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terça-feira, 15 de maio de 2018

URGENTE: Empresário Que Comprou Triplex Foi Dono De Empresa Envolvida Na Lava Jato, Diz Jornalista


URGENTE: Empresário Que Comprou Triplex Foi Dono De Empresa Envolvida Na Lava Jato, Diz Jornalista

Por Redação Click Política Última Atualização 15 maio, 2018


Veja como são as coisas.

O empresário mineiro Fernando Costa Gontijo fez um lance de 2,2 milhões de reais no leilão do triplex do Guarujá e levou.

Gontijo alega que a vista para o mar o levou a adquirir a propriedade. 

“Achei que era um bom investimento”, falo
Trata-se de uma figura conhecida.

Seu pai era primo do magnata da construção civil de Brasília, José Celso Gontijo, dono da construtora JC Gontijo.

Ele também foi dono da Via Engenharia até 2001, quando a teria vendido.

Ambas as companhias foram investigadas no escândalo que ficou conhecido como Mensalão do DF, que envolveu o ex-governador José Roberto Arruda.

Fernando Costa Gontijo é dono de doze empresas: onze em Brasília e uma em São Paulo. 

Numa delas, é sócio do advogado do PSDB José Augusto Rangel de Alckmin, primo de Geraldo.

A Via Engenharia tem uma história mais irônica: está citada na Lava Jato, como se vê na matéria do Metrópoles:

Fundada em Brasília na década de 1980, a empreiteira candanga é citada pelo delator Marcos Pereira Berti, diretor da Toyo Setal, como integrante de um grupo intermediário — uma espécie de Segunda Divisão — do chamado 

“Clube VIP” de construtoras que comandavam as fraudes em licitações da petroleira. 

As informações do executivo fazem parte de uma ação civil pública por improbidade administrativa apresentada, em 30 de maio, à 5ª Vara Federal de Curitiba. 

Assinam o documento a Advocacia-Geral da União (AGU), a Procuradoria da União no Paraná, o Grupo Permanente de Atuação Proativa da AGU e a Força-Tarefa da Lava Jato.

O inquérito de 161 páginas ao qual o Metrópoles teve acesso acusa nove réus e sete empreiteiras de improbidade administrativa. 

São eles: os ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa, Renato Duque e Pedro Barusco Filho; o doleiro Alberto Youssef; os executivos da OAS José Aldemário Pinheiro Filho (conhecido como Leo Pinheiro), Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Mateus Coutinho de Sá Oliveira, José Ricardo Nogueira Breghirolli e Fernando Augusto Stremel Andrade.

As empresas são a OAS S/A, a Construtora OAS Ltda., a Coesa Engenharia Ltda., a Construtora Norberto Odebrecht, a Odebrecht Plantas Industriais e Participações S.A., a Odebrecht S.A. e a UTC Engenharia S/A.

A ação civil pública, assinada por oito advogados da União, pede que os réus devolvam aos cofres públicos R$ 12 bilhões. 
(…)
Apesar da negativa da empresa, outro delator da Lava Jato, o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, coloca sob suspeição uma das mais suntuosas obras da Via Engenharia. 

Segundo o executivo, o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha é uma das construções em que houve sobrepreço para o pagamento de propinas e abastecimento de campanhas eleitorais.

A arena, erguida pelo consórcio formado entre a Andrade Gutierrez e a Via Engenharia, tem custo estimado em R$ 1,7 bilhão — o maior valor entre as 12 praças desportivas construídas para a Copa do Mundo de 2014. 

A cifra, entretanto, pode chegar a R$ 1,9 bilhão graças a um último contrato adicional, que ainda está ativo, referente a intervenções ao redor da praça desportiva que até hoje não foram executadas.

A Andrade Gutierrez confessou integrar o esquema para conseguir obras federais, incluindo estádios construídos para o Mundial. 

O caso veio à tona em novembro de 2015. 

Na ocasião, a Via Engenharia negou irregularidades à reportagem e afirmou 

“desconhecer as relações de outras empresas nos respectivos contratos com o governo”.

Além do Mané Garrincha, a Via Engenharia assina obras emblemáticas de Brasília, como as sedes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), da Câmara Legislativa e o Shopping Popular.

Portal Click Político com O DCM, por Kiko Nogueira.


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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

PERSEGUIÇÃO NUNCA VISTA: MPF desarquiva inquérito e Lula volta a ser investigado no Mensalão; CONFIRA!

PERSEGUIÇÃO NUNCA VISTA: MPF desarquiva inquérito e Lula volta a ser investigado no Mensalão; CONFIRA!
9 de agosto de 2017
 

BRASÍLIA – O ex-presidente Lula voltou a ser investigado por uma acusação relacionada ao mensalão. 
A Câmara de Combate à Corrupção da Procuradoria Geral da República (PGR) decidiu desarquivar uma investigação sobre um suposto pagamento de US$ 7 milhões da Portugal Telecom para o PT quitar dívidas de campanhas eleitorais.

A acusação foi feita pelo operador do mensalão, Marcos Valério, e levou à abertura de um inquérito pela Polícia Federal (PF) em 2013.

A PF concluiu dois anos depois pela inexistência de indícios das transações, e a Procuradoria da República no Distrito Federal (PRDF) pediu o arquivamento das investigações, em setembro de 2015. 

Responsável por revisar atos como arquivamentos de inquéritos, a Câmara de Combate à Corrupção decidiu que os autos deveriam retornar à PRDF para a continuidade das investigações.

A reunião da câmara ocorreu em 29 de junho. No último dia 26 de julho, a procuradora-chefe substituta da PRDF, Ana Carolina Roman, designou um novo procurador da República para atuar no processo. As investigações já foram retomadas. 

A PF retirou os autos na PRDF no último dia 4.

O pedido de arquivamento do inquérito foi feito pelo procurador Frederico Paiva, com base nas conclusões do relatório da PF em 2015. 

A Justiça Federal discordou do arquivamento e, por isso, o caso precisou ser arbitrado na Câmara de Combate à Corrupção.

O colegiado decidiu pelo “retorno dos autos à origem, para que seja designado outro membro para continuidade das investigações”, conforme a portaria assinada pela procuradora-chefe. 

O caso agora é conduzido pelo procurador Ivan Marx.
Valério acusou Lula e o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci de terem negociado pessoalmente o repasse do dinheiro, num acerto dentro do Palácio do Planalto. 

Segundo o operador do mensalão, contas no exterior teriam sido indicadas a Miguel Horta, executivo da Portugal Telecom, para que ele providenciasse os depósitos.

Mais de 20 pessoas foram ouvidas pela PF no inquérito, entre elas Palocci, Horta e o ex-ministro José Dirceu. Naquela ocasião, os investigadores não encontraram indícios de supostos pagamentos.

Em maio de 2016, a Câmara de Combate à Corrupção já havia deliberado por não homologar o arquivamento proposto e pela remessa do inquérito ao grupo da Lava-Jato que atua no gabinete do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. 

Agora, o caso foi reaberto e já tramita na primeira instância.

Na Operação Lava-Jato, Lula foi condenado pelo juiz federal Sergio Moro a 9 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso da suposta posse do apartamento tríplex de Guarujá (SP). 

O ex-presidente recorre contra a sentença. Ele ainda é réu em outras quatro ações penais, nas quais ainda não houve decisão da Justiça.

O Instituto Lula, por meio da assessoria de imprensa, afirma que o caso da Portugal Telecom foi investigado ao longo de anos pelos Ministérios Públicos do Brasil e de Portugal e foi arquivado por falta de provas, nos dois países, “como todos os inquéritos abertos com base nas declarações de Marcos Valério”. 

“Não há fatos novos que justifiquem a reabertura do caso”, diz a assessoria do instituto.

PORTAL CLICK POLÍTICA com O Globo


sábado, 22 de abril de 2017

URGENTE: Globo se desespera de vez, traz longo editorial e diz que ‘fará de tudo’ para evitar retorno de Lula; CONFIRA!

URGENTE: Globo se desespera de vez, traz longo editorial e diz que ‘fará de tudo’ para evitar retorno de Lula; CONFIRA!
22 de abril de 2017
 

Em seu editorial deste sábado, a Globo, peça central dos golpes de 1964 e 2016, e também na crise que levou ao suicídio de Getúlio Vargas, deixa claro que fará de tudo para impedir a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que lidera todas as pesquisas eleitorais, ao poder.

Confira abaixo:

Cerco de depoimentos confirma Lula como o chefe
O tamanho do petrolão mostrou que era impossível o então presidente não saber do esquema.

No escândalo do mensalão, denunciado em 2005, faltou uma peça, o chefe do esquema. 

No encaminhamento das denúncias pelo MP contra aquela “organização criminosa”, o ex-ministro José Dirceu parecia caminhar para este patíbulo, em silêncio como disciplinado militante, mas, em julgamento de recurso, a responsabilidade de 
ser o capo do esquema lhe foi tirada, e o espaço ficou vago. 

Mas apenas nos autos processuais, porque nunca fez sentido tudo aquilo acontecer sem a aprovação e o acompanhamento de alguém centralizador e vertical como Luiz Inácio Lula da Silva.

O surgimento do petrolão — construído paralelamente ao mensalão, com muitos zeros a mais — foi a estridente evidência de que Lula não podia desconhecer aquilo tudo. A leitura benevolente do mensalão era que desfalques no Banco do Brasil, dados pelo militante Henrique Pizzolato, mancomunado com Marcos Valério, se justificavam pela “causa”. 

O partido tinha um projeto de poder longevo, para “acabar com a pobreza e a miséria”. Não serve de atenuante na Justiça criminal, mas aliviava a culpa moral de petistas, com injeções de ideologia.

O enredo, porém, não fechava. Dirceu voava em jatinhos particulares, morava em condomínio de alto padrão. E este lado “burguês” do lulopetismo — já detectado por Golbery do Couto e Silva, na década de 70, segundo Emílio Odebrecht — precisava 
ser custeado.

Ficou, então, tudo misturado: dinheiro surrupiado de estatais aparelhadas por companheiros, e drenado por meio de conhecidas empreiteiras e seus contratos superfaturados, parte para campanhas petistas e de aliados, parte desviada para bolsos privados de comissários. 

A “causa” continuava presente — era preciso manter uma grande bancada no Congresso, como já conseguira a Arena/PDS na década de 70, para sustentar a ditadura com fachada de democracia representativa. Mas, desta vez, havia Lula de ego nas alturas, chamado de “o cara” por Obama, com o desejo de ter sítio em Atibaia, tríplex no Guarujá, um instituto para ajudar países subdesenvolvidos a superar a pobreza, também uma adega 
bem abastecida etc.

O efeito da videoteca das delações da Odebrecht e da decisão de Léo Pinheiro, da OAS, construtora do prédio do tríplex, de fazer delação premiada na Lava-Jato, foi desmontar o jogo de espelhos que Lula, advogados e militância manipulada ainda tentam jogar, e continuarão insistindo. Só fé de religioso sectário para continuar a acreditar. Virou, há tempos, questão de dogma.

Lula tem quase nada em seu nome. Usufrui do patrimônio de amigos e compadres, o advogado Roberto Teixeira o principal deles. 

A quem Lula indicou para a Odebrecht, a fim de idealizar uma fraude contratual com a finalidade de esconder que a empreiteira gastara bem mais que R$ 500 mil, o orçamento inicial, na reforma do sítio de Atibaia, a pedido da ainda primeira-dama Marisa Letícia, segundo delação da empreiteira.

O GLOBO revelou o tríplex do Guarujá em 2010. Veio uma contínua avalanche de desmentidos, alguns arrogantes e agressivos. Mesmo com o vídeo em que Léo Pinheiro mostrava o imóvel ao ainda presidente da República. 

O casal Luiz Inácio e Marisa pediu obras, devidamente executadas. Depois, foi dito que a OAS era a real proprietária do imóvel.

Na verdade, era mesmo de Lula e família, acaba de confirmar Léo Pinheiro, perante o juiz Sérgio Moro. E também coube à OAS parte da reforma do sítio em Atibaia, executada, em maior proporção, pela Odebrecht. As cozinhas modeladas do sítio e do tríplex do Guarujá foram compradas no mesmo lugar.

Tanto a empreiteira multinacional Odebrecht quanto a OAS, ambas fundadas na Bahia, utilizaram o mesmo sistema contábil: o custo de reformas em imóveis para Lula e outras despesas pessoais dele foram debitadas de propinas arrecadadas em estatais, por meio de contratos superfaturados. 

Ou seja, dinheiro público também elevando o padrão de vida de Lula, família e outros lulopetistas, por certo.

Os depoimentos que foram divulgados nos últimos dias da Odebrecht e agora de Léo Pinheiro não surpreendem pelos fatos em si, muitos deles já ventilados, mas pela dimensão do esquema, pela riqueza de detalhes sórdidos na forma como os governos Lula e Dilma foram corrompidos e também corromperam. 

Não há inocentes na história. Seja em nome da “causa” ou da boa vida.

O desnudamento de Lula em carne e osso, em praça pública, com os pecados da baixa política brasileira, parece apenas começar. Afinal, não se pode admitir que tudo o que foi falado até agora por Marcelo, Emílio Odebrecht e seus executivos, sobre o toma lá dá de cá com o presidente e ex-presidente, não tenha sustentação em provas documentais. 

O mesmo vale para Léo Pinheiro. Empreiteiros não só sabem fazer contas, como são precavidos. Mas os simples testemunhos já são arrasadores.

Outra grave ameaça a Lula é o depoimento de Léo Pinheiro de que o ainda presidente mandou-o eliminar provas de remessas de dinheiro ilegal para João Vaccari, tesoureiro do PT, há algum tempo na carceragem de Curitiba. 

Será a segunda denúncia de tentativa de obstrução da Justiça, depois da sua participação, segundo Delcídio Amaral, na manobra para calar Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, um dos dutos do desvio de dinheiro da estatal para o lulopetismo e aliados.

Completando o cerco a Lula, há o ex-ministro Antonio Palocci, também preso em Curitiba, e que estaria negociando um acordo de delação premiada. Seria uma espécie de mãe de todas as delações. Ou uma dessas mães. 

Foi ministro da Fazenda de Lula, homem de confiança do ex-presidente, escalado por ele para tentar gerenciar a imprevisível Dilma Rousseff. Mas as “consultorias” de Palloci 
o derrubaram.

Importante é que Palocci surge nas delações da Odebrecht como homem-chave no relacionamento financeiro entre a empreiteira e o ex-presidente. Gratos, os Odebrecht abriram um crédito de R$ 40 milhões para Lula, a serem movimentados por meio de Palocci.

Assim, seu cacife aumentou bastante como arquivo de preciosas informações. Mas nada garante que as fornecerá, mesmo que esteja sendo insinuado pelo lulopetismo, como forma de salvar o chefe, que o ex-ministro embolsou dinheiro pedido em nome de Lula.

Emerge desta história a constatação de que os projetos de poder e pessoais do PT e de outros partidos esbarraram em instituições que continuam a funcionar por sobre a maior crise econômica do Brasil República, com sérios desdobramentos políticos. 

Incluindo um impeachment, justificado pelo atropelamento voluntarioso da Lei de Responsabilidade Fiscal, de mesma inspiração ideológica do aparelhamento de estatais e assaltos realizados em associação com empresários privados. 

A ordem jurídica se fortalece.



quinta-feira, 16 de março de 2017

URGENTE: LULA INOCENTE: Ex-diretor da Polícia Federal presta depoimento e Moro sai frustrado de audiência; CONFIRA!

URGENTE: LULA INOCENTE: Ex-diretor da Polícia Federal presta depoimento e Moro sai frustrado de audiência; CONFIRA!
15 de março de 2017
 

O ex-diretor-geral da Polícia Federal e da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) Paulo Lacerda depôs nesta quarta-feira (15) para o juiz Sérgio Moro, na ação penal que corre em Curitiba e que investiga o “tríplex do Guarujá” e o pagamento do armazenamento do acervo presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva.

“Nunca tive interferência, ao contrário, sempre tive autonomia e apoio para atuar”, disse o ex-comandante. Paulo Lacerda relatou que, no governo Lula (2003-2010) houve investimento e reforço dos meios de investigação para a Polícia Federal, inclusive com a construção de uma nova sede para a instituição e com a abertura de concursos que praticamente dobraram o efetivo da corporação.

Na opinião de Lacerda, foi no governo Lula que a PF começou a fazer grandes operações, nos moldes das que hoje se tornaram comuns. 

A testemunha citou a Operação Sucuri (2003) como a pioneira, que investigou policiais federais corruptos. 

A Sucuri identificou crimes inclusive do chamado “japonês da Federal”, policial símbolo da Lava Jato, e que já foi afastado e detido no meio da operação.

Segundo ele, a ABIN nunca teve informações a respeito de um cenário de “macro-corrupção” na Petrobrás, toericamente tendo como “grande general” o ex-presidente Lula, como querem fazer crer os procuradores federais da Lava Jato. 

Lacerda afirmou também desconhecer o envolvimento do ex-presidente em quaisquer desvios, desmentindo o que alega o Ministério Público.

Quando  Moro  perguntou  a  respeito  do  mensalão, Lacerda esclareceu  que  jamais houve orientação do ex-presidente para que as investigações não ocorressem.



sexta-feira, 3 de março de 2017

Procurador que denunciou o mensalão do PT, diz: ¨Lula não Cometeu Nenhum Crime¨ diante de Moro – Vídeo

Procurador que denunciou o mensalão do PT, diz: ¨Lula não Cometeu Nenhum Crime¨ diante de Moro – Vídeo
 

Fonteles foi o primeiro procurador-geral da República da era Lula. Ele ficou no cargo entre 2003 e 2005. Antônio Fernando ocupou a cadeira por dois mandatos, entre 2005 e 2009. Ambos foram indicados por Lula, que inaugurou um modelo de escolha defendido pela entidade de classe, a Associação Nacional dos Procuradores da República – o nome do procurador-geral foi tirado de lista tríplice eleita pela Associação.

                       Depoimentos de Hoje ,Logo a Baixo:




                  CRISTIANO ZANIN MARTINS:
 

Procuradores Gerais da República em etapas consecutivas, Cláudio Fonteles (2003/2005) e Antônio Fernando de Souza (2005/2009) reconheceram que o ex- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva rompeu a prática dos governos anteriores de colocar no cargo pessoa da predileção e confiança do presidente. 

Ambos foram os primeiros colocados de uma lista tríplice votada pelos próprios membros da corporação, inaugurando uma etapa de fortalecimento do Ministério Público, que pôde investigar tudo e todos sem qualquer interferência do governo federal e muito menos do presidente, nos 8 anos de mandato.

Os ex-procuradores foram ouvidos hoje (2/3) na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, na ação penal que trata do chamado triplex do Guarujá. 

Eles também registraram ter havido, no período, grande apoio para o aprimoramento dos órgãos do governo federal ligados ao combate da corrupção, que puderam, assim, auxiliar o Ministério Público nessa missão.

Antônio Fernando, responsável pelo oferecimento da denúncia que resultou na ação penal 470 – caso conhecido como “mensalão” -, enfatizou que Lula jamais teve qualquer envolvimento nos fatos e por isso não foi denunciado. 

Ele confirmou afirmação feita em 2012 ao portal G1, quando disse que “denunciar Lula seria um ato político”, porque não havia qualquer prova contra o ex-Presidente. No depoimento de hoje, afirmou que a denúncia não é um ato voluntário do acusador, mas decorrente dos elementos probatórios de que dispõe. 

Em corrente contrária, no presente, alguns membros do MPF acusam Lula sem qualquer materialidade, desprezando o rigor então mostrado pelo ex-Procurador Geral. Por isso mesmo, praticam o lawfare.

Ambos disseram jamais ter tido conhecimento de qualquer fato que pudesse envolver Lula na pratica de ilícitos. Já são 67 testemunhas ouvidas e nenhuma prova contra o ex-Presidente.




quinta-feira, 2 de março de 2017

EX-PROCURADORES-GERAIS ATESTAM INOCÊNCIA DE LULA

EX-PROCURADORES-GERAIS ATESTAM INOCÊNCIA DE LULA

 

Os dois antecessores de Rodrigo Janot na procuradoria-geral da República, Cláudio Fonteles e Antônio Fernando de Souza, foram ouvidos hoje em Curitiba na ação sobre o chamado "triplex do Guarujá"; os dois destacaram que Lula reforçou o papel dos órgãos de investigação enquanto foi presidente e que jamais se envolveu em atos ilícitos; "Ambos disseram jamais ter tido conhecimento de qualquer fato que pudesse envolver Lula na pratica de ilícitos. Já são 67 testemunhas ouvidas e nenhuma prova contra o ex-Presidente", destaca a defesa do ex-presidente

2 DE MARÇO DE 2017 ÀS 13:34

247 – Os dois antecessores de Rodrigo Janot na procuradoria-geral da República, Cláudio Fonteles e Antônio Fernando de Souza, foram ouvidos hoje em Curitiba na ação sobre o chamado "triplex do Guarujá".

Os dois destacaram que Lula reforçou o papel dos órgãos de investigação enquanto foi presidente e que jamais se envolveu em atos ilícitos. 

Leia, abaixo, nota divulgada pela defesa do ex-presidente:

Procuradores Gerais da República em etapas consecutivas, Cláudio Fonteles (2003/2005) e Antônio Fernando de Souza (2005/2009) reconheceram que o ex- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva rompeu a prática dos governos anteriores de colocar no cargo pessoa da predileção e confiança do presidente. 

Ambos foram os primeiros colocados de uma lista tríplice votada pelos próprios membros da corporação, inaugurando uma etapa de fortalecimento do Ministério Público, que pôde investigar tudo e todos sem qualquer interferência do governo federal e muito menos do presidente, nos 8 anos de mandato.

Os ex-procuradores foram ouvidos hoje (2/3) na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, na ação penal que trata do chamado triplex do Guarujá. 

Eles também registraram ter havido, no período, grande apoio para o aprimoramento dos órgãos do governo federal ligados ao combate da corrupção, que puderam, assim, auxiliar o Ministério Público nessa missão.

Antônio Fernando, responsável pelo oferecimento da denúncia que resultou na ação penal 470 - caso conhecido como "mensalão" -, enfatizou que Lula jamais teve qualquer envolvimento nos fatos e por isso não foi denunciado. 

Ele confirmou afirmação feita em 2012 ao portal G1, quando disse que "denunciar Lula seria um ato político", porque não havia qualquer prova contra o ex-Presidente. 

No depoimento de hoje,  afirmou que a denúncia não é um ato voluntário do acusador, mas decorrente dos elementos probatórios de que dispõe. 

Em corrente contrária, no presente,  alguns membros do MPF acusam Lula sem qualquer materialidade, desprezando o rigor então mostrado pelo ex-Procurador Geral. Por isso mesmo, praticam o lawfare.

Ambos disseram jamais ter tido conhecimento de qualquer fato que pudesse envolver Lula na pratica de ilícitos. Já são 67 testemunhas ouvidas e nenhuma prova contra o ex-Presidente. 

Cristiano Zanin Martins



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Moro se preocupa com refundação do PT em audiência, diz site

Moro se preocupa com refundação do PT em audiência, diz site
16 de fevereiro de 2017
 

Com toda a razão porque Moro não é um juiz das atitudes de partidos, mas de indivíduos. Não tem jurisdição ou interesse em saber se o PT fez um ato de solidariedade aos acusados ou se os execrou moralmente.

Isso não interessa ao processo judicial criminal e, portanto, não interessa ao juiz.

Ou melhor, só interessa a um juiz como Sérgio Moro.
Será que ele indagaria a um depoente tucano sobre quais foram as execrações morais que fizeram a Eduardo Azeredo, o precursor do “mensalão”?

Ou será que perguntaria a Michel Temer, que foi testemunha de Eduardo Cunha, se o PMDB fez uma “pajelança” de exorcismo ao ex-presidente da Câmara?
Se a Justiça brasileira se prezasse, Sérgio Moro estaria, agora, submetido a julgamento disciplinar, porque converteu um juízo criminal em tribunal político.

A Vara Criminal de Curitiba que ele comanda é um tribunal da Inquisição.

No mesmo esquema medieval: “Se você confessa, terei piedade e só o maldirei. Se não confessa, masmorra e fogueira moral”.

Reproduzo o vídeo do abuso intolerável de Moro e da docilidade de Genro, advogado experiente, que sabia da ilegalidade do que lhe estava sendo perguntado e que evitou, por “boas maneiras” a desqualificar, como merecia, o interrogatório indevido sobre as atividades exclusivamente partidárias.

Com informações da Globo e Tijolaço



sábado, 12 de novembro de 2016

MANSÃO DE R$ 15 MILHÕES E R$ 6 MILHÕES EM JÓIAS: O VIDÃO DE AUDITORES DA SEFA PRESOS

Sexta-feira, 11 de novembro de 2016
MANSÃO DE R$ 15 MILHÕES E R$ 6 MILHÕES EM JÓIAS: O VIDÃO DE AUDITORES DA SEFA PRESOS
 
A "Casa Branca do Obama", como é conhecida em 
Redenção a mansão dos auditores
 
Jóias caríssimas e dinheiro foram apreendidos na 
mansão pela polícia   

O blog Ver-o-Fato está fazendo um levantamento paralelo, no caso das 48 prisões do poderoso esquema de corrupção de agentes públicos da Secretaria Estadual de Fazenda (SEFA) para revelar fatos que ainda não vieram ao conhecimento público, não apenas sobre as prisões já realizadas e o inquérito policial em andamento. 

Pelo volume de dinheiro que deixou de ser recolhido ao erário por sonegadores de impostos - que se valem da corrupção de servidores do Estado para fazer fortuna e se manter impunes - muita coisa ainda virá à tona. O que foi mostrado até agora pela Polícia Civil  é apenas a ponta de um imenso iceberg. 

Pelo que revelam as duas fotografias acima, porém, já é possível fazer o seguinte questionamento. Por exemplo, como é que o auditor fiscal da Secretaria Estadual de Fazenda (SEFA), Gilson Conceição Marques, e a mulher dele, Maria Oneide Bessa Ribeiro Marques, também auditora fiscal do órgão, explicam o patrimônio milionário constituído de uma mansão na cidade de Redenção - no sul do Pará, onde a dupla comandava a SEFA no município -, avaliada em R$ 15 milhões, jóias caríssimas cujos valores alcançariam R$ 6 milhões e foram apreendidas durante a "Operação Quinta Parte", da Polícia Civil, além de duas fazendas em São Félix do Xingu e Santa Maria das Barreiras, com milhares de cabeças de gado?

O que marido e mulher, já presos e recolhidos a uma penitenciária - juntamente com outras 45 pessoas, entre fiscais e auditores da SEFA, agentes administrativos da Secretaria, nove contadores e seis empresários - disserem na tentativa de justificar a fortuna da qual são detentores, sempre provocará uma segunda pergunta: como conseguiram tantos bens e dinheiro na condição de servidores públicos? Gilson e Maria Oneide provavelmente terão muitas dificuldades em responder a tais perguntas, a menos que tenham acertado na megasena.

 
Padrão incompatível


Os policiais ficaram surpresos com tanto luxo na mansão do casal: havia vários carros de luxo, um deles importado, quadra de tênis com piso de saibro, arquibancada e refletores. Com 26 anos de atuação no serviço público e há mais de dez anos residindo em Redenção, Gilson Marques ficou apavorado quando os policiais chegaram à residência. Chegou a pular uma janela para fugir, mas foi preso quando se preparava para deixar a mansão. 

Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino, o padrão de vida do casal é "incompatível" com a remuneração mensal de um auditor fiscal. Ele explicou que do total, 48 pessoas foram presas até o final da noite de quarta-feira. 

A maioria dos presos é composta de servidores da Sefa. São, no total, 33 servidores públicos, dentre eles 4 auditores (três presos em Redenção e um em Belém); oito fiscais (três presos em Redenção, quatro em Conceição do Araguaia e um em Tucumã); e 21 servidores da área de apoio, como motorista, datilógrafo, auxiliares, entre outros. Os outros 15 presos são nove contadores e seis empresários.

Carga de cerveja, o começo

O delegado-geral explica que a investigação teve início há um ano, em Conceição do Araguaia, quando foi apreendido um caminhão com uma carga de cerveja procedente de Goiás. Em depoimento, na época, o responsável pela carga revelou o esquema de cobrança de propina para permitir a entrada da carga no Pará sem o pagamento dos tributos fiscais. Durante as investigações iniciadas com os delegados Antonio Miranda e Alécio Neto, da Polícia Civil de Redenção, foi constatado que o esquema era bem maior. 

Com o andar das investigações, o processo foi transferido da Comarca de Conceição do Araguaia para a Vara de Combate às Organizações Criminosas do TJ do Pará, em Belém. As investigações apontaram que os servidores da Sefa recebiam uma cota mensal, uma espécie de “mensalão”. 

O pagamento de propinas era realizado tanto nos postos de fiscalização, no momento em que as cargas de mercadorias eram apresentadas, para promover a liberação dos carregamentos sem o recolhimento dos tributos, e também para possibilitar emissões de notas fiscais avulsas, vistorias e auditorias. 

Em um dos casos apurados, as investigações constataram que uma carga de cervejas chegou a ser apreendida e depois vendida no posto fiscal. Há casos em que os próprios servidores abriam empresas fantasmas para ratificar notas fiscais. “Eram diversas irregularidades que nos mostraram que o esquema estava enraizado”, ressalta Firmino. 

Propina e evasão fiscal

Conforme explica o delegado-geral, os contadores atuavam como elo entre os servidores da Sefa e os empresários, no pagamento de propinas para não pagamento dos tributos referentes à entrada de cargas com mercadorias diversas no Pará, a partir do sul do Estado. Foram cumpridos 71 mandados de busca e apreensão para permissão de revista em 60 residências e 11 repartições públicas da Sefa, além dos 48 mandados de prisão preventivas. 

As ordens judiciais foram expedidas pela Vara de Combate às Organizações Criminosas da Justiça Estadual sediada em Belém.

 As prisões foram realizadas em Redenção, Conceição do Araguaia, Santana do Araguaia, Santa Maria das Barreiras, Xinguara, Tucumã, São Félix do Xingu, Ourilândia do Norte, Belém e na capital de São Paulo, onde um dos funcionários procurados foi localizado e preso.