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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

'Obrigado, presidente Trump', diz Netanyahu sobre veto dos EUA na ONU

'Obrigado, presidente Trump', diz Netanyahu sobre veto dos EUA na ONU
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 17:11 18.12.2017
 U.S. President Donald Trump (L) and Israel's Prime Minister Benjamin Netanyahu speak to reporters before their meeting at the King David Hotel in Jerusalem May 22, 2017
©REUTERS/ Jonathan Ernst

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu agradeceu Washington pelo seu veto que barrou a resolução contrária ao reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

"Obrigado, embaixadora Haley", escreveu o premiê no Twitter. "A verdade derrotou as mentiras. Obrigado, presidente Trump. Obrigado, Nikki Haley".

Nesta segunda-feira (18), a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, vetou a resolução que estabelecia que os países deveriam interromper o estabelecimento de missões diplomáticas em Jerusalém. 

O texto, apresentado pelo Egito, um dos membros rotativos do Conselho de Segurança, também afirmava que a cidade deveria ter seu status estabelecido por meio de negociações.

A comunidade internacional não reconhece Jerusalém como capital do Estado israelense.

Já os palestinos afirmaram que o veto é "inaceitável".

O porta-voz do presidente da Palestina, Mahmud Abbas, disse à AFP que os Estados Unidos estão isolados já que foram o único país contrário à resolução.




OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Conselho de Segurança da ONU marca votação sobre Jerusalém como capital de Israel

Conselho de Segurança da ONU marca votação sobre Jerusalém como capital de Israel
MUNDO  19:22 17.12.2017
 Bandeira israelense com a Cidade Velha de Jerusalém em fundo, 6 de dezembro de 2017
© AP Photo/ Oded Balilty

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) irá votar na segunda-feira (18) um projeto de resolução para rejeitar a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

A informação foi confirmada à Reuters por diplomatas

O Egito decidiu levar o tema ao plenário após apresentar a resolução. 

É provável que os Estados Unidos, como membro permanente do Conselho de Segurança, usem sua capacidade de veto.

No início do mês, Trump quebrou o consenso internacional e declarou Jerusalém como capital de Israel e anunciou a intenção de transferir a embaixada estadunidense de Tel Aviv 
para a cidade. 

A decisão provocou forte condenação internacional e ondas de protestos e violência no Oriente Médio.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, irá visitar Jerusalém na quarta-feira, mas não deve ter agenda com líderes da Palestina.

Israel tomou o controle da parte oriental de Jerusalém na Guerra de Seis Dias, em 1967, e declara que a cidade é sua capital indivisa. 

Já os palestinos vêem o leste de Jerusalém como a capital do seu futuro estado.

A comunidade internacional não reconhece Jerusalém como capital de Israel.







OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Donald Trump bloqueia doação milionária de Obama à Palestina

Donald Trump bloqueia doação milionária de Obama à Palestina
 A ARAUJO SISTEMA DE COMUNICAÇÃO 22:20:00 27/01/2017
 

Parlamentares republicanos questionaram o valor dizendo que a Palestina não cumpriu acordos feitos anteriormente e criticaram doação.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu o pagamento de U$ 221 milhões para os palestinos. O dinheiro seria destinado como “ajuda humanitária” através de uma doação feita pelo governo de Barack Obama horas antes dele deixar a presidência.

Os republicanos do Congresso americano fizeram objeções sobre o pagamento, o Departamento de Estado irá reavaliar a situação e fará ajustes nessa doação, pois ela não corresponde às prioridades do novo governo.

Os republicanos estão questionando o financiamento palestino feito através da Agência de Desenvolvimento Internacional de 2015 e 2016 que foi aprovado pelo Congresso. Os parlamentares disseram que a Autoridade Palestina não cumpriu os acordos feitos anteriormente.

Entre os parlamentares que questionam a verba está a deputada Kay Granger, presidente do Subcomitê de Operações do Estado e Estrangeiras da Câmara.

“Estou profundamente desapontada que o presidente Obama desafiou a supervisão do Congresso e liberou US $ 221 milhões para os territórios palestinos”, disse ela à imprensa.

“Eu trabalhei para garantir que nosso dinheiro não financiasse a Autoridade Palestina, a menos que fossem cumpridas condições muito rígidas. 

Embora nenhuma verba pudesse ir diretamente para a Autoridade Palestina, acabariam indo para programas que ainda estão sendo analisados pelo Congresso. A decisão do governo Obama de liberar esses fundos foi inapropriada”, completou ela.

Dinheiro para Palestina

Uma notificação enviada ao Congresso pelo ex-presidente diz que a ajuda financeira seria para “financiar ajuda humanitária na Cisjordânia e Gaza, apoiar reformas políticas e de segurança e ajudar a estabelecer o Estado de Direito em um futuro Estado palestino”.

A verba, porém, sempre gera muitas teorias pois a doação não exige prestação de conta por parte da Autoridade Palestina. Muitos alegam que o valor era destinado para financiar o terrorismo no Oriente Médio.

Entre os possíveis beneficiários desse dinheiro seriam os grupos radicais Hamas e Fatah que atacam Israel e mantém grupos jihadistas como o Brigadas dos Mártires de Al Aqsa.

A ação do novo presente segue a linha que ele já vinha adotando em suas promessas de campanha que prometia combater o terrorismo. 

Em seu discurso de posse, Trump garantiu que irá “erradicar completamente o terrorismo radical islâmico da face da Terra”, antes ele já havia comentado sua posição em favor de Israel e gerando ira de alguns líderes da região.







terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Obama envia US$ 221 mi à Palestina nas últimas horas de mandato

Obama envia US$ 221 mi à Palestina nas últimas horas de mandato
Os republicanos foram contra a transferência
MUNDO NA HORA H  HÁ 20 HORAS  24/01/2017  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 

A administração do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama enviou, nas últimas horas de mandato, US$ 221 milhões à Palestina, informa a agência Associated Press, citando fontes oficiais.Os republicanos foram contra a transferência. 


A administração informou oficialmente o Congresso sobre sua intenção na sexta-feira (20) de manhã, antes de Trump ter tomado posse, revelou a agência Associated Press.

Ao todo, os EUA enviaram US$ 227 milhões. 

Desse montante, US$ 4 milhões de dólares eram destinados a programas ligados às mudanças climáticas. 

Mais US$ 1,25 milhão foi recebido pelas organizações que trabalham sob a égide da ONU. 

Com informações da Sputnik News.



terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Abster-se diante do barbarismo islâmico

Abster-se diante do barbarismo islâmico
Por Stephen Z. Nemo - 27 de dezembro de 2016
Os EUA se abstiveram na resolução 2334 da ONU, permitindo que a resolução anti-Israel fosse aprovada. A administração Obama se absteve em favor da barbárie islâmica contra Israel.
Conselho de Segurança dos EUA.

WASHINGTON , 27 de dezembro de 2016 - Na sexta-feira, o Conselho de Segurança das Nações Unidas votou 14-0 para passar uma resolução condenando Israel para a construção de assentamentos em "ocupado" territórios palestinos. 

Foi a primeira resolução sobre Israel e os palestinos adotada pelo Conselho de Segurança em oito anos.

Como membro permanente do CSNU, os Estados Unidos tinham o poder de vetar a resolução. Em vez disso, a embaixadora americana Samantha Power absteve-se.

A resolução condenou "todas as medidas israelenses" destinadas a alterar a composição demográfica, o caráter e o estatuto do território palestino ocupado desde 1967, incluindo Jerusalém Oriental ".

O embaixador dos EUA nas Nações Unidas, Samantha Power, se absteve durante a votação do Conselho de Segurança

Mudanças "que alteram a composição demográfica, o caráter e o status do Território Palestino", nas palavras da resolução, começaram muito antes de 1967. Eles começaram com o cerco de Jerusalém em 637 dC por Abu Ubaidah do califado islâmico de Rashidun.


A conquista islâmica do Oriente Médio hoje apagou os vestígios da civilização ocidental nessa parte do mundo. 

Calif Omar ordenou que a grande biblioteca de Alexandria fosse posta à tocha, dizendo que aqueles manuscritos de acordo com o Corão não eram "necessários", enquanto que aqueles em desacordo "não são desejados. Destrua-os, portanto.


Entregues às chamas da intolerância eram obras de matemático grego Arquimedes sobre a construção de calculadoras astronômicos (ver o mecanismo de Antikythera ) e por Aristarco de Samos no tocante a nosso sistema solar heliocêntrico.

Assim começou a apropriadamente chamado Dark Ages.


Tradução: Google