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sexta-feira, 21 de maio de 2021

Áudio: Antes de morrer do vírus, assessor culpa Bolsonaro e deputado

SUED E PROSPERIDADE

21/05/2021

Áudio: Antes de morrer do vírus, assessor culpa Bolsonaro e deputado

21/05/2021

Assessor de deputado federal do Podemos, alinhado à Jair Bolsonaro, morreu de covid-19, porém antes de morrer o mesmo gravou um áudio culpando Bolsonaro e o deputado José Medereiros (Podemos-MT) . 

O advogado José Roberto Feltrin, é mais uma das 430 mil pessoas que perderam a vida na pandemia no Brasil sob o governo Bolsonaro.

O advogado José Roberto Feltrin, um assessor do deputado José Medeiros (Podemos-MT) que compõe base de apoio ao governo de Jair Bolsonaro, morreu de complicações da Covid-19 aos 55 anos de idade. Antes do mesmo morrer, ele deixou um áudio para ser divulgado caso ele não resistisse à doença.

No áudio ele responsabiliza tanto Medeiros como Bolsonaro pela sua eventual morte (foi gravado em momento que o mesmo tinha quadro de piora).

 “Eu to mal pra caramba. A culpa é desse capitão bunda suja que não comprou vacina para nós”. diz o assessor em áudio

“É como se um filme tivesse passando na minha cabeça agora. Esse tal Medeiros também é responsável por tudo que está acontecendo com o povo brasileiro, esse maldito. 

Esse cara vem apoiando esse governo genocida, que vem sabotando a vacina desde o início. Já era para ter vacina para nós, para pessoas da minha idade e não tem. Parece que esse retardado faz o que quer”, completou o ex-assessor parlamentar.

O áudio e a mensagem são fortes, o conteúdo foi confirmado pelos jornais locais do Mato Grosso.

Ouça:

A informação foi confirmado pelo G1

CONTINUA

29 de Maio: Atos contra Bolsonaro em todo país, onde será na sua cidade:

21/05/2021

O próximo dia 29, será marcado por protestos contra o presidente Jair Bolsonaro em todo país.

 Organizado por movimentos sociais, internautas, os movimentos pensam em medidas de segurança para os protestos, mantendo o distanciamento social e mantendo a segurança dos manifestantes. Guilherme Boulos (PSOL) afirma que “o governo mata mais que o vírus” e endossa os atos.

Mesmo rachada em relação á atos de rua, a esquerda e movimentos sociais resolvem convocar atos pelo Impeachment de Jair Bolsonaro. O próximo 29 de maio será o primeiro ensaio dos protestos em meio à pandemia.

A campanha nacional de mobilização “FORA BOLSONARO” está convocando atos em todo país, para grandes manifestações de rua no dia 29 de maio.

Guilherme Boulos (PSOL-SP) uma das novas lideranças de esquerda no país, ao convocar os atos do dia 29, diz lamentar as mais de 430 mil mortes na pandemia e afirma ser necessário ação contra o governo Bolsonaro: “O governo mata mais que o vírus”

“É difícil convocar mobilizações de rua num contexto de pandemia, mas hoje não temos outra alternativa”, diz Boulos.

Boulos ainda pede que os manifestantes venham com máscaras PFF2, as máscaras cirúrgicas mais resistentes contra o vírus, devido a sua vedação mais eficiente.

Em São Paulo, a concentração está marcada para as 16 horas, no vão livre do Masp, na Avenida Paulista.


Fonte:https://falandoverdades.com.br/

domingo, 12 de agosto de 2018

Marcos Coimbra Do Vox Populi: Ou Lula Vence, Ou Haddad Passa Em Primeiro Lugar


Marcos Coimbra Do Vox Populi: Ou Lula Vence, Ou Haddad Passa Em Primeiro Lugar



Por Marcos Coimbra, na Carta Capital – 

As peças principais foram colocadas no tabuleiro e daqui a dois meses saberemos quem foi mais habilidoso na montagem de sua estratégia. 

Na etapa que terminou, há pouca dúvida de que o grande vencedor foi Lula. 

Ganhou ao fazer com que o sentimento de esquerda, definido de forma ampla, tenha uma representação unificada, apesar de permanecerem as candidaturas de Guilherme Boulos, pelo PSOL, e do PSTU. 

As pesquisas mostram que a vasta maioria de seus eleitores não hesitaria em apoiar esse representante, mesmo ainda no primeiro turno, se percebesse que era preciso

Quem mais torcia pela candidatura de Ciro Gomes eram aqueles que desejavam que a esquerda chegasse à eleição do mesmo modo que a direita:

 fragmentada, mais que dividida. 

Ninguém questiona os méritos do pedetista, mas, em retrospecto, o que se percebe é sua incapacidade de reconhecer a força do enraizamento popular da liderança de Lula e a densidade social do PT. 

Achou que havia à disposição um espólio sem herdeiro e que suas qualidades pessoais o habilitavam a reivindicá-lo. 

Errou, apesar da simpatia com que foi visto por muitos progressistas, apreensivos com o que poderia vir a ser o “PT sem Lula”.

O que verificamos é que Lula permanece vivíssimo, apesar da prisão. 

Continua a ser avaliado como o melhor presidente de nossa história e aquele em cujo governo a vida mais melhorou. 

É o politico mais querido e com atributos mais admirados na atualidade, muito à frente de qualquer outro. 
A maioria das pessoas gosta dele por motivos pragmáticos (“o bolso”) e emocionais (“o coração”).

A constatação de que alguém assim está preso, por motivos fúteis, ao cabo de um processo que a grande maioria considera “político e não jurídico”, é de tal forma estranha que as pessoas supõem que o descalabro será consertado “assim que terminar a eleição”.

Imaginam, com certa razão, que, se a única motivação da prisão foi tirá-lo da urna, tão logo acabe, o despropósito se solucionará.

Os sucessivos atos vistos como injustos e persecutórios de magistrados de todos os níveis, promotores e policiais, só reforçaram, desde o início do ano, a ligação entre a maioria da população e o ex-presidente. 

Ao contrário do que temia a esquerda, desejava a direita (e calculava Ciro Gomes), a caçada e a prisão não prejudicaram a imagem de Lula.

No que se refere ao PT, a consequência disso é um inédito crescimento das simpatias e identidades.

 Nunca, a não ser no auge do segundo governo Lula, foi tão expressiva a parcela “petista” na sociedade e a propensão a votar no PT está no nível de 2010, quando Dilma Rousseff venceu. 

Parece que de nada adiantou o tiroteio dirigido pela imprensa conservadora, em especial pelas empresas do Grupo Globo, contra o partido.

Do lado inverso, nunca foi tão pequeno o antipetismo, hoje na casa de 25% da opinião pública, depois de haver alcançado 40%. É tentador dizer que, de tanto querer exterminar o PT, a aliança conservadora acabou por fortalecê-lo.

Com Lula, a esquerda tem tudo para vencer a eleição no primeiro turno. 

Caso seja impedido, a candidatura de Fernando Haddad e Manuela d’Ávila, em uma coligação do PT com o PCdoB e partidos menores, sem a divisão que Ciro significaria, é favorita a terminar o primeiro turno na frente.

No segundo, seu adversário mais provável continua a ser Jair Bolsonaro. 

Chegam a ser cômicas as contas que os marqueteiros tucanos andam fazendo, de que Geraldo Alckmin tem votos a buscar no eleitorado bolsonarista, pois seria a “segunda opção” de um terço dele. 

Ainda que conseguisse a proeza de conquistar quem já o conhece e o descartou ao compará-lo a um direitista mais autêntico e combativo, continuaria atrás do capitão.

Ele e o ex-governador resolveram disputar o campeonato de ultradireitismo, procurando companheiros de chapa ainda mais conservadores. 

O que fizeram foi criar complicadores para o antipetismo menos furioso, obrigando-o a votar em anacronismos como os que inventaram.

Bolsonaro, tão à frente de Alckmin como está, pode ignorar a necessidade de crescer agora e manter sua aposta de que receberá o voto antipetista no segundo turno. 

A seu modo, foi mais hábil que o paulista na montagem do jogo. 

Léguas adiante de todos, o grande mestre foi Lula.


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quinta-feira, 19 de abril de 2018

Barack Obama poderá visitar Lula, “o cara”, na PF de Curitiba


Barack Obama poderá visitar Lula, “o cara”, na PF de Curitiba

19 de Abril de 2018 por esmael


Aliados do PT nos Estados Unidos, como o linguista Noam Chomsky, articulam a visita do ex-presidente norte-americano Barack Obama para o homólogo brasileiro, Lula, preso politicamente na Polícia Federal de Curitiba.

O encarceramento ilegal do ex-presidente Lula ganhou repercussão internacional graças à ofensiva de petistas e coligados nos últimos dias. 

A ex-presidente Dilma Rousseff, por exemplo, esteve nos Estados Unidos e na Espanha; 

Guilherme Boulos (PSOL) foi a Portugal;

 Manuela D’Ávilla (PCdoB) denunciou a condição de preso político de Lula no Uruguai; 

Gleisi Hoffmann, porta-voz do ex-presidente, 

falou ao mundo árabe pela TV Al Jazeera; 
etc
A cena do argentino Adolfo Pérez Esquivel, Prêmio Nobel da Paz, barrado na visita ao ex-presidente na PF da capital paranaense reforçou a ideia de prisão política de Lula. 

Tal proibição contraria as Regras de Mandela, adotada pela ONU, das quais o Brasil é signatário.

A pergunta que fica é: 

o juiz Sérgio Moro irá barrar Barack Obama durante visita a Lula ou baterá continência ao ex-presidente norte-americano? A conferir.


Barack Obama diz que Lula "é o cara" em reunião do G20 - HQ

Barack Obama diz que Lula "é o cara" em reunião do G20 - HQ
Publicado em 2 de abr de 2009
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segunda-feira, 16 de abril de 2018

Urgente | Ocupação do triplex preocupa Moro e pode de fato apressar libertação de Lula, diz jurista! Leia e compartilhe...


Urgente | Ocupação do triplex preocupa Moro e pode de fato apressar libertação de Lula, diz jurista! Leia e compartilhe...

16/04/2018 11:06


DA REDAÇÃO | Militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e da Frente Povo sem Medo ocuparam hoje (16) pela manhã o famoso triplex do Guarujá atribuído a Lula e que o levou de forma injusta à prisão. 

Fato tem forte repercussão nos bastidores da mídia golpista e nos meios jurídicos do País, sobretudo na república de Curitiba, onde o juiz Sérgio Moro é o chefe maior da lava-jato. 

Moro certamente está muito apreensivo com a situação.

Lula livre

Segundo o jurista Flávio N Sampaio, especialista em Direito Penal, a ocupação pode de fato apressar a libertação de Lula, pois põe em xeque o argumento de que o petista é o dono do apartamento. 
Diz o Dr. Flávio:

"Se o triplex foi ocupado por manifestantes e isto, do ponto de vista da justiça brasileira, é algo ilegal, um pedido de reintegração de posse na própria justiça terá que ser feito. 

O pedido de reintegração sairá no nome de quem? De Lula? Da empresa OAS? Se não sair no nome de Lula é porque o imóvel tem outro dono. 

Neste caso, cai por terra o argumento usado por Sérgio Moro que levou Lula à prisão e ele terá que ser libertado imediatamente e ainda poderá exigir inclusive indenizações por danos morais e constrangimentos sofridos por conta da prisão arbitrária".

Ação da polícia

Segundo o advogado, caso a polícia chegue e retire os manifestantes à força ou com ameaças de repressão, sem qualquer decisão judicial, estará caracterizado também que o apartamento não é de Lula, o que reforça a tese recorrente no mundo todo de que o petista está preso injustamente. 

Boulos tem a mesma compreensão


Guilherme Boulos, dirigente maior do MTST e da Frente Povo Sem Medo, tem a mesma compreensão do jurista consultado por nossa equipe. 
Em vídeo publicado no Facebook, Boulos, que também é candidato pelo PSOL à presidência da república, afirma:

"Se [o triplex] é do Lula, o povo vai ter o direito de ficar lá. 

Se não é do Lula, o judiciário vai ter que explicar por que que prendeu o Lula por conta desse triplex. 

É isso que está em jogo nesse momento, e essa ocupação vem revelar a farsa judicial que foi feita.

 Lula foi preso por uma condenação sem prova. 

Se o triplex não é dele, o juiz Moro terá que se explicar".



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segunda-feira, 8 de maio de 2017

BOULOS: MORO NÃO É O XERIFE DE CURITIBA, MUITO MENOS DO BRASIL

BOULOS: MORO NÃO É O XERIFE DE CURITIBA, MUITO MENOS DO BRASIL


Líder do MTST e da Frente Povo Sem Medo, Guilherme Boulos diz em vídeo que "ninguém tem que ficar à mercê do Moro para definir se vai fazer manifestação ou não. Direito de fazer manifestação é constitucional e aqueles que quiserem se manifestar em Curitiba têm o direito de fazê-lo"; assista

8 DE MAIO DE 2017 ÀS 22:13

247 - O líder do MTST e da Frente Povo Sem Medo, Guilherme Boulos, comentou nesta segunda-feira 8 o vídeo gravado pelo juiz Sergio Moro em que ele pede para que os apoiadores da Lava Jato não se manifestem em Curitiba na próxima quarta-feira 10, quando o ex-presidente Lula prestará depoimento na capital.

Segundo Boulos, "Moro não é o xerife de Curitiba, muito menos do Brasil". "Ninguém tem que ficar à mercê do Moro para definir se vai fazer manifestação ou não", disse Boulos em vídeo postado pelos Jornalistas Livres.

"Direito de fazer manifestação é constitucional e aqueles que quiserem se manifestar em Curitiba têm o direito de fazê-lo", completou. 

Assista acima.



quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Que país é este: Geddel solto e Boulos vai preso

Colunista do 247, Tereza Cruvinel é uma das mais respeitadas jornalistas políticas do País
18 de Janeiro de 2017
 

A prisão do líder do MTST, Guilherme Boulos, que passou dez horas detido nesta terça-feira, acusado de incitação à violência quando tentava mediar um conflito entre posseiros e policiais, foi uma inflexão na marcha autoritária em curso no país. 

A polícia que o prendeu é estadual mas o clima de estado policial é nacional e foi instaurado pelo golpe. A partir da derrubada de uma presidente eleita, espalhou-se pelo corpo social a percepção de que as fronteiras da legalidade e das garantias constitucionais estão liberadas.  

Já o ex-ministro Geddel Vieira Lima, apesar de provas e evidências acumuladas de envolvimento em delitos, não foi preso, embora muitos outros, por muito menos, tenho sido levados para o xadrez de Curitiba.

    Contra Boulos, a polícia do governador Geraldo Alckmin chegou a invocar canhestramente a aplicação da teoria do domínio do fato, a mesma que, com interpretação  distorcida, conforme reclamou seu próprio autor, permitiu a condenação de José Dirceu pelo STF. 

A teoria,  em sua original acepção, responsabiliza quem ocupa o topo de uma hierarquia, em determinadas condições, pelos feitos dos subordinados.  

Serve ao direito penal, aos juízes, não à autoridade policial em fase investigativa.  Mas quando tudo tornou-se permitido, quando vigora a exceção ,  todos os absurdos são admitidos.   

Contra Boulos alegou-se também que ele liderou protesto, no ano passado, em frente à residência paulista de Michel Temer. Acertar contas agora foi uma confirmação da natureza essencialmente política de sua prisão, conforme definição dele mesmo depois de liberado.  É o revanchismo contra os movimentos sociais

Ninguém se iluda: na medida em que os conflitos sociais se agudizarem, na conjuntura de devastação econômica criada pela política Meirelles-Temer,  a repressão vai se acentuar.

  Já contra o ex-ministro Geddel, acumulam-se evidências. Ele perdeu a posição de homem forte do governo Temer quando seu então colega de ministério Marcelo Calero demonstrou que usava o cargo em defesa de interesses pessoais. 

Outras suspeitas surgiram envolvendo o prédio irregular cuja legalização ele tentou forçar junto ao Iphan. Nada lhe aconteceu, nem sequer um inquérito foi aberto sobre a traficância de influência. 

Agora, a operação Cui Bono? o aponta como agente superior de um esquema criminoso que cobrava propinas para liberar recursos na Caixa Econômica Federal. 

Um esquema composto ainda por Eduardo Cunha, Lucio Funaro, Derziê SantAnna e Fabio Cleto, todos homens “batizados” pelo núcleo cleptocrático do PMDB, ligado a Michel Temer. Mas Geddel não foi preso após a diligência em sua casa. Por muito menos, a Lava Jato prendeu outros “agentes públicos”.

  O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, citado numa delação, foi retirado do hospital em que acompanhava sua mulher numa cirurgia. Foi liberado, numa evidência de que sua prisão não era necessária. Era apenas conveniente à Lava Jato e às forças políticas a que serviu no curso do golpe. 

O também ex-ministro Paulo Bernardo foi preso após citação e por delator e foi liberado por ordem do STF, na ausência de provas ou justificativas  para a prisão preventiva. 

Lula sofreu uma condução coercitiva embora sempre tenha se colocado à disposição das autoridades. 

Todas estas prisões foram cercadas por grande espetáculo midiático.  Mas estas e outras pessoas presas sem necessidade são do PT. Geddel é uma eminência do PMDB no poder.