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quarta-feira, 6 de março de 2019

TUDO POR DINHEIRO: ONG BILIONÁRIA DA LAVA JATO SERÁ QUESTIONADA NO TCU; SAIBA!


TUDO POR DINHEIRO: ONG BILIONÁRIA DA LAVA JATO SERÁ QUESTIONADA NO TCU; SAIBA!

Escrito por Portal Click Política 5 de março de 2019

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Imagem do Google

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) anunciou nesta segunda-feira 4 que fará “uma representação no Tribunal de Contas da União contra esse inaceitável desvio de finalidade de recurso público. 

Esse dinheiro deve ser devolvido aos cofres públicos”.

O líder da bancada do PT, deputado Paulo Pimenta (RS), se refere à iniciativa de criar uma entidade para reunir o dinheiro de multas, indenizações e delações premiadas da operação de “braço político da Lava Jato financiado integralmente com dinheiro público”. 

Para ele, o ex-juiz e agora ministro da Justiça, Sergio Moro, e o procurador Deltan Dallagnol “perderam completamente o pudor”.

Recentemente, Dallagnol noticiou que a Petrobras havia depositado R$ 2,5 bilhões, que segundo ele “serão empregados em favor da sociedade brasileira”, fruto de um “acordo feito com a força-tarefa da Lava Jato”.

“Ainda não caiu a ficha da mídia sobre o que significa essa jogada da Lava Jato, de administrar R$ 2,5 bilhões bancados pela Petrobras. 

Foi montada uma fundação de direito privado que será totalmente controlada pelos procuradores e juízes da 13ª Vara Federal de Curitiba, o núcleo da Lava Jato.

Apenas com a aplicação dos recursos, serão gerados R$ 160 milhões anuais, segundo nota do Ministério Público Federal do Paraná”, alertou o jornalista Luis Nassif.

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quarta-feira, 30 de maio de 2018

LEGISLATIVO VAI PRA CIMA: 200 Deputados Se Engajam Para Investigar A Corrupção Na Lava Jato; CONFIRA!


LEGISLATIVO VAI PRA CIMA: 200 Deputados Se Engajam Para Investigar A Corrupção Na Lava Jato; CONFIRA!
Por Redação Click Política Em 30 maio, 2018


DO DCM:

Foi protocolado nesta quarta-feira (30), na Câmara dos Deputados, requerimento de pedido de instalação de Comissão Especial de Inquérito para investigar esquemas de venda de proteção em delações premiadas por parte de advogados e delatores no âmbito da Operação Lava Jato e em investigações anteriores.

O pedido, encabeçado pelos líderes Paulo Pimenta (PT-RS), Arthur Lira (PP-AL), Baleia Rossi (MDB/SP), Júlio Delgado (PSB/MG), André Figueiredo (PDT/CE), José Rocha (PR/ BA), Orlando Silva (PCdoB/SP), Chico Alencar (PSOL/RJ), Weverton Rocha (PDT/MA) e José Guimarães (PT/CE), juntamente com mais 181 parlamentares.

O líder da Minoria no Congresso, Décio Lima (PT-SC), não pôde assinar porque não veio a Brasília devido à crise dos combustíveis no estado de Santa Catarina.

“Queremos fazer uma investigação sobre a chamada indústria da delação”, disse o líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta.

Segundo ele, há hoje um verdadeiro esquema criminoso em torno da Operação Lava Jato, com a criação de um “suspeito mercado de delações”, tanto para reduzir penas como para evitar o comprometimento de suspeitos.

Segundo o parlamentar, trata-se de uma articulada estrutura de “venda de proteções, em relações subterrâneas entre juízes, procuradores e advogados”.

O ponto de partida para a CPI são as delações dos doleiros Vinícius Claret, o Juca Bala, e Cláudio de Souza, integrantes do esquema comandado por Dario Messer, chamado de “doleiro de todos os doleiros”.

Em suas delações, ambos acusam o advogado Antonio Figueiredo Basto, um dos maiores especialistas do País em colaborações premiadas, de cobrar uma 
“taxa de proteção”
 de US$ 50 mil mensais (cerca de R$ 185 mil) de outros integrantes do esquema entre 2005 e 2013.


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sábado, 19 de maio de 2018

O Mercado Imundo Das Delações; CONFIRA!


O Mercado Imundo Das Delações; CONFIRA!

Por Redação Click Política Em 19 maio, 2018


Como para provar o quanto se tornou tão imundo quanto é lucrativo o mercado de delações premiadas que nasceu e cresceu na estufa da força-tarefa da Lava Jato e na malsinada vara do sr. Sérgio Moro, Ricardo Galhardo, 
no Estadão, noticia que dois doleiros – Vinicius Claret, o Juca Bala, e Cláudio de Souza – que participavam de esquemas de lavagem de dinheiro do “corretor” de moeda Dario Messer, eram coagidos a pagar uma “mesada” ao advogado de Alberto Youssef, Antonio Figueiredo Basto, por “segurança em relação ao Ministério Público” e à Polícia Federal, entre 2006 e 2013.

O preço não era para pagar “bagrinhos”: US$ 50 mil mensais, o que, todos estes anos, sobe à casa de vários milhões.

As datas são, assim, anteriores ao início da Operação, mas compreende o período em que Alberto Yousseff já era velho conhecido de Moro e do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, ambos responsáveis pelo primeiro acordo de delação de Youssef, no caso Banestado, no qual foi condenado e deixado livre por ter delatado outros envolvidos.

Talvez esteja aí um caminho para que se descubra a razão de algo que ainda é misterioso: 
como é que se procuraria alguém que está condenado, que delatou e que estava, em tese, em liberdade condicional para intermediar negócios escusos de alto valor.

Teria Youssef, de fato, algum nível de “proteção” que o tornasse “seguro” para tais negócios, mesmo tendo sido “dedo duro”?

Mas isso não vem ao caso, porque a turma de Curitiba é invulnerável, como o Super-Homem, não é?

E quanto aos outros, bem, tem a história dos cem anos de perdão…judicial.

Portal Click Política com O Tijolaço e informações do Estadão.


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sábado, 24 de março de 2018

Ministro Do STF Denuncia “Chantagem” Da Lava Jato E Defende Fim Do Abuso, ‘Temos Que Rever Isso’


Ministro Do STF Denuncia “Chantagem” Da Lava Jato E Defende Fim Do Abuso, ‘Temos Que Rever Isso’



Por Ana Pompeu, do Conjur

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, teceu duras críticas à forma com que o Ministério Público vem negociando delações premiadas. 

Especialmente na operação “lava jato”, diz o ministro, os procuradores vêm usando de métodos questionáveis em sua “estratégia de persuasão” para transformar investigados em delatores.

Supremo terá de rever poder de investigação do Ministério Público por causa de abusos cometidos por procuradores, diz Gilmar Mendes.

Durante sessão da 2ª turma do STF na terça-feira (20/3) que trancou o inquérito contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), o ministro classificou como severo e preocupante o desempenho de procuradores.

O inquérito contra o governador foi instaurado em março de 2016 para apurar delitos de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral, com base nas declarações do ex-auditor fiscal Luiz Antônio de Sousa, delator. 

Na delação, o colaborador apresentou uma nota que seria a prova de que recursos teriam sido repassados à campanha de Beto Richa.

“Vamos ter de rediscutir, talvez, no âmbito do tribunal a investigação feita pelo MP. 

Parece que, pelas notícias que correm, que os promotores se entusiasmaram em demasia com aquilo que se chama ‘investigação à brasileira’”, disse Gilmar.

A investigação pelo MP sem a polícia foi declarada constitucional pelo Supremo em 2015. 

O ministro Gilmar foi o relator e autor do voto vencedor, responsável pela tese que definiu a questão no Plenário. 

Agora, ele considera que as práticas do MP demonstraram que procuradores vêm abusando desse novo poder.

De acordo com o ministro, advogados levaram a ele relatos de que procuradores do Rio de Janeiro teriam ameaçado o empresário Eike Batista de ser estuprado no presídio e de ser filmado nessas condições. 

“Quer dizer, se isto é minimamente verdade, é algo que repugna, repudia. 

A que ponto se pode chegar?”, disse.

Antes, Gilmar falou do ex-procurador da República Marcelo Miller, que negociou o acordo de leniência da JBS, e o chamou de “Massaranduba-Miller”. 

Hoje advogado, o ex-procurador era conhecido por ser irredutível e rigoroso nas negociações.

 Massaranduba era o nome de um personagem do Casseta e Planeta que “se fingia de macho só para rolar com outro macho no chão”, segundo TV Globo.

 Miller deixou o Ministério Público Federal para negociar o acordo de leniência do Grupo J&F, dono da JBS.

“Este personagem de triste memória no MP e que fazia investigações —vamos chamar assim — atípicas, fazendo ameaças. 

‘Não se comporte como uma moça virgem, querendo mostrar apenas os seios, tem que mostrar a vagina.’ 

Era essa a linguagem delicada que Miller usava nas suas investigações”, narrou Gilmar, que diz ainda que o MP “produziu gente” como o ex-procurador.

Corporações

Em nota, os procuradores da “lava jato” no Rio de Janeiro reclamaram da fala do ministro Gilmar. 

“O mínimo que se espera de um Ministro da mais alta Corte do país é que profira seus votos com base em elementos de convicção seguros e de preferência produzidos nos autos do caso a ser julgado, não em insinuações ou aleivosias lançadas a partir de versões por ‘ouvir dizer’.”


Os procuradores dizem ter falado com Eike Batista na prisão e não ter ouvido dele queixas de ameaça “por qualquer agente público”.

A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) também reclamou do ministro. 

“Informações ditas com base em “ouviu dizer”, com conjecturas teratológicas e irresponsáveis são incabíveis na voz de um ministro da Suprema Corte”, diz o texto assinado pelo presidente da entidade, José Robalinho Cavalcanti. 

A nota diz também que o ministro usa da posição que tem para, reiteradamente, atacar investigadores.


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sábado, 30 de dezembro de 2017

BOMBA! Proibição De Manifesto ‘Pró-Lula’ Em Porto Alegre Será Denunciada No Exterior Se STF ‘Omitir-Se Sobre Autoritarismo Da Lava Jato’

BOMBA! Proibição De Manifesto ‘Pró-Lula’ Em Porto Alegre Será Denunciada No Exterior Se STF ‘Omitir-Se Sobre Autoritarismo Da Lava Jato’
Por Redação Click Política Última Atualização 30 dez, 2017
 

A recente decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região de proibir manifestação de apoio a Lula em Porto Alegre na manhã do dia 24 de janeiro, quando o ex-presidente será julgado pela 8ª turma daquela Corte, constitui grave ameaça à democracia brasileira e afronta o artigo 5º da Constituição Federal, o qual, em seu inciso XVI, reza que:

“Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”

A decisão coube ao juiz federal Osório Ávila Neto, que determinou que apoiadores de Lula só podem manifestar sua posição política em local previamente escolhido pelo Judiciário, fora dos olhos e das atenções das pessoas, anulando, assim, o princípio que norteia o direito constitucional de liberdade de expressão e de pensamento.


Espera-se que haja recurso ao STF, que vem anulando decisões desse tipo, como mostra decisão recentíssima tomada pelo Supremo na última quinta-feira, 28 de dezembro, quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, concedeu liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade para suspender o decreto do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que proibiu manifestação diante do centro administrativo do governo estadual.

Um recurso ao STF certamente garantiria o cumprimento da Constituição, mas, independentemente do que vier a ocorrer, continua avançando uma grande mobilização de juristas brasileiros com vistas a promover ação internacional para denunciar ao mundo os abusos do 
Judiciário brasileiro.

O sistema de Justiça brasileiro tem sufocado o direito à ampla defesa, afirmam advogados em uma “carta aos juristas do mundo”. 

O objetivo de publicar uma carta internacional, segundo os autores, é chamar a atenção para o que acontece principalmente no processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


“O Estado de Direito em nosso país está sendo corroído”, diz trecho da carta. 
Segundo os autores, são cinco os elementos que caracterizam esse processo:

instrumentalização política das “delações premiadas”, com a cumplicidade majoritária da mídia, para dar direcionamento e seletividade ao vazamento de informações; conduções coercitivas de caráter nitidamente político, desnecessárias e ao arrepio dos dispositivos processuais do Estado de Direito formal, com o visível intuito de desmoralizar lideranças políticas que sequer foram convidadas a depor, 

medida agora provisoriamente suspensa por decisão monocrática de ministro do STF; prisões preventivas de longo curso, coativas, destinadas a buscar depoimentos especificamente contra o Presidente Lula, alvo preferencial dos Procuradores de Curitiba;

manifestação pública de juízes, desembargadores e ministros do Supremo Tribunal Federal, participando do contencioso político e muitas vezes adiantando opiniões e votos sobre processos que estão sob sua jurisdição;

humilhação, pela mídia, de réus, investigados e presos, “julgando” os mesmos de forma antecipada, fora do processo, cortejando e promovendo à condição de heróis, os integrantes do MP e do Judiciário que dão suporte aos seus pré-julgamentos.


A carta, que já conta com mais de 700 assinaturas, foi organizada por Tarso Genro, Marco Aurélio de Carvalho, Carol Proner e Gisele Citadino, que devem encaminhá-la a organismos internacionais, como uma espécie de denúncia a respeito desse momento pelo qual passa o país com a criminalização e judicialização da política e com a politização do Judiciário.

Entre os brasileiros que assinaram o manifesto estão grandes juristas e advogados como Ricardo Lodi, Geraldo Prado, Alberto Toron, Pedro Serrano, Marcelo Nobre, Marcelo Neves, José Eduardo Cardozo e outros. 
Nomes de esquerda internacional como o português Boaventura de Souza Santos e a espanhola Pilar del Río, viúva de José Saramago, também aderiram ao documento.

Imagine, leitor, o que já se desenha em Porto Alegre.

Há uma legião de personalidades internacionais entre artistas, intelectuais e até políticos que promete comparecer ao ato de repúdio à manipulação do sistema de Justiça para condenar Lula sem provas nesse caso revoltante do tríplex que tentam atribuir ao ex-presidente. 

Essas pessoas serão barradas pelo TRF4 juntamente a todas as outras, residentes no Brasil
Esse movimento já prepara ação coordenada para denunciar ao mundo que no Brasil já ocorre cerceamento à liberdade de expressão e ao direito constitucional de reunião e manifestação ao arrepio da Constituição Brasileira. 

As pessoas que estão vilipendiando a Constituição e o Estado de Direito podem ter certeza de que cedo ou tarde pagarão por seus crimes.


Desejo a todos queridos amigos e leitores do blog feliz ano novo

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terça-feira, 14 de março de 2017

Quase todo o governo Temer e base aliada do Senado está na lista de Janot; CONFIRA AQUI!

Quase todo o governo Temer e base aliada do Senado está na lista de Janot;       CONFIRA AQUI!
14 de março de 2017
 

Pelo menos cinco ministros do governo de Michel Temer estão na lista de pedidos de inquéritos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. São eles: Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), Bruno Araújo (Cidades), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia e Comunicações) e Aloysio Nunes Ferreira (Relações Exteriores).

Segundo a reportagem apurou, integram a relação ainda os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), além dos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA), José Serra (PSDB-SP) e Aécio Neves (PSDB-MG).

Ao todo, Janot enviou 83 pedidos de inquérito ao STF (Supremo Tribunal Federal).Os pedidos são relacionados às delações premiadas de 77 delatores ligados à Odebrecht, segundo a PGR. Há, no entanto, mais um delator da Odebrecht, cujo acordo foi homologado pelo tribunal.

São executivos e ex-executivos, incluindo Emílio e Marcelo Odebrecht, que trataram, em acordo com a Justiça, sobre pagamento de propina e entrega de dinheiro por meio de caixa dois com o objetivo de reduzir as penas nos processos da Lava Jato.

Em nota, a procuradoria informou que o procurador-geral, Rodrigo Janot, solicitou ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, o fim do segredo dos documentos, “considerando a necessidade de promover transparência e garantir o interesse público”, segundo o órgão.

De posse dos pedidos, Fachin vai decidir se aceita ou não os pedidos para abrir os inquéritos e se manterá os casos sob sigilo. Não há prazo para Fachin tomar uma decisão.

Após o fim da investigação, caberá à Procuradoria denunciar ou não os envolvidos. No caso de denúncia, o STF tem de avaliar se aceita transformar o político em réu em um processo no tribunal. Com informações da Folhapress.