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quinta-feira, 1 de julho de 2021

CPI apreende celular de Domiguetti e Flávio Bolsonaro se desespera

SUED E POSPERIDADE

01/07/2021

CPI apreende celular de Domiguetti e Flávio Bolsonaro se desespera

01/07/2021

Foi interessante notar a reação do Senador Flávio Bolsonaro, quando os senadores pediram a apreensão do celular do “delator” na CPI da Pandemia,  Luiz Paulo Dominguetti, Flávio Bolsonaro ficou inconformado, por que será?

Enquanto senadores da CPI da Pandemia pediam a apreensão do celular de Dominguetti para perícia, Flávio Bolsonaro teve uma reação inusitada de reprovação.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), seguiu o despacho da senadora Miriam Tebet (MDB-MS) e determinou a apreensão do aparelho e a realização de uma perícia sobre os áudios comprovando que o deputado Luís Miranda (DEM-DF) estaria envolvido no esquema de propinas pelas vacinas no Ministério da Saúde.

Logo após mostrar a gravação tentando incriminar Luís Miranda, que denunciou o governo, o deputado reagiu e alegou que os áudios eram editados.

Devido a isso, o Senador Omar Aziz comunicou o fato na CPI.

Miranda afirma que o áudio se trata de uma negociação de luvas para os EUA, de um áudio de outubro de 2020 e não negociação de vacinas.

Ao apreenderem o celular do PM, Flávio Bolsonaro demonstrou nervosismo..

A pergunta é Por quê?

Senadores alegam que Dominguetti, foi plantado pelo governo, para tentar acusar municípios na corrupção das vacinas.

CONTINUA

STF investigará quadrilha de fake news que conta com Flávio e Carlos Bolsonaro

01/07/2021

Mais um cerco ao clã Bolsonaro vai se formando, dessa vez em inquérito das fake news, sustentáculo político do bolsonarismo. Alexandre de Moraes determinou a abertura de investigação e nelas estão inclusos o vereador Carlos Bolsonaro e o Senador Flávio Bolsonaro, veja detalhes:

Ministro do STF, Alexandre de Moraes, impôs nessa quinta-feira (01) mais um cerco ao clã Bolsonaro, dessa vez, no entanto, no inquérito das fake news.

Moraes determinou a abertura de um novo inquérito com o objetivo de apurar a existência de uma organização criminosa dedicada a propagar notícias falsas pelos meios digitais.

O inquérito inclui tanto Flávio Bolsonaro (Patriotas-RJ), como Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) no inquérito, como integrantes da quadrilha/organização criminosa.

O novo inquérito se dá após recomendação da Procuradoria Geral da República (PGR) recomendar o arquivamento de inquéritos dos atos antidemocráticos. Moraes acatou a decisão e agora multiplicou as frentes de investigação.

O novo inquérito, segundo o ministro, vai apurar “a presença de fortes indícios e significativas provas apontando a existência de uma verdadeira organização criminosa, de forte atuação digital e com núcleos de produção, publicação, financiamento e político absolutamente semelhante àqueles identificados no Inquérito 4.781, com a nítida finalidade de atentar contra a Democracia e o Estado de Direito”.

É mais um cerco ao governo Bolsonaro que vai se fechando.

E agora incluem os filhos diretamente na investigação.

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

sábado, 5 de dezembro de 2020

Gabinete Do Ódio, O Ministro Moro Sabia De Tudo E Nada Fez

SUED E PROSPERIDADE

05/12/2020



Gabinete Do Ódio, O Ministro Moro Sabia De Tudo E Nada Fez

Celeste Silveira 5 de dezembro de 2020

Se a contratação de Moro por uma consultoria americana, é um escárnio, a participação passiva no gabinete do ódio do ex-juiz e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública de Bolsonaro, não pode passar em branco.

Aqui não se fala simplesmente de algo que esteja em choque com o plano ético, como no caso da empresa norte-americana, Alvarez & Marsal da qual Moro se tornou sócio e que atua na recuperação fiscal das empreiteiras que a Lava Jato, comandada por Moro, destruiu.

Tanto o Estadão quanto o Globo, que fizeram matéria e editorial sobre o gabinete do ódio, parecem se esquecer de um fato extremamente grave sobre o gabinete do ódio, que é a participação passiva de Moro, enquanto ministro, que tem o mesmo peso dos blogueiros aliados ao governo para fomentar o ódio e até golpe de Estado de dentro do Palácio do Planalto.

Não venham agora dizer que a redação dos jornalões se esqueceu quem era o todo-poderoso ministro da Justiça e Segurança Pública, até porque todas as manifestações, sobretudo a do quartel-general do exército, no forte apache de Brasília, Moro ainda era ministro de Bolsonaro e viu, de alguma forma, as manifestações antidemocráticas com discurso de um pré-golpe, e se calou.

Não adianta simplesmente falar de uma milícia digital que pregava intervenção militar sem citar Moro, porque, além de ministro da Justiça, ele também comandava a pasta da Segurança Pública e, em momento algum, em sua justificativa na saída do governo, Moro citou esse fato. E se tinha o elo do gabinete do ódio com Bolsonaro, naturalmente existia o elo de Bolsonaro com seu ministro Sergio Moro.

Todos sabiam que Carlos Bolsonaro, junto com Eduardo, comandava o gabinete do ódio, só Moro não sabia?

Para piorar, Moro diz que, durante sua gestão no governo Bolsonaro, ouviu dizer que ouvir falar de gente de dentro do Palácio do Planalto, do alto comando do governo, que lá dentro funcionava o comando do gabinete do ódio. Hora nenhuma a mídia cobra o que seria correto Moro ter feito, denunciar o complô contra as instituições democráticas como ministro da Justiça e Segurança Pública, porque, antes de servir o governo Bolsonaro, ele estava ali para servir o país e à democracia brasileira. Portanto, é obrigação do seu cargo.

Então, não tem como a mídia e o STF fingirem que as digitais de Moro não estejam no chamado gabinete do ódio.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Fonte: https://antropofagista.com.br/


               CONTINUA

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terça-feira, 3 de novembro de 2020

Carluxo Posta Foto Curvando-Se Para Os EUA E Vira Chacota Nas Redes: “Cadelinha De Trump”

SUED E PROSPERIDADE

03/11/2020

Carluxo Posta Foto Curvando-Se Para Os EUA E Vira Chacota Nas Redes: “Cadelinha De Trump”

Celeste Silveira 3 de novembro de 2020

Inacreditável! Um gesto absurdamente idiota do vereador Carlos Bolsonaro nesta terça-feira (3) virou mais uma vez piada na redes sociais. 

Ele resolveu postar uma foto ajoelhado, com a legenda “‘MÉRICA” #freedom.

O clã Bolsonaro já deixou claro, em diversas ocasiões, seu apoio à reeleição de Donald Trump.

Internautas não perderam a piada e citaram Carlos como um completo cachorro subordinado aos EUA.

https://twitter.com/JoelPinheiro85/status/1323611160780984320?s=20


*Com informações do 247

CONTINUA

Vídeo: Advogado Nazista De Acusado De Estupro De Mariana Ferrer Já Defendeu Olavo De Carvalho E Sara Winter

Celeste Silveira 3 de novembro de 2020 


O advogado Claudio Gastão da Rosa Filho, fã declarado de Bolsonaro, que defendeu o empresário André de Camargo Aranha acusado de estupro da promoter Mariana Ferrer, já foi responsável pela defesa de Olavo de Carvalho e de Sara Winter, dois nomes máximos para os fascistas que apoiam Bolsonaro.

Isso, em certa medida, responde porque Santa Catarina é o estado onde o nazismo mais se proliferou de forma impressionante nos últimos anos.

O estuprador André Aranha, empresário bem sucedido, foi absolvido pela justiça catarinense por estupro de vulnerável, pois Mariana foi drogada e não tinha condições de se defender.

Mas, segundo a justiça catarinense a vulnerabilidade da vítima não ficou comprovada. Resultado, o empresário estuprador foi absolvido em setembro deste ano por falta de provas.

Depois da repercussão do resultado do caso, que foi compartilhado pelo advogado nazista Claudio Gastão, com as pessoas indignadas, sobretudo com a humilhação mostrada em vídeo que ele protagonizou contra Mariana Ferrer, o covarde defensor de estuprador, fechou seu facebook, mantendo apenas seus amigos.

Gilmar Mendes se posicionou absolutamente indignado com o resultado proferido pelo juiz de Santa Catarina e com o promotor que inventou o “estupro culposo” , o que não existe e gerou grande indignação nas redes sociais e, certamente, esta sentença será anulada.

https://twitter.com/zdoficial/status/1323684811932868612?s=20

https://twitter.com/felipeneto/status/1323678904478015489?s=20


*Da redação

Fonte: https://antropofagista.com.br/

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Sobrinho de Bolsonaro, tem cargo com senador pego com dinheiro nas nádegas

SUED E PROSPERIDADE

15/10/2020

Sobrinho de Bolsonaro, tem cargo com senador pego com dinheiro nas nádegas

15/10/2020

Via Revista Fórum

Ele trabalha como assessor parlamentar de Chico Rodrigues desde 2019, com salário de R$ 22.943,73 mensais

Léo Índio, sobrinho do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ), é assessor parlamentar do vice-líder no Senado, Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado pela PF em Boa Vista (RR) com dinheiro escondido entre as nádegas.

O primo do vereador Carlos 

Bolsonaro (Republicanos-RJ) tem o cargo “SF02”, um dos mais altos do Senado, com salário de R$ 22.943,73 mensais.

Ele é filho de Rosemeire Nantes Braga Rodrigues, irmã de Rogéria Nantes, ex-mulher de Jair Bolsonaro e mãe dos três filhos mais velhos do presidente. 

Rogéria disputa uma vaga na Câmara Municipal do Rio.

Léo Índio e Carlos Bolsonaro

 Léo Índio é muito próximo a Carlos Bolsonaro. 

É visto com frequência nos corredores do Palácio do Planalto, mesmo sem ter cargo por lá.

De acordo com a revista, foram encontrados na casa do senador cerca de R$ 30 mil em dinheiro vivo, e boa parte desse valor estaria escondido na cueca de Rodrigues. 

Ao averiguarem as cédulas nas partes íntimas do senador, os agentes teriam se dado conta de que ele também estaria escondendo dinheiro entre as nádegas. 

A publicação diz ainda que algumas notas estariam, inclusive, sujas de fezes.

CONTINUA

VÍDEO: Bolsonaro diz ter “União estável” com senador pego com dinheiro na cueca

15/10/2020

Enquanto o Brasil comenta o dinheiro entre as nádegas do vice-líder do governo Bolsonaro, vídeos de elogios e homenagens entre Bolsonaro e o senador são revividos na internet. 

Em um dos vídeos, o Senador elogia Bolsonaro o chamando de “exemplo de moralidade”.

Apesar de afirmar que a corrupção “acabou em seu governo”,  Bolsonaro conta agora com um episódio no mínimo tragicômico: O dinheiro nas nádegas do vice-líder do governo.

O Senador que já foi homenageado por Bolsonaro, agora aparece em um vídeo antigo ao lado de Bolsonaro, lhe rendendo elogios e ouvindo de Bolsonaro que os dois já tinha uma quase “união estável”.

De acordo com o senador Chico Rodrigues (DEM-RR), Bolsonaro seria um ”exemplo de moralidade”.

Além disso, o sobrinho de Jair Bolsonaro, Léo Índio trabalha como assessor do senador e ganhando mais de R$ 22 mil mensais.

No vídeo, o senador chama Bolsonaro de “amigo”, bem como falou do “patriotismo” e da “retomada da moralidade”.

Dessa forma, o vídeo claro… viralizou na internet.

Bolsonaro diz ter união estável com o senador pego pela PF com dinheiro nas nádegas. Chico Rodrigues ainda diz sobre a importância de práticas republicanas e de ser exemplo. Com seu exemplo, ele pode se tornar garoto propaganda de papel higiênico desse governo que...

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

PF Intima Carlos E Eduardo Bolsonaro A Depor Sobre Atos Antidemocráticos

SUED E PROSPERIDADE

16/09/2020

PF Intima Carlos E Eduardo Bolsonaro A Depor Sobre Atos Antidemocráticos

 Celeste Silveira 16 de setembro de 2020

Filhos do presidente da República vão prestar depoimento na condição de testemunhas. 

O caso, que tramita sob sigilo no STF, já fechou o cerco sobre deputados, youtubers e influenciadores bolsonaristas.

A Polícia Federal intimou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) a prestar depoimento — na condição de testemunhas — no âmbito do inquérito que investiga a organização e o financiamento de atos antidemocráticos. 

O caso, que tramita sob sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF), já fechou o cerco sobre deputados, youtubers e influenciadores bolsonaristas.

Em junho, o relator do inquérito, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que as investigações da Procuradoria-Geral da República (PGR) apontam a ‘real possibilidade’ de atuação de associação criminosa voltada para a ‘desestabilização do regime democrático’ com o objetivo de obter ganhos econômicos e políticos.

 A observação consta em decisão de quebra de sigilo decretada pelo ministro no inquérito que apura o financiamento de atos antidemocráticos.

“Os indícios apresentados na manifestação apresentada pela Procuradoria-Geral da República confirmam a real possibilidade de existência de uma associação criminosa”, escreveu Moraes, em decisão que autorizou buscas e apreensões contra apoiadores do governo. 

O sigilo bancário de dez deputados e um senador, todos bolsonaristas, já foi quebrado no caso. Carlos e Eduardo não foram alvos dessas medidas.

Moraes é responsável por um outro inquérito, que se debruça sobre ameaças, ofensas e fake news disparadas contra integrantes do STF e seus familiares. 

Como Moraes é relator dos dois processos, um inquérito está subsidiando as investigações do outro.

A reportagem procurou os gabinetes de Carlos e Eduardo Bolsonaro, mas não havia obtido resposta até a publicação deste texto.

Núcleos. A PGR identificou vários núcleos ligados à associação criminosa, sendo eles ‘organizadores e movimentos’, ‘influenciadores digitais e hashtags’, ‘monetização’ e ‘conexão com parlamentares’. 

Na avaliação da Procuradoria, os parlamentares ajudariam na expressão e formulação de mensagens, além de contribuir com sua propagação, visibilidade e financiamento.

“Os frequentes entrelaçamentos dos membros de cada um dos núcleos descritos acima indiciam a potencial existência de uma rede integralmente estruturada de comunicação virtual voltada tanto à sectarização da política quanto à desestabilização do regime democrático para auferir ganhos econômicos diretos e políticos indiretos”, apontou trecho da manifestação da PGR reproduzida por Moraes. 

A Procuradoria destacou a existência de ‘abusos e crimes que precisam ser apurados’ no caso.

*Com informações do Estadão

CONTINUA

Suspeita De Superfaturamento: Laboratório Do Exército Pagou Insumo Da Cloroquina 167% Mais Caro

Celeste Silveira 16 de setembro de 2020

A suspeita da compra superfaturada foi levantada pelo Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, que solicitou a investigação do caso em junho.

O Exército brasileiro comprou de uma empresa mineira insumos importados para a fabricação da cloroquina por um preço 167% mais caro do que a empresa havia vendido dois meses antes.

O laboratório LQFEx do Exército gastou com estes insumos R$ 782,4 mil nessa última compra. 

A suspeita da compra superfaturada foi levantada pelo Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), que solicitou a investigação do caso em junho deste ano.

Em representação enviada naquele mês, o procurador Lucas Furtano mencionou reportagens da Folha de S.Paulo e da Época que indicavam que, em um ano, o preço pago pelo Comando do Exército na matéria-prima utilizada para produzir a cloroquina havia aumentado 6 vezes.

“Embora o possível aumento do custo dos insumos, do transporte e do dólar possa ter influenciado o aumento do preço, ainda assim adquirir o produto por um valor seis vezes maior numa compra sem licitação, a meu ver, representa um forte indício de eventual superfaturamento, situação que merece ser devidamente apurada pelo controle externo da administração pública”, havia levantado Furtado.

Mas uma compra específica, a última, voltou a chamar a atenção: o aumento de 167% no valor em relação à compra anterior, feita dois meses antes, que chegou às mãos do MP-TCU para endossar o caso. 

Reportagem da CNN obteve os documentos da transação, indicando que o Exército somente cobrou explicações da empresa mineira quando a compra havia sido efetivada.

Em março deste ano, a empresa Sul Minas vendeu 300 kg de difosfato de cloroquina, a substância usada para o medicamento sem eficácia contra o coronavírus, por um valor de R$ 488 por quilo, mesmo valor licitado no ano passado. 

Em maio, a empresa vendeu o dobro da quantia do produto, mas por um valor superior: R$ 1.304 por quilo.

Já após a compra, o laboratório do Exército questionou o aumento. 

Em resposta, a justificativa dada pela empresa é que a fabricante e fornecedora do produto, IPCA, aumentou o preço em 300% em março e em 600% em abril, com outros 300% de aumento no frete internacional e variação cambial de 45%.

Segundo o canal, a falta de justificativa para o aumento do preço em um processo de compra pública pode configurar improbidade administrativa do Exército. 

Ainda segundo a CNN, a empresa mineira detinha estoque do produto desde março, antes do aumento dos preços.

*Com informações do GGN

 Fonte: https://antropofagista.com.br/