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segunda-feira, 22 de março de 2021

MPF De Curitiba Escondeu Cargo De Embaixadora Para Não Perder Foro Contra Lula

SUED E PROSPERIDADE

22/03/2021

MPF De Curitiba Escondeu Cargo De Embaixadora Para Não Perder Foro Contra Lula

Celeste Silveira 22 de março de 2021

Procuradores do Ministério Público Federal queriam usar o depoimento de uma embaixadora sueca para enquadrar Lula no crime de tráfico internacional de influência. 

Como pessoas que atuam em cargo diplomático têm prerrogativa de foro, o grupo de Curitiba tentou “minimizar” o posto ocupado pela testemunha. A informação integra novo laudo enviado pela defesa do ex-presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal.

De acordo com as conversas, os procuradores queriam denunciar Lula por tráfico de influência e corrupção no caso da compra de nove caças suecos. Para isso, precisavam achar algum servidor público que teria sido “corrompido” pelo petista.

O caso era considerado fraco pelos procuradores, mas eles encontraram uma embaixadora sueca para ser arrolada como testemunha. Por causa do foro, Athayde Ribeiro Costa disse em 10 de agosto de 2016 que que dava para “alterar [o cargo]” da embaixadora.

Jerusa, provavelmente a procuradora Jerusa Burmann Viecelli, concorda e ajuda com a empreitada. “Tirei a foto da embaixadora e a referência ao cargo no texto. Paulo [Galvão], dá uma olhada?”

O tráfico de influência pune, com pena de dois a cinco anos e multa, a corrupção de funcionários estrangeiros por brasileiros.

Caso fraco
O caso dos caças sempre foi considerado fraco pelos integrantes do MPF de Curitiba. Como eles queriam pegar Lula mesmo assim, resolveram ouvir até Antonio Palocci, mesmo depois das oitivas de todas as testemunhas de acusação e defesa.

O processo dos caças começou no Paraná. Como se tornou “difícil” — nas palavras do procurador Paulo Galvão — fixar a competência da 13ª Vara Federal de Curitiba, o caso foi para Brasília.

Curitiba sugeriu aos colegas do Distrito Federal que Palocci, delator de plantão do MPF, fosse ouvido de forma extemporânea, já que a oitiva das demais testemunhas já havia ocorrido.

Conforme mostrou a ConJur em 1º de março deste ano, o MPF não via “nada de anormal” na compra dos caças suecos. O ex-presidente acabou virando réu mesmo assim.

Dois meses antes da apresentação da denúncia formal pelo MPF do Distrito Federal, o assunto foi abordado pelo procurador identificado como “Orlando SP”, provavelmente Orlando Martello, que atuava no Paraná.

Orlando comenta que as investigações apontaram não haver “nada de anormal” na opção pelos caças suecos, mostrando que “a questão foi vista mais como uma opção política justificável”.

21 Sep 16
• “12:56:41 Orlando SP Sobre os caças. Nada de anormal na escolha. Tinha escolha normal, mas dentro da aeronáutica a questão foi vista mais como uma opção política, justificável em razão de transferência de tecnologia. Não correu boato sobre a escolha. Houve um upgrade no equipamento, depois de fechado o contrato, no valor aproximado de 1 bi. O detalhe é que uma empresa brasileira do RS foi contratada para auxiliar na implementação dos programas, transferência de tecnologia etc., mas o boato aí é que tinha favorecimento para filho de brigadeiro. A questão, entretanto, foi investigada pelo MP(F) e arquivaram a questão”.

*Do Conjur

CONTINUA

Lava Jato Escondeu Autos Que Basearam Prisão Um Ano Depois Da Investigação

Celeste Silveira 22 de março de 2021 

O juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba tinha escondido um outro processo, além daquele contendo escutas entre advogados e clientes, no qual constava a fundamentação de um pedido de prisão contra um ex-executivo da Odebrecht.

A mesma fundamentação foi reaproveitada, um ano depois, para justificar o cumprimento de medidas cautelares contra o réu. O que o juiz federal Luiz Antonio Bonat escondeu, portanto, era que não havia qualquer urgência no pedido de prisão preventiva.

Em artigo publicado pela ConJur, o advogado Gustavo Badaró, responsável pela defesa de Maurício Ferro, explica que as interceptações telefônicas que levaram à análise das conversas entre defendidos e defensores foram autorizadas em 9 de julho de 2018 e prorrogadas uma única vez em agosto. Depois disso, por ter constatado que foi grampeada interação entre advogado e cliente, o então juiz Sergio Moro determinou que o material fosse destruído.

No entanto, os autos desse procedimento que levou à escuta não foram juntados à ação principal. Mesmo assim, em 9 de abril de 2019, o delegado da Polícia Federal Filipe Hille Pace pediu à 13ª Vara de Curitiba que compartilhasse as conversas telefônicas interceptadas, no que foi atendido em 2 de maio pelo juiz Luiz Antonio Bonat.

Nessa nova investigação policial, que recebeu acesso aos diálogos, também não foi registrado o pedido do delegado, nem a autorização do juiz. “Se ao menos um ofício houvesse”, destaca Badaró, “a defesa poderia descobrir a existência dos autos secretos”.

Quando, em setembro de 2019, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar o caso e determinou a remessa dos autos para o Distrito Federal, o processo “invisível” não foi compartilhado.

Badaró só ficou sabendo da existência desse procedimento quando os advogados do ex-presidente Lula compartilharam com o STF mensagens trocadas entre os procuradores que citavam o número do processo “invisível”. Ele, então, pediu acesso aos autos, o que foi acatado por Bonat em 17 de março.

A partir do acesso a esse processo, o advogado descobriu um outro procedimento que também não foi compartilhado com as defesas, que constituía em fundamentação para prisão, busca e apreensão e bloqueio de bens contra Maurício Ferro. O desdobramento não foi juntado aos autos e também não foi enviado para a Seção Judiciária do DF.

Esse novo processo secreto trata de decretação de prisão temporária, busca e apreensão e sequestro de bens contra Ferro, determinada em 29 de junho de 2018. A ordem acabou não sendo cumprida, em primeiro lugar porque o ministro Dias Toffoli, do STF, atendendo à solicitação de um corréu em reclamação em setembro de 2018, suspendeu o andamento da ação penal para apreciar possível competência da Justiça Eleitoral.

Depois que essa liminar caiu, a ordem de prisão deixou de ser cumprida mais uma vez, por causa de uma outra liminar que determinou a suspensão de tramitação de todas as investigações criminais baseadas em relatórios do Coaf.

Depois de tudo isso, a fim de “evitar qualquer tumulto à análise e execução das medidas requeridas”, o Ministério Público afirmou, em 31 de julho de 2019, que apresentaria “em autos apartados novo requerimento de prisões, buscas e apreensões e bloqueio de bens, instruído unicamente com os elementos de prova que foram obtidos de forma absolutamente independente do RIF (Relatório de Inteligência Financeira do Coaf)”.

O problema é que, ao não juntar os autos de 2018 ao processo, sua existência ficou ocultada da defesa. Apesar disso, foram extraídas cópias e determinado o início de um novo procedimento, sobre os mesmos fatos, mais de um ano depois.

Se a defesa soubesse dos procedimentos anteriores, poderia atacar a ausência de contemporaneidade que justificasse a prisão temporária, posteriormente convertida em preventiva. Mas não foi o que aconteceu: Ferro foi preso em agosto de 2019, com base em investigações de mais de um ano antes, e só foi solto um mês depois, por outro motivo (a declaração de incompetência da 13ª Vara).

A justificativa de Bonat para não ter compartilhado os processos foi a existência de processos em excesso envolvendo as investigações da “lava jato”: “Importante observar, nesse ponto, que as declinações de ações penais relacionadas à assim denominada Operação Lava Jato, comuns nos últimos tempos, envolvem, via de regra, atividade garimpeira e hercúlea devido à enorme quantidade de processos que possuem algum liame, muitas vezes tênue, com tais ações penais”.

Segundo o advogado, só o juiz tinha acesso aos autos secretos. “Sergio Moro, nem Luiz Antonio Bonat, lembraram de vincula-lo à ação penal principal. Bonat também esqueceu de enviar os autos para a Seção Judiciária do Distrito Federal. Nesse ponto, pelo menos, Moro não esqueceu de avisar os Procuradores da República que tinha algo estranho nos diálogos. Para isso, sua memória funcionava bem!”.

Cai uma narrativa
Os procuradores que integravam a força-tarefa da “lava jato” repisam, em sucessivas notas envidas à ConJur, a impossibilidade de garantir a autenticidade do material apreendido com o hacker Walter Delgatti, com base no fato de que as conversas podem ter sido manipuladas — apesar de perícia da própria Polícia Federal atestando sua integridade.

Para Badaró, a existência do processo secreto com a escuta derruba essa narrativa. “O número de identificação desses autos era conhecido, até a semana passada, somente pela Autoridade Policial, o Juiz Federal e os Procuradores da força-tarefa da “lava jato”. Mas foram mencionados nos diálogos do aplicativo Telegram”, narra o advogado.

A única explicação para isso, aponta, é admitir que os diálogos são autênticos. “Creio que não seria plausível uma hipótese explanatória como: um hacker com poderes mediúnicos sabia o número de um procedimento secreto e o conteúdo de diálogos nele contidos, invadiu o telefone de um Procurador da República e falsamente inseriu tais dados nos diálogos de Telegram com Procuradores da República.”

*Do Conjur

Fonte: https://antropofagista.com.br/

terça-feira, 19 de novembro de 2019

PGR pede para revogar decisão que paralisou investigação contra Flávio Bolsonaro


PGR pede para revogar decisão que paralisou investigação contra Flávio Bolsonaro

3 hours ago Política 19/11/2019

 

Augusto Aras, Procurador geral da República, pede em ofício aos Ministros do Supremo Tribunal Federal, posicionamento para julgamento do caso COAF.

O Procurador-geral da República, Augusto Aras, enviou  manifestação ao STF, para que seja revogada liminar do presidente da da Corte, Dias Toffoli, que paralisou investigações contra Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz, o que acabou por paralisar vários inquéritos em todo país.

Após apresentar seus argumentos, Aras pede que a liminar que beneficiou Flávio Bolsonaro, seja revogada. 

A decisão liminar de Dias Toffoli suspendeu investigações que tenham como base dados compartilhados por órgãos como o Coaf e a Receita Federal sem autorização prévia da Justiça. 
O STF deve julgar a decisão, na manhã dessa quarta-feira (20).

“A decisão proferida pelo ministro Dias Toffoli no dia 15/7/2018 deve ser revogada, de modo a que o julgamento que se aproxima recaia exclusivamente sobre tema original deste RE (Recurso Extraordinário)”, diz  Aras.

Aras acrescenta que:

“Tais órgãos de persecução penal não têm acesso à integralidade dos dados fiscais e bancários dos contribuintes, mas, apenas, àqueles dados específicos cujo repasse se faça necessário a atingir os fins legais, no caso, a possibilitar que o Estado atue na prevenção e repressão de ilícitos penais.”

Com informações do O Globo

CONTINUA

Mulher presa em avião que levava 30 kg de pasta base de cocaína é bolsonarista e cidadã de bem

1 min ago Política 19/11/2019

 Foto: Reprodução Facebook/ Diário do Centro do Mundo

A notícia saiu no jornal O Liberal, de Americana, interior de São Paulo:

O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) decretou nesta segunda-feira (18) a prisão preventiva de Janaína de Dominicis da Silva, presa no último domingo em um avião carregado com cerca de 30 kg de pasta base de cocaína que fez um pouso forçado em Elias Fausto.

De acordo com o boletim de ocorrência, a aeronave saiu do aeroporto municipal de Americana no último sábado em direção a Santa Catarina e retornaria para a cidade [de Americana] quando parou em Elias Fausto.

A mulher, de 46 anos, foi detida em flagrante no interior do avião e negou saber da presença do entorpecente.

Ela passou por audiência de custódia no fórum de Monte Mor e o flagrante foi convertido em preventiva (prisão sem prazo para acabar). 

A reportagem entrou em contato com o advogado da indiciada nesta segunda. 

Ele disse que retornaria o contato com um posicionamento, o que não ocorreu até a publicação desta reportagem.

Segundo o delegado da Dise de Americana, Luis Carlos Gazarini, a droga encontrada no mercado brasileiro vale em torno de R$ 600 mil e na Europa pode chegar a R$ 2,4 milhões. 

No site da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) o avião de pequeno porte está com a documentação em ordem e apto para voar. 
(…)
Há cerca de um mês e meio, o piloto pousou no aeroporto porque necessitava de um reparo depois que houve uma pane na estrutura, de acordo com a proprietário da oficina que atendeu o caso. 

A mulher, que pediu para não ser identificada, afirma que o próprio piloto pediu para ela um lugar para que pudesse guardar o avião por alguns dias.

Ela então conversou com o dono de um hangar e conseguiu que ele a mantivesse lá. 

No último sábado, um homem e uma mulher chegaram no aeroporto dizendo que retirariam a aeronave para irem até a praia de Porto Belo, em Santa Catarina, ainda segundo a proprietária da oficina

A aeronave caiu na área de uma fazenda de Elias Fausto. 

O proprietário acionou a Guarda Municipal, que realizou a prisão da mulher. 

Janaína é natural de São Roque e possui habilitação para voar. 

A Dise de Piracicaba apura o envolvimento de um outro homem, que seria o piloto. 
(…)
Janaína é bolsonarista e cidadã de bem, como deixava claro em suas redes.
Com informações do Diário do Centro do Mundo
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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Governo Bolsonaro avalia mudar Constituição para congelar salário mínimo


Governo Bolsonaro avalia mudar Constituição para congelar salário mínimo

5 hours ago Economia 17/09/2019


O "mito'' vai congelar seu salário


Congelamento do valor dos salários seria de até dois anos e em situações de “aperto fiscal”
O Ministério da Economia, de Paulo Guedes, analisa retirar da Constituição a obrigatoriedade de que o valor do salário mínimo seja corrigido pela inflação, para então autorizar o seu congelamento provisório em situações de “aperto fiscal”. 

Uma das hipóteses é que o valor fique travado por dois anos. Proposta atualmente está em tramitação no Congresso.

 Informação foi confirmada nesta segunda-feira (16) por Bernardo Caram, da Folha de S.Paulo.

O salário mínimo já não tem mais a obrigatoriedade de ser reajustado acima da inflação, pois tal regra caiu esse ano no governo Bolsonaro. 

Agora, a nova mudança iria além, permitindo o congelamento do valor, sem reposição da inflação. 

No entanto, a Constituição define que o salário mínimo deve ter reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo.

A teoria de Paulo Guedes é que, como o governo tem gastos atrelados ao salário mínimo, como as aposentadorias, a medida traria alívio ao Orçamento em situações de “aperto fiscal”.

A medida será incluída na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que altera regras fiscais e tem autoria do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ). 

O texto atualmente está na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara e é debatido por um grupo de parlamentares, representantes do Ministério da Economia e técnicos de Orçamento no Congresso.


CONTINUA

Vizinho de Bolsonaro, PM que matou Marielle é chefe da milícia em área onde Queiroz se escondeu

1 day ago Denúncias 17/09/2019

De acordo com a Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MP-RJ, Lessa foi chefe de milícia na comunidade Rio das Pedras, mesmo local onde Queiroz se escondeu antes de vir a São Paulo O sargento de reserva da Polícia Militar e vizinho de Jair Bolsonaro no condomínio Vivendas da Barra,

De acordo com a Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MP-RJ, Lessa foi chefe de milícia na comunidade Rio das Pedras, mesmo local onde Queiroz se escondeu antes de vir a São Paulo

O sargento de reserva da Polícia Militar e vizinho de Jair Bolsonaro no condomínio Vivendas da Barra, no Rio de Janeiro, Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, é chefe de milícia na comunidade Rio das Pedras e da Gardênia do Sul, ambas na zona oeste carioca.

 A favela do Rio das Pedras é o mesmo local que o ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, se escondeu antes de vir a São Paulo, em dezembro de 2018, para tratar um câncer no Hospital Albert Einstein. 

As informações são de Flávio Costa e Sérgio Ramalho, no portal Uol, nesta segunda-feira (16).

Rio das Pedras é a segunda maior favela do Rio de Janeiro e é totalmente dominada pela milícia mais antiga da cidade. 

Investigações da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MP-RJ (Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro) também chegaram à informação de que, além de chefe de milícia, Lessa foi dono de um bingo clandestino na Barra da Tijuca e planejava, antes de ser preso, expandir seu negócio de distribuição de água para áreas dominadas por traficantes de drogas do Rio.

Presos em 12 de março, Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, ex-PM que também estava envolvido no caso, foram transferidos para uma prisão federal em Porto Velho, Rondônia, no final de junho. Vizinho de Jair Bolsonaro no condomínio Vivendas da Barra, no Rio de Janeiro, o sargento reformado usava o Certificado de Registro (CR), documento concedido pelo Sistema de Fiscalização de Produtos Controlados (SFPC) do Exército, para facilitar a importação de armas.

Investigações interrompidas

Em julho deste ano, o ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, suspendeu a investigação referente ao assassinato da vereadora do Rio, Marielle Franco (PSOL). 

Decisão de Toffoli atinge temporariamente todos os inquéritos do país que, a seu ver, são embasados em relatórios de inteligência financeira feitos com informações obtidas sem autorização judicial. 

Ou seja, informações compartilhadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e pelo Fisco sem autorização da Justiça.

A decisão de Toffoli de suspender os inquéritos beneficia diretamente o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), pois o Coaf, que agora se chama “Unidade de Inteligência Financeira”, havia identificado uma movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta de Fabrício Queiroz, ex-motorista e ex-assessor do parlamentar quando ele ocupava um cargo na Assembleia Legislativa do Rio.



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terça-feira, 20 de agosto de 2019

“OPORTUNISTA MAL INTENCIONADO”, DIZ FOLHA CONTRA BOLSONARO EM EDITORIAL; CONFIRA!


“OPORTUNISTA MAL INTENCIONADO”, DIZ FOLHA CONTRA BOLSONARO EM EDITORIAL; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 20 de agosto de 2019

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O editorial do jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (20) condena as últimas movimentações de Jair Bolsonaro para impedir investigações.

“Já os oportunistas mal intencionados, em busca de blindagem contra investigações, se aproveitam da onda de questionamento às organizações de controle para tentar atingi-las no seu âmago”, .

“É o que faz Jair Bolsonaro (PSL) ao atropelar etapas hierárquicas e meter-se em movimentações de cargos de chefia na PF, na Receita e no Coaf. 

Fica patente o ânimo de punir servidores cujo trabalho causou constrangimento a familiares do presidente da República.”

har-se ante a tal capricho do mandatário equivaleria a retroceder ao tempo das cavernas da organização política. 

Fazem bem os comandos das corporações ao ameaçarem um movimento de demissão coletiva caso a sandice prospere.”

“Ainda assim, o rolo compressor dos expurgos presidenciais esmagou um servidor nesta segunda (19), com a substituição do número dois do fisco federal, João Paulo Ramos Fachada. 

O descomedimento do chefe de Estado é tamanho que cabe indagar, inclusive à Justiça, se não há desvio de finalidade do mandatário nas intervenções.”

“Se não recuar do modo de choque com a institucionalidade, Jair Bolsonaro terá de ser contido por ela.”

CONTINUA


ANTAGONISTA PREVÊ LULA LIVRE NA PRÓXIMA SEMANA, MAS FAZ TERRORISMO

Escrito por Portal Click Política 20 de agosto de 2019

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A liberdade do ex-presidente Lula já é pressentida até pelo site que foi montado para ser porta-voz da Operação Lava Jato no Brasil. “Lula está preso há 500 dias. 

Apesar de ter comandado o maior esquema de propinas de todos os tempos, ele pode ser solto e inocentado na semana que vem. 

Se isso ocorrer, o Brasil vai virar uma Venezuela”, noticiou o Antagonista.

O terrorismo da nota, no entanto, é absolutamente descabido. 

Os maiores juristas do Brasil e do mundo apontam Lula como preso político e vítima da maior farsa jurídica já montada na história do Brasil.

Leia abaixo reportagem da Forum sobre ação proposta pelo PSB para anular a fraude contra Lula:

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) protocolou junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), na última sexta-feira (16), um pedido para que seja declarada a nulidade da condenação do ex-presidente Lula. 

Trata-se de uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) que, se aceita, poderá beneficiar outros presos, além de Lula, condenados em segunda instância.

Nove advogados de três estados e do Distrito Federal, a pedido do PSB, elaboraram a peça, que pede a suspensão das decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que alteraram a pena estabelecida para Lula em primeira instância mas não anularam sua condenação.

 Eles argumentam que os tribuanais foram balizadas em um princípio inconstitucional conhecido como “pas de nullité sans grief”, que não leva em consideração inúmeros erros que as próprias autoridades do Poder Judiciário cometeram no curso dos processos judiciais.

De acordo com os advogados que protocolaram a ação do PSB, os atos praticados no processo do triplex do Guarujá que levou Lula à prisão violaram a Constuição e também acordos firmados pelo Estado brasileiro no âmbito da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). 

A peça abrange ainda outras condenações confirmadas em segunda instância que passaram por situações semelhantes.



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