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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Aliado e amigo de Bolsonaro, Netanyahu de Israel será indiciado por corrupção


Aliado e amigo de Bolsonaro, Netanyahu de Israel será indiciado por corrupção

3 hours ago Denúncias 28/02/2019


Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que tem o presidente Jair Bolsonaro como um de seus admiradores, deverá ser indiciado em três casos de corrupção, noticiou a TV israelense nesta quinta-feira, citando o Ministério da Justiça;
decisão divulgada, antes da eleição de 9 de abril em Israel, aprofunda a incerteza sobre as perspectivas de sua candidatura; o partido de direita de Netanyahu, Likud, descreveu as acusações como “perseguição política” e afirma que ele não deverá renunciar ao cargo

Reuters 
– O procurador-geral de Israel pretende indiciar o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em três casos de corrupção, noticiou a TV israelense nesta quinta-feira, citando o Ministério da Justiça.

A decisão divulgada, antes da eleição de 9 de abril em Israel, aprofunda a incerteza sobre as perspectivas de Netanyahu em uma corrida acirrada.

O efetivo indiciamento, que inclui acusações de suborno, fraude e quebra de confiança, dependerá do resultado de uma audiência. 

Na audiência —provavelmente após a eleição—, Netanyahu pode tentar persuadir o procurador-geral a não indiciá-lo.

Netanyahu, que está buscando um quarto mandato consecutivo, nega qualquer irregularidade. 

Nas investigações, que se arrastam há um bom tempo, ele é suspeito de aceitar indevidamente presentes de empresários ricos e distribuir favores em supostas propostas de cobertura favorável por um jornal e um site.

O partido de direita de Netanyahu, Likud, descreveu as acusações relatadas como “perseguição política”. 

O partido disse que o primeiro-ministro, que prometeu não renunciar devido às acusações, deveria fazer um pronunciamento às 15h (horário de Brasília).


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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

'Obrigado, presidente Trump', diz Netanyahu sobre veto dos EUA na ONU

'Obrigado, presidente Trump', diz Netanyahu sobre veto dos EUA na ONU
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 17:11 18.12.2017
 U.S. President Donald Trump (L) and Israel's Prime Minister Benjamin Netanyahu speak to reporters before their meeting at the King David Hotel in Jerusalem May 22, 2017
©REUTERS/ Jonathan Ernst

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu agradeceu Washington pelo seu veto que barrou a resolução contrária ao reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

"Obrigado, embaixadora Haley", escreveu o premiê no Twitter. "A verdade derrotou as mentiras. Obrigado, presidente Trump. Obrigado, Nikki Haley".

Nesta segunda-feira (18), a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, vetou a resolução que estabelecia que os países deveriam interromper o estabelecimento de missões diplomáticas em Jerusalém. 

O texto, apresentado pelo Egito, um dos membros rotativos do Conselho de Segurança, também afirmava que a cidade deveria ter seu status estabelecido por meio de negociações.

A comunidade internacional não reconhece Jerusalém como capital do Estado israelense.

Já os palestinos afirmaram que o veto é "inaceitável".

O porta-voz do presidente da Palestina, Mahmud Abbas, disse à AFP que os Estados Unidos estão isolados já que foram o único país contrário à resolução.




OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Imprensa: Netanyahu usou as relações com John Kerry para beneficiar um amigo

Imprensa: Netanyahu usou as relações com John Kerry para beneficiar um                                amigo
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 17:14 07.01.2017(atualizado 21:06 07.01.2017)
Primeiro-minsitro de Israel Benjamin Netanyahu durante o encontro com o presidente russo Vladimir Putin, Kremlin, Moscou, Rússia, 7 de junho de 2016
© Sputnik/ Klimentyev

O Canal 10 da televisão israelense revelou que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu usou repetidamente as suas relações com o secretário de Estado, John Kerry, para que fosse emitido um visto de residência nos Estados Unidos para Anon Milchan, um amigo próximo de premiê israelense.


Milchan, que possui somente o passaporte de Israel, figura no centro de uma investigação policial para determinar se os seus favores e presentes para Netanyahu ao longo dos ano teriam violado as leis de Israel e se constituem um crime.

Esta semana, Netanyahu foi interrogado por mais de cinco horas pela unidade policial anti-corrupção apenas para determinar o caráter de sua ligação com Milchan. 

De acordo com o Canal 10, quando Milchan precisou renovar seu visto nos Estados Unidos, verificou-se que ele estava envolvido em um empreendimento nuclear obscuro relacionado a Israel. 

Naquela época Milchan solicitou ajuda a Netanyahu, que intermediou o processo diretamente com Kerry. Durante 2014, Netanyahu pediu a Kerry três vezes para resolver o problema e, finalmente, as autoridades dos EUA concederam um visto de dez anos a Milchan. 

Segundo informação da imprensa hebraica, a polícia estimou que Milchan ofereceu a Netanyahu ao longo de muitos anos bebidas de luxo e charutos exclusivos no valor de mais de US$100.000. Aparentemente, a polícia está tentando determinar se existe uma relação direta entre os favores de Netanyahu a Milchan e os presentes.

Fonte: https://br.sputniknews.com/



domingo, 25 de dezembro de 2016

Colonatos de Israel. Trump e Netanyahu contra o resto do mundo

Colonatos de Israel. Trump e Netanyahu contra o resto do mundo
24/12/2016, 11:19
Presidente israelita fez aliança com o presidente eleito para tentar impedir resolução histórica da ONU contra colonatos de Israel. Não resultou. Trump diz que as coisas vão mudar em janeiro
Netanyahu à saída de um encontro com Trump, quando este 
ainda era apenas candidato, a 25 de setembro AFP/Getty Images

“Them against the world”, é assim que a CNN define as reações do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, e do presidente israelita, Benjamin Netanyahu. 

São eles contra o resto do mundo. Depois de, na sexta-feira, o Conselho de Segurança da ONU ter votado uma resolução histórica a exigir que Israel “cesse imediatamente e completamente todas as atividades de construção de colonatos no território palestiniano ocupado, incluindo Jerusalém Oriental.”

Foi a abstenção dos EUA — que sempre vetaram resoluções contra o Estado israelita — que permitiu mais esta decisão histórica na reta final da administração Obama. Netanyahu ficou furioso, Trump irritado.

As manobras diplomáticas foram intensas nestes dias. Israel arregimentou o Presidente eleito, Donald Trump, tentou pressionar a administração cessante (de Obama), com um tweet e um post no Facebook a pedir um veto na véspera.

Trump ainda fez mais nos bastidores. Ligou ao presidente do Egito, Abdel Fattah el-Sissi — o autor e proponente do texto de resolução numa tentativa de adiar a resolução. 

A frente Trump-Netanyahu é uma novidade diplomática: nunca antes (pelo menos em público) um presidente antes de tomar posse se relacionou com um chefe de Estado de um outro país para fazer pressão na ONU. Sem êxito. Com a abstenção dos EUA, a votação foi clara: 14-0.

Trump reagiu em tweet e em força para mostrar o seu desagrado logo após a votação, dizendo: “Quanto à ONU, as coisas serão diferentes após 20 de janeiro“.

Entretanto, o Estado israelita vai acusando a administração Obama de estar a deixar para trás um aliado de longa data e trata Barack Obama como se já fizesse parte do passado. 

No comunicado de reação à resolução da ONU, o governo de Netanyahu, diz que “Israel espera trabalhar com o presidente eleito Trump e com todos os nossos amigos no Congresso, republicanos e democratas, para evitar os efeitos nocivos desta absurda resolução”.

Ao contrário do que tem feito Barack Obama, Donald Trump promete alinhar a política norte-americana com as ideias da direita do Likud, o partido de Netanyahu. Além desta mudança estrutural, há outras simbólicas: promete transferir a embaixada Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém. 

Esta transferência pode, no entender dos analistas, incendiar os palestinianos e fazer com que os EUA tenham dificuldades em mediar o conflito entre israelitas e palestinianos (que veem a cidade como capital do futuro Estado palestiniano).

A política de Trump, mais dura e pró-israelita, terá um grande apoio no Congresso, que esteve contra esta decisão de Obama nas Nações Unidas. Até o líder dos democratas no Senado, Chuck Schumer, questionou esta opção.

A relação entre Obama e Netanyahu tem sido conflituosa e atingiu o auge quando, em março de 2015, o presidente israelita discursou no Congresso norte-americano e criticou a diplomacia da Administração Obama, em particular o facto dos norte-americanos negociarem com o Irão um acordo nuclear.

Os EUA livram, historicamente, Israel de resoluções negativas das Nações Unidas, através do uso do direito de veto. A última vez tinha acontecido em 2011, mas têm sido dezenas ao longo dos últimos anos. Nos últimos meses, as Nações Unidas têm denunciado o aumento dos colonatos israelitas em zonas ilegais.






quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Moscou critica reação de Israel à resolução da UNESCO

Moscou critica reação de Israel à resolução da UNESCO 
© REUTERS/ Ammar Awad
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 21:24 27.10.2016(atualizado 21:55 27.10.2016)
Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu

O vice-ministro das Relações Internacionais da Rússia, Guennady Gatilov, disse que a reação de Israel à resolução da UNESCO sobre Jerusalém oriental, a parte palestina da cidade ocupada por Israel, é "muito emocional" e "não inteiramente justificada”.

Na quarta-feira (26), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, acusou a UNESCO de ignorar os laços seculares do povo judeu com a antiga cidade e convocou o embaixador de Israel junto a esta organização para consultas.

“Sentimos que os israelenses estão com as emoções um pouco exageradas com relação a esta questão. Todos vocês sabem sobre as declarações que foram feitas pelo ministro Netanyahu sobre este assunto, com uma dura crítica em relação a essas resoluções. Indicou-se que eles [UNESCO], supostamente, não estão levando em conta a ligação dos locais sagrados com Israel, o significado histórico desses lugares para o Estado israelense” – disse Gatilov à imprensa russa.
 Esplanada das Mesquitas (foto de arquivo)
© AP PHOTO/ SEBASTIAN SCHEINER
Israel suspende cooperação com UNESCO por causa de 'terrorismo'

A questão das novas resoluções da UNESCO relativas a Israel e apoiadas, inclusive pela Rússia, esteve na pauta das consultas realizadas hoje pelo vice-premiê russo em Israel.

"Esclarecemos as nossas abordagens com os nossos colegas israelenses sobre este assunto. Explicamos o porquê de termos votado a favor dessas resoluções,

 já que elas não incluíram nada de novo com relação aos anos anteriores. Exortamos eles a abordar futuramente a discussão desses assuntos de forma construtiva” – explicou Gatilov. Na quarta-feira (26), a comissão da UNESCO aprovou uma decisão que condena as “escavações ilegais de Israel na Cidade Velha de Jerusalém.
Muro das Lamentações
© AFP 2016/ GIL COHEN-MAGEN
Israel afirma que papiro recém-descoberto sustenta sua 

reivindicação a Jerusalém

Em particular, a resolução refere-se a um complexo de Jerusalém, reverenciado pelos judeus como Monte do Templo e pelos muçulmanos como Al-Haram ash-Sharif (Nobre Santuário), apenas como um "local sagrado de culto muçulmano". Para Israel, a decisão nega a ligação do judaísmo com a antiga cidade. Há duas semanas, Israel atacou a UNESCO devido à renovação de uma resolução semelhante, que condena as restrições de acesso muçulmano ao local sagrado, que fica em uma parte de Jerusalém capturada pelas forças israelenses na guerra de 1967.

FONTE; https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201610276659910-moscou-critica-israel-unesco/