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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

O Misterioso e Secreto Experimento Filadélfia


O Misterioso e Secreto Experimento Filadélfia

06/11/2015 15:23 Atualizado em 31/10/2018

Alfred Bielek, Ph.D. em física pela Harvard, conhecido como Al Bielek afirma que estava presente no navio USS Eldridge, no Experimento Filadélfia, também tendo tomado parte no Projeto Montauk, o qual teria feito viagens no tempo

Foi o que ele disse em uma palestra na Conferência da MUFON (Mutual UFO Network) em 1990, além de contar que passou 6 semanas no ano de 2137 e 2 anos no ano de 2749. 
A maioria dos eventos que ele disse ter vivenciado estão acontecendo agora, no nosso presente.

A matéria abaixo foi transcrita da entrevista dada por Bielek em 1990.


Por volta de 1931, algumas pessoas decidiram que era tempo de fazer alguma coisa para revolucionar a mecânica, e foram todos à Universidade de Chicago.

 Os três principais envolvidos eram o Dr. Nikola Tesla, o Dr. John Hutchinson, Reitor da Universidade de Chicago, mais tarde chanceler, e o Dr. Kirtenauer, que era um físico austríaco, que tinha vindo da Áustria e estava no corpo docente da Universidade de Chicago.

Em 1933 Roosevelt tornou-se presidente dos Estados Unidos. 
Ele chamou seu velho amigo Nikola Tesla para ir até Washington, e perguntou-lhe, “Você gostaria de fazer mais algum trabalho para o governo?”, e Tesla disse, “Claro!”. 

Então Roosevelt disse, “Nós temos um projeto para você”. 
Ele iria tornar-se o diretor do que seria mais tarde conhecido como o Projeto Filadélfia. 

E foi assim que Tesla basicamente veio a envolver-se com esse projeto. Ele foi nomeado pelo presidente, até onde podemos determinar agora. 

Ele foi o primeiro diretor, isto é mostrado em alguns registros, e eles prosseguiram.

Em 1936, houve um primeiro teste de algumas máquinas, e isto teve um sucesso moderado. 

Esse primeiro teste obteve como resultado uma invisibilidade parcial, o bastante para encorajá-los e mostrar-lhes que estavam no caminho e na trilha certa, e a Marinha ficou muito interessada; este interesse começou no início de 1931, o que fez aparecer algum dinheiro para pesquisa. 

E em 1936 eles forneceram mais recursos, e o projeto expandiu-se. 
Bem, as coisas continuaram se expandindo a partir deste ponto, e mais pessoas vieram trabalhar no projeto.

USS_Eldridge - To no Cosmos

Em 1940 eles conseguiram o seu primeiro sucesso real sob a direção de Tesla, num estaleiro da Marinha, em Brooklyn. Era um pequeno navio, sem ninguém a bordo. 

O equipamento especial foi colocado no navio. 

Ele foi energizado a partir de dois navios, um de cada lado, que o supriam de energia através de cabos de força; no caso de alguma coisa sair errada, eles podiam cortar os cabos, e se as coisas ficassem irremediáveis, poderiam afundar o navio. 

Mas eles não precisavam ficar apreensivos, aquelas eram precauções que a Marinha sempre tomava.

Foi um sucesso completo. O pequeno navio tornou-se invisível. Não havia ninguém a bordo desta vez, porque isto seria feito mais tarde, como parte do teste.

A Marinha estava radiante, eles sentiam isso e liberaram enormes montantes de dinheiro para a pesquisa, e o projeto foi classificado a partir de setembro de 1940, tendo sido denominado “Projeto Rainbow (Projeto Arco-Íris)”.

Para o sucesso do projeto, um dos nomes principais foi com certeza o de Nikola Tesla, que em 1923 afirmou ter contato com seres de outros planetas.

 Em 1899, Tesla teria conseguido uma comunicação com seres de Marte pela primeira vez.

De onde ele recebeu essa informação não se sabe, mas Tesla alertou: “Nós iremos ter problemas. Iremos ter um problema muito sério. 

Vocês não poderão gerar a quantidade de energia necessária para fazer um navio enorme desaparecer sem ter efeitos sobre os tripulantes. 

Eu preciso de mais tempo. Preciso desenvolver contramedidas, para evitar que o pessoal sofra danos”.

A Marinha disse: “Você não pode. Você tem prazo final. Há uma guerra em andamento. Faça isto funcionar. Você pode fixar a data, mas não pode mudá-la”.

No fim do ano de 1942, cerca de 33 voluntários para o USS Eldridge, e se prepararam para o grande momento, após 3 meses de treinamento.

Mas Tesla havia avisado que algo daria errado.

A tão esperada data chegou, no ano de 1943. 

Al Bielek diz: “Voltamos outra vez para o porto.

 Todos estavam um pouco inseguros, meu irmão e eu em particular. Então nós fomos para a base, as ordens vieram para abaixar as chaves, para ligar o equipamento”.

Então, houve um relâmpago azul, e o navio desapareceu totalmente. Neste momento, todos entraram em pânico. 

O navio desapareceu completamente, e eles não sabiam o que tinha acontecido com ele. 

Cerca de quatro horas mais tarde o navio reapareceu no porto, no mesmo lugar onde ele estava.

Dizem que um navio apareceu em uma Base Naval de Norfolk, na Virgínia, cerca de 600 km de distância, no mesmo momento em que foi realizado o teste.

experimento - To no Cosmos

Quando o navio reapareceu, foi enviado uma lancha para checar, pois os sinais de rádio não funcionavam.

 E disseram que dois homens estavam fundidos, amalgamados no aço do convés do navio, dois homens embutidos no aço do anteparo, um quinto homem estava com uma mão embutida no aço do anteparo, ele estava vivo. 

Eles cortaram sua mão fora e lhe deram uma mão artificial. 

Outras pessoas andando de um lado para outro, completamente malucos, realmente insanos, fora de si. 
Pessoas apareciam e desapareciam repentinamente. Todos estavam muito desorientados.

Um filme foi lançado em 1984, chamado Experimento Filadélfia, que conta o que aconteceu nesse experimento secreto do governo. 

Al Bielek conta ter sofrido uma lavagem cerebral e que após assistir esse filme suas memórias voltaram.

Entre outro relatos de Al Bielek temos:

Os americanos   fizeram um pacto com extraterrestres nos anos 40/50, mas preferiram se aliar aos Greys, pois os Pleiadianos exigiam a desativação de todas as armas nucleares do país.

Uma expedição russo-americana conquistou a Lua em 1962. 

O pouso oficial da Apollo 11 em 1969 é só uma versão pública de fachada.

Marte foi conquistado pelos russos e americanos em 1969.

Bielek diz que ele próprio visitou o planeta nos anos 70, usando os túneis espaço-temporais do Montauk.

 Ele afirma ter descoberto vestígios de uma civilização marciana desaparecida a milhares de anos.

O Projeto Montauk e o Experimento Filadélfia eram monitorados por um consórcio de alienígenas originários dos sistemas estelares de Orion, Sírius e Alfa Centauro. 

Mas os extraterrestres não eram confiáveis. 

Bielek acredita que as fendas temporais foram criadas não para ajudar o progresso científico da humanidade, mas sim para permitir a entrada dos discos voadores em nossa dimensão, possibilitando uma invasão.

O vídeo abaixo em inglês, é parte da entrevista cedida por Al Bielek em 1990.




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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Após perguntas sobre Aécio Neves, juiz Sérgio Moro pede para encerrar entrevista da BBC

Após perguntas sobre Aécio Neves, juiz Sérgio Moro pede para encerrar entrevista da BBC
Segunda-feira, 10 abr 2017 07:38 PM
 

Correspondendo da BBC Brasil em Washington, fez em um encontro exclusivo com Sergio Moro, durante a passagem do juiz da Lava Jato pela Harvard Business School, em Cambridge, nos Estados Unidos, deixou o magistrado desconfortável.

O vídeo, publicado nesta segunda (10) pela BBC Brasil, mostra Moro incomodado com as perguntas espinhosas que foram pipocando ao longo do bate-papo, a ponto de pedir que pedir para que a entrevista fosse encerrada antes do previsto.

O juiz Sérgio Moro pede para encerrar a entrevista logo após duas perguntas sobre seu comportamento em evento ao lado do senador Aécio Neves (PSDB) e sobre uma rápida questão relacionada ao abuso de autoridade.

Moro nega qualquer conflito ético nas fotos em que aparece sorrindo ao lado do senador Aécio Neves (PSDB), que tem foro privilegiado e teria acertado repasses de R$ 50 milhões, segundo executivos da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, após o leilão para a construção da hidrelétrica Santo Antônio, em Rondônia, em dezembro de 2007. 

Diz que é normal tirar fotos, ouve mais uma pergunta e pede para encerrar a entrevista.  Veja o vídeo no site da BBC. (Com informações do GGN e BBC ).








quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Lawfare | Justificando Entrevista Cristiano Zanin Martins

Lawfare | Justificando Entrevista Cristiano Zanin Martins
 Publicado em 17 de nov Atualizado em 15/12 de 2016

O Justificando Entrevista dessa semana conversou com Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente Lula. Zanin apresentou as acusações, sob a perspectiva do conceito de Lawfare, que tem sido utilizado pela defesa do ex-presidente e reforçado por professores de direito de Harvard. 

"Lawfare é uma palavra inglesa que representa o uso indevido dos recursos jurídicos para fins de perseguição política", diz. Neste sentido, o advogado argumenta que a lei é utilizada como uma espécie de "arma de guerra", o que permite o uso de um instrumento jurídico com afeição política.

Segundo Zanin, isso fica evidente com as arbitrariedades que Lula vem sofrendo ao longo de seu processo, como a condução coercitiva sem previsão legal a que ele foi submetido em março, ou a apresentação de uma denúncia criminal em rede nacional, com a elaboração de um Power Point repleto de adjetivações.

Outra grave afronta a Constituição Federal foi o vazamento de áudio de conversas privadas entre Lula e a ex-presidenta Dilma Rousseff. 

A defesa aponta que nunca houve um procedente em outro país em que o juiz tenha feito uma interceptação entre cliente e advogado, e posteriormente divulgado na imprensa, quando a lei é clara quanto ao sigilo desse tipo de informação em processo penal. "O juiz Sergio Mouro perdeu a imparcialidade para julgar o ex-presidente Lula. E, ao não reconhecer essa imparcialidade e insistir no julgamento ele corre em uma violação".

"Uma característica fundamental do Lawfare é o uso de acusações frívolas, ou seja, acusações sem provas, sem materialidade. Associado a isso o uso da imprensa trata o assunto como se ele estivesse respaldado por provas", explica. Para Zanin, a forma de combater esse fenômeno é mostrando, de um lado, a defesa cabível, provando que as acusações são sem precedentes, e por outro lado apresentar para a opinião pública que essas acusações não tem respaldo jurídico, e sim para fim político.

Recentemente, o advogado esteve em Harvard com professores de direito, que estudaram o caso de Lula e concluíra, que se tratava de perseguição política. Inclusive, o antropólogo Jhon Comaroff afirmou em entrevista para a Folha de São Paulo, que "a operação Lava Jato viola a lei para criar presunção de culpa do ex-presidente Lula". 

O caso foi levado à ONU por um advogado britânico e australiano Geoffrey Robertson, que esteve no Brasil e acompanhou o trabalho feito pela defesa de Lula. Como resultado, recentemente, a ONU pediu explicações ao governo brasileiro sobre a operação Lava Jato.

Lula é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de ter comprado um apartamento no Guarujá com verba de corrupção oriunda de Petrobrás. Além disso, existe uma denuncia de que ele teria influenciado o BNDS a conceder linhas de crédito para a Odebrecht que somam R$ 7 bilhões, um plano de saúde para o irmão e o pagamento de duas palestras que ele efetivamente fez em Angola.

"Não há qualquer base fática para essa acusação, nós pedimos para o juiz fazer uma prova pericial se algum valor da Petrobras foi destinado ao Lula, e o juiz negou a realização dessa prova", diz Zanin.

Prof. de Harvard fala sobre a ‘presunção de culpa’ da justiça contra Lula