Obama afirma que virá morar no Brasil se Lula vencer eleição
de 2018
Publicado em 02/01/2017 às 11h51.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta
quinta-feira em Londres que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o
"político mais popular da Terra".
Obama fez o comentário em uma roda
de líderes mundiais, pouco antes do início da reunião do G20, em uma sala de
conferência do Excel Center, em Londres. Um vídeo da BBC registra a cena em que
os dois se cumprimentam. Obama troca um aperto de mãos com o presidente
brasileiro, olha para o primeiro-ministro da Austrália, Kevin Rudd, e diz,
apontando para Lula:
"Esse é o cara! Eu adoro esse cara!". Em
seguida, enquanto Lula cumprimenta Rudd, Obama diz, novamente apontando para
Lula : "Esse é o político mais popular da Terra". Rudd aproveita a
deixa e diz : "O mais popular político de longo mandato".
"É
porque ele é boa pinta", acrescenta Obama. Se pudessem escolher qualquer
lugar do mundo para morar, Obama diz que se Lula voltar ao governo ele viria
moram no Brasil o Brasil está entre as 10 opções preferidas em uma situação
hipotética: mudar-se sem enfrentar nenhuma dificuldade com vistos ou na
mudança.
De acordo com pesquisa feita pelo WIN, coletivo dos principais
institutos de pesquisa do mundo, em 65 países, o Brasil está entre os 12 países
mais cobiçados para se morar. Duas em cada três nações citaram o Brasil em
algum grau. Foram entrevistadas mais de 66 mil pessoas em 2013.
Peru, Argentina
e Portugal são os que têm mais cidadãos que gostariam de trazer a vida para cá.
Nos três países, mais de 6% dos entrevistados escolheram o Brasil.
Somos a primeira
opção para os argentinos. Por lado brasileiro, 53% das pessoas disseram que
estão satisfeitos com o país e não se mudariam daqui, percentual acima da média
dos demais países.
Ha mais cidadãos que gostariam de morar no Brasil: 2% dos
americanos morariam no Brasil se tivessem que escolher um país estrangeiro -
Posição do Brasil entre as preferências: 7º - Países na frente do Brasil:
Canadá, Austrália, Reino Unido, Suíça, Itália, França - Quantos neste país não
se mudariam de lá: 46%
Autor de ataque em casa noturna de Istambul continua
foragido
Atirador invadiu clube Reina durante comemorações de Ano
Novo, deixando 39 mortos. Governador classificou ato como um ataque terrorista.
Por G1 01/01/2017 10h31 Atualizado há 9 horas
Autoridades procuram homem que invadiu boate na Turquia e
matou 39 pessoas
O atirador que matou pelo menos 39 pessoas e deixou 69 feridos
em um atentado terrorista contra uma boate em Istambul, na Turquia, segue
foragido e está sendo procurado em uma operação policial, segundo informações
divulgadas pelo ministro do Interior turco, Suleyman Soylu.
As autoridades estão coletando evidências que possam levar à
sua identidade. Segundo o primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, o atirador
deixou sua arma no local do crime. "Alguns detalhes começaram a emergir,
mas as autoridades estão trabalhando para atingir um resultado concreto."
Ainda não há clareza sobre quem tenha cometido o atentado, segundo Yildirim.
Policiais se posicionam em frente a casa noturna Reina, onde
um
ataque deixou mortos e feridos na noite de Ano Novo
(Foto: Reuters/Umit
Bektas)
Segundo a agência EFE, o primeiro-ministro desmentiu que o
atirador estivesse vestido de Papai Noel no momento do ataque, conforme algumas
testemunhas relataram anteriormente. "A polícia e as autoridades de
segurança vão divulgar informações quando elas estiverem disponíveis durante a
investigação", acrescentou Yildirim.
De acordo com as agências EFE e France Press, 11 vítimas são
turcas, 24 de outros países e 4 corpos ainda não foram identificados. O ataque
aconteceu no Reina, um dos clubes mais populares de Istambul, que também tem
uma área de bar e restaurante.
Os tiros começaram por volta da 1h30 da madrugada de domingo
na Turquia (20h30 de sábado em Brasília), quando havia cerca de 700 de pessoas
no estabelecimento.
Médicos e oficiais de segurança são vistos do lado de fora
do
Reina, após ataque na madrugada de ano novo, em Istambul
Mais cedo gabinete do primeiro-ministro turco, Binali
Yildirim, tinha imposto uma proibição temporária à cobertura da imprensa sobre
o caso "por razões de segurança nacional e manutenção da ordem
pública". Por isso as autoridades não estão divulgando informações além
dos comunicados oficiais.
Familiares acompanham funeral de Ayhan Arik, uma das vítimas
de ataque na boate Reina (Foto: Reuters/Osman Orsal)
Testemunhas
Testemunhas chegaram a dizer que dois homens fantasiados de
Papai Noel entraram no local e atiraram aleatoriamente, sem escolher vítimas
específicas, segundo a CNN turca. Porém imagens de câmeras de segurança mostram
apenas um suspeito do lado de fora da boate e ele vestia um casaco preto. Um
policial que estava na porta foi o primeiro a ser baleado e morrer.
Sinem Uyanik, que
estava no local e cujo marido foi ferido, disse à agência de notícias
Associated Press (AP) que teve a impressão de ter visto mais de um atirador.
"Meu marido me disse para deitar no chão, e então um homem veio. Estávamos
perto das janelas. Deitamos no chão e meu marido ficou por cima de mim.
Eles
atiraram. Duas ou três pessoas atiraram. Então tinha uma espécie de névoa e eu
desmaiei. Eles atiraram até nós sairmos de lá.
Pessoas estavam no chão. Forças
Especiais chegaram e nos tiraram dali. Meu marido foi baleado em três
lugares", afirmou Uyanik.
Horas depois dos tiros, testemunhas diziam que o atirador
ainda estaria escondido dentro do clube, enquanto outros acreditavam que ele
tenha fugido sem ser identificado. Dezenas de ambulâncias e viaturas policiais
foram ao local, que fica no bairro de Ortakoy.
Policial em frente à boate Reina, em Istambul, alvo de
ataque na
virada de ano (Foto: Huseyin Aldemir/Reuters)
Quem são as vítimas?
Três jordanianos foram mortos e quatro ficaram feridos, segundo o ministério
jordaniano das Relações Exteriores, citado pela agência oficial Petra.
Um tunisiano e uma franco-tunisiana morreram: trata-se de um
empresário e da esposa dele, segundo meios de comunicação da Tunísia. Eles se
chamavam Mohamed Azzabi e Senda Nakaam, segundo o embaixador tunisiano na
França, e deixam órfã uma bebê de 5 meses.
Três libaneses foram mortos e 4 ficaram feridos, informou o
ministério libanês de Assuntos Estrangeiros. Um kuwaitiano morreu e outros 5
ficaram feridos, segundo o vice-ministro kuwaitiano de Assuntos Estrangeiros,
Khaled al-Jarallah, citado pela agência oficial Kuna.
Três iraquianos morreram, segundo o ministério iraquiano das
Relações Exteriores. Vários sauditas ficaram feridos no ataque, segundo o
consulado saudita em Istambul, embora o jornal saudita Asharq Al-Awsat tenha
mencionado 5 mortos e 11 feridos desta nacionalidade e a emissora Al Arabiya
tenha mencionado 5 mortos e 9 feridos.
Um líbio morreu e outros 3 ficaram feridos, segundo a
chancelaria líbia. Uma israelense de 18 anos, chamda Lian Nasser, morreu, e uma
amiga dela ficou ferida, segundo a chancelaria israelense.
Dois indianos - um homem e uma mulher - também perderam a
vida, informou pelo Twitter a ministra das Relações Exteriores indiana, Sushma
Swaraj. Eram eles Abis Rizvi, filho de um ex-deputado indiano, e uma mulher,
chamada Khushi Shah.
Um jovem de 20 anos com dupla nacionalidade turca e belga
morreu, de acordo com o ministro belga de Relações Exteriores, Didier Reynders.
Quatro franceses ficaram feridos, segundo a secretária de Estado encarregada de
Ajuda às vítimas, Juliette Méadel. Três marroquinos ficaram feridos, segundo a
embaixada do Marrocos em Ancara, citada pela agência MAP.
Hipóteses de motivação
O ataque ainda não foi reivindicado, mas a Turquia foi alvo
de muitos atentados atribuídos ao grupo extremista Estado Islâmico ou
vinculados à rebelião separatista do Partido dos Trabalhadores do Curdistão
(PKK), que atingiram principalmente Istambul e Ancara.
Depois de um ano de 2016 sangrento, as autoridades turcas
haviam anunciado a mobilização de 17 mil policiais na metrópole por ocasião das
celebrações do Ano Novo.
Integrante da coalizão internacional que combate o grupo
Estado Islâmico na Síria e no Iraque, a Turquia iniciou em agosto uma ofensiva
no norte da Síria para repelir os extremistas e empurrá-los ao sul, mas também
contra as milícias curdas sírias.
Rebeldes sírios apoiados pelo exército turco cercam há
várias semanas a cidade de Al Bab, um reduto da Estado Islâmico no norte da
Síria. Em resposta a estas operações militares, o grupo Estado Islâmico ameaçou
em várias ocasiões fazer atentados contra a Turquia, que se tornou um dos
principais alvos dos extremistas.
Mulher ferida é retirada por paramédicos do clube Reina, em
Istambul, após ataque durante comemoração do Ano Novo
(Foto: Murat Ergin/Ihlas
News Agency via Reuters)
O local
A boate Reina é uma famosa casa noturna de Istambul,
localizada em Ortaköy, um bairro do distrito de Besiktas, no lado europeu da
cidade, frequentada por jovens ricos, famosos e turistas estrangeiros.
Além de pagar preços elevados, os clientes ainda devem
superar um duro filtro na entrada do local. As noites começam geralmente após a
meia-noite nesta casa noturna, que possui vários restaurantes e pistas de
dança, além de um bar central.
Trata-se de um lugar seleto, situado a poucas centenas de
metros do espaço onde ocorriam as principais celebrações do Ano Novo, às
margens do Bósforo. A casa noturna inaugurada em 2002 também é acessível por
barco diretamente a partir do estreito.
Atirador atacou frequentadores de casa noturna em Istambul,
na Turquia (Foto:
10 de dezembro: Quarenta pessoas morreram, 36 delas
policiais, e outras 150 ficaram feridas em um duplo
atentado em Istambul, ao lado do estádio de futebol do clube Besikta, um
dos mais populares da Turquia. O grupo radical curdo Falcões da Liberdade do
Curdistão (TAK) reivindicou a autoria do ataque.
24 de novembro: Pelo menos duas pessoas foram mortas e
33 ficaram feridas na explosão de um carro bomba perto da sede do governo
regional de Adana, no sul da Turquia.
4 de novembro: Uma explosão matou ao menos oito pessoas
e feriu outras 30 em Diyarbakir, a maior cidade da região de maioria curda na
Turquia. O incidente ocorreu horas após a prisão de membros da agremiação
política pró-curda Partido Democrático dos Povos (HDP).
16 de outubro: Um homem-bomba supostamente vinculado ao
Estado Islâmico se suicidou e matou outros três policiais em uma explosão
durante uma batida da polícia na cidade de Gaziantep, no sul do país. Um
segundo homem-bomba explodiu-se mais tarde durante buscas em uma residência no
distrito de Burak.
21 de agosto: A Turquia foi alvo do mais mortal atentado
do ano em seu território, quando um adolescente – de entre 12 e 14 anos,
segundo o presidente Recep Tayyip Erdogan – se explodiu na saída de um
casamento curdo, deixando ao menos 54 mortos, dos quais 29 crianças, e dezenas
de feridos.
17 e 18 de agosto: Três bombas foram detonadas em
cidades no leste da Turquia, nas províncias de Elazig, Van e Bitlis, deixando
ao menos 12 mortos e mais de 200 feridos. O primeiro-ministro turco, Binali
Yildirim, atribuiu os ataques ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
28 de junho: Três explosões atingiram o aeroporto
Atatürk, o principal de Istambul. Segundo autoridades da Turquia, o ataque foi
executado por três homens-bomba, deixando ao menos 45 mortos e quase 250
feridos. Horas após o atentado, o primeiro-ministro turco, Binali Yildirim,
disse que evidências apontam para a participação do grupo extremista
"Estado Islâmico" (EI) no ataque. Dezenas de pessoas foram presas.
7 de junho: Um carro estacionado no centro de Istambul
foi detonado por controle remoto durante a passagem de um ônibus que
transportava policiais. A explosão ocorreu durante a hora do rush no distrito
de Beyazit, o principal bairro turístico da metrópole turca. O governador de
Istambul, Vasip Sahin, afirmou que a explosão deixou pelo menos 11 mortos e 36
feridos. Um grupo ligado ao banido Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK)
assumiu autoria do ataque.
19 de março: Pelo menos cinco pessoas morreram e 36
ficaram feridas num atentado a bomba em Istambul, em uma movimentada zona de
pedestres no centro da metrópole turca, próximo à praça Taksim. Entre os mortos
encontra-se o autor da detonação. De acordo com o governo turco, o autor do
ataque era ligado ao "Estado Islâmico". O grupo, porém, não assumiu
autoria pelo ataque.
13 de março: Uma forte explosão abalou o centro da
capital turca, Ancara, deixando ao menos 37 mortos e mais de 120 feridos.
Fontes oficiais afirmam que a detonação partiu de um automóvel carregado de
explosivos. Um dia depois do ataque, o governo turco respondeu com ataques
aéreos a bases do banido Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) no norte
do Iraque. A autoria desse atentado foi reivindicada pelo grupo guerrilheiro
Falcões da Liberdade do Curdistão (TAK), uma dissidência mais radical do PKK.
17 de fevereiro: Ao menos 28 pessoas morreram e 61
ficaram feridas quando um carro-bomba foi jogado contra um comboio militar em
Ancara. O ataque, tratado pelo governo turco como um ato de terrorismo,
aconteceu na região central da capital, onde estão localizados o Parlamento e
diversos prédios oficiais. O grupo TAK assumiu responsabilidade pelo atentado.
O governo culpou o PKK.
12 de janeiro: Uma explosão causada por um homem-bomba
no centro histórico de Istambul, matou 12 turistas alemães próximo à famosa
Hagia Sophia. Na sequência do ataque, a polícia turca prendeu três cidadãos
russos na cidade de Antália. Eles teriam ligações com o "Estado
Islâmico".
As renas que vivem nas montanhas pitorescas da Escandinávia
seguem afetadas pela radiação.
Trinta anos depois da explosão nuclear em Chernobyl, as
renas que vivem nas montanhas pitorescas da Escandinávia seguem afetadas pela
radiação. Obviamente, elas não são as únicas afetadas. Por muitas gerações, o
povo Sami viveu em harmonia com a Natureza, trabalhando com a criação de renas
e vivendo da venda de carne.
Mas a explosão, considerada por muitos o maior desastre
nuclear da história, cobriu a terra com materiais tóxicos, afetando as renas e
envenenando o estilo de vida do povo Sami.
O fotógrafo Amos Chapple, da Radio Free Europe, viajou até o
vilarejo norueguês Snasa, onde ele encontrou criadores e pastores de renas que
lutam para preservar suas tradições.
Na explosão de Chernobyl, ondas de materiais radioativos
foram espalhados pela atmosfera em torno da União Soviética e ao longo da
Europa. Entre as substâncias perigosas que foram liberadas estava o césio-137.
Volodymyr Repik/AP
Pelo menos 700 gramas de césio-137 entraram em contato com o
solo da Noruega.
“Oh, Deus. Está chovendo”. – Frank Rumpenhorst/AO
Os materiais radioativos foram lançados sobre lagos e
florestas, contaminando a vida selvagem, frutas e plantas.
Durante nove milênios o povo Sami criou laços culturais
fortíssimos com as renas, mas a explosão de Chernobyl colocou um fim inesperado
nessa história.
Amos Chapple
“As consequências de Chernobyl foram devastadoras”, disse
Chapple ao Business Insider.
Amos Chapple
Trinta anos depois, a situação melhorou um pouco. A radiação
proveniente do césio-137 diminuiu, mas o líquen, principal alimento das renas,
ainda guarda muitos resquícios da explosão, e não é uma comida segura.
Amos Chapple
Source: Cultural Survival and Radio Free Europe
Os Sami que vivem em Snase, se alimentando principalmente da
carne de renas, passa anualmente por exames que avaliam o nível de radiação.
Eles disseram para Chapple que sempre viverão nas sombras de Chernobyl.
As mais grandiosas obras de criação cósmica e também de
destruição desenvolvidas pelo ser humano.
Desde o início de tudo, as explosões são parte da realidade
e é por existirem que estamos atualmente aqui, não é mesmo? Ao mesmo tempo que
são intrigantes e muitas vezes belas de se contemplar, as explosões podem nos
encantar pelo fenômeno em si, porém não podemos esquecer que elas são
terrivelmente destrutivas de fato.
Prepare-se para contemplar esta pequena lista com 5 das
maiores explosões de todos os tempos: as mais grandiosas obras de criação
cósmica e também de destruição desenvolvidas pelo ser humano.
5 – O pai de todas as bombas: FOAB
No ano de 2003, a MOAB (Massive Ordinace Air Blast
Bomb) foi desenvolvida pelos Estados Unidos e logo chamada de “A Mãe de
Todas as Bombas”, possuindo a capacidade de criar explosões gigantescas. Em
resposta, a FOAB (Pai de Todas as bombas) foi desenvolvida pela Rússia.
Quatro vezes mais destrutiva que a MOAB, a FOAB causava
explosões correspondentes a 44 toneladas de TNT. Conforme pesquisadores das
forças militares norte-americanas, as imagens apresentadas pela Rússia foram
aprimoradas para criar mais impacto. Por ser a maior explosão gerada por
uma arma não nuclear.
4 – A bomba Tsar
Esta é a bomba que poderia causar o fim de toda a
humanidade e é assim que a bomba de Hidrogênio poderia ser retratada, já
que é uma das mais temíveis armas criadas pelo homem.
No ano de 1961, a URSS resolveu avaliar quais seriam as
causas do armamento em explosões reais e a ilha do oceano Ártico foi o
ambiente escolhido para a explosão.
Inicialmente, a bomba possuiria o poder de explosão para 100
megatons (100 milhões de toneladas de dinamite), porém para diminuir o impacto
destrutivo nos testes, alteraram a bomba para somente 57 megatons. Com a maior
explosão já feita pelo ser humano, ela teve um raio de 3,5km de explosão,
aniquilando tudo em um raio de 35 km.
3 – O Big Bang
O Big Bang na verdade pode não ser considerado uma explosão,
já que ao invés da matéria se locomover sobre o espaço de um ponto com pressões
maiores para ambientes de pressão menor, o Big Bang expandiu-se sobre si
próprio em uma velocidade muito rápida.
Mesmo não mostrando definitivamente o modo como tudo começou
a existir, o Big Bang é a justificativa mais propensa para a expansão do
universo. E se levarmos em conta que o universo ainda está em processo de
expansão, podemos afirmar que o Big Bang ainda está agindo e é por isso
que ele também está nessa lista.
2 – O asteroide que causou a extinção os dinossauros
Popular por aniquilar a vida dessas históricas
criaturas no mundo todo, o asteroide que colidiu com a Terra em torno de 65
milhões de anos atrás não causou somente a destruição através do impacto, porém
também todos os resultados causados por ele (como elevação da poeira,
bloqueamento do sol e resfriamento mundial, aniquilando qualquer chance de
sobrevivência).
É observado pelos cientistas que a força de impacto do
asteroide que acabou com grande parte das formas de vida do período cretáceo
tinha a potência próxima de 1,7 milhões de bombas Tsar, equivalente a 96
bilhões de toneladas de TNT. Assustador, não é mesmo?
1 – O triste ataque nuclear ao Japão na Segunda Guerra
Mundial
Durante a Segunda Guerra, as bombas dos Estados Unidos não
foram as mais grandiosas no quesito impacto explosivo, porém sim em uma
questão: a crueldade humana. Em soma, foram em torno de 140 mil mortos em
Hiroshima e 80 mil em Nagasaki, sendo grande parte deles civis.
Quanto às questões explosivas, ambas as bombas
demonstraram bem menos força do que a Tsar. A Little Boy, lançada em
Hiroshima, tinha em torno de 15 quilotons e a Fat Man de Nagasaki, 25
quilotons. O maior problema dessas bombas eram os materiais radiativos da
carga, urânio e plutônio, que resultaram em ainda mais mortes.
Este ataque nuclear foi o único e o mais cruel feito até
hoje no mundo inteiro.
Isso é o que acontece com alguém instantes antes da morte
Ainda que muitas pessoas acreditem que ninguém saiba
exatamente como a pessoa se sente quando morre, muitas pessoas já foram
clinicamente dadas como mortas, e acabaram “voltando”.
Essas experiências, e os
relatos de quem passou por elas, acabam servindo como um tipo de prova
científica sobre o tema.
Recentemente, um grupo de cientistas da Sociedade Química
dos Estados Unidos criou um vídeo em forma de filme de terror para explicar o
que acontece com o cérebro da vítima antes da morte. Especialistas dizem que as
emoções e as reações dos seres humanos na vida real não são diferentes daquelas
mostradas no personagem do vídeo.
Fase 1: Medo
Quando a personagem do vídeo está sendo perseguida pelo
assassino, a reposta natural da pessoa é ficar completamente apavorada. Os
químicos explicam que o medo é uma resposta cognitiva e sensorial, que nos
avisa que existe algo perigoso por perto.
Quando uma pessoa percebe qualquer tipo de perigo nos
arredores, a informação sensorial adquirida é enviada para tálamo – a parte do
tálamo que atua como quadro de distribuição. A informação é então transformada
em neurotransmissores, que são enviados até a amígdala, a parte do cérebro que
controla o comportamento emocional.
Depois disso, os neurotransmissores vão para duas partes
diferentes do cérebro: a Substância Cinzenta Periaquedutal, que ativa o estado
de alerta e faz com que as pessoas se sintam assustadas; e o hipotálamo, que
ativa a resposta de “fugir ou lutar”. O hipotálamo envia um sinal para a
glândulas adrenais, que disparam adrenalina no corpo.
Sinais também são
enviados para o fígado, que libera glicose, para que tenhamos energia. As
glândulas adrenais produzem cortisol, para aumentar a absorção da glicose e
diminuir os efeitos da insulina.
Fase 2: Grito
Enquanto o assassino continua perseguindo a personagem do
vídeo, e ao que tudo indica não existe maneira de fugir, a pessoa, obviamente,
começa a gritar.
Os químicos dizem que o grito é uma reação primordial do
corpo. O grito viaja até a amígdala de quem está ouvindo. Por conta do grito,
uma resposta semelhante é ativada no cérebro de quem o escuta.
“É como se quem está gritando estivesse tentando
compartilhar com você o estado químico que seu cérebro está vivenciando”, diz o
vídeo. No vídeo, isso permite que a vítima consiga correr o mais rápido
possível, tentando fugir do assassino.
Fase 3: Dor
Infelizmente, apesar dos gritos da personagem, o assassino a
captura.
Os químicos explicam que quando uma pessoa é ferida, os
neurônios sensoriais enviam um sinal através da medula espinhal que chega até o
tálamo – que também é responsável pela percepção da dor. O tálamo “diz” para o
corpo que alguma coisa muito errada aconteceu.
Fase 4: Morte clínica
A vítima está atirada no chão, coberta de sangue, e o fim já
chegou – mas ainda não, dizem os químicos. Assumindo que nenhuma área
significativa do cérebro tenha sido danificada, o coração e a respiração da
vítima param completamente, mas o cérebro continua trabalhando. Os químicos
explicam que pesquisas anteriores mostram que o cérebro de alguma maneira entra
em um estado de hiperatividade neural, ainda que alguns cientistas discordem.
Fase 5: Morte biológica
Quando o cérebro da pessoa é completamente “desligado”,
ocorre o que os neurocientistas entendem como a fase final da morte. Ninguém
voltou para o nosso mundo depois dessa fase.
Enquanto muitos desses mundos subterrâneos se tornam
obsoletos, outros são espaços urbanos completamente funcionais.
Cidades subterrâneas são fundações fascinantes que revelam
muitos dos segredos da vida acima delas. Enquanto muitos desses mundos subterrâneos
se tornam obsoletos, outros são espaços urbanos completamente funcionais.
Passagens ocultas, túneis antigos, atividades ilícitas,
rumores horripilantes e lendas urbanas – o subterrâneo é repleto de histórias
mágicas e atividades que poucas pessoas já ouviram falar. Confira a seguir 5
incríveis cidades subterrâneas ao redor do mundo:
5 – Derinkuyu, Capadócia – Turquia
A cidade de Capadócia, localizada no centro da Turquia, é o
lar de não menos de 36 cidades subterrâneas e, em uma profundidade de
aproximadamente 85 metros, Derinkuyu é a mais profunda. Descoberta em 1963, a
rede subterrânea de túneis e salas inclui todas as instituições e ambientes que
você encontraria em uma cidade comum: moradias, estábulos, igrejas, depósitos e
refeitórios – e é dito que o subterrâneo teria possivelmente mais de 20,000
pessoas transitando nele.
Aberta ao público em 1965, apenas 10% da cidade subterrânea
é acessível aos visitantes. Um ambiente único é a igreja cruciforme localizado
entre o terceiro e quarto nível abaixo da terra. Por não haver muita informação
disponível, reserve uma visita guiada e comece a explorar!
4 – Cavernas de Edimburgo, Reino Unido
Abaixo das ruas da capital da Escócia encontra-se um mundo
escuro e úmido, que remonta ao século XVIII. As cavernas de Edimburgo, conhecidas
também como as “Cavernas da Ponte Sul”, são uma série de câmaras formadas
dentro dos 19 arcos da ponte sul. Inauguradas em 1788, um período de grande
expansão e crescimento, os cofres remontam a uma época em que Edimburgo era um
lugar supersticioso.
Originalmente construídas para abrigar tavernas, sapateiros,
ferreiros e outros comerciantes, e também para armazenar materiais
ilícitos, rumores dizem que os serial killers Burke e Hare também armazenaram
diversos corpos no local, onde os venderam para experiências médicas.
Mais
tarde, quando os negócios mudaram para acima das cavernas, o local se tornou
abrigo o lar das pessoas mais pobres da cidade. Um lugar tão sombrio que faria
qualquer um dos distritos da luz vermelha parecer agradável e confortável.
Aventure-se abaixo da graciosa superfície de Edimburgo e
ouça do seu guia histórias arrepiantes de fantasmas que ainda permanecem no
local. Assustador!
3 – Wieliczka, a Mina de Sal de Cracóvia Polônia
Localizado na cidade de Wieliczka, pouco mais de 9 km fora
de Cracóvia, a Mina de Sal foi construída no século XVIII e produziu sal
de mesa continuamente até 2007.
Sendo um dos maiores atrativos turísticos da
Polônia, esta cidade subterrânea de sal evoluiu de uma série de cavernas
escuras para um complexo labirinto que agora abrange mais de 185
impressionantes milhas de galerias, cerca de 3000 câmaras e 3 andares, sendo os
3 primeiros abertos ao público.
No momento em que você descer a escada de madeira de 378
degraus, será apresentado a uma vasta variedade de opções de visita
guiada: se tiver interesse na história da mina de sal, pegue o Tour do Mineiro
para obter insights sobre a difícil profissão do minerador de sal.
Alternativamente, se quiser saber mais sobre os aspectos religiosos, pegue o
Tour dos Peregrinos que inclui uma visita à estátua de sal de João Paulo II e
uma Santa Missa no final do tour.
2 – Setenil de las Bodegas, Espanha
Ao contrário dos outros lugares dessa lista, o Setenil de
las Bodegas, uma pequena cidade do sul da Espanha e não é uma cidade
subterrânea por si só, por estar debaixo de grandes rochas excedentes.
Localizado ao longo de um desfiladeiro rio que é erodido pelo Rio Trejo, as
casas são construídas nas e sob as paredes do desfiladeiro.
As pessoas na
verdade se estabeleceram neste local por razões práticas: a fim de se afastarem
do calor do verão e do frio do inverno, já que eles só construíram a fachada da
casa, enquanto a parte de trás foi protegida pela natureza.
Mesmo sendo pequeno em tamanho, o Setenil de las Bodegas tem
grandes coisas a oferecer: confira os pequenos bares escondidos abaixo do
desfiladeiro e tenha um sabor das especiarias locais, como azeite, mel, e vinho
da Andaluzia.
E também, se for um amante da natureza, caminhe para baixo do El
Escarpe do Rio Trejo, uma área de diversidade natural, ou a Ruta de los
Bandoleros, que inspirou muitas lendas românticas.
1 – Subterrâneo Histórico de Pilsen, República Checa
A cidade de Pilsen, na parte ocidental do país, é o lar do
Subterrâneo Histórico de Pilsen, um longo labirinto com passagens de 12,5
milhas, com adegas e poços construídos abaixo das ruas da cidade no século XIV.
Essas adegas uma época serviram como espaço de armazenamento de alimentos e barris
de cerveja, e também, conforme dito por alguns, como uma rota de fuga em caso
de um ataque.
A lenda diz que há um tesouro enterrado dentro das paredes
da adega, porém saquear é crime certamente. Se for ao local, faça uma visita
guiada e explore este engenhoso sistema subterrâneo; os destaques incluem a
Adega de Gelo, a Torre de Água e a Exposição sobre a Encadernação Medieval.
O
passeio termina no Museu da Cervejaria, onde você pode provar uma famosa
cerveja de Pilsen.
Com uma crise atrás da outra batendo à porta do Palácio do
Planalto, o presidente Michel Temer confidenciou, nos últimos dias,
que não esperava enfrentar tantos percalços no caminho.
“Estou cansado de
apanhar injustamente”, desabafou ele, em recente conversa com um auxiliar. O
receio do PMDB, agora, é de que a “tempestade perfeita”, composta por problemas
tanto na política como na economia, ponha em risco o mandato de Temer.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Michel temer
A Operação Lava Jato abalou a República, deixou o governo na
corda bamba e trouxe uma penca de incertezas para 2017, já que, das 77 delações
de executivos e ex-diretores da Odebrecht, apenas quatro tiveram o conteúdo
divulgado. Até agora, as investigações arrastaram a cúpula do governo e do PMDB
para o centro da conflagração política.
No Congresso, a oposição calcula que, quando o ministro
do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki homologar os depoimentos, por volta
de março, o governo enfrentará mais sobressaltos.
Em público, Temer tenta contornar as dificuldades com
palavras, muitas vezes entremeadas por mesóclises. Dono de um
vocabulário rebuscado, ele disse que apreciaria não ser “vergastado”
(chicoteado) nas redes sociais, mas até hoje não conseguiu reverter o desgaste
e vê sua impopularidade aumentar dia após dia.
“Dizem que eu ando abatido, mas
isso não é verdade. Os desafios me estimulam. Não sou homem de cair de
joelhos”, afirmou o presidente a um amigo.
Temer começou a escrever um livro. Não é, no entanto, o
romance inspirado em sua vida, como já anunciou. Desde o impeachment de Dilma
Rousseff, ele tem anotado passagens sobre os seus dias no Planalto, tentando
desmistificar a tão falada solidão do poder.
Escreve tudo a mão. Até
quarta-feira, contou 280 audiências. Supersticioso, não ocupa a cadeira em que
Dilma costumava despachar, no gabinete do 3.º andar. Senta-se numa poltrona de
couro preto.
Antes da enxurrada de denúncias, das ameaças veladas do
ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e da deterioração do
cenário econômico, Temer revisitou as memórias de Getúlio Vargas, que comandou
o País em duas ocasiões (de 1930 a 1945 e de 1951 a 1954).
“Na política, o adversário nunca é tão adversário que não
possa se tornar aliado depois. E o aliado nunca é tão aliado que não possa vir
a ser seu adversário amanhã”, disse ele, na madrugada de 11 de outubro, citando
uma frase de Getúlio.
Fez o comentário ao assistir pela TV, no Planalto, à
primeira votação na Câmara da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que
limita os gastos públicos.
De lá para cá, porém, enfrentou o que define como roteiro
“de fel” e a frase sobre a relação entre adversários e aliados ganhou contornos
de batalha pela sobrevivência.