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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Cientistas identificam continente submerso no Pacífico: Zelândia

Edição do dia 18/02/2017
18/02/2017 21h39 - Atualizado em 18/02/2017 21h39
Cientistas identificam continente submerso no Pacífico: Zelândia
Montanhas mais altas do suposto continente formam a de Nova Zelândia. Segundo pesquisadores, Zelândia teria surgido há 200 milhões de anos.

Cientistas identificaram um novo continente que está quase completamente submerso. Foi batizado de Zelândia e fica no Oceano Pacífico, no hemisfério sul.

De acordo com os geólogos, as montanhas mais altas desse suposto continente formam o país que chamamos de Nova Zelândia.

Agora, os pesquisadores defendem que o novo continente - surgido há 200 milhões de anos e com um tamanho equivalente a dois terços da Austrália - seja reconhecido.

Ele seria o oitavo numa lista que mistura critérios geológicos e culturais e é composta por América do Norte, América do Sul, África, Europa, Ásia, Oceania e Antártida.



sábado, 15 de outubro de 2016

O que é a tormenta solar anunciada por Obama?

O que é a tormenta solar anunciada por Obama?
O presidente americano aprova um decreto para melhorar a resposta a “eventos meteorológicos do espaço”
A superfície solar
A superfície solar NASA/JAXA/HINODE

Combina termos científicos que podem soar apocalípticos com a linguagem burocrática de um documento presidencial. O presidente americano Barack Obama assinou, na quinta-feira, uma ordem executiva para coordenar “esforços” do seu governo para “preparar a nação para eventos meteorológicos do espaço”. Esses eventos podem ser “erupções solares, partículas de energia solar e ruídos geomagnéticos”.
Segundo o decreto, são fenômenos regulares e podem afetar infraestruturas importantes, como satélites, GPS, sistemas de comunicação, aviação e distribuição elétrica. “Tem o potencial de afetar e interromper, simultaneamente, a saúde e a segurança de continentes inteiros”, alerta.
No entanto, o documento presidencial não aborda a probabilidade de esses fenômenos ocorrerem, nem as suas consequências, mas apenas se concentra em melhorar a coordenação diante de possíveis impactos. “Uma preparação de sucesso para eventos meteorológicos do espaço é um esforço de toda a nação, que exige colaboração entre governos, gestores de emergência, o mundo acadêmico, meios de comunicação, a indústria farmacêutica, organizações sem fins lucrativos e o setor privado”, explica.
Os ruídos geomagnéticos são uma afetação do campo magnético da terra como consequência da atividade solar. As erupções solares são breves erupções de intensidade na superfície do sol ou perto dela, associadas a manchas solares. É um fenômeno comum, que raramente tem efeitos relevantes. As partículas de energia solar são íons e elétrons expulsos do sol como resultado dessas erupções.
O caso mais conhecido de um fenômeno meteorológico do espaço foi uma tormenta solar em 1859, conhecida como o evento Carrington, como explica a revista Newseek. Foi possível observar auroras no céu em lugar afastados dos polos, como o Caribe. E os sistemas de comunicação por telégrafo foram alterados na Europa e na América do Norte.
Um século depois, em 1967, três potentes erupções solares inutilizaram o sistema de radares dos EUA encarregado de detectar a chegada de mísseis soviéticos. Inicialmente, em plena Guerra Fria, Washington pensou que a culpa era de Moscou.

O decreto de Obama estabelece um calendário e um protocolo de atuação para esse tipo de fenômeno. O governo federal, aponta o texto, tem que ter a capacidade de antecipar e detectar um evento meteorológico do espaço, os programas necessários para que os setores público e privado adotem medidas mitigadoras e a capacidade de responder e superar esses tipos de situações. 

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Um Físico americano renomado Michio Kaku alerta “terremoto global em 2016”

Um Físico americano renomado Michio Kaku alerta “terremoto global em 2016”
 Flávio Mendonça  01:53:00   08/08/2016
fim dos tempos
O renomado físico, autor da Física do Futuro e professor da City College de Nova York, que previu e acertou os terremotos ocorridos no Japão, surpreendeu o mundo ao afirmar num programa de TV americano “Good Morning America” que um mega terremoto de proporções épicas pode ocorrer no noroeste do oceano Pacífico em 2016.
 Fim
Em entrevista para outro programa The New Yorker com o repórter e apresentador Kathryn Schulz. Advertiu ao mundo da ameaça de enormes terremotos.
Cascadia um terremoto esperando para acontecer, sabemos que vai acontecer com uma energia maior que a prevista para falha de San Andreas.
Esta falha Cascadia está adormecida por mais de 243 anos, sendo está à média para o novo acontecimento de tremores monstruosos.
 Terremoto
As pessoas devem esperar cidades grandes desaparecerem como Los Angeles, São Francisco, cidade do México, Teerã, Tóquio entre outras.
Bom, veja o terremoto do Chile, foi tão forte que realmente sacudiu o planeta Terra, o eixo da terra mudou três polegadas como resultado desse terremoto de 8,8, o dia já não é de 24 horas, foi encurtado em um microssegundo, isso demonstra o quão grande que foi o terremoto.
Além do mais, o noroeste do Pacífico não é preparado. Os edifícios não são adaptados de forma adequada e não há muitos sistemas de alerta de emergência eficazes implantas no lugar.
A Federal Emergency Management Agency (FEMA) já tem um plano de resposta de emergência para quando este terremoto acontecer, projetos estimam que quase treze mil pessoas devam morrer no terremoto e a seguir no tsunami, outras vinte mil serão feridas, e a agência espera que vá precisar abrigar cerca de um milhão de pessoas, e prover comida e água para mais de dois milhões e meio de pessoas.
A situação é preocupante e não é exagero o perigo, a culpa é de Cascadia um terremoto esperando para acontecer. Sabemos que vai acontecer com uma energia 30 vezes superior a energia máxima do terremoto que criou a falha de San Andreas.
 Perigo
Na extremidade superior dessa escala, observe, não gostaríamos de experimentar o pior desastre natural na história da América do Norte.
Hollywood faz lavagem cerebral fazendo com que às pessoas pensem que a Califórnia é o lugar onde o próximo terremoto vai bater.
Acrescentou que antes do mega-tremor atingir seu ápice, a verdade e que existe uma onda de compressão, que é detectada pelos animais.


Os animais começam a agir muito estranho, nós já vimos isso acontecer antes de terremotos, em seguida, um minuto, dois minutos depois, boom!
O massivo terremoto, com magnitude de até 9,2 duraria cerca de quatro minutos, segundo os sismólogos, com uma parede de água seguinte cerca de 20 minutos mais tarde.
Kaku disse estar muito preocupado que mais dos 70.000 moradores em potencial “zona de inundação” têm muito pouco conhecimento sobre este risco. “Eles mal classificam na tela do radar”.
O reporter Kathryn Schulz perguntou a Kaku se ele iria viver no noroeste do Pacífico, se ele tinha filhos.
“Eu pensaria duas vezes, aconselhando os moradores a educar seus filhos sobre a preparação para emergências e o que fazer em caso de um terremoto”.

Michio KaKu um renomado cientista fala tudo isso num programa de TV americano, de rede nacional como o “ Good Morning America”, e o governo americano não se manifesta contra. Pare e pensa. O cara colocou todo o seu prestígio em jogo. Ele não fez previsão e sim precisão com base em estudos científicos. Onde isso vai parar!