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terça-feira, 21 de novembro de 2017

URGENTE:Estranho objeto atravessa o Sistema Solar e intriga cientistas

URGENTE:Estranho objeto atravessa o Sistema Solar e intriga cientistas
Exame.com  Maurício Grego15 horas atrás 21/11/2017
Concepção artística do asteroide interestelar Oumuamua (1I/2017 U1): Concepção artística do Oumuamua: viajante espacial veloz e misterioso
 © Divulgação Concepção artística do Oumuamua: viajante espacial veloz e misterioso

São Paulo — Um asteroide em forma de charuto atravessou o Sistema Solar em outubro, intrigando 
os astrônomos que o observaram por seu formato incomum. 

O objeto é o primeiro a ter sua origem confirmada como sendo de outro sistema estelar.

“Que descoberta fascinante!”, diz, num comunicado, Paul Chodas, diretor do Centro de Estudos de Objetos Próximos da Terra do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. 

“É um visitante estranho de um sistema estelar distante. Seu formato não se assemelha ao de nenhum objeto que já tenhamos visto na vizinhança do Sistema Solar.”

O asteroide foi descoberto em 19 de outubro pela equipe que opera o telescópio Pan-STARRS1, da Universidade do Havaí, e ganhou o nome de Oumuamua. 

Depois, uma rede de telescópios ao redor do planeta passou a acompanhar o intrigante objeto espacial – incluindo o imenso telescópio do European Southern Observatory no deserto de Atacama, no Chile.

O Oumuamua também foi rastreado pelos telescópios espaciais Hubble e Spitzer, da Nasa, que giram na órbita terrestre. Inicialmente, pensou-se que se tratava de um cometa. 

Mas a observação de sua trajetória e de sua velocidade permitiu concluir que era um asteroide e que veio de fora do Sistema Solar.

O Oumuamua tem cerca de 400 metros de comprimento, mas apenas cerca de 40 metros de diâmetro. É feito de rocha com alto teor de metal e gira como uma broca, dando uma volta a cada 
7,3 horas.

Um estudo publicado hoje na revista científica Nature afirma que o Oumuamua está, provavelmente, vagando pela Via Láctea há centenas de milhões de anos. 

Ele passou pelo Sol a 87,3 quilômetros por segundo. 

Nessa velocidade, deve escapar do alcance dos telescópios em poucas semanas.
Neste vídeo em inglês, os cientistas falam sobre a descoberta:
 First Interstellar Asteroid Wows Scientists


sábado, 14 de janeiro de 2017

Estrela viajante recém-descoberta pode causar ataques de cometas no Sistema Solar

Estrela viajante recém-descoberta pode causar ataques de cometas no Sistema                              Solar
 Gustavo Teixera  6 dias atrás 09/01/2017
 cometas-sistema-solar_1
Um novo estudo descobriu que uma estrela em rota de colisão com o Sistema Solar vai chegar ainda mais perto do que os especialistas previram
O observatório da Missão Gaia – da Agência Espacial Europeia – capturou dados mostrando que a estrela Gliese 710 poderá chegar tão perto de nosso Sistema Solar, que poderá fazer com que o sistema sofra ataques de cometas. 

Gliese 710 também ficará visível durante a noite como o mais rápido e brilhante objeto do céu.
cometas-sistema-solar_2

Em um estudo publicado na renomada revista Astronomy & Astrophysics, os pesquisadores Filip Berski e Piotr Dybczński, da Universidade Adam Mickiewicz da Polônia, disseram que a distância da estrela ao Sistema Solar é cinco vezes menor do que se pensava anteriormente, e que ela estaria viajando na Nuvem de Oort, que é uma espécie de concha com objetos gelados e cometas, próxima de nosso Sistema Solar.

 Se isso acontecer, a força gravitacional da estrela – que possui uma massa de cerca 60% do nosso Sol – poderia causar uma chuva de cometas com potencial de atingir até mesmo a Terra. 

Segundo astrônomos, um impacto com o nosso planeta parece possível e seria significativo.

Espera-se que essa estrela passe a uma distância de 1,2 trilhão de milhas (cerca de 1,9 trilhão de quilômetros) da Terra. 

Mesmo que pareça distante, a medida é relativamente curta em termos espaciais. Por exemplo, a estrela Alpha Centauri, que é a mais próxima da Terra, está a uma distância 25,67 trilhões de milhas (cerca de 41,3 trilhões de quilômetros).

“Podemos esperar que essa estrela tenha a maior influência sobre os objetos da nuvem de Oort nos próximos dez milhões de anos e, mesmo nos últimos vários milhões de anos, não houve nenhum objeto tão importante perto do Sol”, foi relatado no artigo.





sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Meteoro cai na Sibéria e dá início a rumores de OVNI



Meteoro cai na Sibéria e dá início a rumores de OVNI
29/10/201
Na noite de 25 de outubro de 2016, um meteoro caiu na república russa da Buryatia, na Sibéria. Embora alguns acham que tenha sido um meteoro, outros insistem que foi um objeto voador não identificado.

A queda o corpo celeste rapidamente foi noticiada na imprensa local. O site de notícias Baikal-info citou o que um dos moradores da região declarou o seguinte:

“Um enorme ‘cometa’, ou talvez um meteoro silenciosamente caiu do céu, emitindo um brilho verde. Ele deixou tudo claro como durante o dia, devido ao brilho de seis segundos causado pelo objeto.”

Moradores de Irkutsk, na Sibéria, também reportaram um clarão no céu próximo da costa nordeste do Lago Baikal, de acordo com o site de notícias newsru.com.
meteoro
O jornal russo AiF, publicou uma citação do astrônomo Dmitry 
Semenov, dizendo que eles estão atualmente investigando os 
relatos do incidente de 25 de outubro:

“Para compreendermos se foi um meteoro, precisamos estudar a filmagem dos gravadores de vídeo dos motoristas. Também a grande questão se ele veio do Sistema Solar, ou não.”

Já, os cientistas estão dizendo que, julgando pela luz verde emitida durante a queda, o objeto estava se movendo em alta velocidade. E por último está a sugestão de que o misterioso objeto coincidiu com o lançamento do míssil balístico intercontinental RS-18, de acordo com a rede de notícias Arigus-TV, que se referiu à uma declaração pelo Ministério da Defesa Russa.


FONTE: http://ovnihoje.com/

sábado, 15 de outubro de 2016

O que é a tormenta solar anunciada por Obama?

O que é a tormenta solar anunciada por Obama?
O presidente americano aprova um decreto para melhorar a resposta a “eventos meteorológicos do espaço”
A superfície solar
A superfície solar NASA/JAXA/HINODE

Combina termos científicos que podem soar apocalípticos com a linguagem burocrática de um documento presidencial. O presidente americano Barack Obama assinou, na quinta-feira, uma ordem executiva para coordenar “esforços” do seu governo para “preparar a nação para eventos meteorológicos do espaço”. Esses eventos podem ser “erupções solares, partículas de energia solar e ruídos geomagnéticos”.
Segundo o decreto, são fenômenos regulares e podem afetar infraestruturas importantes, como satélites, GPS, sistemas de comunicação, aviação e distribuição elétrica. “Tem o potencial de afetar e interromper, simultaneamente, a saúde e a segurança de continentes inteiros”, alerta.
No entanto, o documento presidencial não aborda a probabilidade de esses fenômenos ocorrerem, nem as suas consequências, mas apenas se concentra em melhorar a coordenação diante de possíveis impactos. “Uma preparação de sucesso para eventos meteorológicos do espaço é um esforço de toda a nação, que exige colaboração entre governos, gestores de emergência, o mundo acadêmico, meios de comunicação, a indústria farmacêutica, organizações sem fins lucrativos e o setor privado”, explica.
Os ruídos geomagnéticos são uma afetação do campo magnético da terra como consequência da atividade solar. As erupções solares são breves erupções de intensidade na superfície do sol ou perto dela, associadas a manchas solares. É um fenômeno comum, que raramente tem efeitos relevantes. As partículas de energia solar são íons e elétrons expulsos do sol como resultado dessas erupções.
O caso mais conhecido de um fenômeno meteorológico do espaço foi uma tormenta solar em 1859, conhecida como o evento Carrington, como explica a revista Newseek. Foi possível observar auroras no céu em lugar afastados dos polos, como o Caribe. E os sistemas de comunicação por telégrafo foram alterados na Europa e na América do Norte.
Um século depois, em 1967, três potentes erupções solares inutilizaram o sistema de radares dos EUA encarregado de detectar a chegada de mísseis soviéticos. Inicialmente, em plena Guerra Fria, Washington pensou que a culpa era de Moscou.

O decreto de Obama estabelece um calendário e um protocolo de atuação para esse tipo de fenômeno. O governo federal, aponta o texto, tem que ter a capacidade de antecipar e detectar um evento meteorológico do espaço, os programas necessários para que os setores público e privado adotem medidas mitigadoras e a capacidade de responder e superar esses tipos de situações. 

sábado, 10 de setembro de 2016

Nasa lança sonda para estudar surgimento do Sistema Solar

Nasa lança sonda para estudar surgimento do Sistema Solar
Sonda espacial Osiris REX irá ao encontro do asteroide Bennu; aparelho deve retornar à Terra apenas em 2023
TECH  ASTRONOMIA 06:10 - 08/09/16  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
Divulgação / Nasa
A agência espacial norte-americana, Nasa, lança nesta quinta-feira (8) a sonda espacial Osiris REX. O aparelho tem por missão ajudar a compreender a origem do Sistema Solar
Segundo informações da agência EFE, a sonda irá ao encontro do asteroide Bennu, onde irá coletar amostras de sua superfície com um braço robótico e voltar à Terra para análises. Sua chegada está prevista para 2018 e a volta deve ocorrer em 2023.
Trata-se de uma missão inédita para a Nasa. O asteroide Bennu foi escolhido por ter superfície coberta com materiais similares aos que que eram mais comuns no início da formação do Sistema Solar - carbono e, muito provavelmente, silicatos alterados pela presença de água. O corpo celeste tem 500 metros de largura e viaja a cerca de 100 mil km/h.
Localizado em uma órbita a cerca de 480 mil quilômetros da Terra, o asteroide é um dos mais próximos do nosso planeta. A maioria dos asteroides ficam no chamado cinturão principal, uma espécie de anel entre Marte e Júpiter.


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Descoberta do planeta Próxima B é uma das mais importantes do século

Descoberta do planeta Próxima B é uma das mais importantes do século
25/08/2016 08h27
Da Agência Sputinik
Resultado de imagem para novo planeta descoberto 2016

Nesta quarta-feira (25) foi confirmada a descoberta de um exoplaneta com tamanho semelhante ao da Terra e localizado a uma distância adequada de seu sol para permitir a presença de água na superfície e consequente existência de vida.
O planeta, que recebeu o nome de Próxima B, orbita ao redor da Próxima Centauri, a estrela mais próxima do nosso sistema solar, a 4,2 anos-luz da Terra.
Segundo o site Gizmodo, esta é uma das descobertas astronômicas mais importantes do século. O planeta recém-descoberto fica a uma distância de 7 milhões de quilômetros da sua estrela. Isto equivale apenas a 5% da distância entre a Terra e o Sol, mas, uma vez que a estrela Próxima Centauri é muito mais fria, o exoplaneta é uma "zona habitável" e tem uma temperatura que permite que a água se encontre em estado líquido.
O site destaca que ainda não se sabe se o planeta Próxima B tem atmosfera. O corpo celeste é submetido a um fluxo de raios-X emitidos pela estrela 400 vezes maior do que a Terra sofre, o que poderá ser um obstáculo à existência de atmosfera.
No entanto, o cientista alemão Ansgar Reiners frisa que tudo depende do tempo em que o exoplaneta foi formado. Se se formou quando estava a uma distância maior do seu sol, é possível que tenha atmosfera.
Sendo assim, isso seria "um grande sinal para a possibilidade de ter vida", diz o portal. Além disso, a estrela Próxima Centauri tem uma esperança de vida muito maior do que o nosso Sol, por isso um planeta habitável como este seria um local óbvio para a nossa civilização migrar quando o Sol se extinguir, dentro cerca de 5 bilhões de anos, cita a edição Abraham Loeb, da Universidade de Harvard.