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segunda-feira, 22 de março de 2021

MPF De Curitiba Escondeu Cargo De Embaixadora Para Não Perder Foro Contra Lula

SUED E PROSPERIDADE

22/03/2021

MPF De Curitiba Escondeu Cargo De Embaixadora Para Não Perder Foro Contra Lula

Celeste Silveira 22 de março de 2021

Procuradores do Ministério Público Federal queriam usar o depoimento de uma embaixadora sueca para enquadrar Lula no crime de tráfico internacional de influência. 

Como pessoas que atuam em cargo diplomático têm prerrogativa de foro, o grupo de Curitiba tentou “minimizar” o posto ocupado pela testemunha. A informação integra novo laudo enviado pela defesa do ex-presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal.

De acordo com as conversas, os procuradores queriam denunciar Lula por tráfico de influência e corrupção no caso da compra de nove caças suecos. Para isso, precisavam achar algum servidor público que teria sido “corrompido” pelo petista.

O caso era considerado fraco pelos procuradores, mas eles encontraram uma embaixadora sueca para ser arrolada como testemunha. Por causa do foro, Athayde Ribeiro Costa disse em 10 de agosto de 2016 que que dava para “alterar [o cargo]” da embaixadora.

Jerusa, provavelmente a procuradora Jerusa Burmann Viecelli, concorda e ajuda com a empreitada. “Tirei a foto da embaixadora e a referência ao cargo no texto. Paulo [Galvão], dá uma olhada?”

O tráfico de influência pune, com pena de dois a cinco anos e multa, a corrupção de funcionários estrangeiros por brasileiros.

Caso fraco
O caso dos caças sempre foi considerado fraco pelos integrantes do MPF de Curitiba. Como eles queriam pegar Lula mesmo assim, resolveram ouvir até Antonio Palocci, mesmo depois das oitivas de todas as testemunhas de acusação e defesa.

O processo dos caças começou no Paraná. Como se tornou “difícil” — nas palavras do procurador Paulo Galvão — fixar a competência da 13ª Vara Federal de Curitiba, o caso foi para Brasília.

Curitiba sugeriu aos colegas do Distrito Federal que Palocci, delator de plantão do MPF, fosse ouvido de forma extemporânea, já que a oitiva das demais testemunhas já havia ocorrido.

Conforme mostrou a ConJur em 1º de março deste ano, o MPF não via “nada de anormal” na compra dos caças suecos. O ex-presidente acabou virando réu mesmo assim.

Dois meses antes da apresentação da denúncia formal pelo MPF do Distrito Federal, o assunto foi abordado pelo procurador identificado como “Orlando SP”, provavelmente Orlando Martello, que atuava no Paraná.

Orlando comenta que as investigações apontaram não haver “nada de anormal” na opção pelos caças suecos, mostrando que “a questão foi vista mais como uma opção política justificável”.

21 Sep 16
• “12:56:41 Orlando SP Sobre os caças. Nada de anormal na escolha. Tinha escolha normal, mas dentro da aeronáutica a questão foi vista mais como uma opção política, justificável em razão de transferência de tecnologia. Não correu boato sobre a escolha. Houve um upgrade no equipamento, depois de fechado o contrato, no valor aproximado de 1 bi. O detalhe é que uma empresa brasileira do RS foi contratada para auxiliar na implementação dos programas, transferência de tecnologia etc., mas o boato aí é que tinha favorecimento para filho de brigadeiro. A questão, entretanto, foi investigada pelo MP(F) e arquivaram a questão”.

*Do Conjur

CONTINUA

Lava Jato Escondeu Autos Que Basearam Prisão Um Ano Depois Da Investigação

Celeste Silveira 22 de março de 2021 

O juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba tinha escondido um outro processo, além daquele contendo escutas entre advogados e clientes, no qual constava a fundamentação de um pedido de prisão contra um ex-executivo da Odebrecht.

A mesma fundamentação foi reaproveitada, um ano depois, para justificar o cumprimento de medidas cautelares contra o réu. O que o juiz federal Luiz Antonio Bonat escondeu, portanto, era que não havia qualquer urgência no pedido de prisão preventiva.

Em artigo publicado pela ConJur, o advogado Gustavo Badaró, responsável pela defesa de Maurício Ferro, explica que as interceptações telefônicas que levaram à análise das conversas entre defendidos e defensores foram autorizadas em 9 de julho de 2018 e prorrogadas uma única vez em agosto. Depois disso, por ter constatado que foi grampeada interação entre advogado e cliente, o então juiz Sergio Moro determinou que o material fosse destruído.

No entanto, os autos desse procedimento que levou à escuta não foram juntados à ação principal. Mesmo assim, em 9 de abril de 2019, o delegado da Polícia Federal Filipe Hille Pace pediu à 13ª Vara de Curitiba que compartilhasse as conversas telefônicas interceptadas, no que foi atendido em 2 de maio pelo juiz Luiz Antonio Bonat.

Nessa nova investigação policial, que recebeu acesso aos diálogos, também não foi registrado o pedido do delegado, nem a autorização do juiz. “Se ao menos um ofício houvesse”, destaca Badaró, “a defesa poderia descobrir a existência dos autos secretos”.

Quando, em setembro de 2019, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar o caso e determinou a remessa dos autos para o Distrito Federal, o processo “invisível” não foi compartilhado.

Badaró só ficou sabendo da existência desse procedimento quando os advogados do ex-presidente Lula compartilharam com o STF mensagens trocadas entre os procuradores que citavam o número do processo “invisível”. Ele, então, pediu acesso aos autos, o que foi acatado por Bonat em 17 de março.

A partir do acesso a esse processo, o advogado descobriu um outro procedimento que também não foi compartilhado com as defesas, que constituía em fundamentação para prisão, busca e apreensão e bloqueio de bens contra Maurício Ferro. O desdobramento não foi juntado aos autos e também não foi enviado para a Seção Judiciária do DF.

Esse novo processo secreto trata de decretação de prisão temporária, busca e apreensão e sequestro de bens contra Ferro, determinada em 29 de junho de 2018. A ordem acabou não sendo cumprida, em primeiro lugar porque o ministro Dias Toffoli, do STF, atendendo à solicitação de um corréu em reclamação em setembro de 2018, suspendeu o andamento da ação penal para apreciar possível competência da Justiça Eleitoral.

Depois que essa liminar caiu, a ordem de prisão deixou de ser cumprida mais uma vez, por causa de uma outra liminar que determinou a suspensão de tramitação de todas as investigações criminais baseadas em relatórios do Coaf.

Depois de tudo isso, a fim de “evitar qualquer tumulto à análise e execução das medidas requeridas”, o Ministério Público afirmou, em 31 de julho de 2019, que apresentaria “em autos apartados novo requerimento de prisões, buscas e apreensões e bloqueio de bens, instruído unicamente com os elementos de prova que foram obtidos de forma absolutamente independente do RIF (Relatório de Inteligência Financeira do Coaf)”.

O problema é que, ao não juntar os autos de 2018 ao processo, sua existência ficou ocultada da defesa. Apesar disso, foram extraídas cópias e determinado o início de um novo procedimento, sobre os mesmos fatos, mais de um ano depois.

Se a defesa soubesse dos procedimentos anteriores, poderia atacar a ausência de contemporaneidade que justificasse a prisão temporária, posteriormente convertida em preventiva. Mas não foi o que aconteceu: Ferro foi preso em agosto de 2019, com base em investigações de mais de um ano antes, e só foi solto um mês depois, por outro motivo (a declaração de incompetência da 13ª Vara).

A justificativa de Bonat para não ter compartilhado os processos foi a existência de processos em excesso envolvendo as investigações da “lava jato”: “Importante observar, nesse ponto, que as declinações de ações penais relacionadas à assim denominada Operação Lava Jato, comuns nos últimos tempos, envolvem, via de regra, atividade garimpeira e hercúlea devido à enorme quantidade de processos que possuem algum liame, muitas vezes tênue, com tais ações penais”.

Segundo o advogado, só o juiz tinha acesso aos autos secretos. “Sergio Moro, nem Luiz Antonio Bonat, lembraram de vincula-lo à ação penal principal. Bonat também esqueceu de enviar os autos para a Seção Judiciária do Distrito Federal. Nesse ponto, pelo menos, Moro não esqueceu de avisar os Procuradores da República que tinha algo estranho nos diálogos. Para isso, sua memória funcionava bem!”.

Cai uma narrativa
Os procuradores que integravam a força-tarefa da “lava jato” repisam, em sucessivas notas envidas à ConJur, a impossibilidade de garantir a autenticidade do material apreendido com o hacker Walter Delgatti, com base no fato de que as conversas podem ter sido manipuladas — apesar de perícia da própria Polícia Federal atestando sua integridade.

Para Badaró, a existência do processo secreto com a escuta derruba essa narrativa. “O número de identificação desses autos era conhecido, até a semana passada, somente pela Autoridade Policial, o Juiz Federal e os Procuradores da força-tarefa da “lava jato”. Mas foram mencionados nos diálogos do aplicativo Telegram”, narra o advogado.

A única explicação para isso, aponta, é admitir que os diálogos são autênticos. “Creio que não seria plausível uma hipótese explanatória como: um hacker com poderes mediúnicos sabia o número de um procedimento secreto e o conteúdo de diálogos nele contidos, invadiu o telefone de um Procurador da República e falsamente inseriu tais dados nos diálogos de Telegram com Procuradores da República.”

*Do Conjur

Fonte: https://antropofagista.com.br/

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Governo Bolsonaro usou a Fiocruz para produzir 4 milhões de comprimidos de cloroquina

SUED E PROSPERIDADE

12/02/2020

Governo Bolsonaro usou a Fiocruz para produzir 4 milhões de comprimidos de cloroquina

11/02/2021

Remédio sem nenhuma comprovação científica contra o coronavírus, o governo insiste nisso, a pergunta é somente o porquê. 

De acordo com documentos obtidos pela Folha de São Paulo, o governo Bolsonaro usou a Fiocruz para produzir 4 milhões de comprimidos de cloroquina, um total de mais de R$  milhões em dinheiro público.

Enquanto o país precisa urgentemente de vacinas e vacinação, o governo Bolsonaro continua a insistir na cloroquina.

De acordo com documentos, que vieram à tona nessa quinta-feira (11), o governo usou a Fiocruz (Fundação Oswaldo Costa) para produzir cerca de 4 milhões de comprimidos de cloroquina. Medicamento esse sem nenhuma eficácia contra o coronavírus, já demonstrada em diversas pesquisas científicas.

“Documentos da pasta obtidos pela Folha, com datas de 29 de junho e 6 de outubro, mostram a produção de cloroquina e também de fosfato de oseltamivir (o Tamiflu) pela Fiocruz, com destinação a pacientes com Covid-19. Os dois medicamentos não têm eficácia contra a Covid-19, segundo estudos.” diz trecho da matéria da Folha de São Paulo.

O dinheiro público utilizado para fabricar os medicamentos sem eficácia comprovada contra o coronavírus. Dinheiro esse que veio através da MP (Medida provisória) 940, editada em 2 de abril de 2020 por Jair Bolsonaro.

Para a Fiocruz, que é vinculada à pasta, foram destinados R$ 457,3 milhões para “enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus”.

Porém de acordo com a matéria da Folha, na MP não há detalhes de como o dinheiro seria gasto.

 O texto da Presidência da República enviado ao Congresso fala em “produção de medicamentos”.

Os documentos enviados ao MPF apontam gastos de R$ 70,4 milhões, oriundos da MP, com a produção de cloroquina e Tamiflu pela Fiocruz.

Com informações da Folha de São Paulo

CONTINUA

Procurador da Lava Jato admite autenticidade de mensagens hackeadas no Telegram

11/02/2021

Procurador da Lava Jato admitiu que diálogo vazado e hackeado pelo aplicativo Telegram, em que continha trechos com ilegalidades e parcialidade da Operação são reais. 

Sem dúvida, podemos ter extrapolado muitas vezes. Eram (ou são) os nossos ‘nudes’, uma área em que os pensamentos são externados livremente e sem censura entre amigos”, disse o procurador Orlando Martello.

Conjur – O procurador regional Orlando Martello, ex-integrante da autointitulada “força-tarefa da lava jato”, enviou um e-mail aos seus colegas de Ministério Público Federal desabafando sobre a divulgação dos diálogos hackeados apreendidos na operação “spoofing”. A informação é de Aguirre Talento, do jornal O Globo.

No texto, ele diz que o Telegram, local em que ocorreram as conversas, era uma “área livre, uma área de descarrego em que expressamos emoção, indignação, protesto, brincadeiras… muitas vezes infantis” e que, por isso, os procuradores podem “ter extrapolado muitas vezes”. Essa é a primeira vez que um integrante da “lava jato” comenta o teor das mensagens admitindo a autenticidade dos diálogos.

“Sinceramente, não me recordo da grande maioria das mensagens… e digo isso com sinceridade mesmo! Foram tantas mensagens, muitas em finais de semana, em dias festivos, de madrugada […] Mas não estou aqui para negar as mensagens, mas para dar satisfação”, afirma o e-mail.

Segundo o procurador, os grupos de Telegram se assemelhavam a um “ambiente de botequim”. “Eram (ou são) os nossos ‘nudes’, uma área em que os pensamentos são externados livremente e sem censura, entre amigos, alguns de mais de décadas. Expostos a terceiros, causa vergonha.”

“Quanto a eventuais comentários que alguém possa se sentir ofendido ou entender inapropriado, favor relevar, pois dito em ambiente que se assemelha ao de um botequim, onde se fala em um monte de bobeiras”, prossegue.

O procurador disse, por fim, que ainda que as mensagens possam sugerir uma atuação “inapropriada” por parte do MPF, a “lava jato” sempre se pautou pela lealdade processual e tomou decisões baseadas na razão.

“O que sempre prevaleceu, e isso deve-se ao esforço coletivo, foi a razão e não a emoção. 

Do ponto de vista jurídico, tudo o que era relevante foi para os processos, sem qualquer omissão, fraude, seguindo a lealdade processual”. E lá (nos autos), penso, que nossas atuações devem ser analisadas e contestadas; jamais nos pensamentos, o que são externados livremente e sem censura entre amigos em uma rede informal de comunicação.”

(…)

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Deltan confessou em chat: prisão de Lula foi “presente da CIA”

SUED E PROSPERIDADE

09/02/2021

Deltan confessou em chat: prisão de Lula foi “presente da CIA”

08/02/2021

Procurador da extinta Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, confessou em mensagens vazadas, que a prisão do ex-presidente Lula teria sido um “presente da CIA”. As mensagens vazadas nessa segunda (8) levantaram ainda mais discussões sobre o papel dos EUA na prisão de Lula.

Dallagnol deixou soltar durante mensagens, quem os ajudou com a prisão do ex-presidente Lula.

O que antes parecia ser apenas suspeita, agora vem da boca dos próprios procuradores da Lava Jato. De acordo com novos documentos divulgados à imprensa, o ex-juiz Sérgio Moro entrou em conluio ilegalmente com autoridades estrangeiras.

De acordo com a reportagem do UOL, os integrantes da força-tarefa da Curitiba afirmaram que a sede da Polícia Federal de Curitiba iria se tornar um “local de peregrinação”. O coordenador Deltan Dallagnol comemorou: “Meooo caneco. Não da nem pra acreditar. Melhor esperar acontecer”.

Segundo Dallagnol, a prisão de Lula foi um “presente da CIA”,orgão de inteligência e espionagem do governo dos Estados Unidos, onde o procurador estava quando foi emitida a ordem de prisão contra o ex-presidente.

Veja os trechos:

18:20:27 Deltan: “Temos que pensar a segurança oras próximas semanas”

18:20:40 Laura Tessler: “eu já vou comemorar hoje”

18:20:41 Deltan: “Ou melhor, Vcs têm, pq estarei fora do país kkkk”

18:21:48 Paulo Galvão: “Deltan na Disney enquanto Lula está preso, isso vai ser noticia!”

18:25:49: Deltan: Presente da CIA

VÍDEOS RELACIONADOS:

CONTINUA

Novas mensagens revelam o complô da Lava Jato com a Globo contra Lula

09/02/2021

Novas mensagens da Vaza Jato, acabaram de sair e mostram o “namoro” entre a Rede Globo e a Lava Jato, por um alvo em comum: o ex-presidente Lula. As novas revelações causam ainda mais polêmica e jogam ainda mais lenha na fogueira, além de mostrar toda uma teia de conspirações montada com objetivo político claro: Prender Lula!

As novas mensagens da Vaza Jato, liberadas agora pouco no The Intercept, mostram o que muita gente já sabia.

A relação umbilical e comprometida politicamente, entre a Lava Jato e a Rede Globo.

De acordo com a matéria do The Intercept, a Dallagnol interessava o poder de mídia da Globo.

“A força-tarefa da Lava Jato colecionava troféus: em junho, os procuradores chefiados por ele haviam conseguido a prisão dos presidentes das superpoderosas empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez, Marcelo Odebrecht e Otávio Marques de Azevedo.”

Em um dos grupos de Telegram, em que a conversa foi encontrada pelos hackers, um dos Procuradores fala do encontro com  um dos chefões da Globo:

““Deltan, jantei na semana passada com o José Roberto Marinho (com quem tenho um ótimo contato desde a Rio +20) da Globo e conversei sobre a campanha e novas formas de aprofundarmos a divulgação. 

por alto em uma série no jornal nacional comparando os modelos de combate a corrupção de outros países e mostrando como as 10 medidas aproximaria o Brasil dos sistemas mais eficientes do mundo, mas há abertura para outras ideias. 

O diretor executivo de jornalismo da Globo está em contato conosco para conversar sobre o assunto. Vou fazer uma conversa inicial e colocá-lo em contato com você tudo bem?”, escreveu o procurador em agosto de 2015, no grupo Parceiros/MPF–10 Medida

A relação se mostrava umbilical e calcada em um ganha-ganha entre ambos, além de um inimigo comum de ambos: Lula.

Dallagnol já falava com o jornalista da Globo para tratar do repasse da informação exclusiva:

6 de julho de 2015 – Chat pessoal

Deltan Dallagnol – 11:18:20 – Oi NOME SUPRIMIDO , devo passar pra Vc ou pra NOME SUPRIMIDO aquele material?

Dallagnol – 11:18:28 – Ele deu uma melhorada até
Dallagnol – 11:18:48 – Pergunto pq ele me perguntou a respeito…
NOME SUPRIMIDO – 11:19:40 – Oi dr deltan. Aquele o sr deve passar pra mim
NOME SUPRIMIDO – 11:19:48 – Imagino que ele tenha ficado sabendo depois né
NOME SUPRIMIDO – 11:20:00 – Obrigada por me contar
NOME SUPRIMIDO – 11:20:40 – Ele te perguntou do material hoje ou na sexta?
NOME SUPRIMIDO – 11:20:48 – Pq conversamos na quinta
Dallagnol – 11:21:23 – Sexta depois de eu te ligar, mandou uma msg
NOME SUPRIMIDO – 11:21:47 – Então é pra mim mesmo, eu pedi primeiro , ele deve ter me ouvido conversar com a editora rs
Dallagnol – 11:21:59 – como nao falamos pra mais ninguém, imaginei que Vc falou…
NOME SUPRIMIDO – 11:22:08 – Pois é! Eu não falei!
NOME SUPRIMIDO – 11:22:32 – Mas tudo bem, fica entre nós
NOME SUPRIMIDO – 11:22:40 – Posso passar ai ou quer definir um horário
Dallagnol – 11:23:08 – Vamos nos falando. Mas te passo hoje com certeza. Qual o limite de horário?
NOME SUPRIMIDO – 11:23:28 – Umas 17h no máximo. Senão aperta o fechamento da matéria e pode não ir ao ar por conta disso
Dallagnol – 11:23:32 – Qdo for lá, queria entender melhor esse negócio do NOME SUPRIMIDO…
Dallagnol – 11:23:40 – Ok
NOME SUPRIMIDO – 11:23:44 – A gente conversa lá
Dallagnol – 11:30:15 – Pode passar 17h lá. Se ficar pronto antes, aviso
NOME SUPRIMIDO – 11:30:35 – Combinado

Veja a matéria completa no The Intercept

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

MPF pede a absolvição de Lula e Dilma em ação sobre ‘quadrilhão do PT’


MPF pede a absolvição de Lula e Dilma em ação sobre ‘quadrilhão do PT’

17 hours ago Política 18/10/2019


O Ministério Público federal pediu a absolvição do ex-presidente Lula, da ex-presidente Dilma Rousseff, dos ex-Ministros, Antonio Palloci e Guido Mantega, além do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto em ação do “quadrilhão do PT”, denúncia feita pelo ex-Procurador Geral da República, Rodrigo Janot.

A Procuradora Marcia Brandão Zollinger disse que : ” “não há o pretendido domínio por parte dos denunciados, especialmente os ex-presidentes da República, a respeito dos atos criminosos, que obviamente merecem apuração e responsabilização e são objeto de ações penais autônomas, cometidos no interior das Diretorias da Petrobras e de outras empresas públicas”.

Na denúncia feita por Janot, os ex-presidentes Lula e Dilma teriam participado de esquema para coletar propinas de mais de R$ 1 bilhão entre 2002 e 2016.

  
CONTINUA

Vaza Jato: MP blindou Temer para garantir queda de Dilma

5 hours ago Denúncias 18/10/2019


Conversas no Telegram mostram que procuradoria não viu interesse público nas acusações contra então vice em 2016. 
“Você acha que o Supremo ia me autorizar?”, se defende Janot

O novo capítulo da Vaza Jato, fruto de uma parceria entre o El Pais e o Intercept, revela que procuradores da Lava Jato seguraram uma acusação sobre corrupção contra Michel Temer para garantir o golpe de estado contra a ex-presidente Dilma Rousseff. 

Com Temer no poder, teve início o processo de entega do pré-sal e da Embraer, assim como de retirada de direitos dos trabalhadores

247 – A Operação Lava Jato, que se vendeu para a opinião pública como uma ação de combate à corrupção, atuou decisivamente para garantir a derrubada de uma presidente reconhecidamente honesta, Dilma Rousseff, e para garantir a subida ao poder de um grupo notoriamente corrupto, o PMDB de Michel Temer. 


Duas semanas antes do golpe de estado, que alguns chamam de impeachment, os procuradores seguraram uma acusação sobre corrupção contra Michel Temer para garantir o golpe de estado contra a ex-presidente Dilma Rousseff. 

Com Temer no poder, teve início o processo de entega do pré-sal e da Embraer, assim como de retirada de direitos dos trabalhadores
“Na época, os procuradores consideraram que as declarações não atendiam ao ‘interesse público’ e não aceitaram a proposta de delação.

 Mas, três anos depois, essa mesma delação foi utilizada pela Lava Jato para uma ação penal contra Temer e para pedir a prisão preventiva dele, já na condição de ex-presidente. 

A delação, rejeitada em abril 2016 com anuência do Procuradoria Geral, mas que deu suporte à prisão de Temer em março de 2019, foi feita pelo empresário José Antunes Sobrinho, sócio da construtora Engevix, que relatou um pagamento de propina para Temer”, revela a reportagem do El Pais.
As conversas no chat “Acordos Engevix” no Telegram mostram que os procuradores de Curitiba, Rio e Brasília receberam a proposta de Antunes em 4 de abril de 2016. 

O menção a Temer, que viria a ser batizada de “anexo-bomba” mais tarde, dizia que Antunes fez um pagamento de 1 milhão de reais para atender a interesses de Temer. 

O pagamento, segundo Antunes, foi entregue a um amigo do ex-presidente, o coronel João Baptista Lima Filho, o coronel Lima. 

O dinheiro não saiu direto dos cofres da Engevix para Temer, mas de uma companhia prestadora de serviço do Aeroporto de Brasília, que era controlado pela Engevix.



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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

PROCURADORIA BUSCA ‘SAÍDA HONROSA’ PARA DESCARTAR DALLAGNOL DA FORÇA-TAREFA DA LAVA JATO


PROCURADORIA BUSCA ‘SAÍDA HONROSA’ PARA DESCARTAR DALLAGNOL DA FORÇA-TAREFA DA LAVA JATO

Escrito por Portal Click Política 10 de outubro de 2019

 Resultado de imagem para Procuradores busca saída para Deltan Dallagnol
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O jornal O Estado de S.Paulo informa em sua edição desta quinta-feira (10) que procuradores discutem nos bastidores uma ‘saída honrosa’ para retirar Deltan Dallagnol da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

A ideia seria promovê-lo ao cargo de procurador regional, para atuar na segunda instância do Ministério Público Federal.

Esta solução depende de que Dallagnol se candidate à vaga, informa o jornal.

A conduta de Dallagnol é contestada após a divulgação pelo site The Intercept de conversas privadas no Telegram com integrantes de sua equipe e com o então juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro.

As conversas demonstraram as ilegalidades cometidas por Moro, Dallagnol e outros procuradores e trouxeram à tona o debate sobre a necessidade de anular sentenças no âmbito da Lava Jato.

Dallagnol é alvo de ações no Conselho Nacional do Ministério Público, órgão que fiscaliza a atuação de procuradores.

Ele evita falar sobre a sua remoção da coordenação da Lava Jato em Curitiba e sua candidatira ao posto de procurador regional.

O Procurador-Geral da República, Augusto Aras, recentemente empossado, acenou com a possibilidade publicamente. 

“Vai haver a promoção de 11 procuradores regionais da República nas próximas sessões.

 Ele (Dallagnol) pode ser promovido, até porque é um direito dele. 

Nem por isso deixará de responder (a representações no Conselho Nacional do MP)”, disse o procurador-geral da República em entrevista ao jornal Valor Econômico publicada na segunda-feira passada.

CONTINUA

ISOLADO, BOLSONARO SÓ É DEFENDIDO POR MORO E OUTROS POUCOS MINISTROS

Escrito por Portal Click Política 10 de outubro de 2019

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“O núcleo de governo mais próximo de Jair Bolsonaro avalia que o presidente não tem tido o apoio da maioria de seus ministros na batalha das redes sociais. 

Os que o defendem podem ser contados nos dedos” – informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna na Folha de S.Paulo.

Um dos poucos que defendem o ocupante do Planalto é o ministro da Justiça, Sergio Moro, que recentemente era considerado “ingrato”.

No último domingo, Moro criticou a Folha por ter revelado em reportagem que um depoimento e uma planilha obtidos pela Polícia Federal apontam que recursos de esquema de candidaturas laranjas do PSL podem ter abastecido a campanha de Bolsonaro por meio de caixa dois.  

A coluna informa ainda que o secretário Fabio Wajngarten, da Comunicação Social, também saiu em defesa de Bolsonaro.

Os dois, e mais o ministro da Educação, Abraham Weintraub, são considerados exemplos raros dos que defendem o chefe


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