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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

PF encontra 12 ligações suspeitas entre Temer e seu operador de propinas


PF encontra 12 ligações suspeitas entre Temer e seu operador de propinas

05/02/2018
 

A Polícia Federal encontrou ligações telefônicas entre Michel Temer e o coronel aposentado da PM João Batista Lima Filho – amigo de décadas, ex-assessor do emedebista no Planalto e seu operador; 
as chamadas são citadas em relatório da Operação Patmos sobre o celular do coronel; operação foi deflagrada com base na delação da JBS, que atingiu Temer; no relatório, a PF disse que Lima conversou sobre repasses com duas pessoas desconhecidas

 247 – A Polícia Federal encontrou ligações telefônicas entre Michel Temer (MDB) e o coronel aposentado da PM João Batista Lima Filho – amigo de décadas e ex-assessor do emedebista.
As chamadas são citadas em relatório da Operação Patmos sobre o celular do coronel.

Segundo o documento, Temer e Lima tiveram 12 conversas telefônicas entre abril de 2016 e maio de 2017. 
As informações foram publicadas pelo Blog do Fausto Macedo.

 A operação foi deflagrada com base na delação da JBS, que atingiu em cheio Temer. 

Em consequência desta delação, ele foi denunciado por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução judicial. 

Mas o Congresso não autorizou o Supremo Tribunal Federal a investigá-lo.

No relatório, a PF disse que Lima conversou sobre repasses com duas pessoas desconhecidas. 

Em uma das trocas de mensagens, de abril de 2017, ele diz: “Recebeu pouco. 

Nas minhas contas deveria ter recebido 120 mil. Estão ‘garfando’ o coitado”.

 Ainda no âmbito da ‘Patmos’, investigadores encontraram no aparelho contatos de Joesley Batista, do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, e de Jose Yunes, advogado e também amigo de Temer. 

O período das ligações aconteceu entre abril de 2016 e 12 de maio de 2017, seis dias antes da operação.
  
  
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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Novo Grampo mostra Aécio falando com chefe da PF para ajuda-lo com inquérito de Furnas

Novo Grampo mostra Aécio falando com chefe da PF para ajuda-lo com inquérito de Furnas
May 30, 2017
 

Senador afastado Aécio Neves (PSDB) aparece em gravação da operação Patmos, da Polícia Federal, pressionando o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, para ter acesso a depoimentos que o acusam de ter recebido propina da estatal Furnas Centrais Elétricas; demonstrando irritação com a dificuldade em obter depoimentos do caso Furnas junto à Polícia Federal, Aécio ligou para o chefe da corporação, delegado Leandro Daiello Coimbra, e pediu que marcasse um encontro a fim de tratar do tema que era de seu interesse; 
“O delegado se negou a entregar à defesa, ontem, a cópia do depoimento que ele já tinha colhido, tá?”, queixou-se Aécio a Daiello; leia íntegra do diálogo

Minas 247 – O senador afastado Aécio Neves (PSDB) aparece grampo da operação Patmos, da Polícia Federal, pressionando o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, para ter acesso a depoimentos que o acusam de ter recebido propina da estatal Furnas Centrais Elétricas.

Demonstrando irritação com a dificuldade em obter depoimentos do caso Furnas junto à Polícia Federal, Aécio ligou para o chefe da corporação, delegado Leandro Daiello Coimbra, e pediu que marcasse um encontro a fim de tratar do tema que era de seu interesse.

“Uma hora que você… que eu pudesse dar um pulo ai. Pelo seguinte, contudo é.. é.. na verdade…. pela Súmula 14 (do Supremo Tribunal Federal) que faculta a defesa ao acesso, né? Ao processo, aos autos, aos depoimentos, o delegado se negou a entregar à defesa, ontem, a cópia do depoimento que ele já tinha colhido, tá?”, queixou-se Aécio a Daiello.

Aécio é investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da estatal mineira. 

Na Operação Patmos, Aécio é investigado por supostamente pedir a Joesley Batista, da JBS, R$ 2 milhões que foram entregues ao primo do tucano, Frederico Pacheco, o Fred. 

O primo transportou o montante a Mendherson Souza, assessor do senador Zeze Perrella (PSDB-MG). Todos os capítulos da transação foram filmados e gravados pela Polícia Federal, em ação controlada sobre delatores da JBS.

LEIA A ÍNTEGRA DA TRANSCRIÇÃO DO DIÁLOGO DE AÉCIO COM O DIRETOR-GERAL DA POLÍCIA FEDERAL (26 DE ABRIL)

AÉCIO – Aló?
MNI – Dr. DAIELLO na linha. Tô passando.
LEANDRO DAIELLO – Alóoo?
AÉCIO – Dr. LEANDRO, tudo bem?
LEANDRO DAIELLO – Bom dia! Como está senador?
AÉCIO – Você vai ter que mudar esse cafezinho nosso pra…
LEANDRO DAIELLO – Opa!!
AÉCIO – Você teve notícias de ontem? Tentei até lhe falar à noite.
LEANDRO DAIELLO – Tô ouvindo. Tô ouvindo.
AÉCIO – Você teve notícias do que ocorreu ontem? ou não?
LEANDRO DAIELLO – Não.
AÉCIO – Depois você tinha que arranjar um horário de uns quinze minutos, pra… pra eu dizer lhe falar pessoalmente.
LEANDRO DAIELLO – Eu estou à sua disposição aqui.
AÉCIO – Uma hora que você… que eu pudesse dar um pulo ai. Pelo seguinte, contudo é.. é.. na verdade…. pela Súmula 14 que faculta a defesa ao acesso, né? Ao processo, aos autos, aos depoimentos, o delegado se negou a entregar a defesa, ontem, a cópia do depoimento que ele já tinha colhido, tá?
LEANDRO DAIELLO – Tá.
AÉCIO – Mas é uma coisa que afronta a lei, inclusive. Você essa súmula que determina que a defesa tenha acesso, né? Aos demais depoimentos, aos autos do processo, enfim… e o Toron que é o meu advogado que te conhece.
LEANDRO DAIELLO – Sim, conheço o Toron. É um bom advogado.
AÉCIO – Ele tá até ai. Ele tá indo ai no meu lugar, porque o que aconteceu. Como ele (delegado) não quis nos dar acesso, uma coisa absolutamente absurda! Que mostra um pouco aquilo que já percebíamos. Nós fizemos uma reclamação no Supremo que obviamente concedeu o direito de que eu tenha acesso. ahhh…. aos demais depoimentos já colhidos.

LEANDRO DAIELLO – Tá.
AÉCIO – Já colhidos, que é natural que quando eu vá depor eu saiba, né? O que os outros já falaram. A coisa mais óbvia do mundo. E ele negou-se a isso, então… então o juiz relator éeeee…. pediu adiamento de pelo menos de quarenta e oito horas. Terminou que ele entregue a defesa os depoimentos já recolhidos, então isso ficou adiado. Eu quero fazer ainda nessa semana. Eu quero fazer até sexta-feira. Agora…
LEANDRO DAIELLO – Eu vou fazer o seguinte senador. Dr. Toron tá vindo aqui?
AÉCIO – Deve tá chegando com o dr. Alckmin ai agora. Já deve estar ai.
LEANDRO DAIELLO – Eu converso com eles aqui e já resolvo e ai a gente vê e já remarca, pode ser?
AÉCIO – Pode … faça isso então! Localize ele ai.
LEANDRO DAIELLO – Então eu já… já vou…. O dr. Toron já é membro desde São Paulo.
AÉCIO – É isso, ele me falou muito bem éeee…. do senhor lá, até por em razão do que está por vir ainda, entendeu? Depois… Depois me concede uma audiência para nós falarmos de Previdência por uns vinte minutos… Veja aí co AÉCIO – Me fala o horário para que eu possa dar um pulo de vinte minutos ai.
LEANDRO DAIELLO – Eu falo. O senhor só me diga o dia e horário e eu vou dar um jeito de lhe atender.
AÉCIO – Me atenda ai hoje no meio da tarde. Pode ser?
LEANDRO DAIELLO – No meio da tarde. O senhor só me liga e eu vou abrir a agenda e ficar o dia inteiro lhe esperando.
AÉCIO – Me fale.. me fale o horário ai que é quinze minutos sobre coisa da Previdência. Que horário?
LEANDRO DAIELLO – A hora que o senhor quiser.
AÉCIO – Quatro horas, pode ser bom?
m a sua agenda.
LEANDRO DAIELLO – O senhor manda senador. Só me fala o horário.
AÉCIO – Me fala o horário para que eu possa dar um pulo de vinte minutos ai.
LEANDRO DAIELLO – Eu falo. O senhor só me diga o dia e horário e eu vou dar um jeito de lhe atender.
AÉCIO – Me atenda ai hoje no meio da tarde. Pode ser?
LEANDRO DAIELLO – No meio da tarde. O senhor só me liga e eu vou abrir a agenda e ficar o dia inteiro lhe esperando.
AÉCIO – Me fale.. me fale o horário ai que é quinze minutos sobre coisa da Previdência. Que horário?
LEANDRO DAIELLO – A hora que o senhor quiser.
AÉCIO – Quatro horas, pode ser bom?
LEANDRO DAIELLO – Quatro horas tá combinado.
AÉCIO – Eu vou quatro no teu gabinete quatro horas hoje. Um grande abraço.
LEANDRO DAIELLO – Tá… tá todo mundo aqui lhe esperando. Abraço.
AÉCIO – Abraço.



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terça-feira, 13 de junho de 2017

Defesa de primo de Aécio faz depósito judicial que seria de propina paga por Joesley

Defesa de primo de Aécio faz depósito judicial que seria de propina paga por Joesley
Da Redação  13/06/2017 - 21h09
 Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio Neves
Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio Neves

A defesa de Frederico Pacheco de Medeiros, primo do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), preso na Operação Patmos da Polícia Federal (PF), esteve nesta terça-feira (13) em uma agência da Caixa Econômica Federal no bairro Luxemburgo, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, onde fez um depósito judicial no valor de cerca de R$ 1.520.100,00, segundo informações do Portal G1 Minas. 

O dinheiro seria parte do valor de R$ 2 milhões entregue por um diretor da JBS a Pacheco, após um pedido do tucano. 

Depois de passar a tarde no banco acompanhado da Polícia Federal (PF), o advogado deixou a agência com uma mala vermelha. 

Conforme o G1, ele não quis dar declarações e apenas confirmou que o depósito foi feito por parte do cliente. "É o máximo que eu posso falar", afirmou Ricardo Ferreira de Melo.

O pedido foi registrado em uma gravação apresentada pelo empresário Joesley Batista em sua delação premiada. 

No áudio, com duração de cerca de 30 minutos, o então presidente nacional do PSDB justifica a solicitação, dizendo que precisava da quantia para pagar sua defesa na Lava Jato.

Frederico Pacheco foi diretor da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) nomeado por Aécio, e um dos coordenadores de sua campanha a presidente em 2014. 

Ainda de acordo com as investigações, ele repassou a quantia solicitada pelo senador afastado a Mendherson Souza Lima, assessor parlamentar do senador Zeze Perrella (PMDB-MG).

A PF rastreou o caminho do dinheiro e descobriu que parte foi depositada em uma empresa de Perrella.

Na casa do assessor foram apreendidos cerca de R$ 400 mil em dinheiro. 

Frederico e Mendherson estão presos na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, desde o dia 18 de maio.

Na época, a assessoria de imprensa de Aécio Neves afirmou que o senador "está absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos".

Na ocasião, Zeze Perrella afirmou que "nunca" recebeu "um real sequer" da JBS. "Eu quero dizer para os que me conhecem e para os que não me conhecem que eu nunca falei com o dono da Friboi. Não conheço ninguém ligado a esse grupo. 

Nunca recebi de maneira oficial ou extra-oficial um real sequer dessa referida empresa", disse o senador no vídeo.


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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Janot faz novo pedido ao Supremo por prisão preventiva de Rocha Loures

Janot faz novo pedido ao Supremo por prisão preventiva de Rocha Loures
Por iG São Paulo | 01/06/2017 21:22 - Atualizada às 
01/06/2017 21:27
 Rodrigo Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil  após combinar propina com Joesley Batista
Reprodução/Globonews
Rodrigo Rocha Loures foi filmado recebendo uma 
mala com R$ 500 mil após combinar propina com 
Joesley Batista

Procurador-geral da República afirmou que prisão do suplente de deputado é "imprescíndivel para a garantia da ordem pública e da instrução criminal"

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, realizou nesta quinta-feira (1º) ao Supremo Tribunal Federal (STF) um novo pedido de prisão preventiva do suplente de deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). 

De acordo com o jornal "O Estado de S. Paulo", Janot pede para que o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF reveja a decisão tomada há duas semanas por acreditar que Loures perdeu a prerrogativa de foro privilegiado.

No recurso, Janot afirma que a prisão de Rocha Loures é "imprescindível para a garantia da ordem pública e da instrução criminal". 

O procurador justifica que há no inquérito aberto pelo Supremo escutas telefônicas e outras provas que demonstram que Loures atuou para obstruir as investigações da Operação Lava Jato . 

Em sua decisão inicial, Fachin havia declarado que o suplente de deputado e ex-assessor especial do presidente Michel Temer tinha imunidade parlamentar, o que impediria a prisão.

Loures foi flagrado pela Polícia Federal recebendo uma mala com R$ 500 mil na Operação Patmos, uma investigação baseada na delação premiada da JBS. 

O pedido da PGR foi feito após o ex-ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB-PR), negar a proposta de Temer para assumir o Ministério da Transparência. 

Serraglio retornou ao seu cargo na Câmara dos Deputados, fazendo com que Loures perdesse o foro privilegiado.

Entenda o caso envolvendo Rocha Loures

Rocha Loures é investigado em inquérito autorizado pelo Supremo Tribunal Federal, ao lado do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e do presidente Temer. 

De acordo com investigações da PF, Loures teria sido indicado pelo presidente para atuar em favor de interesses da JBS junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). 

Em encontro com Loures, o empresário Joesley Batista, um dos donos do frigorífico, contou sua demanda e ofereceu propina de 5% a Loures.


A proposta teria recebido o aval do deputado. 

Em seguida, Rocha Loures foi filmado pela PF recebendo uma bolsa com R$ 500 mil após combinar o pagamento enviados por Joesley. 

Segundo a delação da JBS, este valor seria relacionado somente à primeira parcela do pagamento combinado.





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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Janot recorre e pede que STF decrete prisão de Aécio Neves e Rocha Loures

Janot recorre e pede que STF decrete prisão de Aécio Neves e Rocha Loures
Em recurso - agravo regimental -contra decisão do ministro Edson Fachin, procurador-geral da República sustenta que a prisão do senador e do deputado 'é imprescindível para a garantia da ordem pública e da instrução criminal, diante do fatos gravíssimos imputados aos congressistas e do flagrante por crime inafiançável'
Beatriz Bulla e Fabio Serapião / BRASÍLIA
22 Maio 2017 | 21h05
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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recorreu da decisão do ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que negou a prisão preventiva do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). 

Janot pede que o ministro reconsidere a decisão ou leve com urgência o caso para o plenário, com intuito de que os 11 ministros da Corte analisem a possibilidade de prisão dos parlamentares. 

Os dois já foram afastados do mandato por Fachin na última quinta-feira, quando foi deflagrada a Operação Patmos, com base nas revelações de empresários do grupo J&F em delação premiada.

Segundo Janot, a prisão preventiva é “imprescindível” para garantia da ordem pública e instrução criminal, diante de fatos gravíssimos que teriam sido cometidos pelos parlamentares. 

Aécio e Rocha Loures foram gravados por Joesley Batista em negociação de pagamento de propina pelo empresário. 

Depois, ambos foram alvos de ações controladas pela PGR. 
Um interlocutor de Aécio e o próprio Rocha Loures aparecem nas filmagens recebendo dinheiro em espécie.

Ao pedir a prisão dos parlamentares a Fachin, Janot apontou que a situação era “excepcional”: “No tocante às situações expostas neste recurso, a solução não há de ser diversa: a excepcionalidade dos fatos impõe medidas também excepcionais”.

Janot argumenta no recurso encaminhado ao STF que as gravações ambientais e interceptações telefônicas demonstram que Aécio e Loures “vêm adotando, constante e reiteradamente, estratégias de obstrução de investigações da Operação Lava Jato”. 

De acordo com a PGR, a prisão só não foi decretada no momento do flagrante do pagamento de propina para que os investigadores pudessem coletar provas ainda mais robustas contra os congressistas.

“Nesse sentido é importante destacar que a ação controlada requerida no bojo da Ação Cautelar 4315 não objetivou apenas monitorar o pagamento da propina destinada ao senador Aécio Neves, mas também os repasses de valores espúrios ajustados entre Joesley Batista, o presidente da República, Michel Temer, e o deputado Rodrigo Loures”, afirma Janot. 

Devido à influência e poder dos dois parlamentares, Janot considera que a liberdade dos dois pode gerar “uso espúrio do poder política” e “manter encontros indevidos em lugares inadequados”.

Ao determinar o afastamento de Aécio e Rocha Loures do mandato, sem autorizar a prisão, Fachin já havia indicado que eventual recurso seria encaminhado ao plenário do STF.

O Supremo Tribunal Federal já prendeu um congressista no exercício do mandato em decisão unânime da 2ª Turma do Tribunal, que decretou prisão do senador cassado Delcídio Amaral.



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