Mostrando postagens com marcador Jerusalém. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jerusalém. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

MENTIROSO? EMBAIXADA DA ALEMANHA DESMENTE MINISTRO SOBRE FUNDO AMAZÔNIA E AFIRMA QUE TODAS ESSAS INFORMAÇÕES FORAM CRIADAS POR SALLES; CONFIRA!


MENTIROSO? EMBAIXADA DA ALEMANHA DESMENTE MINISTRO SOBRE FUNDO AMAZÔNIA E AFIRMA QUE TODAS ESSAS INFORMAÇÕES FORAM CRIADAS POR SALLES; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 6 de dezembro de 2019

 Resultado de imagem para ministro salles
Imagem do Google

Ministro do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro, foi sumariamente desmentido pela Embaixada da Alemanha, nesta sexta-feira (6). 
Salles havia afirmado que o governo alemão tinha concordado com os termos da minuta elaborada pelo ministério a respeito do novo formato do Fundo Amazônia, de acordo com informações de O Globo.

“A Embaixada da Alemanha recebe com espanto as declarações sobre o Fundo Amazônia veiculadas nestes últimos dias. 

A Embaixada recebeu no início desta semana uma proposta formal do BNDES para reformular o Fundo Amazônia, autorizada, segundo o BNDES, pelo ministro Salles. 

Esta proposta está em avaliação e a Alemanha não comentou o assunto até o momento com o lado brasileiro. 

A avaliação será realizada em estreita cooperação com a Noruega”, diz a nota.

O Fundo Amazônia recebe recursos dos governos da Noruega (mais de 90%) e da Alemanha. 

Logo que assumiu o ministério, Salles alegou que havia irregularidades na gestão e desmontou seu funcionamento.

O ministro do Meio Ambiente concedeu entrevista ao Valor esta semana, em Madri, e declarou que a nova minuta de reestruturação do Fundo estava pronta e tinha sido encaminhada aos países doadores. 

Salles afirmou que os alemães haviam “topado” e que faltavam só os noruegueses.

Click Política

CONTINUA

DISCORDOU DO PAI? EDUARDO DIZ QUE MUDANÇA DA EMBAIXADA DO BRASIL PARA JERUSALÉM É UMA REALIDADE; CONFIRA!


Escrito por Portal Click Política 6 de dezembro de 2019

Resultado de imagem para eduardo bolsonaro em israel
Imagem do Google

“Temos que ser muito responsáveis com esse procedimento. 
Eu costumo dizer que, se nós temos uma só bala, não podemos perder o alvo. 
Ano que vem, talvez vejamos toda a embaixada mudar para Jerusalém”, declarou Eduardo, em visita a Israel.

Ao ser perguntado se a embaixada, de fato, será transferida em 2020, disse que não podia confirmar, “mas eu realmente espero que isso aconteça”.

Jair Bolsonaro, que durante a campanha defendeu a mudança da embaixada para Jerusalém, assim como fez o governo dos Estados Unidos, voltou atrás depois de eleito, em função da reação de diversos setores, principalmente do agronegócio brasileiro, que tem os países árabes como principais clientes.

Ainda durante a entrevista, o filho do presidente foi questionado em relação às declarações homofóbicas do pai.

“Não me importo. Se você diz que só é preciso amor para ser uma família, você vai dizer que eu e meu cachorro, eu amo meu cachorro, somos uma família. Entende? 

Você abre a porta para muitas coisas”, respondeu.

Click Política



Vamos ganhar uma renda extra pessoal?

A cabei de me juntar á bunited.
E achei que é interessante pra você também.
A bunited tem o poder de tornar nosso mundo sustentável. Não é só conversa, mas mudanças substanciais e reais.
E o melhor é que bunited paga para todos que trazem novos membros com sucesso. Muito inovador, não?
Clica ai pra você ver, eu amei isso!
Este é o meu ID de Membro bUnited: BDXD-6740.
É grátis, sem problemas e por uma boa causa.
Boa sorte.

Doação para o Blog
Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE
Que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir
com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Hamas repudia visita de Bolsonaro a Israel e pede 'retratação'


Hamas repudia visita de Bolsonaro a Israel e pede 'retratação'

Da redação 4 horas atrás 01/04/2019

 Hamas: movimento islamita divulgou uma nota crítica à visita do presidente Jair Bolsonaro a Israel
© Mohammed Salem Hamas: movimento islamita divulgou uma nota crítica à visita do presidente Jair Bolsonaro a Israel

São Paulo — O movimento islamita Hamas divulgou nesta segunda-feira (01) uma nota crítica à visita do presidente Jair Bolsonaro a Israel, em um gesto que foi considerado uma 
“violação às leis e normas internacionais”.

Publicado no site do grupo, que é considerado a maior organização islâmica nos territórios palestinos, 
o texto repudia a visita de Bolsonaro ao Muro das Lamentações, além da decisão de criar um escritório comercial do Brasil em Jerusalém.

“O movimento Hamas condena veementemente a visita do presidente brasileiro Jair Bolsonaro à ocupação israelense como um movimento 
que não apenas contradiz a atitude histórica do povo brasileiro, que apoia a luta pela liberdade do povo palestino contra a ocupação, mas também viola as leis e normas internacionais”, diz trecho da nota.

Para eles, Bolsonaro e o Brasil precisam se retratar pela visita. 

“O Hamas conclama o Brasil a reverter imediatamente essa política que é contra o direito internacional e as posições de apoio do povo brasileiro e dos povos da América Latina”.

O grupo pede, ainda, que outras organizações pressionem o governo do Brasil para reverter a sinalização de que o país está ao lado de Israel na disputa pelo território da região.

“O Hamas chama a Liga Árabe, a Organização da Cooperação Islâmica e todas as organizações internacionais para pressionar o governo brasileiro a derrubar esses movimentos que apoiam a ocupação israelense e fornecem cobertura para seus abomináveis ​​crimes e violações contra o povo palestino”, conclui.

Leia a nota na íntegra

“Sobre a visita do presidente brasileiro à ocupação israelense, o movimento Hamas afirma o seguinte:

O movimento Hamas condena veementemente a visita do presidente brasileiro Jair Bolsonaro à ocupação israelense como um movimentação que não apenas contradiz a atitude histórica do povo brasileiro que apoia a luta pela liberdade do povo palestino contra a ocupação, mas também viola as leis e normas internacionais.

Particularmente, o Hamas denuncia que o presidente brasileiro fez uma visita à Cidade Santa de Jerusalém e ao Muro das Lamentações acompanhado pelo primeiro-ministro das ocupações israelenses. 

O movimento também condena o plano anunciado de criação de um escritório comercial para o Brasil em Jerusalém.

O Hamas conclama o Brasil a reverter imediatamente essa política que é contra o direito internacional e as posições de apoio do povo brasileiro e dos povos da América Latina.

 Ressaltamos que essa política não atende à estabilidade e segurança da região e ameaça os laços brasileiros com nações árabes e islâmicas.

Finalmente, o Hamas insta a Liga Árabe, a Organização da Cooperação Islâmica e todas as organizações internacionais a pressionar o governo brasileiro a derrubar esses movimentos que apoiam a ocupação israelense e fornecer cobertura para seus abomináveis ​​crimes e violações contra o povo palestino”.

Visita ao Muro das Lamentações

O presidente Bolsonaro visitou nesta segunda-feira (01), ao lado do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, o Muro das Lamentações, em Jerusalém.

A decisão fez com que ele se tornasse o primeiro chefe de Estado a realizar tal visita ao lado de um primeiro-ministro israelense, segundo o Chancelaria de Israel.

Rompendo com a prática diplomática, Bolsonaro foi ao local mais sagrado do judaísmo com Netanyahu.


Doação para o Blog
Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE
Que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir
com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Lima
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Mourão: Fechamento da fronteira da Venezuela “não é ato de agressão”


Mourão: Fechamento da fronteira da Venezuela “não é ato de agressão”

4 hours ago Internacional 22/02



General da reserva, o vice-presidente Hamilton Mourão, de 65 anos, virou alvo das hostilidades dos setores mais conservadores do governo de Jair Bolsonaro por defender posições consideradas moderadas. 

Mas, em entrevista à agência de notícias AFP nesta quinta-feira (21), ele afirma que busca no cargo ter “papel complementar” e ser “o escudo e a espada” do presidente.

O vice-presidente brasileiro, Hamilton Mourão, falou sobre a Venezuela e desaconselhou a transferência da embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. 

Ele também defendeu que as reformas econômicas sejam priorizadas em detrimento da chamada “agenda conservadora”, que inclui projetos como a Escola Sem Partido ou redução da maioridade penal. 

Confira a entrevista:

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, ordenou fechar a fronteira com o Brasil para evitar a entrada de ajuda humanitária. 
Como o senhor avalia esta decisão?

HM: Vejo essa reação simplesmente para impedir que ocorra esse processo de ajuda humanitária.

O Brasil vai protestar ou reagir de alguma maneira?

HM: O fechamento da fronteira para nós não significa um ato de agressão. A Venezuela tem liberdade para fazer o que quiser.

O senhor teme uma ação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela?

HM: A ameaça está mais no campo da retórica do que na ação. Seria muito prematuro e fora de propósito os EUA realizarem uma intervenção militar dentro da Venezuela. 

A questão da Venezuela tem que ser resolvida pelos venezuelanos.

O senhor é considerado o maior comunicador do governo e, também um moderador.
 Sente-se confortável com esse papel, embora seja criticado por isso no próprio governo?

HM: Acho que meu papel é de complementar o do nosso presidente. O presidente é nosso líder, o presidente é um homem da ação, da decisão. 

Eu busco ter esse papel complementar como já disse, que seja muitas vezes o escudo e a espada dele.

As críticas dos evangélicos, de Steve Bannon, de Olavo de Carvalho, não refletem divisões na aliança do governo?

HM: É uma questão de opinião. Eu sempre digo que é a minha opinião pessoal. 
No momento em que o presidente tomar decisões em assuntos nos quais eu já emiti opiniões que não eram unanimidade, eu passo a ter a mesma decisão que ele. É uma questão de disciplina intelectual.

Existe uma ala militar no governo ou um partido militar?

HM: Não. Acho que essa é uma interpretação errônea. 
Raramente falo com meus conhecidos que pertencem às Forças Armadas, ou que pertenceram às Forças Armadas, cada um envolvido com a área do governo da qual ficou responsável. 
Então, eu não vejo dessa forma. E as Forças Armadas como conjunto estão cumprindo a função constitucional que elas têm.

Oito dos 22 ministros do governo são militares, além do presidente e do vice. O que os militares podem aportar ao Brasil na política?

HM: Nós estamos muito ligados aos cargos técnicos, com exceção do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto Santos Cruz, que está em uma função de ligação política, ou no caso do general Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, GSI, que sempre foi um cargo de militares, e o caso do ministério da Defesa, comandado pelo general Fernando Azevedo e Silva. 

O que nós podemos fazer? Uma das grandes coisas de que o Brasil vem se ressentindo é a questão da gestão. A gestão pública era péssima. 

E ao ser péssima, permitia que duas coisas ocorressem: recursos mal empregados e desvio de recursos para a corrupção.
O nosso grande trabalho na minha visão é melhorar a gestão pública.

Qual é a avaliação que o senhor faz dos dois primeiros meses de governo, marcados por disputas entre aliados e pela exoneração do ministro da secretaria-geral da Presidência, Gustavo Bebianno?

HM: Os dois primeiros meses são um momento de acomodação. 
Muita gente pensa que na transição você consegue já no dia primeiro assumir as coisas.

Tivemos uma reorganização dos ministérios, os ministérios estavam muito espalhados aqui por Brasília. 
Era necessário que cada ministro fizesse o reconhecimento dessas áreas, que enxugasse a parte administrativa, então isso levou um tempo. 

No mesmo momento havia a questão de cirurgia do presidente. Agora o presidente está totalmente recuperado do problema que ele enfrentou. 

Esses dois meses – 45, 50 dias – foram exatamente para isso, e os dois projetos que nós considerávamos os mais importantes entraram no Congresso dentro do prazo previsto, que eram a questão da reforma da Previdência e a questão do combate à criminalidade.

Quais são as lições que o senhor pode tirar dos episódios que atrapalharam o governo, por exemplo a crise com Gustavo Bebianno? 

(Bebianno foi exonerado depois de ter sido chamado de mentiroso pelo vereador pelo Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro, outro filho do presidente).

HM: Acho que a gente tem que ser mais cuidadoso na nossa segurança orgânica. E também a gente tem que aprender a não reagir tanto com o fígado, reagir mais com a razão.

Depois da crise, o senhor e outros membros do governo pediram que os filhos do presidente não interferissem tanto nas áreas do governo. Serão ouvidos?

HM: Acho que isso faz parte do processo de adaptação que eu te disse. 
A família do presidente é uma família muito unida. 

Os filhos são pessoas bem-sucedidas, porque ele tem três filhos que concorreram a cargos eletivos e foram eleitos com votação expressiva. 

Agora vai chegar o momento em que cada um vai entender o tamanho da cadeira dele. 

A cadeira de deputado federal é uma, a cadeira de senador é outra e a cadeira de vereador é outra. Eu vejo isso com naturalidade. É uma concertação que vai acontecer naturalmente.

A respeito a participação de um dos filhos em atividades diplomáticas em paralelo à diplomacia do governo. Isso é algo que pode atrapalhar?

HM: O deputado federal Eduardo Bolsonaro foi aos Estados Unidos em um primeiro momento e estabeleceu alguns canais de comunicação.

 Mas obviamente esses canais informais, vamos dizer assim, acabaram sendo substituídos pelos canais normais da diplomacia.

O senhor acha que a agenda conservadora vai ser importante nos próximos meses?

HM: A agenda conservadora vai buscar seu espaço de acordo com as necessidades do momento. 

Eu tenho dito que um país com 13 milhões de desempregados, uma necessidade premente de investimentos na nossa infraestrutura, uma economia que passou por una recessão de dois anos, com déficit fiscal, com problemas na segurança pública… 

A gente tem que combater isso aí primeiro, e a agenda conservadora vai avançar paulatinamente.

O general Heleno falou que existe um risco de fratura do Brasil através das ONGs que atuam em áreas indígenas. Existe esse risco?

HM: Não. O que eu vejo é o seguinte: o indígena tem que estar integrado ao conjunto da população brasileira, porque são indígenas brasileiros, são de origem brasileira, eles não são um grupo à parte.

 Eles falam português, obviamente, e o que acontece é que eles têm que ter os meios de sobrevivência. 

Eles têm que ter capacidade de explorar a terra que a eles foi designada. 
Obviamente, eles lutaram por aquilo ali.


Doação para o Blog
Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE
Que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir
com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Lima
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

'Obrigado, presidente Trump', diz Netanyahu sobre veto dos EUA na ONU

'Obrigado, presidente Trump', diz Netanyahu sobre veto dos EUA na ONU
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 17:11 18.12.2017
 U.S. President Donald Trump (L) and Israel's Prime Minister Benjamin Netanyahu speak to reporters before their meeting at the King David Hotel in Jerusalem May 22, 2017
©REUTERS/ Jonathan Ernst

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu agradeceu Washington pelo seu veto que barrou a resolução contrária ao reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

"Obrigado, embaixadora Haley", escreveu o premiê no Twitter. "A verdade derrotou as mentiras. Obrigado, presidente Trump. Obrigado, Nikki Haley".

Nesta segunda-feira (18), a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, vetou a resolução que estabelecia que os países deveriam interromper o estabelecimento de missões diplomáticas em Jerusalém. 

O texto, apresentado pelo Egito, um dos membros rotativos do Conselho de Segurança, também afirmava que a cidade deveria ter seu status estabelecido por meio de negociações.

A comunidade internacional não reconhece Jerusalém como capital do Estado israelense.

Já os palestinos afirmaram que o veto é "inaceitável".

O porta-voz do presidente da Palestina, Mahmud Abbas, disse à AFP que os Estados Unidos estão isolados já que foram o único país contrário à resolução.




OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Conselho de Segurança da ONU marca votação sobre Jerusalém como capital de Israel

Conselho de Segurança da ONU marca votação sobre Jerusalém como capital de Israel
MUNDO  19:22 17.12.2017
 Bandeira israelense com a Cidade Velha de Jerusalém em fundo, 6 de dezembro de 2017
© AP Photo/ Oded Balilty

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) irá votar na segunda-feira (18) um projeto de resolução para rejeitar a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

A informação foi confirmada à Reuters por diplomatas

O Egito decidiu levar o tema ao plenário após apresentar a resolução. 

É provável que os Estados Unidos, como membro permanente do Conselho de Segurança, usem sua capacidade de veto.

No início do mês, Trump quebrou o consenso internacional e declarou Jerusalém como capital de Israel e anunciou a intenção de transferir a embaixada estadunidense de Tel Aviv 
para a cidade. 

A decisão provocou forte condenação internacional e ondas de protestos e violência no Oriente Médio.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, irá visitar Jerusalém na quarta-feira, mas não deve ter agenda com líderes da Palestina.

Israel tomou o controle da parte oriental de Jerusalém na Guerra de Seis Dias, em 1967, e declara que a cidade é sua capital indivisa. 

Já os palestinos vêem o leste de Jerusalém como a capital do seu futuro estado.

A comunidade internacional não reconhece Jerusalém como capital de Israel.







OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.

sábado, 16 de dezembro de 2017

Igreja Ortodoxa Russa: Jerusalém deve continuar sendo centro espiritual de três religiões

Igreja Ortodoxa Russa: Jerusalém deve continuar sendo centro espiritual de três religiões
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 22:28 16.12.2017
 Cúpula da Mesquita Al-Aqsa na Cidade Velha, vista de uma porta em forma da Estrela de Davi, Jerusalém

Jerusalém deve continuar sendo um centro espiritual de três religiões principais, afirmou no sábado o Departamento de Relações Exteriores da Igreja do Patriarcado de Moscou.

O metropolita Hilarion de Volokolamsk, presidente do Departamento do Patriarcado de Moscou para Relações Externas da Igreja, disse no sábado que Jerusalém deve continuar a ser um centro espiritual de três grandes religiões — cristianismo, islamismo e judaísmo.

"Não devemos esquecer que Jerusalém é uma cidade santa para as três religiões do mundo: 

não só para o judaísmo, mas também para o cristianismo e o Islã. Hoje, em Jerusalém, cristãos, muçulmanos e judeus vivem juntos em paz, cada grupo [sectário] tem seus próprios lugares, imobilidade e sítios sagrados. 

E é muito importante que Jerusalém permaneça como tal centro espiritual e religioso, no qual representantes de três religiões monoteístas poderiam viver juntos em paz e concordar ", disse Hilarion à emissora Rossiya 24.

O clérigo também criticou a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, desde o ponto de vista de que o passo poderia desestabilizar significativamente 
a situação.

No dia 6 de dezembro, Trump anunciou sua decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e ordenou ao Departamento de Estado dos EUA que mudasse a embaixada de Tel Aviv

A decisão causou críticas de muitos países ao redor do mundo, em especial no Oriente Médio, provocando protestos em massa em vários países, inclusive no próprio Israel.

Israel conquistou a Jerusalém Oriental, controlada pela Jordânia, durante a Guerra dos Seis Dias de 1967. Em 1980, o Parlamento israelense aprovou a Lei de Jerusalém proclamando a capital em toda a cidade.

 A comunidade internacional não reconhece a anexação e acredita que o status de Jerusalém deve ser acordado com os palestinos, que reivindicam sua parte oriental como a capital do seu futuro estado.




OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.