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sábado, 16 de dezembro de 2017

Tempestade solar pode deixar a Terra na escuridão total

Tempestade solar pode deixar a Terra na escuridão total
Notícias ao Minuto  Notícias Ao Minuto dia atrás 15/12/2017
 Tempestade solar pode deixar a Terra na escuridão total: Fenômeno não pode ser previsto pelos meteorologistas, que só saberiam o que está por vir cerca de 15 minutos antes
© iStock Fenômeno não pode ser previsto pelos 
meteorologistas, que só saberiam o que está 
por vir cerca de 15 minutos antes

Uma tempestade solar pode causar escuridão total em nosso planeta, ocasionando o corte do fornecimento de eletricidade em todo o mundo. 

O fenômeno não pode ser previsto pelos meteorologistas, que só saberiam o que está por vir cerca de 15 minutos antes.

A meteorologista britânica Catherine Burnett informou ao jornal "The Daily Mirror" que as ejeções de massa coronal (EMC) do Sol podem viajar em qualquer direção e, caso tomem o rumo da Terra, poderiam envolver o nosso planeta completamente.

“Uma ejeção de massa coronal significativa demora 19 horas para chegar à Terra“, diz a especialista, acrescentando que “assim que víssemos uma ejeção a abandonar a estrela, saberíamos dela apenas 15 minutos antes da chegada ao nosso planeta, bem como os dados restantes sobre a direção magnética ou o seu impacto”.

Como explica a publicação, as tempestades espaciais podem ser inofensivas e, muitas vezes, são vistas da Terra na forma de uma aurora boreal. 

Contudo, se for de grande magnitude, poderia desligar todos os sistemas de energia e navegação.

Um grupo de investigadores da Universidade de Harvard divulgou em agosto deste ano um cálculo de quanto tempo resta na Terra até que uma erupção solar acabe com a humanidade: 

750 anos. Espera-se que até lá os cientistas encontrem uma forma de proteger o nosso planeta.




OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

É assim que a Terra será daqui 100 milhões de anos

É assim que a Terra será daqui 100 milhões de anos
De Lucas   11 de janeiro de 2017
 É assim que a Terra será daqui 100 milhões de anos
É assim que a Terra será daqui 100 milhões de anos

Você já se perguntou sobre como será a Terra em 100 milhões de anos? Bem, todos nós gostaríamos de viajar para o futuro em uma máquina do tempo ou ser clarividente o suficiente para ver o que espera a humanidade. 

As profecias de incontáveis religiões predizendo a destruição do mundo finalmente se tornarão realidade? Os alienígenas invadirão a Terra ou aprenderão a coexistir com a humanidade?

Ninguém pode realmente saber ao certo. Mas os cientistas certamente encontraram maneiras de olhar para trás e teorizar do que nosso planeta parecia em seu humilde início. Por isso, é óbvio que eles eventualmente descobririam uma maneira de nos mostrar como esperam que a Terra fique daqui alguns milhões de anos, e digamos, definitivamente haverão algumas mudanças.

Os cientistas teorizaram que a maioria das massas terrestres planetárias costumavam serem agrupadas em conjunto.

Essencialmente, no início, a Terra era uma bola de terra enorme, como alguns dos outros planetas em nosso sistema solar (ou mesmo nossa própria lua).
 
SpaceRip / YouTube

Mas, da mesma forma que a humanidade evoluiu, o planeta também.
Não tão tarde na história do planeta as placas se romperam, causando uma mudança massiva nas massas de terra que formaram os continentes que todos nós conhecemos hoje.
 
SpaceRip / YouTube

Isto é o que a Terra parece hoje e como você pode ver, há muito espaço para grandes massas de água.
Infelizmente, se você pensou que era isso e que o planeta vai ficar assim até o último dia da humanidade, pense de novo.
 
SpaceRip / YouTube

Em 100 milhões de anos, as coisas vão parecer muito diferentes e você provavelmente nem reconheceria a Terra se vivesse todo esse tempo.
Os cientistas projetaram a forma como consideram ser o caminho que seguirá nosso planeta e, infelizmente, algumas áreas de terra onde existem cidades e são atualmente povoadas, simplesmente desaparecerão.
 
SpaceRip / YouTube

Dê uma olhada no continente africano, que experimentará algumas mudanças importantes baseadas nesta suposição científica.
 
SpaceRip / YouTube

As alterações climáticas resultarão na subida do nível das águas e isso será o fim de muitas regiões habitáveis nesta vasta massa terrestre.
A Eurásia não parece estar tão quente nesta projeção.
Se esqueça de visitar a Torre Eiffel ou ir para um passeio em Viena, porque vai ficar tudo alagado. É como o filme “Waterworld”, mas na vida real.
 
SpaceRip / YouTube

E o continente americano? Bem, digamos que as notícias não são tão boas, principalmente para a região Norte.

Ambos os estados estadunidenses da Luz do Sol e da Estrela Solitária desaparecerão e as previsões da Califórnia sendo engolida pelo mar serão realidade. 

A América Central também sofrerá algumas baixas em massa da terra, mas a América do Sul, particularmente o Brasil terá um enorme pedaço de si mesmo submerso debaixo d’água. 

Felizmente, 100 milhões de anos ainda estão longe, muito longe, e nós não estaremos por perto para experimentar este potencial desastre. 

Certamente não queremos estar nos sapatos dos nossos descendentes.
 
SpaceRip / YouTube

Você não precisa de uma bola de cristal para assistir ao terrível deslocamento planetário nesses tempos sombrios: basta clicar no vídeo abaixo.





sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Rio de ferro derretido é descoberto sob a Sibéria e o Alasca.

 Leandro Ab   10:55:00 22/12/2016
 

Segundo estudo publicado na 'Nature Geoscience', esse rio é quase tão quente quanto a superfície do Sol.

Sob a superfície da Terra há um veloz rio de ferro derretido, quase tão quente quanto a superfície do Sol. 

E ele está correndo cada vez mais depressa. Segundo estudo da Nature Geoscience que descreve a descoberta, publicado na última segunda-feira, o rio sob a superfície tem velocidade três vezes maior do que a usual para movimentações na parte externa do núcleo do planeta. O desafio dos cientistas agora é compreender a razão dessa aceleração.

“Nós sabemos mais sobre o Sol do que sobre o centro da Terra, porque o Sol não está escondido por 3.000 quilômetros de rocha”, afirmou Chris Finlay, pesquisador da Universidade Técnica da Dinamarca, e um dos membros da equipe que fez a descoberta, em comunicado.  

De acordo com os cientistas, a descoberta pode nos ajudar a compreender como se deu a formação do campo magnético terrestre que nos protege de eventos cósmicos como os ventos solares.

Rio de ferro
Os dados que levaram à descoberta fazem parte da Swarm, uma missão da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) lançada em 2013 e composta por um trio de satélites que monitora o campo magnético terrestre. 

Desde então, os cientistas vêm utilizando satélites para coletar e decifrar informações sobre os diferentes campos magnéticos que partem tanto do núcleo terrestre quanto de outras partes do planeta, como manto, crosta, oceanos, ionosfera e magnetosfera. 

Juntos, esses campos magnéticos protegem o planeta da radiação cósmica e partículas carregadas que vêm em direção à Terra com os ventos solares.

De acordo com os cientistas, o rio de ferro derretido é um fenômeno natural, formado há bilhões de anos. O núcleo externo da Terra é composto por uma grande concentração de metais derretidos, principalmente ferro. 

A movimentação constante desses metais cria correntes elétricas, que dão origem ao campo magnético que atua sobre o nosso planeta. Observar as mudanças no campo magnético pode, consequentemente, fornecer aos cientistas um tipo de “raio-x” da Terra, ajudando a entender como o ferro líquido no núcleo se move.

E foi dessa forma que um rio de ferro derretido com 420 quilômetros de extensão foi descoberto circulando abaixo de áreas próximas ao Polo Norte.

Estudos anteriores já haviam revelado que mudanças no campo magnético indicavam uma movimentação mais rápida de metais líquidos nessa região. No entanto, os dados coletados pela Swarm permitiram olhar para aquela corrente de ferro derretido específica e identificá-la como a causa do fenômeno. 

O rio se desloca 40 quilômetros por ano – o triplo da velocidade normal de movimentação do núcleo externo da Terra e centenas de vezes maior do que a velocidade de deslocamento das placas tectônicas.

“O estudo é uma das primeiras descobertas sobre as profundidades da Terra possibilitadas pela Swarm”, diz Rune Floberghagen, comandante da Swarm, em comunicado. 

“Com imagens em resoluções sem precedentes se tornando possíveis, esse se torna um momento muito empolgante – nós simplesmente não sabemos qual vai ser a próxima descoberta sobre o nosso planeta.”

Veja.





sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Cientistas brasileiros anunciam descoberta de dois exoplanetas

Cientistas brasileiros anunciam descoberta de dois exoplanetas
Bia Souza   Do UOL, em São Paulo
04/11/201608h30 > Atualizada 04/11/201622h44
 

Cientistas brasileiros descobriram dois novos planetas ao redor de uma estrela muito similar ao Sol. 

A pesquisa, divulgada pela revista Astronomy & Astrophysics, apresenta dois exoplanetas orbitando a estrela HIP 68468. Eles são um super-Netuno e uma super-Terra. A estrela tem 6 bilhões de anos e fica a uma distância de 300 anos-luz da Terra.

O super-Netuno, chamado de HIP 68468c, tem 26 vezes a massa da Terra, mas, enquanto Netuno está cerca de 30 vezes mais longe do Sol do que nosso planeta, o HIP 68468c está a uma distância de 98.734.595 km de sua estrela, quase tão próximo quanto Vênus em relação ao Sol.

A super-Terra, chamada de HIP 68468b, tem uma massa quase 3 vezes maior do que a da Terra e está a uma distância de 4.487.936 km, bem pertinho de sua estrela.

Se a descoberta for mesmo confirmada, será o primeiro planeta semelhante à Terra orbitando em torno de um gêmeo do Sol, dizem os pesquisadores.


O estudo, realizado com o auxílio do telescópio do ESO (Observatório Europeu do Sul), no Chile, foi liderado pelo astrônomo Jorge Melendez, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). 

Para realizar a descoberta os astrônomos "seguiram" a estrela HIP 68468 por 43 noites espalhadas ao longo de quatro anos. Melendez explica que não é possível observar os planetas.  Assim como o planeta orbita a estrela pelo efeito gravitacional, ele também faz com que ela se movimente.

"Observamos o movimento da estrela e assim conseguimos saber qual a orbita do planeta", diz Melendez

Os cientistas também analisaram os ruídos da estrela, emitidos por conta da atividade magnética, para ter certeza de que é um planeta e não apenas atividades normais do astro. Para ser confirmado oficialmente, o planeta precisa ser acompanhado por anos e ter registros regulares.

O próximo passo da pesquisa é continuar com observações para tentar descobrir que outros tipos de sistema solar existem e se são similares ao nosso. A médio prazo a ideia é detectar outros pequenos planetas. Para isso, os cientistas reforçam que não são necessários apenas anos de observação, mas investimentos tecnológicos.

Em 2010, o Brasil foi convidado a ser o primeiro país não-europeu a integrar o ESO (Observatório Europeu do Sul), grupo de 15 países que opera telescópios no deserto do Atacama, no Chile. No entanto, o Brasil não ratificou o acordo que liberaria 270 milhões de euros, parcelados em 10 anos, que o incluiria no programa.

"É um favor o ESO disponibilizar o observatório para os pesquisadores sem o Brasil ser membro", diz Melendez.

O observatório está construindo o que deve ser o maior telescópio do mundo com um espelho principal de 39 metros. De acordo com o ESO o instrumento poderá captar mais luz do que todos os telescópios de 8 a 10 metros no planeta somados.

"Infelizmente se o Brasil não ratificar o acordo ficaremos de fora da maior aventura da astronomia da atualidade, que vai permitir identificar objetos que ainda não podem ser encontrados atualmente, com imagens de melhor qualidade", explica o pesquisador. 

domingo, 18 de setembro de 2016

Mundos subterrâneos de Terra Interna

Mundos subterrâneos de Terra Interna
De autoria de Robert Sepehr
Resultado de imagem para shambhala
A ideia de que o nosso planeta é constituído por uma cavidade, ou em favo de mel, interior não é nova. Algumas das culturas mais antigas falam de civilizações dentro de caverna vasta-cidades, dentro das entranhas da terra. De acordo com certas tradições budistas e hindus, túneis secretos conectar Tibet com um paraíso subterrâneo, e chamam esse submundo lendária Agartha.

 Na Índia, este oásis subterrâneo é mais conhecido pelo seu nome em sânscrito, Shambhala, pensada para significar "lugar de tranquilidade." Mitologias em todo o mundo, da América do Sul para o Ártico, descrevem inúmeras entradas para estes reinos interiores fabulosos. Muitas organizações ocultas, autores esotéricos, e sociedades secretas concordar com esses mitos e lendas de habitantes subterrâneos, que são os restos de civilizações antediluvianos, que procuraram refúgio em cavernas ocas no interior da terra. 


Supondo que os mitos são verdadeiros, e a Terra é parcialmente vazio, como a vida poderia sobreviver no subsolo? Como organismos receberia a ventilação necessária para respirar milhas abaixo da superfície? O que iria fornecer a luz necessária para ver, ou para fazer com que a fotossíntese necessária para a vida vegetal que supostamente existe nesses mundos interiores?Existem quaisquer fontes conhecidas de sustento disponível que poderia fornecer para uma grande população humana? Que provas existem de que uma biosfera sustentável poderia existir milhas abaixo da superfície, totalmente isolado do alimento e do ciclo de vida estabelecida fornecida pelo sol? Onde estão as entradas para terra interior, e que as raças vivem lá?


Autor e antropólogo, Robert Sepehr, explora estas questões e tenta desbloquear seus enigmas, que têm escapado de qualquer consideração séria na academia mainstream. Numerosos endevours foram realizados para aceder ao interior da terra. Expedições e batalhas polares, como a Operação Highjump, ainda continuam amplamente classificados, e têm sido envolta em segredo por décadas, mas revelações científicas validando os rumores em torno desses eventos secretas, e suas implicações, estão finalmente a ser exposta à luz do dia. Quais são os mistérios do interior da Terra?

sábado, 10 de setembro de 2016

Robô Curiosity muda rota para não contaminar água em Marte

Robô Curiosity muda rota para não contaminar água em Marte
Rover que está no planeta teme microorganismos terrestres, informa a Nasa
TECH  ESPAÇO HÁ 19 HORAS  10/09/2016  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 
O robô Curiosity da Nasa, lançado em 2012 para explorar o planeta Marte, está preocupando cientistas por um motivo aparentemente simples: seu trajeto pode contaminar os "rios de água" existentes no solo. Um artigo publicado no site "Nature" afirmou que, a alguns quilômetros da rota estabelecida pelos especialistas para que o robô chegue ao monte Eolis, estão algumas 'listras escuras', que seriam indícios de um possível "rio" de água líquida.

Apesar do Curiosity ter passado por procedimentos de esterilização e limpeza, é impossível garantir a eliminação de 100% das bactérias. Por isso, os especialistas temem que organismos mais resistentes possam ter viajado com o robô e contaminem as águas de Marte.
A descoberta das "listras" fundas e mais escuras na superfície do planeta vermelho colocou em debate algumas regulamentações para a exploração. Uma delas, por exemplo, exige que todos os rovers sejam obrigados a evitar pontos quentes, ou seja, onde existem condições, mesmo que só teóricas, da presença de vida fora da terra.
A Nasa ainda está decidindo se a distância entre as listras e o trajeto apresenta, efetivamente, riscos muito altos de uma possível contaminação. Enquanto isso, caminhos alternativos estão sendo estudados. (ANSA)


Nasa lança sonda para estudar surgimento do Sistema Solar

Nasa lança sonda para estudar surgimento do Sistema Solar
Sonda espacial Osiris REX irá ao encontro do asteroide Bennu; aparelho deve retornar à Terra apenas em 2023
TECH  ASTRONOMIA 06:10 - 08/09/16  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
Divulgação / Nasa
A agência espacial norte-americana, Nasa, lança nesta quinta-feira (8) a sonda espacial Osiris REX. O aparelho tem por missão ajudar a compreender a origem do Sistema Solar
Segundo informações da agência EFE, a sonda irá ao encontro do asteroide Bennu, onde irá coletar amostras de sua superfície com um braço robótico e voltar à Terra para análises. Sua chegada está prevista para 2018 e a volta deve ocorrer em 2023.
Trata-se de uma missão inédita para a Nasa. O asteroide Bennu foi escolhido por ter superfície coberta com materiais similares aos que que eram mais comuns no início da formação do Sistema Solar - carbono e, muito provavelmente, silicatos alterados pela presença de água. O corpo celeste tem 500 metros de largura e viaja a cerca de 100 mil km/h.
Localizado em uma órbita a cerca de 480 mil quilômetros da Terra, o asteroide é um dos mais próximos do nosso planeta. A maioria dos asteroides ficam no chamado cinturão principal, uma espécie de anel entre Marte e Júpiter.


Pesquisadores querem criar oficialmente a era geológica do homem

Pesquisadores querem criar oficialmente a era geológica do homem
Cientistas apontam o aumento de concentração de gás carbônico na Terra como evidência de uma nova fase no planeta
TECH GEOLOGIAHÁ 23 HORAS  09/09/2016 POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 
Após décadas de debates, um grupo de 35 pesquisadores concluiu, oficialmente, que estamos vivendo uma nova fase geológica da Terra. O Antropoceno, ou Era do Homem, seria marcado pelo aumento de concentração de dióxido de carbono na atmosfera, assim como o aparecimento de materiais como plástico e alumínio puro.
Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, a conclusão foi tomada durando o 35º Congresso Geológico internacional, realizado na semana passada na Cidade do Cabo, na África do Sul. Dos 35 membros do Grupo de Trabalho do Antropoceno, 30 concordaram em formalizar a chamada 'Era do Homem'. Outros 28 apoiaram a definição do início de fase como a década de 1950.
A data, no entanto, ainda é alvo de debates. A maioria dos cientistas considera essa década como definidora pois nela começam com mais intensidade os testes nucleares, responsáveis pela produção do elemento químico plutônio em quantidades nunca vistas em épocas passadas. Outros fatores seriam a subida dos índicesde dióxido de carbono na atmosfera, além do surgimento de materiais como plástico e alumínio puro.
A missão dos geólogos é encontrar sinais que possam ser marcantes o bastante para que cientistas do futuro possam identificá-los em análises de sedimentos. Após o primeiro passo dado no congresso, a equipe deve passar por outros três etapas de votação. A palavra final é do comitê executivo da União Internacional de Ciências Geológicas.

A Terra passou por seis fases até o momento:

Hadeano, marcado pelo bombardeamento de meteoritos e cometas; Arqueano, quando se formou a Pangeia;

Proteozoica, caracterizada por intensa atividade vulcânica e surgimento do oxigênio, possibilitando a produção de bactérias;

Paleozoica, quando foram formadas florestas, insetos e répteis;

Mesozoica, quando houve a divisão dos continentes, além do surgimento de grandes répteis (incluindo dinossauros) e mamíferos); 

Cenozoica, marcada pelo surgimentos de aves e mamíferos com os conhecemos hoje (Período Terciário) e Plestoceno e Holoceno 

(Período Quaternário - nossa época atual).


sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Cientistas de Harvard afirmam que pode haver uma antiga Terra no interior do nosso planeta

Cientistas de Harvard afirmam que pode haver uma antiga Terra no interior do nosso planeta
 Harvard University scientists believe they have found evidence that an ancient Earth exists inside of our Earth
Cientistas da Universidade de Harvard acreditam ter
 encontrado evidências de que uma Terra antiga
 existe dentro da nossa Terra.

De acordo com um grupo de pesquisadores da Universidade de Harvard, há evidências de remanescências de uma antiga Terra escondida sob as camadas superiores do nosso planeta.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Harvard acredita ter encontrado provas suficientes para apoiar a ideia de que há uma Terra antiga que existe dentro do planeta. Por antiga, queremos dizer do momento em que o nosso planeta se formou, há biliões de anos.
A equipe de pesquisadores acredita que um rácio isotópico, anteriormente inexplicável, proveniente do interior do planeta, pode ter tido origem em materiais que tenham ficado de uma Terra antiga antes de colidir com um corpo celeste gigantesco que, eventualmente, levou à criação da Lua da Terra. Os cientistas de Harvard acreditam que estes poderão ser os restos de uma antiga Terra que existiu acerca de 4,5 biliões de anos atrás, antes da colisão mencionada acima.

A criação da Lua da Terra e a sua origem estão entre alguns dos maiores mistérios científicos da ciência. Enquanto nós ainda não temos certeza sobre a forma como a Lua formou, há várias teorias científicas que tentam explicar a formação do satélite ‘natural’ da Terra. Entre as teorias, a mais amplamente aceita sugere que a Lua se formou há cerca de 4,5 bilhões de anos atrás, quando nosso planeta colidiu com um objecto celeste do tamanho de Marte chamado “Theia.” De acordo com esta teoria, o calor gerado pela colisão cósmica derreteu o planeta fazendo com que os destroços fossem expelidos para fora, acabou por criar a Lua que vemos hoje.

No entanto, de acordo com os cientistas de Harvard liderados pelo professor Sujoy Mukhopadhyay, não há evidências suficientes para sugerir que apenas uma parte da Terra se derreteu e que uma parte antiga ainda existe dentro do manto da Terra. Por outras palavras, isto significa que partes da antiga Terra, antes da formação da Lua, ainda existem por baixo dos nossos pés, intocadas desde há biliões de anos.

“A energia libertada pelo impacto entre a Terra e Theia teria sido enorme, certamente o suficiente para derreter todo o planeta. No entanto, acreditamos que a energia do impacto não foi distribuída uniformemente por toda a antiga Terra. Isto significa que uma parte significativa do hemisfério impactado provavelmente teria sido completamente vaporizado, mas o hemisfério oposto teria sido parcialmente protegido, e não tenham sofrido a fusão completa” – Professor Mukhopadhyay.

Para chegar a esta conclusão, a equipa de cientistas analisou as proporções dos isótopos de gases nobres localizados a grande profundidade dentro do manto do nosso planeta, e compararam os resultados e os rácios dos isótopos localizados muito mais perto da superfície. O estudo mostrou que o rácio 3He para 22Ne do manto superficial foi muito superior à parcela equivalente localizada a grande profundidade dentro do manto do nosso planeta. Esta descoberta levou os cientistas a acreditar que eles vieram de dois materiais completamente diferentes: Aqueles que pertencem a uma antiga Terra e os que pertencem à nova Terra.

“Isto implica que o último grande impacto não misturou completamente o manto, e que não havia um oceano de magma comum”, disse o professor Mukhopadhyay.
Mais indicações que suportam a sua teoria vieram a partir da análise do 129-xénon para a proporção de 120-xénon. Graças ao material que foi trazido para a superfície a partir do fundo do manto do nosso planeta demonstramos que havia uma relação muito mais baixa do que a média encontrada perto da superfície. Visto o 129-xenon ser produzido pelo decaimento radioativo do 129-Iodo, os isótopos mostraram que a idade da formação dessa parte antiga do manto da Terra pertence aos primeiros 100 milhões de anos da história do nosso planeta.

“A geoquímica indica que existem diferenças entre as proporções de isótopos de gases nobres em diferentes partes da Terra, e estas precisam ser explicadas. A ideia de que uma colisão muito perturbadora da Terra com outro corpo do tamanho do planeta, o maior evento na história geológica da Terra, não fundiu e homogeneizou completamente a Terra desafia algumas de nossas noções sobre a formação dos planetas e a energética dos impactos gigantes. Se a teoria provar ser correcta, então podemos estar a observar ecos da antiga Terra, de uma era antes da colisão “, disse o professor Mukhopadhyay.
“Este resultado emocionante está a adicionar evidências observacionais de que aspectos importantes de composição da Terra foram estabelecidos durante o nascimento violento do planeta e está a fornecer um novo olhar sobre os processos físicos pelos quais isso pode ocorrer”, disse o professor Richard Carlson do Departamento de Magnetismo Terrestre, do Instituto Carnegie.

sábado, 13 de agosto de 2016

Cometa maior do que o que extinguiu dinossauros já tem data para chegar

Cometa maior do que o que extinguiu dinossauros já tem data para chegar
Forbes Brasil Redação10 horas atrás 12/08/2016
Reprodução
Fornecido por Forbes Brasil Reprodução

A possibilidade de meteoros caírem na Terra devido a influência de Júpiter gera certa preocupação por parte dos cientistas. Isso ocorre porque as Perseidas – pedaços de uma chuva de meteoros associada ao cometa Swift-Tuttle -, que brilham no céu noturno todos os meses de agosto, serão, neste ano, influenciadas pela órbita de Júpiter, em um fenômeno inédito.
Pesquisadores afirmam que a chuva deste ano não será perigosa, mas mostra que o nosso planeta pode, em algum momento, ser atingido pelo próprio cometa Swift-Tuttle, caso a influência da órbita de Júpiter seja muito grande.
A boa notícia é que este cometa, em particular, tem uma órbita facilmente calculável, com propriedades muito comuns e fáceis de serem entendidas. A cada 133 anos, ele completa uma órbita em torno do nosso Sol, a uma distância de 8 milhões de quilômetros da Terra, quase fora do Sistema Solar. À medida em que vai fazendo sua volta, ele vai se aproximando do centro do Sistema e, consequentemente, da Terra. Mas, ainda que de fato esse cometa venha a colidir com a Terra, isso só acontecerá no ano de 4479.

Se a previsão estiver correta, a colisão será 260 vezes mais potente do que a do cometa que extinguiu os dinossauros. O Swift-Tuttle mede 26 quilômetros de diâmetro e se move quatro vezes mais rápido do que o último a atingir a Terra. A energia liberada seria equivalente a 20.000.000 de bombas de hidrogênio.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Nasa descobre "mensagem" escrita na superfície de Marte

TECNOLOGIA            12/07/2016 13:20
Nasa descobre "mensagem" escrita na superfície de Marte
Código Morse encontrado em Marte pela Nasa
Código Morse: as linhas e os pontos aparecem em uma depressão circular do planeta vermelho

São Paulo – Cientistas da Nasa encontraram dunas em Marte que, estranhamente, se parecem com os pontos e traços que compõem o código Morse. A imagem foi tirada no dia seis de fevereiro deste ano por uma câmera a bordo de uma sonda que orbita o planeta vermelho desde 2005.
Por mais que a nossa mente moldada pela ficção científica queira, a mensagem formada não é uma tentativa dos alienígenas de se comunicarem com os terráqueos. Na realidade, os pontos e traços foram esculpidos pelo vento, como acontece com as dunas na Terra.
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De acordo com um comunicado da Nasa, os sinais foram encontrados em uma depressão circular que limita a quantidade de areia disponível para a formação de dunas. Ela provavelmente influenciou os ventos locais e, por isso, a “mensagem” foi elaborada.
Os cientistas da agência espacial explicam que os longos traços são formados por ventos bidirecionais. Isso significa que o vento foi “soprado” em ângulo reto com a duna. Já os pontos são criados onde há alguma interrupção no processo de desenvolvimento dessas dunas lineares.
Contudo, eles ainda não sabem dizer como isso ocorre. Portanto, as fotos tiradas pela Nasa podem ajudar os geofísicos a entender a direção dos ventos em Marte e como foram criadas essas composições geológicas.
Apesar de a pesquisa da Nasa não estar voltada para a comunicação com vidas extraterrestres, Veronica Bray, cientista da agência espacial, quis saber se uma mensagem poderia estar escondida nas linhas e nos pontos das dunas.
Segundo Bray, em entrevista para o Gizmodo, os sinais formam a seguinte frase:
NEE NED ZB 6TNN DEIBEDH SIEFI EBEEE SSIEI ESEE SEEE !!

Agora, é você quem escolhe se isso é apenas uma formação geológica ou uma mensagem em uma língua extraterrestre.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

COMEÇOU TUDO DE NOVO, NÃO ACREDITEM

COMEÇOU TUDO DE NOVO, NÃO ACREDITEM 

Planeta Nibiru vai colidir com a Terra em 28 de setembro de 2016?
planeta nibiru vai colidir com a Terra em setembro de 2016?
30/06/2016 -  seria o último ano de vida para todos nós, terráqueos?
Segundo afirmações feitas por teóricos da conspiração ao site israelense Breaking Israel News, a Terra está com seus dias contados, pois uma suposta grande colisão acontecerá em 28 de setembro de 2016. E dessa vez, a história teria ficado ainda mais séria: não será um asteroide, um cometa, ou qualquer outra coisa menorzinha não... será um planeta! Se o seu palpite é Nibiru, acertou! (na verdade isso já está escrito no título da matéria...)

Portanto, segundo alguns teóricos conspiracionistas, o Planeta X destruirá a vida na Terra, para sempre! Mas será que isso é verdade?

Quem não se lembra que no ano passado, conspiracionistas também afirmaram que a Terra iria acabar em 28 de setembro de 2015? Pois é. Eles só mudaram o ano... A polêmica do ano passado foi exatamente a mesma, exceto pelo objeto que iria colidir com a Terra. Na ocasião, seria um asteroide, e não um planeta. Mais precisamente um asteroide chamado 2015 PDC.






Bom, não precisa ser nenhum gênio para ver que eles estavam errados, afinal de contas, estamos todos aqui, e nenhum asteroide aniquilou a Terra em setembro de 2015.


A Terra vai mesmo acabar em 28 de setembro de 2016?
Não. O suposto Planeta X, que teria cerca de 10 vezes a massa da Terra, ainda não foi confirmado, mas se ele realmente existir, sua órbita (apesar de haver indícios de que seja alongada) passaria bem longe do nosso planeta. Além disso, existem programas especializados na detecção de Objetos Próximos da Terra, como o NEO, por exemplo. Tudo bem que esse programa não é 100% confiável, mas é o melhor que temos, e segundo ele, não há, pelo menos no momento, qualquer objeto em rota de colisão com a Terra, muito menos um planeta.

Segundo os teóricos da conspiração, o 'nono planeta' seria exatamente aquele descrito pela antiga civilização dos Babilônios, e que teria grandes chances de colidir com a Terra de tempos em tempos.
                      colisão de planeta gigante com a Terra
Ilustração artística de um grande planeta colidindo com a Terra.
Créditos: Melancholia movie / Zentropa Entertainments


O grande boato de que a Terra será atingida por um grande objeto cósmico é apenas isso mesmo, um boato. Não há evidências observacionais e nem de dados que suportam essa ideia. O único intuito nesse caso, é causar alarde e conseguir alguma projeção na mídia internacional.

A Terra não acabou em 28 de setembro de 2015, e não acabará em 28 de setembro de 2016. Por outro lado, dizer que nenhum asteroide irá colidir com a Terra é pura inocência, afinal, isso acontece com o nosso planeta há bilhões de anos, e continuará acontecendo, mas o fato é que não sabemos quando isso pode acontecer. Como foi dito anteriormente, existem programas de monitoramento, mas eles detectam apenas cerca de 10% dos objetos próximos da Terra, ou seja, 90% ainda precisam ser detectados. Talvez seja impossível detectar todos eles, mesmo com a mais alta tecnologia, mas até onde se sabe, de todos os 10% detectados, nenhum deles irá colidir com o nosso planeta nas próximas décadas.