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quinta-feira, 28 de junho de 2018

Geddel Desacata Agente Penitenciário E Vai Para O Castigo Na Papuda; SAIBA!


Geddel Desacata Agente Penitenciário E Vai Para O Castigo Na Papuda; SAIBA!



Acusado de desacatar um agente penitenciário, o ex-ministro Geddel Vieira Lima foi colocado de castigo no Pavilhão Disciplinar da Papuda. 

Após o desentendimento, o político baiano, investigado na Lava Jato, chegou a ser levado à 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião) na noite de 
quarta-feira (27/6). 

A PCDF o autuou por desrespeitar o servidor público.

A confusão foi por volta das 20h. De acordo com o delegado João Guilherme Medeiros, responsável pela unidade policial, o ex-ministro foi ouvido, assinou um termo circunstanciado e voltou para a Papuda. 
No momento em que foi levado para o castigo, Geddel demonstrava grande indignação.

O ex-ministro ficará em cubículo com estrutura inferior às da cela da Ala A do Bloco 5, do Complexo Penitenciário da Papuda, onde está preso desde setembro do ano passado.


Geddel foi preso preventivamente na casa em que mora e onde cumpria pena domiciliar em Salvador. 

O ex-ministro Geddel Vieira Lima responde por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa e obstrução de investigação. 

Denunciado na Operação Cui Bono, também virou alvo da Polícia Federal após serem encontrados R$ 51 milhões dentro de malas em um apartamento ligado a ele, na capital baiana.

A Operação Cui Bono apura a existência de práticas criminosas na liberação de créditos e investimentos por parte de duas vice-presidências do banco estatal:
 a de Gestão de Ativos de Terceiros (Viter) e a de Pessoa Jurídica. 

Uma das vice-presidências era ocupada por Geddel.

Desde a sua detenção, o emedebista emagreceu muito. Em setembro do ano passado, logo após ser preso, passou mal na Papuda. 

A pressão chegou a 19 por 10. Ao ser levado para o departamento médico, foi algemado a outro preso de idade avançada, o que o forçou a caminhar lentamente.

Procurados nesta quinta (28), a Subsecretaria do Sistema Penitenciário e a defesa do ex-ministro não responderam até a última atualização da publicação.

Portal Click Política com informações do Metrópoles.


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quarta-feira, 13 de junho de 2018

TEMER TENTOU OBSTRUIR A JUSTIÇA EM COMPRA DE SILÊNCIO DE CUNHA, DIZ PF


TEMER TENTOU OBSTRUIR A JUSTIÇA EM COMPRA DE SILÊNCIO DE CUNHA, DIZ PF



O relatório final da Polícia Federal referente a Operação Cui Bono, que investiga irregularidades e desvios na Caixa Econômica Federal na época em que o ex-ministro Geddel Vieira Lima era vice-presidente de Pessoa Jurídica da instituição, 
dedica um capítulo inteiro à suspeita de tentativa da compra do silêncio do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Câmara e do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador de propinas do MDB, por parte de Michel Temer.

“Segundo o relatório, ‘no edifício probatório dos autos do inquérito 4483/STF’, da Operação Patmos, ‘foram verificados indícios suficientes de materialidade e autoria atribuível a Michel Miguel Elias Temer Lulia, Presidente da República, no delito previsto no Artigo 2.º, inciso 1, da 12.850/13, por embaraçar investigação de infração penal praticada por organização criminosa'”, diz o documento.

No inquérito, a PF pediu o indiciamento de 16 pessoas suspeitas de terem participado das irregularidades investigadas, dentre elas Cunha, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA), Lúcio Funaro, e executivos dos grupos Marfrig, Bertin e J&F, além do empresário e dono da Gol Linhas Aéreas, Henrique Constantino. 

Temer é apenas citado no inquérito em virtude de possuir foro privilegiado.

Segundo a PF, Temer teria incorrido no crime de obstrução da Justiça “na medida em que incentivou a manutenção de pagamentos ilegítimos a Eduardo Cunha, pelo empresário Joesley Batista, ao tempo em que deixou de comunicar autoridades competentes de suposta corrupção de membros da Magistratura Federal e do Ministério Público Federal que lhe fora narrada pelo mesmo empresário”.

Trecho do relatório diz respeito a uma gravação feita por Joesley Batista no dia 7 de março de 2017 durante um encontro com Temer no Palácio do Jaburu, em Brasília. 

No áudio, Joesley fala de providenciar uma ajuda financeira a Cunha e a Funaro para que eles não firmassem um acordo de delação com o Ministério Público Federal (MPF). 

Na ocasião, Temer teria avalizado o pagamento ao afirmar que o empresário “tem que manter isso, viu?”.

Temer já foi alvo de duas denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) que acabaram arquivadas pela Câmara dos Deputados.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247


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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Que país é este: Geddel solto e Boulos vai preso

Colunista do 247, Tereza Cruvinel é uma das mais respeitadas jornalistas políticas do País
18 de Janeiro de 2017
 

A prisão do líder do MTST, Guilherme Boulos, que passou dez horas detido nesta terça-feira, acusado de incitação à violência quando tentava mediar um conflito entre posseiros e policiais, foi uma inflexão na marcha autoritária em curso no país. 

A polícia que o prendeu é estadual mas o clima de estado policial é nacional e foi instaurado pelo golpe. A partir da derrubada de uma presidente eleita, espalhou-se pelo corpo social a percepção de que as fronteiras da legalidade e das garantias constitucionais estão liberadas.  

Já o ex-ministro Geddel Vieira Lima, apesar de provas e evidências acumuladas de envolvimento em delitos, não foi preso, embora muitos outros, por muito menos, tenho sido levados para o xadrez de Curitiba.

    Contra Boulos, a polícia do governador Geraldo Alckmin chegou a invocar canhestramente a aplicação da teoria do domínio do fato, a mesma que, com interpretação  distorcida, conforme reclamou seu próprio autor, permitiu a condenação de José Dirceu pelo STF. 

A teoria,  em sua original acepção, responsabiliza quem ocupa o topo de uma hierarquia, em determinadas condições, pelos feitos dos subordinados.  

Serve ao direito penal, aos juízes, não à autoridade policial em fase investigativa.  Mas quando tudo tornou-se permitido, quando vigora a exceção ,  todos os absurdos são admitidos.   

Contra Boulos alegou-se também que ele liderou protesto, no ano passado, em frente à residência paulista de Michel Temer. Acertar contas agora foi uma confirmação da natureza essencialmente política de sua prisão, conforme definição dele mesmo depois de liberado.  É o revanchismo contra os movimentos sociais

Ninguém se iluda: na medida em que os conflitos sociais se agudizarem, na conjuntura de devastação econômica criada pela política Meirelles-Temer,  a repressão vai se acentuar.

  Já contra o ex-ministro Geddel, acumulam-se evidências. Ele perdeu a posição de homem forte do governo Temer quando seu então colega de ministério Marcelo Calero demonstrou que usava o cargo em defesa de interesses pessoais. 

Outras suspeitas surgiram envolvendo o prédio irregular cuja legalização ele tentou forçar junto ao Iphan. Nada lhe aconteceu, nem sequer um inquérito foi aberto sobre a traficância de influência. 

Agora, a operação Cui Bono? o aponta como agente superior de um esquema criminoso que cobrava propinas para liberar recursos na Caixa Econômica Federal. 

Um esquema composto ainda por Eduardo Cunha, Lucio Funaro, Derziê SantAnna e Fabio Cleto, todos homens “batizados” pelo núcleo cleptocrático do PMDB, ligado a Michel Temer. Mas Geddel não foi preso após a diligência em sua casa. Por muito menos, a Lava Jato prendeu outros “agentes públicos”.

  O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, citado numa delação, foi retirado do hospital em que acompanhava sua mulher numa cirurgia. Foi liberado, numa evidência de que sua prisão não era necessária. Era apenas conveniente à Lava Jato e às forças políticas a que serviu no curso do golpe. 

O também ex-ministro Paulo Bernardo foi preso após citação e por delator e foi liberado por ordem do STF, na ausência de provas ou justificativas  para a prisão preventiva. 

Lula sofreu uma condução coercitiva embora sempre tenha se colocado à disposição das autoridades. 

Todas estas prisões foram cercadas por grande espetáculo midiático.  Mas estas e outras pessoas presas sem necessidade são do PT. Geddel é uma eminência do PMDB no poder.