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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

AÇÃO SEM PÉ E SEM CABEÇA! Procurador Que Pediu Bloqueio De 24 Milhões Admite Que Lula Não Recebeu Vantagens, Mas Sabia Que Lobista Usava De Seu Prestígio

AÇÃO SEM PÉ E SEM CABEÇA! Procurador Que Pediu Bloqueio De 24 Milhões Admite Que Lula Não Recebeu Vantagens, Mas Sabia Que Lobista Usava De Seu Prestígio
Por Redação Click Política Última Atualização 17 nov, 2017

 O pedido do MPF para que Lula devolva 24 milhões de reais na Zelotes vem sendo alvo de chacota por parte de juristas brasileiros.

O procurador federal que pede o bloqueio de bens do ex-presidente, sustenta a sua tese baseado na informação de que Lula sabia que um lobista por nome de Mauro Marcondes, propagandeava o seu prestígio em Brasília.

Não há acusação de recebimento de vantagens indevidas. 
Simplesmente, o MPF quer a devolução, acreditando que houve tráfico de influência 
de Lula.

O caso chama a atenção, pois o ex-presidente teve todo o seu patrimônio ‘tomado’ pelo o juiz Sérgio Moro.

Para analistas, tal ação, só reforça a tese de perseguição contra Lula.


CLICK POLÍTICA


sexta-feira, 2 de junho de 2017

Lula diz que já provou inocência e pede fim da 'palhaçada'

Lula diz que já provou inocência e pede fim da 'palhaçada'
Ex-presidente discursou nesta quinta (1º) na abertura do congresso do PT que elegerá novo comando no sábado (3). Durante evento, plateia chamou Dirceu e Vaccari de 'guerreiros do povo brasileiro'.
Por Fernanda Calgaro, G1, Brasília
01/06/2017 23h44  Atualizado há 2 horas
 O ex-presidente Lula e a ex-presidente Dilma nesta quinta (1º), durante o congresso do PT (Foto: Lula Marques/Agência PT)
O ex-presidente Lula e a ex-presidente Dilma nesta 
quinta (1º), durante o congresso do PT (Foto: Lula 
Marques/Agência PT)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (1º), ao discursar na abertura do 6º Congresso Nacional do PT, em Brasília, que já provou a inocência e pediu o fim da "palhaçada" das acusações contra ele.

Lula é réu no âmbito das operações Lava Jato e Zelotes

O Ministério Público Federal o acusa, por exemplo, de ter sido beneficiado com o esquema de corrupção que atuou na corrupção o que o ex-pesidente sempre negou.

"Eu não quero que vocês se preocupem com meu problema pessoal. Esse, eu quero decidir com o representante do Ministério Público, da Lava Jato. 

Quero decidir com eles. Eu já provei minha inocência, agora vou exigir que eles provem minha culpa, porque cada mentira contada será desmontada", disse o ex-presidente.

"Eu e Dilma temos até conta no exterior. Eu nem sabia que ela tinha e ela não sabe que eu tenho. 

Um canalha diz que fez uma conta para mim e uma para a Dilma, mas que está no nome dele. 

E ele mexe com a grana. Então, é o seguinte: chegou o momento de parar com a palhaçada nesse país. 

Esse país não comporta mais viver nessa situação de achincalhamento e o Partido dos Trabalhadores tem de dar uma resposta clara para a sociedade", acrescentou Lula.

No congresso do PT, que irá até sábado (3), o partido elegerá o novo presidente nacional da sigla. Até a noite desta quinta, havia três candidatos: os senadores Gleisi Hoffmann (PR) e Lindbergh Farias (RJ), além de um nome ligado ao movimento negro, José de Oliveira.

Além disso, será debatido no congresso do PT um documento em que o partido critica a Operação Lava Jato, que ajudou a instalar uma "justiça de exceção" com o "objetivo de destruir o PT" e o ex-presidente Lula.

 O ex-presidente Lula e a ex-presidente Dilma, durante congresso do PT, em Brasília (Foto: Lula Marques/Agência PT)
O ex-presidente Lula e a ex-presidente Dilma, durante 
congresso do PT, em Brasília (Foto: Lula Marques/
Agência PT)

Entre os presentes ao ato estavam a ex-presidente Dilma Rousseff, os governadores Wellington Dias (PI) e Fernando Pimentel (MG), os ex-ministros Jaques Wagner e Edinho Silva, deputados e senadores.

A ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu em fevereiro deste ano, foi homenageada no evento.

Durante o evento, a plateia entoou gritos de "Fora, Temer!" e "Diretas Já!".

2018

Em um determinado momento do discurso, Lula disse que 2018 está "logo aí". "Se a esquerda for para a disputa com discurso preparado, a gente vai voltar a governar esse país", afirmou.

Em seguida, fez um apelo aos integrantes do congresso do PT para que deixem as disputas internas de lado e pensem na elaboração de um programa "factível" e que possa ser executado.

Lula ponderou, ainda, que, nas autocríticas, os delegados não devem focar somente no que o partido deixou de fazer, mas no que foi feito. 

"O que a gente tem que avaliar não é o que deixou de fazer, porque a gente deixou de fazer muita coisa, mas nunca ninguém fez tanto como nós", afirmou.

Por fim, Lula ainda fez críticas ao presidente Michel Temer, afirmando não ser possível imaginar que o Brasil conseguirá resolver os problemas com um presidente "ilegítimo", que tudo o que faz é "cortar investimento".

Dirceu e Vaccari 'guerreiros'

Durante o discurso, a líder do PT no Senado, Gleisi Hoffmann (PR), fez uma saudação ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e entoou, assim como a plateia, o grito de "Dirceu guerreiro do povo brasileiro!".

Um dos nomes mais fortes no primeiro mandato de Lula como presidente, José Dirceu foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão e preso. 

No âmbito da Lava Jato, o ex-ministro também foi preso por suspeita de envolvimento no esquema que atuou na Petrobras - ele foi solto no mês passado.

Em seguida, o atual presidente do PT, Rui Falcão, também chamou Dirceu de "guerreiro do povo brasileiro", assim como o ex-tesoureiro da legenda João Vaccari Neto.

Preso na Lava Jato em abril de 2015, Vaccari foi absolvido em abril deste ano no caso que envolve um apartamento em Guarujá (SP) que, segundo a Lava Jato, pertence a Lula, o que o presidente nega.

 A ex-presidente Dilma, durante discurso no congresso do PT (Foto: Lula Marques/Agência PT)
A ex-presidente Dilma, durante discurso no congresso 
do PT (Foto: Lula Marques/Agência PT)

Dilma
Também presente ao evento, a ex-presidente Dilma fez um discurso de cerca de meia hora. 

À plateia, ela defendeu que haja eleições diretas no país. 
"Não haverá pactuação no nosso país sem eleições diretas. 

Não porque tenhamos o melhor candidato, porque perder eleição não é vergonha. Vergonha é ganhar no tapetão, sem voto", afirmou.

E acrescentou: "Estamos vendo o aumento de medidas de exceção. Daí, precisamos das diretas já por uma questão de sobrevivência do país, enquanto país sério e institucional".


Dilma também fez referência a uma eventual candidatura de Lula e disse esperar que ele não seja inviabilizado.

"Nós sabemos que todo cidadão tem direito de ser candidato. 

O que nós queremos é que não inviabilizem o nosso presidente Lula em qualquer processo eleitoral. Não estou dizendo que é algo garantido uma vitória, mas que tem que ser garantido o direto de qualquer cidadão competir", disse.

Como fazia na Presidência, Dilma voltou a dizer que sofre perseguição política. 

Ela afirmou também que é cobrada a apresentar o que chamou de "prova diabólica". Segundo ela, significa provar que não tinha conhecimento do que acontecia, em uma referência à Operação Lava Jato.

"Há, sistematicamente, uma tentativa de nos criminalizar. 

E tem várias formas de nos criminalizar. Uma delas é [dizer]: 'Eles sabiam'. Isso é a prova diabólica porque, para provar que não sabia, tem que saber aquilo que não sabia. Como você prova o que não sabe? A prova diabólica era muito usada na Inquisição", disse.

Documento

O documento que servirá de base para o 6º Congresso Nacional do PT afirma haver uma "verdadeira caçada política" a Lula para impedi-lo de se candidatar nas próximas eleições.

A legenda acrescenta, ainda, que Lula é o único com condição de revogar as mudanças adotadas pelo governo Michel Temer, chamado de "golpista" e "usurpador".

Ainda sobre Temer, o documento faz duras críticas às políticas econômicas, como o teto para os gastos públicos, e às reformas trabalhista e da Previdência Social.

O documento faz, também, uma observação sobre o congresso ocorrer em meio à maior crise política do governo Temer, em razão das delações da JBS.

Eleições diretas e autocrítica

Em outro trecho do documento, o partido defende a realização de eleições diretas e afirma que, em caso de eleição indireta, não irá votar no Colégio Eleitoral.

Pelas regras atuais, se Temer deixar a Presidência, por estar nos últimos dois anos do mandato, a escolha do sucessor será feita somente pelos deputados e senadores.

O documento apresenta, por fim, um balanço dos governos petistas e faz uma autocrítica, ressalvando que houve "erros" e "insuficiências".

"Ao realizar o balanço deste período, não podemos deixar de enfatizar nossos êxitos. 

Não porque não tenhamos cometido erros, tampouco porque tenhamos sido exitosos em tudo. Aliás, se fosse assim, o golpe não teria ocorrido e viveríamos no socialismo", afirma o texto.



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AGRADEÇO A TODOS 

quarta-feira, 29 de março de 2017

Moro perdeu a guerra para Lula, diz jornalista; ENTENDA!

Moro perdeu a guerra para Lula, diz jornalista; ENTENDA!
29 de março de 2017
 

DAVIS SENA FILHO

Vamos direto ao ponto: Lula não roubou. 

E, se ele não roubou, não pode ser delatado por ninguém, como os malfeitores com culpa formalizada e os que não cometeram crimes, mas que são acusados pelos verdugos e políticos de direita da Lava Jato, que também exercem cargos de servidores públicos, que estão completamente contaminados ideologicamente, a ter a vaidade em um primeiro plano, bem como coautores de um golpe terceiro-mundista, juntamente com os parlamentares do Congresso Nacional, a imprensa familiar mais covarde e corrupta do planeta, além de terem como seus chefes diretos e cúmplices os juízes do STF e o procurador-geral da PGR.

Contudo, volto a reiterar: 

Lula não roubou. E, se ele não roubou, não pode ser injustamente e covardemente perseguido porque o doutor Moro, um juiz de província de primeira instância, resolveu fazer política para beneficiar a ex-oposição capitaneada pelo PSDB e que atualmente usurpa o poder central por intermédio de um golpe bananeiro, mas violento que mais uma vez transformou o Brasil em uma republiqueta de bananas com a carranca e o focinho das oligarquias regionais e da classe média coxinha de alma lacerdista.

Entretanto, Sérgio Moro continua em seu périplo persecutório de caráter primitivo, a cometer desbragadamente insubordinações perante os juízes do STF, especificamente os magistrados Ricardo Lewandowski e Teori Zavascki, sendo que os dois já foram afrontados pelo juiz que “Faz Diferença” para a golpista famiglia Marinho, assim como participa de eventos de políticos democutanos, exatamente aqueles que deram um golpe de estado criminoso contra a presidenta constitucional, Dilma Rousseff, a mandatária legítima e reeleita democraticamente com 54,5 milhões de votos.

Sérgio Moro, o juiz de província, que tem por objetivo prender o presidente Lula e que demonstra estar desesperado por não achar nada que o incrimine, como não acharam os procuradores plutarquianos de Brasília, de São Paulo e do Paraná, sujeitos obsessivos por desmoralizar Lula e desconstruir, definitivamente, sua imagem de líder popular e político de grandeza internacional.

Lula, apesar de ser alvo de insultos e perseguições constantes, que têm por propósito desumanizar sua condição humana, o líder trabalhista figura como principal político a liderar as pesquisas de candidatos a presidente da República, motivo pelo qual o sistema judiciário partidarizado e ideológico se movimenta com virulência e despudor.

Trata-se de um processo draconiano que chama a atenção dos setores democráticos e legalistas da sociedade brasileira, da América Latina, além de causar suspeitas e desconfianças a parlamentares dos Estados Unidos e da França, bem como da grande imprensa estrangeira, que considera como golpe o que ocorreu e está a ocorrer no Brasil por causa do afastamento da presidenta Dilma efetivado por um parlamento e um “presidente” interino usurpador, cuja maioria dos deputados e dos ministros é acusada de corrupção e responde a processos na Justiça, sendo que muitos dos golpistas já são réus.

A busca incessante por sua destruição, a começar pela feroz perseguição por meio de “investigações” e vazamentos de inquéritos e processos à imprensa alienígena dos magnatas bilionários sonegadores de impostos e autores de tratativas burlescas e daninhas aos cofres públicos, no que diz respeito a escândalos de corrupção como a Zelotes e o HSBC, além do Banestado, dentre outros casos nos quais estão envolvidos barões de mídias comerciais e privadas. Porém, “isto não vem ao caso” — como gosta de afirmar o juiz de primeira instância Sérgio Moro, que somente tem olhos para o PT. Trata-se de patologia. Um caso irremediavelmente patológico…

Sérgio Moro não é o precursor da “Justiça Seletiva”. Todavia é, sem sombra de dúvida, um de seus principais precursores. É o fim da picada. Um juiz que não se atém apenas aos autos, como deve obrigatoriamente proceder qualquer juiz em qualquer lugar, país e tribunal a qual pertencer, seja ele uma vara de primeira instância ou a Corte mais importante do País, como é o caso do STF.

Sérgio Moro há muito tempo deveria ter sido punido e afastado de seu cargo para o bem do serviço público. Trata-se de um magistrado que cometeu crimes de ordem constitucional, jurídica e judicial. 

Moro rasga a jurisprudência e faz picadinho da Constituição, que é o alicerce do Estado de Direito. 

Aliás, Moro e sua turma do MPF e da PF curitibana não combinam com o Estado de Direito, pois os primeiros são como se fossem água, e o segundo, óleo. Não se misturam e não combinam.

Já elenquei, muitas vezes, as inúmeras estrepolias e os abusos de poder de tal protagonista da Lava Jato. Contudo, a mais emblemática das muitas diatribes do juiz provinciano, que age como se mandasse no País são: 1) A prisão coercitiva de Lula, similar a um sequestro promovido pelo Estado; 2) O vazamento do áudio de conversa entre Lula e Dilma; e 3) Os vazamentos sobre informações dos sigilos bancários, telefônicos e das redes sociais de Lula e de sua família. 

Entretanto, citei apenas três casos que denotam a covardia, a patifaria, a perseguição a um cidadão que não é réu, não responde a processos e que nunca foi condenado pela Justiça nem em primeira instância. Inaceitável.

Pelo contrário. Essa gente togada têm de dar satisfação ao cidadão contribuinte, que paga seu alto salário, sua mordomia e status. 

O Brasil, apesar do golpe de estado praticado por bandoleiros que tomaram de assalto a Presidência da República, com a absurda e temerária cumplicidade de juízes do STF e do procurador-geral da PGR, compreende o que está a acontecer, bem como aqueles que ainda não perceberam que houve um golpe, certamente que perceberão, porque, quanto mais se aproxima o julgamento de Dilma Rousseff no Senado, recrudescem os movimentos na internet e nas ruas contra o golpe bananeiro.

Se o golpe à moda “Banânia” ou “Los Macaquitos Blancos” for concretizado o Brasil não terá paz e esperança. Governar só será possível ao usurpador e traidor michel temer (o nome dessa peçonha é sempre escrito em minúsculo por se tratar de um pigmeu moral, político e citadino) por intermédio da repressão policial e da opressão publicitária e ideológica. Um verdadeiro inferno em forma de caldeirão e caos… 

Não haverá estabilidade institucional e democrática porque a Constituição foi rasgada, bem como uma presidente derrubada do poder sem ter cometido crime de responsabilidade. Impeachment sem dolo é golpe. Ponto.

O golpe realizado por criminosos, que deveriam estar presos, pois antinacionalistas, antidemocráticos e que desejam transformar o Brasil em uma “Banânia” sempre dedicada a atender às demandas dos ricos e dos muito ricos, porque, obviamente, os segmentos de classe média que apoiaram o golpe terceiro-mundista ficarão com o “mico”, a chupar o dedo pelo simples fato de a “coxinhada” paneleira de barriga cheia e analfabeta política ser assalariada, ou seja, classe média empregada, com complexo de vira-lata, cabeça colonizada e metida a ser parte da “zelite”, quando não é, nunca foi e jamais será!

O jogo acabou, doutor Moro. Lula não é ladrão; e o desespero e a perseguição são péssimos conselheiros. E por quê? Porque quando um juiz, procuradores e delegados não encontram nada que implique Lula em malfeitos e corrupções, mas mesmo assim continuam com a insistência para incriminá-lo, o servidor público perde sua autoridade, porque age e atua a perseguir o cidadão, mesmo a saber de sua inocência. Acabou, doutor Moro. 

Não há mídia golpista como esta que viceja no Brasil que possa, indefinidamente, manter a crença de que Lula é corrupto ou ladrão. 

Não há condição para tal covardia e perseguição sem fim, doutor Moro.

Nem o Delcídio Amaral comprovou o que disse. Um senador do PT com alma tucana. Nem o marqueteiro João Santana, autor das campanhas vitoriosos do PT. Nem os bandidos doleiros, sendo que muitos deles crias do PSDB, cujos políticos, absurdamente e vergonhosamente, são inimputáveis, como se fossem uma “classe” à parte, como os deuses. 

Nem os donos das construtoras, seus diretores e empresários de outros setores da economia, a exemplo do José Carlos Bumlai, que a imprensa de mercado pistoleira o chama de “O amigo do Lula”, pois a finalidade é fazer com que o público que assiste, por exemplo, o péssimo “Jornal Nacional” fique em dúvida e passe a desconfiar da integridade moral de Lula. Nada mais fascista e covarde.

Quero lembrar, pois é salutar a quem acredita piamente na imprensa historicamente golpista, que o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, retirou, no dia 18, a jurisdição do juiz Moro no que é relativo às gravações (parte da investigação da Lava Jato) que envolvem Lula em conversas com políticos com prerrogativa de função, que é chamada erroneamente pela imprensa da casa grande de “foro privilegiado”. 

Tais processos estão indevidamente nas mãos de um político e juiz de primeira instância, que atende pelo nome de Sérgio Moro, da 13 Vara Federal do PSDB do Paraná.

Lewandowski ajuizou que as investigações nas quais Lula é grampeado por meganhas aecistas de Curitiba com a autorização de Moro devem ser separadas. Trata-se da volta ao SNI e ao DOI-Codi em pleno século XXI no ano de 2016 depois de 30 anos de democracia às custas de muita gente exilada, torturada e morta, a partir de 1964.

A Província de Curitiba, capitaneada pelo direitista Moro e seus pitboys da PF e do MPF, ressuscitaram a “arapongagem” no Brasil. Vou mais além: vazam, sem qualquer peso de consciência ou escrúpulo que os levem à razão, as investigações para a imprensa meramente empresarial, que de posse de tais informações se torna um poderoso “partido” de direita, que passa, então, a cumprir sua agenda política e ideológica, que, como todo mundo sabe, cooperou, e muito, para que o Brasil fosse mais uma vez vítima de um golpe de estado criminoso, travestido de legal e legítimo, que tem por finalidade impor o programa neoliberal dos demotucanos rejeitado pelo povo e derrotado quatro vezes consecutivas nas urnas pelo PT e suas lideranças.

O juiz Teori Zavasck está de férias, mas foi ele que anteriormente retirou do Moro as gravações de Lula com Dilma. É o Teori o relator do processo e, com efeito, trata-se do magistrado que analisa a legalidade das investigações no que concerne ao Lula. 

Entretanto, Moro tem o costume de passar com o trator por cima da jurisprudência, pois obcecado por Lula, bem como desesperado por não achar provas de malfeitos contra o maior político brasileiro de todos os tempos, a acompanhá-lo apenas o trabalhista gaúcho Getúlio Vargas — estadista e fundador do Brasil moderno.

Enquanto a jiripoca pia para o lado dos varões de Plutarco “abençoados” por coronéis midiáticos inimigos do Brasil, um dos capitães do mato da famiglia Marinho, que se chama Merval Pereira, adianta aos seus leitores coxinhas que o pessoal da Lava Jato não aceitará a delação de mais de 300 políticos por parte de Marcelo Odebrecht. 

Não aceitará porque… Adivinhe por quê? Não consta o nome de Lula. 

Além da Odebrecht, vale também informar que até agora as delações da Andrade Gutierrez, construtora ligadíssima aos tucanos, até agora não foram repercutidas pela imprensa mercadológica.

Oxente, por quê? Mas por que, uai? Qual é o porquê disso, tchê? Porque gente como Otávio Azevedo, da Andrade Gutierrez, e Marcelo Odebrecht detonariam de vez a ex-oposição demotucana e que hoje usurpa o poder por meio de golpe bananeiro, mas criminoso e violento. 

Em suas listas, documentos e redes sociais não constam Lula e Dilma. E sabe por quê? Porque os dois mandatários não são ladrões, não roubaram, não foram irresponsáveis e não fizeram pouco caso com o povo brasileiro. É isto, e por isto os procuradores de Brasília resolveram agir às pressas, como estivessem nos descontos do fim de um jogo bruto e violento, a apelar para acusações sem fundamentos e provas contra Lula.

De acordo com as denúncias de vossas excelências togadas, Lula e mais cinco pessoas, “mancomunadas em suas vis e pérfidas cumplicidades” (este período em aspas da oração é por minha conta), resolveram impedir a delação premiada de Nestor Cerveró, o servidor público que já roubava a Petrobras desde os tempos de FHC. Veja bem, Lula é acusado de uma suposta “TENTATIVA” de impedir a dedoduragem do corrupto Cerveró.

A verdade somente é uma e única: não há provas contra Lula. Odebrecht, Azevedo, Delcídio, Bumlai e um monte de delatores, que entregam até a mãe para sair da cadeia, jamais disseram que Lula está envolvido com esquemas de corrupção. 

Ponto. Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, Roberto Gurgel, Antonio Fernando de Souza, Rodrigo Janot, procuradores às pencas, delegados federais jamais encontraram provas contra Lula, porque o ex-presidente nunca roubou em toda sua vida. Lula não cometeu crimes e não participou de roubalheira contra o dinheiro e o patrimônio públicos.

Querem prendê-lo como se o líder trabalhista fosse caça, um troféu para que servidores públicos do Judiciário comprometidos com o establishment se engrandeçam para a posteridade junto aos coxinhas e aos reacionários que tratam o Brasil como republiqueta bananeira e mantenham o povo e os trabalhadores presos aos grilhões seculares da escravidão de 388 anos. 

Lula não é ladrão e prendê-lo sem provas para que o PT não tenha chance de competir nas eleições de 2018 será um ato de arbitrariedade e covardia sem igual no mundo ocidental nas últimas décadas. 

O status quo terá de recuar, porque não há crime sem dolo. É isso aí.



quinta-feira, 23 de março de 2017

Lista de bilionários da Forbes tem investigados na Lava Jato

Lista de bilionários da Forbes tem investigados na Lava Jato
VEJA.com   Fabiana Futema4 horas atrás  23/03/2017
 Walter Faria, presidente da Cervejaria Petrópolis
© image/jpeg Walter Faria, presidente da Cervejaria Petrópolis

O ranking de bilionários da revista Forbes traz brasileiros citados em operações da Polícia Federal, como a Lava Jato e a Zelotes.

Entre eles está o empresário Walter Faria, do Grupo Petrópolis. Dono da marca de cerveja Itaipava, ele ocupa a 581ª posição no ranking da “Forbes”, com uma fortuna estimada em 3,3 bilhões de dólares.

A Itaipava entrou na mira da Lava Jato devido a conexões com a Odebrecht. 

Marcelo Odebrecht disse à Justiça Eleitoral que a empreiteira usou a cervejaria para repassar dinheiro para campanhas da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer.

Em nota, o grupo Petrópolis informa que “todas as doações seguiram estritamente a legislação eleitoral e estão devidamente registradas”.

As irmãs Regina de Camargo Pires Oliveira Dias, Rossana Camargo de Arruda Botelho e Renata de Camargo Nascimento, aparecem em 630º lugar na lista dos mais ricos do mundo da Forbes, com uma fortuna de 3,1 bilhões de dólares. 

Elas  pertencem  à  família  controladora  da  construtora  Camargo Corrêa, envolvido nas denúncias da Lava Jato.

Procurada, a Camargo informou que não comentaria o assunto.

O banqueiro Joseph Safra, o 37º homem mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em 20,5 bilhões de dólares, foi citado no ano passado em uma investigação da Zelotes – que apura um esquema envolvendo julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), ligado à Receita Federal.

A ação penal contra o banqueiro foi encerrada em dezembro de 2016. Em nota, a JS Administração de Recursos informa que “Joseph Safra foi excluído do processo criminal da Zelotes”. 

“Em dezembro, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (Distrito Federal) concedeu habeas corpus reconhecendo não existir justa causa (motivos) para a acusação formulada pelo Ministério Público Federal.”

Arquivado em: BrasilEconomia




terça-feira, 13 de dezembro de 2016

PARTIDARIZADA E CORPORATIVISTA, OAB/PE PERSEGUE DELEGADOS E JUIZ QUE COMBATEM CORRUPTOS EM PERNAMBUCO

terça-feira, 13 de dezembro de 2016
PARTIDARIZADA E CORPORATIVISTA, OAB/PE PERSEGUE DELEGADOS E JUIZ QUE COMBATEM CORRUPTOS EM PERNAMBUCO
 
Foto: Reprodução do Facebook

Não é a primeira vez que a OAB de Pernambuco toma partido de medalhões da advocacia pernambucana flagrados, pelas autoridades, em Operações policiais.

Recentemente, a OAB/PE soltou nota em defesa de um de seus Conselheiros, citado na chamada Operação Zelotes, que investiga a venda de decisões daquele "tribunal" administrativo, a grandes empresas (Leia AQUI e AQUI).

Agora, somos surpreendidos com mais um ato da OAB/PE, tentando intimidar delegados que combatem os crimes contra a Administração Pública e o Juiz da Vara dos Crimes contra a Administração Pública, que têm se notabilizado por uma elogiável postura independente, no combate ao crime organizado, que tomou conta das estruturas de nosso Estado, mediante um "desagravo" (Leia AQUI) aprovado, ontem, pelo Conselho Estadual da OAB/PE, a certo advogado, muito ligado ao PSB.

O advogado "desagravado" pela OAB/PE, por ter sido alvo de interceptação telefônica em uma operação policial é tão ligado ao alto comando do PSB, que além de ser vizinho de mesmo prédio, do Prefeito do Recife, Geraldo Júlio, aquele mesmo que teve seu indiciamento pedido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por crimes cometidos para beneficiar a Odebrecht, no contrato da Arena Pernambuco, com o governador Paulo Câmara, o senador Fernando Bezerra Coelho e o deputado federal Tadeu Alencar, todos do PSB (Leia AQUI e AQUI), obteve, para sua esposa, um cargo comissionado na gestão do cliente e amigo, Geraldo Júlio, na já referida, Prefeitura do Recife. 

Ah, referido advogado também advogada para a Odebrecht no caso da Arena Pernambuco (Operação Fair Play/Lava Jato).

 
O ex-prefeito de Catende, do PSB, indiciado por mais de 50 crimes, inclusive por planejar a morte de uma testemunha, sendo recebido pelo governador Paulo Câmara, juntamente com o deputado estadual Aluísio Lessa. 

O governador que  recebe criminosos é o mesmo que persegue policiais civis e militares pedindo suas prisões e metendo-lhes processos.

Segundo a OAB/PE, esse advogado, que já atuou, junto com seu sócio, em um dos mais caros escritórios de advocacia do Estado, para arquivar a "Operação Turbulência", onde os laranjas do PSB foram liberados, pelo TRF da 5ª Região, por meio de um estranho "Habeas Corpus", contra o qual o Ministério Público Federal já recorreu, do crime de lavagem de capitais, de nada menos que R$ 600 milhões, que teriam sido desviados de obras e contratos públicos da Transposição do Rio São Francisco  e da Refinaria Abreu e Lima, em SUAPE, teria sido alvo de uma interceptação telefônica ilegal "no exercício da profissão", por ordem do juiz da Vara dos Crimes contra a Administração Pública, a pedido dos delegados "malvados" que combatem o crime organizado de políticos pernambucanos, que, desavisados, não olharam a que partido serve esse advogado "medalhão" e, nem, muito menos, a que partido pertenciam os corruptos investigados.

Pois bem, vamos esclarecer alguns pontos que estranhamente a OAB está omitindo da opinião pública. 

Primeiro: se a interceptação telefônica se deu por ordem judicial, por óbvio, não é ilegal. É legal. Por outro lado, a tal interceptação se deu no âmbito das chamadas Operações "Tsunami" e "Longa Manus", da Polícia Civil de Pernambuco, em que o ex-prefeito do Município de Catende, Otacílio Alves Cordeiro, do PSB e muito ligado ao deputado estadual Aluísio Lessa e ao suplente de deputado federal Eduardo Cadoca, juntamente com outros investigados, justamente nas "interceptações", tão repudiadas pela OAB/PE, estando em prisão domiciliar, foram flagrados, planejando matar uma testemunha e obter, com seus contatos políticos no governo, o afastamento da delegada titular da Delegacia de Crimes contra a Administração Pública, Dra. Patrícia Domingos, da titularidade daquela Especializada.

 
Delegada Patrícia Domingos, de Combate aos Crimes Contra 
a Administração Pública, não dá moleza aos corruptos, 
por isso tentaram afastá-la

Além disso, em entrevista ao G1 (Leia AQUI), a delegada Patrícia Domingos, que a OAB/Pe pretende prejudicar com  seu despropositado desagravo, revelou que "a defesa do prefeito, na última apreensão, teria ocultado cerca de R$ 300 mil". 

Revelou, ainda, a delegada, que esse "dinheiro foi transferido para o escritório de advocacia que o representa." 

Segundo a delegada, contra a qual a OAB/PE inventou o conveniente desagravo, “Esse valor estava na conta bancária da filha da empregada do prefeito.

Ela era uma das laranjas. Isso foi uma burla à medida de sequestro judicial (que determinou o sequestro dos bens do acusado). Esses R$ 300 mil são oriundos das fraudes perpetradas”.

A Dra. Patrícia revelou, ainda, ao G1, que "os três detidos, com a ajuda de um funcionário terceirizado do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), teriam tentado substituir um documento do acusado para ajudá-lo no processo" Leiam o que a delegada revelou, ainda: “Havia um documento que, de alguma forma, prejudicava a situação de Otacílio em conseguir voltar à prisão domiciliar e, após a segunda prisão, essas pessoas conseguiram um outro documento que seria benéfico para ele. 

Esse funcionário esperaria que o motorista se distraísse, pegaria o volume do processo e arrancaria a página”.


Quanto a essas fraudes processuais e ao uso de escritórios de advocacia para lavagem de dinheiro da corrupção, denunciado pela Polícia, na Operação "Longa Manus", o que a OAB/PE tem a dizer?
Não nos surpreende que os advogados dos corruptos do PSB estejam agora tentando fazer uso indevido da OAB/PE, que sempre foi um esteio da cidadania, para tentar intimidar delegados e juizes sérios e que não fazem o jogo da politicalha, com o desiderato, certamente, de arquivarem a "Tsunami" e a "Longa Manus", como fizeram com a "Turbulência", pois sendo capazes de tudo, já ingressaram, inclusive, com queixas-crimes contra a editora deste Blog, com finalidade, evidente, de calá-la, para que não divulgue mais nenhuma notícia sobre a ORCRIM por eles representada.