que cita os usuários. 

O governador chegou a pedir segredo de Justiça, mas foi negado em primeira instância.

De acordo com Teixeira Leite, esses usuários expuseram juízo de valor a respeito do governador, "com uso de expressões que, ao menos em tese, podem configurar uma ofensa moral, dado o caráter pejorativo com que ordinariamente são empregadas". Entre essas expressões está "ladrão", "ladrão de merenda", "nazifascista" e "inescrupuloso".

Na ação, proposta antes de ser divulgado que seu nome aparece na delação premiada da Odebrecht, Alckmin também diz que foi ofendido por um usuário que o chamou de "corrupto" e afirmou que ele teria recebido propina da empreiteira.

Teixeira Leite ressalta que a decisão de determinar a entrega dos dados não significa que os usuários realmente ofenderam o governador. O relator explica que a configuração de ofensa moral somente poderá ser apurada em ação indenizatória contra cada usuário.

"Todavia, nesta análise preliminar da questão, é de se concluir que ao menos em tese os usuários em questão podem ter violado a honra e imagem do agravado [Alckmin], o que autoriza a divulgação dos seus dados cadastrais e números de IP, a fim de que sejam adotadas as medidas legais pertinentes", concluiu o relator, sendo seguido pelos demais integrantes da 4ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP.



terça-feira, 21 de março de 2017

DELATADO NA LAVA JATO: Globo desiste de blindar tucanos e diz que cunhado fazia trabalho sujo para Alckimin; CONFIRA!

DELATADO NA LAVA JATO: Globo desiste de blindar tucanos e diz que cunhado fazia trabalho sujo para Alckimin; CONFIRA!
21 de março de 2017
 

Os jornais de São Paulo já não vão poder ficar quietos.

O Globo, hoje, coloca na primeira página que Geraldo Alckmin está entre os nomes para os quais o Procurador Geral da República pode a abertura de inquérito, por ter, segundo as delações dos executivos da Odebrecht, recebido dinheiro clandestinamente da empreiteira.

Segundo O Globo, o recolhimento do dinheiro teria sido feito por Adhemar Ribeiro, cunhado do governador. O inquérito contra Alckmin será, quando o Supremo Tribunal Federal o encaminhar, aberto no Superior tribunal de Justiça, foro para governadores de estado.


Mas é no STF que correm os seis inquéritos pedidos por Janot contra Aécio Neves, segundo o jornal o “campeão” de pedidos entre os candidatos presidenciais. 

Até agora se sabe de R$ 9 milhões pelo “caixa 2”, dinheiro para sua própria campanha, paraa de Antonio Anastasia ao Senado; a de Pimenta da Veiga ao governo de Minas Gerais e a de Dimas Fabiano Toledo Júnior (PP-MG), o homem de Aécio em Furnas, à Câmara dos Deputados. 

Outros R$ 3 milhões teriam sido entregues a Paulo Vasconcelos, marqueteiro da campanha de Aécio à Presidência da República.

Sobra ainda uma citação – o jornal não especifica a razão – para o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes e seu candidato (derrotado) Pedro Paulo.
O mato está ficando sem cachorro…




quarta-feira, 1 de março de 2017

REQUIÃO MANDA FOLHA E OS QUE CAÇAM LULA À PQP

REQUIÃO MANDA FOLHA E OS QUE CAÇAM LULA À PQP

 

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) expressou sua indignação com a manchete da Folha deste sábado, ao se posicionar nas redes sociais; "O crime de Marisa? Não os mandarei se lixar nas ostras! Mas vão à PQP", escreveu; na edição da Folha, a ex-primeira-dama Marisa Letícia ganhou a manchete principal por ter comprado uma canoa de lata, por R$ 4,1 mil, para ser usada num sítio que ela e ex-presidente Lula frequentam; recado de Requião se estende a todos que tentam, a todo custo, inviabilizar politicamente aquele que foi o presidente mais popular da história do País

30 DE JANEIRO DE 2016 ÀS 18:49

Paraná 247 – Sem rodeios e sem meais palavras, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) expressou sua indignação com a Folha de S. Paulo e com aqueles que empreendem a caçada ao ex-presidente Lula, com denúncias nem sempre consistentes.

"O crime de Marisa? Não os mandarei se lixar nas ostras! Mas vão à PQP", escreveu Requião, postando ainda a imagem da canoa de lata, comprada pela ex-primeira-dama por R$ 4,1 mil.

Neste sábado, a Folha noticiou, em sua manchete principal, que uma aquisição de Marisa Letícia – a canoa de lata – a aproximaria do sítio em Atibaia (SP), usado pelo ex-presidente e seus familiares (leia mais aqui). Ocorre que Lula jamais escondeu que frequenta a propriedade, registrada por Jonas Suassuna, sócio de seu filho.

Graças a esses escândalos, o governador paulista Geraldo Alckmin, que tem exonerado vários auxiliares graduados por suposto envolvimento na máfia que desviava dinheiro da merenda escolar, se julgou numa posição confortável para qualificar Lula como uma pessoa "sem limites" éticos (confira aqui), provocando reação imediata do ex-presidente (leia aqui).

A reportagem da Folha ao menos teve o mérito de revelar que Lula, que já alvo de várias montagens na internet como se estivesse passeando em iates de luxo, pesca numa canoa de lata (leia aqui).

Com denúncias como a de hoje, o objetivo óbvio é tentar inviabilizar a volta de Lula, que deixou a presidência como 
o líder político mais popular da história do País.



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Farmacêuticos flagram trambique de Alckmin e Dória para dar remédio quase vencido à população

Farmacêuticos flagram trambique de Alckmin e Dória para dar remédio quase vencido à população
 Terça-feira, 21 fev 2017 02:41 PM 
 

Sindicato dos Farmacêuticos de São Paulo (Sinfar-SP) questiona a doação de medicamentos para a rede de saúde da cidade de São Paulo, anunciada no começo do mês pelo prefeito João Doria (PSDB).

O sindicato chama a atenção para a isenção do ICMS dos remédios doados, em articulação entre a prefeitura e o governo estadual de Geraldo Alckmin. Em outro ponto, o edital de chamamento para as doações, publicado na semana passada no Diário Oficial da cidade, diz “preferencialmente, validade superior a seis meses”.

O Sinfar pontua que o edital favorece as indústrias, já que, mesmo no caso de medicamentos com validade de seis meses, eles não são mais comercialmente viáveis para os laboratórios, nem para as farmácias e drogarias. “Há o risco de vencimento do medicamento antes da conclusão do tratamento”.

Além disso, os remédios vencidos ou próximos ao vencimento têm um custo de incineração para as indústrias, que, com as doações, será arcado pela Prefeitura, segundo o sindicato. (Do GGN)
Leia a íntegra da nota do Sinfar-SP abaixo:

Posicionamento oficial sobre edital publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial da Cidade de São Paulo

O Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sinfar-SP), por meio desta nota, questiona alguns pontos acerca da publicação do Edital de Chamamento Público nº 002/2017 – SMS.G, publicado nesta quinta-feira (16), na página 45 do Diário Oficial da Cidade de São Paulo.


A atual gestão anunciou, no dia 08 de fevereiro, a parceria com 12 laboratórios farmacêuticos que efetuariam a doação de 380 milhões de comprimidos. Em coletiva de imprensa, prefeito e secretário de saúde de São Paulo, afirmaram não haver contrapartida para as doações. 

No entanto, na mesma coletiva foi anunciada a isenção de ICMS para estas indústrias pelo governo estadual. Ora, se é uma doação, por que há benefícios tributários para o doador?

Ainda no dia 08, foi citado o número de 12 empresas do ramo para a “doação”. Porém, em nenhum momento – pelo menos nas declarações à imprensa – foram reveladas quais são essas “empresas parceiras”. 

Qual critério para seleção e atração dessas empresas, levando em consideração que a administração pública está subordinada aos princípios de impessoalidade, legalidade e publicidade dos atos públicos?

Hoje, 16 de fevereiro, foi publicado o Edital de Chamamento Público pela Secretaria Municipal de Saúde informando que a empresa Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos LTDA protocolou uma proposta entregando as doações da indústria e, aí então, convocando demais interessados em participar do processo.

A) Por que, então, o chamamento público não foi feito antes de anunciar as 12 empresas parceiras no dia 8 de fevereiro? B) Se o edital prevê a entrega de envelopes fechados e a confidencialidade – com base no princípio da impessoalidade dos atos públicos – com as propostas para participarem do projeto, por que a Cristália apresentou sua proposta antes da publicação do edital?

O edital prevê que os medicamentos tenham, “Preferencialmente, validade superior a seis meses”. A) Se houver propostas com doações de medicamentos cuja validade é inferior a este período, a Secretaria Municipal de Saúde irá recebê-los? É importante observar que a população corre o risco de receber medicamentos cujo prazo de validade não permitirá seu consumo. Isso favorece as indústrias, uma vez que os medicamentos vencidos ou próximos ao vencimento apresentam custo de incineração para as indústrias.

 Estes, por sua vez, serão transferidos para a Prefeitura de São Paulo – ou seja, mais custos para a população paulistana. 

B) Mesmo no caso de medicamentos cuja validade é de seis meses, ele não é mais comercialmente viável nem para a indústria, nem para as farmácias e drogarias. 

Há o risco de vencimento do medicamento antes da conclusão do tratamento. Por que terá, então, valor para a população que adquire esse medicamento via rede pública?



quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Que país é este: Geddel solto e Boulos vai preso

Colunista do 247, Tereza Cruvinel é uma das mais respeitadas jornalistas políticas do País
18 de Janeiro de 2017
 

A prisão do líder do MTST, Guilherme Boulos, que passou dez horas detido nesta terça-feira, acusado de incitação à violência quando tentava mediar um conflito entre posseiros e policiais, foi uma inflexão na marcha autoritária em curso no país. 

A polícia que o prendeu é estadual mas o clima de estado policial é nacional e foi instaurado pelo golpe. A partir da derrubada de uma presidente eleita, espalhou-se pelo corpo social a percepção de que as fronteiras da legalidade e das garantias constitucionais estão liberadas.  

Já o ex-ministro Geddel Vieira Lima, apesar de provas e evidências acumuladas de envolvimento em delitos, não foi preso, embora muitos outros, por muito menos, tenho sido levados para o xadrez de Curitiba.

    Contra Boulos, a polícia do governador Geraldo Alckmin chegou a invocar canhestramente a aplicação da teoria do domínio do fato, a mesma que, com interpretação  distorcida, conforme reclamou seu próprio autor, permitiu a condenação de José Dirceu pelo STF. 

A teoria,  em sua original acepção, responsabiliza quem ocupa o topo de uma hierarquia, em determinadas condições, pelos feitos dos subordinados.  

Serve ao direito penal, aos juízes, não à autoridade policial em fase investigativa.  Mas quando tudo tornou-se permitido, quando vigora a exceção ,  todos os absurdos são admitidos.   

Contra Boulos alegou-se também que ele liderou protesto, no ano passado, em frente à residência paulista de Michel Temer. Acertar contas agora foi uma confirmação da natureza essencialmente política de sua prisão, conforme definição dele mesmo depois de liberado.  É o revanchismo contra os movimentos sociais

Ninguém se iluda: na medida em que os conflitos sociais se agudizarem, na conjuntura de devastação econômica criada pela política Meirelles-Temer,  a repressão vai se acentuar.

  Já contra o ex-ministro Geddel, acumulam-se evidências. Ele perdeu a posição de homem forte do governo Temer quando seu então colega de ministério Marcelo Calero demonstrou que usava o cargo em defesa de interesses pessoais. 

Outras suspeitas surgiram envolvendo o prédio irregular cuja legalização ele tentou forçar junto ao Iphan. Nada lhe aconteceu, nem sequer um inquérito foi aberto sobre a traficância de influência. 

Agora, a operação Cui Bono? o aponta como agente superior de um esquema criminoso que cobrava propinas para liberar recursos na Caixa Econômica Federal. 

Um esquema composto ainda por Eduardo Cunha, Lucio Funaro, Derziê SantAnna e Fabio Cleto, todos homens “batizados” pelo núcleo cleptocrático do PMDB, ligado a Michel Temer. Mas Geddel não foi preso após a diligência em sua casa. Por muito menos, a Lava Jato prendeu outros “agentes públicos”.

  O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, citado numa delação, foi retirado do hospital em que acompanhava sua mulher numa cirurgia. Foi liberado, numa evidência de que sua prisão não era necessária. Era apenas conveniente à Lava Jato e às forças políticas a que serviu no curso do golpe. 

O também ex-ministro Paulo Bernardo foi preso após citação e por delator e foi liberado por ordem do STF, na ausência de provas ou justificativas  para a prisão preventiva. 

Lula sofreu uma condução coercitiva embora sempre tenha se colocado à disposição das autoridades. 

Todas estas prisões foram cercadas por grande espetáculo midiático.  Mas estas e outras pessoas presas sem necessidade são do PT. Geddel é uma eminência do PMDB no poder.