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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

FALOU A VERDADE! “Se Aécio Não Fosse Do PSDB Já Estaria Preso”, Diz Deputado

FALOU A VERDADE! “Se Aécio Não Fosse Do PSDB Já Estaria Preso”, Diz Deputado
 

O deputado federal mineiro Padre João (PT) parabenizou a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que por 3 votos a 2 determinou o afastamento do senador Aécio Neves do mandato e seu recolhimento noturno em casa. 

“Até que enfim. Não se trata de algo que eu tenha contra o Aécio, mas é o Aécio que está em conflito com a lei, e não é de hoje”, 
diz Padre João. 

Aécio foi denunciado pelos crimes de corrupção passiva e obstrução à Justiça, mas o Supremo negou pedido de prisão feito pela Procuradoria Geral da República (PGR).

Por ocasião da delação de Joesley Batista, um dos donos da JBS, Aécio apareceu em gravações pedindo R$ 2 milhões, sob a justificativa de que precisava pagar um advogado para defendê-lo na Lava Jato. 

Em 18 de maio o senador foi afastado do mandato.

 Em seguida, o inquérito foi fatiado e, por sorteio, a parte relativa ao tucano caiu com Marco Aurélio. 

Em 30 de junho, o ministro devolveu o mandato de Aécio. A PGR recorreu.

Padre João disse que, diante das evidências contra o senador, a decisão do STF já poderia ter ocorrido há mais tempo.

“Olha que essa denúncia ainda não é nada diante do que ocorreu na Cidade Administrativa e da lista de Furnas. 

Se ele não fosse do PSDB, já estaria preso há muito tempo, há muito tempo. 

Ele espertamente é do PSDB, mantém-se no PSDB com suas relações com o setor da Polícia Federal, com o setor do Ministério Público, com o setor do próprio Judiciário, onde ele encontra proteção, porque a ligação dele com o tráfico de cocaína é óbvia, como também a da família Perrella, e ninguém é preso nesses episódios”, lamenta o deputado.

brasil247


sábado, 12 de agosto de 2017

JUIZ DE CURITIBA COM VERGONHA DO MINEIRINHO? Moro diz que foto ‘rosto com rosto’ com Aécio foi ‘momento infeliz’ de sua trajetória; CONFIRA AQUI!

JUIZ DE CURITIBA COM VERGONHA DO MINEIRINHO? Moro diz que foto ‘rosto com rosto’ com Aécio foi ‘momento infeliz’ de sua trajetória; CONFIRA AQUI!
12 de agosto de 2017
 

Entre aplausos e vaias, o juiz federal Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, afirmou em palestra em Heidelberg, na Alemanha, nesta sexta-feira (9), que as investigações sobre desvios de recursos da Petrobras são imparciais e não sofrem influência de interesses políticos.

Questionado pela DW Brasil sobre a criticada foto em que aparece rindo ao lado do senador Aécio Neves (PSDB-MG) durante a premiação “Brasileiros do Ano de 2016”, da revista “IstoÉ”, Moro afirmou que o político não está sob sua jurisdição.

“Foi um evento público, e o senador não está sob investigação da Justiça Federal de Curitiba. 

Foi uma foto infeliz, mas não há nenhum caso envolvendo ele”, disse.

Aécio Neves, um dos políticos mais citados nas recentes delações de executivos da Odebrecht e de funcionários da Andrade Gutierrez, teria recebido propina de Furnas, estatal do setor elétrico.

Moro destacou que as investigações estão focadas na Petrobras e, por isso, é natural que políticos da oposição não apareçam. 

“Se o crime é provado, haverá consequências. O PTB, o Solidariedade, PP e PT aparecem nas investigações, então não posso ver onde está a parcialidade na condução das investigações”, disse.

Ele evitou comentar a notícia de que a Odebrecht teria pago caixa 2 ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), nas campanhas eleitorais de 2010 e 2014. “Casos envolvendo políticos são encaminhados ao Supremo”, argumentou.

O juiz disse discordar “totalmente” das críticas de que o processo legal não tem sido cumprido na Lava Jato.

 “A operação não é uma bruxa caçadora”, justificou ao dizer que não “joga com a política”. 

“Nenhuma prisão aconteceu com base em opiniões políticas, mas em evidências de que crimes foram cometidos.”

Para Moro, a Lava Jato dá ao Brasil a oportunidade de superar a “prática vergonhosa” de pagamento de propinas. 

“Há uma profunda erosão na confiança na democracia”, afirmou. 

“A Lava Jato revela que muito pode ser feito para combater a corrupção sistêmica.”

O juiz federal declarou que o Executivo e Legislativo precisam implementar políticas para combater a corrupção. Ao setor privado cabe implementar meios de controle interno para acabar com a “regra do jogo” do setor público, guiada pelo pagamento de propinas.

PROTESTOS

Um grupo de cerca de 30 juristas e acadêmicos enviou uma carta à Universidade de Heidelberg argumentando que Moro não tem credibilidade para discursar sobre combate à corrupção no Brasil, por ser “parcial” em favor de partidos como PSDB e PMDB.

“O juiz federal Sergio Moro incorreu em posturas as quais foram determinantes para o clima político de derrubada de um governo legítimo servindo, desta forma, aos piores interesses antidemocráticos”, diz o texto, em referência ao vazamento de uma escuta telefônica entre a então presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no período de crise pré-impeachment.

Na plateia, brasileiros levantaram cartazes com dizeres “Moro na cadeia” e “parcialidade fere a democracia”. Outros gritavam “Moro, meu herói”. 

Os grupos trocaram insultos.

Perguntado por uma pessoa na plateia por que divulgou os áudios de escutas telefônicas de Dilma, Moro afirmou que as pessoas têm o direito de saber o que seus governantes fazem.

“É estranho que numa democracia as pessoas reclamem de uma revelação como essa. 

Desde o início das investigações decidimos que não iríamos esconder nenhuma informação do público”, declarou ao ressaltar que a atitude “não foi uma exceção à regra”.

Moro não quis comentar a crise entre o Legislativo e o Supremo Tribunal Federal (STF) instalada nesta semana após o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), se negar a se afastar do cargo depois de determinação do ministro Marco Aurélio Mello.
Uol


terça-feira, 1 de agosto de 2017

Novo Grampo mostra Aécio falando com chefe da PF para ajuda-lo com inquérito de Furnas

Novo Grampo mostra Aécio falando com chefe da PF para ajuda-lo com inquérito de Furnas
May 30, 2017
 

Senador afastado Aécio Neves (PSDB) aparece em gravação da operação Patmos, da Polícia Federal, pressionando o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, para ter acesso a depoimentos que o acusam de ter recebido propina da estatal Furnas Centrais Elétricas; demonstrando irritação com a dificuldade em obter depoimentos do caso Furnas junto à Polícia Federal, Aécio ligou para o chefe da corporação, delegado Leandro Daiello Coimbra, e pediu que marcasse um encontro a fim de tratar do tema que era de seu interesse; 
“O delegado se negou a entregar à defesa, ontem, a cópia do depoimento que ele já tinha colhido, tá?”, queixou-se Aécio a Daiello; leia íntegra do diálogo

Minas 247 – O senador afastado Aécio Neves (PSDB) aparece grampo da operação Patmos, da Polícia Federal, pressionando o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, para ter acesso a depoimentos que o acusam de ter recebido propina da estatal Furnas Centrais Elétricas.

Demonstrando irritação com a dificuldade em obter depoimentos do caso Furnas junto à Polícia Federal, Aécio ligou para o chefe da corporação, delegado Leandro Daiello Coimbra, e pediu que marcasse um encontro a fim de tratar do tema que era de seu interesse.

“Uma hora que você… que eu pudesse dar um pulo ai. Pelo seguinte, contudo é.. é.. na verdade…. pela Súmula 14 (do Supremo Tribunal Federal) que faculta a defesa ao acesso, né? Ao processo, aos autos, aos depoimentos, o delegado se negou a entregar à defesa, ontem, a cópia do depoimento que ele já tinha colhido, tá?”, queixou-se Aécio a Daiello.

Aécio é investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da estatal mineira. 

Na Operação Patmos, Aécio é investigado por supostamente pedir a Joesley Batista, da JBS, R$ 2 milhões que foram entregues ao primo do tucano, Frederico Pacheco, o Fred. 

O primo transportou o montante a Mendherson Souza, assessor do senador Zeze Perrella (PSDB-MG). Todos os capítulos da transação foram filmados e gravados pela Polícia Federal, em ação controlada sobre delatores da JBS.

LEIA A ÍNTEGRA DA TRANSCRIÇÃO DO DIÁLOGO DE AÉCIO COM O DIRETOR-GERAL DA POLÍCIA FEDERAL (26 DE ABRIL)

AÉCIO – Aló?
MNI – Dr. DAIELLO na linha. Tô passando.
LEANDRO DAIELLO – Alóoo?
AÉCIO – Dr. LEANDRO, tudo bem?
LEANDRO DAIELLO – Bom dia! Como está senador?
AÉCIO – Você vai ter que mudar esse cafezinho nosso pra…
LEANDRO DAIELLO – Opa!!
AÉCIO – Você teve notícias de ontem? Tentei até lhe falar à noite.
LEANDRO DAIELLO – Tô ouvindo. Tô ouvindo.
AÉCIO – Você teve notícias do que ocorreu ontem? ou não?
LEANDRO DAIELLO – Não.
AÉCIO – Depois você tinha que arranjar um horário de uns quinze minutos, pra… pra eu dizer lhe falar pessoalmente.
LEANDRO DAIELLO – Eu estou à sua disposição aqui.
AÉCIO – Uma hora que você… que eu pudesse dar um pulo ai. Pelo seguinte, contudo é.. é.. na verdade…. pela Súmula 14 que faculta a defesa ao acesso, né? Ao processo, aos autos, aos depoimentos, o delegado se negou a entregar a defesa, ontem, a cópia do depoimento que ele já tinha colhido, tá?
LEANDRO DAIELLO – Tá.
AÉCIO – Mas é uma coisa que afronta a lei, inclusive. Você essa súmula que determina que a defesa tenha acesso, né? Aos demais depoimentos, aos autos do processo, enfim… e o Toron que é o meu advogado que te conhece.
LEANDRO DAIELLO – Sim, conheço o Toron. É um bom advogado.
AÉCIO – Ele tá até ai. Ele tá indo ai no meu lugar, porque o que aconteceu. Como ele (delegado) não quis nos dar acesso, uma coisa absolutamente absurda! Que mostra um pouco aquilo que já percebíamos. Nós fizemos uma reclamação no Supremo que obviamente concedeu o direito de que eu tenha acesso. ahhh…. aos demais depoimentos já colhidos.

LEANDRO DAIELLO – Tá.
AÉCIO – Já colhidos, que é natural que quando eu vá depor eu saiba, né? O que os outros já falaram. A coisa mais óbvia do mundo. E ele negou-se a isso, então… então o juiz relator éeeee…. pediu adiamento de pelo menos de quarenta e oito horas. Terminou que ele entregue a defesa os depoimentos já recolhidos, então isso ficou adiado. Eu quero fazer ainda nessa semana. Eu quero fazer até sexta-feira. Agora…
LEANDRO DAIELLO – Eu vou fazer o seguinte senador. Dr. Toron tá vindo aqui?
AÉCIO – Deve tá chegando com o dr. Alckmin ai agora. Já deve estar ai.
LEANDRO DAIELLO – Eu converso com eles aqui e já resolvo e ai a gente vê e já remarca, pode ser?
AÉCIO – Pode … faça isso então! Localize ele ai.
LEANDRO DAIELLO – Então eu já… já vou…. O dr. Toron já é membro desde São Paulo.
AÉCIO – É isso, ele me falou muito bem éeee…. do senhor lá, até por em razão do que está por vir ainda, entendeu? Depois… Depois me concede uma audiência para nós falarmos de Previdência por uns vinte minutos… Veja aí co AÉCIO – Me fala o horário para que eu possa dar um pulo de vinte minutos ai.
LEANDRO DAIELLO – Eu falo. O senhor só me diga o dia e horário e eu vou dar um jeito de lhe atender.
AÉCIO – Me atenda ai hoje no meio da tarde. Pode ser?
LEANDRO DAIELLO – No meio da tarde. O senhor só me liga e eu vou abrir a agenda e ficar o dia inteiro lhe esperando.
AÉCIO – Me fale.. me fale o horário ai que é quinze minutos sobre coisa da Previdência. Que horário?
LEANDRO DAIELLO – A hora que o senhor quiser.
AÉCIO – Quatro horas, pode ser bom?
m a sua agenda.
LEANDRO DAIELLO – O senhor manda senador. Só me fala o horário.
AÉCIO – Me fala o horário para que eu possa dar um pulo de vinte minutos ai.
LEANDRO DAIELLO – Eu falo. O senhor só me diga o dia e horário e eu vou dar um jeito de lhe atender.
AÉCIO – Me atenda ai hoje no meio da tarde. Pode ser?
LEANDRO DAIELLO – No meio da tarde. O senhor só me liga e eu vou abrir a agenda e ficar o dia inteiro lhe esperando.
AÉCIO – Me fale.. me fale o horário ai que é quinze minutos sobre coisa da Previdência. Que horário?
LEANDRO DAIELLO – A hora que o senhor quiser.
AÉCIO – Quatro horas, pode ser bom?
LEANDRO DAIELLO – Quatro horas tá combinado.
AÉCIO – Eu vou quatro no teu gabinete quatro horas hoje. Um grande abraço.
LEANDRO DAIELLO – Tá… tá todo mundo aqui lhe esperando. Abraço.
AÉCIO – Abraço.



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quarta-feira, 3 de maio de 2017

DE ÚLTIMA HORA, AÉCIO É INTERROGADO NA PF SOBRE FURNAS

DE ÚLTIMA HORA, AÉCIO É INTERROGADO NA PF SOBRE FURNAS

 Marcos Oliveira/Agência Senado

Senador tucano, que tem o nome mais delatado pela Odebrecht, foi interrogado pela Polícia Federal em Brasília por cerca de uma hora na condição de investigado em um inquérito que apura irregularidades em Furnas, estatal do setor elétrico

2 DE MAIO DE 2017 ÀS 15:56

Minas 247 - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi interrogado por cerca de uma hora na manhã desta terça-feira 2 pela Polícia Federal em Brasília. 

Ele prestou depoimento na condição de investigado em um inquérito que apura irregularidades em Furnas, estatal do setor elétrico.

"A ênfase que se deu é que toda a suspeita que se lançou sobre ele veio por informações 'por ouvir dizer'. 

Ele refutou tudo que foi dito", relatou o advogado criminalista Alberto Zacharias Toron, que defende Aécio, ao jornal O Estado de S.Paulo.

Ao todo, Aécio é alvo de sete inquéritos no Supremo Tribunal Federal. 

No caso de Furnas, ele é acusado de receber dinheiro de propina do ex-diretor da estatal Dimas Toledo, em um esquema de desvio de recursos na estatal do setor elétrico.

O depoimento do senador estava marcado para acontecer na semana passada, mas o ministro do STF Gilmar Mendes o suspendeu e atendeu a um pedido da defesa que queria antes o acesso a depoimentos das testemunhas de acusação contra o tucano.

A PF disse a Gilmar que o interrogatório e os depoimentos das testemunhas fazem parte de uma única diligência policial e, dessa forma, não deveria juntar aos autos do processo os testemunhos colhidos antes de ouvir Aécio.



quarta-feira, 26 de abril de 2017

Gilmar Mendes suspende interrogatório de Aécio na Lava Jato sobre Furnas

Gilmar Mendes suspende interrogatório de Aécio na Lava Jato sobre Furnas
Por Agência Estado , 26/04/2017 às 12:28
atualizado em: 26/04/2017 às 19:16
 Foto: Agência Brasil
 Gilmar Mendes (à esq.) e Aécio Neves em visita ao Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional, em 2009. Foto: Omar Freire/Imprensa MG/DIVULGACAO
Gilmar Mendes (à esq.) e Aécio Neves em visita ao 
Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor 
de Ato Infracional, em 2009. Foto: Omar Freire/Imprensa 
MG/DIVULGACAO

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta terça-feira, 25, o interrogatório, na Operação Lava Jato, do senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional 
do partido. 

O ministro atendeu pedido da defesa do tucano que alegou não ter tido acesso à íntegra da investigação da Polícia Federal.

Aécio é investigado neste inquérito sobre o caso Furnas por suposta corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A defesa de Aécio alegou que "lhe foi negado o acesso a depoimentos já produzidos, sob o argumento de que representariam diligência em andamento". 

"Os advogados solicitaram ‘acesso a todos os depoimentos já colhidos, ainda que não entranhados nos autos, bem como para que seja suspenso o interrogatório do requerente, por pelo 
menos 48 horas."

O tucano usou como argumento a Súmula Vinculante 14, da Corte, que garante a todos os investigados acesso amplo aos autos das investigações.

A PF alegou que "por estratégia de investigação, o investigado deve ser ouvido antes de tomar conhecimento do depoimento das testemunhas". 

Segundo a Federal, "o interrogatório e os depoimentos das testemunhas fazem parte de uma única diligência policial", desta forma, "não haveria diligência concluída, de juntada obrigatória 
aos autos".

Para Gilmar Mendes, "o ato contraria o entendimento desta Corte representado pela Súmula Vinculante 14".



sábado, 1 de abril de 2017

SÓ AGORA? Aécio chama Veja de covarde e diz que revista persegue homens honestos como ele; SAIBA!

SÓ AGORA? Aécio chama Veja de covarde e diz que revista persegue homens honestos como ele; SAIBA!
1 de abril de 2017
 

Apontado pelo ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado, como aquele que seria “o primeiro a ser comido”, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) se deu conta, neste fim de semana, de que é a bola da vez.

O presidente nacional do PSDB foi capa da revista Veja, acusado receber propinas da Odebrecht numa conta no exterior.


Para tentar rebater as acusações, Aécio chamou a revista de covarde e disse ter a “indignação dos homens de bem”.

No entanto, dos 83 pedidos de inquéritos da “lista de Janot”, nada menos que seis referem-se a ele.


Aécio é acusado pela Odebrecht de receber propinas na Cidade Administrativa de Minas Gerais e em obras de usinas hidrelétricas. 

Outros delatores também o acusam de esquemas em Furnas.



terça-feira, 21 de março de 2017

DELATADO NA LAVA JATO: Globo desiste de blindar tucanos e diz que cunhado fazia trabalho sujo para Alckimin; CONFIRA!

DELATADO NA LAVA JATO: Globo desiste de blindar tucanos e diz que cunhado fazia trabalho sujo para Alckimin; CONFIRA!
21 de março de 2017
 

Os jornais de São Paulo já não vão poder ficar quietos.

O Globo, hoje, coloca na primeira página que Geraldo Alckmin está entre os nomes para os quais o Procurador Geral da República pode a abertura de inquérito, por ter, segundo as delações dos executivos da Odebrecht, recebido dinheiro clandestinamente da empreiteira.

Segundo O Globo, o recolhimento do dinheiro teria sido feito por Adhemar Ribeiro, cunhado do governador. O inquérito contra Alckmin será, quando o Supremo Tribunal Federal o encaminhar, aberto no Superior tribunal de Justiça, foro para governadores de estado.


Mas é no STF que correm os seis inquéritos pedidos por Janot contra Aécio Neves, segundo o jornal o “campeão” de pedidos entre os candidatos presidenciais. 

Até agora se sabe de R$ 9 milhões pelo “caixa 2”, dinheiro para sua própria campanha, paraa de Antonio Anastasia ao Senado; a de Pimenta da Veiga ao governo de Minas Gerais e a de Dimas Fabiano Toledo Júnior (PP-MG), o homem de Aécio em Furnas, à Câmara dos Deputados. 

Outros R$ 3 milhões teriam sido entregues a Paulo Vasconcelos, marqueteiro da campanha de Aécio à Presidência da República.

Sobra ainda uma citação – o jornal não especifica a razão – para o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes e seu candidato (derrotado) Pedro Paulo.
O mato está ficando sem cachorro…




sexta-feira, 17 de março de 2017

MINEIRINHO BOTA CUNHA NO BOLSO: Aécio Neves é líder da ‘lista de Janot’, revela site

MINEIRINHO BOTA CUNHA NO BOLSO: Aécio Neves é líder da ‘lista de Janot’, revela site
17 de março de 201
 

O senador Aécio Neves (PSDB) é o político com maior número de pedidos de abertura de inquérito da temida “lista de Janot”. 

Segundo  divulgado  pela  Época, o  ex-executivo da Odebrecht Henrique Valladares foi quem revelou um dos esquemas que envolve o senador.

O ex-Odebrechet contou, de acordo com a revista, que Aécio negociou com o ex-dirigente de Furnas, Dimas Toledo. 

O senador teria recebido propina em uma conta secreta em nome de um amigo, em Cingapura, para conceder benefícios à Odebrecht em Furnas.

Além disso, o senador é acusado também de receber propinas por obras da sede do governo de Minas Gerais, chamada Cidade Administrativa.

Um dos pagamento teria sido entregue a uma concessionária, em Belo Horizonte. 

O proprietário do estabelecimento é Oswaldo Borges, uma espécie de tesoureiro informal do tucano. 

Este último esquema foi revelado por Sérgio Neves, ex-executivo da Odebrecht.




quinta-feira, 2 de março de 2017

Lobista reafirma propina a Aécio em acareação com ex-diretor de Furnas

Lobista reafirma propina a Aécio em acareação com ex-diretor de Furnas
Postado em 1 de março de 2017 às 11:46 am
Do Estadão:
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Quase 12 anos após as primeiras denúncias de corrupção em Furnas, o ex-diretor de Engenharia da empresa Dimas Fabiano Toledo ficou frente a frente com o lobista e delator Fernando Horneaux de Moura condenado a 16 anos e dois meses de prisão na Lava Jato.

Na acareação, Fernando Moura manteve sua versão de que, em 2003, o então dirigente de Furnas teria garantido que um terço da propina arrecadada na estatal iria para o PT nacional, um terço para o PT de São Paulo e um terço para o atual presidente do PSDB, senador Aécio Neves.

A acareação foi realizada pelos investigadores da Lava Jato perante o Supremo Tribunal Federal, no inquérito que apura o suposto envolvimento do senador tucano em um esquema de corrupção na estatal de energia. A investigação é um dos desdobramentos da Lava Jato e foi aberta a partir da delação do ex-senador Delcídio do Amaral (ex-PT/MS).

A ACAREAÇÃO ENTRE DIMAS TOLEDO E FERNANDO MOURA:
 acareacaodimas
Amigo do petista José Dirceu, condenado a 20 anos de prisão na Lava Jato, Fernando Moura auxiliou o então ministro da Casa Civil do governo Lula na definição de cargos do governo, inclusive nas estatais, logo após a posse, em 2003. Em seu relato, o lobista disse que foi informado pelo próprio Dirceu que Aécio Neves havia solicitado ao presidente na época a permanência de Dimas Toledo na estatal de energia. 

Coube, então, a Moura, informar o dirigente sobre sua permanência no cargo mesmo com a mudança de governo.

Miniatura

Frente a frente com Dimas Toledo, Fernando Moura manteve a versão de que o acerto teria sido uma forma de retribuir o apoio do recém-empossado governo do PT à permanência do então diretor de Furnas, segundo ele uma indicação de Aécio na estatal.

 Miniatura

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Gilmar Mendes aparece na Lista de Furnas

CORRUPÇÃO NO STF
Gilmar Mendes aparece na Lista de                                    Furnas
Segunda-feira 21 de novembro de 2016| Edição do dia 
Atualizado em 12/01/2017
 

Faz parte da Lista de Furnas, que contém beneficiários do esquema de corrupção e lavagem de dinheiro que ocorreu em 2000, o nome de Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal. 

No entanto, há pelo menos um ano, a lista foi engavetada pelo procurador Geral da República Rodrigo Janot. 

A lista é conhecida desde 2012, mas até agora não foi investigada, um dos motivos é justamente o nome de Gilmar Mendes, que teria recebido por volta de R$ 185 mil, enquanto atuava na Advocacia Geral da União no governo tucano de Fernando Henrique Cardoso.

Na lista, confirmada e citada diversas vezes na delação da Lava Jato, está o nome de Aécio Neves (PSDB). Porém, Janot não pode aceitar a denúncia contra Aécio, já que, aceitando-a, torna a Lista de Furnas como prova, colocando Gilmar Mendes também como possível réu. 

Com a instabilidade e queda de diversos ministros do governo Temer, a proteção aos aliados se torna uma necessidade extrema.

O surgimento do nome de Gilmar na lista mostra como o judiciário não é neutro, preservando os interesses da classe dominante, tentando manter a governabilidade do país. Sérgio Moro é um exemplo, quando se perdeu ao dizer que não há influência ou motivação partidária nas investigações da Lava Jato. 

O favorecimento ao PSDB é nítido, quando Aécio Neves, citado em cinco delações, continua ileso e sem ameaça de se tornar réu.

Gilmar Mendes, acima de tudo, pretende preservar o PSDB para as eleições de 2018, pois alguns partidos estarão enfraquecidos na disputa (como o PT). 

Com o governo golpista de Temer instável e desagradando banqueiros e empresários, os tucanos pretendem se colocar como alternativa para implementar os ataques contra os trabalhadores.




terça-feira, 5 de julho de 2016

PARA NÃO ESQUECER: PF confirma que Lista de Furnas é autêntica.

PARA NÃO ESQUECER: PF confirma que Lista de Furnas é autêntica. Serra, Alckmin e "Bolsostrume" estão lá
A Polícia Federal confirmou a autenticidade da chamada “lista de Furnas”, documento de cinco páginas que registra supostas contribuições de campanha, num esquema de caixa dois, a 156 políticos durante a disputa eleitoral de 2002. No total, eles teriam recebido R$ 40 milhões.
Segundo a assessoria da direção geral da PF, em Brasília, perícia do INC (Instituto Nacional de Criminalística) concluiu que a lista não foi montada e que é autêntica a assinatura que aparece no documento, de Dimas Toledo, ex-diretor de engenharia de Furnas, empresa estatal de energia elétrica. A PF informou, contudo, que não tem como atestar a veracidade do conteúdo da lista. Os papéis citam empresas que teriam colaborado para um caixa dois administrado por Dimas Toledo.

Entre as campanhas eleitorais supostamente abastecidas pelo esquema estão as do então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, hoje candidato à Presidência pelo PSDB, do ex-prefeito de São Paulo José Serra (PSDB), atual pré-candidato ao governo paulista, e do atual governador mineiro, Aécio Neves (PSDB). As campanhas em 2002 teriam recebido, respectivamente, R$ 9,3 milhões, R$ 7 milhões e R$ 5,5 milhões. Tucanos negam.


LOBISTA

A perícia foi feita em papéis originais entregues à PF pelo lobista mineiro Nilton Monteiro, 49, que diz tê-los recebido das mãos de Dimas, no início de 2005, quando o então diretor de Furnas tentava convencer políticos de vários partidos a mantê-lo no cargo.

Acusado de calúnia por 11 deputados estaduais de Minas Gerais, Nilton Monteiro decidiu entregar em 5 de maio os originais aos delegados da PF de Brasília Luiz Flávio Zampronha, Pedro Alves Ribeiro e Praxíteles Praxedes, que conduzem as investigações.

Até então, a PF tinha em seu poder apenas uma cópia autenticada. A perícia na cópia, também feita pelo INC, apontou indícios de montagem e fraude.
Dimas Toledo, que exerceu a diretoria entre 1995 e 2005, até a denúncia de caixa dois feita à Folha pelo ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), sempre negou ter assinado os papéis.

“Ele assinou [a lista] na minha frente. Ele me usou até um determinado momento, depois me abandonou”, disse ontem Monteiro. O lobista afirma ter se aproximado de Dimas em 2004 por ser, à época, procurador da empreiteira JP Engenharia. A empresa estava interessada em assinar um contrato com Furnas em torno de um projeto de infra-estrutura que havia sido suspenso pela diretoria de engenharia.

Segundo o lobista, Dimas contou que havia uma ação nos bastidores para tirá-lo do cargo e, por isso, pediu-lhe ajuda para fazer um trabalho de lobby com políticos de vários partidos.

O lobista afirmou que, no início de 2005, Dimas fez quatro cópias da lista. Os supostos destinatários das cópias, sempre segundo Monteiro, seriam Aécio Neves, Roberto Jefferson, o presidente do PMDB, Michel Temer, e o então presidente do PSDB, Eduardo Azeredo.

Mas as cópias não chegaram a ser entregues, segundo Monteiro. Ele diz que o original ficou com uma pessoa ligada a um escritório de advocacia do Rio. “Ela ficou como guardiã dos documentos até agora.”




Rubens Valente/Folha

 Lucas Ponez  6/18/2016 02:46:00 PM