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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Fernando Collor Deixa Bolsonaro E Se Alia Ao Bloco Do PT No Senado; SAIBA!


Fernando Collor Deixa Bolsonaro E Se Alia Ao Bloco Do PT No Senado; SAIBA!

Por Portal Click Política Última atualizaçãõ 8 fev, 2019

 

Tentando evitar um processo de isolamento no Congresso depois da derrota na corrida presidencial, o Partido dos Trabalhadores formalizou bloco no Senado com o Partido Republicano da Ordem Social (Pros) e seus três representantes nesta legislatura (2019-2023) – entre eles o senador Fernando Collor (AL), que chega à sua oitava legenda em 40 anos de vida pública.

Legenda reconhecida pela Justiça Eleitoral apenas em setembro de 2013, o Pros apoiou a candidatura do presidenciável petista Fernando Haddad e esta foi uma das principais razões apontadas para a formação do bloco.

Com a composição, o denominado “Bloco Parlamentar da Resistência Democrática” começa o ano legislativo com nove nomes, seis do PT e três do Pros.

Além do apoio eleitoral, teve peso na disputa uma questão envolvendo a senadora Zenaide Maia (Pros-RN) – que foi escolhida como vice-líder do bloco e tem histórico de aliança com os petistas (leia mais abaixo) –, além da óbvia busca por ampliação de espaços no Legislativo federal.

Mas lideranças ouvidas pelo Congresso em Foco garantem: o agrupamento é meramente político e administrativo, de forma que a formação do bloco não significa alinhamento ideológico. 

“Inclusive, no Senado, os blocos têm mais a ver com questões administrativas e políticas do que propriamente com questões ideológicas. 

A formação dos blocos permite a formação dos espaços em comissões temporárias, permite a ocupação de algumas possibilidades”, ponderou o líder do bloco, Humberto Costa (PT-PE).

Opinião semelhante tem o líder do Pros no Senado, Telmário Mota (RR). 

Iniciando a segunda parte de seu primeiro mandato, Telmário disse à reportagem que a aliança PT-Pros é “sem compromisso ideológico”. 

“É uma relação só de bloco, nada mais do que isso.

 Cada um prossegue o seu caminho, sem um falar sobre o outro. 

Cada um segue seu destino”, declarou o senador, sintetizando a natureza do agrupamento partidário.

Portal Click Política com informações do Congressoemfoco.


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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

CORRUPÇÃO? O Começo Do Fim Dos Bolsonaro: Aparece O Rastro Do Dinheiro


CORRUPÇÃO? O Começo Do Fim Dos Bolsonaro: Aparece O Rastro Do Dinheiro

Por Portal Click Política Em 6 dez, 2018

 

Por Mauro Lopes, para o Jornalistas pela Democracia – 

Quando o governo de Fernando Collor começou a acabar? Quando tornou-se público que Paulo César Farias (o PC Farias), o tesoureiro de sua campanha presidencial, era também o caixa dos gastos da família Collor. 

Quando Temer acabou de vez como presidente com algum poder? Quando apareceu o “coronel Lima” (João Baptista Lima Filho), que cumpre a mesma função que já foi a de PC Farias. 

O novo governo nem começou, mas já apareceu o PC Farias e o coronel Lima da família Bolsonaro, que estava lotado no gabinete de Flávio Bolsnonaro na Assembleia Legislativa do Rio. 

O nome dele é Fabrício José Carlos de Queiroz, policial militar como o caixa de Temer, um 
“faz tudo”, como acontece muito nessas situações – misto de assessor parlamentar, motorista, guarda-costas e, claro, o cara da grana (leia aqui).

Uma hora ia aparecer, estava claro desde o princípio. Apareceu.

 E o governo, que nem começou, já tem cheiro de fim. 
Quem flagrou o esquema foi o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). 

Nada menos que R$ 1,2 milhão de reais flagrados passeando nas contas de um modesto PM. 

O Coaf foi informado da existência de Queiroz-PC-Lima pelo banco onde o sujeito tem conta, que informou as movimentações porque elas são
 “incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira” do ex-assessor parlamentar de Flávio.

Sim, ex-assessor, porque, convenientemente, Queiroz foi exonerado do gabinete do filho mais velho de Bolsonaro em 15 de outubro. 

Não sem antes passar um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama Michelle Bolsonaro.

 A compensação do cheque em favor da mulher do presidente eleito Jair Bolsonaro aparece na lista sobre valores pagos pelo PM. 

É o que apareceu, por enquanto. 

Mas, como é típico nestas situações, cheque é sempre uma imprudência. 

O relatório do Coaf indica que foram encontradas na conta transações envolvendo dinheiro em espécie, embora Queiroz exercesse uma atividade cuja “característica é a utilização de outros instrumentos de transferência de recurso”.


Apareceu o rastro do dinheiro. 
O primeiro rastro.

No caso do clã Bolsonaro, há muito mais acontecendo, além peixe que caiu na rede do Coaf. 

Carlos Bolsonaro parece um “mago” das redes sociais mas parece um paranoico dos filmes clássicos sobre o fascismo, a ver conspiração e ameaças de morte contra o líder do grupo (seu pai) em todo o canto; o “príncipe” Eduardo Bolsonaro está inebriado com a perspectiva de reinar na política externa brasileira e destruir o comércio internacional do Brasil.

A imprensa conservadora está maravilhada com o que apresenta como “estratégias geniais” e “lances de mestre” de Bolsonaro & filhos. 

Ela conta com nossa desmemória. Fizeram assim logo depois da vitória de Collor. 

Tudo era vendido como “novo”, “genial”, “moderno”

O mesmo aconteceu com Temer, ao longo do processo do golpe e nos primeiros meses. 

Ele era “astuto”, Geddel era “maquiavélico”, Jucá era vendido ao público como um “articulador sensacional”. 

Houve artigos à mão cheia dos jornalistas de direita a predizer um longo tempo de domínio dos novos esquemas de poder -garantiram que Collor seria a maior liderança política do país por décadas, que Temer poderia ser o mais forte candidato nas eleições -e, agora, que Bolsonaro irá consolidar a extrema-direita como força política hegemônica anos a fio.

Ao fim e ao cabo, Collor, Temer e, agora os Bolsonaro, eram e são prestadores de serviços à mais retrógrada das elites do planeta -a brasileira. 

Todos amadores, assaltantes de segunda e terceira categoria, remunerando-se pelos “bons serviços prestados” com R$ 50 milhões em malas aqui, uma emissora de TV ali, mesadas de dezenas ou centenas de milhares de reais acolá, casas e apartamentos acolá, R$ 1,2 milhão por ali.

Talvez você não se tenha dado conta, mas há algo em comum a todos esses prestadores de serviços das elites do país.

 Todos cumpriram a mesma tarefa, em 1989, em 2015/2016 e agora em 2018: derrotar Lula e o PT.

O rastro do dinheiro mais a arrogância mataram todos os esquemas.



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terça-feira, 11 de julho de 2017

CURTO E GROSSO: ‘A única coisa que essa reforma vai trazer é intranquilidade Social’ Collor.

CURTO E GROSSO: ‘A única coisa que essa reforma vai trazer é intranquilidade Social’ Collor.
12 de julho de 2017
 

Na noite desta terça-feira 11, Fernando Collor subiu à tribuna do Senado, que retomou a sessão depois que as senadoras que ocuparam a mesa desistiram do protesto.

Todos sabemos que o senador pertence às classes dominantes, sempre foi um bon vivant, viveu em meio ao luxo, festas, champagne, carros esportivos, ilhas de Seychelles, tudo isso.
Mas hoje mostrou que é rico, mas não é burro.

Honrou a memória do avô, Lindolfo, que foi o primeiro ministro do Trabalho do Brasil e um dos primeiros da elite empresarial a perceber que deixar o trabalhador tranquilo é a melhor maneira de aumentar a produtividade.

Tratando bem o trabalhador, o empresário sai no lucro.
Collor mandou um recado a Temer e a todos os senadores que, acometidos de uma epidemia de insensatez, querem aprovar essa reforma que só tira mais ainda do trabalhador que já ganha tão pouco.

Collor foi sucinto:

“A única coisa que essa reforma vai trazer é intranquilidade social”.

Os trabalhadores brasileiros já ganham pouco e agora vão ganhar menos ainda. Isso está óbvio, o governo não fez uma reforma para beneficiar o trabalhador e sim agradar aos patrões, mas dando um ridículo tiro no pé.

Pagar menos e tirar direitos vai diminuir o consumo, vai diminuir a arrecadação da Previdência e vai diminuir a arrecadação de impostos.

Não é só uma reforma criminosa, é também uma reforma burra.


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