quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O show de Moro – Um ano mágico na vida de um juiz de província

O show de Moro – Um ano mágico na vida de um juiz de província
 

Por Bajonas Teixeira, colunista de política do Cafezinho

O ano de 2016 no Brasil será recordado no futuro como o ano em que brilhou a estrela do juiz Sérgio Moro. Impondo humilhações, afrontas e desgastes à Lula e ao PT, Sérgio Moro viveu o ano mais feliz da sua vida pública. 

Ganhou honrarias, prêmios, menções, convites e encheu casas de show, com ingressos pagos para suas aparições meteóricas. Tornou-se um astro muito bem remunerado, dentro e fora do judiciário.

O alvo principal do show de Moro, ninguém ignora, é o próprio Lula. É o ex-presidente Lula e tudo que está associado a ele: uma imagem positiva do Brasil no exterior, o vislumbre de um país que desarmava o ciclo das desigualdades, da fome, do analfabetismo.

Lula pregava a paz social. Com Moro, ao contrário, o país se dividiu, o aumento da tensão provocada por atos saídos da sua caneta, elevaram de tal modo a temperatura que, em diversos momentos, temeu-se por uma guerra civil.

Moro é sem dúvida alguma o anti-Lula porque seu método não é o de um pacificador, mas os de quem incita o conflito para gerar o combustível de ódio que sua máquina precisa para funcionar. O temor, o medo, a insegurança e o conflito são as suas alavancas.

Além do refluxo do orgulho de ser brasileiro, que caiu de 86% em 2014 para ridículos 34% em novembro de 2016, a  exaltação dos ânimos foi uma dos efeitos inconfundíveis do show de Moro. 

Foi assim no dia 04 de março, quando o show foi inaugurado, e Lula foi conduzido sob violência policial (condução coercitiva) para depor no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Naquele distante 04 de março, como hoje, os objetivos de Moro continuam os mesmos: prender Lula e liquidar sua imagem pública. A grande humilhação que prepara para a figura de Lula, como símbolo da democracia brasileira, será justamente prendê-lo, ou seja, colocar simbolicamente a democracia brasileira fora da lei. 

O que se chama de “ditadura judicial” não pode ser outra coisa.

Nesse aspecto, o juiz Sérgio Moro lembra o humor anti-politicamente correto da comédia stand-up brasileira. Assim, do mesmo modo como um Danilo Gentili, depois de oferecer bananas para um negro encerrar uma discussão, desrespeitou a senadora do PT, Regina Souza, que apelidou de “tia do Café”, o juiz Sérgio Moro praticou um rosário de atos de evidente assédio moral contra Lula.

Em essência, esses atos significam o seguinte: que os abusos, os desrespeitos e as ilegalidades patentes, e muitas outras ninharias do trato diário da Justiça brasileira para com os pobres, se voltou pela primeira vez contra um ex-presidente da república duas vezes eleito. 

E isso, de fato, justamente por ser ele um representante dos pobres. A lógica dessa justiça é muito simples. Ela diz: “Você não é o representante dos pobres, dos periféricos e dos desvalidos? Então, meu amigo, prove do cálice que servimos a eles todos os dias!”.

Tudo isso só pode ocorrer com uma enorme e patológica conivência social e institucional. Não da classe média que foi às ruas. Essa não é ninguém. É um mero fantoche político usando conforme a conveniência e a ocasião. A cumplicidade decisiva para a ação de Moro foi a dos grandes empresários, por um lado, e do STF e do Congresso, por outro.

Por exemplo. Após divulgar de forma criminosa as conversas de Lula, Sérgio Moro pediu perdão (“respeitosas escusas”) ao STF. Sim, é inacreditável, mas foi exatamente isso. Um juiz, que deve se pautar pelo respeito estrito às leis, atua na forma da exceção, e, depois, se desculpa. Mas não com a vítima. Se desculpa com a instituição cujo dever é velar pela Constituição. E o que é pior: essa instituição o perdoa e libera.

O show de Moro consiste justamente em episódios de abuso explícito contra Lula que são aplaudidos pelo STF. É a comédia stand-up judicial. Foi assim na condução coercitiva, foi assim na divulgação ilícita de conversas ilegalmente gravadas, foi assim na aceitação das denúncias do MPF inteiramente desprovidas de elementos probatórios sérios. Denúncias de PowerPoint, que fizeram o país inteiro cair na gargalhada.

E tudo isso aconteceu num ano em que muito se falou de “juizecos”, de “ditadura judicial”, de “abuso de poder por parte de autoridades”. Um ano no qual, sobretudo, se falou de golpe.

Esse foi talvez o ano mais feliz, ano mágico, da vida do juiz Sérgio Moro. Com ele, Curitiba deixou de ser província para se tornar a capital da ‘justiça’ no Brasil.

A felicidade às vezes é boa, rica, cheia de intensidades inesperadas e gratas surpresas. Mas, depois, porque os fatos se sucedem e, como disse alguém, o sol é novo a cada dia, e a roda da fortuna, assim como a da justiça, costuma dar voltas inesperadas. Por isso, a felicidade do juiz Sérgio Moro, como a de qualquer outro mortal, não está garantida para sempre.

Um fato que pode perturbar essa felicidade é que o que ela começou, outro jurista, Michel Temer, está terminando. Ao extinguir todas as conquistas sociais, e garantias dos trabalhadores, destruindo as estruturas mais firmes do estado brasileiro (a CLT, o SUS, a Previdência, o Salário Mínimo, etc.), Temer produz uma guinada e gera muitos ódios. 

É muito provável que, como Cunha, Temer desapareça em breve.

Quando Temer desaparecer, quando o PMDB sumir na poeira, a quem se culpará? Hoje a classe média já está com muita raiva. Amanhã seu ódio crescerá na proporção do sentimento de ter caído numa cilada. 

Ela se juntará a alguns milhões de desempregados, de ex-membros da nova classe média D, e o que sairá daí não se pode prever com exatidão. Mas, com muita probabilidade, os dedos dessas hordas humanas enfurecidas e maltrapilhas estarão apontados para Sérgio Moro. Ou melhor, para o anti-Lula.

Publicado em: Bajonas Teixeira



O HOMEM QUE DESTRUIU O BRASIL TENTANDO DESTRUIR O LULA

O HOMEM QUE DESTRUIU O BRASIL TENTANDO DESTRUIR O LULA
 
O HOMEM QUE TENTOU APAGAR A HISTÓRIA DO LULA É A FERRAMENTA DE POLITICA  DA GRANDE MÍDIA 

Lava jato virou uma peça de entreguismo da nação, o povo brasileiro esta se escravizando no atual governo de Michel temer. 

O Brasil não e mais nosso e dos Illuminati, a grande mídia e a ferramenta que eles usam para dominar o povo Brasileiro, aqueles que tentam abrir os olhos da sociedade são abafados. 

Por experiência própria na minha pagina do Face Book já fui Bloqueado 5 vezes por relatar a verdade. 

Deltan Dallagnol e a Mídia

O Golpe usa Mascara da Justiça, e a Justiça usa a convicção da Mídia 

 

É muito dinheiro envolvido na dominação da população Brasileira, o Brasil esta sendo Vendido a escravidão Brasileira está a um passo de causar o Caos Total, veja no vídeo a baixo Deltan Dallagnol desviando da pergunta que lhe foi feita sobre ter acusado Lula de ser o comandante máximo de toda a corrupção no Brasil



Noticia URGENTE tornado previsto por pesquisadora em zona de rota para Brasil.

Noticia URGENTE tornado previsto por pesquisadora em zona de rota para Brasil. 


Publicado em 29 de dez de 2016
Atenção !!! está notícia foi passada por colaboradora de minha equipe ...
noticia é URGENTE ..não é uma brincadeira
alerta vermelho de um tornado no Uruguai se deslocando para São Paulo , Rio de janeiro, Baiha e Amazônas


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

A misteriosa história dos órfãos de Quebec: declarados loucos e submetidos a desafios até morrerem

A misteriosa história dos órfãos de Quebec: declarados loucos e submetidos a desafios até morrerem
De  Lucas  28 de dezembro de 2016
 

“Tirei seu gorro e notei que seu crânio estava partido em dois, vi que não havia cérebro e o crânio estava vazio”

Muitas vezes as histórias reais superam a ficção, e neste caso, esta é uma delas. Entre 1940 e 1950, uma quantidade próxima a mais de 3 mil crianças se encontravam em orfanatos na cidade de Quebec, no Canadá. 

Eram principalmente filhos de mães solteiras que não tinham como cuidar deles, assim preferiam deixa-los sob cuidados do Estado.

O Estado enviava ajuda a alguns deles, mas poucas vezes isso chegava aos pequenos. Foi nessa época que o primeiro ministro canadense, Maurice Duplessis, decidiu fazer um acordo com a igreja católica, que arruinaria a vida dessas crianças para sempre.
 
WordPress

Para as cuidadoras dessas crianças – as irmãs católicas a cargo dos orfanatos – cuidar de uma criança significava que receberiam 75 centavos. Entretanto, se a criança era enviada a uma instituição de saúde mental, recebiam quase o dobro do pagamento por causa da mudança de diagnóstico.
 
Maurice Duplessis / Dictionary of Canadian Biography

Então tiveram uma ideia: tirariam dinheiro do Estado declarando a todas essas crianças como doentes mentais, retardados, loucos ou incompetentes. 

E assim foi feito, todos e cada um deles terminou em um hospital de Quebec, com um diagnóstico falso com a ajuda do colégio médico do lugar.
 
WordPress

Porque aproveitando a situação, os doutores submeteram aos menores de idade a milhares de experimentos médicos. Os mais frequentes e dos quais se sabe até agora são: choques elétricos, camisas de força, lobotomia e inclusive alguns foram abusados sexualmente.
“O corpo estava jogado em uma mesa. Tirei seu gorro e notei que seu crânio estava partido em dois, vi que não tinha um cérebro e o crânio estava vazio” – Relata Silvio Dieu, que trabalha no necrotério do hospital.
Zona Paranormal Youtube

Em um período de três meses, Silvio conta que teve que trasladar 67 corpos de crianças desde a sala de descarga elétrica ao sótão. Depois esses corpos eram levados a uma cova comum.
 
Zona Paranormal Youtube

Das crianças que conseguiram escapar dos mal tratos e puderam ir ao hospital, somente uma conseguiu mudar seu expediente médico ao que realmente deveria ter sido sempre.
 
WordPress

Em 1990, 3 mil sobreviventes se juntaram para exigir ao governo a verdade sobre os feitos. O colégio médico, a igreja e o Estado tiveram que responder às atrocidades que ali cometeram. 

Mas os pequenos somente receberam uma indenização que pouco lhes pôde ajudar a esquecer dos traumas que ficarão com eles pelo resto de suas vidas.








Israel ameaça Nova Zelândia: resolução da ONU é "declaração de guerra"

Israel ameaça Nova Zelândia: resolução da ONU é "declaração de guerra"
28 DE DEZEMBRO DE 201616:01
 

Primeiro-ministro de Israel entendeu proposta da Nova Zelândia como uma provocação. Israel reduziu as relações com os países do Conselho de Segurança

O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu terá avisado o ministro dos Negócios Estrangeiros da Nova Zelândia, Murray McCully, que a resolução da ONU que exige o fim "imediato" e "completo" da política de colonatos nos territórios palestinianos, só pode ser entendida como uma "declaração de guerra".

Segundo o Guardian, que cita jornais israelitas, o primeiro-ministro de Israel ligou para a Murray McCully antes de a resolução ter sido apresentada e aprovada por unanimidade no conselho de segurança, na passada sexta-feira. 

"Esta decisão é escandalosa. Estou a pedir-vos que que não a apoiem e não a aprovem", terá dito Netanyahu ao representante da Nova Zelândia, um dos países que apresentou a proposta.

"Se continuarem a promover esta resolução, do nosso ponto de vista será uma declaração de guerra. Vai romper as nossas relações e haverá consequências. Vamos chamar o nosso embaixador [da Nova Zelândia] para Jerusalém".

"Se continuarem a promover esta resolução será uma declaração de guerra. Haverá consequências."

A proposta votada no Conselho de Segurança foi apresentada pela Nova Zelândia e pelo Senegal, que se juntaram à iniciativa da Malásia e da Venezuela, dois países com os quais Israel não tem relações diplomáticas.

O ministro neozelandês recusou retirar a proposta. "Esta resolução segue as nossas políticas e nós vamos avançar", afirmou McCully.

Israel cumpriu a sua palavra e já chamou os seus embaixadores da Nova Zelândia e do Senegal.

Quanto aos restantes estados, o governo de Jerusalém reduziu as relações com os países que votaram a favor da resolução das Nações Unidas contra a colonização dos territórios palestinianos ocupados e anulou o seu programa de ajuda nos países da África ocidental.

Refutando informações de que as relações com estes países foram suspensas permanentemente, o porta-voz do ministério israelita dos Negócios Estrangeiros, Emmanuel Nahshon declarou esta terça-feira que Israel "reduziu temporariamente" visitas e trabalhos com as embaixadas.

"Até nova ordem, nós limitaremos os nossos contactos com as embaixadas em Israel e evitaremos deslocações de responsáveis israelitas a estes países e a vinda dos seus responsáveis aqui", afirmou o representante do ministério israelita, à agência de notícias France-Presse.

O responsável referia-se aos países que integram o Conselho de Segurança das Nações Unidas, que votaram na sexta-feira a resolução da ONU contra a colonização dos territórios palestinianos ocupados, considerando também que estes não têm "qualquer valor jurídico".

As Nações Unidas afirmam que os colonatos são ilegais, mas autoridades da ONU relataram um aumento na construção nos últimos meses. Estes colonatos nos territórios palestinianos são considerados como um grande obstáculo à paz entre Israel e Palestina, assim como na região.
No Conselho de Segurança da ONU têm assento permanente os Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido, e, como membros não permanentes, estão o Egito, Senegal, Angola, Japão, Ucrânia, Malásia, Uruguai, Venezuela, Nova Zelândia e Espanha.




Terremoto de magnitude 5,7 sacode o estado de Nevada nos EUA

Terremoto de magnitude 5,7 sacode o estado de Nevada nos EUA
O tremor foi seguido de várias réplicas que também foram sentidas no estado vizinho da Califórnia. Não há informações sobre danos pessoais e materiais.
Por Agencia EFE
28/12/2016 08h39  Atualizado há 17 horas
 
Imagem do Google

Um terremoto de magnitude 5,7 na escala Richter sacudiu nesta quarta-feira o estado de Nevada, no oeste dos Estados Unidos, e chegou a ser sentido em várias cidades da vizinha Califórnia, informou o Serviço Geológico americano (USGS, sigla em inglês).

O terremoto aconteceu cerca de 29 quilômetros a sudoeste da cidade de Hawthorne, em Nevada, às 6h22 no horário de Brasília.

Segundo o USGS, o tremor foi seguido de várias réplicas de magnitudes superiores a 3, que também foram sentidas em algumas cidades do estado vizinho da Califórnia.

Hawthorne fica a noroeste de Las Vegas, a maior cidade de Nevada, e a oeste da cidade californiana de San Francisco.

Por enquanto, não há informações sobre danos pessoais e materiais na região.




STF determina arquivamento de acusação contra Aécio Neves; CONFIRA!

STF determina arquivamento de acusação contra Aécio Neves; CONFIRA!
27 de dezembro de 2016
 

O Supremo Tribunal Federal determinou o arquivamento da acusação de um dos delatores da Operação Lava Jato contra o senador Aécio Neves, do PSDB de Minas Gerais.

O ministro Teori Zavascki relatou que faltam provas contra o senador Aécio Neves, do PSDB, e arquivou o caso.

Na decisão, ele afirmou: “Os elementos indiciários colhidos até o momento não são suficientes para indicar de modo concreto e objetivo a materialidade e a autoria delitivas.”


Aécio foi citado na delação de Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como “Ceará”, que era funcionário do doleiro Alberto Youssef responsável pela entrega de propina.

O delator contou que levou R$ 300 mil em 2013 a um diretor da UTC Engenharia, no Rio de Janeiro, chamado Miranda. E que Miranda teria dito que o dinheiro iria para Aécio, que estaria pressionando.

Teori seguiu a recomendação da Procuradoria Geral da República, que afirmou que a versão do delator não batia com a de seu chefe, o doleiro Alberto Youssef.


Youssef foi ouvido em setembro do ano passado e disse que nunca tinha ouvido falar em possível entrega de dinheiro para Aécio.
Segundo a Procuradoria, outro delator, o dono da UTC, Ricardo Pessoa, também negou que a construtora tenha repassado valores ao parlamentar.


Nesta sexta-feira (19), o senador comentou a decisão.

“Essa decisão da Procuradoria Geral da República e do Supremo Tribunal Federal, na verdade, ela desmascara uma farsa. Mais uma tentativa de envolver nomes da oposição sem qualquer sentido, sem qualquer indício mínimo que fosse nas citações da Lava Jato. Não é a primeira vez. Isso já aconteceu com o senador Anastasia, que teve também suas falsas acusações arquivadas. 

Mais recentemente com o senador Randolfe Rodrigues, também vítima de falsas acusações. A decisão é extremamente importante porque repõe a verdade, mas o que nós queremos é mais do que isso. Nós queremos saber o que está por trás dessas citações. 

A quem interessa confundir as coisas, a quem interessa tirar o foco da Operação Lava Jato. 

Por isso, nós do PSDB, defendemos o aprofundamento das investigações, saber as razões dessas citações irresponsáveis e criminosas e vamos apoiar a Lava Jato como viemos fazendo desde o começo. Eu tenho certeza que dela pode surgir um Brasil diferente”, afirmou Aécio Neves.