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sábado, 22 de setembro de 2018

PIB E ‘Mercado’ Começam A Abandonar Bolsonaro


PIB E ‘Mercado’ Começam A Abandonar Bolsonaro

Por Portal Click Política Em 21 set, 2018


Paulatinamente, a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) a presidente vem perdendo apoio entre setores chave da economia brasileira. 

Uma série de fatores contribuíram para redução do entusiasmo de interlocutores do Produto Interno Bruto (PIB) e do mercado financeiro com o projeto de extrema-direita liderado pelo capitão reformado.

Como lembra a jornalista Helena Chagas, do blog Os Divergentes, apenas nesta semana, somaram-se as declarações desastrosas de Paulo Guedes, defendendo a criação de uma nova CPMF e a alíquota unificada em 20% para o Imposto de Renda; 
a série de impropérios verbalizados pelo seu candidato a vice, general Hamilton Mourão, além da capa da The Economist, que tem muita influência sobre esse pessoal, considerando-o “desastroso”.

“Percebeu-se, afinal, que o candidato do PSL não tinha um programa econômico tão estruturado assim, e que esses improvisos podem gerar muita insegurança. 

Ficou claro também que Guedes, o ‘Posto Ipiranga’ que, segundo Marina Silva, pegou fogo, também não está com essa bola toda na equipe e poderá passar boa parte do hipotético governo Bolsonaro sendo desautorizado”, diz Helena Chagas.

Nesta sexta-feira, 21, pesquisa do instituto DataPoder360 mostrou um quadro de empate técnico entre Jair Bolsonaro e o candidato do PT a presidente, Fernando Haddad, no limite da margem de erro, com Bolsonaro com 26% e Haddad com 22%.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247


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quinta-feira, 12 de julho de 2018

“Comunista maldita”: o apedrejamento de Marina por seus irmãos evangélicos. Por Kiko Nogueira


“Comunista maldita”: o apedrejamento de Marina por seus irmãos evangélicos. Por Kiko Nogueira

Publicado por  Kiko Nogueira  12 de julho de 2018

 Marina na Igreja Presbiteriana de Pinheiros: “comunista maldita”


Se Marina Silva for depender do voto evangélico para se eleger, tudo indica que vai pagar seus pecados.

No papel, Marina tem 18% de preferência entre seus pares, segundo o Datafolha.

Na vida real, Marina virou uma ovelha negra para esse pessoal.

Parte disso é culpa do seu vai e vem eterno.

Na campanha de 2010, questionada sobre o aborto, ela sugeriu um plebiscito.

Em 2014, Marina abraçou Malafaia e acabou mudando seu plano de governo com relação à defesa dos direitos LGBT.

Por essas e outras está sendo massacrada há mais de um mês no Facebook por causa de um testemunho na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, IPP, em São Paulo.

De acordo com a Folha, Marina frequenta semanalmente a Assembleia de Deus do Plano Piloto, em Brasília, e congrega de maneira “itinerante”.

Numa dessas incursões, foi a um culto para mulheres de um pastor amigo.

Falou durante 30 minutos. Uma lenga lenga sobre sua avó, como Cristo a salvou, sua infância pobre etc.

Mas enfiou no sermão elogios ao “feminismo” de Rute e de como Deus não queria que seus filhos fossem pobres.

Tem proselitismo político? Sim. 
Em muitos momentos, porém, soa sincera e espontânea. Se emociona ao lembrar do pai. Há uma certa delicadeza na narrativa.

A ira divina dos fieis, no entanto, se abateu sobre ela.

A reação furibunda diz mais sobre o que a comunidade evangélica se tornou do que sobre Marina Silva. 

Alguns comentários no YouTube:

Essa desgraçada infiltrando na igreja presbiteriana.
Já vou sair do canal. Essa comunista maldita.

Quer enganar quem Marina, com essas palavras?

 Quem ficou em cima do muro na questão de aborto, agora vem com essa cara lavada pra tentar enganar trouxa.

Tá de gozação neh? Marina lixo? Eu não acredito que a Igreja Presbiteriana tá apoiando essa bosta! Que decepção!

Desde quando uma apoiadora do aborto pode ser considerada cristã? 

Ela é uma infiltrada na igreja para enganar o povo de Deus. É Globalosta/ Comunista.

O Facebook da IPP vai na mesma toada.

“Uma mulher que defende o aborto, união homoafetiva, o feminismo, promove a agenda da ONU para a América Latina, é convidada da Igreja Presbiteriana de Pinheiros para um evento voltado para as mulheres?!? 
É no mínimo contraditório ou a liderança da igreja está de acordo com a agenda socialista e distante do que a Bíblia ensina”, reclama uma moça.

E por aí vai. Há centenas de comentários impublicáveis.

Jesus não tem dentes no país dos bolsonaros.

MARINA SILVA SE EMOCIONA AO CONTAR O TESTEMUNHO DE SUA VIDA NA IGREJA PRESBITERIANA
Publicado em 14 de jun de 2018




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sábado, 22 de julho de 2017

VEJA: Jato que matou Eduardo Campos era do mesmo e foi comprado com dinheiro de campanha e Marina sabia de tudo CONFIRA!

VEJA: Jato que matou Eduardo Campos era do mesmo e foi comprado com dinheiro de campanha e Marina sabia de tudo CONFIRA!
22 de julho de 2017
 

A Veja desta semana chega perto, mas não revela inteira, a verdade que todos já sabem, menos os inquéritos policiais: 

o jato que matou Eduardo Campos e abriu as portas para a segunda candidatura de Marina Silva foi comprado pelo próprio, através de seu testa-de-ferro Aldo Guedes Álvaro.

Toda a imprensa sabe, aliás desde que ficou claro que Eduardo Campos aprovou pessoalmente a comprado avião, ainda em 2014, logo após o acidente.

O processo se arrasta no Supremo, desde 2015.

O “aluguel” do jatinho não só era uma fachada como, saindo das contas oficiais de campanha, representava uma lavagem de dinheiro inquestionável.

Estranha a situação de Marina Silva, desde o resultado das eleições gritando histericamente pela anulação da eleição com base nas fraudes que diz-se ter ocorrido na chapa Dilma-Temer.

Se as contas do candidato a presidente e as do vice são inseparáveis, como decidiu o TSE e defendeu sempre a Rede, as contas da chapa Eduardo campos-Marina Silva, parte integrante de sua campanha, também as devem condenar, porque ela usou o bem fraudado em seus deslocamentos eleitorais.

A “nova política”, os moralistas que apontam o dedo para as mazelas de um sistema político-eleitoral desde sempre sustentado pelo dinheiro das empresas são isso que agora fica claro: cínicos e hipócritas.

PORTAL CLICK POLÍTICA com O Tijolaço


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segunda-feira, 10 de abril de 2017

MARINA DESPERTA E AGORA CRITICA REFORMAS DE TEMER

MARINA DESPERTA E AGORA CRITICA REFORMAS DE TEMER

 

Após vários meses de complacência com as ações de Michel Temer, a ex-ministra Marina Silva (Rede Sustentabilidade) resolveu começar a criticar a reforma da Previdência do governo; na avaliação da ex-senadora, o governo errou com idas e vindas nos debates da reforma e levou propostas injustas à sociedade; "Contribuir 49 anos para ter o benefício integral num país em que temos 13,5 milhões de desempregados é condenar ninguém a receber aposentadoria integral. Tratar os trabalhadores rurais da mesma forma que os urbanos é uma injustiça muito grande", enfatizou Marina; a líder da Rede Sustentabilidade aproveitou para criticar o próprio Temer, a quem classificou de um presidente "sem legitimidade, credibilidade e popularidade"

10 DE ABRIL DE 2017 ÀS 07:53

247 - A ex-senadora Marina Silva (Rede Sustentabilidade), após longos meses de silêncio, resolveu criticar o atual projeto de reforma da Previdência.

Marina diz que é favorável a uma reforma, mas avalia que o governo Michel Temer não tem legitimidade, credibilidade e popularidade para implementar as mudanças. 

"Quando fui candidata pela primeira vez, em 2010, nós colocamos a necessidade de reformas e a Previdência estava entre as nossas diretrizes programáticas de 2014", disse, referindo-se às duas eleições presidenciais em que ficou em terceiro lugar.

As informações são de reportagem do Valor.
"'Nós temos uma população jovem que vai envelhecer e, com certeza, vai comprometer a sustentabilidade dos benefícios a serem pagos às pessoas. Elas precisam de sua aposentadoria. 

O problema é que a reforma, como está sendo proposta, no meu entendimento, traz algumas arbitrariedades que não podemos concordar", afirmou Marina.

Na avaliação da ex-senadora, o governo errou com idas e vindas nos debates da reforma e levou propostas injustas à sociedade. "Contribuir 49 anos para ter o benefício integral num país em que temos 13,5 milhões de desempregados é condenar ninguém a receber aposentadoria integral. 

Tratar os trabalhadores rurais da mesma forma que os urbanos é uma injustiça muito grande", enfatizou.

Marina criticou o fato de o governo ter anunciado que iria retirar os servidores dos estados da reforma e, depois, declarar que eles deveriam retornar, alegando que a Constituição não permite tratamento diferenciado entre servidores estaduais e federais.

'Se eu fosse parlamentar, tentaria combater e corrigir as arbitrariedades. 

O maior problema é que as reformas estão sendo propostas por um presidente sem legitimidade, credibilidade e popularidade'. 

Marina ressaltou que essas três características são fundamentais para implementar reformas."



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Marina Silva embolsou meio milhão de Reais de Eike Batista, mesmo valor dado a Delcídio do Amaral

Marina Silva embolsou meio milhão de Reais de Eike Batista, mesmo valor dado a Delcídio do Amaral
 

Como eu fazia? Eu fazia, muito no espírito democrático –como meus projetos eram grandes, eu estava em todos os Estados — (…) eu participei praticamente desde 2006 com o mesmo volume de recursos — um milhão de reais — para PT, PSDB… Isso daqui a gente deixa aqui. 

Eike Batista ao depor na Operação Lava Jato
Desculpe interromper, mas só para deixar claro: várias dessas pessoas que receberam doações do Eike, ele nunca viu. 

Ele nunca procurou políticos. Eu posso falar do senador Cristovam Buarque, que o Eike nunca esteve com ele. Ele pode confirmar. 
Eike fez doações em caráter republicano. Advogado de Eike, na mesma ocasião
Doações eleitorais de Eike beneficiaram 13 partidos
Dados do TSE apontam repasses de R$ 12,6 milhões de Eike a campanhas

POR EDUARDO BRESCIANI, em O Globo

BRASÍLIA – As doações eleitorais do empresário Eike Batista, que teve a prisão determinada pela Justiça nesta quinta-feira, mostram o trânsito dele por diversos partidos. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Eike destinou, entre 2006 e 2012, R$ 12,6 milhões a políticos e diretórios regionais de 13 partidos em oito estados.

Em depoimento à Força Tarefa da Lava-Jato em maio, Eike admitiu ter feito pagamentos ao casal João Santana e Mônica Moura a pedido do ex-ministro Guido Mantega por despesas de campanha do PT, mas disse que todas as demais doações feitas foram “oficiais”. Sua defesa destacou, na ocasião, o caráter “republicano” da contribuição.

As doações abrangem as campanhas presidenciais de 2006 e 2010. Eike doou R$ 1 milhão para o comitê financeiro do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006 e R$ 100 mil para Cristovam Buarque (então no PDT, hoje no PPS).

Quatro anos depois, quando já era o homem mais rico do Brasil, Eike fez transferências de R$ 1 milhão para os comitês de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) e de R$ 500 mil para o de Marina Silva (então no PV, hoje na Rede).

Os partidos que receberam recursos foram PT, PMDB, PSDB, PP, PSD, PSB, DEM, PR, PDT, PV, PCdoB, PTB e PTC.

Os estados dos políticos são Rio, Minas Gerais, Santa Catarina, Maranhão, Ceará, Mato Grosso do Sul, Amapá e o Distrito Federal.
A maior parte das doações (R$ 12,1 milhões) foram feitas por Eike como pessoa física. Somente em 2012 ele se valeu de uma das empresas, MMX Mineração, para fazer repasses totalizando R$ 500 mil.

Algumas doações foram feitas diretamente para candidatos. O ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), preso desde novembro e acusado de ter recebido propina de Eike, registrou uma contribuição de R$ 750 mil do empresário para sua campanha à reeleição, em 2010.

Há ainda repasses declarados para os ex-governadores André Puccinelli (PMDB-MS), de R$ 400 mil em 2006, e Luiz Henrique (PMDB-SC), este já falecido, de R$ 200 mil.

Cristovam Buarque, que tinha recebido R$ 100 mil em sua campanha presidencial em 2006, obteve o mesmo valor quatro anos depois em sua campanha para o Senado.



terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Empresa do genro de ministro do TCU doou R$ 3,8 mi a campanhas eleitorais em 2014

Empresa do genro de ministro do TCU doou R$ 3,8 mi a campanhas eleitorais em 2014
  postado em 31/01/2017 14:37
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São Paulo, 31 - Investigada na Operação Vórtex, desdobramento da Operação Turbulência, a construtora Lidermac firmou contratos de R$ 87 milhões com o governo de Pernambuco de 2010 a 2016, segundo a Polícia Federal. 

Desta quantia, contratos no valor de R$ 75 milhões foram fechados até 2014, ano da campanha presidencial do ex-governador Eduardo Campos (PSB), morto em agosto daquele ano em acidente aéreo em Santos (SP).

A Vórtex, deflagrada nesta terça-feira, 31, levou para depor coercitivamente o empresário Rodrigo Leicht Carneiro Leão, genro do ministro do Tribunal de Contas da União José Múcio e um dos sócios da Lidermac. 
Os outros três sócios da empresa também foram levados a depor pela PF.

Ao mesmo tempo, as doações eleitorais da empresa saltaram de R$ 30 mil em 2006 para R$ 3,8 milhões em 2014, segundo a PF. Em 2014 foram doados pela Lidermac R$ 500 mil ao Diretório Nacional do PSB, segundo consta no site do TSE. 

Atualmente, as empresas privadas estão proibidas de fazer doações eleitorais por determinação do Supremo Tribunal Federal, que considerou os repasses inconstitucionais.

Os valores, tanto dos contratos quanto das doações, chamaram a atenção dos investigadores, que chegaram à Lidermac a partir das investigações das empresas usadas na polêmica compra do avião Cessna Citation que caiu e matou o então candidato do PSB à Presidência.

A construtora transferiu R$ 159,9 mil para a empresa Câmara e Vasconcelos, que adquiriu a aeronave dois dias depois pelo valor de R$ 1,7 milhão.

A Turbulência já havia identificado que a Câmara e Vasconcelos faz parte do grupo de empresas que teria lavado cerca de R$ 600 milhões em um esquema que teria abastecido as campanhas de Campos ao governo de Pernambuco em 2010, e de Marina Silva à presidência pelo PSB após a morte do ex-governador em 2014.

O superintendente regional da PF em Pernambuco, Marcello Diniz Cordeiro, afirmou que a evolução das doações eleitorais da Lidermac também chamou a atenção dos investigadores. 

Ele não citou nomes de políticos nem partidos que receberam essas doações, mas afirmou que foram repasses para deputados federais, estaduais e partidos políticos.

De acordo com a PF, em 2006, ano em que Campos foi eleito governador de Pernambuco pela primeira vez, a empresa doou apenas R$ 30 mil. Valor que foi para R$ 3 mil em 2008, saltou para R$ 270 mil em 2010, quando Campos foi reeleito governador e chegou a R$ 1,4 milhão em 2012. 

Na última eleição em que eram permitidas as doações eleitorais o valor repassado pela Lidermac para campanhas políticas foi para R$ 3,8 milhões.



segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Temer admite a ministros e deve renunciar a qualquer momento

Temer admite a ministros e deve renunciar a qualquer momento
Publicado em 19/12/2016 às 18h19.
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Em entrevista exclusiva ao Estadão, o ministro da Casa Civil Eliseu Padilha (PMDB) disse que o também Presidente Michel Temer decidiu que todos os que estão citados na Lava-Jato devem sair do governo. 

Tal medida, se posta em prática, simplesmente implode o mandato interino de Temer, pois ele mesmo e praticamente todos os seus ministros estão implicados na operação comandada pelo juiz Sérgio Moro.

Um dos nomes mais fortes para a sucessão do presidente Michel Temer, segundo pesquisas de opinião, a ex-ministra Marina Silva (Rede) diz que o governo do peemedebista não conseguiu superar a crise nascida na gestão Dilma Rousseff.

As soluções seriam uma alteração na lei para a realização de novas eleições diretas ou a renúncia de Temer. “Poderá fazê-lo. Mas isso depende de cada um. É dele”, disse Marina, ao Estado. 

Apesar disso, a ex-ministra defende a política econômica do governo e a Lava Jato que, para ela, tem feito uma reforma política na prática.

Eu já dizia antes que a renúncia é sempre um ato pessoal, unilateral.

A presidente Dilma poderia ter feito este gesto. Não fez. O presidente Temer, no meu entendimento, se encontra na mesma situação que ela. Poderá fazê-lo. Mas isso depende de cada um. É dele. Faltam 16 dias.

Segundo o Carta Capital, "em 2014 a Operação Lava Jato prendeu três diretores da Camargo Corrêa e descobriu uma nova planilha que também apontava para Temer e políticos tucanos. 

O documento relaciona o vice-presidente a dois pagamentos de US$ 40 mil por projeto de pavimentação em Araçatuba e pela duplicação de uma rodovia em Praia Grande, cada um deles estimados em US$ 18 milhões".

O Carta Capital informa também que "em planilhas apreendidas pela Polícia Federal na casa de um executivo da Camargo Corrêa, Temer é citado 21 vezes entre 1996 e 1998, quando era deputado pelo PMDB, ao lado de quantias que somam US$ 345 mil. 

A investigação ocorreu em 2009, durante a Operação Castelo de Areia, cujo alvo era a empreiteira, e apurava suspeitas de corrupção e pagamento de propina a políticos para obter contratos com o governo. Temer refutou as acusações e a Castelo de Areia não foi adiante".