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quinta-feira, 16 de maio de 2019

BOLSONARO SE DESESPERA: VENHAM PRA CIMA, NÃO VÃO ME PEGAR


BOLSONARO SE DESESPERA: VENHAM PRA CIMA, NÃO VÃO ME PEGAR

Escrito por Portal Click Política 16 de maio de 2019

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Um dia após uma mobilização histórica em defesa da educação, realizada em todos os estados brasileiros nesta quinta-feira 16 e levando cerca de 2 milhões de pessoas às ruas, o presidente Jair Bolsonaro voltou a desafiar a Justiça e o povo brasileiro, afirmando que as investigações contra ele e sua família são feitas para atingi-lo. 

Mais cedo, ele já havia dito que o inquérito do Ministério Público do Rio de Janeiro busca “esculachar” seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

“Façam justiça! Querem me atingir? Venham pra cima de mim! Querem quebrar meu sigilo, eu sei que tem que ter um fato, mas eu abro o meu sigilo. Não vão me pegar”, afirmou. 

Em seguida, classificou como “ilegais” as decisões do MP, que segundo ele, quebrou de forma irregular o sigilo de seu filho.

“É a jogadinha, quebraram o sigilo bancário dele [Flávio] desde o ano passado e agora, para dar um verniz de legalidade, quebraram oficialmente o sigilo dele. 

Mais, se eu não me engano, 93 pessoas […] O objetivo, querem me atingir? Quebrou o sigilo bancário desde o ano passado. Isso aí é ilegalidade. 

O que diz a jurisprudência? Eu não sou advogado, nulidade de processo. 

Fizeram aquilo pra prejudicar”.

Ele voltou a insinuar perseguição do órgão investigativo e da imprensa. 

“Desde o começo do meu mandato o pessoal está atrás de mim o tempo todo, usando a minha família”, disse. 

“Por que isso? Eu me pergunto, por que isso? Qual a intenção disso? 93 pessoas? Eu não quero acusar outras pessoas de nada não, mas está escandaloso esse negócio, 
tá escandaloso”, disparou.

CONINUA

CAPACHO, BOLSONARO DIZ ‘ESTADOS UNIDOS ACIMA DE TUDO’ E PROVOCA INDIGNAÇÃO


Escrito por Portal Click Política 16 de maio de 2019

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Imagem do Google

Discurso na cerimônia de entrega do prêmio oferecido pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, em Dallas, no Texas, teve o bordão de seu governo refeito para incluir os Estados Unidos – 

“Brasil e Estados unidos acima de tudo” -, 

gerando revolta nas redes sociais; o presidente brasileiro também voltou a bater continência à bandeira americana



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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Lula é acusado de crime que “ia cometer” mas não ”cometeu”

Lula é acusado de crime que “ia cometer”             mas não ”cometeu”
 Brasil, Belo Horizonte, MG. 28/08/2015. O ex-presidente Luiz In·cio Lula da Silva (PT) participa do 12∫ Congresso Estadual da Central ⁄nica dos Trabalhadores (CUT), na casa de espet·culos Chevrolet Hall, em Belo Horizonte. - CrÈdito:DOUG PATRÕCIO/BRAZIL PHOTO PRESS/AE/CÛdigo imagem:190718

Brasil, Belo Horizonte, MG. 28/08/2015. O ex-presidente Luiz In·cio Lula da Silva (PT) participa do 12∫ Congresso Estadual da Central ⁄nica dos Trabalhadores (CUT), na casa de espet·culos Chevrolet Hall, em Belo Horizonte. - CrÈdito:DOUG PATRÕCIO/BRAZIL PHOTO PRESS/AE/CÛdigo imagem:190718

POSTED BY: ADMIN DECEMBER 22, 2016

Lava Jato supera Kafka e Minority Report: acusa Lula por não receber terreno
A Lava Jato abriu um processo contra Lula por ele não ter recebido um terreno, que segundo a operação, seria destinado ao Instituto Lula. A Lava Jato reconhece, porque é impossível não reconhecer, que o terreno não é nem nunca foi do Instituto Lula ou de Lula. 

É o grau de loucura que a Lava Jato chegou na sua perseguição contra o ex-presidente.

o invés de investigar e apresentar denúncias sobre delitos reais, e após fechar acordos que tiraram da cadeia pessoas que receberam dezenas de milhões em desvios da Petrobras, persegue delitos que só existem na imaginação de Power Point de alguns promotores, e ficam atribuindo imóveis que não são de Lula para o ex-presidente. 

E o juiz Sérgio Moro aceita uma denúncia absurda dessas em poucos dias, porque o importante é gerar manchete de jornal e impedir Lula de ser candidato em 2018. Abaixo, nota enviada para a Folha de S. Paulo:

“Não comentamos supostas delações. Delações não são prova, quanto mais supostas delações. O ex-presidente não solicitou nenhuma vantagem indevida e sempre agiu dentro da lei. 

O terreno nunca foi do Instituto Lula e tampouco foi colocado à sua disposição. O imóvel pertence a empresa particular que lá constrói uma revenda de automóveis. 

Tem dono e uso conhecido. Ou seja, a Lava Jato acusa como se fosse vantagem particular de Lula um terreno que ele nunca recebeu, nem o Instituto — que não é propriedade de Lula, nem pode ser tratado como tal, porque o Instituto Lula tem uma personalidade jurídica própria. 

Todas as doações feitas ao Instituto Lula estão devidamente registradas e foram feitas dentro da lei.”



quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

PERSEGUIÇÃO DO MP AO EX-PRESIDENTE LULA ESTÁ SE TORNANDO CHATA, UM DESVIO MORAL

Quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
PERSEGUIÇÃO DO MP AO EX-PRESIDENTE LULA ESTÁ SE TORNANDO CHATA, UM DESVIO MORAL
 

A todo instante, o Ministério Público vem tentando encontrar uma brecha para justificar a perseguição insana ao ex-presidente Lula.

Não existe uma só pessoa sensata que não esteja ciente dessa atitude criminosa da Lava Jato que foi criada apenas para destruir o PT e o Brasil sob o comando do PSDB.

Se a Lava Jato fosse uma investigação séria, já teria prendido políticos do PSDB, no entanto, ignoram todas as denúncias, todas as delações que tanto estimulam. 

Somente aqueles que se recusam em admitir terem sido utilizados como massa de manobra para o Golpe de Estado, ainda defendem essa quadrilha que se acha intocável, superiores aos conceitos jurídicos.

Eles ficam futucando e inventando relações nas delações premiadas para de alguma maneira espúria envolver Lula ou pelo menos um dos seus familiares. Nada é investigado de verdade, passam por cima dos ritos jurídicos, dos procedimentos legais.

No momento em que Lula se torna reconhecidamente um grande estadista e herói mundial, que é o mais querido do povo brasileiro, inventam imóveis milionários, supostamente adquiridos como favorecimentos ou propinas. 

Nada eles provam e nada que é citado existe como fato real, apenas convicções de quem quer encontrar pelo em ovo.

Está na hora do Ministério Público deixar de envergonhar o Brasil e deixar Lula em paz. 

Investigar o senhor Aécio Neves, o senhor Fernando Henrique (FHC), o senhor Henrique Meireles... Se ficarmos citando nominalmente cada um dos verdadeiros corruptos do PSDB o artigo seria imenso, ficaria tão chato quanto essa perseguição abstrata que o MP se empenha em conduzir contra Lula numa clara decisão em se desviar moralmente.

A operação Lava Jato poderia ser mais honesta e trocar de nome para “Caça Lula”. Ninguém aguenta tanta hipocrisia.

Postado por Farias Junior às 20:32 




quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Lawfare | Justificando Entrevista Cristiano Zanin Martins

Lawfare | Justificando Entrevista Cristiano Zanin Martins
 Publicado em 17 de nov Atualizado em 15/12 de 2016

O Justificando Entrevista dessa semana conversou com Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente Lula. Zanin apresentou as acusações, sob a perspectiva do conceito de Lawfare, que tem sido utilizado pela defesa do ex-presidente e reforçado por professores de direito de Harvard. 

"Lawfare é uma palavra inglesa que representa o uso indevido dos recursos jurídicos para fins de perseguição política", diz. Neste sentido, o advogado argumenta que a lei é utilizada como uma espécie de "arma de guerra", o que permite o uso de um instrumento jurídico com afeição política.

Segundo Zanin, isso fica evidente com as arbitrariedades que Lula vem sofrendo ao longo de seu processo, como a condução coercitiva sem previsão legal a que ele foi submetido em março, ou a apresentação de uma denúncia criminal em rede nacional, com a elaboração de um Power Point repleto de adjetivações.

Outra grave afronta a Constituição Federal foi o vazamento de áudio de conversas privadas entre Lula e a ex-presidenta Dilma Rousseff. 

A defesa aponta que nunca houve um procedente em outro país em que o juiz tenha feito uma interceptação entre cliente e advogado, e posteriormente divulgado na imprensa, quando a lei é clara quanto ao sigilo desse tipo de informação em processo penal. "O juiz Sergio Mouro perdeu a imparcialidade para julgar o ex-presidente Lula. E, ao não reconhecer essa imparcialidade e insistir no julgamento ele corre em uma violação".

"Uma característica fundamental do Lawfare é o uso de acusações frívolas, ou seja, acusações sem provas, sem materialidade. Associado a isso o uso da imprensa trata o assunto como se ele estivesse respaldado por provas", explica. Para Zanin, a forma de combater esse fenômeno é mostrando, de um lado, a defesa cabível, provando que as acusações são sem precedentes, e por outro lado apresentar para a opinião pública que essas acusações não tem respaldo jurídico, e sim para fim político.

Recentemente, o advogado esteve em Harvard com professores de direito, que estudaram o caso de Lula e concluíra, que se tratava de perseguição política. Inclusive, o antropólogo Jhon Comaroff afirmou em entrevista para a Folha de São Paulo, que "a operação Lava Jato viola a lei para criar presunção de culpa do ex-presidente Lula". 

O caso foi levado à ONU por um advogado britânico e australiano Geoffrey Robertson, que esteve no Brasil e acompanhou o trabalho feito pela defesa de Lula. Como resultado, recentemente, a ONU pediu explicações ao governo brasileiro sobre a operação Lava Jato.

Lula é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de ter comprado um apartamento no Guarujá com verba de corrupção oriunda de Petrobrás. Além disso, existe uma denuncia de que ele teria influenciado o BNDS a conceder linhas de crédito para a Odebrecht que somam R$ 7 bilhões, um plano de saúde para o irmão e o pagamento de duas palestras que ele efetivamente fez em Angola.

"Não há qualquer base fática para essa acusação, nós pedimos para o juiz fazer uma prova pericial se algum valor da Petrobras foi destinado ao Lula, e o juiz negou a realização dessa prova", diz Zanin.

Prof. de Harvard fala sobre a ‘presunção de culpa’ da justiça contra Lula




sábado, 20 de agosto de 2016

E agora Moro? Tríplex de Guarujá e sítio de Atibaia não são de Lula

E agora Moro? Tríplex de Guarujá e sítio de Atibaia não são de Lula
Friday, 19 August 2016 10:13    font  size
triplex sitio

Em uma só semana, caem por terra dois pilares da seletividade e da perseguição política, policial e judicial contra o ex-presidente Lula e sua família. A Polícia Federal, ao concluir o relatório das investigações sobre o tríplex do Guarujá (SP), não indiciou Lula e seus familiares. A informação foi divulgada no fim da tarde de ontem pelo juiz Sérgio Moro e é a comprovação do que Lula sempre afirmou desde o início das investigações: ele nunca foi dono do apartamento.
De forma semelhante, a PF, ao tomar o depoimento do empresário Fernando Bittar na última quarta-feira (17), ouviu a declaração de que ele é o real proprietário do sítio em Atibaia (SP), outro imóvel que é foco de investigação contra o ex-presidente. Bittar afirmou ter adquirido a propriedade com recursos doados por seu pai e disse que fez reformas no local para conviver com a família do ex-presidente e para receber parte do acervo presidencial.
Sobre o tríplex, a Polícia Federal – ao concluir a fase “Triplo X” da Operação Lava Jato, decidiu indiciar a publicitária Nelci Warken, que admitiu ser a verdadeira dona de um tríplex no Condomínio Solaris, no Guarujá, além de funcionários da Mossack Fonseca no Brasil. Além de Nelci, são arroladas Maria Mercedes Riaño (chefe do escritório da Mossack no Brasil), Luis Fernando Hernandez, Rodrigo Andrés Cuesta Hernandez, Ricardo Honório Neto e Renata Pereira Britto, que trabalhavam para a Mossack. Também é indiciado o empresário Ademir Auada, que intermediava negócios para a Mossack.
Sítio de Atibaia – O empresário Fernando Bittar – que é sócio de Fábio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente – contou ainda em seu depoimento à PF – que a ideia de comprar o sítio surgiu numa reunião familiar entre ele, seus irmãos e o pai, Jacó Bittar – ex-prefeito petista de Campinas, amigo de Lula desde a década de 1970. A ideia era que eles pudessem se reunir e receber os amigos. O ex-presidente Lula, por sua vez, nunca escondeu que frequenta o sítio, que é de propriedade de amigos.
No mesmo dia do depoimento de Bittar, os advogados do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira, emitiram nota à imprensa na qual afirmam que, com relação a outro depoimento (desta vez, prestado pelo empresário José Carlos Bumlai à Polícia Federal), a Operação Lava Jato “não pode ter qualquer dúvida” sobre a propriedade do Sítio de Atibaia.
Segundo a defesa, “desde março, os investigadores dispõem de farta documentação fornecida pelos proprietários — Fernando Bittar e Jonas Suassuna — comprovando, dentre outras coisas, que eles adquiriram a propriedade com recursos próprios e pagaram com recursos próprios manutenção e reformas no local”. “A prova sobre a propriedade de um imóvel é documental, e já foi feita pelos donos do sítio”, pontuam.

PT na Câmara com agências