Mostrando postagens com marcador Villas Bôas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Villas Bôas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de novembro de 2018

AMEAÇA CONTRA O JUDICIÁRIO: DECLARAÇÕES DE VILLAS BÔAS INCOMODARAM STF


AMEAÇA CONTRA O JUDICIÁRIO: DECLARAÇÕES DE VILLAS BÔAS INCOMODARAM STF

Por Portal Click Política Em 13 nov, 2018

 

As recentes declarações do general Villas Bôas incomodaram o Supremo Tribunal Federal (STF), informa a colunista Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo. 

Segundo a jornalista, as frases foram entendidas como uma insinuação de que o Exército poderia ter feito algum tipo de intervenção se Lula recebesse o habeas corpus.

 Villas Bôas disse que o Exército passou por um momento delicado quando a corte votou (e rejeitou) o habeas corpus que evitaria a prisão de Lula.

A reportagem relata que houve forte movimentação na corte após a fala do general e que ministros trocaram mensagens e lembraram falas do decano a respeito: 

“alguns magistrados trocaram mensagens entre si lembrando a manifestação do decano do tribunal, Celso de Mello, no julgamento do habeas corpus, em que repeliu o pronunciamento do general”.

Celso de Mello disse que em situações graves, “costumam insinuar-se [pronunciamentos] que parecem prenunciar a retomada, de todo inadmissível, de práticas estranhas (e lesivas) à ortodoxia constitucional, típicas de um pretorianismo que cumpre repelir”.

Na oportunidade, o decano ainda afirmou que as declarações lembraram a de Floriano Peixoto, no século 19: 

“Se os juízes concederem habeas corpus aos políticos, eu não sei quem amanhã lhes dará o habeas corpus de que, por sua vez, necessitarão”.


Doação para o Blog

Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE
que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir
com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Lima
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

domingo, 23 de setembro de 2018

É CONFUSÃO! Ministro Da Defesa Confronta Comandante Do Exército; SAIBA!


É CONFUSÃO! Ministro Da Defesa Confronta Comandante Do Exército; SAIBA!

Por Portal Click Política Em 22 set, 2018


O ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, confrontou o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que em entrevista publicada em 9 de setembro afirmara que o resultado das eleições poderia ser questionado (aqui). 

O general Luna respondeu nesta sexta (21) a uma pergunta direta de uma jornalista sobre a entrevista de Villas Bôas. 

Segundo o ministro, as Forças Armadas não têm que aceitar ou não aceitar o resultado da eleição, mas garantir que as instituições funcionem. 

Ele destacou que “a Bíblia das Forças Armadas é a Constituição Federal” e que não existe risco de os militares não reconhecerem o resultado do pleito. 

O confronto público entre um ministro da Defesa e o comandante do Exército é inédito e agravado pelo fato de ambos serem generais.

“Não há risco nenhum de as Forças Armadas quererem aceitar ou deixar de aceitar aquilo que é legal ou institucional”, disse ele, 
que complementou:
“Tem mais é que garantir as instituições funcionando normalmente e, quando solicitadas, garantir a lei e a ordem”. 

As declarações foram dadas numa entrevista durante a 15ª Conferência Internacional de Segurança do Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro.

A fala de Luna é um alívio para os que desejam um país democrático e abre uma crise nas Forças Armadas. 

É a primeira vez em que um ministro da Defesa repreende publicamente o comandante do Exército, farto agravado por serem ambos generais.

 Luna ainda tentou minimizar as declarações do chefe do Exército, afirmando depois de sua resposta que entendeu a entrevista de Villas Bôas como conciliatória e que 
“expressa a preocupação de todos os brasileiros de que a a eleição deve transcorrer em clima de normalidade”.

Mas o confronto de posições está à luz do dia.

CLICK POLÍTICA com informações do Sul21


Doação para o Blog

Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE
que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir
com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Chefe do Exército diz que “intervenção seria só para manter democracia”


Chefe do Exército diz que “intervenção seria só para manter democracia”

3 hours ago 05/07/2018 Denúncias


Durante homenagens ao soldado Mário Kozel Filho, morto por guerrilheiros em 1968, durante o regime militar, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, descarta a possibilidade de uma intervenção militar nos mesmos moldes da que instaurou uma ditadura de 21 anos no Brasil, 
mas que se o Exército intervier será para “respeitar a Constituição e manter a democracia”

247 – O comandante do Exército brasileiro, o general Eduardo Villas Bôas, descartou nesta quinta-feira (5) a possibilidade de uma intervenção militar nos mesmos moldes do período da ditadura militar, entre 1964 e 1985.

 Segundo ele, se o Exército intervier, será para respeitar a Constituição e manter a democracia.

Villas Bôas disse que há uma identificação na sociedade com os valores das Forças Armadas e uma ânsia pelo restabelecimento da ordem.

 “Eu nem vejo um caráter ideológico nisso. 

Mas, de qualquer forma, as Forças Armadas, e o Exército, pelo qual eu respondo, se, eventualmente, tiverem de intervir, será para fazer cumprir a Constituição, manter a democracia e proteger as instituições”, 

afirmou ele, que de uma cerimônia em homenagem a um soldado morto por guerrilheiros em 1968, durante a ditadura militar.

Segundo o comandante, “quem interpreta que o Exército pode intervir [como na ditadura], é porque não conhece as Forças Armadas e a determinação democrática, de espírito democrático, que reina e preside em todos os quartéis”. 

“Sempre o Exército atuará sob a determinação de um dos Poderes da República, como aconteceu agora, por exemplo, nessa greve dos caminhoneiros”, acrescentou.

Villas Bôas fez a declaração durante um evento em homenagem ao soldado Mario Kozel Filho morto por guerrilheiros em 1968, durante o regime militar.


Doação para o Blog

Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE
que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir
com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

quarta-feira, 24 de maio de 2017

EXÉRCITO ABANDONA TEMER, QUE JÁ COGITA RECUAR E ANULAR DECRETO

EXÉRCITO ABANDONA TEMER, QUE JÁ COGITA RECUAR E ANULAR DECRETO

 

Depois da péssima repercussão do decreto em que convocouVillas Bôas, as Forças Armadas, no que seria mais um crime de responsabilidade de Michel Temer, o chefe das Forças Armadas, general Eduardo da Costa Villas Bôas, lavou as mãos e disse que a polícia do Distrito Federal tem condições de garantir a lei e a ordem; "Acredito que a polícia deva ter ainda a capacidade de preservar a ordem. Ficamos em uma situação de expectativa caso algo fuja ao controle", declarou; abandonado, Temer já cogita revogar o decreto se as manifestações contra suas reformas em Brasília estiverem mais calmas até o fim da noite; o governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, também peitou Temer e diz que ele agiu fora da lei

24 DE MAIO DE 2017 ÀS 20:46

247 - O comandante do Exército, general Eduardo da Costa Villas Bôas, assegurou nesta quarta-feira 24 que as Forças Armadas iriam agir respeitando a Constituição e garantindo a democracia após o decreto assinado por Michel Temer que determina o uso das Forças Armadas para garantir a lei e a ordem no Distrito Federal.

O decreto foi anunciado pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, e pelo general Sergio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional, que também o assinaram, durante manifestação em Brasília que pedia a rejeição das reformas trabalhista e da previdência, propostas pelo governo federal, e defendia eleições diretas para presidente. 

Um grupo de mascarados jogou pedras e colocou fogo nos prédios de alguns ministérios e atacaram policiais.

Villas Bôas avaliou que a polícia tem capacidade de garantir a ordem. 

"Acredito que a polícia deva ter ainda a capacidade de preservar a ordem. Ficamos em uma situação de expectativa caso algo fuja ao controle", declarou a jornalistas após uma palestra sobre defesa nacional na Fundação Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo.

Diante de uma série de críticas sobre o decreto - senadores já entraram com um pedido para suspendê-lo -, Temer já cogita revogá-lo se as manifestações contra suas reformas em Brasília estiverem mais calmas até o fim da noite.

O general também reafirmou o compromisso com a democracia. 

“Tanto as forças de segurança pública quanto as Forças Armadas estão empenhadas na preservação da democracia, na observância da Constituição e no perfeito funcionamento das instituições nacionais, a quem cabe encontrar o caminho para a solução dessa crise. Mas a nossa democracia não corre risco”, afirmou.

Villas Bôas afirmou ainda que o clima no comando da instituição e no Palácio do Planalto é de "choque" e "muita insegurança" após as denúncias do empresário Joesley Batista, da JBS, envolvendo Temer.


Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.


AGRADEÇO A TODOS 

domingo, 26 de fevereiro de 2017

URGENTE: Se Temer e o Congresso insistirem em abafar a Lava Jato, haverá intervenção militar!

URGENTE: Se Temer e o Congresso insistirem em abafar a Lava Jato, haverá intervenção militar!
21/02/2017Carlos Newton
 

A política nacional sempre foi muito complicada, os observadores estrangeiros não conseguem entender tamanha esculhambação institucional, até mesmo os brasileiros têm enorme dificuldade, não conseguem acompanhar, a todo momento é preciso recorrer à tradução simultânea. 

Desde sexta-feira, dia 17, procura-se descobrir o real objetivo da explosiva entrevista que o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas (Foto), concedeu à repórter Monica Gugliano, do jornal Valor Econômico. 

Como se sabe, chefes militares jamais se pronunciam sobre assuntos políticos. Quando o fazem, é porque há alguma coisa de errado, aliás, muito errado.

O mais impressionante foi a rarefeita repercussão das declarações, que mesmo assim abalaram as estruturas do poder em Brasília, com reflexos por todo o país, porque o comandante do Exército não mediu as palavras. 

Às vésperas do carnaval, rasgou a fantasia e se incorporou ao Bloco dos Descontentes, ao afirmar que “somos um país que está à deriva, que não sabe o que pretende ser, o que quer ser e o que deve ser“.

Ainda não satisfeito, acrescentou: “Esgarçamo-nos tanto, nivelamos tanto por baixo os parâmetros do ponto de vista ético e moral, que somos um país sem um mínimo de disciplina social“.

TRADUÇÃO SIMULTÂNEA – 
Ao dar entrevista ao Valor, que é um jornal de circulação 
mais restrita na Organização Globo, que comanda sozinha 
a publicação, desde que a Folha se desligou da sociedade, 
o general deixou claro que estava dando um recado “interna corporis”, destinado a atingir apenas o governo, os políticos 
e as lideranças militares.

O fato concreto é que o descontentamento e a pressão interna nas Forças Armadas têm cada vez mais intensidade. Entre as lideranças militares, há consenso de que não há planejamento no país, a administração pública não tem metas nem visa a atender os reais interesses nacionais.

Um dos objetivos da entrevista do general Villas Bôas foi acalmar o pessoal da ativa e também da reserva, pois os três clubes militares estão defendendo abertamente uma intervenção das Forças Armadas, a pretexto de moralizar a política e a administração pública.

SEM INTERVENÇÃO – 
Com muita habilidade, o comandante do Exército descartou a possibilidade de derrubada do governo constitucional: “Interpreto o desejo daqueles que pedem intervenção militar ao fato de as Forças Armadas serem identificadas como reduto onde esses valores foram preservados. 
No entendimento que temos, e que talvez essa seja a diferença em relação a 1964, é que o país tem instituições funcionando. 

O Brasil é um país mais complexo e sofisticado do que era. Existe um sistema de pesos e contrapesos que dispensa a sociedade de ser tutelada. Não pode haver atalhos nesse caminho. A sociedade tem que buscar esse caminho, tem que aprender por si. Jamais seremos causadores de alguma instabilidade“.

O general tem razão. A Constituição deixa claro que cabe 
às Forças Armadas “a defesa da Pátria, a garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. 

E a Lei Complementar número 97 também é clara: ‘A atuação das Forças Armadas, na garantia da lei e da ordem, por iniciativa de quaisquer dos poderes constitucionais, ocorrerá de acordo com as diretrizes baixadas em ato do Presidente da República, após esgotados os instrumentos destinados à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio’”.

INTERVIR SIGNIFICA GOLPE – Sem a menor dúvida, a entrevista confirma a convicção de que não existe possibilidade de ocorrer a apregoada “intervenção militar constitucional”. 
O significado real seria “golpe de estado” ou “golpe militar”, apenas isso.

Segundo as cuidadosas declarações do comandante do Exército, essa hipótese estaria afastada. Mas acontece que as aparências sempre enganam, quando se trata da política brasileira. 

Na entrevista, a ênfase dada à moral e à ética, assim como a incisiva defesa da Lava Jato (“É a grande esperança de que se produza no país alguma mudança nesse aspecto ético que está atingindo nosso cerne, que relativiza e deteriora nossos valores“) – tudo isso demonstra que as Forças Armadas não estão desatentas nem omissas.

Ainda em tradução simultânea, o general Villas Bôas deixou claro que, se o Planalto e o Congresso insistirem nessa irresponsável tentativa de inviabilizar a Lava Jato, a história vai se repetir no Brasil, e não será como farsa. 

Portanto, espera-se que o presidente Michel Temer tenha um mínimo de juízo e não ouse levar adiante essa injustificável iniciativa.




domingo, 25 de dezembro de 2016

Em mensagem de Natal, comandante do Exército prevê agravamento da crise em 2017

Em mensagem de Natal, comandante do Exército prevê agravamento da crise em 2017
Estadão      Isabela Bomfim23 horas atrás
O comandante do Exércio Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, divulgou uma mensagem de fim de ano em que afirma que o País passa por uma crise. Em vídeo, ele prevê o agravamento das dificuldades em 2017.

"Vislumbro para o ano que se aproxima o agravamento das dificuldades que assolam o País, com reflexo negativo no nosso orçamento e nos nossos salários", afirma o comandante no discurso com pouco mais de três minutos, que foi publicado no site oficial do Exército nessa quinta-feira, 22. 

O comandante afirma, entretanto, que essa visão não abala sua confiança e certeza de que o Exército não se afastará "um milímetro" de sua "trajetória retilínea de serviços à nação brasileira". 

Villas Bôas afirmou que 2016 foi um ano de persistente crise política, econômica e sobretudo ética, mas disse ver com satisfação a presença efetiva e entusiasmada de seus comandados em todo o País. O general também exaltou o respeito à hierarquia. 

Intervenção militar
Em entrevista ao Estado, no início de dezembro, Villas Bôas minimizou qualquer possibilidade de intervenção militar no País. 

Ele disse que, devido ao caos político, "malucos"e "tresloucados" pedem a intervenção, mas que há "chance zero" de setores das Forças Armadas se empenharem na volta dos militares ao poder.