Mostrando postagens com marcador intervenção militar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador intervenção militar. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Chefe do Exército diz que “intervenção seria só para manter democracia”


Chefe do Exército diz que “intervenção seria só para manter democracia”

3 hours ago 05/07/2018 Denúncias


Durante homenagens ao soldado Mário Kozel Filho, morto por guerrilheiros em 1968, durante o regime militar, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, descarta a possibilidade de uma intervenção militar nos mesmos moldes da que instaurou uma ditadura de 21 anos no Brasil, 
mas que se o Exército intervier será para “respeitar a Constituição e manter a democracia”

247 – O comandante do Exército brasileiro, o general Eduardo Villas Bôas, descartou nesta quinta-feira (5) a possibilidade de uma intervenção militar nos mesmos moldes do período da ditadura militar, entre 1964 e 1985.

 Segundo ele, se o Exército intervier, será para respeitar a Constituição e manter a democracia.

Villas Bôas disse que há uma identificação na sociedade com os valores das Forças Armadas e uma ânsia pelo restabelecimento da ordem.

 “Eu nem vejo um caráter ideológico nisso. 

Mas, de qualquer forma, as Forças Armadas, e o Exército, pelo qual eu respondo, se, eventualmente, tiverem de intervir, será para fazer cumprir a Constituição, manter a democracia e proteger as instituições”, 

afirmou ele, que de uma cerimônia em homenagem a um soldado morto por guerrilheiros em 1968, durante a ditadura militar.

Segundo o comandante, “quem interpreta que o Exército pode intervir [como na ditadura], é porque não conhece as Forças Armadas e a determinação democrática, de espírito democrático, que reina e preside em todos os quartéis”. 

“Sempre o Exército atuará sob a determinação de um dos Poderes da República, como aconteceu agora, por exemplo, nessa greve dos caminhoneiros”, acrescentou.

Villas Bôas fez a declaração durante um evento em homenagem ao soldado Mario Kozel Filho morto por guerrilheiros em 1968, durante o regime militar.


Doação para o Blog

Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE
que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir
com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

quarta-feira, 7 de março de 2018

URGENTE! Própria Justiça Rasga A Constituição E Brasil Pode Sofrer Intervenção Militar


URGENTE! Própria Justiça Rasga A Constituição E Brasil Pode Sofrer Intervenção Militar


URGENTE! Própria justiça rasga a Constituição e Brasil pode sofrer intervenção militar




Doação para o Blog

 Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE que a paz
Esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Moreira Franco, o Angorá da Odebrecht, foi quem propôs a Intervenção a Temer


Moreira Franco, o Angorá da Odebrecht, foi quem propôs a Intervenção a Temer
20/02/2018
 DF - REFORMA TRABALHISTA/ANÚNCIO/NATAL/TEMER - POLÍTICA - O secretário de Programa de Parceria de Investimentos (PPI), Moreira Franco, durante cerimônia com centrais sindicais para assinatura da MP que cria o Programa de Seguro- Emprego (PSE), e da autorização para saque de contas inativas do FGTS, entre outras medidas, no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta quinta-feira, 22. 22/12/2016 - Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO

O Angorá da Odebrecht (nome de Moreira Franco nas planilhas da Odebrecht) foi quem propôs a intervenção militar 
(intervenção federal para a mídia e no discurso de Temer), um dos chefões da “quadrilha do PMDB” segundo a denúncia da PGR, que Temer derrubou com compra de votos.

(…)

Golpe de mestre? Quem aposta na candidatura de Temer ao Planalto diz que será possível medir em breve se ele criou seu “plano Real” ao decretar a intervenção no Rio. 

As medidas nessa área têm resultado mais rápido do que outras como a reforma da Previdência.

(…)

O ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) comentou com o presidente Temer ter lido que síndicos estariam sendo extorquidos por bandidos no Rio a pagar um valor mensal se não quisessem ter seus prédios invadidos. 

Foi Moreira quem levou ao presidente a proposta de intervenção.

(…)

O governo já avalia a possibilidade de editar um decreto complementar sobre a intervenção no Rio, já que o texto enviado para votação no Congresso não pode ser alterado.

(…)


Doação para o Blog
 Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE que a paz
esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

sábado, 9 de dezembro de 2017

URGENTE!!! GENERAL MANDA RECADO PARA CARMÉN LÚCIA,GILMAR MENDES E COMPANHIA LIMITADA DO STF.

URGENTE!!! GENERAL MANDA RECADO PARA CARMÉN LÚCIA,GILMAR MENDES E COMPANHIA LIMITADA DO STF.
Publicado em 9 de dez de 2017
                                                     Canal: Política MENTE BR

SAIBA TAMBÉM:

Exército informou neste sábado (9) que destituiu o general Antonio Hamilton Mourão do cargo de secretário de Economia e Finanças do Comando do Exército. 
Mourão, que nesta semana fez críticas ao governo do presidente Michel Temer, vai ficar ligado à secretaria geral do Exército, sem função específica, de acordo com a assessoria de imprensa da Força.

O Exército não informou o motivo para a destituição do cargo. O general Luiz Eduardo Ramos Baptista vai assumir a Secretaria de Economia e Finanças.

Em uma palestra no Clube do Exército em Brasília nesta quinta-feira (7), Mourão comparou o governo Temer a um "balcão de negócios".

Em setembro, ele já tinha se envolvido em polêmica, quando, também em uma palestra, disse que se o Judiciário não retirasse corruptos da vida pública, os militares deveriam agir. 

Nesta quinta, ele voltou a falar em intervenção militar.

Ainda de acordo com o Exército, Mourão vai entrar para a reserva no final de março de 2018.



domingo, 26 de fevereiro de 2017

URGENTE: Se Temer e o Congresso insistirem em abafar a Lava Jato, haverá intervenção militar!

URGENTE: Se Temer e o Congresso insistirem em abafar a Lava Jato, haverá intervenção militar!
21/02/2017Carlos Newton
 

A política nacional sempre foi muito complicada, os observadores estrangeiros não conseguem entender tamanha esculhambação institucional, até mesmo os brasileiros têm enorme dificuldade, não conseguem acompanhar, a todo momento é preciso recorrer à tradução simultânea. 

Desde sexta-feira, dia 17, procura-se descobrir o real objetivo da explosiva entrevista que o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas (Foto), concedeu à repórter Monica Gugliano, do jornal Valor Econômico. 

Como se sabe, chefes militares jamais se pronunciam sobre assuntos políticos. Quando o fazem, é porque há alguma coisa de errado, aliás, muito errado.

O mais impressionante foi a rarefeita repercussão das declarações, que mesmo assim abalaram as estruturas do poder em Brasília, com reflexos por todo o país, porque o comandante do Exército não mediu as palavras. 

Às vésperas do carnaval, rasgou a fantasia e se incorporou ao Bloco dos Descontentes, ao afirmar que “somos um país que está à deriva, que não sabe o que pretende ser, o que quer ser e o que deve ser“.

Ainda não satisfeito, acrescentou: “Esgarçamo-nos tanto, nivelamos tanto por baixo os parâmetros do ponto de vista ético e moral, que somos um país sem um mínimo de disciplina social“.

TRADUÇÃO SIMULTÂNEA – 
Ao dar entrevista ao Valor, que é um jornal de circulação 
mais restrita na Organização Globo, que comanda sozinha 
a publicação, desde que a Folha se desligou da sociedade, 
o general deixou claro que estava dando um recado “interna corporis”, destinado a atingir apenas o governo, os políticos 
e as lideranças militares.

O fato concreto é que o descontentamento e a pressão interna nas Forças Armadas têm cada vez mais intensidade. Entre as lideranças militares, há consenso de que não há planejamento no país, a administração pública não tem metas nem visa a atender os reais interesses nacionais.

Um dos objetivos da entrevista do general Villas Bôas foi acalmar o pessoal da ativa e também da reserva, pois os três clubes militares estão defendendo abertamente uma intervenção das Forças Armadas, a pretexto de moralizar a política e a administração pública.

SEM INTERVENÇÃO – 
Com muita habilidade, o comandante do Exército descartou a possibilidade de derrubada do governo constitucional: “Interpreto o desejo daqueles que pedem intervenção militar ao fato de as Forças Armadas serem identificadas como reduto onde esses valores foram preservados. 
No entendimento que temos, e que talvez essa seja a diferença em relação a 1964, é que o país tem instituições funcionando. 

O Brasil é um país mais complexo e sofisticado do que era. Existe um sistema de pesos e contrapesos que dispensa a sociedade de ser tutelada. Não pode haver atalhos nesse caminho. A sociedade tem que buscar esse caminho, tem que aprender por si. Jamais seremos causadores de alguma instabilidade“.

O general tem razão. A Constituição deixa claro que cabe 
às Forças Armadas “a defesa da Pátria, a garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. 

E a Lei Complementar número 97 também é clara: ‘A atuação das Forças Armadas, na garantia da lei e da ordem, por iniciativa de quaisquer dos poderes constitucionais, ocorrerá de acordo com as diretrizes baixadas em ato do Presidente da República, após esgotados os instrumentos destinados à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio’”.

INTERVIR SIGNIFICA GOLPE – Sem a menor dúvida, a entrevista confirma a convicção de que não existe possibilidade de ocorrer a apregoada “intervenção militar constitucional”. 
O significado real seria “golpe de estado” ou “golpe militar”, apenas isso.

Segundo as cuidadosas declarações do comandante do Exército, essa hipótese estaria afastada. Mas acontece que as aparências sempre enganam, quando se trata da política brasileira. 

Na entrevista, a ênfase dada à moral e à ética, assim como a incisiva defesa da Lava Jato (“É a grande esperança de que se produza no país alguma mudança nesse aspecto ético que está atingindo nosso cerne, que relativiza e deteriora nossos valores“) – tudo isso demonstra que as Forças Armadas não estão desatentas nem omissas.

Ainda em tradução simultânea, o general Villas Bôas deixou claro que, se o Planalto e o Congresso insistirem nessa irresponsável tentativa de inviabilizar a Lava Jato, a história vai se repetir no Brasil, e não será como farsa. 

Portanto, espera-se que o presidente Michel Temer tenha um mínimo de juízo e não ouse levar adiante essa injustificável iniciativa.




segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Para comandante do Exército, 'malucos' defendem intervenção militar

Para comandante do Exército, 'malucos' defendem intervenção militar
HuffPost Brasil  14 horas atrás 11/12/2016
 
© Montagem/Estadão Conteúdo e Facebook

Em entrevista ao Estadão, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou que não há nenhuma chance de intervenção militar no país, mesmo diante de um cenário de crise institucional. 

Villas Bôas contou à jornalista Eliane Cantanhêde que, eventualmente, "tresloucados" ou "malucos" pedem a ele que o Exército assuma o poder no Brasil.

“Esses tresloucados, esses malucos vêm procurar a gente aqui e perguntam: ‘Até quando as Forças Armadas vão deixar o País afundando? Cadê a responsabilidade das Forças Armadas?’”

Durante a conversa, o general citou o artigo 142 da Constituição Brasileira, que fala sobre a "autoridade suprema do Presidente da República" em relação às Forças Armadas, e disse que militares na ativa e na reserva estão "escaldados" pelo Golpe de 1964, que submeteu o país a mais de 20 anos de ditadura. 

Ele contou ainda que se reuniu com o presidente Michel Temer e com o ministro da Defesa, Raul Jungmann para discutir a situação de "instabilidade" do país. 
Leia a íntegra da entrevista aqui.




domingo, 13 de novembro de 2016

Com declarações de Cerveró, Brasil está a beira de uma Intervenção Militar

Com declarações de Cerveró, Brasil está a beira de uma Intervenção Militar
 4 dias atrás Atualizado em 13/11/2016
 mourão continência
Não é mais segredo para ninguém, o poder explosivo da delação do ex-diretor da Petrobrás, Nestor Cerveró. A cúpula do PMDB, partido que equilibra-se no poder, desde o primeiro dia da implantação do regime militar no Brasil, a partir de 1964, está vivendo um estado de “pânico e pavor” sem precedentes. 

Nem mesmo a cassação de dezenas de parlamentares com a edição do AI 5, foi tão devastadora para o partido, como as denúncias de envolvimento no maior escândalo político/administrativo do Brasil, a Lava jato.

Não vai escapar ninguém. 
A combinação das informações em poder dos Procuradores da República, do Juiz Sérgio Moro e do Ministro Teori Zavaski são suficientes para mandar para casa, sem medo de errar,  80 por cento dos atuais parlamentares com assento no congresso nacional, ex-ministros, atuais ministros, governadores e alguns magistrados com assento nos tribunais superiores.

Não cabe mais especular a situação incômoda  e insustentável dos Ministros Falcão e Ribeiro Dantas no STJ e Augusto Nardes e Cedras do TCU.


Definitivamente caminham de mãos dadas as ações que terão de ser implementadas nesta segunda pelo STF e pelo governo Temer. 

 A Corte Superior de Justiça caberá a missão de publicizar todos os procedimentos que envolvam políticos com e sem mandato, determinando ações objetivas, capazes de estancar o reiterado crime de obstrução do trabalhos da justiça, definido no artigo 312 do Código de Processo Penal.  

Ao governo Temer  caberá a  missão de cumprir com o compromisso de fazer uma “limpeza ética” nos  setores públicos mais contaminados com  a “ideologia bolivarianista”, herança maldita do governo petista