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sábado, 10 de agosto de 2019

Jornalista elenca armação PT-PCC: PT saiu do poder em 2016, manteria “esquema com PCC” até 2019?


Jornalista elenca armação PT-PCC: PT saiu do poder em 2016, manteria “esquema com PCC” até 2019?

16 mins ago Denúncias 10/08/2019


O jornalista Reinaldo de Azevedo uma brilhante explanação do porque o tal “diálogo PCC-PT”tem cheiro, timing e jeito de armação. 

Em um momento que Moro se vê acuado por mais revelações da Vaza Jato eis que surge o famoso áudio vazado na imprensa  de um tal ELIAS do PCC, que nem sequer tem comando no PCC ou pertence a cúpula da organização criminosa, para completar Reinaldo de Azevedo aborda outro ponto interessante, a de que o PT saiu do poder em 2016 e o tal esquema que o PT”teria diálogo cabuloso” foi mantido no governo Temer  e só teria acabado porque o “Batman Moro” chegou ao poder?

Outro ponto interessante que Reinaldo aborda é que o PT jamais governou em SP, que é o centro e cérebro do PCC, 
onde poderia ter algum poder para influenciar transferências prisionais ou ter algum poder de mando institucional junto aos presídios, sendo que o PT estaria “comandando o esquema”  nos governos do PSDB?


CONTINUA

Promotor, principal investigador sobre o PCC no país, desmonta farsa que liga PCC ao PT

15 hours ago Denúncias 10/08/2019



 Interceptações telefônicas realizadas pela PF (Polícia Federal) e divulgadas hoje (9) apontam o preso Alexsandro Roberto Pereira, vulgo Elias, afirmando que o PCC (Primeiro Comando da Capital) estabelecia diálogos com o PT e que a facção teme o ministro Sergio Moro. 

Mas segundo o promotor responsável por investigar o grupo, Pereira não integra a cúpula do PCC, e não há indícios de negociações entre a facção e o PT.

“Pra você ver, o PT com nois [sic] tinha diálogo.

 O PT tinha diálogo com nois cabuloso, mano, porque… situação que nem dá pra nois ficar conversado a caminhada aqui pelo telefone, mano. 

Mas o PT, ele tinha uma linha de diálogo com nois cabulosa, mano”, disse o preso, segundo relatório da PF revelado pela TV Record e pelo jornal “O Estado de São Paulo”. 
A PF informou que o criminoso seria líder do PCC.

Reportagem de televisão sobre o assunto foi compartilhada nesta tarde pelo presidente Jair Bolsonaro, que disse que “um líder da facção criminosa PCC revela sentir falta do ‘diálogo cabuloso'”.

– A esquerda sempre alegou defender o diálogo.

 Já sabemos como eram feitos os diálogos no mensalão e petrolão. 

Dessa vez um líder da facção criminosa PCC revela sentir falta do “diálogo cabuloso” que tinha com o governo na era PT. Sinal de que estamos no caminho certo.

🇧🇷 pic.twitter.com/OoXy0xT6Vi
– Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) August 9, 2019

O promotor de Justiça do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do MP-SP (Ministério Público de São Paulo), Lincoln Gakiya, responsável por pedir, no fim do ano passado, as transferências dos chefes da facção de presídios paulistas para o sistema penitenciário federal, negou, em entrevista exclusiva ao UOL, que Pereira integre a cúpula da facção.

Atualmente, ele é considerado como o principal investigador do país contra o PCC.

“Não há nenhum indicativo de negociação do governo PT com o PCC. 

Aliás, é bom que se diga que os presos não foram transferidos em décadas de governo PSDB em São Paulo”, afirmou Gakiya.

“Não é integrante da cúpula. Apenas traduziu o que tanto os presos em geral, quanto a própria população pensam. 

Ou seja, que a remoção dos líderes do PCC foi obra do governo Bolsonaro e do ministro Moro. Informação distorcida. 

A investigação sobre o plano de resgate e o pedido de remoção de Marcola foi feito por mim, ou seja, pelo MP, e deferido pelo juiz da 5ª VEC (Vara de Execução Criminal) de São Paulo”, afirmou.

O promotor disse que “o governo federal teve o papel somente de disponibilizar vagas através do Depen (Departamento Penitenciário Nacional) e de organizar a ‘logística da transferência’. 

Apenas isso, o mesmo se diz do governo Doria, que também apenas auxiliou na logística.

 O que houve foi apenas cumprimento de ordem judicial. 
Não cabia ao governo federal ‘determinar’ ou ‘negar’ as transferências”.

Portanto a percepção do preso de que o Moro determinou a remoção e endureceu para o PCC não é verdadeira, porque, como disse, as tratativas começaram quando o governo era do Temer.

O procurador de Justiça Márcio Sérgio Christino, que investigou o PCC no início dos anos 2000, endossa o promotor. 

“O envolvimento do PCC com partidos políticos sempre foi a aventada e nunca comprovada. 

As lideranças sempre evitaram este tipo de ligação, porque só tem a perder, eis que se expõem a situações que estão além de seu controle. 

A organização busca dinheiro, fora isto não tem outros interesses”, disse à reportagem.

Segundo a PF, Pereira é um dos integrantes da facção que trabalham na arrecadação de fundos para a organização criminosa. 

Esse braço, conhecido como “resumo da rifa”, foi um dos alvos da Operação Cravada, que mirou gerentes financeiros do PCC com 30 mandados de prisão em sete estados. 

“Rifa” é como são chamadas as colaborações financeiras feitas para a facção.

 Os integrantes em questão estão no terceiro escalão da facção.

Por meio de nota, o PT afirmou que esta é “mais uma armação como tantas outras forjadas” contra a legenda. 

Informou, também, que a Polícia Federal está subordinada ao ministro Sergio Moro, que estaria “acuado”. 

“É Moro que deve se explicar à Justiça e ao país pelas graves acusações que pesam contra ele”, diz a nota do PT.


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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Como o PCC montou um império em SP sob Geraldo Alckmin. Por Kiko Nogueira


Como o PCC montou um império em SP sob Geraldo Alckmin. Por Kiko Nogueira

Publicado por  Kiko Nogueira  2 de agosto de 2018

Alckmin em 2010 com o então candidato a deputado estadual Ney Santos, acusado de ligação com o PCC
 Alckmin em 2010 com o então candidato a deputado estadual Ney Santos, acusado de ligação com o PCC; prefeito eleito de Embu das Artes, ele estava foragido

O que o PCC ganhou no acordo com o governo paulista em 2006?
Na época, a facção realizou vários ataques, especialmente a postos da Polícia Militar, de maneira coordenada. Eles foram interrompidos após uma reunião no presídio de Presidente Bernardes, no interior do estado.

De acordo com o Estadão, a solução foi encaminhada pela advogada Iracema Vasciaveo, então presidente da ONG Nova Ordem, que defendia os direitos dos presos e representava o PCC.

Iracema esteve com Marcola, o líder. 
O substituto de Geraldo, Claudio Lembo, deu aval para o encontro, bem como os secretários da Segurança Pública e da Administração Penitenciária — Saulo de Castro Abreu Filho e Nagashi Furukawa, respectivamente.

A história foi revelada pelo delegado José Luiz Ramos Cavalcanti, que depunha  num processo contra advogadas supostamente ligadas ao 
crime organizado. “Eu apenas autorizei a viagem. 

O que aconteceu lá dentro, não tenho detalhes”, afirma Lembo.

O diabo está nos detalhes. Em tese, garantiu-se a rendição dos criminosos, desde que se assegurasse a integridade física deles. Os atentados cessaram, subitamente, e o poder do PCC só fez crescer.

 Geraldo sempre negou qualquer tipo de acordo, mas o fato é que a relação com o Primeiro Comando da Capital só se tornou mais confusa, para usar um eufemismo, com o passar do tempo.

O deputado Conte Lopes, ex-capitão da PM, declarou, certa vez, que “essa facção criminosa é cria do PSDB”. 
O PCC nasceu em 1993 na Cadeia Pública de Taubaté e sua relação com o governo paulista é recheada de episódios assombrosamente estranhos.

Em 2010, Alckmin pediu votos para um candidato a deputado estadual do PSC chamado Claudinei Alves dos Santos, conhecido como Ney Santos.

Pouco depois, Santos seria preso, acusado de adulteração de combustível, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e formação de quadrilha.

Era também investigado por envolvimento com o PCC. Em seu nome, um patrimônio de 50 milhões de reais, incluindo uma Ferrari e um Porsche.

Acabou eleito prefeito de Embu.

Ok. Alckmin provavelmente não sabia do passado, do presente e do futuro de Santos. 

Mas nem sua equipe?

Em 2012, um inquérito sobre o envolvimento de PMs com o PCC foi arquivado. Um ano depois, aconteceu outro episódio de ampla repercussão, em que o governador saiu-se como herói na luta contra os bandidos.

Ele teria sido ameaçado de morte, segundo um recado interceptado. 

“Os bandidos dizem que as coisas ficaram mais difíceis para eles, pois eu quero dizer que vai ficar muito mais difícil”, disse GA, triunfal, em Mirassol. 

“Nós não vamos nos intimidar. 

É nosso dever zelar pelo interesse público.”

Alckmin com suposto líder do PCC

tvamigospl Publicado em 20 de set de 2010



Não contavam com a astúcia do ex-secretário Antônio Ferreira Pinto, que revelou que a escuta dos membros do PCC circulava desde 2011.

“Esse fato não tinha credibilidade nenhuma. 

A informação é importante desde que você analise e veja se ela tem ou não consistência. Essas gravações não tinham. Tanto que o promotor passou ao largo delas”, falou.

“Aí vem o governo e diz: ‘Não vou me intimidar’. Ele está aproveitando para colher dividendos políticos”.

 De novo: Geraldo, muito possivelmente, não tinha ideia de que as tais ameaças tinham dois anos de idade e nunca foram levadas a sério.

No início de 2014, outro evento inacreditável. 
Um relatório vazado do Ministério Público dava conta de um esquema para tirar Marcola e outros três chefões da penitenciária de Presidente Venceslau.

O plano estaria sendo arquitetado há oito meses.

Os homens já tinham serrado as grades das janelas de suas celas, colocando-as de volta em seguida, devidamente pintadas. 

Eles sairiam dali para uma área do presídio sem cobertura de cabos de aço, de onde seriam içados por um helicóptero com adesivos da Polícia Militar.

O “vazamento” do documento criou situações surreais. Policiais ficaram de tocaia aguardando os meliantes. Jornalistas correram para lá. 

No Jornal Nacional, um repórter perguntava, sussurrando, a um franco atirador como funcionava a arma dele. Diante da falta de ação, era o jeito.

Claro que não aconteceu nada. Alckmin, no entanto, estava pronto para faturar. 

Na Jovem Pan, elogiou “o empenho da polícia de São Paulo, 24 horas, permanentemente, contra qualquer tipo de organização criminosa, tenha a sigla que tiver. São Paulo não retroage, não se intimida”. 

Para ele, “lamentavelmente, isso acabou vazando.”

O PCC, hoje, controla áreas inteiras da cidade, as cadeias, tem ligação com escolas de samba e mantém bases no Paraguai e na Bolívia. 

Um fenômeno. Graças à transferência de presos, São Paulo exportou membros da organização para todo o país.

Naquele ano de 2006, Geraldo deu uma entrevista a uma rede de televisão australiana. 
A jornalista quis saber sobre os “grupos de extermínio” e sobre as ações da facção. 

Irritado, o “Santo” da Odebrecht se levantou da cadeira e encerrou o papo abruptamente.

“Esse é um problema do governo estadual. 
Você deveria ir falar com eles. Tchau, tchau. Bye, bye”, diz.

 “Se eu soubesse que era sobre isso, não tinha entrevista. 
Não faz o menor sentido”, continua, numa indireta a seus assessores.

A entrevistadora ainda tentou, inutilmente, um apelo: “Alguém precisa falar sobre isso”.

Alckmin foge da responsabilidade


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 Publicado em 9 de out de 2006





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quarta-feira, 25 de abril de 2018

QUEM É O DONO? Polícia Apreende Helicóptero Do PCC Cujo Piloto É O Mesmo Do Helicoca


QUEM É O DONO? Polícia Apreende Helicóptero Do PCC Cujo Piloto É O Mesmo Do Helicoca



A Polícia Civil de São Paulo apreendeu nesta quarta-feira 25 um helicóptero do PCC que estava pronto para transportar drogas em um hangar em Arujá, no interior do Estado. 

Um dos presos é Rogério Almeida Antunes, que foi preso em 2013, no Espírito Santo, com um helicóptero carregado com mais de 400 quilos de cocaína, apelidado depois de ‘helicoca’.

Antunes era funcionário do gabinete de Gustavo Perrella, filho do senador Zezé Perrella, na Assembleia de Minas Gerais. 

Ninguém foi preso ou sequer responsabilizado pelo caso do helicoca.

Quatro pessoas foram presas por policiais da Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes (Dise) de São Bernardo do Campo. 

A apreensão ocorreu dentro de uma escola de pilotagem, segundo reportagem do portal G1.

A investigação do caso acredita que três delas
 eram pilotos e estariam preparados para viajar para Mato Grosso do Sul.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247


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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

APÓS COMPRAR DEPUTADOS, TEMER DEIXA FORÇAS ARMADAS À MÍNGUA

APÓS COMPRAR DEPUTADOS, TEMER DEIXA FORÇAS ARMADAS À MÍNGUA

 

O corte de gastos de Michel Temer não poupou nem a defesa do território brasileiro; o contingenciamento de recursos foi de 40% neste ano e, segundo o comando das Forças Armadas, o setor pode entrar em colapso já em setembro; se não houver mais verba, o plano é reduzir expediente e antecipar a dispensa de recrutas; a falta de verbas já afetou a vigilância da fronteira, os pelotões do Exército na Amazônia e a fiscalização da Marinha na costa; a Aeronáutica paralisou atividades, reduziu efetivos e acabou com esquadrões permanentes; até a área do Exército responsável por monitorar o uso de explosivos —e dificultar ataques a bancos e caixas eletrônicos— foi atingida

14 DE AGOSTO DE 2017 ÀS 05:21

247 - Sob o comando de Michel Temer, as Forças Armadas do Brasil vivem seu pior momento.

Segundo o comando das Forças, neste ano, houve um contingenciamento de 40%, e o recurso só é suficiente para cobrir os gastos até setembro. Se não houver liberação de mais verba, o plano é reduzir expediente e antecipar a baixa dos recrutas. 

Atualmente, já há substituição do quadro de efetivos por temporários para reduzir o custo previdenciário. Integrantes do Alto Comando do Exército, Marinha e Aeronáutica avaliam que há um risco de “colapso”.

A Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) do Exército, responsável por monitorar o uso de explosivos, está sendo atingida. 

Perdeu parte da capacidade operacional para impedir o acesso a dinamites por facções como Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho, que roubam bancos e caixas eletrônicos.

O Comando do Exército confirmou  que o contingenciamento reduz “drasticamente” a fiscalização do uso de explosivos, abrindo caminho para o aumento de explosões de caixas. 

A DFPC é um dos órgãos das Forças Armadas de apoio ao sistema de segurança pública atingidos pela falta de recursos.

A diretoria está tendo dificuldades de manter operações e combater desvios de explosivos para o crime organizado. 

No mês passado, a Federação Nacional dos Bancos (Febraban) esteve na Comissão de Segurança Pública da Câmara para pedir maior combate ao crime organizado. Há 23 mil agências e 170 mil terminais de autoatendimentos no País. 

Só neste mês, quadrilhas destruíram com dinamites agências em Lindoia (SP), em Indaiatuba (SP) e em Capelinha (MG). Em junho, os bandidos agiram em Brasília – são 22 ações desde 2016 no Distrito Federal.



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Depois de indicar Moraes para STF, Temer anuncia Fernandinho Beira-Mar para Ministério da Justiça

6 Fev, 2017
 
O presidente Michel Temer indicou o então Ministro da Justiça, 
Alexandre de Moraes (PSDB), para a vaga de Teori Zavascki no 
Supremo Tribunal Federal (STF).

Com a indicação, o nome mais forte para assumir o Ministro da Justiça, seria Luiz Fernando da Costa, mais conhecido como Fernandinho Beira-Mar, líder do Comando Vermelho.

Temer também deve criar mais dois ministérios. Um deve ser ocupado por Marcos Willians Herbas Camacho, mais conhecido como Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), e o outro nome será indicado pelo Família do Norte (FDN). O objetivo de Temer é “apaziguar o país unindo todas as forças”.
Cunha, PCC e repressão policial: o passado polêmico de Alexandre de Moraes

Extra
Eduardo Cunha, PCC (Primeiro Comando da Capital) e ocupação estudantil: o que estas três esferas têm em comum? A resposta está em Alexandre de Moraes, escolhido por Michel Temer para ser o novo ministro da Justiça. 

À sua pasta serão incorporadas as secretarias da Mulher, Igualdade Racial e Direitos Humanos. Sendo assim, Alexandre comandará o Ministério da Justiça e Cidadania.

Em dezembro de 2014, ele assumiu a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, prometendo o fortalecimento da legislação estadual no setor. 

No entanto, sua passagem como secretário foi colocada em xeque diversas vezes por conta da violência supostamente excessiva diante de protestos e atos políticos, como, por exemplo, as ocupações estudantis das escolas estaduais, que vêm ocorrendo desde o ano passado.

Em janeiro deste ano, um protesto realizado pelo MPL (Movimento Passe Livre) contra aumento de tarifas foi reprimido de forma ostensiva, o que reservou ao papel de Alexandre uma repercussão negativa diante da opinião pública. 

Sob sua gestão na secretaria foram utilizados, pela primeira vez, blindados israelenses para enfrentar manifestações. De acordo com dados levantados pela TV Globo, a Polícia Militar foi responsável pela morte de uma em cada quatro pessoas assassinadas no estado paulista em 2015.

Ainda em 2015, reportagem do “Estado de S. Paulo” afirmou que Alexandre constava no Tribunal de Justiça de São Paulo como advogado em pelo menos 123 processos da área civil da Transcooper. 

A cooperativa é uma das cinco empresas e associações que está presente em uma investigação que trilha movimentações de lavagem de dinheiro e corrupção engendrado pela organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). 

À época, Alexandre disse, por meio de nota, que “renunciou a todos os processos que atuava como um dos sócios do escritório de advocacia” e que estava de licença da OAB durante o período investigado.

No fim de 2014, pouco antes de assumir a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o novo ministro da Justiça pouco defendeu Eduardo Cunha, presidente afastado da Câmara dos Deputados, em uma ação sobre uso de documento falso em que conseguiu a absolvição do peemedebista.

Marcela Temer, o hacker e Alexandre

Nesta quarta-feira, a Polícia Civil de São Paulo prendeu Silvonei José de Jesus Souza, acusado de ser o hacker responsável por invadir o celular de Marcela Temer, mulher do presidente em exercício, Michel Temer, e extorqui-la pedindo R$ 15 mil.

Há cerca de um mês, foi instaurado um inquérito e decretado o sigilo sobre a investigação do caso. Para comandá-lo, foi desginado Rodolpho Chiarelli, indicação direta do secretário Alexandre de Moraes, agora ministro da Justiça do novo governo.