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domingo, 26 de fevereiro de 2017

Inacreditável: Portal/buraco de minhoca surge do nada na atmosfera terresrre e é capturado em vídeo ao vivo da NASA

Terça-feira, 31 de janeiro de 2017
Inacreditável: Portal/buraco de minhoca surge do nada na atmosfera terresrre e é capturado em vídeo ao vivo da NASA


Neste último vídeo de transmissão ao vivo da NASA gravado a partir da ISS algo incrível aconteceu. E foi recentemente testemunhado e registrado por Streetcap1, o que parece mostrar uma misteriosa abertura de um Objeto luminoso no espaço acima da terra - esta não é a primeira vez que objetos do como portais estranhos apareceram na atmosfera terrestre e é algo que a NASA admitiu existir em seu site!

Por favor, confira abaixo a imagem capturada pela câmera do ISS por Streetcap. A julgar pela distância da ISS, o que quer que isso tenha sido foi enorme! Talvez isso fosse algum tipo de abertura buraco de minhoca-se acima da Terra - talvez esta é a forma de como alguns dos / seres interdimensionais do ET nos visitam?

O objeto aparece de repente, do nada, então, diminui lentamente novamente.

      Agora confira a captura intrigante do vídeo da ISS:

Não faz muito tempo que a NASA anunciou oficialmente para o mundo que os portais de fato existem e estão abrindo quase todos os dias! Mas Nasa minimizou esta teoria e só mencionou que os portais parecem vir do Sol - quem sabe, talvez esta é a maneira que alguns do ETs conseguem viajar por todo o universo?

                                Confira esse vídeo também

Portanto, não importa o que digam portais / buracos de minhoca são um fato cientifico e não ficção científica, algo que a NASA confirmou há muito tempo. O objeto travado na câmera recentemente a bordo da ISS pode ser qualquer coisa, mas estes são tempos muito interessantes e muitas coisas estranhas estão sendo testemunhadas em torno do planeta Terra para ser ignorado.

 

Estes poderiam ser portais que se abrem a partir de outras partes do universo, ou talvez de outras dimensões - quem sabe, talvez, o LHC no CERN é responsável por estes?

                    A incrível captura de vídeo da ISS:








sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Rio de ferro derretido é descoberto sob a Sibéria e o Alasca.

 Leandro Ab   10:55:00 22/12/2016
 

Segundo estudo publicado na 'Nature Geoscience', esse rio é quase tão quente quanto a superfície do Sol.

Sob a superfície da Terra há um veloz rio de ferro derretido, quase tão quente quanto a superfície do Sol. 

E ele está correndo cada vez mais depressa. Segundo estudo da Nature Geoscience que descreve a descoberta, publicado na última segunda-feira, o rio sob a superfície tem velocidade três vezes maior do que a usual para movimentações na parte externa do núcleo do planeta. O desafio dos cientistas agora é compreender a razão dessa aceleração.

“Nós sabemos mais sobre o Sol do que sobre o centro da Terra, porque o Sol não está escondido por 3.000 quilômetros de rocha”, afirmou Chris Finlay, pesquisador da Universidade Técnica da Dinamarca, e um dos membros da equipe que fez a descoberta, em comunicado.  

De acordo com os cientistas, a descoberta pode nos ajudar a compreender como se deu a formação do campo magnético terrestre que nos protege de eventos cósmicos como os ventos solares.

Rio de ferro
Os dados que levaram à descoberta fazem parte da Swarm, uma missão da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) lançada em 2013 e composta por um trio de satélites que monitora o campo magnético terrestre. 

Desde então, os cientistas vêm utilizando satélites para coletar e decifrar informações sobre os diferentes campos magnéticos que partem tanto do núcleo terrestre quanto de outras partes do planeta, como manto, crosta, oceanos, ionosfera e magnetosfera. 

Juntos, esses campos magnéticos protegem o planeta da radiação cósmica e partículas carregadas que vêm em direção à Terra com os ventos solares.

De acordo com os cientistas, o rio de ferro derretido é um fenômeno natural, formado há bilhões de anos. O núcleo externo da Terra é composto por uma grande concentração de metais derretidos, principalmente ferro. 

A movimentação constante desses metais cria correntes elétricas, que dão origem ao campo magnético que atua sobre o nosso planeta. Observar as mudanças no campo magnético pode, consequentemente, fornecer aos cientistas um tipo de “raio-x” da Terra, ajudando a entender como o ferro líquido no núcleo se move.

E foi dessa forma que um rio de ferro derretido com 420 quilômetros de extensão foi descoberto circulando abaixo de áreas próximas ao Polo Norte.

Estudos anteriores já haviam revelado que mudanças no campo magnético indicavam uma movimentação mais rápida de metais líquidos nessa região. No entanto, os dados coletados pela Swarm permitiram olhar para aquela corrente de ferro derretido específica e identificá-la como a causa do fenômeno. 

O rio se desloca 40 quilômetros por ano – o triplo da velocidade normal de movimentação do núcleo externo da Terra e centenas de vezes maior do que a velocidade de deslocamento das placas tectônicas.

“O estudo é uma das primeiras descobertas sobre as profundidades da Terra possibilitadas pela Swarm”, diz Rune Floberghagen, comandante da Swarm, em comunicado. 

“Com imagens em resoluções sem precedentes se tornando possíveis, esse se torna um momento muito empolgante – nós simplesmente não sabemos qual vai ser a próxima descoberta sobre o nosso planeta.”

Veja.





sábado, 17 de dezembro de 2016

Nós poderíamos morrer por esse estranho fenômeno solar e ninguém lhe dá atenção

Nós poderíamos morrer por esse estranho fenômeno solar e ninguém lhe dá atenção
De  Lucas  16 de dezembro de 2016
 Nós poderíamos morrer por esse estranho fenômeno solar e ninguém lhe dá atenção
 É importante que você saiba do que se trata.

Bom, é muito precipitado dizer dessa forma, mas realmente é aterrador este fenômeno solar, cujas consequências podem ser mais graves do que uma pessoa comum imagina e realmente ninguém – exceto os cientistas – estão prestando atenção. Se trata de um enorme buraco negro que cobre 8%  do sol.
 
Espacial.org
Segundo a NASA, o espaço que cobre um lado do sol não é necessariamente uma afetação real de sua superfície. É dizer, a aparência deprimida da estrela se deve a emissão das chamadas correntes de vento solar – partículas expulsadas da atmosfera superior do sol – que podem ter uma velocidade de 400 km por segundo.
 
NASA
Entretanto, na verdade não se trata de um buraco ou um furo no sol, ainda que se veja de cor escura nas imagens, se não que um processo que ocorre na capa externa da atmosfera do astro, conhecida como coroa. 

Daí que este fenômeno captado graças a uma intensa luz ultravioleta seja conhecida como “buraco coronal”. Como explica a própria NASA, “são áreas abertas do campo magnético do sol que expulsam ao espaço correntes de vento solar que se movem a grande velocidade”.

Aproximadamente a 800 quilômetros por segundo.

O enorme buraco pode permanecer visível, desde a Terra, durante ao menos cinco anos. 

Estes fenômenos são fundamentais para a compreensão do clima espacial, ao ser a fonte de ventos até três vezes mais velozes que os verificados em qualquer outra região do universo que conhecemos.
 
Thinkstock
Se espera que, nestes dias, as partículas solares que se desprenderam da imensa estrela comecem a chegar à Terra.

Quando as correntes chegam ao nosso planeta, as partículas envolvem a magnetosfera terrestre e interatuam com ela.

Adicionalmente, a interação das correntes solares com a Terra pode afetar o funcionamento dos satélites que orbitam no espaço e as atividades que regulam.

 
Thinkstock
Esse feito da como consequência as conhecidas auroras polares, é dizer, o fenômeno luminoso que se apresenta no céu noturno, de preferência entre os meses de setembro e março no hemisfério norte (aurora boreal), e entre março e setembro no hemisfério sul (aurora austral).




quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Asteroide poderia extinguir humanidade, e a Nasa não sabe como nos proteger

Asteroide poderia extinguir humanidade, e a Nasa não sabe como nos proteger
Do UOL, em São Paulo  15/12/201606h00
 

Um dos maiores medos dos terráqueos é o de que um objeto vindo do céu caia sobre nossas cabeças. E não adianta pensar que a tecnologia espacial já evoluiu o bastante para nos proteger. Segundo astrônomos, caso um grande asteroide seja detectado em direção à Terra, não haveria nada que pudesse ser feito hoje em dia.

Os pesquisadores possuem diversas estratégias no papel. O difícil seria colocá-las em prática em momento de emergência. 

"No momento, não há nenhuma tecnologia em meio a um monte de coisas que pudesse ser utilizada", disse Joseph Nuth, do centro espacial Goddard, da Nasa, em um encontro que debateu o tema em San Francisco, nos EUA.

Segundo os astrônomos, grandes asteroides, com o poder de acabar com a civilização na Terra, são extremamente raros. A probabilidade de um deles atingir a Terra é de uma vez a cada 50 ou 60 milhões de anos. Contudo, o objeto que exterminou os dinossauros se chocou contra a Terra há 65 milhões de anos.

Pensando assim, o próximo que teria a Terra como alvo já estaria atrasado.

E o pior é que os últimos asteroides que despertaram alerta na Terra só foram detectados quando já não havia tempo para evitar um possível evento catastrófico. Em 2014, um cometa que passou perigosamente perto de Marte - e causou calafrios nos cientistas - foi percebido apenas 22 meses antes de quase se chocar contra o planeta vermelho.

http://t.dynad.net/pc/?dc=5550001892;ord=1481869364407https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1481869371789
"Se olharmos para o tempo que demora a programação de missões espaciais, levaríamos cinco anos para lançar uma espaçonave [para deter um meteoro]. Nesse caso, tivemos 22 meses [1 ano e 10 meses] de total aviso", diz Nuth. Com o exemplo, o especialista mostra que não daria tempo de afastar o risco se o pedregulho estivesse na direção da Terra.

Parte da preocupação dos cientistas é com a falta de conhecimento sobre asteroides. "Nós não temos muitos dados sobre como é o interior de asteroides e cometas. Apenas podemos supor, nos baseando no que sabemos sobre física, rochas e gelo", diz Cathy Plesko, cientista do Laboratório Nacional de Los Alamos.

Como precaução, Nuth sugere que a Nasa construa um foguete para ser guardado e utilizado em caso de aproximação de um grande asteroide ou cometa. 

O artefato precisaria estar pronto para ser lançado dentro do prazo de um ano. "É o que poderia mitigar riscos da surpresa de um asteroide sorrateiro vindo de um lugar de difícil observação, como do sol".
 
Um asteroide de 100 metros de diâmetro (o comprimento de um campo de futebol) que atingisse a Califórnia destruiria cidades e mataria dezenas de milhares de pessoas

"Estamos fazendo a nossa lição de casa antes de um evento desses. Não queremos fazer nossos cálculos em cima da hora, quando algo já estiver a caminho", disse Plesko. 

A Nasa e a o órgão dos EUA responsável por segurança nuclear têm estudado asteroides conjuntamente. Em outubro, foi realizada uma simulação do que aconteceria se um enorme asteroide atingisse Los Angeles.

Quais são as armas na cabeça dos cientistas?
Ainda não há nada disponível. Mas as ideias para conter, bloquear, desviar ou destruir um asteroide ou cometa que esteja na rota de colisão com a Terra são várias. A mais comum é a de lançar um foguete com explosivos potentes, como bombas atômicas. 

A explosão poderia desviar a rota do objeto destruidor.

O uso de ogivas nucleares contra asteroides tem a vantagem da rapidez. Contudo, seus efeitos colaterais incluem estilhaços radiativos caindo sobre a Terra. 

A alternativa seria o uso de explosivos convencionais ou o lançamento de um objeto que desviasse o asteroide com o impacto. 

Contudo, a grande carga a ser levada e o tempo que demoraria para calcular a trajetória de choque para desviar o corpo celeste pesam contra esses métodos.




sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Cientistas brasileiros anunciam descoberta de dois exoplanetas

Cientistas brasileiros anunciam descoberta de dois exoplanetas
Bia Souza   Do UOL, em São Paulo
04/11/201608h30 > Atualizada 04/11/201622h44
 

Cientistas brasileiros descobriram dois novos planetas ao redor de uma estrela muito similar ao Sol. 

A pesquisa, divulgada pela revista Astronomy & Astrophysics, apresenta dois exoplanetas orbitando a estrela HIP 68468. Eles são um super-Netuno e uma super-Terra. A estrela tem 6 bilhões de anos e fica a uma distância de 300 anos-luz da Terra.

O super-Netuno, chamado de HIP 68468c, tem 26 vezes a massa da Terra, mas, enquanto Netuno está cerca de 30 vezes mais longe do Sol do que nosso planeta, o HIP 68468c está a uma distância de 98.734.595 km de sua estrela, quase tão próximo quanto Vênus em relação ao Sol.

A super-Terra, chamada de HIP 68468b, tem uma massa quase 3 vezes maior do que a da Terra e está a uma distância de 4.487.936 km, bem pertinho de sua estrela.

Se a descoberta for mesmo confirmada, será o primeiro planeta semelhante à Terra orbitando em torno de um gêmeo do Sol, dizem os pesquisadores.


O estudo, realizado com o auxílio do telescópio do ESO (Observatório Europeu do Sul), no Chile, foi liderado pelo astrônomo Jorge Melendez, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). 

Para realizar a descoberta os astrônomos "seguiram" a estrela HIP 68468 por 43 noites espalhadas ao longo de quatro anos. Melendez explica que não é possível observar os planetas.  Assim como o planeta orbita a estrela pelo efeito gravitacional, ele também faz com que ela se movimente.

"Observamos o movimento da estrela e assim conseguimos saber qual a orbita do planeta", diz Melendez

Os cientistas também analisaram os ruídos da estrela, emitidos por conta da atividade magnética, para ter certeza de que é um planeta e não apenas atividades normais do astro. Para ser confirmado oficialmente, o planeta precisa ser acompanhado por anos e ter registros regulares.

O próximo passo da pesquisa é continuar com observações para tentar descobrir que outros tipos de sistema solar existem e se são similares ao nosso. A médio prazo a ideia é detectar outros pequenos planetas. Para isso, os cientistas reforçam que não são necessários apenas anos de observação, mas investimentos tecnológicos.

Em 2010, o Brasil foi convidado a ser o primeiro país não-europeu a integrar o ESO (Observatório Europeu do Sul), grupo de 15 países que opera telescópios no deserto do Atacama, no Chile. No entanto, o Brasil não ratificou o acordo que liberaria 270 milhões de euros, parcelados em 10 anos, que o incluiria no programa.

"É um favor o ESO disponibilizar o observatório para os pesquisadores sem o Brasil ser membro", diz Melendez.

O observatório está construindo o que deve ser o maior telescópio do mundo com um espelho principal de 39 metros. De acordo com o ESO o instrumento poderá captar mais luz do que todos os telescópios de 8 a 10 metros no planeta somados.

"Infelizmente se o Brasil não ratificar o acordo ficaremos de fora da maior aventura da astronomia da atualidade, que vai permitir identificar objetos que ainda não podem ser encontrados atualmente, com imagens de melhor qualidade", explica o pesquisador. 

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Tempestades solares, o fenômeno espacial que preocupa o governo Obama

27/10/2016 19h52 - Atualizado em 27/10/2016 19h52
Tempestades solares, o fenômeno espacial que preocupa o governo Obama
Lançamento de partículas pelo Sol pode atrapalhar telecomunicações terrestres, motivo que levou o presidente americano a determinar a criação de um sistema de defesa.
Da BBC
 As tempestades solares liberam grande quantidade de partículas que se espalham pelo Sistema Solar, atingindo até planetas mais distantes, como Plutão (Foto: BBC/Nasa)
As tempestades solares liberam grande quantidade de partículas 
que se espalham pelo Sistema Solar, atingindo até planetas mais 
distantes, como Plutão (Foto: BBC/Nasa)

A mais nova "ameaça" aos EUA vem do espaço: as tempestades solares.
O fenômeno levou o presidente Barack Obama a baixar um decreto determinando que secretarias e várias agências governamentais tenham um plano para enfrentar o que chama de "evento climático espacial".
Ainda não foi emitido um alerta nem anunciada a iminência de uma grande explosão, mas o governo americano prefere prevenir do que remediar os seus efeitos.

Uma tempestade solar de grande magnitude pode ocorrer em 2020, segundo estudo da Universidade de Denver, publicado na revista científica Space Weather.

O decreto de Obama pede aos órgãos governamentais que criem estratégias a serem adotadas durante quatro meses, antes e depois da ocorrência de um eventual fenômeno climático espacial.
Entenda, a seguir, as implicações do fenômeno.

O que é o 'clima espacial'
Serviços de saúde, transporte e o abastecimento de água podem ser afetados porque tempestades solares são capazes de desativar a rede elétrica aqui na Terra, adverte o decreto presidencial americano.

Ou seja, embora o governo fale em "clima espacial", a verdadeira preocupação é com as consequências terrestres.

A Nasa, a agência espacial dos EUA, explica que o "clima espacial" 
é determinado por eventos que ocorrem no Sol, como o "vento" que lança no espaço plasma e descargas eletromagnéticas.

O Sol é bem mais do que uma fonte permanente de luz e calor. "O astro banha regularmente a Terra e todo o nosso Sistema Solar com energia na forma de luz, partículas elétricas e campos magnéticos", diz a Nasa.
 A liberação de energia está associada às manchas solares, onde ocorrem eventos de grande intensidade (Foto: BBC/Nasa)
 A liberação de energia está associada às manchas solares, onde 
ocorrem eventos de grande intensidade (Foto: BBC/Nasa)

Ciclos de atividade solar
O Sol tem ciclos de atividade de aproximadamente 11 anos, com períodos mais intensos. As tempestades são causadas pelas manchas solares, regiões onde há uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no astro.
Elas são o mais poderoso fenômeno observado pelos cientistas no nosso Sistema Solar e podem durar de alguns minutos a várias horas.
"Normalmente identificamos uma erupção solar pelos fótons (ou luz) que ela libera", afirma a Nasa.

O perigoso e imperceptível 'vento solar'
Já o "vento solar" é uma rajada de partículas lançadas pelo Sol no espaço a uma velocidade de 3,2 milhões de quilômetros por hora.

Mas como esse "vento" não é frequente e tem densidade baixa, a Nasa destaca que ele é um bilhão de vezes mais fraco que o vento que sentimos aqui na Terra.
  A magnetosfera, o campo magnético da Terra, impede que as partículas solares cheguem à superfície do planeta (Foto: BBC/Nasa)
 A magnetosfera, o campo magnético da Terra, impede que as 
partículas solares cheguem à superfície do planeta 
(Foto: BBC/Nasa)

As partículas liberadas pelo Sol em direção à Terra não atingem a superfície do nosso planeta graças a um escudo magnético - a magnetosfera.

Interrupção de telecomunicações
Mesmo assim, as tempestades solares são capazes de interromper sistemas de eletricidade, satélites, internet e todos os meios de telecomunicações, o que inclui sinais de telefone, rádio e TV.

O fenômeno também pode colocar em perigo voos comerciais, que ficam incomunicáveis nas rotas mais próximas dos pólos Norte e Sul, onde se concentra a maior parte das partículas solares.
Da mesma forma, as naves espaciais podem sofrer danos em componentes eletrônicos importantes, nos painéis solares e nos sistemas ópticos como 
câmeras e sensores estelares.

Aqui na Terra, estamos protegidos pela magnetosfera, mas os astronautas ficam expostos a extremos de radiação em poucos minutos.
O lado belo das tempestades solares
Mas nem tudo é ruim quando se fala de tempestade solar.

Elas também produzem espetáculos de luz e cor, como as auroras boreais, que podem ser observadas em áreas próximas ao Pólo Norte - como Noruega e Finlândia -, e as raras auroras austrais, que ocorrem no sul do planeta.
A Nasa tem registrado vários eventos atribuídos ao "clima espacial".
Transtornos ao longo da história da Terra
O efeito mais poderoso aconteceu há mais de 150 anos, em setembro de 1859, e foi batizado de Carrington Event (Evento Carrington, em inglês), em homenagem ao astrônomo Richard Carrington.

Na época, estações telegráficas pegaram fogo e as redes sofreram grandes 
interrupções.

Um estudo de 2008 da Academia Nacional de Ciências dos EUA afirma que, se um evento parecido ocorrer hoje, o impacto econômico seria de dois trilhões de dólares, 20 vezes mais do que o prejuízo causado pelo Furacão Katrina.
Outro evento importante foi o colapso da rede elétrica da província canadense de Quebec, em março de 1989.
Consequência de uma tempestade solar, o defeito num transformador provocou um apagão que durou mais de nove horas e prejudicou mais de seis milhões de pessoas.

A tempestade quase causou uma guerra entre EUA e URSS
O fenômeno também causou um dos momentos mais tensos da Guerra Fria, segundo registro do Smithsonian Institute, dos EUA, considerado o maior museu e complexo de pesquisas do mundo.

Em maio de 1967, as comunicações militares dos EUA foram interrompidas, num episódio que chegou a ser interpretado como um "ato malicioso" que exigia resposta militar à altura.
Por sorte, a Força Aérea americana já tinha um programa que monitorava o "clima espacial" e avisou a tempo que a interrupção tinha sido causada, na verdade, por uma tempestade solar.
E o botão vermelho, que podia iniciar a guerra com a Rússia, felizmente não foi acionado.



sábado, 15 de outubro de 2016

O que é a tormenta solar anunciada por Obama?

O que é a tormenta solar anunciada por Obama?
O presidente americano aprova um decreto para melhorar a resposta a “eventos meteorológicos do espaço”
A superfície solar
A superfície solar NASA/JAXA/HINODE

Combina termos científicos que podem soar apocalípticos com a linguagem burocrática de um documento presidencial. O presidente americano Barack Obama assinou, na quinta-feira, uma ordem executiva para coordenar “esforços” do seu governo para “preparar a nação para eventos meteorológicos do espaço”. Esses eventos podem ser “erupções solares, partículas de energia solar e ruídos geomagnéticos”.
Segundo o decreto, são fenômenos regulares e podem afetar infraestruturas importantes, como satélites, GPS, sistemas de comunicação, aviação e distribuição elétrica. “Tem o potencial de afetar e interromper, simultaneamente, a saúde e a segurança de continentes inteiros”, alerta.
No entanto, o documento presidencial não aborda a probabilidade de esses fenômenos ocorrerem, nem as suas consequências, mas apenas se concentra em melhorar a coordenação diante de possíveis impactos. “Uma preparação de sucesso para eventos meteorológicos do espaço é um esforço de toda a nação, que exige colaboração entre governos, gestores de emergência, o mundo acadêmico, meios de comunicação, a indústria farmacêutica, organizações sem fins lucrativos e o setor privado”, explica.
Os ruídos geomagnéticos são uma afetação do campo magnético da terra como consequência da atividade solar. As erupções solares são breves erupções de intensidade na superfície do sol ou perto dela, associadas a manchas solares. É um fenômeno comum, que raramente tem efeitos relevantes. As partículas de energia solar são íons e elétrons expulsos do sol como resultado dessas erupções.
O caso mais conhecido de um fenômeno meteorológico do espaço foi uma tormenta solar em 1859, conhecida como o evento Carrington, como explica a revista Newseek. Foi possível observar auroras no céu em lugar afastados dos polos, como o Caribe. E os sistemas de comunicação por telégrafo foram alterados na Europa e na América do Norte.
Um século depois, em 1967, três potentes erupções solares inutilizaram o sistema de radares dos EUA encarregado de detectar a chegada de mísseis soviéticos. Inicialmente, em plena Guerra Fria, Washington pensou que a culpa era de Moscou.

O decreto de Obama estabelece um calendário e um protocolo de atuação para esse tipo de fenômeno. O governo federal, aponta o texto, tem que ter a capacidade de antecipar e detectar um evento meteorológico do espaço, os programas necessários para que os setores público e privado adotem medidas mitigadoras e a capacidade de responder e superar esses tipos de situações. 

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Descoberta do planeta Próxima B é uma das mais importantes do século

Descoberta do planeta Próxima B é uma das mais importantes do século
25/08/2016 08h27
Da Agência Sputinik
Resultado de imagem para novo planeta descoberto 2016

Nesta quarta-feira (25) foi confirmada a descoberta de um exoplaneta com tamanho semelhante ao da Terra e localizado a uma distância adequada de seu sol para permitir a presença de água na superfície e consequente existência de vida.
O planeta, que recebeu o nome de Próxima B, orbita ao redor da Próxima Centauri, a estrela mais próxima do nosso sistema solar, a 4,2 anos-luz da Terra.
Segundo o site Gizmodo, esta é uma das descobertas astronômicas mais importantes do século. O planeta recém-descoberto fica a uma distância de 7 milhões de quilômetros da sua estrela. Isto equivale apenas a 5% da distância entre a Terra e o Sol, mas, uma vez que a estrela Próxima Centauri é muito mais fria, o exoplaneta é uma "zona habitável" e tem uma temperatura que permite que a água se encontre em estado líquido.
O site destaca que ainda não se sabe se o planeta Próxima B tem atmosfera. O corpo celeste é submetido a um fluxo de raios-X emitidos pela estrela 400 vezes maior do que a Terra sofre, o que poderá ser um obstáculo à existência de atmosfera.
No entanto, o cientista alemão Ansgar Reiners frisa que tudo depende do tempo em que o exoplaneta foi formado. Se se formou quando estava a uma distância maior do seu sol, é possível que tenha atmosfera.
Sendo assim, isso seria "um grande sinal para a possibilidade de ter vida", diz o portal. Além disso, a estrela Próxima Centauri tem uma esperança de vida muito maior do que o nosso Sol, por isso um planeta habitável como este seria um local óbvio para a nossa civilização migrar quando o Sol se extinguir, dentro cerca de 5 bilhões de anos, cita a edição Abraham Loeb, da Universidade de Harvard.


sábado, 20 de agosto de 2016

Sim a Lua é um Satélite Artificial, ou seja uma "Nave Extraterrestre"

Sim a Lua é um Satélite Artificial, ou seja uma "Nave Extraterrestre"
 
O mundo é muito mais estranho e surpreendente do que supomos, meus amigos. Sou um curioso que procura entender um pouco de tudo e tenho fascinação por teorias que fazem com que enxerguemos a realidade de outra forma. Me interesso tanto pelas mais cientificas e academicamente aceitas, quanto pelas mais obscuras e esquizofrênicas. E hoje trago ao blog uma do segundo tipo. 
Imagine vc descobrir que a nossa lua não é um satélite natural. Que ela foi construída e trazida pra cá para exercer uma função em prol de interesses de alguma misteriosa forma de vida inteligente. Assim, funcionaria como uma base para naves alienígenas, algo semelhante a Estrela da Morte de série Star Wars, mas funcionaria também como um astro cujas propriedades gravitacionais estão intimamente ligadas a rotação da terra, ao movimento das marés e a mudança das estações, fenômenos sem os quais a vida na terra não seria possível. Vida essa que foi criada justamente pelos seres que se mantem baseados em nossa suposta lua! E se quase ninguém sabe disso, existe uma elite global dominante que conhece muito bem esse segredo e colabora com esses extraterrestres para que permaneçamos ignorantes e escravizados. Fascinante, não? Entretanto, a partir daqui os níveis de conspiracionismo e paranoia ficam muito elevados, paremos por aqui. Vamos nos limitar aos fatos que corroboram com a teoria de que a Lua é um satélite artificial.
 
Teoria Vasin-Shcherbakov - Em 1970 os cientistas russos Michael Vasin e Alexander Shcherbakov propuseram uma teoria em que apontavam que devido à certas características estranhas apresentadas pela Lua podia-se supor que ela se tratava de uma nave extraterrestre. Ideia que se encaixava com o que propôs o cientista da NASA Gordon McDonald em 1962. Para ele a baixa densidade da Lua em relação a Terra só se explicaria se ela fosse oca.
 A Idade - Não existe nenhum dado, mesmo dentro da comunidade científica que aponte com plena certeza a idade do satélite ou mesmo sua origem. Porém, antigas pesquisas que os cientistas tendem a considerar equivocadas, por não se ajustarem aos modelos científicos atualmente aceitos, apresentavam como resultado uma Lua mais antiga que a Terra e o Sol.
 
O Tamanho - O consagrado escritor de ficção científica Isaac Asimov, refletindo sobre o tamanho da lua escreveu "Ela não devia estar lá"! Nosso sistema solar possui mais de 350 luas. Todas, com exceção da nossa, são bem menores do que os planetas aos quais orbitam. Estranhamente, nossa lua tem 1/4 do tamanho da Terra. Devido ao tamanho descomunal da nossa lua alguns astrônomos mais excêntricos e ousados defendem até a ideia de que estamos em um sistema planetário binário, com dois planetas orbitando um ao outro, tal como hoje tem se aceito como sendo a condição do sistema de Plutão, cujo tamanho, curiosamente, é bem inferior ao da nossa Lua.

Distância e posição - Existe uma incrível coincidência no que se refere a distância da Lua em relação ao Sol e a Terra. Ela possui um diâmetro 400 vezes menor que o sol e está exatamente 400 vezes mais próxima da terra, de modo que vista do nosso planeta ela apresenta praticamente o mesmo tamanho do Sol no céu. Fato que possibilita o acontecimento do eclipse total do Sol. Como se a lua estivesse sido cuidadosamente colocada no lugar onde alguma inteligência quisesse que ela estivesse. Christopher Knight e Alan Bulter no seu livro Quem Construiu a Lua? afirmam: "A Lua possui uma sincronicidade assustadora com o Sol. Quando o Sol está em sua posição mais baixa e mas fraca no meio do inverno, a Lua está no ponto mais alto e mais brilhante, e o inverso ocorre no meio do verão. Nos equinócios, ambos se põem no mesmo ponto do horizonte e nos pontos opostos nos solstícios. Quais são as chances da Lua naturalmente encontrar uma órbita tão perfeita para cobrir o Sol durante um eclipse e parecer do mesmo tamanho [que o Sol] quando vista da Terra? Quais são as chances dos alinhamentos serem tão perfeitos nos equinócios e solstícios?" Somando-se a isso, temos ainda o fato de que ao contrário de todas as luas do sistema solar que possuem uma órbita elíptica, nossa lua é a única que possui uma órbita circular quase perfeita.

 Crateras e superfície - No planeta terra existem algumas crateras causadas pela queda de meteoritos, e essas crateras geralmente apresentam uma profundidade considerável. Entretanto, observando as crateras da lua, vemos que elas são bem pouco profundas. Mesmo em crateras com 100 km de diâmetro encontramos pouca profundidade e uma profundidade bem próxima a das menores crateras. Como se a lua fosse blindada, preparada pra suportar choques de meteoros.
 
Outro fator que colabora com essa tese é a grande quantidade de titânio encontrado na superfície, material que dificultou o trabalho de escavação dos astronautas quando na Lua. O mesmo tipo de titânio usado em submarinos e aviões militares, ou seja, o material perfeito para quem deseja criar um veículo blindado. Surpreendentemente na crosta do satélite encontra-se também Urânio 236 e Neptunium 237, que não existem de forma natural na Terra, além de outros elementos pesados, que não costumam ser encontrados nas superfícies dos astros, mas em seu interior. “É muito mais fácil explicar a não existência da Lua, do que sua existência." brinca Dr. Robin Brett, geologista da NASA, em uma célebre frase.

Um Sino - A missão Apolo 12, em novembro de 1969, instalou sismômetros e intencionalmente arremessou o Módulo Lunar na superfície da Lua, causando um impacto equivalente à uma tonelada de TNT. 
 
A onda de choque ecoou por oito minutos e os cientistas de NASA disseram que “a Lua soou como um sino“. Comportamento característico de um objeto metálico e oco. "A Lua não somente soou como um sino, mas toda a lua balançou de forma tão precisa que era quase como se tivesse um amortecedor hidráulico dentro dela" Ken Johnson (NASA). Estranhíssimos fenômenos que levaram o famoso astrônomo Carl Sagan a afirmar "um Satélite natural não pode ser oco".

Ufologia - Além de tudo isso, não são poucas as fotos e vídeos que mostram atividade de OVNIs na Lua e próxima a ela. Imagens de estruturas, torres, pirâmides e a até um vídeo onde astronautas vasculham supostas ruínas encontradas na Lua vc pode encontrar na internet, entretanto a esse respeito nunca vi nada que realmente parecesse convincente. E ainda temos os Fenômenos Lunares Transitórios, que são fleches de luz e estranhas mudanças de cor observadas por astrônomos na superfície lunar a séculos. Algumas teorias científicas têm tentado explicar o fenômeno, mas a comunidade ufológica prefere acreditar que sejam mesmo mais um indício da presença alienígena no nosso misterioso e enigmático vizinho cósmico mais próximo.

Em resumo a teoria é essa. Mais dados vc encontra vasculhando a rede. Acho uma teoria intrigante, apesar de difícil de ser aceita. Me atraem demais suas implicações filosóficas. Supor que a lua é uma base alienígena com uma civilização que nos observa ou até mesmo escraviza, para a qual não passamos de gado, cara, que pensamentos fantásticos isso provoca! Que tremendo impacto tal fato teria em nossos valores e na nossa visão de mundo! Me divirto me perdendo em devaneios sobre tais suposições, por mais absurdas que elas possam ser. 

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  Veja o Vídeo Abaixo:


https://www.youtube.com/watch?v=M7ox64FLlpY